- Vilão com motivo estupido e ZERO convencimento. Forçaram tanto esse "plot" que deu até vergonha alheia. - Os personagens mais empáticos com o assassino que eu já vi na vida. Perdi as contas de quantas vezes ele ficou deitado no chão esperando uma porretada ou tiro fatal e os imbecis nada faziam. Eu não fui feito de idiota aqui, roteiristas. Talvez com outras pessoas vocês consigam isso. - O legal dessa vestimenta do assassino é que ela é tipo a máscara do Maskara: dá super poderes como resistência a tiros e vidradas na cabeça, força absurda e manejo bizarro de faca, stamina no talo, conhecimento tecnológico e visão do ponto futuro onde a vitima estará.
Talvez o segredo para ter gostado mais desse filme teria sido não criar tantas expectativas. Ainda que tentasse, não consegui não deixar de prestar atenção em algumas coisas que empobreceram a obra como um todo.
- A mixagem de som foi uma coisa que me incomodou durante o filme. Não consegui entender algumas falas e em algumas partes me pareceu choco, mal acabado.
- Sei que há toda a questão do sotaque e naturalização dos personagens, mas em pelo menos 60% do tempo não se vê uma fluidez de trocas de conversas. Tudo parece arrastado e caótico.
- O excesso de partes expositivas incomoda demais. Ex: é mostrado em cena uma perna dentro de um tubarão. Não há necessidade de fechar o ângulo da câmera em um personagem e este dizer "há uma perna dentro do tubarão". Sim! Eu vi a perna na cena, não precisa me contar o que eu estou vendo. E o filme faz isso o TEMPO TODO.
- Vou torcer pelo Wagner no Oscar? Absolutamente que sim. Mas tenho de ser honesto que não vi nada de mais na atuação que seja digna de uma premiação. Vi mais força nos olhares e trejeitos da Fernanda em Ainda Estou Aqui. Nesse filme vi um Wagner quase como um personagem terceirizado em tela que repete infinitas vezes um olhar de cachorro abandonado na estação de trem olhando alguém comer algo.
- A ambientação é maravilhosa, o elenco é fenomenal (não à toa que foi indicado nessa categoria) e a temática é e sempre será importante. Minha ressalva neste último item é que o filme tentou ser de todos os assuntos, mas passou de forma rasa sobre todos eles. Não foi fundo em nenhum e assim se passaram mais de duas horas e quarenta minutos.
Se acabassem assim que a Michelle entrasse no armário e a porta se abrisse sozinha e ela não estivesse lá teria sido BRILHANTE. Os ultimos minutos depois disso foram totalmente desnecessários.
que se a Allison Williams é uma atriz, você também pode ser. Afinal de contas, basta ter UMA expressão facial apenas e você estará escalado(a) para vários filmes.
Simplesmente um emaranhado de tentativas de dramas genéricos com excesso de câmera lenta e música "emocionante". Tudo isso coberto por atuações horríveis.
Esse filme tenta se fazer de comovente, mas só acerta no absurdo da conveniência.
- Um banco sem detector de metais na porta. Parece mais uma entrada de prefeitura. Aqui abriu-se a porta para o plot da bomba e da arma.
- A parte da bomba foi o meu incômodo durante o filme INTEIRO. Seguraram até não dar mais alguém vir e falar sobre ela, só pra deixar um sossego no roteiro para o fim. Nem mesmo a polícia comenta sobre, simplesmente CAGARAM.
- Ela mostrar a arma e a atendente jogar TODO o dinheiro do banco em cima do balcão. Não obstante, a personagem principal não pegar a grana e sumir imediatamente. Não, é fundamental que seja preparado o terreno para a live no momento exato do discurso de milhões da personagem. A polícia só ficar sabendo que ela está acontecendo quase ao fim do discurso é um tapa na cara do telespectador.
- O "manda e desmanda" entre FBI e a policia é risível e deplorável.
- O plot twist mais desonesto que eu já vi na vida. Mascararam todas as situações para que ficasse ok soltar essa noticia bem numa enxurrada de câmera lenta e cara de choro da personagem principal.
Se tirassem toda a parte dos vampiros da história e substituíssem por algo pés no chão e utilizando o tema de perseguição do KKK no lugar sem muitos exageros, teríamos um novo clássico surgindo. A direção é linda, a fotografia redondinha, o ritmo estava primoroso e as performances estavam maravilhosas.
Gostei ainda assim? Gostei ainda assim. Mas fico com a sensação de que se houvesse essa alteração na história teria sido perfeito.
A ideia que os roteiristas de You me passam é daquele universitário que deixou para fazer o TCC faltando 3 dias para entregar e achou mesmo que a qualidade duvidosa do que escreveu iria convencer todos de alguma coisa.
A série é um vendaval de erros. Listo um por um abaixo.
- Desde o início essa série exige que você desligue em seu cérebro o córtex responsável pela razão, coerência e bom senso. Se você não ativa a chavinha, você vai odiar tudo que você vê. Isso se dá pelos pontos abaixo.
