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21 years São Paulo - (BRA)
Usuário desde Agosto de 2012
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Apenas uma garotinha a espera de alguém que me sussurre "o comunismo vencerá" aos pés do ouvindo, enquanto sarramos numa baladinha alternativa da Augusta.

P.S.: Viciado em café; fã do Almodóvar e do Woody Allen! "Tudo Sobre Minha Mãe" é o filme da minha vida; Chico Buarque e Caetano Veloso são minha religião!

Não tem um filme que eu não queira ver; exceto "A Lei é para Todos", da Polícia Federal, porque tudo tem limite, não é mesmo?

Últimas opiniões enviadas

  • João Paulo A. e Silva

    É incrível a exuberância desse curta-metragem realizado pela Vera Cruz alguns anos antes de seu auge; As imagens possuem uma grande carga simbólica: o momento em que Zé Cristino retira dos pés a espora, por exemplo, recupera os grilhões da escravidão.

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  • João Paulo A. e Silva

    A história mitológica de Tiradentes, à maneira como nos é ensinada até hoje, o transforma num mártir-herói representado à maneira de Cristo. Esse filme, desconstrói essa visão ufanista e confere uma medida bem mais humanizada à figura de Tiradentes.

    A cena final diz muita coisa sobre as relações sob as quais se estruturou o Brasil, e que são fundamentadas até hoje!

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  • João Paulo A. e Silva

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    “Alphaville” é uma tecnocracia; uma sociedade baseada na técnica e estruturada sobre a lógica. A automatização dos sujeitos, tal como numa sociedade de formigas e de cupins. Os sentimentos verdadeiros e a poesia são proibidos; e o Instituto de Semântica Geral, sob a égide do supercomputador Alpha 60, controla o acesso dos sujeitos às palavras. A bíblia dos moradores é um dicionário atualizado quase diariamente e que contém combinações de significantes e significados que, no momento, não apresentam riscos à continuidade da dominação.
    “A única verdade da arte é a sua capacidade de profanar o caráter sagrado de todas as verdades”. Não existem verdades absolutas, e a arte existe pra deslocar o sujeito do conforto do lugar-comum das suas crenças para motivá-lo à fazer perguntas sobre sua condição. A arte não traz respostas, antes, ela motiva à perguntas. Os habitantes de Alphaville, sob a dominação tecnológica, não acessam a arte e tampouco fazem perguntas. O uso advérbio “por que?”, que realiza perguntas, é proibido; Os sujeitos não questionam sua própria condição.
    Henri Dickson, metaforicamente, lembra a Lemmy Caution que até mesmo entre as formigas e os cupins existiram artistas, anos-luz atrás. É necessário silenciar a arte, desimpoderá-la para concentrar o indivíduo numa função estritamente lógica e funcional. Nesse sentido, o filme envelheceu muito bem. “Alphaville” é quase uma realidade. Recentemente estamos sendo expostos a episódios de tentativa de silenciamento da arte (o ataque do MBL à exposição “Queermuseum”; o cancelamento da peça “Jesus Cristo Rainha do Céu”; a censura à tela “Pedofilia”, de Alessandra Cunha, e etc; para citar apenas alguns exemplos). Esses eventos têm propósitos: impedir a visibilidade de obras de artes é cercar indivíduos dentro de crenças previamente estabelecidas como verdades absolutas.

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  • Gabriela
    Gabriela

    OIá João Paulo !
    ...Por aqui tudo certo, e ai?

  • Gabriela
    Gabriela

    oii =)

  • Alex Gonçalves
    Alex Gonçalves

    João, saudações cinéfilas!
    Como vai?

    Gostaria de convidar você para conhecer o meu canal no YouTube, Cine Resenhas, por Alex Gonçalves. Caso curta os vídeos, também faço o convite para se inscrever no canal, pois o conteúdo é totalmente independente e o apoio vindo com as novas inscrições é essencial para mantê-lo.

    Link do canal: www.youtube.com/channel/UC5eTEigG8ka9rrpks83NFhg

    Obrigado pela atenção. ;-)