Se eu ganhasse uma moeda para toda vez que a saída de um acusado de assédio sexual levou a uma queda brusca da qualidade de uma produção audiovisual anteriormente boa...
Funcionaria melhor sendo um filme de 02 horas, o pouco de enredo que foi desenvolvido nesses 9 episódios é frustrante. Na minha opinião a série sofre de um problema que até o episódio 7 +/- todo episódio pode ser resumido em uma única frase, não acontece nada além de um pequeno avanço no roteiro com a construção da persona da união. Episódio 1 a protagonista descobre a existência da união. Episódio 2 a protagonista descobre característica X sobre a união. Episódio 3 a protagonista descobre característica Y sobre a união e assim vai. Esse cerne de descobrir algo sobre a união, que é o que eu estava interessado em ver, fica envolto em longas e cansativas cenas da protagonista mais intankável que tive contato em muito tempo fazendo coisas rotineiras, passeando, jogando golfe ou agindo como uma criança folgada e de birra. É surreal a postura dela com a coisa mais importante da história da humanidade, além do modo como ela age quando
o Manousos aparece. A Carol acha não razoável o fato do cara que ela sabe que veio de outro país, não confia e não interage com a união e tem todos os motivos para se precaver não querer entrar na casa dela nos primeiros 30 segundos após conhecê-la. Diante disso ela fica de birra e quer jogar tudo fora, uma jornada que ela própria instigou ele a realizar. Fica incomodada com a postura dos outros sobreviventes que não se interessam com suas demandas e o único que pensa igual ela, a primeira coisa que ela faz é destratá-lo. Pra mim isso é má escrita.
O arquétipo da mulher de meia idade endurecida por um trauma é elevado à última potência aqui com uma protagonista objetivamente chata, arrogante, inconsequente, desinteressante que parece que a intenção era mirar na girlboss independente e meio masculinizada (que já não era bom) e conseguiram piorar.
Um grande problema no desenvolvimento da série é explorado até por um próprio personagem quando a Carol o questiona como ele obteve certa informação sobre a união e ele responde que simplesmente perguntou. Estava estabelecido que isso era uma opção, mas a Carol deixa de fazer diversas perguntas que qualquer ser humano faria se estivesse em situação semelhante.
Sem dar spoilers, uma coisa que eu sempre penso ao assistir a primeira temporada de uma série é se ela funciona sozinha, se mesmo que possa ter temporadas futuras, cada temporada fecha seus arcos principais ou se já foi concebida com a ideia de um corte no final que deixa mais dúvidas que respostas pra você consumir outras longas horas do produto no futuro. Pra quem pensa nisso antes de iniciar uma jornada, essa é uma temporada que não se encerra em si mesma.
Uma ou outra cena boa numa grande feijoada nada acontece. Mesmo com a desculpa de que tiveram corte de dois episódios por comando da produtora, os episódios que se mantiveram tem várias cenas desnecessárias e enroladas, além de coisas confusas. A única coisa que valeu a pena para mim de assistir a série foi para ver depois um vídeo do Alt Shift X discutindo como tais elementos se conversam com a lore dos livros.
Elenco bem afinado, a Milly Alcock como Rhaenyra jovem foi muito bem. A temporada começa boa, tem uma barriga no meio com as passagens temporais, mas termina bem. Só fica um desapontamento com o pouco uso dos dragões, que são o grande chamariz da série.
Queda importante de qualidade em relação a primeira temporada.
A desculpa para aceitar a Bella Ramsay como Ellie apesar de ser zero parecida com o material original seria uma potencial atuação excepcional, pois bem, ficou devendo. Péssima protagonista nessa temporada, não consegue sustentar bem.
A série optou por colocar uma atriz que não é musculosa para representar a Abby, vamos ver como vão fazer com isso no futuro, porque esse detalhe é relevante para a história da personagem. O desenrolar de certas situações se dá mais favorável a ela justamente por sobrepujar outros na força.
A série também adianta algumas cenas sem muita cerimônia como a explicação de quem é a Abby e porque ela está envolvida na história, além de certa conversa emocionante entre Joel e Ellie que no jogo são tópicos de virada dos personagens em momentos catárticos. Perderam o peso, vamos ver como vão substituir isso na próxima temporada.