- Joe é um tipo de serial killer que se acha inteligente, mas não passa de um obsessor compulsivo e que age apenas pelo impulso; a consequência ele vê depois. Se pudesse descrevê-lo em um CID ou DSM, colocaria como "Síndrome de psicopatia impulsiva induzida por ressaca moral", onde o sujeito age sem pensar, se vê completamente na merda no dia seguinte ao que fez, mas não se arrepende de nada, só que vai passar um caralho de um perrengue pra lidar com as consequências da merda que aconteceu.
- Não menos obstante e na tangente dessas atitudes impensadas e imprudentes, NÃO acompanhamos a polícia sequer investigar a fundo o que o Joe fez ou faz. Os roteiristas tomaram o seu serial killer pelos braços e disseram "eu te protejo para ver se rendemos uma fórmula repetida entre todas as temporadas".
- Não há câmeras de vigilância, não há vestígios de DNA, não há testemunhas e todo mundo que esteve ao redor das vítimas é investigado e interrogado, menos o príncipe charmoso. Bastaria juntar lé com cré para saber que ele seria culpado de todas as conveniências de mortes em que esteve envolvido. Os inocentes foram acusados com base em provas circunstanciais e absolutamente se aceitou isso como verdade. Foi aqui que a série dormiu com seu comodismo, o abraçou de conchinha e gritou na cara do publico "eu sou assim, aceite isso". Subestimam a inteligência do telespectador e isso já perdura por anos.
- Um assassino meticuloso e invisível aos olhos da justiça possui uma espécie de capa de invisibilidade que daria orgulho na escola de Hogwarts: sim, o seu boné preto. Talvez a coisa que mais me irritou durante todo esse tempo na série. É como se o personagem imediatamente se blindasse e assumisse a figura de um vulto irreconhecível, esguio e impune aos olhos de testemunhas e câmeras de vigilância. Ele pode matar a sangue frio um cara no meio da calçada no centro da capital, mas, sim, não vai haver ninguém para notar isso ou a polícia para se dar conta do acontecido.
- O nosso príncipe charmoso tem uma força que os Avengers ficariam com os pelinhos do ** arrepiados ao saber como que ele consegue transportar corpos entre ambientes como se fossem bonecos de plástico. Sim, um corpo desacordado vai ter um peso de papel. Eu tô afirmando porque foi a série que me contou.
- You também nos apresenta uma espécie de escola Wolf Maya mas de sociopatinhas. Bastou ficar de fora da "jaula" (ou até mesmo dentro) para o personagem personificar o maior lorde do sarcasmo, sadismo e falta de humanidade que você puder imaginar; além disso, o vocabulário fica instantaneamente refinado e há uma enxurrada de insights e análises comportamentais e de personalidade que fariam um psicanalista abraçar os joelhos enquanto vê a TV chorar de orgulho.
- Todos os personagens são burros. Quando acham que foram espertos eles provavelmente estão tentando se convencer de uma mentira que disseram para si mesmos. Ei, Kate, você acha mesmo que seria uma ótima ideia prender um seria killer em uma jaula e tentar tirar a força uma confissão? Soou gostosinho na sua cabeça? E se eu te dissesse que há uma coisinha que poderia fazer isso e com competência jurídica e técnica chamada POLÍCIA? Mas não para por aí. Vem cá, Bronte, você acha mesmo que bancar Bonnie e Clyde com um psicopata e tomar a atitude de tentar tirar verdades dele no meio de uma casa abandonada na floresta é realmente uma boa ideia? Soou delicinha na sua cabeça? E se eu te dissesse que você poderia simplesmente ter deixado o sujeito queimar no fogo do inferno e CONTINUAR A SUA VIDA normalmente já que, depois de ter sofrido o calvário absoluto na mão do seu Manson favorito, nem assim você conseguiu tirar a verdade dele? Viu?
É por isso que reitero o que disse no início desse enorme textão: se houvesse um só roteirista para debater com os outros e questionar essas ideias completamente esdruxulas e estupidas, poderíamos ter tido uma série bem legal e redondinha.
Menos sempre é mais em termos de qualidade. Mas dessa vez eu não acharia nada ruim ter pelo menos mais 2 episodios de deleite desse espetáculo de direção e atuação. Se não surgir nada melhor ao longo do ano, vai rapar tudo que concorrer no Emmy e Globo de ouro.
A propósito, o garoto que faz o Jaime tem um futuro brilhante pela frente.
E a atriz que fez a psicologa eu queria poder dar um abraço apertado nela por ter sido tão, mas tão perfeita e intensa no papel a ponto de transmitir TUDO apenas sendo... contida. Show, show e show.
Quando você apela para a enrolação é sinal que você não sabe para onde quer ir. Essa série tem um potencial enorme, mas se perde em querer render onde não tem fonte para isso.
