Uma das melhores séries já feitas. Não é só uma história sobre a guerra, mas as pessoas por trás dos soldados. Que a história os classificam como heróis de guerra, mas que na verdade são pessoas comuns como nós, com medos e coragem, talentos e inexperiências, erros e acertos, orgulhos e modéstias, competências e incapacidades, sortes e azares, alegrias e tristezas. E é por essa identificação com cada personagem que a série nos faz nos sentir como se estivéssemos lá, do lado deles, e deixar de serem simples personagens para ser como se fossem nossos próprios companheiros. Simplesmente imperdível.
Me surpreendeu hein. O filme começa um tanto acelerado demais para mim, com muita cena entrecortada sem tempo para digerir os detalhes, mas é gratificante como o filme vai melhorando a cada minuto que passa. A trama, personagens, atuação, enredo, tudo vai sendo construído com leveza e bom humor, mas também com sensibilidade, detalhes e riqueza. Fazia tempo que um filme de ficção não merecia nota 10. Esse merece.
Boa série. Uma prova que uma boa história não precisa de cenas surpreendentes ou chocantes e reviravoltas o tempo todo para prender a atenção. A construção da trama é um pouco lenta, mas até mesmo isso é proposital para criar uma tensão crescente na trama principal, e também dá tempo de construir os personagens sem pressa e ter empatia por eles. O problema é a conclusão da série, dá a impressão que realmente foi 'cancelada' abruptamente e tiveram que arrematar de maneira simplória e sem sal. Mas não estraga a experiência, vai lá e dá uma chance.
O filme tem uma premissa interessante, ele começa bem construído, com uma boa dose de mistério e tensão constante, que te prende na história, não é perfeito mas tem um ritmo decente. Mas do meio para o final o filme derrapa completamente. Parece dirigido por outra pessoa, os personagens mudam suas personalidades e ficam mais caricatas e rasas, o roteiro ignora tudo o que foi construído e se torna uma coleção gratuita de cenas jogadas de "reviravoltas" só para entreter, ou seja zomba da inteligência do expectador. Ao ponto que dá vontade de desistir do filme, que na verdade você nem precisa esperar o fim pois as coisas são tão sem noção que nem importa mais o final. Mais uma boa idéia tratada como mais um enlatado de Hollywood.
Me surpreendeu! Tem uma história simples, com poucas reviravoltas, o enredo é o ponto mais fraco, começa promissor, porém sem desenvolver o que foi instigado.
Mas definitivamente isso não estraga a experiência, pois o brilho do filme está em justamente acompanhar o super carismático robô Jeff e a luta de Finch para sobreviver e cuidar do cachorro enquanto tutora seu recêm construído robô. E é justamente essa relação entre os três que ganha o expectador, causando uma empatia acima da média pela dor de cada um em sobreviver diante de um mundo pós apocalíptico hostil, cruel e perigoso, e que ao mesmo tempo é rechado de interações simples porém delicadas, que causa tensão, diverte e até emociona, de tão inusitadas.
A escolha da personalidade do robô pelo diretor definitivamente foi seu maior acerto.
Eis um filme que me pegou de surpresa. Pelo ritmo e estilo do filme inicialmente, achei que iria tomar um rumo para mais um filme de suspense psicológico clichê, mas me enganei (felizmente). O enredo e desenrolar da trama ganha um contorno imprevisível, delicado, surpreendente e emocionante, com uma história bem amarrada, com um ótimo começo meio e fim, sem defeitos. Facilmente virou um dos meus preferidos.
A atuação da Harley Bennett está impecável, falando puco no filme, mas riquíssima com as suas expressões e linguagem corporal. E também outros coadjuvantes no filme também estão incríveis.
Poucos filmes exploram um problema psicológico incomum num contexto tóxico e opressor com tanta sutilezas e inteligência, mesmo às vezes com com poucos ou nenhum diálogo.
O filme é recheado de discussões e críticas sociais interessantes e construídas de forma inteligente, nos fazendo refletir sobre estereótipos, preconceitos, discriminações, consumismo, vaidades, aspirações, o nosso lugar no mundo, machismo e feminismo da nossa sociedade atual e do passado recente.
As atuações estão boas, direção, produção e fotografia ok, os momentos musicais na medida certa. Um filme sem defeitos graves.
Dito isso, pelo gigantesco hype criado, como filme em si é realmente superestimado. Aparenta ser um compilado de inúmeros recortes bem bolados e interessantes, mas que não funciona tão bem assim como um filme. Como se pegasse dezenas de vídeos curtos e recortes para o TikTok que sozinhos são interessantes, mas que todos juntos não produz automaticamente um grande filme.
