Dirigido por John Erick Dowdle, Assim na Terra Como no Inferno é um bom exemplar do gênero found footage. Obviamente que o mesmo está longe de ser algo espetacular, mas mesmo assim é bastante funcional. O filme aposta bastante em todos os clichês do gênero, que torna uma parte do roteiro até previsível para os espectadores mais calejados, mas no geral uma boa parte desses clichês são usados.
O espírito investigativo e corajoso da protagonista, parece uma mistura de Indiana Jones e Código da Vinci, a tornando assim a personagem mais interessante dentro do grupo. Algumas mortes são interessantes, outras nem tanto. A mesma coisa vale para os jump scares, que consegue assustar em algumas cenas, já em outras não. O ritmo do roteiro consegue cadenciar bem, sempre alternando a investigação com as partes de terror.
Enfim, Assim na Terra Como no Inferno vale bastante a conferida e certamente deveria ter um reconhecimento maior, ainda mais por ser da segunda década dos anos 2000, que é uma época não tão rica para o gênero.
Os primeiros dez minutos até tentam enganar o espectador, criando um clima sombrio e de suspense, mas o restante é uma bagunça. Tudo é sem pé e sem cabeça, o roteiro é fraquíssimo e sem contar os personagens nada interessantes. Praticamente nada se salva em A Chuva do Diabo.
Longe de ser um dos melhores do Brian De Palma, mas Síndrome de Caim ainda assim é um bom filme e tem diversos méritos, os dois principais sendo o roteiro bem envolvente e a ótima atuação de John Lithgow como protagonista, sustentando tranquilamente os 90 minutos de duração.
Brilhante. Envolvido em todas as camadas, como direção, roteiro, elenco e produção, Charles Chaplin criar não só um dos grandes filmes do cinema mudo, mas também de todo o cinema como um todo. A história é leve, dinâmico e muito divertido. A cena da casa, próximo ao final, é genial. O uso da trilha se encaixa perfeitamente em cada cena. Por mais que o filme se pareça bobo, também tem camadas críticas dentro do roteiro, ajudando a elevar ainda mais o nível da obra.
Até então o diretor Ti West já tinha algumas obras em sua filmografia e era mais conhecido por ter participado do primeiro filme da franquia VHS, com isso o mesmo decidiu se aventurar no gênero do falso documentário. A ideia em si é boa e o caso usado como base também é bem sombrio, caso o espectador pesquise depois, mas a execução de maneira geral ficou um pouco abaixo, contendo momentos mais fracos do que relevantes e influenciando diretamente no resultado final do longa. Certamente O Último Sacramento serviu para o diretor evoluir, mas ainda assim estava longe de seus bons momentos como X e Pearl.
Dirigido por Charles Laughton, ator renomado que atuou em diversas obras entre a década de 30 e 60, O Mensageiro do Diabo é a única película dirigida pelo ator, que nesse caso também ficou responsável pelo roteiro e tudo muito bem feito. Os aspectos técnicos são excelentes, com um grande destaque para a fotografia. O filme até sofreu uma colorização, mas o charme do preto e branco se destaca muito mais. A história do filme é até simples, mas muito bem executada, muito por conta do elenco que está ótimo, principalmente por conta do elenco infantil. O desfecho pode parecer bobo, mas faz parte de todo o contexto da época.
Uma pérola da década de 90. Tempo de Matar é um excelente filme de tribunal, que aborda as questões raciais vividas no sul dos Estados Unidos e que são pertinentes até hoje, sem contar o grande elenco e tudo muito bem dirigido por Joel Schumacher, que já tinha se consolidado anteriormente com Os Garotos Perdidos e Um Dia de Fúria.
Após ter participado do roteiro de alguns filmes, como Plano de Vôo e Um Álibi Perfeito, Peter A. Downling se aventura na direção, mas sem abrir mão do roteiro. Em Sacrifício, o diretor tenta jogar no seguro, aposto em alguns clichês do gênero, inclusive na condução do mistério da história e essa falta de originalidade, acaba tornando o mesmo um pouco previsível, fazendo com que o filme não passe de uma obra razoável. Enfim, o potencial era bom, mas o resultado final deixou um pouco a desejar.
Tecnicamente o filme é bom, a direção de Godard tem grande qualidade, mas no geral fica parecendo que o diretor que emular coisas que já tinham sido reproduzidas em sua filmografia, então o resultado não acaba sendo tão inovador assim ou até mesmo com um grande destaque, ainda mais que isso é somado a um roteiro um tanto tedioso em alguns momentos, ainda mais se comparado com outras obras do diretor. No geral, Passion acaba não sendo um filme ruim, mas quem também não tem nada de relevante.