Eu entendo a ideia de querer expor os dramas e as dificuldades humanas em situações malucas como as vividas aqui. Mas, não sei se pelas PÉSSIMAS atuações e pela PÉSSIMA direção, acredito que absolutamente NINGUÉM compre o sofrimento dos personagens. É difícil demais estabelecer uma empatia porque tudo é jogado de uma forma completamente amadora em tela. A série peca em querer ser série de drama ao tempo que é uma série de suspense e ao tempo que é uma série de terror. Num plano ideal, os monstros, o mistério, enfim, tudo que envolve a cidade deveria ser apenas um plano de fundo do drama vivido pelos personagens. Deveria ser um medo oculto, um medo de algo desconhecido, mas que também é desconhecido para quem assiste. Enquanto tentassem resolver as coisas e voltar para casa, o único medo deveria ser o de ter uma morte por algo que fugisse totalmente seja da razão ou do imaginário. A lente hiper focada no rosto dos personagens não faz a gente comprar o drama deles. Além disso, o diálogo expositivo e a CHATICE dos personagens em esconder o TEMPO INTEIRO o que sentem, vêm e vivem é aborrecedor. Não tinha necessidade nenhuma de criar monstros pitorescos, não tinha necessidade de CGI tosca de uma mulher cadavérica, se mantivesse apenas as figuras humanas de pessoas que foram próximas ou desconhecidas deles, já seria aterrorizante o suficiente. Não obstante, o pavio curtíssimo dos personagens até mesmo quando algum chega tranquilo para conversar com o outro é uma preguiça de roteiro que me dá nos nervos.
Fátima: de uma pessoa good vibes no início para uma completa de uma chata (não, a "gravidez" não é suficiente para ancorar a personagem numa chatice imparável).
Ellis: desde o inicio eu sinceramente nunca entendi a função dele na série. Inútil. Além de ser um péssimo ator de mesma expressão facial o tempo inteiro.
Jim: a busca eterna em ser um dito "macho alfa", mas o máximo que ele consegue é ser um forçador de barra extremamente impulsivo. Além de ser um repelente de interações sociais saudáveis.
Elgin: um péssimo ator interpretando um personagem que ganhou força demais desproporcional ao que realmente a história precisava.
Tabitha: a atriz de um olhar só. Não expressa as coisas claramente, é burra nas decisões e quase sempre não acrescenta nada nem para a própria família quanto menos para a comunidade. Ganhou de bandeja um protagonismo insuficiente para o tamaninho da capacidade da atriz.
Boyd: o personagem que mais usa "ok" e "look" que eu já vi na vida. Parecia complexo no início, agora é só um senhor que ama ser "passapanista" para situações de quem ele gosta e cantar de galo com pessoas que o confrontam (principalmente do sexo feminino, que ele cresce a crista nas alturas).
Pai do Victor: necessário desde a primeira temporada. A voz da razão e da calma que essa cidade precisava de forma gritante. É um dos poucos que passa realmente de forma qualificada a ideia que foi dada ao ator.
Victor: um personagem ok, mas que a série entendeu que saturar os seus maneirismos seria uma coisa legal, quando na verdade não é. Era bom quando tinha menos foco nas suas crises e mais em seu mistério em saber quase tudo sobre o lugar.
Jade: poderia ter sido muito melhor aproveitado. Um inteligente arrogantão que não se envolve com ninguém é perder a capacidade de construir um personagem que poderia sair da bolha da vida boa e enriquecida, para o cara que precisa usar sua inteligência para desenvolver-se também emocionalmente.
Se tivesse uma categoria no Emmy com "série com o roteiro mais expositivo" essa aqui venceria com tranquilidade. De 5 em 5 minutos os personagens precisam ficar narrando o que estamos assistindo. Quando acontece isso ou estão subestimando a inteligência do telespectador ou simplesmente não têm domínio sobre o que escreveram e precisam garantir que o público-alvo entenda os absurdos que estão colocando em tela.
E por falar em absurdo, não há nada mais ridículo em muitas dessas séries de investigação sobre assassinos em série do que transformá-los em super-heróis que transitam entre a impunidade e a manipulação COMPLETA do ambiente e sociedade que convivem. O que tentam o TEMPO INTEIRO nessa série é convencer que não importa a situação, o "vilão" sempre estará um passo a frente de uma polícia burra e leviana, mas sempre deixando rastros ÓBVIOS que passam despercebidos de uma forma completamente proposital para render a própria história.
Gostaria de começar comparando dois momentos iniciais da história: Lily conhecendo Atlas e Lily conhecendo Ryle. Por aqui acho que conseguimos sintetizar bem boa parte da história.
Lily conhecendo Atlas percebemos uma coisa que eu acredito ser fundamental ao você conhecer qualquer pessoa e pela finalidade que seja: a leveza. Não há dificuldade no olhar, não há dificuldade em se expressar, não há dificuldade em ser você mesmo, não há coisa no mundo que passe mais rápido do que o momento em que você está com aquela pessoa. Você não se sente ameaçado, você não se sente vigilante o tempo inteiro, você deixa uma abertura para seus traumas e recolhe incentivo, escuta qualificada e compreensão. Senti que os dois viveram a intensidade máxima de suas vidas quebradas sendo conectadas pelo acaso e isso fluiu muito bem. Talvez a única derrapada de Lily tenha sido se referir a Atlas no futuro como "eu transei com um mendigo". Ainda que possa ter tido um tom de brincadeira, quando se trata de amor a gente pestaneja o termo pejorativo pela consideração do tudo vivido. E pensar que quem retirou a leveza de Lily foi justamente o seu maior trauma.