Como todos ali têm uma caricatura, e um texto pensado e bem construído, soa um tanto artificial, não causa empatia, falta naturalidade. Muitas cenas disfarçadas de enredo, mas que são o puro suco do marketing e capitalismo, uma vitrine para vender brinquedo e produtos da marca, criando novos consumidores, não só crianças, pois até mesmo os discursos direcionado para outros grupos (homens - mulheres - minorias) são muito bem pensados e passam a sensação de criar empatia pela marca inserindo-a na cultura pop e alavancar vendas. Não tem uma história marcante, o enredo é artificial, enfim como filme não rola.
Apesar de ser um fã de cinema e um fã de F1 há muitos anos, fui assistir sem expectativas. E saí com reações mistas. O envolvimento do Hamilton na produção do filme realmente ajudou para que diversos detalhes da categoria ficassem condizentes com a realidade. Carros, equipe, engenheiros, pilotos, boxes, fatos históricos, manobras, procedimentos de corrida ficaram próximos da realidade, o que é bom. Porém as cenas das corridas, apesar de serem bem movimentadas, interessantes e razoavelmente verossimeis, são muito aceleradas e frenéticas, muito entrecortadas, resumindo-se a uma enxurrada de flashes similar aos spots de tv de chamada da F1, não dando tempo para o expectador assimilar com calma e ver direito as manobras dos carros em pista, muito diferente de como é realmente na corrida. Mas é compreensível pois é assim que são nos filmes de ação da atualidade, e o público em geral gosta assim, talvez se fosse feito no ritmo real de uma corrida de F1 o público iria criticar e não gostar. Quanto ao enredo e história vejo o maior problema. Não há defeitos graves, atuações estão OK, a história é clichê sem grandes inovações, porém falta um coração para a história e para as atuações, um tanto artificiais. A mensagem que se passa é que é legal correr e pronto, sem maiores motivos ou explicações, que para que não é apaixonado por correr falta mais convencimento e algo que nos faça se identificar com o esporte. Enfim, é parecido com um filme da Marvel, produção ok, direção ok, efeitos de encher os olhos, história simples mas bem amarrada, enredo bem comercial para encher bilheterias, mas só. Falta alma, falta algo memorável, para ser lembrado depois. Similar a um fast-food do Mac, gostoso, satisfaz, mata a fome, mas não nutre, não tem substância e no dia seguinte já esqueci dele.
Aqui vai uma opinião de quem não gosta de filmes de super heróis, nem quadrinhos e não é"nerd". É um filme infantil, divertido, bobo, com roteiro simplório e clichê à moda antiga que lembra as séries de tv dos anos 80, mas num ritmo moderno atual, Perfeito para levar seus filhos ou sobrinhos ao cinema para um lazer no final de semana, eles vão adorar o cachorrinho. Enquanto isso dá tranquilo para se divertir naquele seu jogo de celular preferido.
Impossível assistir e ficar indiferente aos dramas, constrangimentos, dores e problemas de cada um ali. O fato de ser filmado em plano-sequência nos faz prender a atenção a cada minuto para não perder os detalhes e também passa a sensação que não há trégua nos eventos que se seguem aos personagens, como se um fosse se acumulando ao outro em cima de cada personagem, nos deixando na expectativa de quem ou quando alguém irá estourar ou jogar a toalha diante de tudo o que está acontecendo. Um drama competente, que consegue nos transmitir e nos fazer sentir a dor e o constrangimento de cada um na trama, cada um na sua intensidade ou gravidade do desenrolar dos fatos. E com a inovação de mostrar os dois lados de tudo, tanto na visão no lado dos clientes como dos funcionários, como de chefes ou subordinados, sendo no entanto o mais imparcial possível nesse processo, sem defender lados, e mostrando as causas de determinadas consequências, o que nos faz lembrar que é difícil apontar quem está 100% certo ou errado nas situações. Imperdível
Um filme com uma premissa interessante e bem desenvolvida, que é a reinserção de pessoas idosas já aposentadas na vida ativa. E ela vai além, construindo de uma maneira leve, inteligente e sutil questões que nossa sociedade evita falar, como a morte, a velhice, o medo de ficar sozinho, a falta de propósito, as fragilidades de pessoas em grandes cargos (que adivinhe! são humanos como nós), enfim, um filme que até a primeira metade é muito bem construído e é gostoso de se assistir. O porém é com a segunda metade do filme. Ele toma um rumo totalmente diferente e esquece do personagem que veio contar a história. O filme na segunda metade é sobre a chefe do personagem, e infelizmente não é desenvolvida como o primeiro. O que antes era sutil agora descamba para o dramalhão e pastelão. Tudo o que funcionou na primeira metade é feito com exageros ao nível do artificial, o que torna a experiência cansativa e até piegas. Muitos diálogos e cenas sem necessidade de estar lá, falas artificiais que parecem decoradas só para ficar bonito (a filha do casal que o diga), só para parecer fofinho e uma gracinha. Abusa de cenas pedantes para encher lacunas e estender o filme além do necessário, e faz personagens antes sutis se tornarem babosos, emocionais demais e inseguros, desnecessariamente. O foco do filme fica tanto obcecado em explorar esses dramas deforma desmedida que as questões do protagonista principal, da empresa, da sua chefe, tudo é deixado de lado para focar somente nos problemas pessoais da Jules Ostin e seus dramas e inseguranças. Tanto é que fica claro que o filme se resume em apenas passar uma mensagem explicitamente direcionada às mulheres bem sucedidas na carreira, mas que se sentem muito inseguras e para elas não acharem que isso é que "atrapalha" seu relacionamento amoroso e familiar. É uma pena, tinha inteligência, sutileza, enfim, ingredientes, história e atores para ser um grande filme, mas infelizmente se perdeu em um melodrama cansativo em algum lugar na cabeça da diretora.
