Eu trabalhava em video-locadora nos anos 90 e os primeiros VHS de Ultimate Fighting (hoje MMA) foram uma verdadeira febre...do Coleman eu lembro, do Kerr não...não é um filme que você vai se lembrar pra sempre, mas é um bom "contador de estória" sobre o período, apresentando um Dwayne Johnson monstruoso (no sentido de massa muscular).
A ex-esposa do Kerr não deve ter gostado da obra, é retratada como absolute bitch
Fantástica versão (quiçá a melhor de todas), lúgubre como bem pede um cenário vitoriano, onde mesmo os ricos são envoltos em uma tristeza sombria. Eu amo Dickens.
Embora seja mais uma história rousseauniana (o selvagem contra o civilizatório), a animação consegue ter uma boa identidade, e é claro, do seu primor técnico; já deve ser nostálgico para quem nasceu nos anos 2000
Bastante interessante, mostrando um sistema que deveria praticar a justiça, fazendo o contrário; mas, como aqui no Brasil (e creio que em muita parte do mundo), a população vai apoiar o governante.
Com boas soluções visuais, é apesar disso, muito piegas e beira ao desagradável ( a música negra usada como exemplo de decadência dos EUA), e as cortes celestiais são uma espécie de Kafka, mas se fossem de Walt Disney.
Arquétipo perfeito do cinema noir: uma trama de crimes e traições; o detetive; a femme fatale, o jornalista, sombras e muito, muito cigarro. Muito interessante da forma que é contato, em uma estória que em nenhum momento quer pregar moral, apenas contá-la.
Versão muito superior a insossa versão de 1994, agora utilizando de narrativa não linear além de um desfecho repleto de metalinguagem, fora a brilhante direção de Greta Gerwig.
Não estou pedindo por decapitações ou gente sendo queimada vida, mas 'tá louco, como as animações da Pixar estão ficando insuportavelmente piegas, onde tudo descamba à mesmice de sempre, e pena, porque era um bom plot.
Saem os coloridos e canções da Walt Disney e entram as sombras e a miséria de um família empobrecida e em parte cruel, onde a fome e o desejo de nobreza falam mais alto, e onde a única pessoa que passa (quase) incólume é a protagonista; interessante nesta versão é que os simbolismos sexuais (que obviamente seriam banidos na famosa animação e na enfadonha versão live-action, ambas da Disney), são muito mais latentes com Cocteau; ao fim, Bela (que deseja mais a versão masculinizada da Fera do que sua versão sociável, porém fraca), se rende à necessidade: o desejo sexual sendo reprimido pelo conforto e posição social.
Não chega a ser um desastre completo, mas é repleto de furos de roteiro (um dos piores é um toca-fitas antiquíssimo funcionando sem energia elétrica), além de uma patética equipe "super-especializada" de controle sanitário do governo que agem como completos amadores, e uma câmera com a melhor bateria da História.
Disney no seu pior de pieguice e obviedade. Apenas uma (sim, uma) coisa legal nesses 110 minutos desperdiçados da minha vida: a homenagem a "O iluminado" do Kubrick.
O roteiro não é dos melhores, com algumas situações forçadas que chegam ao embaraço, mas a cinematografia, com Welles usando genialmente de sombras, ângulos e close-ups, são um deleite.
Tecnicamente interessante, mas definitivamente não é para mim, é para a outra geração; eu gosto bastante de animações, mas essa não me animou nem um pouco, talvez pelo tema e canções alheios a minha idade. Perdão.
Assisti na magnífica restauração em 4K, em mais um excelente trabalho de Hector Babenco, para mim o melhor retratista do Brasil entre 1975-1981, com atuações memoráveis de Farias, Gonçalves, Pereio,,,uma época de um Brasil extremamente pobre, corrupto e violento (e ainda dizem que os militares mantinham a ordem,,,)
Western estilizado até a medula, com a clássica estória de Tombstone + Wyatt Earp e Doc Holliday (aliás Victor Mature excelente); o clímax que é muito aquém do esperado (principalmente se comparado ao mais novo "Tombstone" da década de 90)
Assisti recentemente a algumas produções que mostram o onus da fama (Tina Turner, Billie Holliday, Marylin Monroe e até um inesperado Robbie Williams, entre outros), geralmente explorados por pais, maridos e empresários inescrupulosos; alguns conseguem se superar, outros sucumbem, como nesta boa produção onde a atriz protagonista segura todo o filme; (apenas achei algumas coisas bem piegas, mas ok)
Depois que eu morrer, vão sentir a minha falta por alguns meses, e em pouco tempo, serei esquecido. Garland morreu há mais de 50 anos, e todos lembram de "O Magico de Oz" e "Somewhere over the Rainbow", talvez seja um onus válido.
quando tudo indica que o casal de assassinos do bonachão e trabalhador Nick vai se dar bem, a estória traz o desfecho contrário
e o pior que o espectador em algum momento acaba sendo induzido a ter empatia do casal protagonista. Por sinal e eu adoraria ir lanchar naquela hamburgueria.