Por outro lado, Lily conhecendo Ryle e com os já óbvios red flags de chute na cadeira, convite para transar com um minuto que a conheceu e etc, não houve leveza em momento algum. A escolha do diretor em "sufocar" os personagens na tela com lentes mais aproximadas foi perfeita. A todo momento de Ryle em tela percebe-se sua presença em excesso, sem espaço para respirar ou para Lily tomar uma decisão bem pensada, calculada ou que verdadeiramente queira ter tomado. O tempo todo com Ryle foi assim. Ela não podia aproveitar uma festa porque havia um homem a atazanando. Ela não podia aproveitar o grande momento de abertura do seu sonho porque havia um homem a sufocando. A todo momento Lily se sentiu obrigada. A todo momento Lily deixou de lado suas convicções para servir ao imediatismo de um homem carente, quebrado e louco pela sua presa. Traumas podem até justificar rupturas na saúde mental, mas não são muletas para perversidades. Se Lily disse não, se Lily não se dispôs em momento algum e por pura e espontânea vontade, deixe-a livre. No momento em que houve uma quebra dessa liberdade, não houve mais espaço para Ryle tentar qualquer coisa. Entre um ceder aqui e outro ceder ali, a cada momento que Lily pôs-se a disposição do sufocar de Ryle, mais ela atava os nós da corda em seus braços e jogava um pedaço dela para que Ryle puxasse. O problema é quando esse nó aperta ao ponto de machucar e a outra pessoa sentir qualquer coisa que não seja misericórdia de você.
Dito isso e retomando o que falei na primeira parte, ao menor sinal de não haver leveza, a melhor opção é correr.
O lugar está extremamente bem vigiado e com câmeras. Mas incrivelmente elas somem no local onde um suspeito pega walk-talk de um policial, cartão de um trabalhador do local, avental e até mesmo entra em uma cozinha e lança vidro de óleo dentro do óleo fervente. Tudo isso sem uma alma viva para enxergar. Pior: todos os homens estão sendo interrogados ao saírem e, convenientemente, o suspeito não é. Além disso, o motorista da limosine é a pessoa mais lerda que eu já vi na vida.
A edição de som somada a direção trouxeram um ar de incômodo e tensão extremamente bem feito. O filme só pecou mesmo em querer deixar um final aberto demais. Fora isso, tecnicamente é excepcional.
os roteiristas pensaram "bora dar um gás do nada aqui no meio da temporada?" mas sem se importar se o que foi introduzido na história seria pertinente ou não.
E não foi.
De repente encontramos não um, nem dois, mas vários jogadores profissionais de xadrez da vida que sabiam meticulosamente o que fazer para enganar, trair e conquistar.
Ficou difícil manter o carisma pela inocência trazida pelos personagens na primeira parte. É simplesmente horrorosa a sensação de que todos estavam sob total controle das situações o tempo inteiro. Todos sabemos que a vida não é assim, nem quando a gente está vivendo pela segunda vez.
Eu sei que é um filme. Eu sei que é algo fantasioso. Mas, vão me desculpar, não da pra engolir a história inteira do longa ter sido desenvolvida porque dois adultos completamente imaturos não quiseram conversar por 2 minutos sobre o que acharam que tinha acontecido. Não obstante, o ressentimento completamente desproporcional para duas pessoas que acabaram de se conhecer. É tudo desacertado e, pra piorar, romantizando a dificuldade.
Undertone
3.0 82Peço que me avisem quando os roteiristas terminarem o filme.
POV: Presença Oculta
2.1 35 Assista AgoraO nome do filme deveria ser "Segue o fluxo" porque roteiro mesmo ele não tem.
Socorro!
3.3 278 Assista AgoraSe vendeu como proposta diferente e entregou mais do mesmo.
Pânico 7
2.7 380 Assista AgoraEsse filme é uma eterna sucessão de bizarrices que não dá para deixar passar:
- Vilão com motivo estupido e ZERO convencimento. Forçaram tanto esse "plot" que deu até vergonha alheia.
- Os personagens mais empáticos com o assassino que eu já vi na vida. Perdi as contas de quantas vezes ele ficou deitado no chão esperando uma porretada ou tiro fatal e os imbecis nada faziam. Eu não fui feito de idiota aqui, roteiristas. Talvez com outras pessoas vocês consigam isso.
- O legal dessa vestimenta do assassino é que ela é tipo a máscara do Maskara: dá super poderes como resistência a tiros e vidradas na cabeça, força absurda e manejo bizarro de faca, stamina no talo, conhecimento tecnológico e visão do ponto futuro onde a vitima estará.
Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra
3.3 36A todo momento eu fiquei imaginando o William Macy interpretando o Frank de Shameless no lugar do Sam Rockwell.