Avatar O Caminho da Água é uma grata surpresa. Apesar de ser uma continuação, consegue no conjunto da obra ser melhor que o primeiro (na minha opinião), coisa um tanto rara no cinema, isso levando em conta que o primeiro é um marco no cinema por ser inovador em efeitos especiais e a maior bilheteria de todos os tempos, e mesmo assim essa continuação também consegue fincar a bandeira entre as maiores bilheterias de todos os tempos. Explico isso por alguns motivos: - A fotografia e efeitos especiais impecáveis, fruto de 13 anos de dedicação do diretor no perfeccionismo nos detalhes da sua obra. - A história inova e sai de ser uma mera continuação da história e conceitos já apresentados no primeiro filme, sempre mantendo a proposta de ter claras referências à nossa própria cultura e meio ambiente e sociedade aqui no nosso planeta. - Consegue trazer mais personagens, com histórias e vida próprias, deixando de apenas focar nos protagonistas principais do primeiro filme. - Diminui a pegada maniqueísta do primeiro filme, de que todos ou são bons ou são maus, se aproximando mais da realidade da natureza da vida. A minha pergunta é: porque esse filme desagradou tanto uma boa parcela do público e crítica? É lógico que o filme tem sérios problemas de enredo e trama, o maior ponto fraco dessa obra. Uma trama rasa que relembra as séries de ação da sessão da tarde. Os vilões estereotipados e caricatos dos anos 90 de James Cameron estão ainda presentes e já estão enjoativamente datados. Mas no meu ver esses problemas não estragam a belíssima experiência. A riqueza de personagens, biomas, ambientes, cenários de tirar o fôlego, e mini histórias inseridas no filme que contam e enriquecem a história central com certeza vale e muito a conferida.
É um filme bom, mas com alguns problemas. O principal ao meu ver é o público que o filme tentou atingir: O público de massa. Primeiro fazendo um trailer que passava a impressão de outro tipo de filme, um filme de época tradicional ao estilo Vikings. Segundo por tentar fazê-lo virar um blockbuster, pela Universal, o que obviamente deu errado. Quem conhece o diretor sabe muito bem que não é o estilo dele. Terceiro, por adaptar no cinema uma mescla de mitologia Nórdica com peça de Shakespeare, o que também além de arriscado é um gosto de nicho, o que deu para perceber que é fora da zona de conforto do diretor. Em resumo, frustrou pessoas que foram ver um filme blockbuster e encontrou outra coisa, já que não entendem o estilo do diretor, e nem mesmo aos fãs dele, que viram algo aquém do que esperariam visto a qualidade das suas obras anteriores. Em resumo, é um bom filme, boas atuações, boa fotografia, muitos detalhes da cultura nórdica, boa história. Mas, falhas na adaptação do teatro para um enredo de cinema, falhas de ritmo e misturas de estilo um tanto atropeladas tira o filme de ser bem melhor.
A série surpreende. Consegue ser mais do que uma série de pessoas trabalhando numa cozinha caótica e estressante, fórmula já batida de inúmeros filmes dos últimos anos. O diretor explora acertadamente sem pressa as reações e expressões dos personagens, dando tempo para os expectadores criarem empatia e os atores fazerem um ótimo trabalho, se destacando em cada um dos seus diferentes papéis e personalidades. O enredo e histórias saem do lugar comum, sendo ao mesmo tempo enigmática e super comum às pessoas dos nossos tempos modernos. Facilmente te prende para assistir a série de uma tacada só, e deixa um ar reflexivo em nós mesmos, em como lidamos com nossas relações de trabalho, familiares e ambições profissionais.
Um filme brutal, mas também sensorial, contemplativo e imersivo, com belas fotografias, cenários e enquadramentos, uma pintura em forma de filme. Uma pesquisa de antemão da mitologia Nórdica do Valhalla, do paganismo/cristianismo nórdico ajuda a se situar no filme e ter uma ideia do enredo. Porém os pouquíssimos diálogos, longas cenas sem qualquer ação, e uma história sem uma construção linear e sem objetivo aparente torna a experiência arrastada e sonolenta.
