Filme maravilhoso!!! Fernanda Montenegro gigante, tal qual foi James Stewart, outro gigante em Janela indiscreta.
A vida imita arte, né? Enquanto Stewart vivia uma ficção, Montenegro vivenciou momentos de uma história real, que coisa, não? Muito louco acreditar que algo parecido aconteceria tal qual o roteiro de janela indiscreta. Claro que em VITÓRIA existem mais elementos e cenários, mas mesmo assim segue basicamente a mesma premissa. Loucura!
Está decretado: Daniel Craig, o melhor Bond de todos os tempos!
Que filme foi esse, meus colegas? Que final intenso e verdadeiro foi esse?
James Bond: o mito que nunca morre
O homem, o número, o mito!
Há sessenta anos, o cinema insiste em matar James Bond com tiros, explosões, traições, e agora, um sacrifício digno.
Mas ele sempre volta. Claro que volta porque James Bond nunca foi um homem, e sim um arquétipo, uma ideia tão poderosa que se tornou independente de seus criadores.
Bond é o reflexo de um ideal britânico de elegância, frieza e controle. É o rosto que o Império usa para dizer ao mundo que, mesmo em silêncio, ainda comanda o jogo. E como todo símbolo, ele não morre, apenas muda de rosto.
O código sempre será o mesmo: 007
O corpo é descartável, o mito é eterno. E assim, cada ator não substitui o anterior — ele herda o manto. O smoking é a armadura; o drink, o ritual; o número, a contemplação da conquista.
Bond é o equivalente britânico do Batman: não importa quem está por baixo da máscara, o que importa é o símbolo — a ideia de justiça, charme e eficiência letal.
Connery: o mito nasce
Sean Connery foi o primeiro a vestir a pele do arquétipo. Seu Bond era puro instinto, moldado pela Guerra Fria e pelo glamour dos anos 60. Elegante, cruel e irresistível — um Zeus com licença para matar. Ele não era um espião realista; era uma fantasia de poder masculino. Com Connery, Bond se tornou mito fundacional, o Adão da era do espionismo pop.
Moore: o mito se torna máscara
Nos anos 70, Roger Moore transformou Bond em performance. O herói deixou de ser um predador e virou um ator dentro do próprio papel. Irônico, galante e por vezes caricato, Moore encarnava o Bond-clichê, o mito consciente de sua própria fama. Era o 007 dos tempos de distensão, quando a Guerra Fria se tornara espetáculo e o agente secreto, um astro de ação. O símbolo sobrevivia, adaptando-se à cultura do entretenimento.
Brosnan: o mito digital
Pierce Brosnan trouxe Bond ao limiar do novo milênio. Seu 007 era uma síntese entre o charme de Connery e o espetáculo de Moore , um Bond tecnológico, globalizado, midiático. Com ele, o mito alcançou o auge do glamour e, ao mesmo tempo, sua saturação: o espião perfeito tornou-se quase pós-humano.
Mas o novo século exigia mais. Era hora de matar o mito para torná-lo real de novo.
Eis então que chega a era Craig: o mito sangra
Daniel Craig derrubou o pedestal e expôs o homem por trás da lenda. Seu Bond é de carne e trauma. Suja as mãos, sente dor, envelhece, ama e perde. Em Casino Royale, ele ganha o número 007. Em Sem Tempo para Morrer, ele o devolve com sangue, honra e humanidade.
O ciclo de Craig é uma trilogia mitológica dentro da franquia:
Nascimento, Queda e Redenção.
Ele é o Prometeus moderno. O agente que desafia a própria imortalidade do mito, aceitando morrer para que outros possam usar depois o mesmo nome: James Bond.
Bond, o arquétipo eterno
Bond, no fundo, é como O Fantasma — “o espírito que anda”. Ou como o Lanterna Verde, cuja o anel, detentor da luz da justiça passa de mão em mão, de dedo em dedo mantendo acesa a vontade inquebrantável de servir e proteger.