Icônico. O Pagador de Promessas é obrigatório para qualquer cinéfilo e principalmente aqueles que não dão valor ao cinema nacional. Todos os temas retratados no roteiro são pertinentes até hoje, abordando temas sociais, culturais, religiosos e muito mais, sem contar a excelente direção de Anselmo Duarte.
Com um viés político, tendo como protagonistas dois jovens, principalmente o homem, que em alguns momentos é bem contraditório, já que o mesmo pensa algo, mas realiza outro, Masculino-Feminino retrata bem a década de 60 da França e o que passava na mente dos jovens naquela época.
As ficções da década de 50 são sempre legais de serem consumidas e com Viagem ao Centro da Terra de 1959 não é diferente. A história é envolvente e os personagens carismáticos, perdurando sempre aquele clima leve no desenrolar do roteiro. Um único pesar fica por conta da duração, pois a viagem mesmo tão esperada só começa próximo dos 60 minutos de duração e todo esse ato antes poderia ter sido um pouco enxugado. Enfim, assistir esses tipos de filmes requer que o espectador releve a falta de recurso e os efeitos da época, mas no geral o resultado é bem satisfatório.
Uma aula de cinema. Direção poderosíssima, com uma fotografia linda e um elenco dando um espetáculo a cada cena. O drama do roteiro é bem desenvolvido, sem exagerar na carga, conseguindo manter o espectador fisgado e deslumbrado com tudo que passa em tela. Sem dúvidas um dos grandes filmes do Godard. Obrigatório para quem quer aprofundar na filmografia do diretor.
Crítico e experimental. Jean-Luc Godard com ajuda de Jean-Pierre Gorin, ambos dirigem esse filme nada convencional, mas repleto de mensagens nas entre linhas. Vladimir e Rosa está bem longe de ser um dos mais conhecidos na filmografia do Godard, mas vale muito a pena para qualquer cinéfilo que deseja conhecer mais sobre o diretor.
Já consagrado por ter dirigido Crepúsculo dos Deuses e O Pecado Mora ao Lado, o diretor Billy Wilder presenteia o cinema na década de 50, com um dos melhores filmes de tribunais, provavelmente entre os 10 melhores e quiçá um top 5, Testemunha de Acusação é um filme muito bem escrito, que aposta completamente no roteiro bem construído e personagens carismáticos, todos muito bem atuados pelos respectivos atores.
O desenrolar da história é ótimo, já capturando o espectador desde o primeiro minuto e conduzindo o mesmo para uma trama envolvente e com excelentes reviravoltas, principalmente na reta final. Além mistério criado, o longa também quebra um pouco a tensão com alguns momentos que funcionam perfeitamente.
Enfim, Testemunha de Acusação é sem dúvidas um dos grandes filmes da década de 50, se tornando obrigatório para qualquer tipo de cinéfilo.
Uma Mulher é Uma Mulher é uma comédia leve, repleta de experimentalismos, mas sem ir além do absurdo, em alguns momentos parece até várias esquetes que foram costuradas. A direção de Godard não segue para o tradicional, apostando bastante em sua fotografia que é maravilhosa. As atuações dos protagonistas seguem bem a proposta do roteiro e direção, casando perfeitamente com a história contada. No geral não é um filme para qualquer cinéfilo, Uma Mulher é Uma Mulher vai exigir mais do espectador, já que tudo não segue para um rumo convencional.
Bem água com açúcar. Olheiras tenta jogar no seguro e apostar em diversos clichês do gênero, mas o resultado é abaixo de um nível digno, fazendo com que o filme não passe de algo razoável.
Até a primeira metade o filme é razoável, mas depois a coisa desanda de uma tal maneira, que o resultado acaba sendo um filme ruim. O roteiro exige muito da boa vontade do espectador e as atuações são muito fracas, sem contar que nada justifica a duração de 130 minutos, facilmente diversas coisas poderiam ter sido enxugadas e feito com que esse filme tivesse no máximo 90 minutos, provavelmente isso resultaria em algo mais satisfatório.
Simples e eficaz. Hallow Road parte de uma premissa palpável e conduz o espectador para um bom suspense, onde todo o desenrolar é sustentado por dois personagens muito bem interpretados e se passando praticamente em um único lugar. O desfecho em aberto pode não agradar os espectadores mais tradicionais, mas mesmo assim no geral o resultado é bem satisfatório. Sem contar que sua duração de 80 minutos faz com a história não tenha tanta barriga.
