Muito boa essa primeira temporada. Ela mantém a estética, o valor de produção e a ambientação de Game of Thrones, mas gosto de como a direção consegue dar um tom diferente pra história, fugindo dessa busca pelo épico e apostando em algo mais leve e menor em escala. A dupla de protagonistas funciona muito bem em química, acho que o roteiro consegue construir muito bem essa relação enquanto vai apresentando aquele mundo ao redor deles. É também uma série extremamente fácil de assistir, daquele tipo que tu começa e acaba querendo ver um episódio atrás do outro. No geral, gostei muito. Consegue explorar uma outra faceta sem ser algo que pareça pertencer a outro universo.
A série voltou a fazer muito bem aquilo que eu acho que é o melhor desse universo de Game of Thrones: ser uma grande novela política. E não só pelas mortes e reviravoltas, mas principalmente pela forma como os personagens vão se transformando e como as relações e acordos vão gerando consequências que muitas vezes fogem completamente do que eles queriam inicialmente. Os plot twists surpreendem, mas quando acontecem tu pensa que realmente não poderia ter sido diferente. Pra mim, o maior exemplo é a traição do bastardo no último episódio, totalmente coerente com o desenvolvimento dele e com a relação que foi sendo criada com os outros personagens. Também gostei muito dos novos personagens, principalmente o Lorde Hightower, que pra mim foi a melhor coisa da temporada. Acho muito divertido como ele tenta sempre manter essa postura de cara calculista e esperto, mas basta qualquer coisa sair um pouco dos planos que ele perde completamente a linha. De resto, mantém todo o valor alto de produção que é comum desse universo. No geral, ótima temporada. Muito melhor que a segunda e, pra mim, no mesmo nível da primeira
Gostei dessa temporada como um todo, acho melhor que as duas anteriores. Gosto principalmente da estrutura de concentrar quase tudo em um único acontecimento, naquela noite do restaurante, e de como isso serve pra encerrar os arcos dos personagens e da própria série.
Acho interessante como o sucesso do restaurante vem justamente do equilíbrio entre os pontos fortes do Carmy e da Sydney. Ainda tenho bastante problema com o desenvolvimento dela, porque sinto que a série tenta atribuir um crescimento que nem sempre conseguiu demonstrar de fato. Nesse sentido, acho o arco do Marcus muito mais bem construído, principalmente na evolução dele dentro da profissão.
Também achei uma temporada um pouco menos agressiva no humor e mais focada na tensão, conseguindo equilibrar melhor essas duas coisas. Não chega nos ápices das primeiras temporadas, que pra mim continuam sendo onde The Bear mais brilhou, mas dentro do que vinha sendo construído acho que encerra bem.
E falando da série como um todo, acho que ela consegue fazer um ótimo retrato da vida dentro de uma cozinha e de como aquele ambiente reflete diretamente o estado emocional e as relações sociais dos personagens. O final ainda deixa uma certa abertura, então se resolverem voltar não acho necessariamente um problema, desde que exista uma boa história pra contar. Mas se acabar aqui, pra mim fecha de forma satisfatória.
Poderia dizer que fiquei extremamente decepcionado com essa temporada, mas considerando que a quarta já tinha sido bem fraca e a segunda de Gen V também já tinha sido bastante ruim, eu já imaginava que essa temporada final não seria das mais satisfatórias. E realmente não foi. De longe, a pior temporada da série, e um final fraquíssimo para uma obra que já foi excelente.
Uma temporada inteira que fica enrolando em cima de uma solução que, no fim, não serve pra nada, já que a solução final é resolvida de outra forma no penúltimo episódio. Sem contar que a série parece ter esquecido que, antes de qualquer sátira política ou crítica social, você precisa ter uma boa história. A crítica ainda funciona em alguns momentos, mas não sustenta uma temporada inteira cheia de repetição de desenvolvimento de personagem e de tramas. Sem contar as soluções que não fazem sentido com o próprio universo apresentado, personagens que uma hora conseguem fazer coisas absurdas e em outra são completamente inúteis, diálogos toscos e sem sentido. Se salvam um pouco as atuações, mas tu também percebe que tão no automático.
Infelizmente, The Boys entra naquele hall de séries que começam muito bem e vão decaindo temporada após temporada. Nenhuma foi melhor que a anterior, e acho que isso resume bem como os criadores pareciam cada vez mais perdidos no que queriam contar. Falam muito de finais ruins como Game of Thrones ou Stranger Things, mas pra mim esse aqui consegue ser ainda pior.
Fiquei extremamente surpreso com essa temporada. Nunca fui grande fã de Euphoria nas duas primeiras, achava uma série com uma estética interessante mas meio perdida como história, sem saber muito bem o que queria contar. Mas essa terceira temporada toma um rumo completamente diferente.