A segunda temporada já tem uma história confusa, mas se sustenta pelas batalhas apoteóticas. Esta temporada nem isso, continuidade mal explicada com os eventos prévios, introduz vários personagens novos para não os desenvolver direito assim como faz com os personagens prévios (e que muitos nem aparecem).
Nesta temporada há a a morte de um personagem que conhecemos mau por outro que conhecemos pior ainda. Não há apelo emocional, não fica claro a motivação e o impacto desse evento, só está ali colocado. O ponto positivo é que os episódios são curtos e dinâmicos, então você vê tudo rápido, entende parcialmente a história (devido diálogos expositivos com direito a telão de slides num limbo espiritual) e segue concluindo uma temporada que parece ter saído de nada a lugar nenhum.
Temporada ok, tem menos tempo de tela para a mãe do invencível procurando namorado ou discutindo algo que não é do interesse geral de quem assiste a série.
O Mark pedindo desculpa por ser homem quando descobre o que a Ivy fez enquanto ele estava ausente tentando impedir a escravização/extermínio de diversas raças e planetas é horrendo, parece que o Eric Cartman chegou na sala de roteiro e lançou "Put a chick in it and make it lame and gay" (além claro de como toda temporada sempre que possível um personagem que seja branco e/ou homem no original tem isso mudado na animação)
É legalzinha, interessante, tem uma variedades de posturas em relação a como pessoas e instituições reagiriam à existência de um remédio que cura doenças incuráveis. Porém a estrutura da série segue aquele padrão de já ser feita para ter temporadas posteriores, nada é concluído, os núcleos são iniciados e nenhum fechado, tem aquela tomada final que cada personagem olha para o horizonte mostrando que na próxima temporada explica.
Não me motivou a esperar pela segunda, depois eu assisto um vídeo no youtube explicando os homenzinhos
Bem melhor em comparação à primeira temporada, que é horrorosa. A história é amarradinha, buscou criar mini arcos para os personagens com conclusão na própria temporada, tem lutas bacanas. O maior problema dessa saga é que não tem muita cara de Castlevania.
A segunda temporada é enrolada e o número ridículo de jogos é ridículo para 26 episódios, é muita encheção de linguiça. Os últimos 10 episódios parece que se acontece apenas uma ação por episódio, um passo novo na disputa entre os personagens e fica 20 minutos remoendo isso. Bem inferior à primeira temporada.
Ótima temporada, bons atores, ambientação fantástica, conseguiram extrair bem o forte dramático do jogo, adaptaram muito bem as cenas mais icônicas do jogo pra série. Dois pontos negativos: faltou ação e violência, mais infectados num mundo que está destruído pelo fato de existirem pessoas infectadas. O episódio da Riley é muito ruim, chato, monótono, dá uma quebrada... se tivessem adaptado mais parecido com o jogo teria sido mais dinâmico e interessante.
Em geral gostei muito da série, uma ótima adaptação de um jogo ótimo.
Achei o arcos anterior melhor do que esse. A primeira parte meio difícil de avançar, mas a segunda é melhorzinha, com lutas mais interessantes. Os antagonistas são mal desenvolvidas e totalmente unilaterais e o Jotaro é um protagonista sem carisma nenhum.
Temporada pequena, dá pra curtir sem muitas expectativas. Expande pouco o universo de Círculo de fogo, só nos dois últimos episódios que acontece alguma coisa na história mesmo, de resto só conflitos bobos...
É divertidinho, dá pra assistir sem muitas expectativas. Pontos negativos: Esse clima ecchi não acrescenta em nada na história, entendo que é um gênero, mas quanto mais eu penso sobre mais patético me parece. Os episódios envolvendo a doidinha da arma são muito vergonha alheia.
Não gostei muito, apesar do tema interessante, achei que tudo parecia meio amador. Atuações de mediano pra ruim, as cenas filmadas dentro de carro parece que nem se esforçaram pra fazer parecer que era real, o protagonista não decide se é um inteligente ingênuo, se é bobo ou se é arrogante.