Alphaville de Jean-Luc Godard é um bom suspense, que utiliza uma proposta interessante, que inclusive se reflete nos dias de hoje, mesmo seis décadas depois. As atuações são medianas e é notória que a produção foi feita com poucos recursos, logo todo o longa acaba se escorando no roteiro inteligente. A história pode ter um desenrolar morno em seu ato central, mas no final o resultado é satisfatório.
Fazendo parte da trilogia dos animais do Dario Argento, Quatro Moscas Sobre Veludo Cinza é um giallo de 1971, que segue a forma básica do gênero, mas no geral o resultado não é tão bom assim. A parte técnica do longa é até funcional, como característico do diretor, principalmente na ambientação e na trilha sonora, mas o resto não consegue passar do razoável.
É tanta angústia e desconforto que o filme causa, que fica impossível não se revolta durante o longa. Todos os acontecimentos se desenvolvem de uma maneira que a cada minuto afunda cada vez mais a protagonista, que aqui está muito bem interpretada pela Rose Byrne, conseguindo sustentar praticamente o filme do início ao fim. Um detalhe interessante é que esse é o primeiro trabalho da diretora Mary Bronstein, que também ficou responsável pelo roteiro e isso indica ser impossível não seguir a mesma para suas futuras obras.
Assim na Terra Como no Inferno
3.2 1,0K Assista AgoraDirigido por John Erick Dowdle, Assim na Terra Como no Inferno é um bom exemplar do gênero found footage. Obviamente que o mesmo está longe de ser algo espetacular, mas mesmo assim é bastante funcional. O filme aposta bastante em todos os clichês do gênero, que torna uma parte do roteiro até previsível para os espectadores mais calejados, mas no geral uma boa parte desses clichês são usados.
O espírito investigativo e corajoso da protagonista, parece uma mistura de Indiana Jones e Código da Vinci, a tornando assim a personagem mais interessante dentro do grupo. Algumas mortes são interessantes, outras nem tanto. A mesma coisa vale para os jump scares, que consegue assustar em algumas cenas, já em outras não. O ritmo do roteiro consegue cadenciar bem, sempre alternando a investigação com as partes de terror.
Enfim, Assim na Terra Como no Inferno vale bastante a conferida e certamente deveria ter um reconhecimento maior, ainda mais por ser da segunda década dos anos 2000, que é uma época não tão rica para o gênero.
*** (Bom)
A Chuva do Diabo
3.0 20 Assista AgoraOs primeiros dez minutos até tentam enganar o espectador, criando um clima sombrio e de suspense, mas o restante é uma bagunça. Tudo é sem pé e sem cabeça, o roteiro é fraquíssimo e sem contar os personagens nada interessantes. Praticamente nada se salva em A Chuva do Diabo.
* (Ruim)
Síndrome de Caim
3.3 72 Assista AgoraLonge de ser um dos melhores do Brian De Palma, mas Síndrome de Caim ainda assim é um bom filme e tem diversos méritos, os dois principais sendo o roteiro bem envolvente e a ótima atuação de John Lithgow como protagonista, sustentando tranquilamente os 90 minutos de duração.
*** (Bom)
Em Busca do Ouro
4.4 287 Assista AgoraBrilhante. Envolvido em todas as camadas, como direção, roteiro, elenco e produção, Charles Chaplin criar não só um dos grandes filmes do cinema mudo, mas também de todo o cinema como um todo. A história é leve, dinâmico e muito divertido. A cena da casa, próximo ao final, é genial. O uso da trilha se encaixa perfeitamente em cada cena. Por mais que o filme se pareça bobo, também tem camadas críticas dentro do roteiro, ajudando a elevar ainda mais o nível da obra.
**** (Ótimo)
O Último Sacramento
3.1 138 Assista AgoraAté então o diretor Ti West já tinha algumas obras em sua filmografia e era mais conhecido por ter participado do primeiro filme da franquia VHS, com isso o mesmo decidiu se aventurar no gênero do falso documentário. A ideia em si é boa e o caso usado como base também é bem sombrio, caso o espectador pesquise depois, mas a execução de maneira geral ficou um pouco abaixo, contendo momentos mais fracos do que relevantes e influenciando diretamente no resultado final do longa. Certamente O Último Sacramento serviu para o diretor evoluir, mas ainda assim estava longe de seus bons momentos como X e Pearl.
