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  • Adriano Silva 🎬
    1 semana atrás

    Casablanca (1942)

    "Casablanca" é dirigido por Michael Curtiz e estrelado por Humphrey Bogart, Ingrid Bergman e Paul Henreid. O elenco de apoio inclui Claude Rains, Conrad Veidt, Sydney Greenstreet, Peter Lorre e Dooley Wilson. O roteiro de "Casablanca" é baseado em "Everybody Comes to Rick's", de 1940, uma peça teatral não produzida de Murray Burnett e Joan Alison.

    "Casablanca" curiosamente é filmado e ambientado durante a Segunda Guerra Mundial, cujo foco está centrado em em Rick Blaine (Humphrey Bogart), um expatriado americano que gerencia um bar em Casablanca, a maior cidade de Marrocos. Ele reencontra seu antigo grande amor, Ilsa Lund (Ingrid Bergman), que busca ajuda com seu marido, Victor Laszlo (Paul Henreid), um líder da resistência, para escapar dos nazistas. Rick deve escolher entre seu amor por ela ou ajudá-los a fugir.

    Eu costumo afirmar que para um filme ser considerado uma obra-prima do cinema ele necessariamente precisa me elevar a enésima sensação de satisfação, me despertar inúmeras reações, eu fico feliz, fico triste, me emociono, fico em êxtase, fico nervoso, fico eufórico, fico alucinado, fico nostálgico, fico em estado de choque, e magistralmente "Casablanca" me leva a todos estes sentimentos aflorados em um misto de reações.

    "Casablanca" é amplamente, dignamente e merecidamente considerado como um dos maiores romances da história do cinema. Eu diria que "Casablanca" é a maior história de um amor impossível da história do cinema. O longa-metragem é autêntico, é hábil, é inteligente, é muito bem orquestrado, pois estamos falando de um roteiro absurdamente genial, que usa a base de um drama romântico com um pano de fundo político. O filme tem um peso imenso devido à sua capacidade de unir romance, intriga política e dilemas morais em um contexto real de guerra, transformando-se em um marco cultural duradouro.

    O maior triunfo de "Casablanca" é justamente o reencontro de um amor adormecido, de uma grande paixão do passado que é revivida em meios à todos os conflitos presente. Este é o ponto que transforma "Casablanca" em um filme grandioso e inovador, pois temos toda uma abordagem em cima de uma narrativa de guerra, onde inevitavelmente ocorre o embate entre o romance e a política de interesses, entre o sacrifício e o heroísmo, colocando à prova tanto os desejos de Ilsa como principalmente os desejos do Rick. Já que Rick se portava como um homem ferido, frio, desiludido, descrente, solitário, por outro lado se mostrava hábil, inteligente e maquiavélico para orquestrar seus planos.

    É incrível o poder que "Casablanca" tem em nos despertar sentimentos distintos, dúvidas ocasionais, curiosidades frequentes, perguntas jamais respondidas; pois estaria Rick protegendo Ilsa pelo amor que ele sempre teve por ela? Se ele realmente a amasse porquê ele não lutou para ficar com ela? Será que realmente ele a amou tanto assim para protegê-la a deixando fugir com outro homem? E a principal delas: será que Rick realmente amava Ilsa ou foi somente um amor repentino porém avassalador como a icônica e lendária frase - "Sempre teremos Paris"? Fato é que querendo ou não o final de "Casablanca" foge dos clichês românticos triviais e se ilustra como uma das maiores provas de amor já demonstradas no cinema, o amor pela vida.

    Além do roteiro que é genialmente perfeito, "Casablanca" vai muito mais além ao nos apresentar dois ícones do cinema, duas personalidades que marcaram a história da sétima arte; simplesmente Humphrey Bogart e Ingrid Bergman.
    Bogart foi eleito pelo American Film Institute como a maior estrela masculina do cinema norte-americano de todos os tempos. É considerado um dos grandes mitos do cinema e ganhou o Oscar de melhor ator de 1951 por seu papel em "The African Queen".
    Já Ingrid foi uma das maiores atrizes da Era de Ouro de Hollywood. Com sua beleza e seu imenso talento de atriz, ela foi uma das figuras mais célebres da história do cinema americano. Além disso, Ingrid Bergman é também uma das atrizes mais premiadas, incluindo três Oscars, dois Primetime, um Tony, quatro Golden Globe, um BAFTA e uma Volpi Cup.

