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São Paulo - (BRA)
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“Todos tememos a la muerte y nos cuestionamos nuestro lugar en el universo. El trabajo del artista es no sucumbir a la desesperación, sino encontrar un antídoto para el vacío de la existencia.”

- Midnight In Paris

★★★★★ Espetacular | Imperdível
★★★★ ½ Quase Espetacular | Também imperdível 😉
★★★★ Muito Bom | Vale cada minuto dedicado à assisti-lo
★★★ ½ Um bom filme
★★★ Okeizinho | Só para quando não tiver nada melhor pra fazer
★★ ½ Acrescenta bem pouco ou nada.
★★ Não acrescenta nada. Ruinzinho
★ ½ Bemmmm ruim | Desassistiria se isso fosse possível
★ Horroroso | Do tipo vergonha alheia pelos envolvidos
½ Pra pedir o dinheiro de volta. Trash total

Últimas opiniões enviadas

  • Giane

    Além de ser um bom filme, com um drama familiar fictício comovente, tem o grandíssimo mérito de tocar um tema real que precisa ser contado, recontado e requetecontado para que no futuro ninguém possa ter a desfaçatez de dizer que não sabia o que aconteceu e continua acontecendo na África. “O jardineiro fiel”, maravilhoso, mostra outra vertente das malezas que ocorrem por esta parte do planeta (quem duvida do poder da indústria farmacêutica e de que o relatado na ficção possa perfeitamente ter acontecido ou estar acontecendo de verdade?). E tem também “Diamante de Sangue”, e tantos outros.

    É tão absurdamente comum que as mesmas pessoas que se chocam com as barbáries da segunda guerra ignorem completamente os horrores vividos em Ruanda, Serra Leoa, Bósnia, Iraque, Síria, Líbano, Faixa de Gaza, etc etc etc. É tão comum incluso serem contra a ONU e dizerem sandices sobre os Direitos Humanos, coisa que sempre aguçou minha curiosidade... a que espécie pertencem esses mentecaptos que se dizem contra os Direitos Humanos?

    Lembro ter lido lá pelo começo dos anos 90 uma longa reportagem no “El País-España” sobre o rapto de crianças para compor milícias em Serra Leoa. Foi meu primeiro contata com esse horror. Essas guerrilhas paramilitares invadiam, destruíam e assassinavam à aldeias inteiras, mantendo com vida apenas as crianças. Faziam cortes rasos no coro cabeludo das crianças sequestradas, introduziam nesses cortes cocaína e as armavam até os dentes. Estas crianças, sequestradas depois de assistir ao assassinato (algumas vezes também ao estupro) de suas mães e à destruição de suas casas, drogadas e armadas, se transformavam em novos “soldados” enlouquecidos, que viriam a fazer o mesmo com outras crianças de outras aldeias. O choque fez com que eu quisesse saber mais e descobri que coisas semelhantes vinham acontecendo há tempos também no Congo, em Angola, Etiópia, Burundi, Libéria, Sudão, Ruanda, Uganda...
    Parece ser que só mesmo o dinheiro desperta a consciência de governos ocidentais.

    “O Caderno de Sara” fala do tal contan, mistura de minerais da qual se extrai outros minerais, entre eles o nióbio que parece ser que temos também (em Roraima e no Amapá), e o tântalo, muito usado na indústria de aparelhos eletrônicos portáteis. Importante, mas não é petróleo então não interessa o suficiente como para que governantes de países ricos e poderosos intervenham e façam algo pelos inocentes que estão sendo cruelmente dizimados por conta de uma guerra civil alimentada pela luta pela posse das minas. A ONU estima que só no Congo já morreram, como consequência dessa disputa, mais de 4 milhões de pessoas. E segue.

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  • Giane

    8 indicações aos Prêmios Goya:

    Melhor filme

    Melhor atriz coadjuvante
    Carolina Yuste

    Melhor direção
    Arantxa Echeverría

    Melhor ator revelação
    Moreno Borja

    Melhor atriz revelação
    Zaira Romero

    Melhor atriz revelação
    Rosy Rodriguez

    Melhor roteiro original
    Arantxa Echeverría

    Melhor canção
    Paco de la Rosa “Me vas a extrañar”

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  • Giane

    Gosto desses filmes que retratam o comum, a vida como ela é.

    O título pode confundir. Não é uma comédinha romântica, é de quando o amor pelo outro se esgota e só sobra o amor pelo amor, pelo sentimento. “Blue Valentine – a love story” é uma desconcertante, triste e sensível descrição do tão recorrente deterioro de relações amorosas.

    Ilusão, amor, afeto, desgaste, resignação, apatia, decadência, desamor, dor, desespero, desamparo, desolação em seis anos.
    Os flashbacks amplificam a pena e a sensação de que justamente o que os uniu ao princípio - a descontração, a leveza, a simplicidade - os distanciou ao final. E não há culpados, só vítimas.

    Filme sincero, convincente, amargo e dolorido e que me emocionou muito mais que Kubrick em “Eyes wide shut”, que tem meio que a mesma pegada.
    Ryan Gosling super funcionou com Michelle Williams que está tão bem quanto sempre. Química perfeita.

    ♫ Você sempre magoa a quem ama, aqueles que não devia magoar.
    Sempre pega a rosa mais doce e a esmaga até as pétalas caírem.
    Sempre parte o coração mais gentil com palavras impensadas que não pode retirar.
    Então, se eu parti seu coração ontem à noite, é porque eu te amo mais que tudo.

    Menção especial para o claquêzinho fofo da Michelle Williams para a versão de “You Always Hurt The One You Love” do Ryan Gosling.

    Vale digerir o que assistimos vendo os créditos até o final. Bom filme.

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  • eclipsenamadrugada
    eclipsenamadrugada

    Eu, na realidade são as redes sociais que mais interajo, relaciono os filmes assistidos e os livros lidos, Facebook eu passo meses sem olhar. Agora o WhatsApp, eu gosto pois nada precisa ser instantâneo, mando minhas mensagens sem esperar respostas imediatas, e tbm não as respondo imediatamente. só se for um bate papo instantâneo com alguma pessoa muito chegada, Parentes irmãos... e não gosto de ficar muito tempo, ai nesse caso um telefonema é mais proveitoso etc. Tenha uma ótima noite Giane...

  • eclipsenamadrugada
    eclipsenamadrugada

    Giane, você usa o skoob para relacionar os livros lidos, os que quer ler, e organizar uma meta para leituras do ano?
    Pergunto porque disse que assistiu o filme "A Garota Dinamarquesa" e também leu o livro, dando a entender que é uma grande leitora...

  • ISRAEL XAVIER
    ISRAEL XAVIER

    Olá desculpe pra responder a sua pergunta de... nossa já tem três meses! Como o tempo passa rápido :o
    Bom realmente eu vejo (ou pelo menos assistia bastante animes), então respondendo a primeira pergunta: Your Name seria mais indicado pra público jovem, por ser um romance com um certo nível de drama.

    Não é um filme ruim, mas eu provavelmente não assistiria de novo.
    O que mais se destaca é sem duvidas a arte e a trilha sonora. Já a história achei bem fraquinha mesmo e o ritmo também não é tão agradável.

    Se quer ver uma boa historia mesmo recomendo Breadwinner, inclusive tem na Netflix. Ou então Princesa Mononoke, do estúdio Ghibli.

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