A estética continua ali, principalmente na fotografia, nos enquadramentos e nessa preocupação em criar composições bonitas. Mas o que mais me surpreendeu foi como a história está muito mais bem escrita, tanto no desenvolvimento dos personagens quanto nas situações que vão sendo criadas e na forma como elas se desenrolam, representando muito bem essa ideia de inconsequência juvenil que agora chega na vida adulta e cobra seu preço. E gosto de como a série não perdoa ninguém. Ela traz consequências para as escolhas dos personagens de uma forma realista e condizente com o que vinha sendo construído. E acho curioso como uma série "progressista" nos temas acaba sendo surpreendentemente "conservadora", não como lição de moral barata, mas como um retrato complexo dos caminhos que aqueles personagens tomaram.
Enfim, gostei muito, as atuações são excelentes, é uma temporada que acertou muito no humor em diversas situações, só acho que peca um pouco no pacing em algum momentos que poderiam ser trabalhados melhor na montagem. Não imaginava que fosse gostar tanto, um dos raros casos de séries que finalizam de forma satisfatória e melhor do que começou.
Boa temporada, mas acho um pouco abaixo da primeira. Aqui a série aposta mais na questão da luta de classes e em como isso influencia as relações que criamos, principalmente dentro do trabalho. Era algo que já existia na primeira temporada, mas agora fica bem mais latente por conta do novo cenário apresentado.
As atuações são bem boas no geral, principalmente dos quatro protagonistas, e a primeira metade é bastante cativante, com bons momentos de humor e situações que surpreendem. Mas sinto que, chegando pro final, a série volta a apostar numa escalada mais absurda da trama, algo que já fazia parte do estilo da primeira temporada, mas que aqui não me pegou tanto. Achei que ficou um pouco forçado demais em relação ao cenário mais naturalista que vinha sendo construído.
No geral, ainda é uma boa temporada, mas sem o mesmo impacto da anterior. Funciona bem enquanto assiste, mas ficou tanto comigo assim.
É uma série com bom valor de produção, principalmente na recriação de época e na escala do evento que tá retratando. Mas acho bastante irregular, tanto na parte científica quanto na dramática. Na científica, apesar de ser bem explicada, é deveras expositiva hora ou outra, com diálogos que as vezes soam muito professorais e pouco naturais. Já na parte dramática, há núcleos e personagens que funcionam bem, outros beiram o insuportável. Ainda assim, boa série, que fisga e consegue deixar interessado mesmo pra quem conhecia a história.
É uma temporada muito ruim, de fato. O roteiro é extremamente incongruente e cheio de furos, sem contar a falta de planejamento, que resulta em 7 episódios repetitivos que pouca coisa acontece, e o último totalmente corrido resolvendo coisas extremamente importantes da forma mais simples possível. O excesso de personagens resulta em vários sendo sendo esquecidos ou mal aproveitados, com arcos sendo mal resolvidos, ou apressados, ou só ignorados. As atuações em sua maioria são fraquíssimas, muito pouca gente se salva ali. E visualmente é pobríssima, a estética da série, que já foi referência, agora só parece plástica e artificial.
Mas deixando tudo isso de lado, Stranger Things meio que virou o MCU das séries de TV. Então mais do que entregar um produto de qualidade, ela está mais preocupada em gerar esse hype e esses momentos isolados que funcionam para os fãs mais engajados. Confesso que eu nunca fui um apreciador da série, gostava até a terceira temporada, mas desde a passada perdeu muito a graça para mim. Mas pra quem tem um carinho mais profundo por aqueles personagens, acho que o final conseguiu entregar, pelo menos a nível emocional, algo satisfatório e até tematicamente condizente com a proposta original da série, já que sempre foi um coming of age onde o fantástico era apenas o pivô para o amadurecimento dos personagens. E acho que toda a sequência final do último episódio conseguiu refletir bem isso. Pena que o resto da temporada tenha sido o pior do que Stranger Things tinha a oferecer.
Obra-prima. Desde o começo já estabelece as regras do novo mundo, e se interessa mais no desenvolvimento da protagonista naquela nova realidade do que ficar se apoiando em mistériozinhos pra manter o espectador engajado. É um sci-fi que confia na capacidade interpretativa de quem assiste e que consegue, a cada episódio, expandir sua premissa e se aprofundar na psique de sua protagonista e de outros personagens. A atuação da Rhea Seehorn é espetacular em como consegue ser insuportável com a sua amargura na fachada, mas carrega uma dor e solidão profunda por trás. Além disso, é tecnicamente e visualmente impecável, como já é padrão do Vince Gilligan, com uma fotografia e uso de cores que servem a um propósito narrativo e que são bonitos sem serem exibicionistas. E é incrível como consegue discutir relações políticas, luto, arte, IA, e pra mim, o principal tema que é individualismo x coletivismo, sem ser dicotômico ou discursivo. Todos esses temas são intrinsicamente ligados ao desenvolvimento e as relações dos personagens. E muita gente reclama do ritmo (que eu particularmente discordo), mas esquecem das outras obras do autor, cuja veracidade das decisões dos personagens e o impacto emocional derivado delas vinham justamente desse desenvolvimento gradual que elas possuíam. E Pluribus não está sendo diferente, visto o impacto emocional dos acontecimentos no final da temporada. Enfim, aquele tipo de série que gera discussões de horas e que coloca o Vince Gilligan como o maior showrunner da história, já que ninguém acertou tanto quanto ele.
