Valor Sentimental expressa o vazio deixado pela parentalidade ausente e pelo trauma geracional. Traumas que impedem até mesmo a simples verbalização da dor; do ressentimento; do arrependimento; da dúvida. Assim, a arte surge como uma forma de expressão que nem o terapeuta mais experiente seria capaz de extrair. Vemos, então, a quebra do ciclo. Confesso que a primeira metade do filme me deixou com um pouco de preguiça de continuar, sem entender direito para onde ele estava me levando. Mas a segunda metade é arrebatadora. Trata-se de um filme sensível e muito sutil. O drama está na sutileza das atuações e do roteiro. Baita filme!
Filme difícil de se assistir. Senti muito desconforto durante as cenas de surtos, mas também pela incapacidade de elaboração pelo casal dos vários problemas que enfrentavam. Os olhares inquisidores; comentários e perguntas invasivas daqueles que os rodeiam só mostram o quão difícil é para uma pessoa em sofrimento psíquico se encaixar. Me pareceu ser uma época em que o tema saúde mental não era muito difundido na sociedade. Me dava um certo desespero haver tantas cenas explícitas e, ao mesmo tempo, faltar texto/vocabulário sobre o que estava acontecendo. Por fim, acho que Robert Pattinson transmitiu bem a dualidade de um homem que se importa e ama sua esposa, sem saber como ajudar, vivendo um processo de exaustão; decepção; pânico por tudo que está acontecendo diante dos seus olhos, enquanto um homem tipicamente comum e letárgico. Sobre JLaw...apenas monumental!
Precisava ser tão clichê? Roteiro bobo, personagens caricatos, diálogos superficiais/ensaiados e trilha sonora ruim. Só vale pelas curiosidades dos bastidores da F1 e efeitos especiais, mas ainda assim não vejo necessidade de 2h40 de filme.
Lembro de assistir a partes soltas desse filme na época em que assistíamos filmes por emissoras de TV. Lembro de me sentir encantada com a Penélope Cruz, no primeiro encontro deles que durou uma noite inteira. Hoje, cerca de 15 anos depois, assisti a esse filme inteiro. Chorei ao final...um exemplo intenso de que há beleza na tristeza. Tom Cruise está 100% entregue a um personagem arrogante, perdido e apaixonado. A trilha sonora, o céu de Monet, a beleza de David, Julian e Sofia, a inocência daqueles que crescem sem referência de amor, a ganância, o surrealismo...tudo traz uma autencidade bela a este filme.
A escolha entre a vida real e o sonho é uma premissa sensível a todos nós. O que acontece quando nosso maior pesadelo se torna real? Talvez escolher sonhar pelo resto da sua existência seja o único caminho possível, mesmo que seja o caminho para a loucura. Mas há saída desse labirinto mental. I choose life
Ambientação e atuações belíssimas. Mia Goth e Jacob Elordi me encantaram. No entanto, achei o roteiro meio fraco e chato. Maquiagem bem ao estilo Guillermo del Toro que não me agrada muito.
Ver pessoas que se dedicam ao próximo, especialmente àqueles desacreditados pela sociedade, sempre me encantará. O trabalho de desenvolver potencialidades e enxergar beleza naqueles que todos rejeitam (e com suas razões) deveria ser mais valorizado. Achei acertada a escolha de retratar esta realidade de forma tão caótica.
Um filme introspectivo, inteligente e sensível. Talvez os personagens não sejam tão carismáticos como imaginamos que seriam, nem o roteiro tão divertido quanto uma comédia romântica costuma ser.
Mas, acho que passou da hora de nos contentarmos com o fato de que a era da comédia romântica dos anos 2000 passou e não volta mais. Os milênios cresceram e se deram conta de que amores bobinhos cederam espaço para dates roteirizados e listas longas de exigências, a fim de sobreviver a uma sociedade sobrecarregada de informações e de crises de todos os tipos.
