Gostei da animação. Primeiramente que todos os animais fazem você morrer de fofura, depois que o autor brincou com os estereótipos de cada espécie e raça, foi bem legal observar isso. A história é light, mas claro, é um filme infantil. A única coisa que me incomodou foi no final, quando
a dona deles chega e não percebe que ambos estão sem coleiras! Era um ponto bem relevante (elas foram tiradas deles, a falta delas fazia deles alvo da carrocinha etc) e ela simplesmente nem se deu conta e... fim.
. Mas em geral, assistiria de novo para distrair e morrer de meiguice.
Como muitos, comecei a assistir esperando um enredo diferente, mas a surpresa foi muito boa. Há muitos aspectos para se avaliar um filme, mas neste bastou a carga psicológica que passa. Além disso, essa carga se potencializa quando você se identifica com a personagem, fazendo com que você sinta também tudo o que ela sente e isso é sufocante (respire!). Eu diria que vai bem além de bullying ou falsidade, o filme é MUITO mais profundo que isso, sem palavras para explicar. A confusão mental e psicológica e a ANGÚSTIA são para mim os pontos que esperavam ressaltar (com sucesso). Além de se deixar levar emocionalmente, vale ressaltar as analogias em algumas aulas das garotas (claro, apenas minha interpretação) como a primeira aula e, principalmente, aquela em que se explica o desenvolvimento da planta como se falasse exatamente da relação entre elas. Quanto ao título, antes de assistir achei bem aleatório, mas depois vi que ele se explica não de uma forma, mas de MUITAS:
Respire se aplica ao asma, à paciência que ela teve o tempo todo até explodir, à sua respiração final e até mesmo serve ao espectador. Enfim, há ainda mais formas de ve-lo, o fato de ela ter asma pode até se ligar à realidade de que asma piora com conflitos emocionais.
Por fim, o final tem grande impacto. Não por Sarah estar morta e sim pela motivação que Charlie teve em sua ira, o que nos faz questionar qual o nosso limite quando vamos "engolindo" as coisas.
Mas apesar disso tudo, ainda o que vejo como principal é a cena final em que ela chora sozinha, pois podemos enxergar o filme como um todo numa única cena! Enxergamos seu desespero em se livrar do que ela estava sentindo enquanto solta as lágrimas, e logo após o alívio ao controlar a falta de ar que a tal angústia acumulada lhe causava (e sentir tudo isso com ela). A palavra definidora em minha visão é ANGÚSTIA, pois esta causa falta de ar e também engloba toda a confusão mental e psicológica, impotência, desorientação, raiva e mágoa que Sarah causou em Charlie.
"Deus Não Está Morto, um filme que manipula uma proposta até interessante para atingir um objetivo explícito: a glorificação do cristianismo, custe o que custar. Os inimigos do filme são expostos com muita facilidade: ateus, pessoas de outras religiões, a imposição de omitir sua crença pessoal. Todos abordados com o máximo de MANIQUEÍSMO possível, de forma que sejam demonizados perante ao público, seja através de falas arrogantes ou atos bruscos. Por outro lado, os cristãos são SEMPRE calmos e serenos. É fácil gostar deles, são pessoas simpáticas e humildes, mesmo que não se tenha qualquer predileção pela religião que sempre ressaltam. Assim se constrói uma narrativa tendenciosa, onde o que menos interessa é a suposta PROPOSTA ORIGINAL do filme: discutir a existência de Deus, tendo como palco o âmbito acadêmico. Gancho principal de Deus Não Está Morto, a tal discussão nasce a partir de um professor de filosofia que vocifera acusações contra Deus com frases cuidadosamente selecionadas para ofender o bom cristão que assiste o espetáculo. O redentor é um jovem aluno que aceita o desafio de enfrentar o mestre e argumenta também usando falas de pensadores que deem algum embasamento às suas ideias. O júri é o restante da turma, que acompanha com atenção ao julgamento de Deus em plena sala de aula. Fosse um filme sério, Deus Não Está Morto seria palco de um interessante debate sobre a questão da religião e sua influência na civilização, levando em conta não apenas o aspecto da razão mas também a emoção inerente a quem, simplesmente, tem fé.