    Humphrey Bogart e Ingrid Bergman possuem um química invejável, uma sintonia perfeita, contracenam de forma leve, natural, singela, elegante, prazerosa, onde tínhamos um belíssimo envolvimento nas trocas de olhares, nos diálogos, no gestual, onde ambos ganhavam toda a cena enquanto atuavam com um toque mais teatral. Sem dúvidas era uma forma diferente de atuar, de interpretar, era uma atuação diferente, era um cinema diferente, mais elegante, requintado, poético, fino, inteligente, teatral e intimista. Por outro lado o poder da atuação de ambos também estavam presentes nos diálogos icônicos com frases emblemáticas como:
    "O mundo todo desmoronando e nós apaixonados."
    "Se esse avião decolar e você não estiver nele, você se arrependerá. Talvez não hoje, talvez não amanhã, mas em breve e para o resto da sua vida."
    "Beije-me. Beije-me como se fosse a última vez."
    "De todas as espeluncas em todas as cidades do mundo, ela entra justamente na minha."
    "Sempre teremos Paris."

    E aqui eu preciso citar a minha passagem preferida do filme. O momento em que Ilsa diz para o Sam (Dooley Wilson): "Toque uma vez, Sam, por causa dos velhos tempos" e, posteriormente, "Toque, Sam. Toque 'As Time Goes By'" (Composta por Herman Hupfeld em 1931). Este é um dos momentos mais belo e encantador de toda a história do cinema. E já aproveito para puxar o gancho da trilha sonora composta pelo mestre Max Steiner, o lendário criador de centenas de clássicos temas para filmes americanos. A trilha sonora de "Casablanca" toca no fundo da alma. Se você assistir "Casablanca" e não for contagiado pela belíssima trilha sonora com certeza você já está morto por dentro. O lendário diretor Michael Curtiz de "As Aventuras de Robin Hood" (1938) entrega um trabalho exuberante, genial, que traz a essência da obra com sua filmagem plástica, com takes com tomadas longas, que impulsionava ainda mais aquelas cenas com diálogos históricos; como acontece exatamente na última cena do filme. A cenografia do longa é impecável, pois é impossível você não se emocionar com o poder e a magnitude de uma película em preto e branco ditando a força do amor com a assolação de uma guerra.

    "Casablanca" é um patrimônio cultural histórico obrigatório para todos os cinéfilos que se prezem. Uma obra que impactou o cinema. Um clássico que incorpora elementos estilísticos do eterno noir dos anos 40. Uma pérola cinematográfica que virou um marco na indústria ao nos apresentar um dos maiores e mais impactantes casais com uma história de amor impossível do cinema. Sem dúvidas "Casablanca" ajudou a moldar a forma de se fazer e de se pensar cinema, sendo um dos pilares mais sólidos da história do cinema, representando o ápice da eterna Era de Ouro de Hollywood.

    "Casablanca" não é apenas um filme, é um deleite para a alma, é um afago no coração, é um suspiro de um amor verdadeiro que respira cinema no mais alto padrão cultural, lendário e histórico.
    Uma obra-prima categórica!

    - 24/04/2026

  • Adriano Silva 🎬
    1 semana atrás

    Gladiador II (2024)

    "Gladiador II" é dirigido e produzido por Ridley Scott. A sequência de "Gladiador" (2000) foi escrita por David Scarpa (roteirista de "Napoleão" de 2023), baseada em uma história que ele escreveu com Peter Craig (roteirista de "Batman" de 2022). O longa é estrelado por Paul Mescal, Pedro Pascal, Joseph Quinn, Fred Hechinger, Connie Nielsen e Denzel Washington. Derek Jacobi e Connie Nielsen reprisam seus papéis do primeiro filme, com Mescal substituindo Spencer Treat Clark. Paul Mescal interpreta Lucius Verus Aurélio, o príncipe exilado de Roma, que se torna prisioneiro de guerra e luta como gladiador para Macrino (Denzel Washington), um ex-escravo que planeja derrubar os imperadores gêmeos Caracala e Geta (Fred Hechinger e Joseph Quinn).