Já nos primeiros minutos de filme me senti tomada por uma atmosfera introspectiva e melancólica. Uma sensação bem conhecida por aqueles que já passaram temporadas de solidão e de estagnação na vida. Uma sensação que só passa ao se conectar com o outro, o que é quase impossível de acontecer num ambiente tão distante culturalmente de você, ou em relações fragilizadas. Charlotte e Bob encontram um caminho juntos para fora de si mesmos, considerando a cultura, a linguagem, as frustrações e as dúvidas que compartilham, mesmo com o abismo da idade que os separa. Talvez tenha rolado algum romance, mas só consigo pensar em conexão pura e simples. Que filme lindo 🥹
Tudo o que você precisa saber sobre o filme está na atuação dos personagens, especialmente do Leo. A reflexão de que meninas são socializadas para o afeto, enquanto meninos para a violência, não foi explicada, mas retratada pelo banal cotidiano de uma escola. Até porque, é nos detalhes e nas sutilezas do dia a dia que crianças e adolescentes vão percebendo como a sociedade funciona, e no fluxo de tudo isso, se moldando para caber em caixinhas cada dia mais apertadas e sufocantes.
Sempre me perguntei como eram e como viviam os algozes do holocausto. A partir deste filme, entendi que eram absurdamente comuns, como eu e você. Talvez seja isso o que mais me assusta na humanidade.
O filme desagrada pois, supostamente, tem um "final aberto". No entanto, minha interpretação é que a provocação principal é "verdade vs dúvida", inclusive discutida explicitamente, em alguns momentos, entre os personagens. O que o diferencia de todos os outros filmes de tribunal/investigação que já vi, em que o tema central é a descoberta do mistério propriamente dito. No fim, o filme se satisfaz com a dúvida, deixando a mensagem, para mim, de que a dúvida é ínsita à natureza humana e, portanto, a verdade talvez nunca seja de fato alcançável, a não ser que se escolha deliberadamente uma das possíveis verdades, defendendo-a convictamente, independentemente de evidências plausíveis. No âmbito de um processo penal democrático, em teoria, a dúvida sobre a culpa do acusado deveria absolver. Na prática, o que vemos...bom, todo mundo conhece a prática. Não sabemos o que levou à absolvição da personagem neste filme, mas a discussão levantada não deixa qualquer ponta solta, embora a dúvida, de forma provocativa aos mais curiosos, persista.
História sobre o sofrimento feminino - uma busca incansável por quebrar correntes, e por desejos tipicamente vistos em almas aventureiras, curiosas e questionadoras, como é a de Bella Baxter. Essa junção bonita de bizarrices e complexidades humanas (aqui, especialmente femininas) é uma preciosidade audiovisual difícil de encontrar, principalmente quando se trata de uma direção masculina. Merece muitos prêmios e reconhecimento.
Greta, como sempre, tratando sobre a complexidade de ser aquela mulher que não rejeita completamente tudo aquilo atribuído ao feminino, bem como não se encaixa no estilo "bela, recatada e do lar". Mulheres enquanto seres humanos com desejos, inseguranças e dúvidas. Mulheres que não se entregam complemente ao lúdico, mas q resistem incansavelmente a se entregar a uma realidade dura e monocromática. Mulheres que podem ser esquisitas, melancólicas, divertidas, imperfeitas, contraditórias. O ápice da crise existencial da Barbie é quando ela descobre que para viver o mundo real com plenitude, inclusive nas suas dores e perdas, é necessário entender que não se trata de ser uma criatura pronta e acabada, presa a uma caixinha, mas que pode e deve participar de toda criação de sua própria realidade. Obrigada, Greta!!!
Fraco. Mas retratou relativamente bem o fato de só traumatizados entenderem o terror que é sorrir pra fingir costume do rombo e do horror que carregam por dentro, além de todo estigma que sofrem devido aos transtornos mentais que lhes acometem de tempos em tempos, sempre encarados com moralismo e desinformação.
Que filme lindo!! Uma estética de paz e relaxamento. O dia a dia mais ordinário retratado de forma bela: refeições; trabalho; sonecas; passeios; meditação. Um enredo sobre amadurecimento emocional e traumas. Uma menina de 12 anos que encontra na força do amor e da amizade uma forma de se encontrar fora de casa. Exploração e curiosidade infanto-juvenil num ambiente natural, belo, simples. A convivência com adultos que respeitam o espaço para a própria maturação, sem julgamentos. O plot twist é massa, mas é um mero detalhe. Para ser apreciado sempre.