O Agente Secreto
3.9 1,0K Assista AgoraTalvez o segredo para ter gostado mais desse filme teria sido não criar tantas expectativas. Ainda que tentasse, não consegui não deixar de prestar atenção em algumas coisas que empobreceram a obra como um todo.
Seriam
- A mixagem de som foi uma coisa que me incomodou durante o filme. Não consegui entender algumas falas e em algumas partes me pareceu choco, mal acabado.
- Sei que há toda a questão do sotaque e naturalização dos personagens, mas em pelo menos 60% do tempo não se vê uma fluidez de trocas de conversas. Tudo parece arrastado e caótico.
- O excesso de partes expositivas incomoda demais. Ex: é mostrado em cena uma perna dentro de um tubarão. Não há necessidade de fechar o ângulo da câmera em um personagem e este dizer "há uma perna dentro do tubarão". Sim! Eu vi a perna na cena, não precisa me contar o que eu estou vendo. E o filme faz isso o TEMPO TODO.
- Vou torcer pelo Wagner no Oscar? Absolutamente que sim. Mas tenho de ser honesto que não vi nada de mais na atuação que seja digna de uma premiação. Vi mais força nos olhares e trejeitos da Fernanda em Ainda Estou Aqui. Nesse filme vi um Wagner quase como um personagem terceirizado em tela que repete infinitas vezes um olhar de cachorro abandonado na estação de trem olhando alguém comer algo.
- A ambientação é maravilhosa, o elenco é fenomenal (não à toa que foi indicado nessa categoria) e a temática é e sempre será importante. Minha ressalva neste último item é que o filme tentou ser de todos os assuntos, mas passou de forma rasa sobre todos eles. Não foi fundo em nenhum e assim se passaram mais de duas horas e quarenta minutos.
Bugonia
3.6 437 Assista AgoraPor uma única condição o filme não foi excelente:
Se acabassem assim que a Michelle entrasse no armário e a porta se abrisse sozinha e ela não estivesse lá teria sido BRILHANTE. Os ultimos minutos depois disso foram totalmente desnecessários.
M3GAN 2.0
2.7 224 Assista AgoraO filme parece que é um eterno 3º ato mal executado.
Fora o fato de
que se a Allison Williams é uma atriz, você também pode ser. Afinal de contas, basta ter UMA expressão facial apenas e você estará escalado(a) para vários filmes.
Até a Última Gota
3.3 163 Assista AgoraSimplesmente um emaranhado de tentativas de dramas genéricos com excesso de câmera lenta e música "emocionante". Tudo isso coberto por atuações horríveis.
Esse filme tenta se fazer de comovente, mas só acerta no absurdo da conveniência.
Explico:
Vamos às conveniências:
- Um banco sem detector de metais na porta. Parece mais uma entrada de prefeitura. Aqui abriu-se a porta para o plot da bomba e da arma.
- A parte da bomba foi o meu incômodo durante o filme INTEIRO. Seguraram até não dar mais alguém vir e falar sobre ela, só pra deixar um sossego no roteiro para o fim. Nem mesmo a polícia comenta sobre, simplesmente CAGARAM.
- Ela mostrar a arma e a atendente jogar TODO o dinheiro do banco em cima do balcão. Não obstante, a personagem principal não pegar a grana e sumir imediatamente. Não, é fundamental que seja preparado o terreno para a live no momento exato do discurso de milhões da personagem. A polícia só ficar sabendo que ela está acontecendo quase ao fim do discurso é um tapa na cara do telespectador.
- O "manda e desmanda" entre FBI e a policia é risível e deplorável.
- O plot twist mais desonesto que eu já vi na vida. Mascararam todas as situações para que ficasse ok soltar essa noticia bem numa enxurrada de câmera lenta e cara de choro da personagem principal.
Pecadores
4.0 1,2K Assista AgoraSe tirassem toda a parte dos vampiros da história e substituíssem por algo pés no chão e utilizando o tema de perseguição do KKK no lugar sem muitos exageros, teríamos um novo clássico surgindo. A direção é linda, a fotografia redondinha, o ritmo estava primoroso e as performances estavam maravilhosas.
Gostei ainda assim? Gostei ainda assim. Mas fico com a sensação de que se houvesse essa alteração na história teria sido perfeito.
Você (5ª Temporada)
3.3 123 Assista AgoraA ideia que os roteiristas de You me passam é daquele universitário que deixou para fazer o TCC faltando 3 dias para entregar e achou mesmo que a qualidade duvidosa do que escreveu iria convencer todos de alguma coisa.
A série é um vendaval de erros. Listo um por um abaixo.
- Desde o início essa série exige que você desligue em seu cérebro o córtex responsável pela razão, coerência e bom senso. Se você não ativa a chavinha, você vai odiar tudo que você vê. Isso se dá pelos pontos abaixo.
- Joe é um tipo de serial killer que se acha inteligente, mas não passa de um obsessor compulsivo e que age apenas pelo impulso; a consequência ele vê depois. Se pudesse descrevê-lo em um CID ou DSM, colocaria como "Síndrome de psicopatia impulsiva induzida por ressaca moral", onde o sujeito age sem pensar, se vê completamente na merda no dia seguinte ao que fez, mas não se arrepende de nada, só que vai passar um caralho de um perrengue pra lidar com as consequências da merda que aconteceu.