    Se hoje eu elaborasse um top 10 melhores momentos da minha vida no cinema, com toda a certeza a sessão de "Gladiador" assistida lá em junho de 2000 estaria na lista. Naquela época o cinema era diferente, os filmes eram diferentes, a forma de se fazer cinema era diferente, o entretenimento audiovisual era diferente, até pelos acontecimentos e pela geração da época. Eu vivi uma das maiores experiências cinéfilas naquele dia, e olha que estávamos em uma época em que a internet no Brasil era fraca e não tinha o alcance que tem hoje, e ainda assim o sucesso de "Gladiador" era estrondoso no boca a boca, na TV, nos jornais e nas revistas. Eu afirmo que "Gladiador" está na lista dos melhores filmes de toda a carreira do Ridley Scott.

    O projeto para uma continuação de "Gladiador" sempre esteve engavetado, talvez inicialmente por desinteresse do próprio Ridley Scott como dos estúdios e produtores. Mas com toda certeza aquela ideia sempre esteve viva e só estava sendo postergada, onde mais cedo ou mais tarde iria de fato acontecer. Eu só não achava que fosse demorar tanto tempo para acontecer, onde 24 anos depois temos a continuação de "Gladiador".

    Eu acredito fielmente que "Gladiador" jamais necessitasse de uma continuação, até por ser uma obra autossuficiente, irretocável, única, uma obra-prima imortalizada e eternizada presente na lista dos melhores filmes da década de 2000. Dito isto, seria óbvio que mais cedo ou mais tarde iriam atrás de uma continuação com a única ideia que todos utilizam hoje em Hollywood - a de lucrar. E o que mais me espanta é o fato do próprio Ridley Scott aceitar dirigir esta improvável continuação, o que de fato poderia ser o maior acerto do estúdio, em trazer o consagrado diretor do primeiro filme para a continuação. Porém, na minha opinião "Gladiador II" entra naquela lista das continuação completamente desnecessárias, infundadas e inteiramente dispensáveis.

    Devo admitir que todo o roteiro pensado e construído para elaborar a continuação de "Gladiador" soa no mínimo plausível. Toda a ideia em trazer de volta o legado do filme anterior dessa vez focado em Lucius, que é revelado como o filho de lendário Máximus Décimus Meridius (Russell Crowe), que esteve presente ainda pequenino no primeiro filme. Ou seja, o longa-metragem iria se aprofundar naquela busca de vingança contra o Império Romano, que após 16 anos da morte de Máximus, Roma era governada pelos imperadores tirânicos que haviam ordenado a invasão e a morte da esposa de Lucius. Dessa forma teríamos um novo gladiador lutando pela honra, pela vingança e pela restauração da paz no território romano.

    Olhando assim "Gladiador II" tinha tudo para dar certo, até por ser uma continuação direta do primeiro filme, onde o mesmo iria seguir a mesma linha e os mesmos passos do anterior. O que também poderia ser um risco, uma vez que se firmar como continuação direta não iria te obrigar a construir uma identidade própria, como uma obra independente, e sim viver na sombra do seu antepassado. Por outro lado, ter novamente a direção do Ridley Scott meio que iria te obrigar a seguir por este caminho, uma vez que ele se apoia quase que 100% do tempo no filme anterior. É aí que entra o maior questionamento: isso é bom ou ruim? E se fosse outro diretor no comando e ele seguisse por outro caminho se desgarrando mais do filme anterior? Com certeza teria pessoas que iriam aprovar uma continuação mais independente, até com outro diretor, Mas por outro lado também teria as pessoas que seriam a favor de reviver a história seguindo os mesmos passos e com as ideias do mesmo diretor.