Ou tem química, ou não tem. Não há meio termo. Não importa quantos homens mais interessantes e mais experientes surjam encantados com a sensualidade e irreverência, tão espontâneas, da Alana. O borogodó do boyzinho de 15 anos superou. Romances juvenis tem disso...pureza, desejo, diversão, descobertas, encantamentos sei lá pelo o que. Sem dúvidas, mais atraente que aqueles baseados em longas listas de exigências que cada um carrega debaixo do braço.
Licorice Pizza foi uma grata e deliciosa surpresa. Comédia romântica nada clichê, cenários, trilhas sonoras, figurinos...tudo lindo. Quase não vi o tempo passar.
Faz um tempo que venho percebendo a decadência dessa rede. Saudades da época em que o problema era apenas de acesso e bugs do site. Agora o problema é mais grave: não existe mais moderação de conteúdo. Lamento profundamente!
Valor Sentimental
3.9 366 Assista AgoraValor Sentimental expressa o vazio deixado pela parentalidade ausente e pelo trauma geracional. Traumas que impedem até mesmo a simples verbalização da dor; do ressentimento; do arrependimento; da dúvida. Assim, a arte surge como uma forma de expressão que nem o terapeuta mais experiente seria capaz de extrair. Vemos, então, a quebra do ciclo. Confesso que a primeira metade do filme me deixou com um pouco de preguiça de continuar, sem entender direito para onde ele estava me levando. Mas a segunda metade é arrebatadora. Trata-se de um filme sensível e muito sutil. O drama está na sutileza das atuações e do roteiro. Baita filme!
Morra, Amor
3.1 163 Assista AgoraFilme difícil de se assistir. Senti muito desconforto durante as cenas de surtos, mas também pela incapacidade de elaboração pelo casal dos vários problemas que enfrentavam. Os olhares inquisidores; comentários e perguntas invasivas daqueles que os rodeiam só mostram o quão difícil é para uma pessoa em sofrimento psíquico se encaixar. Me pareceu ser uma época em que o tema saúde mental não era muito difundido na sociedade. Me dava um certo desespero haver tantas cenas explícitas e, ao mesmo tempo, faltar texto/vocabulário sobre o que estava acontecendo. Por fim, acho que Robert Pattinson transmitiu bem a dualidade de um homem que se importa e ama sua esposa, sem saber como ajudar, vivendo um processo de exaustão; decepção; pânico por tudo que está acontecendo diante dos seus olhos, enquanto um homem tipicamente comum e letárgico.
Sobre JLaw...apenas monumental!
Juntos
3.3 389 Assista AgoraNem o charme do Dave Franco salvou isso aqui
Sonhos de Trem
3.7 340 Assista AgoraO lenhador mais melancólico do cinema
F1: O Filme
3.7 439 Assista AgoraPrecisava ser tão clichê? Roteiro bobo, personagens caricatos, diálogos superficiais/ensaiados e trilha sonora ruim. Só vale pelas curiosidades dos bastidores da F1 e efeitos especiais, mas ainda assim não vejo necessidade de 2h40 de filme.
Vanilla Sky
3.8 2,1K Assista AgoraLembro de assistir a partes soltas desse filme na época em que assistíamos filmes por emissoras de TV. Lembro de me sentir encantada com a Penélope Cruz, no primeiro encontro deles que durou uma noite inteira. Hoje, cerca de 15 anos depois, assisti a esse filme inteiro. Chorei ao final...um exemplo intenso de que há beleza na tristeza.
Tom Cruise está 100% entregue a um personagem arrogante, perdido e apaixonado.
A trilha sonora, o céu de Monet, a beleza de David, Julian e Sofia, a inocência daqueles que crescem sem referência de amor, a ganância, o surrealismo...tudo traz uma autencidade bela a este filme.
