Com uma ideia bastante original e uma condução concisa, Corrente do Mal se mostra uma das grandes surpresas dentro do terror nos anos 2000. Todas as atuações são dignas para a proposta exigida pelo diretor David Robert Mitchell, que também foi responsável pelo roteiro. O clima de suspense e tensão é muito bem construído e conduzido, quase sempre de forma crescente.
Um dos grandes méritos de Corrente do Mal é não responder todas as perguntas levantadas, deixando algumas pontas sem conclusão e exigindo que o espectador tire suas próprias conclusões.
Enfim, Corrente do Mal é a prova que com pouco recurso e uma ideia fora do usual, é possível construir um bom filme.
Cinco Bonecas Para a Lua de Agosto é um filme que oscila demais. O longa não consegue manter consistência e sempre tende para o lado negativo da coisa, sem contar que os apenas 88 minutos de duração, em alguns momentos parecem uma eternidade. É até notório a força que Bava tenta fazer na direção para com que esse filme seja minimamente legal, mas no geral não passa de um filme regular.
Um suspense água com açúcar. Sem reinventar a roda, Na Companhia do Medo é um filme que joga no seguro e cumpre seu propósito principal, que é entreter o espectador por 100 minutos. Nada relevante a se destacar, tanto positivo e quanto negativo, apenas um filme bom.
A falta de recursos em O Chicote e o Corpo é notória desde o início do longa, então o diretor acaba por apostar na ambientação, que é ótima, passando um clima bastante sombrio, somado com uma trilha sonora com tons góticos que combinam bastante com o tom do filme. Um outro ponto de destaque além da ambientação é a presença de Christopher Lee no elenco, o seu personagem ao mesmo tempo que causa repudia, consegue também causar fascínio. Agora o excesso do uso do som vento é cansativo demais e acaba incomodando ao invés de alimentar a imersão. Após os primeiros 30 minutos, o filme acaba perdendo um pouco de força no desenrolar e isso influi diretamente no resultado, já que o desfecho não chega a ser ruim, mas acaba não compensando tanto a jornada, sem contar que é bastante previsível, até mais para espectadores não tão calejados. Enfim, O Chicote e o Corpo tem alguns méritos e vale a pena para quem deseja conhecer ainda mais a carreira do diretor, mas sem dúvidas que existes coisas mais interessantes em sua filmografia.
Apesar de oscilar em alguns momentos, O Chamado, no caso Ringu de 1998, é um bom filme, que desde o início consegue criar uma atmosfera sombria e que captura o espectador, convidando o mesmo a embarca nessa jornada de investigação e terror. As atuações funcionam, mas sem muito destaque, já que na grande os personagens não são tão cativantes. Comparar com o remake americano é inevitável, pois provavelmente esse foi o primeiro contato de muita gente com a história dessa lenda urbana, ainda mais se o espectador foi criado no meio das locadoras dos anos 2000 e acaba que ambos os filmes são bons, cada um com seu mérito em um devido lugar. Existem outras adaptações dessa mesma história, mas consumir a versão de 98 e a regravação americana, já supre bem o querer saber de O Chamado.
Malícia é uma boa surpresa do início da década de 90. Dirigido por Harold Becker, que até então não tinha muita coisa na carreira, mas já havia trabalhado com atores icônicos como James Woods e al Pacino, Malícia consegue construir um bom suspense, cheio de reviravoltas.
Aqui o elenco é grandioso, pois além de Bill Pullman e Nicole Kidman, o filme também conta com Alec Baldwin e todos estão muito bem em seus respectivos papéis. Desde o início a trama consegue prender o espectador e de cara o roteiro parece que seguirá para um caminho, mas depois isso muda, conseguindo surpreender ainda mais quem assiste.
Obviamente que Malícia não é uma obra prima, mas é um suspense com toda aquela cara da época que foi concebido, mas que assistindo hoje em dia não se mostra datado.
Bem genérico e até agrada em alguns momentos, mas no geral acaba sendo uma obra esquecível e não tem tanta relevância assim. Caso o espectador queira algo para preencher 90 minutos da vida, minutos esses que não se importam de perder, Viagem Sem Volta pode ser uma boa pedida.