Não me furto a usar a expressão usada por Scorcese (e copiada para n coisas desde então), "Absolute Cinema"; Produção, Direção e atuações fantásticas, em uma obra que não deve para nenhuma cinematografia do mundo. Já nasceu clássico.
Verdadeiro panorama de um pesadelo, um metafórico retrato (que pode se aproximar do real) da vida de uma mulher cujo existência só lhe traz problemas e nenhuma solução (até daqueles que deveriam ajuda-la), e que acontecem com muitas mulheres mundo a fora: a cobrança infinita de ser mãe.
Neorrealismo italiano dos mais crus, com seus atores não profissionais e sequencias que mais parecem documentário do que ficção, em uma Italia ainda com todas as terríveis memórias da Segunda Guerra latejando. A choro do bebê sozinho a beira do lago ainda está ecoando nos meus ouvidos.
Que seria ruim, eu já sabia, mas não achei que seria TÃO RUIM; um roteiro absolutamente tolo, com frases e situações tão bobinhas que caberiam em um filme da Xuxa, além de que "quem viu um dinossauro, viu todos"; Johansson tinha alguma dívida pra pagar. E temos um novo Jar Jar Binks, o insuportável personagem Xavier (David Iacono)
Coração de Lutador: The Smashing Machine
3.0 138 Assista AgoraEu trabalhava em video-locadora nos anos 90 e os primeiros VHS de Ultimate Fighting (hoje MMA) foram uma verdadeira febre...do Coleman eu lembro, do Kerr não...não é um filme que você vai se lembrar pra sempre, mas é um bom "contador de estória" sobre o período, apresentando um Dwayne Johnson monstruoso (no sentido de massa muscular).
A ex-esposa do Kerr não deve ter gostado da obra, é retratada como absolute bitch
Grandes Esperanças
3.9 42 Assista AgoraFantástica versão (quiçá a melhor de todas), lúgubre como bem pede um cenário vitoriano, onde mesmo os ricos são envoltos em uma tristeza sombria. Eu amo Dickens.
Como Treinar o seu Dragão
4.2 2,4K Assista AgoraEmbora seja mais uma história rousseauniana (o selvagem contra o civilizatório), a animação consegue ter uma boa identidade, e é claro, do seu primor técnico; já deve ser nostálgico para quem nasceu nos anos 2000
O Caso Richard Jewell
3.6 250 Assista AgoraO poder da mídia em santificar e demonizar, eis o tema, isso em uma era antes da internet massificada. Paul Walter Hauser muito bem.
Alabama: Presos do Sistema
3.7 31Bastante interessante, mostrando um sistema que deveria praticar a justiça, fazendo o contrário; mas, como aqui no Brasil (e creio que em muita parte do mundo), a população vai apoiar o governante.
PS- poderia ter uns 20, 25 minutos a menos
Nut Nasceu Burro, Não Aprendeu Nada, Esqueceu A Metade
2.8 67Genialmente ruim, uma sucessão de gags completamente non sense, mas que ainda me fazem rir
Neste Mundo e no Outro
4.0 42 Assista AgoraCom boas soluções visuais, é apesar disso, muito piegas e beira ao desagradável ( a música negra usada como exemplo de decadência dos EUA), e as cortes celestiais são uma espécie de Kafka, mas se fossem de Walt Disney.
o plot twist, mesmo que tenha sido retirado diretamente de "O Gabinete do Dr Caligari", coloca toda a história com os pés na terra novamente
Marty Supreme
3.7 352 Assista AgoraUma produção tão caprichada para um filme tão chato...ao menos é interessante porque é um dos poucos filmes que você torce contra o protagonista
aquela passada de mão na cabeça do Marty na cena final é ridícula
Os Assassinos
3.8 67 Assista AgoraArquétipo perfeito do cinema noir: uma trama de crimes e traições; o detetive; a femme fatale, o jornalista, sombras e muito, muito cigarro. Muito interessante da forma que é contato, em uma estória que em nenhum momento quer pregar moral, apenas contá-la.
Adoráveis Mulheres
4.0 992 Assista AgoraVersão muito superior a insossa versão de 1994, agora utilizando de narrativa não linear além de um desfecho repleto de metalinguagem, fora a brilhante direção de Greta Gerwig.
Elio
3.3 133Não estou pedindo por decapitações ou gente sendo queimada vida, mas 'tá louco, como as animações da Pixar estão ficando insuportavelmente piegas, onde tudo descamba à mesmice de sempre, e pena, porque era um bom plot.