A escolha entre a vida real e o sonho é uma premissa sensível a todos nós. O que acontece quando nosso maior pesadelo se torna real? Talvez escolher sonhar pelo resto da sua existência seja o único caminho possível, mesmo que seja o caminho para a loucura. Mas há saída desse labirinto mental.
I choose life
Frankenstein
3.7 596 Assista AgoraAmbientação e atuações belíssimas. Mia Goth e Jacob Elordi me encantaram. No entanto, achei o roteiro meio fraco e chato. Maquiagem bem ao estilo Guillermo del Toro que não me agrada muito.
Uma Batalha Após a Outra
3.7 652 Assista AgoraFazia tempo que não me divertia tanto com um filme; nunca vi cenas de perseguição tão bem feitas. Dei um berro quando a irmã Haim apareceu
Steve
3.0 44 Assista AgoraVer pessoas que se dedicam ao próximo, especialmente àqueles desacreditados pela sociedade, sempre me encantará. O trabalho de desenvolver potencialidades e enxergar beleza naqueles que todos rejeitam (e com suas razões) deveria ser mais valorizado. Achei acertada a escolha de retratar esta realidade de forma tão caótica.
Amores Materialistas
3.1 388 Assista AgoraUm filme introspectivo, inteligente e sensível. Talvez os personagens não sejam tão carismáticos como imaginamos que seriam, nem o roteiro tão divertido quanto uma comédia romântica costuma ser.
Mas, acho que passou da hora de nos contentarmos com o fato de que a era da comédia romântica dos anos 2000 passou e não volta mais. Os milênios cresceram e se deram conta de que amores bobinhos cederam espaço para dates roteirizados e listas longas de exigências, a fim de sobreviver a uma sociedade sobrecarregada de informações e de crises de todos os tipos.
Ainda assim, Celine Song com Amores Materialistas nos ofereceu uma boa dose de otimismo com sua propaganda pró-casar por amor.
Encontros e Desencontros
3.8 1,7K Assista AgoraJá nos primeiros minutos de filme me senti tomada por uma atmosfera introspectiva e melancólica. Uma sensação bem conhecida por aqueles que já passaram temporadas de solidão e de estagnação na vida. Uma sensação que só passa ao se conectar com o outro, o que é quase impossível de acontecer num ambiente tão distante culturalmente de você, ou em relações fragilizadas. Charlotte e Bob encontram um caminho juntos para fora de si mesmos, considerando a cultura, a linguagem, as frustrações e as dúvidas que compartilham, mesmo com o abismo da idade que os separa. Talvez tenha rolado algum romance, mas só consigo pensar em conexão pura e simples. Que filme lindo 🥹
Close
4.2 656 Assista AgoraTudo o que você precisa saber sobre o filme está na atuação dos personagens, especialmente do Leo.
A reflexão de que meninas são socializadas para o afeto, enquanto meninos para a violência, não foi explicada, mas retratada pelo banal cotidiano de uma escola.
Até porque, é nos detalhes e nas sutilezas do dia a dia que crianças e adolescentes vão percebendo como a sociedade funciona, e no fluxo de tudo isso, se moldando para caber em caixinhas cada dia mais apertadas e sufocantes.
Um Lugar Silencioso: Dia Um
3.3 803A cada filme fica mais evidente pra mim que se trata de uma franquia beeeeem superestimada
Memórias de Ontem
4.1 248"Talvez meu eu do quinto ano esteja tentando me falar uma nova maneira de voar."
Zona de Interesse
3.6 694 Assista AgoraSempre me perguntei como eram e como viviam os algozes do holocausto. A partir deste filme, entendi que eram absurdamente comuns, como eu e você. Talvez seja isso o que mais me assusta na humanidade.
Anatomia de uma Queda
4.0 974 Assista AgoraO filme desagrada pois, supostamente, tem um "final aberto". No entanto, minha interpretação é que a provocação principal é "verdade vs dúvida", inclusive discutida explicitamente, em alguns momentos, entre os personagens. O que o diferencia de todos os outros filmes de tribunal/investigação que já vi, em que o tema central é a descoberta do mistério propriamente dito.
