- Vilão com motivo estupido e ZERO convencimento. Forçaram tanto esse "plot" que deu até vergonha alheia. - Os personagens mais empáticos com o assassino que eu já vi na vida. Perdi as contas de quantas vezes ele ficou deitado no chão esperando uma porretada ou tiro fatal e os imbecis nada faziam. Eu não fui feito de idiota aqui, roteiristas. Talvez com outras pessoas vocês consigam isso. - O legal dessa vestimenta do assassino é que ela é tipo a máscara do Maskara: dá super poderes como resistência a tiros e vidradas na cabeça, força absurda e manejo bizarro de faca, stamina no talo, conhecimento tecnológico e visão do ponto futuro onde a vitima estará.
Talvez o segredo para ter gostado mais desse filme teria sido não criar tantas expectativas. Ainda que tentasse, não consegui não deixar de prestar atenção em algumas coisas que empobreceram a obra como um todo.
- A mixagem de som foi uma coisa que me incomodou durante o filme. Não consegui entender algumas falas e em algumas partes me pareceu choco, mal acabado.
- Sei que há toda a questão do sotaque e naturalização dos personagens, mas em pelo menos 60% do tempo não se vê uma fluidez de trocas de conversas. Tudo parece arrastado e caótico.
- O excesso de partes expositivas incomoda demais. Ex: é mostrado em cena uma perna dentro de um tubarão. Não há necessidade de fechar o ângulo da câmera em um personagem e este dizer "há uma perna dentro do tubarão". Sim! Eu vi a perna na cena, não precisa me contar o que eu estou vendo. E o filme faz isso o TEMPO TODO.
- Vou torcer pelo Wagner no Oscar? Absolutamente que sim. Mas tenho de ser honesto que não vi nada de mais na atuação que seja digna de uma premiação. Vi mais força nos olhares e trejeitos da Fernanda em Ainda Estou Aqui. Nesse filme vi um Wagner quase como um personagem terceirizado em tela que repete infinitas vezes um olhar de cachorro abandonado na estação de trem olhando alguém comer algo.
- A ambientação é maravilhosa, o elenco é fenomenal (não à toa que foi indicado nessa categoria) e a temática é e sempre será importante. Minha ressalva neste último item é que o filme tentou ser de todos os assuntos, mas passou de forma rasa sobre todos eles. Não foi fundo em nenhum e assim se passaram mais de duas horas e quarenta minutos.
Se acabassem assim que a Michelle entrasse no armário e a porta se abrisse sozinha e ela não estivesse lá teria sido BRILHANTE. Os ultimos minutos depois disso foram totalmente desnecessários.
que se a Allison Williams é uma atriz, você também pode ser. Afinal de contas, basta ter UMA expressão facial apenas e você estará escalado(a) para vários filmes.
Simplesmente um emaranhado de tentativas de dramas genéricos com excesso de câmera lenta e música "emocionante". Tudo isso coberto por atuações horríveis.
Esse filme tenta se fazer de comovente, mas só acerta no absurdo da conveniência.
- Um banco sem detector de metais na porta. Parece mais uma entrada de prefeitura. Aqui abriu-se a porta para o plot da bomba e da arma.
- A parte da bomba foi o meu incômodo durante o filme INTEIRO. Seguraram até não dar mais alguém vir e falar sobre ela, só pra deixar um sossego no roteiro para o fim. Nem mesmo a polícia comenta sobre, simplesmente CAGARAM.
- Ela mostrar a arma e a atendente jogar TODO o dinheiro do banco em cima do balcão. Não obstante, a personagem principal não pegar a grana e sumir imediatamente. Não, é fundamental que seja preparado o terreno para a live no momento exato do discurso de milhões da personagem. A polícia só ficar sabendo que ela está acontecendo quase ao fim do discurso é um tapa na cara do telespectador.
- O "manda e desmanda" entre FBI e a policia é risível e deplorável.
- O plot twist mais desonesto que eu já vi na vida. Mascararam todas as situações para que ficasse ok soltar essa noticia bem numa enxurrada de câmera lenta e cara de choro da personagem principal.
Se tirassem toda a parte dos vampiros da história e substituíssem por algo pés no chão e utilizando o tema de perseguição do KKK no lugar sem muitos exageros, teríamos um novo clássico surgindo. A direção é linda, a fotografia redondinha, o ritmo estava primoroso e as performances estavam maravilhosas.