A Bela e a Fera
4.0 81 Assista AgoraSaem os coloridos e canções da Walt Disney e entram as sombras e a miséria de um família empobrecida e em parte cruel, onde a fome e o desejo de nobreza falam mais alto, e onde a única pessoa que passa (quase) incólume é a protagonista; interessante nesta versão é que os simbolismos sexuais (que obviamente seriam banidos na famosa animação e na enfadonha versão live-action, ambas da Disney), são muito mais latentes com Cocteau; ao fim, Bela (que deseja mais a versão masculinizada da Fera do que sua versão sociável, porém fraca), se rende à necessidade: o desejo sexual sendo reprimido pelo conforto e posição social.
Quarentena
2.7 834Não chega a ser um desastre completo, mas é repleto de furos de roteiro (um dos piores é um toca-fitas antiquíssimo funcionando sem energia elétrica), além de uma patética equipe "super-especializada" de controle sanitário do governo que agem como completos amadores, e uma câmera com a melhor bateria da História.
Zootopia 2
3.7 171 Assista AgoraDisney no seu pior de pieguice e obviedade. Apenas uma (sim, uma) coisa legal nesses 110 minutos desperdiçados da minha vida: a homenagem a "O iluminado" do Kubrick.
O Estranho
3.8 126 Assista AgoraO roteiro não é dos melhores, com algumas situações forçadas que chegam ao embaraço, mas a cinematografia, com Welles usando genialmente de sombras, ângulos e close-ups, são um deleite.
Guerreiras do K-Pop
3.7 213 Assista AgoraTecnicamente interessante, mas definitivamente não é para mim, é para a outra geração; eu gosto bastante de animações, mas essa não me animou nem um pouco, talvez pelo tema e canções alheios a minha idade. Perdão.
Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia
3.7 121Assisti na magnífica restauração em 4K, em mais um excelente trabalho de Hector Babenco, para mim o melhor retratista do Brasil entre 1975-1981, com atuações memoráveis de Farias, Gonçalves, Pereio,,,uma época de um Brasil extremamente pobre, corrupto e violento (e ainda dizem que os militares mantinham a ordem,,,)
Paixão dos Fortes
4.0 61 Assista AgoraWestern estilizado até a medula, com a clássica estória de Tombstone + Wyatt Earp e Doc Holliday (aliás Victor Mature excelente); o clímax que é muito aquém do esperado (principalmente se comparado ao mais novo "Tombstone" da década de 90)
Judy: Muito Além do Arco-Íris
3.4 363 Assista AgoraAssisti recentemente a algumas produções que mostram o onus da fama (Tina Turner, Billie Holliday, Marylin Monroe e até um inesperado Robbie Williams, entre outros), geralmente explorados por pais, maridos e empresários inescrupulosos; alguns conseguem se superar, outros sucumbem, como nesta boa produção onde a atriz protagonista segura todo o filme; (apenas achei algumas coisas bem piegas, mas ok)
Depois que eu morrer, vão sentir a minha falta por alguns meses, e em pouco tempo, serei esquecido. Garland morreu há mais de 50 anos, e todos lembram de "O Magico de Oz" e "Somewhere over the Rainbow", talvez seja um onus válido.
O Destino Bate à sua Porta
3.9 57 Assista AgoraO interessante do roteiro é que
quando tudo indica que o casal de assassinos do bonachão e trabalhador Nick vai se dar bem, a estória traz o desfecho contrário
O Agente Secreto
3.9 1,0K Assista AgoraNão me furto a usar a expressão usada por Scorcese (e copiada para n coisas desde então), "Absolute Cinema"; Produção, Direção e atuações fantásticas, em uma obra que não deve para nenhuma cinematografia do mundo.
Já nasceu clássico.
Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
3.6 188 Assista AgoraVerdadeiro panorama de um pesadelo, um metafórico retrato (que pode se aproximar do real) da vida de uma mulher cujo existência só lhe traz problemas e nenhuma solução (até daqueles que deveriam ajuda-la), e que acontecem com muitas mulheres mundo a fora: a cobrança infinita de ser mãe.
Paisà
4.0 44 Assista AgoraNeorrealismo italiano dos mais crus, com seus atores não profissionais e sequencias que mais parecem documentário do que ficção, em uma Italia ainda com todas as terríveis memórias da Segunda Guerra latejando. A choro do bebê sozinho a beira do lago ainda está ecoando nos meus ouvidos.
Jurassic World: Recomeço
2.7 460 Assista AgoraQue seria ruim, eu já sabia, mas não achei que seria TÃO RUIM; um roteiro absolutamente tolo, com frases e situações tão bobinhas que caberiam em um filme da Xuxa, além de que "quem viu um dinossauro, viu todos"; Johansson tinha alguma dívida pra pagar.
E temos um novo Jar Jar Binks, o insuportável personagem Xavier (David Iacono)