- Não menos obstante e na tangente dessas atitudes impensadas e imprudentes, NÃO acompanhamos a polícia sequer investigar a fundo o que o Joe fez ou faz. Os roteiristas tomaram o seu serial killer pelos braços e disseram "eu te protejo para ver se rendemos uma fórmula repetida entre todas as temporadas".
- Não há câmeras de vigilância, não há vestígios de DNA, não há testemunhas e todo mundo que esteve ao redor das vítimas é investigado e interrogado, menos o príncipe charmoso. Bastaria juntar lé com cré para saber que ele seria culpado de todas as conveniências de mortes em que esteve envolvido. Os inocentes foram acusados com base em provas circunstanciais e absolutamente se aceitou isso como verdade. Foi aqui que a série dormiu com seu comodismo, o abraçou de conchinha e gritou na cara do publico "eu sou assim, aceite isso". Subestimam a inteligência do telespectador e isso já perdura por anos.
- Um assassino meticuloso e invisível aos olhos da justiça possui uma espécie de capa de invisibilidade que daria orgulho na escola de Hogwarts: sim, o seu boné preto. Talvez a coisa que mais me irritou durante todo esse tempo na série. É como se o personagem imediatamente se blindasse e assumisse a figura de um vulto irreconhecível, esguio e impune aos olhos de testemunhas e câmeras de vigilância. Ele pode matar a sangue frio um cara no meio da calçada no centro da capital, mas, sim, não vai haver ninguém para notar isso ou a polícia para se dar conta do acontecido.
- O nosso príncipe charmoso tem uma força que os Avengers ficariam com os pelinhos do ** arrepiados ao saber como que ele consegue transportar corpos entre ambientes como se fossem bonecos de plástico. Sim, um corpo desacordado vai ter um peso de papel. Eu tô afirmando porque foi a série que me contou.
- You também nos apresenta uma espécie de escola Wolf Maya mas de sociopatinhas. Bastou ficar de fora da "jaula" (ou até mesmo dentro) para o personagem personificar o maior lorde do sarcasmo, sadismo e falta de humanidade que você puder imaginar; além disso, o vocabulário fica instantaneamente refinado e há uma enxurrada de insights e análises comportamentais e de personalidade que fariam um psicanalista abraçar os joelhos enquanto vê a TV chorar de orgulho.
- Todos os personagens são burros. Quando acham que foram espertos eles provavelmente estão tentando se convencer de uma mentira que disseram para si mesmos. Ei, Kate, você acha mesmo que seria uma ótima ideia prender um seria killer em uma jaula e tentar tirar a força uma confissão? Soou gostosinho na sua cabeça? E se eu te dissesse que há uma coisinha que poderia fazer isso e com competência jurídica e técnica chamada POLÍCIA? Mas não para por aí. Vem cá, Bronte, você acha mesmo que bancar Bonnie e Clyde com um psicopata e tomar a atitude de tentar tirar verdades dele no meio de uma casa abandonada na floresta é realmente uma boa ideia? Soou delicinha na sua cabeça? E se eu te dissesse que você poderia simplesmente ter deixado o sujeito queimar no fogo do inferno e CONTINUAR A SUA VIDA normalmente já que, depois de ter sofrido o calvário absoluto na mão do seu Manson favorito, nem assim você conseguiu tirar a verdade dele? Viu?
É por isso que reitero o que disse no início desse enorme textão: se houvesse um só roteirista para debater com os outros e questionar essas ideias completamente esdruxulas e estupidas, poderíamos ter tido uma série bem legal e redondinha.
Adolescência
4.0 611 Assista AgoraMenos sempre é mais em termos de qualidade. Mas dessa vez eu não acharia nada ruim ter pelo menos mais 2 episodios de deleite desse espetáculo de direção e atuação. Se não surgir nada melhor ao longo do ano, vai rapar tudo que concorrer no Emmy e Globo de ouro.
A propósito, o garoto que faz o Jaime tem um futuro brilhante pela frente.
E a atriz que fez a psicologa eu queria poder dar um abraço apertado nela por ter sido tão, mas tão perfeita e intensa no papel a ponto de transmitir TUDO apenas sendo... contida. Show, show e show.
Awake: A Vida Por Um Fio
3.5 757 Assista AgoraNão é à toa que a carreira da Jessica Alba foi de Americanas rapidinho.
Origem (3ª Temporada)
3.6 163 Assista AgoraQuando você apela para a enrolação é sinal que você não sabe para onde quer ir. Essa série tem um potencial enorme, mas se perde em querer render onde não tem fonte para isso.