A cada geração, um novo rosto assume o número. E, ao fazê-lo, torna-se mais que um homem: torna-se a continuidade de uma ideia.
O epitáfio e o renascimento
Quando Daniel Craig cai sob as bombas em "Sem Tempo para Morrer", não é o fim do agente, mas o rito de passagem do símbolo. O sangue do homem alimenta o mito.
E a frase final:
“James Bond retornará" não é uma promessa comercial, mas sim, um juramento mítico, um lembrete de que símbolos não morrem, apenas trocam de pele. Connery, Moore, Brosnan, Craig — todos são avatares de uma mesma entidade. Somos todos James Bond.
E enquanto houver perigo, glamour e mistério, alguém, em algum lugar, sempre erguerá o copo e dirá com voz calma:
Perfeito! Ambientação, cenário, maquiagem, atuações e tudo mais. Elementos que completam um ao outro e que prendem a nossa atenção até o fim. Fiquei imersivo e tenso em toda a história. A presença de Nosferatu esmaga e sua respiração anuncia o terror tenebroso que se aproxima. Sinistro demais!
O mais fraco de todos! Só vale mesmo a cena inicial, a luta com a aranha gigante. Depois disso o negócio cai pra uma ladainha de conto de bruxas.... Boooooring! Abracadabra e Convenção das bruxas animam bem mais. O filme é um tédio só e esse Hellboy não tem um pingo do humor sarcástico que os anteriores tem. Sem sal. Ah, e o roteiro é mais perdido que o cavaleiro sem cabeça. Fraco!
Interessante! Mesmo sendo arrastado demais, considero interessante. Uma narrativa peculiar para apresentar o comportamento humano em busca de afeição e de se manter distante da solidão da qual é preenchida a sociedade atualmente. Sociedade doente e depressiva que faz de tudo para se encaixar, ser aceito. Usar o relacionamento afetivo é apenas uma analogia para apresentar a história, perfeitamente se encaixa também em um relacionamento profissional dentre outros. O tal vida de dublê!
Enfim, no mais, para complementar meu comentário após ter lido os outros por aqui, digo que o diretor tem muito mais referência do grande Luís Buñuel do que Lars Von Trier.
Pelo que entendi, a história não é sobre obesidade, mas sim de arrependimentos, redenção, de reconhecer os erros, da culpa carregada por anos na consciência. Se trata do perdão próprio e de outros que são importantes na vida de Charlie. Infelizmente, a oportunidade surgiu apenas no seu fim, mas antes tarde do que nunca. Saber que irá morrer e carregar essa angústia é doloroso demais. Charlie teve o seu final glorioso apesar dos pesares.
A Sony não sabe a hora de parar e prefere estragar com história de personagens incríveis do que dar o braço a torcer e entregar de vez os direitos para Disney/Marvel. Esse filme aqui ficou muito pior que os filmes do Venom e Moebius.... Kraven vem aí para afundar mais a reputação da Sony.
Muito, muito bom mesmo! Uma pena que não deu para fazer a continuação devido a umas picaretagens da Machima, porém, entregaram um ótimo produto, bem melhor que o filme com o Van Damme e tenho dito.
Teatral, como o próprio Sly fala em alguns momentos sobre dar ênfase em certas cenas para manter a atenção voltada para a história. Comparando com os documentários sobre Arnold e Michael J. Fox, Sly fica atrás desses dois por não ir mais adiante por não emocionar tanto quanto os deles, mas que ainda assim de certa forma comove, principalmente quando se fala de Rocky, um personagem que faz milhões de pessoas se identificarem com ele. Eu choro quando assisto Rocky, pois é muito forte e motivador a sua história.
Ao meu ver seu documentário só existiu apenas porque fizeram o do Arnold, pra mim fica claro isso. Parece que a competição ainda não acabou. No mais, vale a pena conferir. Nunca é demais ou chato ou tedioso ver ou ler algo relacionado ao Sly e a trup de brucutus dos anos 80 e 90. Esperando a Netflix apresentar agora um doc de Lundgren, Van-Damme ou Bruce Willis. Haha!