Gostei ainda assim? Gostei ainda assim. Mas fico com a sensação de que se houvesse essa alteração na história teria sido perfeito.
Gostaria de começar comparando dois momentos iniciais da história: Lily conhecendo Atlas e Lily conhecendo Ryle. Por aqui acho que conseguimos sintetizar bem boa parte da história.
Lily conhecendo Atlas percebemos uma coisa que eu acredito ser fundamental ao você conhecer qualquer pessoa e pela finalidade que seja: a leveza. Não há dificuldade no olhar, não há dificuldade em se expressar, não há dificuldade em ser você mesmo, não há coisa no mundo que passe mais rápido do que o momento em que você está com aquela pessoa. Você não se sente ameaçado, você não se sente vigilante o tempo inteiro, você deixa uma abertura para seus traumas e recolhe incentivo, escuta qualificada e compreensão. Senti que os dois viveram a intensidade máxima de suas vidas quebradas sendo conectadas pelo acaso e isso fluiu muito bem. Talvez a única derrapada de Lily tenha sido se referir a Atlas no futuro como "eu transei com um mendigo". Ainda que possa ter tido um tom de brincadeira, quando se trata de amor a gente pestaneja o termo pejorativo pela consideração do tudo vivido. E pensar que quem retirou a leveza de Lily foi justamente o seu maior trauma.
Por outro lado, Lily conhecendo Ryle e com os já óbvios red flags de chute na cadeira, convite para transar com um minuto que a conheceu e etc, não houve leveza em momento algum. A escolha do diretor em "sufocar" os personagens na tela com lentes mais aproximadas foi perfeita. A todo momento de Ryle em tela percebe-se sua presença em excesso, sem espaço para respirar ou para Lily tomar uma decisão bem pensada, calculada ou que verdadeiramente queira ter tomado. O tempo todo com Ryle foi assim. Ela não podia aproveitar uma festa porque havia um homem a atazanando. Ela não podia aproveitar o grande momento de abertura do seu sonho porque havia um homem a sufocando. A todo momento Lily se sentiu obrigada. A todo momento Lily deixou de lado suas convicções para servir ao imediatismo de um homem carente, quebrado e louco pela sua presa. Traumas podem até justificar rupturas na saúde mental, mas não são muletas para perversidades. Se Lily disse não, se Lily não se dispôs em momento algum e por pura e espontânea vontade, deixe-a livre. No momento em que houve uma quebra dessa liberdade, não houve mais espaço para Ryle tentar qualquer coisa. Entre um ceder aqui e outro ceder ali, a cada momento que Lily pôs-se a disposição do sufocar de Ryle, mais ela atava os nós da corda em seus braços e jogava um pedaço dela para que Ryle puxasse. O problema é quando esse nó aperta ao ponto de machucar e a outra pessoa sentir qualquer coisa que não seja misericórdia de você.
Dito isso e retomando o que falei na primeira parte, ao menor sinal de não haver leveza, a melhor opção é correr.
O lugar está extremamente bem vigiado e com câmeras. Mas incrivelmente elas somem no local onde um suspeito pega walk-talk de um policial, cartão de um trabalhador do local, avental e até mesmo entra em uma cozinha e lança vidro de óleo dentro do óleo fervente. Tudo isso sem uma alma viva para enxergar. Pior: todos os homens estão sendo interrogados ao saírem e, convenientemente, o suspeito não é. Além disso, o motorista da limosine é a pessoa mais lerda que eu já vi na vida.
A edição de som somada a direção trouxeram um ar de incômodo e tensão extremamente bem feito. O filme só pecou mesmo em querer deixar um final aberto demais. Fora isso, tecnicamente é excepcional.
Eu sei que é um filme. Eu sei que é algo fantasioso. Mas, vão me desculpar, não da pra engolir a história inteira do longa ter sido desenvolvida porque dois adultos completamente imaturos não quiseram conversar por 2 minutos sobre o que acharam que tinha acontecido. Não obstante, o ressentimento completamente desproporcional para duas pessoas que acabaram de se conhecer. É tudo desacertado e, pra piorar, romantizando a dificuldade.
Mais raso que as praias de Maragogi em maré baixa.