Continua no mesmo nível da primeira, na minha opinião. Não é nada que mude o mundo, mas é uma comédia romântica bem feitinha que é fácil de se assistir.
Gosto que a série consegue manter o mistério constante durante toda a obra, revelando aspectos e desenvolvendo o protagonista e sempre nos fazendo duvidar do envolvimento dele no crime. Fui surpreendido com a revelação no fim, imaginava que deixariam em aberto, o que seria mais previsível, mas seria mais condizente com a temática da obra no geral. Tirando umas subtramas ali desnecessárias que atrasam o andamento da série, acho boa como um todo, mesmo que não seja tão inovadora dentro do gênero.
Boa série de investigação, mas muito superestimada. Acho que faz um bom trabalho com o mistério, principalmente envolvendo o passado dos personagens, e te deixa instigado e surpreso com algumas reviravoltas que tem pro final da série. Mas em questão de narrativa, é muito mais do mesmo, não tenta nada de novo dentro do gênero. As atuações são boas, principalmente do Mark Ruffalo, que pra mim se destaca em relação aos outros. É aquele tipo de série que te prende enquanto assiste, é um thriller eficiente, mas que depois que acaba não deixa quase nenhum impacto.
Continuo gostando do estilo como um todo da série, e as atuações continuam boa como padrão, tirando a do vilão do Adrien Brody que é de uma canastrice sem fim. Mas sei lá, é bizarro como só tem 6 episódios e mesmo assim parece enrolada. Toda a trama da guerra com os italianos é de uma repetição sem fim, e a única trama interessante, que é o jogo político com o estado e os comunistas é muito pouco da temporada. Os plot twists são legais, realmente interessantes e surpreendentes, mas no geral, achei arrastada. E sendo sincero, perdi esperança de gostar mais. Acho que a série só não faz meu tipo mesmo.
A 4ª temp de The Boys já tinha sido bem abaixo da anteriores, e essa nova de Gen V conseguiu estragar tudo de vez. Em questão de produção continua eficiente, a as atuações continuam competentes no geral. Mas tudo que envolve roteiro é tenebroso, uma coleção de decisões ruins e desenvolvimentos mal feitos que chegam a impressionar. Só se salvam alguns momentos de humor aqui e ali e só, de resto, péssimo.
Pra mim, o anime brilha mais nos episódios mais isolados, onde o Satoshi Kon tem mais liberdade para explorar os temas de morte, ansiedade, opressão, escapismo, e diversas outras coisas comuns a sociedade japonesa, se forma bem onírica e abstrata. É onde ele consegue melhor representar essas fugas mentais como forma de evitar as dores da realidade. Mas acho que se perde um pouco quando tenta conciliar isso no final da série. Apesar de gostar muito da primeira metade, onde o mistério apresentado é bem instigante, acho toda a resolução pro fim bem insatisfatória, ainda que eu goste do final, que passa uma ideia de ciclicidade que conversa bem com os temas. No geral, ainda que não ache o melhor trabalho do diretor, é uma ótima obra, e onde ele pode explorar de forma criativa diversas ideias recorrentes do seu catálogo.
É uma série sem grandes pretensões, mas o que ela faz, ela entrega muito bem, principalmente no retrato da época e o sentimento geral da sociedade americana daquela época. Além disso, gosto de como cada episódio tem sua trama própria, mas os eventos tem continuidade, e a gente sente os personagens evoluindo e crescendo conforme os episódios avançam. É um clássico muito merecido, e uma pena ter sido finalizada da forma que foi.
Aquele tipo de temporada que não tem nenhum episódio ruim, todos são excelentes e brincam não só com algum aspecto da indústria, como é o objetivo da série, mas também com a forma do fazer cinematográfico, como no episódio do plano sequência ou do filme noir. Sempre trás algo novo e te deixa curioso pra saber o que vão fazer em temporadas futuras. Além disso, é uma série genuinamente engraçada, que não precisa se render a momentos dramáticos pra funcionar. Isso em parte do texto, que é espetacular, como também dos atores, que são fenomenais, tantos do elenco recorrente, quanto das participações especiais, que são absurdas. O episódio do Globo de Ouro me deixou abismado com algumas das pessoas que aparecem ali. Enfim, primeira temporada magistral, mereceu todos os Emmys que ganhou, e que eu me lembre, a melhor estreia de série acho que desde Succession.