Um Dia de Prazer não é dos melhores curtas, mas ainda sim é um material que diverte bastante e vale muito a pena a conferida, ainda que são apenas 25 minutos.
Um roteiro super engraçado, com uma ótima crítica sobre a desigualdade social, Charles Chaplin faz nesse curta o que muitos diretores não conseguem realizar nos dias de hoje.
A Última Profecia é um suspense eficiente do início dos anos 2000. Dirigido por Mark Pellington, que até então buscava consolidação no cinema, o filme consegue criar um bom clima de suspense e o desenvolvimento de um roteiro intrigante, que desde o início toma uma escalada crescente, mesmo que em alguns momentos o ritmo é um pouco morno.
O elenco principal está ótimo e cumpre os papéis perfeitamente. O desfecho é uma ótima recompensa para os espectadores que chegaram até o final. Todo o roteiro tentar ser algo além do que é, como se fosse algo de um nível, mas que na verdade não passa de um nível bom.
No geral, A Última Profecia vale a conferida, principalmente para os espectadores fãs de suspense e que vivenciaram as locadoras na época do lançamento da obra, já que o poster do mesmo figurava pelos corredores dos estabelecimentos.
Esses curtas dirigidos e atuados por Chaplin são ótimos. Só de pensar que foram feitos antes de 1920 e são bem melhores do que muita coisa de comédia que é feita hoje em dia, ressalta ainda mais como o Charles Chaplin era gênio.
Dirigido por Bill Paxton, que também tem uma boa participação no elenco, A Mão do Diabo é um filme de suspense do início dos anos 2000 e que provavelmente passou despercebido por diversos espectadores.
Além do diretor, o elenco também conta com Matthew McConaughey, que também mantém o nível bom. O roteiro é bem interessante, com um ótimo clima de suspense, que até consegue deixar o espectador apreensivo, mas que não consegue se sustentar tão bem assim durante os 100 minutos de duração. Um dos maiores pontos negativos é o plot twist final, que é totalmente previsível. Qualquer pessoa sem muita experiência dentro do cinema já sacaria o desfecho.
Enfim, A Mão do Diabo tinha um potencial, mas que não é tão bem executado e entrega um resultado mediano. Existem coisas bem melhores dentro do gênero.
Sem dúvidas uma das coisas mais lindas do Chaplin. Roteiro acima da média, com diversas cenas hilárias e que ao mesmo tempo emocionam. Do mesmo jeito que O Garoto te arranca um sorriso, também pode te arrancar uma lágrima.
Brilhante! Tudo em Tempos Modernos é um espetáculo, desde as excelentes atuações, até o contexto do roteiro que se encaixa perfeitamente até hoje. Sem dúvidas que Charles Chaplin foi uma das mentes mais brilhantes para o cinema.
Dirigido por John Erick Dowdle, Assim na Terra Como no Inferno é um bom exemplar do gênero found footage. Obviamente que o mesmo está longe de ser algo espetacular, mas mesmo assim é bastante funcional. O filme aposta bastante em todos os clichês do gênero, que torna uma parte do roteiro até previsível para os espectadores mais calejados, mas no geral uma boa parte desses clichês são usados.
O espírito investigativo e corajoso da protagonista, parece uma mistura de Indiana Jones e Código da Vinci, a tornando assim a personagem mais interessante dentro do grupo. Algumas mortes são interessantes, outras nem tanto. A mesma coisa vale para os jump scares, que consegue assustar em algumas cenas, já em outras não. O ritmo do roteiro consegue cadenciar bem, sempre alternando a investigação com as partes de terror.
Enfim, Assim na Terra Como no Inferno vale bastante a conferida e certamente deveria ter um reconhecimento maior, ainda mais por ser da segunda década dos anos 2000, que é uma época não tão rica para o gênero.