Entretanto, não é este seu objetivo – é apenas a propaganda que vende ao espectador. Ao manipular seus personagens principais, ressaltando o desprezo e a falta de respeito de um lado e a bondade e a luta pelo que acredita no outro, a decisão já está tomada. Mas, pior ainda, é acompanhar o suposto debate científico onde questões como o criacionismo são defendidas a partir uma tese absurda, comparando bananas com maçãs. Pior do que dourar a pílula, é justificá-la a partir de mentiras. Diante de tamanha falta de honestidade, Deus Não Está Morto torna-se um mero filme de louvação, daqueles que têm por objetivo também catequisar ovelhas desgarradas – leia-se chineses e muçulmanos, vítimas de um radicalismo travestido no filme. Pelo que representa nas entrelinhas, trata-se de um filme extremamente nocivo por alimentar preconceitos que DESRESPEITAM o mesmo livre arbítrio que o próprio filme exalta para os cristãos. O que seus realizadores não entendem é que a resposta à proposta levantada pelo título é muito maior do que um mero sim ou não, envolvendo questões bem mais complexas do que uma mera crença. E, pior ainda, que valores morais sobre a vida em sociedade não são sinônimo de acreditar em Deus – ou em qualquer outra religião, algo que o filme sequer considera.
Contraditoriamente, Deus Não Está Morto torna-se aquilo que mais combate: a imposição de uma crença, usando todo e qualquer subterfúgio para tanto."
O endeusamento de Hitler é chocante. As pessoas realmente estavam alienadas nesse fascismo, chegando a se sacrificar por amar Hitler, cometendo suicídios em nome de uma ideologia, de uma causa perdida e não traindo a fidelidade que tinham ao tirano mesmo que o mesmo os esnobasse. Esse filme mostra o outro lado da moeda, além de ser rico em detalhes que não pensamos quando se diz respeito ao nazismo, como as consequências que sofreram as próprias crianças alemãs e aqueles que não tinham nem consciência do que estavam fazendo. Ou as pessoas eram manipuláveis demais, ou Hitler era realmente um gênio (psicótico, claramente) que conseguiu colocar quase todos aos seus pés. Além disso, podemos enxergar o que obviamente já sabemos: enquanto milhões de pessoas morrem em campo, sendo apenas números, os grandes ficam protegidos, sustentando a ideologia. Enfim, vale a pena ver. Personagens baseados em pessoas reais e a própria secretária dando seu depoimento... Traz também a noção de que não faz tanto tempo assim que tudo isso ocorreu.
Os sorrisos cínicos de Malévola, a fotografia, o enredo... apaixonante. O filme me fez criar uma visão diferente da que tinha e, digo mais, estou completamente cativada pela popular vilã, sentindo suas decepções e angústias. Jolie se encaixou perfeitamente no papel e as atuações são maravilhosas. Poderia se aprofundar mais na historia, até porque o ritmo do filme permitiria que ele fosse mais longo. Enfim, vale a pena assistir e se encantar.
foi lindo como Frankie e ela se complementaram, afinal, ele conseguiu a filha, e ela o pai que não podiam ter por perto. Pra finalizar, pensei que Maggie morreria na cena do ringue, mas o estado em que ela ficou depois me fez pensar o que seria pior... Morrer ou perder a possibilidade de viver seus sonhos? O final deixa a resposta explícita, ótima reflexão.
para mim só haveria duas opções: Ou é mesmo uma conspiração, ou ele é louco e vai continuar lá. Fui surpreendida por ele ser mesmo um paciente, ter conseguido lembrar quem realmente é e mesmo assim ele entrar no "jogo" e fingir que regrediu mais uma vez para não viver com o peso da morte da família que ele acredita ser sua culpa... "O que seria pior, viver como um monstro ou morrer como um homem bom?" Genial.
O título em português passa uma imagem errônea. O filme é profundo e foca o amor e não a homossexualidade como questão mais importante. Transmite os conflitos disso, mas também os "refuta" transmitindo o sentimento sincero. Conseguiu sair do comum.
Desperta um misto de raiva, indignação e tristeza. O final me arrancou lágrimas e a vontade de espancar Abby foi enorme. Mas também tem a questão religiosa e tudo mais. Enfim, gostei
Pets: A Vida Secreta dos Bichos
3.5 937 Assista AgoraGostei da animação. Primeiramente que todos os animais fazem você morrer de fofura, depois que o autor brincou com os estereótipos de cada espécie e raça, foi bem legal observar isso. A história é light, mas claro, é um filme infantil. A única coisa que me incomodou foi no final, quando
a dona deles chega e não percebe que ambos estão sem coleiras! Era um ponto bem relevante (elas foram tiradas deles, a falta delas fazia deles alvo da carrocinha etc) e ela simplesmente nem se deu conta e... fim.
Respire
3.8 290 Assista AgoraComo muitos, comecei a assistir esperando um enredo diferente, mas a surpresa foi muito boa. Há muitos aspectos para se avaliar um filme, mas neste bastou a carga psicológica que passa. Além disso, essa carga se potencializa quando você se identifica com a personagem, fazendo com que você sinta também tudo o que ela sente e isso é sufocante (respire!). Eu diria que vai bem além de bullying ou falsidade, o filme é MUITO mais profundo que isso, sem palavras para explicar. A confusão mental e psicológica e a ANGÚSTIA são para mim os pontos que esperavam ressaltar (com sucesso).