O único ponto negativo para mim é que é curto, algumas passagens de alguns filmes são meio corridas e breves. De resto, é um deleite para quem é fã do diretor como eu. Incrível percorrer essa jornada pela filmografia do diretor e ver como cinema é a vida dele, e como ele se entrega de alma pros filmes. E é surpreendente ver o lado "sombrio" e como isso reflete nos filmes e nos personagens. E vendo a vida dele, faz você repensar toda a sua obra. No fim, acho que finalmente entendi o Bong Jon Ho, quando ao vencer o Oscar, disse que a frase que mais o marcou foi uma do Scorsese que dizia: "Quanto mais pessoal, mais criativo". Faz todo sentido agora.
Não revoluciona em nada, mas faz bem tanto a parte do romance e da comédia, além de que faz um desenvolvimento até que interessante de alguns personagens que poderiam ficar presos em um simples estereótipo. Não vai mudar sua vida, mas é boa de se assistir.
Boa temporada no geral, apesar de ser a que menos gostei de toda a série. Consegue cativar por conta dos personagens serem muito bons, mas acho que o texto funciona muito melhor quando foca no humor do que no drama. Além disso, está preso numas dinâmicas que já está começando a cansar. Sinto que a série está chegando nos seus finalmentes, não acho que tem como enrolar muito mais além disso, e espero que se encerre na próxima.
Começa muito bem, o primeiro episódio do casamento é um dos melhores da série até agora. Mas a partir do segundo, que só se salva por conta do plot twist, sinto que a série perde a força consideravelmente. Entre nessa trama com os russos que é uma enrolação sem fim, ficam ruminando em cima do roubo do trem por quatro episódios de forma incessante, o que me deixou com a sensação de que nada andava. Sorte que o final salva um pouco, mas no geral achei a temporada mais fraca até agora, mesmo que os aspectos técnicos e atuações se mantenham boas no geral.
Não dá pra dizer que é uma temporada em si, é claramente uma continuação da segunda, só pegaram e dividiram em dois, o que deixa a estrutura um pouco confusa. Não foge muito do repeteco de jogos das anteriores, mas acho que a direção brilha justamente nessas horas, consegue criar tensão e suspense muito bem. O elenco continua muito bem, e as mortes são bem impactantes. E tirando o núcleo do barco, que pra mim é o mais sem propósito e função na narrativa, gosto de como as coisas se encerram como um todo. O arco do protagonista fecha muito bem, com a esperança no futuro melhor impactando o líder dos jogos, ainda que o sistema como um todo não tenha sido impactado, visto que continua funcionando no mundo inteiro. Acho que tudo conversa bem com os temas abordados desde a primeira temporada. No geral uma série bem consistente do início ao fim.
No geral é uma boa temporada. Continua com aquele estilo que as vezes é exagerado, mas é o que dá identidade à série, e acho que o fato de estar mais familiarizado com os personagens e com a dinâmica entre eles acaba tornando a experiência mais fluída e envolvente. O desenvolvimento dos personagens continuam bons como um todo, principalmente o da Polly e do Arthur, mas o do Thomas me decepcionou um pouco, acho que essa impessoalidade dele acaba afetando um pouco a evolução do personagem. Mas gosto como no final isso é subvertido, me deixou instigado pro ver como vão continuar. Gostei levemente mais do que a primeira, principalmente por essa conexão que vamos criando com os personagens, mas ainda está faltando aquele momento realmente impactante, que me faça ficar fisgado completamente.
Achei legal essa primeira temporada. É curta, o que é bom já que não dá espaço pra barriga, a trama tá sempre avançando. Os personagens são interessantes, gosto do arquétipo que cada um ocupa dentro da história, e as atuações são boas também como um todo.
A trama é relativamente simples até, o que chama atenção mais mesmo é o estilo da série, que apesar de esteticamente bonita e marcante, as vezes acaba ficando meio repetitiva essa pose toda que ela tem.
No geral é boa, mas ainda não me fisgou completamente, falta algo pra eu me apegar de fato, me deu a sensação de ser mais introdutória apesar de ter um arco completo. To curioso pra continuar e ver pra onde vai.
O Cavaleiro dos Sete Reinos (1ª Temporada)
4.2 196 Assista AgoraMuito boa essa primeira temporada. Ela mantém a estética, o valor de produção e a ambientação de Game of Thrones, mas gosto de como a direção consegue dar um tom diferente pra história, fugindo dessa busca pelo épico e apostando em algo mais leve e menor em escala. A dupla de protagonistas funciona muito bem em química, acho que o roteiro consegue construir muito bem essa relação enquanto vai apresentando aquele mundo ao redor deles. É também uma série extremamente fácil de assistir, daquele tipo que tu começa e acaba querendo ver um episódio atrás do outro. No geral, gostei muito. Consegue explorar uma outra faceta sem ser algo que pareça pertencer a outro universo.
