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27 years (BRA)
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Sou uma Pseudocinéfila. Uma grande apreciadora das artes em geral. Com um gosto bem diversificado e exigente. Amo o cinema clássico norte-americano. Entretanto, hoje em dia a 7ª arte Made in USA não me agrada tanto (odeio ação, não me agrada tanto efeito especiais e filmes com fins comerciais me irritam), prefiro o ousado cinema europeu, o inovador cinema latino-americano e o singelo cinema do Oriente Médio (principalmente o belíssimo cinema persa).

Últimas opiniões enviadas

  • Azizam Parvane

    A história de amor é linda. Quem não curtiu prefere clichês mesmo. A personagem Elisa é incrível. Sally Hawkins nos mostra uma atuação perfeita. Gostei da inovação em alguns aspectos, em alguns momentos parecia estar vendo um filme francês. Mas quanto o contexto histórico, Guerra Fria, estragou tudo. Ficou forçado. E aquele vilão norte-americano. Horrível. Parece mais um vilão Marvel ou coisa similar.

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  • Azizam Parvane

    Será que só eu que notei as influências de Buñuel em The Square? Quase releituras de clássicos como "Viridiana" e "O anjo exterminador".

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    As referências aos mendigos, a trilha, a proposta do Square.
    E o ataque a burguesia por meio da cena do homem-macaco, o elitismo exacerbado do mundo da arte e as cenas non-sense do próprio macaco. Mas "The square" vai além. Parte do pressuposto que a arte não é bela, mas contestadora e abstrata (propositalmente, o filme abre tantas interpretações). O vídeo de divulgação com a menina "loira" mendiga explodindo é um verdadeiro tapa na cara dos suecos e dos europeus. Certo momento na comitiva alguém contesta "Por que não colocaram uma criança de cabelos escuros?". E ao mesmo tempo traz a tona a idealização da purificação das crianças nos dias atuais, diferente dos anos 80, por exemplo. Vide a polêmica do Masp no ano passado. Não estamos tão distantes dos suecos. E o filme vai mais além. A cena da mulher da ONG pedindo que as pessoas salvem um humano, logo a câmera mostra um mendigo loiro. Os mendigos mostrados depois são morenos, aparentemente refugiados muçulmanos, ciganos etc. Os mesmos mendigos são ignorados e, a cena do fast-food mostra a provocação "quer um lanche sem cebola, então tire elas". Não contente, a trama vai mais além ainda. O garoto que pede desculpas é um representante da classe pobre, imigrante, refugiada e anônima ao mundo de Christian e da Europa.


    A arte nem sempre é bela. Ela precisa incomodar e nos fazer pensar muito. Isso que tirei deste filme. Por enquanto, meu preferido para levar a premiação da única categoria que me atrai no Oscar.

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  • Azizam Parvane

    Quase uma releitura de meu clássico preferido infantil, O mágico de Oz. Uma homenagem linda ao Día de los muertos e ao povo mexicano. Dá um baita orgulho de ser latina-americana 😍

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  • Gabriella
    Gabriella

    Que ótimo! Espero que você já tenha conseguido mais uma aquisição para sua coleção! :) Um ótimo final de ano para você!

  • MARCOS.70
    MARCOS.70

    Vc tem toda razão, o cinema norte americano já há muito tempo tornou-se um lixo enlatado digerido por plateias alienadas que aplaudem em pé a violência e, tão somente, os efeitos visuais, sem desmerecer a fantástica tecnologia empregada nas suas produções.

    Realmente o cinema europeu, o asiático e, principalmente, o persa e o argentino, todos, estão voltados para as relações humanas, suas reações, emoções, informações, etc. etc...

  • Gabriella
    Gabriella

    Sim, estou torcendo para que você consiga um trabalho! Está bem difícil mesmo, eu sei! haha E você vai conseguir acabar sua coleção, tenho certeza! :)