** (Regular)
O Mensageiro do Diabo
4.1 297 Assista AgoraDirigido por Charles Laughton, ator renomado que atuou em diversas obras entre a década de 30 e 60, O Mensageiro do Diabo é a única película dirigida pelo ator, que nesse caso também ficou responsável pelo roteiro e tudo muito bem feito. Os aspectos técnicos são excelentes, com um grande destaque para a fotografia. O filme até sofreu uma colorização, mas o charme do preto e branco se destaca muito mais. A história do filme é até simples, mas muito bem executada, muito por conta do elenco que está ótimo, principalmente por conta do elenco infantil. O desfecho pode parecer bobo, mas faz parte de todo o contexto da época.
*** (Bom)
Tempo de Matar
4.1 595 Assista AgoraUma pérola da década de 90. Tempo de Matar é um excelente filme de tribunal, que aborda as questões raciais vividas no sul dos Estados Unidos e que são pertinentes até hoje, sem contar o grande elenco e tudo muito bem dirigido por Joel Schumacher, que já tinha se consolidado anteriormente com Os Garotos Perdidos e Um Dia de Fúria.
***** (Excelente)
Sacrifício
2.7 136Após ter participado do roteiro de alguns filmes, como Plano de Vôo e Um Álibi Perfeito, Peter A. Downling se aventura na direção, mas sem abrir mão do roteiro. Em Sacrifício, o diretor tenta jogar no seguro, aposto em alguns clichês do gênero, inclusive na condução do mistério da história e essa falta de originalidade, acaba tornando o mesmo um pouco previsível, fazendo com que o filme não passe de uma obra razoável. Enfim, o potencial era bom, mas o resultado final deixou um pouco a desejar.
** (Regular)
Passion
3.5 18Tecnicamente o filme é bom, a direção de Godard tem grande qualidade, mas no geral fica parecendo que o diretor que emular coisas que já tinham sido reproduzidas em sua filmografia, então o resultado não acaba sendo tão inovador assim ou até mesmo com um grande destaque, ainda mais que isso é somado a um roteiro um tanto tedioso em alguns momentos, ainda mais se comparado com outras obras do diretor. No geral, Passion acaba não sendo um filme ruim, mas quem também não tem nada de relevante.
** (Regular)
O Pagador de Promessas
4.3 389 Assista AgoraIcônico. O Pagador de Promessas é obrigatório para qualquer cinéfilo e principalmente aqueles que não dão valor ao cinema nacional. Todos os temas retratados no roteiro são pertinentes até hoje, abordando temas sociais, culturais, religiosos e muito mais, sem contar a excelente direção de Anselmo Duarte.
***** (Excelente)
Masculino-Feminino
3.9 165 Assista AgoraCom um viés político, tendo como protagonistas dois jovens, principalmente o homem, que em alguns momentos é bem contraditório, já que o mesmo pensa algo, mas realiza outro, Masculino-Feminino retrata bem a década de 60 da França e o que passava na mente dos jovens naquela época.
*** (Bom)
Viagem ao Centro da Terra
3.5 46As ficções da década de 50 são sempre legais de serem consumidas e com Viagem ao Centro da Terra de 1959 não é diferente. A história é envolvente e os personagens carismáticos, perdurando sempre aquele clima leve no desenrolar do roteiro. Um único pesar fica por conta da duração, pois a viagem mesmo tão esperada só começa próximo dos 60 minutos de duração e todo esse ato antes poderia ter sido um pouco enxugado. Enfim, assistir esses tipos de filmes requer que o espectador releve a falta de recurso e os efeitos da época, mas no geral o resultado é bem satisfatório.
*** (Bom)
O Desprezo
4.0 274Uma aula de cinema. Direção poderosíssima, com uma fotografia linda e um elenco dando um espetáculo a cada cena. O drama do roteiro é bem desenvolvido, sem exagerar na carga, conseguindo manter o espectador fisgado e deslumbrado com tudo que passa em tela. Sem dúvidas um dos grandes filmes do Godard. Obrigatório para quem quer aprofundar na filmografia do diretor.
**** (Ótimo)
Vladimir e Rosa
3.9 7Crítico e experimental. Jean-Luc Godard com ajuda de Jean-Pierre Gorin, ambos dirigem esse filme nada convencional, mas repleto de mensagens nas entre linhas. Vladimir e Rosa está bem longe de ser um dos mais conhecidos na filmografia do Godard, mas vale muito a pena para qualquer cinéfilo que deseja conhecer mais sobre o diretor.