A Casa do Dragão (3ª Temporada)
3.7 155 Assista AgoraA série voltou a fazer muito bem aquilo que eu acho que é o melhor desse universo de Game of Thrones: ser uma grande novela política. E não só pelas mortes e reviravoltas, mas principalmente pela forma como os personagens vão se transformando e como as relações e acordos vão gerando consequências que muitas vezes fogem completamente do que eles queriam inicialmente. Os plot twists surpreendem, mas quando acontecem tu pensa que realmente não poderia ter sido diferente. Pra mim, o maior exemplo é a traição do bastardo no último episódio, totalmente coerente com o desenvolvimento dele e com a relação que foi sendo criada com os outros personagens. Também gostei muito dos novos personagens, principalmente o Lorde Hightower, que pra mim foi a melhor coisa da temporada. Acho muito divertido como ele tenta sempre manter essa postura de cara calculista e esperto, mas basta qualquer coisa sair um pouco dos planos que ele perde completamente a linha. De resto, mantém todo o valor alto de produção que é comum desse universo. No geral, ótima temporada. Muito melhor que a segunda e, pra mim, no mesmo nível da primeira
O Urso (5ª Temporada)
4.2 73 Assista AgoraGostei dessa temporada como um todo, acho melhor que as duas anteriores. Gosto principalmente da estrutura de concentrar quase tudo em um único acontecimento, naquela noite do restaurante, e de como isso serve pra encerrar os arcos dos personagens e da própria série.
Acho interessante como o sucesso do restaurante vem justamente do equilíbrio entre os pontos fortes do Carmy e da Sydney. Ainda tenho bastante problema com o desenvolvimento dela, porque sinto que a série tenta atribuir um crescimento que nem sempre conseguiu demonstrar de fato. Nesse sentido, acho o arco do Marcus muito mais bem construído, principalmente na evolução dele dentro da profissão.
Também achei uma temporada um pouco menos agressiva no humor e mais focada na tensão, conseguindo equilibrar melhor essas duas coisas. Não chega nos ápices das primeiras temporadas, que pra mim continuam sendo onde The Bear mais brilhou, mas dentro do que vinha sendo construído acho que encerra bem.
E falando da série como um todo, acho que ela consegue fazer um ótimo retrato da vida dentro de uma cozinha e de como aquele ambiente reflete diretamente o estado emocional e as relações sociais dos personagens. O final ainda deixa uma certa abertura, então se resolverem voltar não acho necessariamente um problema, desde que exista uma boa história pra contar. Mas se acabar aqui, pra mim fecha de forma satisfatória.
The Boys (5ª Temporada)
2.9 317 Assista AgoraPoderia dizer que fiquei extremamente decepcionado com essa temporada, mas considerando que a quarta já tinha sido bem fraca e a segunda de Gen V também já tinha sido bastante ruim, eu já imaginava que essa temporada final não seria das mais satisfatórias. E realmente não foi. De longe, a pior temporada da série, e um final fraquíssimo para uma obra que já foi excelente.
Uma temporada inteira que fica enrolando em cima de uma solução que, no fim, não serve pra nada, já que a solução final é resolvida de outra forma no penúltimo episódio. Sem contar que a série parece ter esquecido que, antes de qualquer sátira política ou crítica social, você precisa ter uma boa história. A crítica ainda funciona em alguns momentos, mas não sustenta uma temporada inteira cheia de repetição de desenvolvimento de personagem e de tramas. Sem contar as soluções que não fazem sentido com o próprio universo apresentado, personagens que uma hora conseguem fazer coisas absurdas e em outra são completamente inúteis, diálogos toscos e sem sentido. Se salvam um pouco as atuações, mas tu também percebe que tão no automático.
Infelizmente, The Boys entra naquele hall de séries que começam muito bem e vão decaindo temporada após temporada. Nenhuma foi melhor que a anterior, e acho que isso resume bem como os criadores pareciam cada vez mais perdidos no que queriam contar. Falam muito de finais ruins como Game of Thrones ou Stranger Things, mas pra mim esse aqui consegue ser ainda pior.
Euphoria (3ª Temporada)
2.9 196 Assista AgoraFiquei extremamente surpreso com essa temporada. Nunca fui grande fã de Euphoria nas duas primeiras, achava uma série com uma estética interessante mas meio perdida como história, sem saber muito bem o que queria contar. Mas essa terceira temporada toma um rumo completamente diferente.
A estética continua ali, principalmente na fotografia, nos enquadramentos e nessa preocupação em criar composições bonitas. Mas o que mais me surpreendeu foi como a história está muito mais bem escrita, tanto no desenvolvimento dos personagens quanto nas situações que vão sendo criadas e na forma como elas se desenrolam, representando muito bem essa ideia de inconsequência juvenil que agora chega na vida adulta e cobra seu preço. E gosto de como a série não perdoa ninguém. Ela traz consequências para as escolhas dos personagens de uma forma realista e condizente com o que vinha sendo construído. E acho curioso como uma série "progressista" nos temas acaba sendo surpreendentemente "conservadora", não como lição de moral barata, mas como um retrato complexo dos caminhos que aqueles personagens tomaram.