Eu só vou falar algumas coisinhas para explodirem as cabecinhas de vocês. Hahahah
Se repararem bem, no ato final do Van Damme com o Vosloo, tem muito do filme Face Off com Travolta e Cage. Face Off veio depois, mas dá a entender que Hard Target foi apenas um ensaio para o diretor de ambos os filmes: John Woo.
Tirando o CGI carne de lata, o filme é bom e a ação domina no terceiro ato com Statham no modo lobo solitário que conduz muito bem a ação até o seu ímpeto final. Sobre o Jaa eu esperava mais de suas lutas, mas foi bom vê-lo em cena novamente e mantendo a sua natureza avassaladora enjaulada até ser libertada por uma causa maior.
Claramente, o mais fraco da franquia, mas ainda assim um bom e divertidíssimo filme de ação. Apesar do fracasso nas bilheterias e com a saída do Sly na franquia, eu espero que ainda encontrem forças para trazer um quinto e mostrar que ainda tem muito a se fazer.
Seguindo uma fórmula na comunicação visual parecida com o do Homem Aranha no aranha verso, Tartarugas Ninja apresenta um de sua melhores formas após os anos 80/90 em filmes e televisão. Mais adolescentes do que nunca e com personalidades ainda para serem construídas com o passar do tempo, fiquei grato em assistir a esse quarteto maravilhoso que marcou muito a minha época de infância. Apesar de terem acrescentado/alterados novos personagens e origem da história, nada disso prejudicou no resultado final. Com grandes referências cultural inserida no roteiro, Tartarugas Ninja tem tudo para voltar a ser destaque nesta nova geração.
Assim como a Hq "crise nas infinitas terras" serviu para arrumar a casa da DC no mundo dos quadrinhos, este filme baseado no arco "Flashpoint" estará servindo para arrumar a casa da DC novamente, mas desta vez nos filmes. Infelizmente muito serão substituídos de seus personagens, mas o que se espera é que a DC desta vez acerte e nos traga bons filmes de seus personagens heróicos dos mundos dos quadrinhos.
Eu gostei do filme e o fan service tá do jeito que eu gosto mesmo! Rever Michael Keaton foi fantástico demais. Ezra Miller é um bom ator, mas não gostei da característica que deram pro Barry, ele não é assim, algo meio Peter Park... Grant Gustin é a melhor escolha para o próximo Flash. Só me resta esperar e acreditar que a DC entregará um bom trabalho!
Pânico VI consegue sim ser bem melhor do que o quinto filme (cenas de tensão, mortes mais violentas e explícitas, sincronismo, fotografia) que encontrou espaço para poder respirar mais um pouco, mas ao mesmo parece querer ser asfixiado e perder o ar, pois não arrisca em mudar sua fórmula.
O argumento de se manter dentro de uma franquia já teve o seu momento e acabou ali no Pânico IV. Está na hora de mudar essa realidade do filme, confundir os personagens antigos com a mudança dos novos tempos e de uma nova geração. Sem vínculos próximos.
Eu realmente acreditei que o Pânico V seria o final, mas percebi que não, quando vi Sam e Tara. Está na hora de dar um break na história de Sidney e dar outros motivos para o Ghostface prosseguir ou quem sabe ter motivo nenhum, apenas matar por matar em quem tromba em seu caminho. Virá uma espécie de lenda, de um assunto não mais comentado, mas acho difícil fazer isso neste momento. O ideal é dar um fim na história da Sidney já que foi conectada com Sam e a partir daí se criar todo uma nova concepção para a franquia se assim quiserem, pois enquanto manter assim, será sempre o mais do mesmo.
É um bom filme e eu gostei demais, apesar dos personagens apáticos envolvidos na trama, porém, o que me deixou um pouco desanimado foi em perceber que este não tem ligação nenhuma com o "A morte do demônio", que ao mesmo tempo que foi um remake, foi um aviso de que Ash voltaria em breve, e sim, voltou, na incrível série "Ash vs. Evil Dead". O que temos aqui é uma espécie de reboot, a franquia está sendo reiniciada e agora teremos Beth Boop como a protagonista a enfrentar os espíritos do mal do livro dos mortos. Um tiro perigoso, caso a sequência não esteja a altura.