O filme até a primeira metade aparenta ser um suspense mediano e previsível, um simples bockbuster com enredo manjado e 'mistério' pouco envolvente. Porém a atuação de Emily Blunt se destaca e se aprofunda, tomando outra direção e entregando uma riqueza de detalhes e dramas da própria personagem que nos faz ter empatia e nos identificar. Ela realmente rouba a cena e acompanhar a evolução da personagem toma a frente no plot e o mistério e a trama central, que já não empolgava mesmo, ficam até para segundo plano.
É um filme médio. Sem comparar e contextualizá-lo com a trilogia original, é um bom entretenimento atual, boas sacadas de roteiro, críticas inteligentes à sociedade, bastante lutas, novos personagens interessantes, atuação ok, efeitos especiais, ação frenética, e uma trama interessante.
O grande problema do filme é que ele faz parte de algo muito maior, uma das histórias mais geniais e filosóficas da ficção científica do cinema, e comparado com estes, ficou pequeno e superficial. Muitas histórias, tramas, enredos, personagens e até locais foram descartados, descaracterizados ou reduzidos a questões pouco relevantes para a trama. É uma pena, muito se esperava ansiosamente de personagens em potencial, que algumas questões em aberto do universo Matrix seriam respondidas ou abordadas, mas não foi o caso. O pouco que foi reaproveitado foi apenas o que era suficiente para esta nova trama. Tipo aquele pratinho de fim de festa que levamos para casa para comermos no dia seguinte.
A direção do filme é que houve na minha opinião os maiores problemas. As cenas de ação possuem enquadramentos ruins, muitos cortes de câmera, velocidade exagerada, a ponto de fazer o expectador se perder de qual cena faz parte de qual. As atuações dos personagens da trama original ficaram apagadas, meio que no automático, perdendo o brilho e carisma que tinham. Além de que apesar das boas ideias de enredo que o filme têm, peca na execução delas, tirando a empolgação que poderia ter.
O filme é bom, tem suas qualidades - excelente fotografia, ambientação imersiva, efeitos especiais de primeira linha, atuações competentes, de fato o filme certamente não decepciona.
Porém, vindo de um diretor do calibre de Denis Villeneuve, esperava mais. Faltou aprofundamentos dos personagens para causar conexões e expectativas na audiência. Alguns descartados cedo demais, outros sequer aparecem direito, e ficam só na vontade. Muito conteúdo, ambiente e personagens da política das casas e do Império foram deixadas de fora.
A costumeira pegada contemplativa do diretor, que não tem pressa em ambientalizar o espectador e mexer com os sentidos consumiu o tempo do filme e fez o filme passar de forma a não dar tempo do diretor de desenvolver os personagens, a política, os conflitos das Casas, o Império e até mesmo o Melange, que são apenas pincelados no filme.
No resumo da ópera, parece que é apenas um prelúdio de um grande filme que ainda está por vir. Parece um menu degustação prime de um delicioso banquete principal que não será servido.
Uma sátira interessante em forma de metalinguagem dos filmes/séries de ficção científica que formaram uma significativa base de fãs. Porém diferente dos filmes do gênero, este consegue ter vida própria, pois tem um roteiro bem escrito, amarrado e coeso, que não se leva tão a sério, bem humorado mas sem ser escrachado, e com acertados momentos dramáticos. Apesar de pouco conhecido pela massa, é muito amado pelos fãs e até por cineastas, produtores e atores, pois homenageia uma classe que geralmente é ignorada nos filmes: A do fã incondicional.
O filme é forte, têm até seus bons momentos, um roteiro original que prende a atenção e expõe sem rodeios os fortes estereótipos brasileiros numa saga de um cozinheiro desconhecido, que até lembra (ligeiramente) à Ratatouille. Porém, os excessos na caracterização dos personagens, com os mesmos estereótipos tresloucados dos brasileiros cafajestes, prostitutas e bandidos que é mais do mesmo nos filmes e novelas nacionais, com reviravoltas convenientes e um tanto forçadas. No rumo geral que a trama toma, as cenas beiram até o escatológico. No resumo da ópera, não gostei .Têm realmente que ter 'estomago' para ver o filme, quase que desisti.
Irmãos de Guerra
4.7 639 Assista AgoraUma das melhores séries já feitas. Não é só uma história sobre a guerra, mas as pessoas por trás dos soldados. Que a história os classificam como heróis de guerra, mas que na verdade são pessoas comuns como nós, com medos e coragem, talentos e inexperiências, erros e acertos, orgulhos e modéstias, competências e incapacidades, sortes e azares, alegrias e tristezas. E é por essa identificação com cada personagem que a série nos faz nos sentir como se estivéssemos lá, do lado deles, e deixar de serem simples personagens para ser como se fossem nossos próprios companheiros. Simplesmente imperdível.