    E aqui eu entendo que uma continuação direta precisa no mínimo seguir a história anterior, para manter a essência e principalmente a coerência com o legado já construído. Só que o maior problema de "Gladiador II" é exatamente ser 100% do tempo uma sombra do anterior em tudo que se propõe a fazer. É incrível como o filme não consegue construir e apresentar absolutamente nada de novo que não seja o protagonista seguir os mesmos passos do protagonista anterior. Ah mas é o filho seguindo os passos do pai buscando vingança, é normal seguir a mesma linha - ok, eu entendo - só que você precisa obrigatoriamente seguir e se apoiar o tempo todo no filme anterior? Você precisa escrever um roteiro praticamente espelhado no roteiro anterior? Onde temos até a mesma história do Império Romano invadido as terras e novamente matando a esposa do protagonista, para que isso novamente vá adicionar fúria em sua vingança.

    "Gladiador II" não consegue se desagarrar do primeiro nem na questão do protagonista, uma vez que o Russell Crowe construiu um personagem icônico e imortalizado, e isso fica perceptível tanto no personagem do Paul Mescal; que luta na sombra do pai, quanto do personagem do Pedro Pascal; que também luta em busca da sua honra. Todavia, o próprio Ridley Scott assumiu todos esses riscos, ele tinha total consciência do que estava fazendo, tanto que ele usa o primeiro filme em tudo, até abusando dos flashback. De certa forma você pode considerar isso como um acerto do diretor, ou até mesmo encarar como uma homenagem, uma carta de amor aos fãs do primeiro filme. Ou por outro lado você (assim como eu) pode considerar como um erro, em não querer se arriscar dentro de uma continuação direta e jogar na segurança, na zona de conforto, em tentar reescrever tudo o que deu certo lá atrás se espelhando no presente. Eu acho que uma continuação necessariamente não precisa ser uma sombra do filme anterior.

    Sobre o elenco:
    Eu também considero como outra grande falha do filme, pois temos um elenco até estrelado mas que não entregam absolutamente nada do que se esperava dentro de um padrão de "Gladiador".
    Paul Mescal foi uma aposta, visto que ele não tem uma grande bagagem em produções dessa linha. E devo mencionar que eu adorei o seu personagem em "Aftersun" (2022). Porém, eu acho que faltou um pouco mais de entrega no personagem, pois em momento algum eu consegui ver a ira e a sede de vingança estampada em sua face.
    Pedro Pascal entrega um personagem ok, dentro do padrão Pedro Pascal, sem aquele grande destaque.
    Por outro lado todo os destaques positivos ficam à cargo do Lorde Denzel Washington, que entrega perfeição em tudo que ele faz. Apesar de considerar o seu final ruim.
    Connie Nielsen também é um destaque positivo. É muito bom poder rever a sua personagem depois de tantos anos.
    Derek Jacobi também reprisa muito bem o seu personagem.
    Já o Joseph Quinn e o Fred Hechinger trazem dois personagens extremamente ruins.

    Os pontos mais positivos em "Gladiador II" ficam na conta das qualidades técnicas, pois é incrível os cenários, principalmente no coliseu. Às batalhas também são muito bem coreografadas e exibidas. A direção de arte é muito boa. A fotografia salta aos olhos. A trilha sonora acompanha muito bem a trama. Como diversão e entretenimento em uma sala de cinema o filme vai funcionar muito bem e te proporcionar um momento incrível.

    Por fim eu concluo que "Gladiador II" é uma continuação completamente desnecessária, que passou muito do time para acontecer (se é que precisava acontecer), onde mesmo com a presença do gênio Ridley Scott (que poderia ser um acerto) o longa não conseguiu sair da sombra do primeiro filme, podendo até ser considerado como uma obra superficial e genérica.
    E ainda pensar que o próprio Ridley Scott já anunciou planos para um terceiro filme, onde ele quer explorar ainda mais o legado do primeiro filme como uma espécie de herança pela perspectiva do Lucius. Infelizmente vão transformar "Gladiador" em uma franquia de filmes como a famosa "galinha dos ovos de ouro". Uma pena!