No fim, o filme se satisfaz com a dúvida, deixando a mensagem, para mim, de que a dúvida é ínsita à natureza humana e, portanto, a verdade talvez nunca seja de fato alcançável, a não ser que se escolha deliberadamente uma das possíveis verdades, defendendo-a convictamente, independentemente de evidências plausíveis.
No âmbito de um processo penal democrático, em teoria, a dúvida sobre a culpa do acusado deveria absolver. Na prática, o que vemos...bom, todo mundo conhece a prática.
Não sabemos o que levou à absolvição da personagem neste filme, mas a discussão levantada não deixa qualquer ponta solta, embora a dúvida, de forma provocativa aos mais curiosos, persista.
Pobres Criaturas
4.1 1,3K Assista AgoraHistória sobre o sofrimento feminino - uma busca incansável por quebrar correntes, e por desejos tipicamente vistos em almas aventureiras, curiosas e questionadoras, como é a de Bella Baxter. Essa junção bonita de bizarrices e complexidades humanas (aqui, especialmente femininas) é uma preciosidade audiovisual difícil de encontrar, principalmente quando se trata de uma direção masculina. Merece muitos prêmios e reconhecimento.
Barbie
3.8 1,7K Assista AgoraGreta, como sempre, tratando sobre a complexidade de ser aquela mulher que não rejeita completamente tudo aquilo atribuído ao feminino, bem como não se encaixa no estilo "bela, recatada e do lar". Mulheres enquanto seres humanos com desejos, inseguranças e dúvidas. Mulheres que não se entregam complemente ao lúdico, mas q resistem incansavelmente a se entregar a uma realidade dura e monocromática. Mulheres que podem ser esquisitas, melancólicas, divertidas, imperfeitas, contraditórias.
O ápice da crise existencial da Barbie é quando ela descobre que para viver o mundo real com plenitude, inclusive nas suas dores e perdas, é necessário entender que não se trata de ser uma criatura pronta e acabada, presa a uma caixinha, mas que pode e deve participar de toda criação de sua própria realidade.
Obrigada, Greta!!!
A Baleia
4.0 1,2K Assista AgoraDaddy issues alert!!!
Sorria
3.1 954 Assista AgoraFraco. Mas retratou relativamente bem o fato de só traumatizados entenderem o terror que é sorrir pra fingir costume do rombo e do horror que carregam por dentro, além de todo estigma que sofrem devido aos transtornos mentais que lhes acometem de tempos em tempos, sempre encarados com moralismo e desinformação.
As Memórias de Marnie
4.3 677 Assista AgoraQue filme lindo!! Uma estética de paz e relaxamento. O dia a dia mais ordinário retratado de forma bela: refeições; trabalho; sonecas; passeios; meditação. Um enredo sobre amadurecimento emocional e traumas. Uma menina de 12 anos que encontra na força do amor e da amizade uma forma de se encontrar fora de casa. Exploração e curiosidade infanto-juvenil num ambiente natural, belo, simples. A convivência com adultos que respeitam o espaço para a própria maturação, sem julgamentos. O plot twist é massa, mas é um mero detalhe. Para ser apreciado sempre.
Licorice Pizza
3.5 631Ou tem química, ou não tem. Não há meio termo. Não importa quantos homens mais interessantes e mais experientes surjam encantados com a sensualidade e irreverência, tão espontâneas, da Alana. O borogodó do boyzinho de 15 anos superou.
Romances juvenis tem disso...pureza, desejo, diversão, descobertas, encantamentos sei lá pelo o que. Sem dúvidas, mais atraente que aqueles baseados em longas listas de exigências que cada um carrega debaixo do braço.
Licorice Pizza foi uma grata e deliciosa surpresa. Comédia romântica nada clichê, cenários, trilhas sonoras, figurinos...tudo lindo. Quase não vi o tempo passar.
Lightyear
3.2 406 Assista AgoraFaz um tempo que venho percebendo a decadência dessa rede. Saudades da época em que o problema era apenas de acesso e bugs do site. Agora o problema é mais grave: não existe mais moderação de conteúdo. Lamento profundamente!
Mães Paralelas
3.7 419Novelão com questões relevantes e estética artística. Estranhamente, amei.