Enfim, gostei muito, as atuações são excelentes, é uma temporada que acertou muito no humor em diversas situações, só acho que peca um pouco no pacing em algum momentos que poderiam ser trabalhados melhor na montagem. Não imaginava que fosse gostar tanto, um dos raros casos de séries que finalizam de forma satisfatória e melhor do que começou.
Treta (2ª Temporada)
3.4 66 Assista AgoraBoa temporada, mas acho um pouco abaixo da primeira. Aqui a série aposta mais na questão da luta de classes e em como isso influencia as relações que criamos, principalmente dentro do trabalho. Era algo que já existia na primeira temporada, mas agora fica bem mais latente por conta do novo cenário apresentado.
As atuações são bem boas no geral, principalmente dos quatro protagonistas, e a primeira metade é bastante cativante, com bons momentos de humor e situações que surpreendem. Mas sinto que, chegando pro final, a série volta a apostar numa escalada mais absurda da trama, algo que já fazia parte do estilo da primeira temporada, mas que aqui não me pegou tanto. Achei que ficou um pouco forçado demais em relação ao cenário mais naturalista que vinha sendo construído.
No geral, ainda é uma boa temporada, mas sem o mesmo impacto da anterior. Funciona bem enquanto assiste, mas ficou tanto comigo assim.
Emergência Radioativa
3.9 221 Assista AgoraÉ uma série com bom valor de produção, principalmente na recriação de época e na escala do evento que tá retratando. Mas acho bastante irregular, tanto na parte científica quanto na dramática. Na científica, apesar de ser bem explicada, é deveras expositiva hora ou outra, com diálogos que as vezes soam muito professorais e pouco naturais. Já na parte dramática, há núcleos e personagens que funcionam bem, outros beiram o insuportável. Ainda assim, boa série, que fisga e consegue deixar interessado mesmo pra quem conhecia a história.
Stranger Things (5ª Temporada)
3.5 517 Assista AgoraÉ uma temporada muito ruim, de fato. O roteiro é extremamente incongruente e cheio de furos, sem contar a falta de planejamento, que resulta em 7 episódios repetitivos que pouca coisa acontece, e o último totalmente corrido resolvendo coisas extremamente importantes da forma mais simples possível. O excesso de personagens resulta em vários sendo sendo esquecidos ou mal aproveitados, com arcos sendo mal resolvidos, ou apressados, ou só ignorados. As atuações em sua maioria são fraquíssimas, muito pouca gente se salva ali. E visualmente é pobríssima, a estética da série, que já foi referência, agora só parece plástica e artificial.
Mas deixando tudo isso de lado, Stranger Things meio que virou o MCU das séries de TV. Então mais do que entregar um produto de qualidade, ela está mais preocupada em gerar esse hype e esses momentos isolados que funcionam para os fãs mais engajados. Confesso que eu nunca fui um apreciador da série, gostava até a terceira temporada, mas desde a passada perdeu muito a graça para mim. Mas pra quem tem um carinho mais profundo por aqueles personagens, acho que o final conseguiu entregar, pelo menos a nível emocional, algo satisfatório e até tematicamente condizente com a proposta original da série, já que sempre foi um coming of age onde o fantástico era apenas o pivô para o amadurecimento dos personagens. E acho que toda a sequência final do último episódio conseguiu refletir bem isso. Pena que o resto da temporada tenha sido o pior do que Stranger Things tinha a oferecer.
Pluribus (1ª Temporada)
4.0 355 Assista AgoraObra-prima. Desde o começo já estabelece as regras do novo mundo, e se interessa mais no desenvolvimento da protagonista naquela nova realidade do que ficar se apoiando em mistériozinhos pra manter o espectador engajado. É um sci-fi que confia na capacidade interpretativa de quem assiste e que consegue, a cada episódio, expandir sua premissa e se aprofundar na psique de sua protagonista e de outros personagens. A atuação da Rhea Seehorn é espetacular em como consegue ser insuportável com a sua amargura na fachada, mas carrega uma dor e solidão profunda por trás. Além disso, é tecnicamente e visualmente impecável, como já é padrão do Vince Gilligan, com uma fotografia e uso de cores que servem a um propósito narrativo e que são bonitos sem serem exibicionistas. E é incrível como consegue discutir relações políticas, luto, arte, IA, e pra mim, o principal tema que é individualismo x coletivismo, sem ser dicotômico ou discursivo. Todos esses temas são intrinsicamente ligados ao desenvolvimento e as relações dos personagens. E muita gente reclama do ritmo (que eu particularmente discordo), mas esquecem das outras obras do autor, cuja veracidade das decisões dos personagens e o impacto emocional derivado delas vinham justamente desse desenvolvimento gradual que elas possuíam. E Pluribus não está sendo diferente, visto o impacto emocional dos acontecimentos no final da temporada. Enfim, aquele tipo de série que gera discussões de horas e que coloca o Vince Gilligan como o maior showrunner da história, já que ninguém acertou tanto quanto ele.