Devoradores de Estrelas
4.1 471 Assista AgoraMe surpreendeu hein. O filme começa um tanto acelerado demais para mim, com muita cena entrecortada sem tempo para digerir os detalhes, mas é gratificante como o filme vai melhorando a cada minuto que passa. A trama, personagens, atuação, enredo, tudo vai sendo construído com leveza e bom humor, mas também com sensibilidade, detalhes e riqueza. Fazia tempo que um filme de ficção não merecia nota 10. Esse merece.
The Outsider
3.6 283 Assista AgoraBoa série. Uma prova que uma boa história não precisa de cenas surpreendentes ou chocantes e reviravoltas o tempo todo para prender a atenção. A construção da trama é um pouco lenta, mas até mesmo isso é proposital para criar uma tensão crescente na trama principal, e também dá tempo de construir os personagens sem pressa e ter empatia por eles. O problema é a conclusão da série, dá a impressão que realmente foi 'cancelada' abruptamente e tiveram que arrematar de maneira simplória e sem sal. Mas não estraga a experiência, vai lá e dá uma chance.
Justiça Artificial
3.1 118 Assista AgoraO filme tem uma premissa interessante, ele começa bem construído, com uma boa dose de mistério e tensão constante, que te prende na história, não é perfeito mas tem um ritmo decente. Mas do meio para o final o filme derrapa completamente. Parece dirigido por outra pessoa, os personagens mudam suas personalidades e ficam mais caricatas e rasas, o roteiro ignora tudo o que foi construído e se torna uma coleção gratuita de cenas jogadas de "reviravoltas" só para entreter, ou seja zomba da inteligência do expectador. Ao ponto que dá vontade de desistir do filme, que na verdade você nem precisa esperar o fim pois as coisas são tão sem noção que nem importa mais o final. Mais uma boa idéia tratada como mais um enlatado de Hollywood.
A Astronauta
2.3 51 Assista AgoraÉ um filme de ficção científica na história do cinema
Finch
3.6 237 Assista AgoraMe surpreendeu! Tem uma história simples, com poucas reviravoltas, o enredo é o ponto mais fraco, começa promissor, porém sem desenvolver o que foi instigado.
Mas definitivamente isso não estraga a experiência, pois o brilho do filme está em justamente acompanhar o super carismático robô Jeff e a luta de Finch para sobreviver e cuidar do cachorro enquanto tutora seu recêm construído robô. E é justamente essa relação entre os três que ganha o expectador, causando uma empatia acima da média pela dor de cada um em sobreviver diante de um mundo pós apocalíptico hostil, cruel e perigoso, e que ao mesmo tempo é rechado de interações simples porém delicadas, que causa tensão, diverte e até emociona, de tão inusitadas.
A escolha da personalidade do robô pelo diretor definitivamente foi seu maior acerto.
Vá e Veja
4.5 798Como a desculpa de uma guerra revela o que há mais de cruel e repulsivo dentro do coração do homem.
Devorar
3.7 398 Assista AgoraEis um filme que me pegou de surpresa. Pelo ritmo e estilo do filme inicialmente, achei que iria tomar um rumo para mais um filme de suspense psicológico clichê, mas me enganei (felizmente). O enredo e desenrolar da trama ganha um contorno imprevisível, delicado, surpreendente e emocionante, com uma história bem amarrada, com um ótimo começo meio e fim, sem defeitos. Facilmente virou um dos meus preferidos.
A atuação da Harley Bennett está impecável, falando puco no filme, mas riquíssima com as suas expressões e linguagem corporal. E também outros coadjuvantes no filme também estão incríveis.
Poucos filmes exploram um problema psicológico incomum num contexto tóxico e opressor com tanta sutilezas e inteligência, mesmo às vezes com com poucos ou nenhum diálogo.
Imperdível. Aplaudo de pé.
Barbie
3.8 1,7K Assista AgoraO filme é recheado de discussões e críticas sociais interessantes e construídas de forma inteligente, nos fazendo refletir sobre estereótipos, preconceitos, discriminações, consumismo, vaidades, aspirações, o nosso lugar no mundo, machismo e feminismo da nossa sociedade atual e do passado recente.
As atuações estão boas, direção, produção e fotografia ok, os momentos musicais na medida certa. Um filme sem defeitos graves.
Dito isso, pelo gigantesco hype criado, como filme em si é realmente superestimado. Aparenta ser um compilado de inúmeros recortes bem bolados e interessantes, mas que não funciona tão bem assim como um filme. Como se pegasse dezenas de vídeos curtos e recortes para o TikTok que sozinhos são interessantes, mas que todos juntos não produz automaticamente um grande filme.
Como todos ali têm uma caricatura, e um texto pensado e bem construído, soa um tanto artificial, não causa empatia, falta naturalidade. Muitas cenas disfarçadas de enredo, mas que são o puro suco do marketing e capitalismo, uma vitrine para vender brinquedo e produtos da marca, criando novos consumidores, não só crianças, pois até mesmo os discursos direcionado para outros grupos (homens - mulheres - minorias) são muito bem pensados e passam a sensação de criar empatia pela marca inserindo-a na cultura pop e alavancar vendas. Não tem uma história marcante, o enredo é artificial, enfim como filme não rola.