O filme tinha um tema importantíssimo em mãos e uma história extremamente comovente. Como explorou isso? Com takes longuíssimos no rosto do personagem principal a todo momento; trouxe uma narrativa do herói intocável e santo que subitamente a vida decidiu que tudo iria funcionar para ele independente do que tentasse; e falhou miseravelmente em tentar gerar empatia pelas lágrimas de Tim com situações que o foco teria que ser absoluto no reencontro dos pais com os filhos sequestrados.
Se essa historia tivesse sido contada do ponto de vista da situação, da meticulosidade dos bandidos, do drama das famílias, da inocência e infância retirada das crianças e não tentando forçar sentir pena pelo o que Tim estava sentindo, teria sido excepcional.
Undertone
3.0 82Peço que me avisem quando os roteiristas terminarem o filme.
POV: Presença Oculta
2.1 35 Assista AgoraO nome do filme deveria ser "Segue o fluxo" porque roteiro mesmo ele não tem.
Socorro!
3.3 274 Assista AgoraSe vendeu como proposta diferente e entregou mais do mesmo.
Pânico 7
2.7 380 Assista AgoraEsse filme é uma eterna sucessão de bizarrices que não dá para deixar passar:
- Vilão com motivo estupido e ZERO convencimento. Forçaram tanto esse "plot" que deu até vergonha alheia.
- Os personagens mais empáticos com o assassino que eu já vi na vida. Perdi as contas de quantas vezes ele ficou deitado no chão esperando uma porretada ou tiro fatal e os imbecis nada faziam. Eu não fui feito de idiota aqui, roteiristas. Talvez com outras pessoas vocês consigam isso.
- O legal dessa vestimenta do assassino é que ela é tipo a máscara do Maskara: dá super poderes como resistência a tiros e vidradas na cabeça, força absurda e manejo bizarro de faca, stamina no talo, conhecimento tecnológico e visão do ponto futuro onde a vitima estará.
Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra
3.3 35A todo momento eu fiquei imaginando o William Macy interpretando o Frank de Shameless no lugar do Sam Rockwell.
O Agente Secreto
3.9 1,0K Assista AgoraTalvez o segredo para ter gostado mais desse filme teria sido não criar tantas expectativas. Ainda que tentasse, não consegui não deixar de prestar atenção em algumas coisas que empobreceram a obra como um todo.
Seriam
- A mixagem de som foi uma coisa que me incomodou durante o filme. Não consegui entender algumas falas e em algumas partes me pareceu choco, mal acabado.
- Sei que há toda a questão do sotaque e naturalização dos personagens, mas em pelo menos 60% do tempo não se vê uma fluidez de trocas de conversas. Tudo parece arrastado e caótico.
- O excesso de partes expositivas incomoda demais. Ex: é mostrado em cena uma perna dentro de um tubarão. Não há necessidade de fechar o ângulo da câmera em um personagem e este dizer "há uma perna dentro do tubarão". Sim! Eu vi a perna na cena, não precisa me contar o que eu estou vendo. E o filme faz isso o TEMPO TODO.
- Vou torcer pelo Wagner no Oscar? Absolutamente que sim. Mas tenho de ser honesto que não vi nada de mais na atuação que seja digna de uma premiação. Vi mais força nos olhares e trejeitos da Fernanda em Ainda Estou Aqui. Nesse filme vi um Wagner quase como um personagem terceirizado em tela que repete infinitas vezes um olhar de cachorro abandonado na estação de trem olhando alguém comer algo.
- A ambientação é maravilhosa, o elenco é fenomenal (não à toa que foi indicado nessa categoria) e a temática é e sempre será importante. Minha ressalva neste último item é que o filme tentou ser de todos os assuntos, mas passou de forma rasa sobre todos eles. Não foi fundo em nenhum e assim se passaram mais de duas horas e quarenta minutos.
Bugonia
3.6 437 Assista AgoraPor uma única condição o filme não foi excelente:
Se acabassem assim que a Michelle entrasse no armário e a porta se abrisse sozinha e ela não estivesse lá teria sido BRILHANTE. Os ultimos minutos depois disso foram totalmente desnecessários.
M3GAN 2.0
2.7 224 Assista AgoraO filme parece que é um eterno 3º ato mal executado.
Fora o fato de
que se a Allison Williams é uma atriz, você também pode ser. Afinal de contas, basta ter UMA expressão facial apenas e você estará escalado(a) para vários filmes.