Os primeiros dez minutos até tentam enganar o espectador, criando um clima sombrio e de suspense, mas o restante é uma bagunça. Tudo é sem pé e sem cabeça, o roteiro é fraquíssimo e sem contar os personagens nada interessantes. Praticamente nada se salva em A Chuva do Diabo.
Longe de ser um dos melhores do Brian De Palma, mas Síndrome de Caim ainda assim é um bom filme e tem diversos méritos, os dois principais sendo o roteiro bem envolvente e a ótima atuação de John Lithgow como protagonista, sustentando tranquilamente os 90 minutos de duração.
Brilhante. Envolvido em todas as camadas, como direção, roteiro, elenco e produção, Charles Chaplin criar não só um dos grandes filmes do cinema mudo, mas também de todo o cinema como um todo. A história é leve, dinâmico e muito divertido. A cena da casa, próximo ao final, é genial. O uso da trilha se encaixa perfeitamente em cada cena. Por mais que o filme se pareça bobo, também tem camadas críticas dentro do roteiro, ajudando a elevar ainda mais o nível da obra.
Até então o diretor Ti West já tinha algumas obras em sua filmografia e era mais conhecido por ter participado do primeiro filme da franquia VHS, com isso o mesmo decidiu se aventurar no gênero do falso documentário. A ideia em si é boa e o caso usado como base também é bem sombrio, caso o espectador pesquise depois, mas a execução de maneira geral ficou um pouco abaixo, contendo momentos mais fracos do que relevantes e influenciando diretamente no resultado final do longa. Certamente O Último Sacramento serviu para o diretor evoluir, mas ainda assim estava longe de seus bons momentos como X e Pearl.
Dirigido por Charles Laughton, ator renomado que atuou em diversas obras entre a década de 30 e 60, O Mensageiro do Diabo é a única película dirigida pelo ator, que nesse caso também ficou responsável pelo roteiro e tudo muito bem feito. Os aspectos técnicos são excelentes, com um grande destaque para a fotografia. O filme até sofreu uma colorização, mas o charme do preto e branco se destaca muito mais. A história do filme é até simples, mas muito bem executada, muito por conta do elenco que está ótimo, principalmente por conta do elenco infantil. O desfecho pode parecer bobo, mas faz parte de todo o contexto da época.
Uma pérola da década de 90. Tempo de Matar é um excelente filme de tribunal, que aborda as questões raciais vividas no sul dos Estados Unidos e que são pertinentes até hoje, sem contar o grande elenco e tudo muito bem dirigido por Joel Schumacher, que já tinha se consolidado anteriormente com Os Garotos Perdidos e Um Dia de Fúria.
Após ter participado do roteiro de alguns filmes, como Plano de Vôo e Um Álibi Perfeito, Peter A. Downling se aventura na direção, mas sem abrir mão do roteiro. Em Sacrifício, o diretor tenta jogar no seguro, aposto em alguns clichês do gênero, inclusive na condução do mistério da história e essa falta de originalidade, acaba tornando o mesmo um pouco previsível, fazendo com que o filme não passe de uma obra razoável. Enfim, o potencial era bom, mas o resultado final deixou um pouco a desejar.
Corrente do Mal
3.2 1,8K Assista AgoraCom uma ideia bastante original e uma condução concisa, Corrente do Mal se mostra uma das grandes surpresas dentro do terror nos anos 2000. Todas as atuações são dignas para a proposta exigida pelo diretor David Robert Mitchell, que também foi responsável pelo roteiro. O clima de suspense e tensão é muito bem construído e conduzido, quase sempre de forma crescente.
Um dos grandes méritos de Corrente do Mal é não responder todas as perguntas levantadas, deixando algumas pontas sem conclusão e exigindo que o espectador tire suas próprias conclusões.
Enfim, Corrente do Mal é a prova que com pouco recurso e uma ideia fora do usual, é possível construir um bom filme.
*** (Bom)
Cinco Bonecas Para a Lua de Agosto
2.9 28Cinco Bonecas Para a Lua de Agosto é um filme que oscila demais. O longa não consegue manter consistência e sempre tende para o lado negativo da coisa, sem contar que os apenas 88 minutos de duração, em alguns momentos parecem uma eternidade. É até notório a força que Bava tenta fazer na direção para com que esse filme seja minimamente legal, mas no geral não passa de um filme regular.