Em termos de roteiro, podemos dizer assim:
Eu entendo a ideia de querer expor os dramas e as dificuldades humanas em situações malucas como as vividas aqui. Mas, não sei se pelas PÉSSIMAS atuações e pela PÉSSIMA direção, acredito que absolutamente NINGUÉM compre o sofrimento dos personagens. É difícil demais estabelecer uma empatia porque tudo é jogado de uma forma completamente amadora em tela. A série peca em querer ser série de drama ao tempo que é uma série de suspense e ao tempo que é uma série de terror. Num plano ideal, os monstros, o mistério, enfim, tudo que envolve a cidade deveria ser apenas um plano de fundo do drama vivido pelos personagens. Deveria ser um medo oculto, um medo de algo desconhecido, mas que também é desconhecido para quem assiste. Enquanto tentassem resolver as coisas e voltar para casa, o único medo deveria ser o de ter uma morte por algo que fugisse totalmente seja da razão ou do imaginário. A lente hiper focada no rosto dos personagens não faz a gente comprar o drama deles. Além disso, o diálogo expositivo e a CHATICE dos personagens em esconder o TEMPO INTEIRO o que sentem, vêm e vivem é aborrecedor. Não tinha necessidade nenhuma de criar monstros pitorescos, não tinha necessidade de CGI tosca de uma mulher cadavérica, se mantivesse apenas as figuras humanas de pessoas que foram próximas ou desconhecidas deles, já seria aterrorizante o suficiente. Não obstante, o pavio curtíssimo dos personagens até mesmo quando algum chega tranquilo para conversar com o outro é uma preguiça de roteiro que me dá nos nervos.
Em termos de personagens, podemos dizer assim:
Fátima: de uma pessoa good vibes no início para uma completa de uma chata (não, a "gravidez" não é suficiente para ancorar a personagem numa chatice imparável).
Ellis: desde o inicio eu sinceramente nunca entendi a função dele na série. Inútil. Além de ser um péssimo ator de mesma expressão facial o tempo inteiro.
Jim: a busca eterna em ser um dito "macho alfa", mas o máximo que ele consegue é ser um forçador de barra extremamente impulsivo. Além de ser um repelente de interações sociais saudáveis.
Elgin: um péssimo ator interpretando um personagem que ganhou força demais desproporcional ao que realmente a história precisava.
Tabitha: a atriz de um olhar só. Não expressa as coisas claramente, é burra nas decisões e quase sempre não acrescenta nada nem para a própria família quanto menos para a comunidade. Ganhou de bandeja um protagonismo insuficiente para o tamaninho da capacidade da atriz.
Boyd: o personagem que mais usa "ok" e "look" que eu já vi na vida. Parecia complexo no início, agora é só um senhor que ama ser "passapanista" para situações de quem ele gosta e cantar de galo com pessoas que o confrontam (principalmente do sexo feminino, que ele cresce a crista nas alturas).
Pai do Victor: necessário desde a primeira temporada. A voz da razão e da calma que essa cidade precisava de forma gritante. É um dos poucos que passa realmente de forma qualificada a ideia que foi dada ao ator.
Victor: um personagem ok, mas que a série entendeu que saturar os seus maneirismos seria uma coisa legal, quando na verdade não é. Era bom quando tinha menos foco nas suas crises e mais em seu mistério em saber quase tudo sobre o lugar.
Jade: poderia ter sido muito melhor aproveitado. Um inteligente arrogantão que não se envolve com ninguém é perder a capacidade de construir um personagem que poderia sair da bolha da vida boa e enriquecida, para o cara que precisa usar sua inteligência para desenvolver-se também emocionalmente.
Detetive Alex Cross (1ª Temporada)
3.6 35 Assista AgoraSe tivesse uma categoria no Emmy com "série com o roteiro mais expositivo" essa aqui venceria com tranquilidade. De 5 em 5 minutos os personagens precisam ficar narrando o que estamos assistindo. Quando acontece isso ou estão subestimando a inteligência do telespectador ou simplesmente não têm domínio sobre o que escreveram e precisam garantir que o público-alvo entenda os absurdos que estão colocando em tela.
E por falar em absurdo, não há nada mais ridículo em muitas dessas séries de investigação sobre assassinos em série do que transformá-los em super-heróis que transitam entre a impunidade e a manipulação COMPLETA do ambiente e sociedade que convivem. O que tentam o TEMPO INTEIRO nessa série é convencer que não importa a situação, o "vilão" sempre estará um passo a frente de uma polícia burra e leviana, mas sempre deixando rastros ÓBVIOS que passam despercebidos de uma forma completamente proposital para render a própria história.
É Assim Que Acaba
3.2 395 Assista AgoraOi, sou psicólogo, posso dar um pitaco?
Gostaria de começar comparando dois momentos iniciais da história: Lily conhecendo Atlas e Lily conhecendo Ryle. Por aqui acho que conseguimos sintetizar bem boa parte da história.