Neste filme existem alguns elementos que ligam ao primeiro filme e isso é bom para o fan service, mas a base quer mais, não apenas elementos, mas características. Temos o excelente gore, mas não temos o trash (o que é um grande erro, já que é uma característica fundamental da franquia. Basta ver como a série mantém essa funcionalidade). No mais é um reboot que tem potencial se souber manusear os elementos fundamentais, não somente da própria franquia, mas de outros universos impactantes e iluminados (se é que me entendem).
Até que é assistível e legalzinho, mas tirou todo o underground, competição e zoera do primeiro filme. Wesley e Woody mandam muito bem em seus conhecimentos teóricos e práticos nas quadras e também na malandragem que as ruas requisita para poder sobreviver e ganhar um bom jogo. Este remake ficou algo mais leve e cheios de lição de moral para poder prosseguir. Não que o outro não tenha, tem, mas é de um jeito mais casca grossa e quem vem das ruas, não joga fácil!
Roteiro raso e totalmente previsível. Sem muito para colaborar nesse prequel desnecessário, somente mais um caça-níquel. O pior mesmo foi o ridículo final ala Psicose. Esther jamais será um Norman.
Conferi "Hostile" mas somente por ter visto que Xavier Gens produziu o filme. Quem já conferiu alguns filmes de Xavier nota-se muito dos seus elementos como diretor ali inserido, entretanto, isso não quer dizer que o filme seja bom pra caralho, mas também não foi tão ruim assim como estão pintando nos comentários anteriores. É um filme que sofre com coesão, até porque não é a intenção do filme explicar tudo que ali está, mesmo no final querendo apresentar algum argumento para poder entender a atração do Jack pela Juliet
(que na moral.... não combinam em nada). O que atrai a atenção de quem está assistindo é somente para saber o que irá acontecer com a Juliet em seu momento mais desesperador. As suas lembranças estão ali apenas para preencher e entendiar. O plot twist foi algo de se chamar atenção, mas
Ao meu ver a ideia seria mais eficiente se fosse um curta somente com as cenas do deserto e no momento do plot twist, que a Juliet descobre, que as suas lembranças passasse rapidamente em sua cabeça até o momento do gesto ficar em tempo real e ali seria o fim, sem o lance shakesperiano.
Vitória
3.7 251 Assista AgoraFilme maravilhoso!!! Fernanda Montenegro gigante, tal qual foi James Stewart, outro gigante em Janela indiscreta.
A vida imita arte, né? Enquanto Stewart vivia uma ficção, Montenegro vivenciou momentos de uma história real, que coisa, não? Muito louco acreditar que algo parecido aconteceria tal qual o roteiro de janela indiscreta. Claro que em VITÓRIA existem mais elementos e cenários, mas mesmo assim segue basicamente a mesma premissa. Loucura!
Coringa: Delírio a Dois
2.5 924 Assista AgoraFilme chato e ninguém vai deixar de idolatrar o Coringa por conta de um filme de merda.
Coringa é maior que essa bomba. Ruim pra quem produziu, escreveu e dirigiu essa porcaria.
007: Sem Tempo para Morrer
3.5 585 Assista AgoraEstá decretado: Daniel Craig, o melhor Bond de todos os tempos!
Que filme foi esse, meus colegas?
Que final intenso e verdadeiro foi esse?
James Bond: o mito que nunca morre
O homem, o número, o mito!
Há sessenta anos, o cinema insiste em matar James Bond com tiros, explosões, traições, e agora, um sacrifício digno.
Mas ele sempre volta. Claro que volta porque James Bond nunca foi um homem, e sim um arquétipo, uma ideia tão poderosa que se tornou independente de seus criadores.