** (Regular)
Psicose
3.1 472 Assista AgoraNão chega a ser ruim, mas é totalmente desnecessário. Impossível até de se comparar com o icônico dirigido por Hitchcock.
** (Regular)
Na Companhia do Medo
3.2 611Um suspense água com açúcar. Sem reinventar a roda, Na Companhia do Medo é um filme que joga no seguro e cumpre seu propósito principal, que é entreter o espectador por 100 minutos. Nada relevante a se destacar, tanto positivo e quanto negativo, apenas um filme bom.
*** (Bom)
O Chicote e o Corpo
3.6 73 Assista AgoraA falta de recursos em O Chicote e o Corpo é notória desde o início do longa, então o diretor acaba por apostar na ambientação, que é ótima, passando um clima bastante sombrio, somado com uma trilha sonora com tons góticos que combinam bastante com o tom do filme. Um outro ponto de destaque além da ambientação é a presença de Christopher Lee no elenco, o seu personagem ao mesmo tempo que causa repudia, consegue também causar fascínio. Agora o excesso do uso do som vento é cansativo demais e acaba incomodando ao invés de alimentar a imersão. Após os primeiros 30 minutos, o filme acaba perdendo um pouco de força no desenrolar e isso influi diretamente no resultado, já que o desfecho não chega a ser ruim, mas acaba não compensando tanto a jornada, sem contar que é bastante previsível, até mais para espectadores não tão calejados. Enfim, O Chicote e o Corpo tem alguns méritos e vale a pena para quem deseja conhecer ainda mais a carreira do diretor, mas sem dúvidas que existes coisas mais interessantes em sua filmografia.
** (Regular)
O Chamado
3.3 351 Assista AgoraApesar de oscilar em alguns momentos, O Chamado, no caso Ringu de 1998, é um bom filme, que desde o início consegue criar uma atmosfera sombria e que captura o espectador, convidando o mesmo a embarca nessa jornada de investigação e terror. As atuações funcionam, mas sem muito destaque, já que na grande os personagens não são tão cativantes. Comparar com o remake americano é inevitável, pois provavelmente esse foi o primeiro contato de muita gente com a história dessa lenda urbana, ainda mais se o espectador foi criado no meio das locadoras dos anos 2000 e acaba que ambos os filmes são bons, cada um com seu mérito em um devido lugar. Existem outras adaptações dessa mesma história, mas consumir a versão de 98 e a regravação americana, já supre bem o querer saber de O Chamado.
*** (Bom)
Malícia
3.3 172 Assista AgoraMalícia é uma boa surpresa do início da década de 90. Dirigido por Harold Becker, que até então não tinha muita coisa na carreira, mas já havia trabalhado com atores icônicos como James Woods e al Pacino, Malícia consegue construir um bom suspense, cheio de reviravoltas.
Aqui o elenco é grandioso, pois além de Bill Pullman e Nicole Kidman, o filme também conta com Alec Baldwin e todos estão muito bem em seus respectivos papéis. Desde o início a trama consegue prender o espectador e de cara o roteiro parece que seguirá para um caminho, mas depois isso muda, conseguindo surpreender ainda mais quem assiste.
Obviamente que Malícia não é uma obra prima, mas é um suspense com toda aquela cara da época que foi concebido, mas que assistindo hoje em dia não se mostra datado.
*** (Bom)
Viagem Sem Volta
2.9 88Bem genérico e até agrada em alguns momentos, mas no geral acaba sendo uma obra esquecível e não tem tanta relevância assim. Caso o espectador queira algo para preencher 90 minutos da vida, minutos esses que não se importam de perder, Viagem Sem Volta pode ser uma boa pedida.
** (Regular)
Um Dia de Prazer
3.8 31 Assista AgoraUm Dia de Prazer não é dos melhores curtas, mas ainda sim é um material que diverte bastante e vale muito a pena a conferida, ainda que são apenas 25 minutos.