Lily conhecendo Atlas percebemos uma coisa que eu acredito ser fundamental ao você conhecer qualquer pessoa e pela finalidade que seja: a leveza. Não há dificuldade no olhar, não há dificuldade em se expressar, não há dificuldade em ser você mesmo, não há coisa no mundo que passe mais rápido do que o momento em que você está com aquela pessoa. Você não se sente ameaçado, você não se sente vigilante o tempo inteiro, você deixa uma abertura para seus traumas e recolhe incentivo, escuta qualificada e compreensão. Senti que os dois viveram a intensidade máxima de suas vidas quebradas sendo conectadas pelo acaso e isso fluiu muito bem. Talvez a única derrapada de Lily tenha sido se referir a Atlas no futuro como "eu transei com um mendigo". Ainda que possa ter tido um tom de brincadeira, quando se trata de amor a gente pestaneja o termo pejorativo pela consideração do tudo vivido. E pensar que quem retirou a leveza de Lily foi justamente o seu maior trauma.
Por outro lado, Lily conhecendo Ryle e com os já óbvios red flags de chute na cadeira, convite para transar com um minuto que a conheceu e etc, não houve leveza em momento algum. A escolha do diretor em "sufocar" os personagens na tela com lentes mais aproximadas foi perfeita. A todo momento de Ryle em tela percebe-se sua presença em excesso, sem espaço para respirar ou para Lily tomar uma decisão bem pensada, calculada ou que verdadeiramente queira ter tomado. O tempo todo com Ryle foi assim. Ela não podia aproveitar uma festa porque havia um homem a atazanando. Ela não podia aproveitar o grande momento de abertura do seu sonho porque havia um homem a sufocando. A todo momento Lily se sentiu obrigada. A todo momento Lily deixou de lado suas convicções para servir ao imediatismo de um homem carente, quebrado e louco pela sua presa. Traumas podem até justificar rupturas na saúde mental, mas não são muletas para perversidades. Se Lily disse não, se Lily não se dispôs em momento algum e por pura e espontânea vontade, deixe-a livre. No momento em que houve uma quebra dessa liberdade, não houve mais espaço para Ryle tentar qualquer coisa. Entre um ceder aqui e outro ceder ali, a cada momento que Lily pôs-se a disposição do sufocar de Ryle, mais ela atava os nós da corda em seus braços e jogava um pedaço dela para que Ryle puxasse. O problema é quando esse nó aperta ao ponto de machucar e a outra pessoa sentir qualquer coisa que não seja misericórdia de você.
Dito isso e retomando o que falei na primeira parte, ao menor sinal de não haver leveza, a melhor opção é correr.
Armadilha
2.7 873 Assista AgoraTalvez o filme do Shyamalan que mais subestimou a inteligência de quem assistiu.
O lugar está extremamente bem vigiado e com câmeras. Mas incrivelmente elas somem no local onde um suspeito pega walk-talk de um policial, cartão de um trabalhador do local, avental e até mesmo entra em uma cozinha e lança vidro de óleo dentro do óleo fervente. Tudo isso sem uma alma viva para enxergar. Pior: todos os homens estão sendo interrogados ao saírem e, convenientemente, o suspeito não é. Além disso, o motorista da limosine é a pessoa mais lerda que eu já vi na vida.
Longlegs: Vínculo Mortal
3.2 938 Assista AgoraUm filme de terror bem dirigido e ainda por cima com uma cereja do bolo gigantesca e quase atípica pro gênero (as ÓTIMAS atuações) é pra louvar de pé.
Amei essa atuação do Nicolas Cage interpretando o Marilyn Manson.
Vizinhança do Barulho
3.2 169Incrível como que o filme dublado perde quase que 80% da graça que tem.
Você Nunca Me Encontrará
3.0 63 Assista AgoraA edição de som somada a direção trouxeram um ar de incômodo e tensão extremamente bem feito. O filme só pecou mesmo em querer deixar um final aberto demais. Fora isso, tecnicamente é excepcional.
Madame Teia
2.1 385 Assista AgoraEsperava um Hiroshima e Nagasaki, acabei encontrando estalinhos de São João.
A Esposa do Meu Marido
4.3 52 Assista AgoraFicou a impressão que
os roteiristas pensaram "bora dar um gás do nada aqui no meio da temporada?" mas sem se importar se o que foi introduzido na história seria pertinente ou não.
E não foi.
De repente encontramos não um, nem dois, mas vários jogadores profissionais de xadrez da vida que sabiam meticulosamente o que fazer para enganar, trair e conquistar.
Ficou difícil manter o carisma pela inocência trazida pelos personagens na primeira parte. É simplesmente horrorosa a sensação de que todos estavam sob total controle das situações o tempo inteiro. Todos sabemos que a vida não é assim, nem quando a gente está vivendo pela segunda vez.
True Detective: Terra Noturna (4ª Temporada)
3.4 273 Assista AgoraResumo da temporada:
Alguém por favor arrume um Clube da Luta pra Navarro
Todos Menos Você
3.1 509 Assista AgoraEu sei que é um filme. Eu sei que é algo fantasioso. Mas, vão me desculpar, não da pra engolir a história inteira do longa ter sido desenvolvida porque dois adultos completamente imaturos não quiseram conversar por 2 minutos sobre o que acharam que tinha acontecido. Não obstante, o ressentimento completamente desproporcional para duas pessoas que acabaram de se conhecer. É tudo desacertado e, pra piorar, romantizando a dificuldade.