    - 20/04/2026

    editado
  • Adriano Silva 🎬
    5 meses atrás

    The Walking Dead: Daryl Dixon (3ª Temporada) 2025

    Dos três spin-offs da série original "Daryl Dixon" é a que eu tenho mais dificuldades. A primeira temporada é ok justamente por nos mostrar como seguiu a vida do personagem após os eventos da série principal, e expandir o universo desse personagem em um outro país, com novos povos, uma nova língua e uma nova variação dos zumbi. Já na segunda temporada a série cresce notavelmente de produção, e muito pela presença da icônica Carol Peletier (Melissa McBride). Carol traz um novo frescor e um novo fôlego para a série, onde logo temos o retorno de uma das maiores duplas de todo o universo de "The Walking Dead" - Daryl e Carol!

    No final da segunda temporada eu fiquei curioso em como seguiria a história justamente pela exploração em um novo país. Daryl e Carol inevitavelmente teriam que seguir com a sua jornada de volta para casa, e para isso eles iriam passar por novos locais, novos desafios, onde iriam conhecer novos povos, que poderiam se tornar aliados ou não. Sem falar nos zumbis e em todas as suas variações. A temporada soa interessante justamente por estarmos diante de um novo vilarejo onde vamos desvendando cada segredo a partir dali. E como sempre acontece, logo o Daryl e a Carol estão envolvidos em todos os dramas dos residentes locais.

    A terceira temporada de "Daryl Dixon" novamente consegue inovar usando a mesma história mas com personagens diferentes. Pois temos um novo elenco inteiramente espanhol, que por sinal é um dos pontos altos da temporada, onde logo cada um se destaca dentro de cada personagem. Mas por outro lado o roteiro em si é aquele velho clichê que já conhecemos no universo de "The Walking Dead", onde temos um vilarejo que é sempre explorado por facções de fora, e logo toda essa exploração desencadeia uma nova guerra que entra em conflito justamente com os dois protagonistas. Às histórias paralelas não são inteiramente ruins e até funcionam dentro da proposta do roteiro. Porém, logo elas se tornam desinteressantes com o passar de cada episódio.

    Daryl e Carol novamente são o fôlego da temporada (e não poderia ser diferente). Tanto o Norman quanto a Melissa quando estão atuando juntos é garantia de espetáculo. Mesmo que o conteúdo de ambos seja repetitivo com o passar dos anos, mas os dois contracenando juntos é o que de fato prende o espectador na série. Novamente temos ótimas cenas de ação proporcionada por ambos. Por falar em cenas de ação; esta temporada acerta muito bem, conseguindo dar dinâmica e objetividade em cada uma delas.

    Tecnicamente a temporada melhora ainda mais, pois temos uma excelente direção de arte que constrói cenários impecáveis. A fotografia é outro ponto que se sobressai na temporada. Assim como a trilha sonora, que é acertadamente composta por ritmos espanhóis e casa perfeitamente com toda a história. Não posso deixar de mencionar às maquiagens dos zumbis, que nunca cai na mesmice e sempre traz alguma inovação. Realmente impressiona o quanto o trabalho de maquiagem é sempre um grande destaque dentro do universo de "The Walking Dead".

    O elenco em si entregam atuações condizentes com a história e ainda conseguem nos passar uma boa dose de carisma; com destaques para Eduardo Noriega, Óscar Jaenada, Alexandra Masangkay e Candela Saitta.

    A terceira temporada de "Daryl Dixon" mantém a qualidade conquistada na segunda e ainda consegue se superar e evoluir em alguns pontos. Por mais que essa "turnê pós-apocalíptica" do Daryl e da Carol mostre uma certa fragilidade no roteiro e trazem histórias clichês em sua grande maioria, mas ainda assim nos convence a acompanhar toda a trajetória de ambos até o seu destino final. Destino este que com certeza será o retorno até os EUA, que obviamente acontecerá na já confirmada quarta e última temporada da série.

    - 20/11/2025

    editado
  • Fabio Kowalski 8 meses atrás

    qualquer coisa estamos ai, escreva, dois ombros suportam o peso melhor meu caro

  • Fabio Kowalski 8 meses atrás

    Volta Adrianoooo..textões..o filmow precisa dos teus textões...

  • Marlon Ribeiro 8 meses atrás

    Gostei da introdução de seu perfil, bem bolado.
    Hasta.