F1: O Filme
3.7 441 Assista AgoraApesar de ser um fã de cinema e um fã de F1 há muitos anos, fui assistir sem expectativas. E saí com reações mistas.
O envolvimento do Hamilton na produção do filme realmente ajudou para que diversos detalhes da categoria ficassem condizentes com a realidade. Carros, equipe, engenheiros, pilotos, boxes, fatos históricos, manobras, procedimentos de corrida ficaram próximos da realidade, o que é bom.
Porém as cenas das corridas, apesar de serem bem movimentadas, interessantes e razoavelmente verossimeis, são muito aceleradas e frenéticas, muito entrecortadas, resumindo-se a uma enxurrada de flashes similar aos spots de tv de chamada da F1, não dando tempo para o expectador assimilar com calma e ver direito as manobras dos carros em pista, muito diferente de como é realmente na corrida. Mas é compreensível pois é assim que são nos filmes de ação da atualidade, e o público em geral gosta assim, talvez se fosse feito no ritmo real de uma corrida de F1 o público iria criticar e não gostar.
Quanto ao enredo e história vejo o maior problema. Não há defeitos graves, atuações estão OK, a história é clichê sem grandes inovações, porém falta um coração para a história e para as atuações, um tanto artificiais. A mensagem que se passa é que é legal correr e pronto, sem maiores motivos ou explicações, que para que não é apaixonado por correr falta mais convencimento e algo que nos faça se identificar com o esporte.
Enfim, é parecido com um filme da Marvel, produção ok, direção ok, efeitos de encher os olhos, história simples mas bem amarrada, enredo bem comercial para encher bilheterias, mas só. Falta alma, falta algo memorável, para ser lembrado depois. Similar a um fast-food do Mac, gostoso, satisfaz, mata a fome, mas não nutre, não tem substância e no dia seguinte já esqueci dele.
Superman
3.6 916 Assista AgoraAqui vai uma opinião de quem não gosta de filmes de super heróis, nem quadrinhos e não é"nerd".
É um filme infantil, divertido, bobo, com roteiro simplório e clichê à moda antiga que lembra as séries de tv dos anos 80, mas num ritmo moderno atual,
Perfeito para levar seus filhos ou sobrinhos ao cinema para um lazer no final de semana, eles vão adorar o cachorrinho.
Enquanto isso dá tranquilo para se divertir naquele seu jogo de celular preferido.
O Chef
3.9 50 Assista AgoraImpossível assistir e ficar indiferente aos dramas, constrangimentos, dores e problemas de cada um ali. O fato de ser filmado em plano-sequência nos faz prender a atenção a cada minuto para não perder os detalhes e também passa a sensação que não há trégua nos eventos que se seguem aos personagens, como se um fosse se acumulando ao outro em cima de cada personagem, nos deixando na expectativa de quem ou quando alguém irá estourar ou jogar a toalha diante de tudo o que está acontecendo.
Um drama competente, que consegue nos transmitir e nos fazer sentir a dor e o constrangimento de cada um na trama, cada um na sua intensidade ou gravidade do desenrolar dos fatos.
E com a inovação de mostrar os dois lados de tudo, tanto na visão no lado dos clientes como dos funcionários, como de chefes ou subordinados, sendo no entanto o mais imparcial possível nesse processo, sem defender lados, e mostrando as causas de determinadas consequências, o que nos faz lembrar que é difícil apontar quem está 100% certo ou errado nas situações.
Imperdível
Um Senhor Estagiário
3.9 1,2K Assista AgoraUm filme com uma premissa interessante e bem desenvolvida, que é a reinserção de pessoas idosas já aposentadas na vida ativa. E ela vai além, construindo de uma maneira leve, inteligente e sutil questões que nossa sociedade evita falar, como a morte, a velhice, o medo de ficar sozinho, a falta de propósito, as fragilidades de pessoas em grandes cargos (que adivinhe! são humanos como nós), enfim, um filme que até a primeira metade é muito bem construído e é gostoso de se assistir.
O porém é com a segunda metade do filme. Ele toma um rumo totalmente diferente e esquece do personagem que veio contar a história. O filme na segunda metade é sobre a chefe do personagem, e infelizmente não é desenvolvida como o primeiro. O que antes era sutil agora descamba para o dramalhão e pastelão. Tudo o que funcionou na primeira metade é feito com exageros ao nível do artificial, o que torna a experiência cansativa e até piegas. Muitos diálogos e cenas sem necessidade de estar lá, falas artificiais que parecem decoradas só para ficar bonito (a filha do casal que o diga), só para parecer fofinho e uma gracinha. Abusa de cenas pedantes para encher lacunas e estender o filme além do necessário, e faz personagens antes sutis se tornarem babosos, emocionais demais e inseguros, desnecessariamente.
