Lamboglia
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Coringa: Delírio a Dois (Joker: Folie à Deux) 923

Coringa: Delírio a Dois

  • Lamboglia
    3 semanas atrás

    Filme chato e ninguém vai deixar de idolatrar o Coringa por conta de um filme de merda.

    Coringa é maior que essa bomba. Ruim pra quem produziu, escreveu e dirigiu essa porcaria.

  • 007: Sem Tempo para Morrer (No Time to Die) 583

    007: Sem Tempo para Morrer

  • Lamboglia
    5 meses atrás

    Está decretado: Daniel Craig, o melhor Bond de todos os tempos!

    Que filme foi esse, meus colegas?
    Que final intenso e verdadeiro foi esse?

    James Bond: o mito que nunca morre

    O homem, o número, o mito!

    Há sessenta anos, o cinema insiste em matar James Bond com tiros, explosões, traições, e agora, um sacrifício digno.

    Mas ele sempre volta. Claro que volta porque James Bond nunca foi um homem, e sim um arquétipo, uma ideia tão poderosa que se tornou independente de seus criadores.

    Bond é o reflexo de um ideal britânico de elegância, frieza e controle. É o rosto que o Império usa para dizer ao mundo que, mesmo em silêncio, ainda comanda o jogo. E como todo símbolo, ele não morre, apenas muda de rosto.

    O código sempre será o mesmo: 007

    O corpo é descartável, o mito é eterno. E assim, cada ator não substitui o anterior — ele herda o manto.
    O smoking é a armadura; o drink, o ritual; o número, a contemplação da conquista.

    Bond é o equivalente britânico do Batman:
    não importa quem está por baixo da máscara,
    o que importa é o símbolo — a ideia de justiça, charme e eficiência letal.

    Connery: o mito nasce

    Sean Connery foi o primeiro a vestir a pele do arquétipo. Seu Bond era puro instinto, moldado pela Guerra Fria e pelo glamour dos anos 60.
    Elegante, cruel e irresistível — um Zeus com licença para matar. Ele não era um espião realista; era uma fantasia de poder masculino.
    Com Connery, Bond se tornou mito fundacional, o Adão da era do espionismo pop.

    Moore: o mito se torna máscara

    Nos anos 70, Roger Moore transformou Bond em performance. O herói deixou de ser um predador e virou um ator dentro do próprio papel.
    Irônico, galante e por vezes caricato, Moore encarnava o Bond-clichê, o mito consciente de sua própria fama. Era o 007 dos tempos de distensão, quando a Guerra Fria se tornara espetáculo e o agente secreto, um astro de ação.
    O símbolo sobrevivia, adaptando-se à cultura do entretenimento.

    Brosnan: o mito digital

    Pierce Brosnan trouxe Bond ao limiar do novo milênio. Seu 007 era uma síntese entre o charme de Connery e o espetáculo de Moore , um Bond tecnológico, globalizado, midiático.
    Com ele, o mito alcançou o auge do glamour e, ao mesmo tempo, sua saturação: o espião perfeito tornou-se quase pós-humano.

    Mas o novo século exigia mais.
    Era hora de matar o mito para torná-lo real de novo.

    Eis então que chega a era Craig: o mito sangra

    Daniel Craig derrubou o pedestal e expôs o homem por trás da lenda. Seu Bond é de carne e trauma. Suja as mãos, sente dor, envelhece, ama e perde. Em Casino Royale, ele ganha o número 007. Em Sem Tempo para Morrer, ele o devolve com sangue, honra e humanidade.

    O ciclo de Craig é uma trilogia mitológica dentro da franquia:

    Nascimento, Queda e Redenção.

    Ele é o Prometeus moderno. O agente que desafia a própria imortalidade do mito, aceitando morrer para que outros possam usar depois o mesmo nome: James Bond.

    Bond, o arquétipo eterno

    Bond, no fundo, é como O Fantasma — “o espírito que anda”. Ou como o Lanterna Verde, cuja o anel, detentor da luz da justiça passa de mão em mão, de dedo em dedo mantendo acesa a vontade inquebrantável de servir e proteger.

    A cada geração, um novo rosto assume o número.
    E, ao fazê-lo, torna-se mais que um homem:
    torna-se a continuidade de uma ideia.

    O epitáfio e o renascimento

    Quando Daniel Craig cai sob as bombas em "Sem Tempo para Morrer", não é o fim do agente, mas o rito de passagem do símbolo. O sangue do homem alimenta o mito.

    E a frase final:

    “James Bond retornará" não é uma promessa comercial, mas sim, um juramento mítico, um lembrete de que símbolos não morrem,
    apenas trocam de pele. Connery, Moore, Brosnan, Craig — todos são avatares de uma mesma entidade. Somos todos James Bond.

    E enquanto houver perigo, glamour e mistério,
    alguém, em algum lugar, sempre erguerá o copo e dirá com voz calma:

    “Meu nome é Bond. James Bond.”

  • Medo e Delírio (Fear and Loathing in Las Vegas) 566

    Medo e Delírio

  • Lamboglia
    5 meses atrás

    Caricato.

  • LegenDario 3 anos atrás

    Olá, tudo bem? Tô passando aqui pra te chamar pro LEGIONÁRIOS, um grupo de filmes e séries pra todo tipo de cinéfilo(a), seja você casual ou cult.

    A participação é livre, bastando respeitar os colegas e o ambiente seguro de ofensas que buscamos proporcionar. Entre pelo link abaixo (se ele aparecer como revogado, me avise):

    https://chat.whatsapp.com/LHiwRfq2cnW4UJ5lKeGq7X

  • Filmow 3 anos atrás

    Todo cadastro existe a ferramenta "Denunciar algo errado" fica no quanto inferior direito do elenco. Pode enviar, por lá. Obrigado.