Até a Última Gota
3.3 163 Assista AgoraSimplesmente um emaranhado de tentativas de dramas genéricos com excesso de câmera lenta e música "emocionante". Tudo isso coberto por atuações horríveis.
Esse filme tenta se fazer de comovente, mas só acerta no absurdo da conveniência.
Explico:
Vamos às conveniências:
- Um banco sem detector de metais na porta. Parece mais uma entrada de prefeitura. Aqui abriu-se a porta para o plot da bomba e da arma.
- A parte da bomba foi o meu incômodo durante o filme INTEIRO. Seguraram até não dar mais alguém vir e falar sobre ela, só pra deixar um sossego no roteiro para o fim. Nem mesmo a polícia comenta sobre, simplesmente CAGARAM.
- Ela mostrar a arma e a atendente jogar TODO o dinheiro do banco em cima do balcão. Não obstante, a personagem principal não pegar a grana e sumir imediatamente. Não, é fundamental que seja preparado o terreno para a live no momento exato do discurso de milhões da personagem. A polícia só ficar sabendo que ela está acontecendo quase ao fim do discurso é um tapa na cara do telespectador.
- O "manda e desmanda" entre FBI e a policia é risível e deplorável.
- O plot twist mais desonesto que eu já vi na vida. Mascararam todas as situações para que ficasse ok soltar essa noticia bem numa enxurrada de câmera lenta e cara de choro da personagem principal.
Pecadores
4.0 1,2K Assista AgoraSe tirassem toda a parte dos vampiros da história e substituíssem por algo pés no chão e utilizando o tema de perseguição do KKK no lugar sem muitos exageros, teríamos um novo clássico surgindo. A direção é linda, a fotografia redondinha, o ritmo estava primoroso e as performances estavam maravilhosas.
Gostei ainda assim? Gostei ainda assim. Mas fico com a sensação de que se houvesse essa alteração na história teria sido perfeito.
Awake: A Vida Por Um Fio
3.5 757 Assista AgoraNão é à toa que a carreira da Jessica Alba foi de Americanas rapidinho.
É Assim Que Acaba
3.2 395 Assista AgoraOi, sou psicólogo, posso dar um pitaco?
Gostaria de começar comparando dois momentos iniciais da história: Lily conhecendo Atlas e Lily conhecendo Ryle. Por aqui acho que conseguimos sintetizar bem boa parte da história.
Lily conhecendo Atlas percebemos uma coisa que eu acredito ser fundamental ao você conhecer qualquer pessoa e pela finalidade que seja: a leveza. Não há dificuldade no olhar, não há dificuldade em se expressar, não há dificuldade em ser você mesmo, não há coisa no mundo que passe mais rápido do que o momento em que você está com aquela pessoa. Você não se sente ameaçado, você não se sente vigilante o tempo inteiro, você deixa uma abertura para seus traumas e recolhe incentivo, escuta qualificada e compreensão. Senti que os dois viveram a intensidade máxima de suas vidas quebradas sendo conectadas pelo acaso e isso fluiu muito bem. Talvez a única derrapada de Lily tenha sido se referir a Atlas no futuro como "eu transei com um mendigo". Ainda que possa ter tido um tom de brincadeira, quando se trata de amor a gente pestaneja o termo pejorativo pela consideração do tudo vivido. E pensar que quem retirou a leveza de Lily foi justamente o seu maior trauma.
Por outro lado, Lily conhecendo Ryle e com os já óbvios red flags de chute na cadeira, convite para transar com um minuto que a conheceu e etc, não houve leveza em momento algum. A escolha do diretor em "sufocar" os personagens na tela com lentes mais aproximadas foi perfeita. A todo momento de Ryle em tela percebe-se sua presença em excesso, sem espaço para respirar ou para Lily tomar uma decisão bem pensada, calculada ou que verdadeiramente queira ter tomado. O tempo todo com Ryle foi assim. Ela não podia aproveitar uma festa porque havia um homem a atazanando. Ela não podia aproveitar o grande momento de abertura do seu sonho porque havia um homem a sufocando. A todo momento Lily se sentiu obrigada. A todo momento Lily deixou de lado suas convicções para servir ao imediatismo de um homem carente, quebrado e louco pela sua presa. Traumas podem até justificar rupturas na saúde mental, mas não são muletas para perversidades. Se Lily disse não, se Lily não se dispôs em momento algum e por pura e espontânea vontade, deixe-a livre. No momento em que houve uma quebra dessa liberdade, não houve mais espaço para Ryle tentar qualquer coisa. Entre um ceder aqui e outro ceder ali, a cada momento que Lily pôs-se a disposição do sufocar de Ryle, mais ela atava os nós da corda em seus braços e jogava um pedaço dela para que Ryle puxasse. O problema é quando esse nó aperta ao ponto de machucar e a outra pessoa sentir qualquer coisa que não seja misericórdia de você.