Além de se deixar levar emocionalmente, vale ressaltar as analogias em algumas aulas das garotas (claro, apenas minha interpretação) como a primeira aula e, principalmente, aquela em que se explica o desenvolvimento da planta como se falasse exatamente da relação entre elas.
Quanto ao título, antes de assistir achei bem aleatório, mas depois vi que ele se explica não de uma forma, mas de MUITAS:
Respire se aplica ao asma, à paciência que ela teve o tempo todo até explodir, à sua respiração final e até mesmo serve ao espectador. Enfim, há ainda mais formas de ve-lo, o fato de ela ter asma pode até se ligar à realidade de que asma piora com conflitos emocionais.
Por fim, o final tem grande impacto. Não por Sarah estar morta e sim pela motivação que Charlie teve em sua ira, o que nos faz questionar qual o nosso limite quando vamos "engolindo" as coisas.
Mas apesar disso tudo, ainda o que vejo como principal é a cena final em que ela chora sozinha, pois podemos enxergar o filme como um todo numa única cena! Enxergamos seu desespero em se livrar do que ela estava sentindo enquanto solta as lágrimas, e logo após o alívio ao controlar a falta de ar que a tal angústia acumulada lhe causava (e sentir tudo isso com ela).
A palavra definidora em minha visão é ANGÚSTIA, pois esta causa falta de ar e também engloba toda a confusão mental e psicológica, impotência, desorientação, raiva e mágoa que Sarah causou em Charlie.
Deus Não Está Morto
2.8 1,4K Assista Agora"Deus Não Está Morto, um filme que manipula uma proposta até interessante para atingir um objetivo explícito: a glorificação do cristianismo, custe o que custar.
Os inimigos do filme são expostos com muita facilidade: ateus, pessoas de outras religiões, a imposição de omitir sua crença pessoal. Todos abordados com o máximo de MANIQUEÍSMO possível, de forma que sejam demonizados perante ao público, seja através de falas arrogantes ou atos bruscos. Por outro lado, os cristãos são SEMPRE calmos e serenos. É fácil gostar deles, são pessoas simpáticas e humildes, mesmo que não se tenha qualquer predileção pela religião que sempre ressaltam. Assim se constrói uma narrativa tendenciosa, onde o que menos interessa é a suposta PROPOSTA ORIGINAL do filme: discutir a existência de Deus, tendo como palco o âmbito acadêmico.
Gancho principal de Deus Não Está Morto, a tal discussão nasce a partir de um professor de filosofia que vocifera acusações contra Deus com frases cuidadosamente selecionadas para ofender o bom cristão que assiste o espetáculo. O redentor é um jovem aluno que aceita o desafio de enfrentar o mestre e argumenta também usando falas de pensadores que deem algum embasamento às suas ideias. O júri é o restante da turma, que acompanha com atenção ao julgamento de Deus em plena sala de aula.
Fosse um filme sério, Deus Não Está Morto seria palco de um interessante debate sobre a questão da religião e sua influência na civilização, levando em conta não apenas o aspecto da razão mas também a emoção inerente a quem, simplesmente, tem fé.
Entretanto, não é este seu objetivo – é apenas a propaganda que vende ao espectador. Ao manipular seus personagens principais, ressaltando o desprezo e a falta de respeito de um lado e a bondade e a luta pelo que acredita no outro, a decisão já está tomada. Mas, pior ainda, é acompanhar o suposto debate científico onde questões como o criacionismo são defendidas a partir uma tese absurda, comparando bananas com maçãs. Pior do que dourar a pílula, é justificá-la a partir de mentiras.
Diante de tamanha falta de honestidade, Deus Não Está Morto torna-se um mero filme de louvação, daqueles que têm por objetivo também catequisar ovelhas desgarradas – leia-se chineses e muçulmanos, vítimas de um radicalismo travestido no filme. Pelo que representa nas entrelinhas, trata-se de um filme extremamente nocivo por alimentar preconceitos que DESRESPEITAM o mesmo livre arbítrio que o próprio filme exalta para os cristãos. O que seus realizadores não entendem é que a resposta à proposta levantada pelo título é muito maior do que um mero sim ou não, envolvendo questões bem mais complexas do que uma mera crença. E, pior ainda, que valores morais sobre a vida em sociedade não são sinônimo de acreditar em Deus – ou em qualquer outra religião, algo que o filme sequer considera.
Contraditoriamente, Deus Não Está Morto torna-se aquilo que mais combate: a imposição de uma crença, usando todo e qualquer subterfúgio para tanto."
(Do site AdoroCinema).
Divergente
3.5 2,1K Assista AgoraAdorei o filme. Tinha tudo para ser ótimo, mas quando chegou ao final fiquei um tanto quanto decepcionada. Porém, não deixei de gostar.