*** (Bom)
Rua da Paz
4.1 24 Assista AgoraUm roteiro super engraçado, com uma ótima crítica sobre a desigualdade social, Charles Chaplin faz nesse curta o que muitos diretores não conseguem realizar nos dias de hoje.
*** (Bom)
O Homem de Palha
4.0 536 Assista AgoraHomem de Palha é maravilhoso e nunca me cansarei de propagar sua palavra, apresentando-o para diversos tipos de cinéfilos.
***** (Excelente)
A Última Profecia
3.2 181 Assista AgoraA Última Profecia é um suspense eficiente do início dos anos 2000. Dirigido por Mark Pellington, que até então buscava consolidação no cinema, o filme consegue criar um bom clima de suspense e o desenvolvimento de um roteiro intrigante, que desde o início toma uma escalada crescente, mesmo que em alguns momentos o ritmo é um pouco morno.
O elenco principal está ótimo e cumpre os papéis perfeitamente. O desfecho é uma ótima recompensa para os espectadores que chegaram até o final. Todo o roteiro tentar ser algo além do que é, como se fosse algo de um nível, mas que na verdade não passa de um nível bom.
No geral, A Última Profecia vale a conferida, principalmente para os espectadores fãs de suspense e que vivenciaram as locadoras na época do lançamento da obra, já que o poster do mesmo figurava pelos corredores dos estabelecimentos.
*** (Bom)
O Banco
3.9 14 Assista AgoraEsses curtas dirigidos e atuados por Chaplin são ótimos. Só de pensar que foram feitos antes de 1920 e são bem melhores do que muita coisa de comédia que é feita hoje em dia, ressalta ainda mais como o Charles Chaplin era gênio.
*** (Bom)
A Mão do Diabo
3.5 309 Assista AgoraDirigido por Bill Paxton, que também tem uma boa participação no elenco, A Mão do Diabo é um filme de suspense do início dos anos 2000 e que provavelmente passou despercebido por diversos espectadores.
Além do diretor, o elenco também conta com Matthew McConaughey, que também mantém o nível bom. O roteiro é bem interessante, com um ótimo clima de suspense, que até consegue deixar o espectador apreensivo, mas que não consegue se sustentar tão bem assim durante os 100 minutos de duração. Um dos maiores pontos negativos é o plot twist final, que é totalmente previsível. Qualquer pessoa sem muita experiência dentro do cinema já sacaria o desfecho.
Enfim, A Mão do Diabo tinha um potencial, mas que não é tão bem executado e entrega um resultado mediano. Existem coisas bem melhores dentro do gênero.
** (Regular)
O Garoto
4.5 584 Assista AgoraSem dúvidas uma das coisas mais lindas do Chaplin. Roteiro acima da média, com diversas cenas hilárias e que ao mesmo tempo emocionam. Do mesmo jeito que O Garoto te arranca um sorriso, também pode te arrancar uma lágrima.
*** (Bom)
Tempos Modernos
4.4 1,2K Assista AgoraBrilhante! Tudo em Tempos Modernos é um espetáculo, desde as excelentes atuações, até o contexto do roteiro que se encaixa perfeitamente até hoje. Sem dúvidas que Charles Chaplin foi uma das mentes mais brilhantes para o cinema.
***** (Excelente)
Assim na Terra Como no Inferno
3.2 1,0K Assista AgoraDirigido por John Erick Dowdle, Assim na Terra Como no Inferno é um bom exemplar do gênero found footage. Obviamente que o mesmo está longe de ser algo espetacular, mas mesmo assim é bastante funcional. O filme aposta bastante em todos os clichês do gênero, que torna uma parte do roteiro até previsível para os espectadores mais calejados, mas no geral uma boa parte desses clichês são usados.
O espírito investigativo e corajoso da protagonista, parece uma mistura de Indiana Jones e Código da Vinci, a tornando assim a personagem mais interessante dentro do grupo. Algumas mortes são interessantes, outras nem tanto. A mesma coisa vale para os jump scares, que consegue assustar em algumas cenas, já em outras não. O ritmo do roteiro consegue cadenciar bem, sempre alternando a investigação com as partes de terror.