Mas o que mais me incomodou na temporada é a característica bem fórmula netflix de introduzir diversos tópicos durante os episódios e não desenvolvê-los, quem dirá concluir. Tem várias subtramas, exemplo:
O provável serial killer que aparece no começo dos episódios, a história da Wendy com o atum, a relação do policial com seu filho, a vida amorosa da Wendy e vai indo
que só apareceram e não tiveram um mínimo fechamento e do jeito que ficou me despertou zero interesse em assistir a próxima temporada pra saber o que desdobra deles.
Achei fantástica, me prendeu mais que a primeira. Apesar de vários núcleos, achei todos envolvendo personagens carismáticos e com subtramas interessantes, ficava interessado em saber não só o desenrolar da investigação, mas o que se desenvolveria das situações pessoais e familiares dos personagens.
Gostei, a história é boa e essa estética misteriosa lovecraftiana do caso combinou muito. A única coisa que me incomodou foi que achei desproporcional a relação entre tempo de tela de vida pessoal dos protagonistas com a investigação, porque o primeiro tópico não me despertou tanto interesse quanto o segundo.
X-Men '97 (2ª Temporada)
3.3 70 Assista AgoraSe eu ganhasse uma moeda para toda vez que a saída de um acusado de assédio sexual levou a uma queda brusca da qualidade de uma produção audiovisual anteriormente boa...
Temporada pavorosa.
Pluribus (1ª Temporada)
4.0 356 Assista AgoraFuncionaria melhor sendo um filme de 02 horas, o pouco de enredo que foi desenvolvido nesses 9 episódios é frustrante. Na minha opinião a série sofre de um problema que até o episódio 7 +/- todo episódio pode ser resumido em uma única frase, não acontece nada além de um pequeno avanço no roteiro com a construção da persona da união. Episódio 1 a protagonista descobre a existência da união. Episódio 2 a protagonista descobre característica X sobre a união. Episódio 3 a protagonista descobre característica Y sobre a união e assim vai. Esse cerne de descobrir algo sobre a união, que é o que eu estava interessado em ver, fica envolto em longas e cansativas cenas da protagonista mais intankável que tive contato em muito tempo fazendo coisas rotineiras, passeando, jogando golfe ou agindo como uma criança folgada e de birra. É surreal a postura dela com a coisa mais importante da história da humanidade, além do modo como ela age quando
o Manousos aparece. A Carol acha não razoável o fato do cara que ela sabe que veio de outro país, não confia e não interage com a união e tem todos os motivos para se precaver não querer entrar na casa dela nos primeiros 30 segundos após conhecê-la. Diante disso ela fica de birra e quer jogar tudo fora, uma jornada que ela própria instigou ele a realizar. Fica incomodada com a postura dos outros sobreviventes que não se interessam com suas demandas e o único que pensa igual ela, a primeira coisa que ela faz é destratá-lo. Pra mim isso é má escrita.
O arquétipo da mulher de meia idade endurecida por um trauma é elevado à última potência aqui com uma protagonista objetivamente chata, arrogante, inconsequente, desinteressante que parece que a intenção era mirar na girlboss independente e meio masculinizada (que já não era bom) e conseguiram piorar.
Um grande problema no desenvolvimento da série é explorado até por um próprio personagem quando a Carol o questiona como ele obteve certa informação sobre a união e ele responde que simplesmente perguntou. Estava estabelecido que isso era uma opção, mas a Carol deixa de fazer diversas perguntas que qualquer ser humano faria se estivesse em situação semelhante.
Sem dar spoilers, uma coisa que eu sempre penso ao assistir a primeira temporada de uma série é se ela funciona sozinha, se mesmo que possa ter temporadas futuras, cada temporada fecha seus arcos principais ou se já foi concebida com a ideia de um corte no final que deixa mais dúvidas que respostas pra você consumir outras longas horas do produto no futuro. Pra quem pensa nisso antes de iniciar uma jornada, essa é uma temporada que não se encerra em si mesma.
A Casa do Dragão (2ª Temporada)
3.5 350 Assista AgoraUma ou outra cena boa numa grande feijoada nada acontece. Mesmo com a desculpa de que tiveram corte de dois episódios por comando da produtora, os episódios que se mantiveram tem várias cenas desnecessárias e enroladas, além de coisas confusas. A única coisa que valeu a pena para mim de assistir a série foi para ver depois um vídeo do Alt Shift X discutindo como tais elementos se conversam com a lore dos livros.