Ninguém Quer (2ª Temporada)
3.3 55 Assista AgoraContinua no mesmo nível da primeira, na minha opinião. Não é nada que mude o mundo, mas é uma comédia romântica bem feitinha que é fácil de se assistir.
Acima de Qualquer Suspeita (1ª Temporada)
3.8 160 Assista AgoraGosto que a série consegue manter o mistério constante durante toda a obra, revelando aspectos e desenvolvendo o protagonista e sempre nos fazendo duvidar do envolvimento dele no crime. Fui surpreendido com a revelação no fim, imaginava que deixariam em aberto, o que seria mais previsível, mas seria mais condizente com a temática da obra no geral. Tirando umas subtramas ali desnecessárias que atrasam o andamento da série, acho boa como um todo, mesmo que não seja tão inovadora dentro do gênero.
Task: Unidade Especial (1ª Temporada)
4.0 78 Assista AgoraBoa série de investigação, mas muito superestimada. Acho que faz um bom trabalho com o mistério, principalmente envolvendo o passado dos personagens, e te deixa instigado e surpreso com algumas reviravoltas que tem pro final da série. Mas em questão de narrativa, é muito mais do mesmo, não tenta nada de novo dentro do gênero. As atuações são boas, principalmente do Mark Ruffalo, que pra mim se destaca em relação aos outros. É aquele tipo de série que te prende enquanto assiste, é um thriller eficiente, mas que depois que acaba não deixa quase nenhum impacto.
Peaky Blinders: Sangue, Apostas e Navalhas (4ª Temporada)
4.4 267 Assista AgoraContinuo gostando do estilo como um todo da série, e as atuações continuam boa como padrão, tirando a do vilão do Adrien Brody que é de uma canastrice sem fim. Mas sei lá, é bizarro como só tem 6 episódios e mesmo assim parece enrolada. Toda a trama da guerra com os italianos é de uma repetição sem fim, e a única trama interessante, que é o jogo político com o estado e os comunistas é muito pouco da temporada. Os plot twists são legais, realmente interessantes e surpreendentes, mas no geral, achei arrastada. E sendo sincero, perdi esperança de gostar mais. Acho que a série só não faz meu tipo mesmo.
Gen V (2ª Temporada)
3.3 96 Assista AgoraA 4ª temp de The Boys já tinha sido bem abaixo da anteriores, e essa nova de Gen V conseguiu estragar tudo de vez. Em questão de produção continua eficiente, a as atuações continuam competentes no geral. Mas tudo que envolve roteiro é tenebroso, uma coleção de decisões ruins e desenvolvimentos mal feitos que chegam a impressionar. Só se salvam alguns momentos de humor aqui e ali e só, de resto, péssimo.
Paranoia Agent
4.4 57 Assista AgoraPra mim, o anime brilha mais nos episódios mais isolados, onde o Satoshi Kon tem mais liberdade para explorar os temas de morte, ansiedade, opressão, escapismo, e diversas outras coisas comuns a sociedade japonesa, se forma bem onírica e abstrata. É onde ele consegue melhor representar essas fugas mentais como forma de evitar as dores da realidade. Mas acho que se perde um pouco quando tenta conciliar isso no final da série. Apesar de gostar muito da primeira metade, onde o mistério apresentado é bem instigante, acho toda a resolução pro fim bem insatisfatória, ainda que eu goste do final, que passa uma ideia de ciclicidade que conversa bem com os temas. No geral, ainda que não ache o melhor trabalho do diretor, é uma ótima obra, e onde ele pode explorar de forma criativa diversas ideias recorrentes do seu catálogo.
Freaks and Geeks (1ª Temporada)
4.6 552 Assista AgoraÉ uma série sem grandes pretensões, mas o que ela faz, ela entrega muito bem, principalmente no retrato da época e o sentimento geral da sociedade americana daquela época. Além disso, gosto de como cada episódio tem sua trama própria, mas os eventos tem continuidade, e a gente sente os personagens evoluindo e crescendo conforme os episódios avançam. É um clássico muito merecido, e uma pena ter sido finalizada da forma que foi.
O Estúdio (1ª Temporada)
4.2 112 Assista AgoraAquele tipo de temporada que não tem nenhum episódio ruim, todos são excelentes e brincam não só com algum aspecto da indústria, como é o objetivo da série, mas também com a forma do fazer cinematográfico, como no episódio do plano sequência ou do filme noir. Sempre trás algo novo e te deixa curioso pra saber o que vão fazer em temporadas futuras. Além disso, é uma série genuinamente engraçada, que não precisa se render a momentos dramáticos pra funcionar. Isso em parte do texto, que é espetacular, como também dos atores, que são fenomenais, tantos do elenco recorrente, quanto das participações especiais, que são absurdas. O episódio do Globo de Ouro me deixou abismado com algumas das pessoas que aparecem ali. Enfim, primeira temporada magistral, mereceu todos os Emmys que ganhou, e que eu me lembre, a melhor estreia de série acho que desde Succession.