Enfim, Assim na Terra Como no Inferno vale bastante a conferida e certamente deveria ter um reconhecimento maior, ainda mais por ser da segunda década dos anos 2000, que é uma época não tão rica para o gênero.
*** (Bom)
A Chuva do Diabo
3.0 20 Assista AgoraOs primeiros dez minutos até tentam enganar o espectador, criando um clima sombrio e de suspense, mas o restante é uma bagunça. Tudo é sem pé e sem cabeça, o roteiro é fraquíssimo e sem contar os personagens nada interessantes. Praticamente nada se salva em A Chuva do Diabo.
* (Ruim)
Síndrome de Caim
3.3 73 Assista AgoraLonge de ser um dos melhores do Brian De Palma, mas Síndrome de Caim ainda assim é um bom filme e tem diversos méritos, os dois principais sendo o roteiro bem envolvente e a ótima atuação de John Lithgow como protagonista, sustentando tranquilamente os 90 minutos de duração.
*** (Bom)
Em Busca do Ouro
4.4 288 Assista AgoraBrilhante. Envolvido em todas as camadas, como direção, roteiro, elenco e produção, Charles Chaplin criar não só um dos grandes filmes do cinema mudo, mas também de todo o cinema como um todo. A história é leve, dinâmico e muito divertido. A cena da casa, próximo ao final, é genial. O uso da trilha se encaixa perfeitamente em cada cena. Por mais que o filme se pareça bobo, também tem camadas críticas dentro do roteiro, ajudando a elevar ainda mais o nível da obra.
**** (Ótimo)
O Último Sacramento
3.1 138 Assista AgoraAté então o diretor Ti West já tinha algumas obras em sua filmografia e era mais conhecido por ter participado do primeiro filme da franquia VHS, com isso o mesmo decidiu se aventurar no gênero do falso documentário. A ideia em si é boa e o caso usado como base também é bem sombrio, caso o espectador pesquise depois, mas a execução de maneira geral ficou um pouco abaixo, contendo momentos mais fracos do que relevantes e influenciando diretamente no resultado final do longa. Certamente O Último Sacramento serviu para o diretor evoluir, mas ainda assim estava longe de seus bons momentos como X e Pearl.
** (Regular)
O Mensageiro do Diabo
4.1 297 Assista AgoraDirigido por Charles Laughton, ator renomado que atuou em diversas obras entre a década de 30 e 60, O Mensageiro do Diabo é a única película dirigida pelo ator, que nesse caso também ficou responsável pelo roteiro e tudo muito bem feito. Os aspectos técnicos são excelentes, com um grande destaque para a fotografia. O filme até sofreu uma colorização, mas o charme do preto e branco se destaca muito mais. A história do filme é até simples, mas muito bem executada, muito por conta do elenco que está ótimo, principalmente por conta do elenco infantil. O desfecho pode parecer bobo, mas faz parte de todo o contexto da época.
*** (Bom)
Tempo de Matar
4.1 594 Assista AgoraUma pérola da década de 90. Tempo de Matar é um excelente filme de tribunal, que aborda as questões raciais vividas no sul dos Estados Unidos e que são pertinentes até hoje, sem contar o grande elenco e tudo muito bem dirigido por Joel Schumacher, que já tinha se consolidado anteriormente com Os Garotos Perdidos e Um Dia de Fúria.
***** (Excelente)
Sacrifício
2.7 137Após ter participado do roteiro de alguns filmes, como Plano de Vôo e Um Álibi Perfeito, Peter A. Downling se aventura na direção, mas sem abrir mão do roteiro. Em Sacrifício, o diretor tenta jogar no seguro, aposto em alguns clichês do gênero, inclusive na condução do mistério da história e essa falta de originalidade, acaba tornando o mesmo um pouco previsível, fazendo com que o filme não passe de uma obra razoável. Enfim, o potencial era bom, mas o resultado final deixou um pouco a desejar.
** (Regular)