O foco do filme fica tanto obcecado em explorar esses dramas deforma desmedida que as questões do protagonista principal, da empresa, da sua chefe, tudo é deixado de lado para focar somente nos problemas pessoais da Jules Ostin e seus dramas e inseguranças.
Tanto é que fica claro que o filme se resume em apenas passar uma mensagem explicitamente direcionada às mulheres bem sucedidas na carreira, mas que se sentem muito inseguras e para elas não acharem que isso é que "atrapalha" seu relacionamento amoroso e familiar.
É uma pena, tinha inteligência, sutileza, enfim, ingredientes, história e atores para ser um grande filme, mas infelizmente se perdeu em um melodrama cansativo em algum lugar na cabeça da diretora.
Avatar: O Caminho da Água
3.9 1,4K Assista AgoraAvatar O Caminho da Água é uma grata surpresa.
Apesar de ser uma continuação, consegue no conjunto da obra ser melhor que o primeiro (na minha opinião), coisa um tanto rara no cinema, isso levando em conta que o primeiro é um marco no cinema por ser inovador em efeitos especiais e a maior bilheteria de todos os tempos, e mesmo assim essa continuação também consegue fincar a bandeira entre as maiores bilheterias de todos os tempos.
Explico isso por alguns motivos:
- A fotografia e efeitos especiais impecáveis, fruto de 13 anos de dedicação do diretor no perfeccionismo nos detalhes da sua obra.
- A história inova e sai de ser uma mera continuação da história e conceitos já apresentados no primeiro filme, sempre mantendo a proposta de ter claras referências à nossa própria cultura e meio ambiente e sociedade aqui no nosso planeta.
- Consegue trazer mais personagens, com histórias e vida próprias, deixando de apenas focar nos protagonistas principais do primeiro filme.
- Diminui a pegada maniqueísta do primeiro filme, de que todos ou são bons ou são maus, se aproximando mais da realidade da natureza da vida.
A minha pergunta é: porque esse filme desagradou tanto uma boa parcela do público e crítica?
É lógico que o filme tem sérios problemas de enredo e trama, o maior ponto fraco dessa obra. Uma trama rasa que relembra as séries de ação da sessão da tarde. Os vilões estereotipados e caricatos dos anos 90 de James Cameron estão ainda presentes e já estão enjoativamente datados.
Mas no meu ver esses problemas não estragam a belíssima experiência. A riqueza de personagens, biomas, ambientes, cenários de tirar o fôlego, e mini histórias inseridas no filme que contam e enriquecem a história central com certeza vale e muito a conferida.
O Homem do Norte
3.7 1,0K Assista AgoraÉ um filme bom, mas com alguns problemas.
O principal ao meu ver é o público que o filme tentou atingir: O público de massa.
Primeiro fazendo um trailer que passava a impressão de outro tipo de filme, um filme de época tradicional ao estilo Vikings.
Segundo por tentar fazê-lo virar um blockbuster, pela Universal, o que obviamente deu errado. Quem conhece o diretor sabe muito bem que não é o estilo dele.
Terceiro, por adaptar no cinema uma mescla de mitologia Nórdica com peça de Shakespeare, o que também além de arriscado é um gosto de nicho, o que deu para perceber que é fora da zona de conforto do diretor.
Em resumo, frustrou pessoas que foram ver um filme blockbuster e encontrou outra coisa, já que não entendem o estilo do diretor, e nem mesmo aos fãs dele, que viram algo aquém do que esperariam visto a qualidade das suas obras anteriores.
Em resumo, é um bom filme, boas atuações, boa fotografia, muitos detalhes da cultura nórdica, boa história. Mas, falhas na adaptação do teatro para um enredo de cinema, falhas de ritmo e misturas de estilo um tanto atropeladas tira o filme de ser bem melhor.
O Urso (1ª Temporada)
4.3 474 Assista AgoraA série surpreende. Consegue ser mais do que uma série de pessoas trabalhando numa cozinha caótica e estressante, fórmula já batida de inúmeros filmes dos últimos anos. O diretor explora acertadamente sem pressa as reações e expressões dos personagens, dando tempo para os expectadores criarem empatia e os atores fazerem um ótimo trabalho, se destacando em cada um dos seus diferentes papéis e personalidades.
O enredo e histórias saem do lugar comum, sendo ao mesmo tempo enigmática e super comum às pessoas dos nossos tempos modernos.
Facilmente te prende para assistir a série de uma tacada só, e deixa um ar reflexivo em nós mesmos, em como lidamos com nossas relações de trabalho, familiares e ambições profissionais.
O Guerreiro Silencioso
3.1 282 Assista AgoraUm filme brutal, mas também sensorial, contemplativo e imersivo, com belas fotografias, cenários e enquadramentos, uma pintura em forma de filme. Uma pesquisa de antemão da mitologia Nórdica do Valhalla, do paganismo/cristianismo nórdico ajuda a se situar no filme e ter uma ideia do enredo. Porém os pouquíssimos diálogos, longas cenas sem qualquer ação, e uma história sem uma construção linear e sem objetivo aparente torna a experiência arrastada e sonolenta.