A Casa do Dragão (1ª Temporada)
4.1 729 Assista AgoraElenco bem afinado, a Milly Alcock como Rhaenyra jovem foi muito bem. A temporada começa boa, tem uma barriga no meio com as passagens temporais, mas termina bem. Só fica um desapontamento com o pouco uso dos dragões, que são o grande chamariz da série.
The Last of Us (2ª Temporada)
3.5 463 Assista AgoraQueda importante de qualidade em relação a primeira temporada.
A desculpa para aceitar a Bella Ramsay como Ellie apesar de ser zero parecida com o material original seria uma potencial atuação excepcional, pois bem, ficou devendo. Péssima protagonista nessa temporada, não consegue sustentar bem.
A série optou por colocar uma atriz que não é musculosa para representar a Abby, vamos ver como vão fazer com isso no futuro, porque esse detalhe é relevante para a história da personagem. O desenrolar de certas situações se dá mais favorável a ela justamente por sobrepujar outros na força.
A série também adianta algumas cenas sem muita cerimônia como a explicação de quem é a Abby e porque ela está envolvida na história, além de certa conversa emocionante entre Joel e Ellie que no jogo são tópicos de virada dos personagens em momentos catárticos. Perderam o peso, vamos ver como vão substituir isso na próxima temporada.
Smiling Friends (2ª Temporada)
4.1 9 Assista AgoraBem melhor que a primeira temporada.
Jujutsu Kaisen (3ª Temporada)
4.0 32 Assista AgoraA segunda temporada já tem uma história confusa, mas se sustenta pelas batalhas apoteóticas. Esta temporada nem isso, continuidade mal explicada com os eventos prévios, introduz vários personagens novos para não os desenvolver direito assim como faz com os personagens prévios (e que muitos nem aparecem).
Nesta temporada há a a morte de um personagem que conhecemos mau por outro que conhecemos pior ainda. Não há apelo emocional, não fica claro a motivação e o impacto desse evento, só está ali colocado. O ponto positivo é que os episódios são curtos e dinâmicos, então você vê tudo rápido, entende parcialmente a história (devido diálogos expositivos com direito a telão de slides num limbo espiritual) e segue concluindo uma temporada que parece ter saído de nada a lugar nenhum.
Invencível (4ª Temporada)
4.1 69 Assista AgoraTemporada ok, tem menos tempo de tela para a mãe do invencível procurando namorado ou discutindo algo que não é do interesse geral de quem assiste a série.
O Mark pedindo desculpa por ser homem quando descobre o que a Ivy fez enquanto ele estava ausente tentando impedir a escravização/extermínio de diversas raças e planetas é horrendo, parece que o Eric Cartman chegou na sala de roteiro e lançou "Put a chick in it and make it lame and gay" (além claro de como toda temporada sempre que possível um personagem que seja branco e/ou homem no original tem isso mudado na animação)
Dandadan (2ª Temporada)
4.0 32 Assista AgoraMuito divertido, vale toda a pena
Efeitos Colaterais (1ª Temporada)
4.3 42 Assista AgoraÉ legalzinha, interessante, tem uma variedades de posturas em relação a como pessoas e instituições reagiriam à existência de um remédio que cura doenças incuráveis. Porém a estrutura da série segue aquele padrão de já ser feita para ter temporadas posteriores, nada é concluído, os núcleos são iniciados e nenhum fechado, tem aquela tomada final que cada personagem olha para o horizonte mostrando que na próxima temporada explica.
Não me motivou a esperar pela segunda, depois eu assisto um vídeo no youtube explicando os homenzinhos
Castlevania: Noturno (2ª Temporada)
4.0 38 Assista AgoraBem melhor em comparação à primeira temporada, que é horrorosa. A história é amarradinha, buscou criar mini arcos para os personagens com conclusão na própria temporada, tem lutas bacanas. O maior problema dessa saga é que não tem muita cara de Castlevania.
Kaiji (2ª Temporada)
4.2 4A segunda temporada é enrolada e o número ridículo de jogos é ridículo para 26 episódios, é muita encheção de linguiça. Os últimos 10 episódios parece que se acontece apenas uma ação por episódio, um passo novo na disputa entre os personagens e fica 20 minutos remoendo isso. Bem inferior à primeira temporada.