Meu Malvado Favorito 2
3.9 1,8K Assista AgoraAgnes roubou a cena. <3
A Queda! As Últimas Horas de Hitler
4.1 781O endeusamento de Hitler é chocante. As pessoas realmente estavam alienadas nesse fascismo, chegando a se sacrificar por amar Hitler, cometendo suicídios em nome de uma ideologia, de uma causa perdida e não traindo a fidelidade que tinham ao tirano mesmo que o mesmo os esnobasse. Esse filme mostra o outro lado da moeda, além de ser rico em detalhes que não pensamos quando se diz respeito ao nazismo, como as consequências que sofreram as próprias crianças alemãs e aqueles que não tinham nem consciência do que estavam fazendo. Ou as pessoas eram manipuláveis demais, ou Hitler era realmente um gênio (psicótico, claramente) que conseguiu colocar quase todos aos seus pés. Além disso, podemos enxergar o que obviamente já sabemos: enquanto milhões de pessoas morrem em campo, sendo apenas números, os grandes ficam protegidos, sustentando a ideologia. Enfim, vale a pena ver. Personagens baseados em pessoas reais e a própria secretária dando seu depoimento... Traz também a noção de que não faz tanto tempo assim que tudo isso ocorreu.
Malévola
3.7 3,8K Assista AgoraOs sorrisos cínicos de Malévola, a fotografia, o enredo... apaixonante. O filme me fez criar uma visão diferente da que tinha e, digo mais, estou completamente cativada pela popular vilã, sentindo suas decepções e angústias. Jolie se encaixou perfeitamente no papel e as atuações são maravilhosas. Poderia se aprofundar mais na historia, até porque o ritmo do filme permitiria que ele fosse mais longo. Enfim, vale a pena assistir e se encantar.
Bebês
4.2 141Encantador define.
Namorados para Sempre
3.6 2,5K Assista AgoraSuperou minhas expectativas diante do título e sinopse, mas em minha opinião a dose de realidade não foi suficiente para dar aquele choque.
Forrest Gump: O Contador de Histórias
4.5 3,8K Assista AgoraQue trilha sonora!
O Lutador
4.0 914 Assista AgoraÓtima trilha sonora
Menina de Ouro
4.2 1,8K Assista AgoraMuito lindo, expõe a força e a sensibilidade do ser humano. Além disso,
foi lindo como Frankie e ela se complementaram, afinal, ele conseguiu a filha, e ela o pai que não podiam ter por perto. Pra finalizar, pensei que Maggie morreria na cena do ringue, mas o estado em que ela ficou depois me fez pensar o que seria pior... Morrer ou perder a possibilidade de viver seus sonhos? O final deixa a resposta explícita, ótima reflexão.
Inimigos Públicos
3.6 1,1K Assista AgoraO romance entre eles foi um dos que mais me encantaram. É um grande toque numa trama como essa.
Bye Bye, Blackbird...
Meninos Não Choram
4.2 1,4K Assista AgoraMais terrível é saber que é baseado em fatos reais.
Ilha do Medo
4.2 4,1K Assista Agorame surpreendi, não esperava esse final... a última frase foi o xeque mate.
para mim só haveria duas opções: Ou é mesmo uma conspiração, ou ele é louco e vai continuar lá. Fui surpreendida por ele ser mesmo um paciente, ter conseguido lembrar quem realmente é e mesmo assim ele entrar no "jogo" e fingir que regrediu mais uma vez para não viver com o peso da morte da família que ele acredita ser sua culpa... "O que seria pior, viver como um monstro ou morrer como um homem bom?" Genial.
Os Garotos Perdidos
3.8 735 Assista AgoraGosto da trilha sonora.
O Orfanato
3.7 1,3K Assista AgoraFilme que não apela para litros de sangue e sustos bobos.
Cama de Gato
3.0 176Gostei das entrevistas e de algumas falas. do filme em si, não muito.
Assunto de Meninas
3.7 640O título em português passa uma imagem errônea. O filme é profundo e foca o amor e não a homossexualidade como questão mais importante. Transmite os conflitos disso, mas também os "refuta" transmitindo o sentimento sincero. Conseguiu sair do comum.
Cidade de Deus
4.2 1,8K Assista Agoraum choque de realidade, em resumo.
Réquiem para um Sonho
4.3 4,4K Assista AgoraFavorito.
Conte Comigo
3.6 69tive sutis identificações com o filme, gostei.
A Centopéia Humana
2.6 1,8KO fato é que, nessa situação, o melhor a se fazer é morrer, porque né.
As Bruxas de Salém
3.6 333Desperta um misto de raiva, indignação e tristeza. O final me arrancou lágrimas e a vontade de espancar Abby foi enorme. Mas também tem a questão religiosa e tudo mais. Enfim, gostei