A Garota no Trem
3.6 1,6K Assista AgoraO filme até a primeira metade aparenta ser um suspense mediano e previsível, um simples bockbuster com enredo manjado e 'mistério' pouco envolvente. Porém a atuação de Emily Blunt se destaca e se aprofunda, tomando outra direção e entregando uma riqueza de detalhes e dramas da própria personagem que nos faz ter empatia e nos identificar. Ela realmente rouba a cena e acompanhar a evolução da personagem toma a frente no plot e o mistério e a trama central, que já não empolgava mesmo, ficam até para segundo plano.
Matrix Resurrections
2.8 1,3K Assista AgoraÉ um filme médio. Sem comparar e contextualizá-lo com a trilogia original, é um bom entretenimento atual, boas sacadas de roteiro, críticas inteligentes à sociedade, bastante lutas, novos personagens interessantes, atuação ok, efeitos especiais, ação frenética, e uma trama interessante.
O grande problema do filme é que ele faz parte de algo muito maior, uma das histórias mais geniais e filosóficas da ficção científica do cinema, e comparado com estes, ficou pequeno e superficial. Muitas histórias, tramas, enredos, personagens e até locais foram descartados, descaracterizados ou reduzidos a questões pouco relevantes para a trama. É uma pena, muito se esperava ansiosamente de personagens em potencial, que algumas questões em aberto do universo Matrix seriam respondidas ou abordadas, mas não foi o caso. O pouco que foi reaproveitado foi apenas o que era suficiente para esta nova trama. Tipo aquele pratinho de fim de festa que levamos para casa para comermos no dia seguinte.
A direção do filme é que houve na minha opinião os maiores problemas. As cenas de ação possuem enquadramentos ruins, muitos cortes de câmera, velocidade exagerada, a ponto de fazer o expectador se perder de qual cena faz parte de qual. As atuações dos personagens da trama original ficaram apagadas, meio que no automático, perdendo o brilho e carisma que tinham. Além de que apesar das boas ideias de enredo que o filme têm, peca na execução delas, tirando a empolgação que poderia ter.
Duna
3.8 1,7K Assista AgoraO filme é bom, tem suas qualidades - excelente fotografia, ambientação imersiva, efeitos especiais de primeira linha, atuações competentes, de fato o filme certamente não decepciona.
Porém, vindo de um diretor do calibre de Denis Villeneuve, esperava mais. Faltou aprofundamentos dos personagens para causar conexões e expectativas na audiência. Alguns descartados cedo demais, outros sequer aparecem direito, e ficam só na vontade. Muito conteúdo, ambiente e personagens da política das casas e do Império foram deixadas de fora.
A costumeira pegada contemplativa do diretor, que não tem pressa em ambientalizar o espectador e mexer com os sentidos consumiu o tempo do filme e fez o filme passar de forma a não dar tempo do diretor de desenvolver os personagens, a política, os conflitos das Casas, o Império e até mesmo o Melange, que são apenas pincelados no filme.
No resumo da ópera, parece que é apenas um prelúdio de um grande filme que ainda está por vir. Parece um menu degustação prime de um delicioso banquete principal que não será servido.
Ernest e Célestine
4.4 316 Assista AgoraA sensibilidade, compreensão e a empatia de alguns é um oásis no mundo seco, duro e frio que vivemos.
Heróis Fora de Órbita
3.5 104 Assista AgoraUma sátira interessante em forma de metalinguagem dos filmes/séries de ficção científica que formaram uma significativa base de fãs. Porém diferente dos filmes do gênero, este consegue ter vida própria, pois tem um roteiro bem escrito, amarrado e coeso, que não se leva tão a sério, bem humorado mas sem ser escrachado, e com acertados momentos dramáticos. Apesar de pouco conhecido pela massa, é muito amado pelos fãs e até por cineastas, produtores e atores, pois homenageia uma classe que geralmente é ignorada nos filmes: A do fã incondicional.
Estômago
4.2 1,7K Assista AgoraO filme é forte, têm até seus bons momentos, um roteiro original que prende a atenção e expõe sem rodeios os fortes estereótipos brasileiros numa saga de um cozinheiro desconhecido, que até lembra (ligeiramente) à Ratatouille. Porém, os excessos na caracterização dos personagens, com os mesmos estereótipos tresloucados dos brasileiros cafajestes, prostitutas e bandidos que é mais do mesmo nos filmes e novelas nacionais, com reviravoltas convenientes e um tanto forçadas. No rumo geral que a trama toma, as cenas beiram até o escatológico. No resumo da ópera, não gostei .Têm realmente que ter 'estomago' para ver o filme, quase que desisti.
Cafarnaum
4.6 692 Assista AgoraDefinitivamente a humanidade é um fracasso.