O Lendário Martin Scorsese
4.3 10 Assista AgoraO único ponto negativo para mim é que é curto, algumas passagens de alguns filmes são meio corridas e breves. De resto, é um deleite para quem é fã do diretor como eu. Incrível percorrer essa jornada pela filmografia do diretor e ver como cinema é a vida dele, e como ele se entrega de alma pros filmes. E é surpreendente ver o lado "sombrio" e como isso reflete nos filmes e nos personagens. E vendo a vida dele, faz você repensar toda a sua obra. No fim, acho que finalmente entendi o Bong Jon Ho, quando ao vencer o Oscar, disse que a frase que mais o marcou foi uma do Scorsese que dizia: "Quanto mais pessoal, mais criativo". Faz todo sentido agora.
Ninguém Quer (1ª Temporada)
4.0 113 Assista AgoraNão revoluciona em nada, mas faz bem tanto a parte do romance e da comédia, além de que faz um desenvolvimento até que interessante de alguns personagens que poderiam ficar presos em um simples estereótipo. Não vai mudar sua vida, mas é boa de se assistir.
O Urso (4ª Temporada)
3.9 68 Assista AgoraBoa temporada no geral, apesar de ser a que menos gostei de toda a série. Consegue cativar por conta dos personagens serem muito bons, mas acho que o texto funciona muito melhor quando foca no humor do que no drama. Além disso, está preso numas dinâmicas que já está começando a cansar. Sinto que a série está chegando nos seus finalmentes, não acho que tem como enrolar muito mais além disso, e espero que se encerre na próxima.
Peaky Blinders: Sangue, Apostas e Navalhas (3ª Temporada)
4.4 245 Assista AgoraComeça muito bem, o primeiro episódio do casamento é um dos melhores da série até agora. Mas a partir do segundo, que só se salva por conta do plot twist, sinto que a série perde a força consideravelmente. Entre nessa trama com os russos que é uma enrolação sem fim, ficam ruminando em cima do roubo do trem por quatro episódios de forma incessante, o que me deixou com a sensação de que nada andava. Sorte que o final salva um pouco, mas no geral achei a temporada mais fraca até agora, mesmo que os aspectos técnicos e atuações se mantenham boas no geral.
Round 6 (3ª Temporada)
3.2 318 Assista AgoraNão dá pra dizer que é uma temporada em si, é claramente uma continuação da segunda, só pegaram e dividiram em dois, o que deixa a estrutura um pouco confusa. Não foge muito do repeteco de jogos das anteriores, mas acho que a direção brilha justamente nessas horas, consegue criar tensão e suspense muito bem. O elenco continua muito bem, e as mortes são bem impactantes. E tirando o núcleo do barco, que pra mim é o mais sem propósito e função na narrativa, gosto de como as coisas se encerram como um todo. O arco do protagonista fecha muito bem, com a esperança no futuro melhor impactando o líder dos jogos, ainda que o sistema como um todo não tenha sido impactado, visto que continua funcionando no mundo inteiro. Acho que tudo conversa bem com os temas abordados desde a primeira temporada. No geral uma série bem consistente do início ao fim.
Peaky Blinders: Sangue, Apostas e Navalhas (2ª Temporada)
4.4 271 Assista AgoraNo geral é uma boa temporada. Continua com aquele estilo que as vezes é exagerado, mas é o que dá identidade à série, e acho que o fato de estar mais familiarizado com os personagens e com a dinâmica entre eles acaba tornando a experiência mais fluída e envolvente. O desenvolvimento dos personagens continuam bons como um todo, principalmente o da Polly e do Arthur, mas o do Thomas me decepcionou um pouco, acho que essa impessoalidade dele acaba afetando um pouco a evolução do personagem. Mas gosto como no final isso é subvertido, me deixou instigado pro ver como vão continuar. Gostei levemente mais do que a primeira, principalmente por essa conexão que vamos criando com os personagens, mas ainda está faltando aquele momento realmente impactante, que me faça ficar fisgado completamente.
Peaky Blinders: Sangue, Apostas e Navalhas (1ª Temporada)
4.4 485 Assista AgoraAchei legal essa primeira temporada. É curta, o que é bom já que não dá espaço pra barriga, a trama tá sempre avançando. Os personagens são interessantes, gosto do arquétipo que cada um ocupa dentro da história, e as atuações são boas também como um todo.
A trama é relativamente simples até, o que chama atenção mais mesmo é o estilo da série, que apesar de esteticamente bonita e marcante, as vezes acaba ficando meio repetitiva essa pose toda que ela tem.
No geral é boa, mas ainda não me fisgou completamente, falta algo pra eu me apegar de fato, me deu a sensação de ser mais introdutória apesar de ter um arco completo. To curioso pra continuar e ver pra onde vai.