Dito isso e retomando o que falei na primeira parte, ao menor sinal de não haver leveza, a melhor opção é correr.
Armadilha
2.7 873 Assista AgoraTalvez o filme do Shyamalan que mais subestimou a inteligência de quem assistiu.
O lugar está extremamente bem vigiado e com câmeras. Mas incrivelmente elas somem no local onde um suspeito pega walk-talk de um policial, cartão de um trabalhador do local, avental e até mesmo entra em uma cozinha e lança vidro de óleo dentro do óleo fervente. Tudo isso sem uma alma viva para enxergar. Pior: todos os homens estão sendo interrogados ao saírem e, convenientemente, o suspeito não é. Além disso, o motorista da limosine é a pessoa mais lerda que eu já vi na vida.
Longlegs: Vínculo Mortal
3.2 938 Assista AgoraUm filme de terror bem dirigido e ainda por cima com uma cereja do bolo gigantesca e quase atípica pro gênero (as ÓTIMAS atuações) é pra louvar de pé.
Amei essa atuação do Nicolas Cage interpretando o Marilyn Manson.
Vizinhança do Barulho
3.2 169Incrível como que o filme dublado perde quase que 80% da graça que tem.
Você Nunca Me Encontrará
3.0 63 Assista AgoraA edição de som somada a direção trouxeram um ar de incômodo e tensão extremamente bem feito. O filme só pecou mesmo em querer deixar um final aberto demais. Fora isso, tecnicamente é excepcional.
Madame Teia
2.1 385 Assista AgoraEsperava um Hiroshima e Nagasaki, acabei encontrando estalinhos de São João.
Todos Menos Você
3.1 509 Assista AgoraEu sei que é um filme. Eu sei que é algo fantasioso. Mas, vão me desculpar, não da pra engolir a história inteira do longa ter sido desenvolvida porque dois adultos completamente imaturos não quiseram conversar por 2 minutos sobre o que acharam que tinha acontecido. Não obstante, o ressentimento completamente desproporcional para duas pessoas que acabaram de se conhecer. É tudo desacertado e, pra piorar, romantizando a dificuldade.
Anatomia de uma Queda
4.0 976 Assista AgoraDos 151 minutos de filme, pelo menos 10% dele são só de looongos takes no garoto macetando o piano.
A Sociedade da Neve
4.2 783 Assista AgoraTalvez a cena de queda de avião mais bem feita que já vi na vida. Impecável como foram fiéis aos destroços exatamente como ficou na vida real.
Saltburn
3.5 932É como se fosse o Parasita, mas dirigido pela Narcisa Tamborindeguy.
Plano em Família
3.1 72 Assista AgoraVocê vai ter a sensação de já ter assistido esse filme antes, mas com outros atores.
O Mundo Depois de Nós
3.2 990 Assista AgoraEsse é daquele seleto grupo de filmes que tinha tudo pra ser um filmaço, mas preferiu se ancorar em um final preguiçoso e "interpretativo".
Som da Liberdade
3.8 510 Assista AgoraMais raso que as praias de Maragogi em maré baixa.
O filme tinha um tema importantíssimo em mãos e uma história extremamente comovente. Como explorou isso? Com takes longuíssimos no rosto do personagem principal a todo momento; trouxe uma narrativa do herói intocável e santo que subitamente a vida decidiu que tudo iria funcionar para ele independente do que tentasse; e falhou miseravelmente em tentar gerar empatia pelas lágrimas de Tim com situações que o foco teria que ser absoluto no reencontro dos pais com os filhos sequestrados.
Se essa historia tivesse sido contada do ponto de vista da situação, da meticulosidade dos bandidos, do drama das famílias, da inocência e infância retirada das crianças e não tentando forçar sentir pena pelo o que Tim estava sentindo, teria sido excepcional.