*** (Bom)
Testemunha de Acusação
4.5 384 Assista AgoraJá consagrado por ter dirigido Crepúsculo dos Deuses e O Pecado Mora ao Lado, o diretor Billy Wilder presenteia o cinema na década de 50, com um dos melhores filmes de tribunais, provavelmente entre os 10 melhores e quiçá um top 5, Testemunha de Acusação é um filme muito bem escrito, que aposta completamente no roteiro bem construído e personagens carismáticos, todos muito bem atuados pelos respectivos atores.
O desenrolar da história é ótimo, já capturando o espectador desde o primeiro minuto e conduzindo o mesmo para uma trama envolvente e com excelentes reviravoltas, principalmente na reta final. Além mistério criado, o longa também quebra um pouco a tensão com alguns momentos que funcionam perfeitamente.
Enfim, Testemunha de Acusação é sem dúvidas um dos grandes filmes da década de 50, se tornando obrigatório para qualquer tipo de cinéfilo.
**** (Ótimo)
Uma Mulher é Uma Mulher
4.1 275Uma Mulher é Uma Mulher é uma comédia leve, repleta de experimentalismos, mas sem ir além do absurdo, em alguns momentos parece até várias esquetes que foram costuradas. A direção de Godard não segue para o tradicional, apostando bastante em sua fotografia que é maravilhosa. As atuações dos protagonistas seguem bem a proposta do roteiro e direção, casando perfeitamente com a história contada. No geral não é um filme para qualquer cinéfilo, Uma Mulher é Uma Mulher vai exigir mais do espectador, já que tudo não segue para um rumo convencional.
*** (Bom)
Olheiras
2.3 133Bem água com açúcar. Olheiras tenta jogar no seguro e apostar em diversos clichês do gênero, mas o resultado é abaixo de um nível digno, fazendo com que o filme não passe de algo razoável.
** (Regular)
A Empregada
3.4 524Até a primeira metade o filme é razoável, mas depois a coisa desanda de uma tal maneira, que o resultado acaba sendo um filme ruim. O roteiro exige muito da boa vontade do espectador e as atuações são muito fracas, sem contar que nada justifica a duração de 130 minutos, facilmente diversas coisas poderiam ter sido enxugadas e feito com que esse filme tivesse no máximo 90 minutos, provavelmente isso resultaria em algo mais satisfatório.
* (Ruim)
Hallow Road: Caminho Sem Volta
3.2 64 Assista AgoraSimples e eficaz. Hallow Road parte de uma premissa palpável e conduz o espectador para um bom suspense, onde todo o desenrolar é sustentado por dois personagens muito bem interpretados e se passando praticamente em um único lugar. O desfecho em aberto pode não agradar os espectadores mais tradicionais, mas mesmo assim no geral o resultado é bem satisfatório. Sem contar que sua duração de 80 minutos faz com a história não tenha tanta barriga.
*** (Bom)
Alphaville
3.9 185Alphaville de Jean-Luc Godard é um bom suspense, que utiliza uma proposta interessante, que inclusive se reflete nos dias de hoje, mesmo seis décadas depois. As atuações são medianas e é notória que a produção foi feita com poucos recursos, logo todo o longa acaba se escorando no roteiro inteligente. A história pode ter um desenrolar morno em seu ato central, mas no final o resultado é satisfatório.
*** (Bom)
Mom
1.8 5 Assista AgoraPior do que bater em mãe. Nada se salva. 95 minutos de vida perdidos.
* (Ruim)
Irmãos de Orfanato
2.6 9 Assista AgoraO filme além de ter um roteiro fraquíssimo, as cenas de ação são bem forçadas e mal coreografadas. Praticamente nada se salva aqui. Bomba total.
* (Ruim)
Quatro Moscas Sobre Veludo Cinza
3.5 64 Assista AgoraFazendo parte da trilogia dos animais do Dario Argento, Quatro Moscas Sobre Veludo Cinza é um giallo de 1971, que segue a forma básica do gênero, mas no geral o resultado não é tão bom assim. A parte técnica do longa é até funcional, como característico do diretor, principalmente na ambientação e na trilha sonora, mas o resto não consegue passar do razoável.
** (Regular)
Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
3.6 182É tanta angústia e desconforto que o filme causa, que fica impossível não se revolta durante o longa. Todos os acontecimentos se desenvolvem de uma maneira que a cada minuto afunda cada vez mais a protagonista, que aqui está muito bem interpretada pela Rose Byrne, conseguindo sustentar praticamente o filme do início ao fim. Um detalhe interessante é que esse é o primeiro trabalho da diretora Mary Bronstein, que também ficou responsável pelo roteiro e isso indica ser impossível não seguir a mesma para suas futuras obras.
*** (Bom)