Smiling Friends (1ª Temporada)
4.0 25 Assista AgoraChatinho
Mare of Easttown
4.4 700 Assista AgoraBem mediana, a parte de investigação policial deixa muito a desejar.
The Last of Us (1ª Temporada)
4.4 1,2K Assista AgoraÓtima temporada, bons atores, ambientação fantástica, conseguiram extrair bem o forte dramático do jogo, adaptaram muito bem as cenas mais icônicas do jogo pra série.
Dois pontos negativos: faltou ação e violência, mais infectados num mundo que está destruído pelo fato de existirem pessoas infectadas. O episódio da Riley é muito ruim, chato, monótono, dá uma quebrada... se tivessem adaptado mais parecido com o jogo teria sido mais dinâmico e interessante.
Em geral gostei muito da série, uma ótima adaptação de um jogo ótimo.
JoJo's Bizarre Adventure: Stardust Crusaders (2ª Temporada)
4.3 53Achei o arcos anterior melhor do que esse. A primeira parte meio difícil de avançar, mas a segunda é melhorzinha, com lutas mais interessantes. Os antagonistas são mal desenvolvidas e totalmente unilaterais e o Jotaro é um protagonista sem carisma nenhum.
Círculo de Fogo: The Black (2ª temporada)
3.5 6Bem melhor que a primeira temporada, tem uns momento de tensão. Acho que faltou explicar porque tudo aquilo estava acontecendo.
Círculo de Fogo: The Black (1ª temporada)
3.3 16 Assista AgoraTemporada pequena, dá pra curtir sem muitas expectativas. Expande pouco o universo de Círculo de fogo, só nos dois últimos episódios que acontece alguma coisa na história mesmo, de resto só conflitos bobos...
Kakegurui (1ª Temporada)
3.7 83É divertidinho, dá pra assistir sem muitas expectativas.
Pontos negativos: Esse clima ecchi não acrescenta em nada na história, entendo que é um gênero, mas quanto mais eu penso sobre mais patético me parece.
Os episódios envolvendo a doidinha da arma são muito vergonha alheia.
Tirando isso gostei, bom entretenimento.
Mindhunter (1ª Temporada)
4.4 814 Assista AgoraNão gostei muito, apesar do tema interessante, achei que tudo parecia meio amador. Atuações de mediano pra ruim, as cenas filmadas dentro de carro parece que nem se esforçaram pra fazer parecer que era real, o protagonista não decide se é um inteligente ingênuo, se é bobo ou se é arrogante.
Mas o que mais me incomodou na temporada é a característica bem fórmula netflix de introduzir diversos tópicos durante os episódios e não desenvolvê-los, quem dirá concluir.
Tem várias subtramas, exemplo:
O provável serial killer que aparece no começo dos episódios, a história da Wendy com o atum, a relação do policial com seu filho, a vida amorosa da Wendy e vai indo
que só apareceram e não tiveram um mínimo fechamento e do jeito que ficou me despertou zero interesse em assistir a próxima temporada pra saber o que desdobra deles.
Attack on Titan: Lost Girls (OVA)
3.9 6Gostei muito dos episódios da Annie, interessante o aprofundamento da personagem. O da Mikasa achei nada com nada.
True Detective (2ª Temporada)
3.6 789Achei fantástica, me prendeu mais que a primeira. Apesar de vários núcleos, achei todos envolvendo personagens carismáticos e com subtramas interessantes, ficava interessado em saber não só o desenrolar da investigação, mas o que se desenvolveria das situações pessoais e familiares dos personagens.
True Detective (1ª Temporada)
4.7 1,6K Assista AgoraGostei, a história é boa e essa estética misteriosa lovecraftiana do caso combinou muito. A única coisa que me incomodou foi que achei desproporcional a relação entre tempo de tela de vida pessoal dos protagonistas com a investigação, porque o primeiro tópico não me despertou tanto interesse quanto o segundo.
Big Little Lies (2ª Temporada)
4.2 491Parece que subaproveitaram um elenco tão bom com uma história que é bem fechadinha em um círculo pequeno, mas vale a pena assistir. Renata a maior