Bond é o reflexo de um ideal britânico de elegância, frieza e controle. É o rosto que o Império usa para dizer ao mundo que, mesmo em silêncio, ainda comanda o jogo. E como todo símbolo, ele não morre, apenas muda de rosto.
O código sempre será o mesmo: 007
O corpo é descartável, o mito é eterno. E assim, cada ator não substitui o anterior — ele herda o manto.
O smoking é a armadura; o drink, o ritual; o número, a contemplação da conquista.
Bond é o equivalente britânico do Batman:
não importa quem está por baixo da máscara,
o que importa é o símbolo — a ideia de justiça, charme e eficiência letal.
Connery: o mito nasce
Sean Connery foi o primeiro a vestir a pele do arquétipo. Seu Bond era puro instinto, moldado pela Guerra Fria e pelo glamour dos anos 60.
Elegante, cruel e irresistível — um Zeus com licença para matar. Ele não era um espião realista; era uma fantasia de poder masculino.
Com Connery, Bond se tornou mito fundacional, o Adão da era do espionismo pop.
Moore: o mito se torna máscara
Nos anos 70, Roger Moore transformou Bond em performance. O herói deixou de ser um predador e virou um ator dentro do próprio papel.
Irônico, galante e por vezes caricato, Moore encarnava o Bond-clichê, o mito consciente de sua própria fama. Era o 007 dos tempos de distensão, quando a Guerra Fria se tornara espetáculo e o agente secreto, um astro de ação.
O símbolo sobrevivia, adaptando-se à cultura do entretenimento.
Brosnan: o mito digital
Pierce Brosnan trouxe Bond ao limiar do novo milênio. Seu 007 era uma síntese entre o charme de Connery e o espetáculo de Moore , um Bond tecnológico, globalizado, midiático.
Com ele, o mito alcançou o auge do glamour e, ao mesmo tempo, sua saturação: o espião perfeito tornou-se quase pós-humano.
Mas o novo século exigia mais.
Era hora de matar o mito para torná-lo real de novo.
Eis então que chega a era Craig: o mito sangra
Daniel Craig derrubou o pedestal e expôs o homem por trás da lenda. Seu Bond é de carne e trauma. Suja as mãos, sente dor, envelhece, ama e perde. Em Casino Royale, ele ganha o número 007. Em Sem Tempo para Morrer, ele o devolve com sangue, honra e humanidade.
O ciclo de Craig é uma trilogia mitológica dentro da franquia:
Nascimento, Queda e Redenção.
Ele é o Prometeus moderno. O agente que desafia a própria imortalidade do mito, aceitando morrer para que outros possam usar depois o mesmo nome: James Bond.
Bond, o arquétipo eterno
Bond, no fundo, é como O Fantasma — “o espírito que anda”. Ou como o Lanterna Verde, cuja o anel, detentor da luz da justiça passa de mão em mão, de dedo em dedo mantendo acesa a vontade inquebrantável de servir e proteger.
A cada geração, um novo rosto assume o número.
E, ao fazê-lo, torna-se mais que um homem:
torna-se a continuidade de uma ideia.
O epitáfio e o renascimento
Quando Daniel Craig cai sob as bombas em "Sem Tempo para Morrer", não é o fim do agente, mas o rito de passagem do símbolo. O sangue do homem alimenta o mito.
E a frase final:
“James Bond retornará" não é uma promessa comercial, mas sim, um juramento mítico, um lembrete de que símbolos não morrem,
apenas trocam de pele. Connery, Moore, Brosnan, Craig — todos são avatares de uma mesma entidade. Somos todos James Bond.
E enquanto houver perigo, glamour e mistério,
alguém, em algum lugar, sempre erguerá o copo e dirá com voz calma:
“Meu nome é Bond. James Bond.”
Medo e Delírio
3.7 566Caricato.
Nosferatu
3.6 950 Assista AgoraPerfeito! Ambientação, cenário, maquiagem, atuações e tudo mais. Elementos que completam um ao outro e que prendem a nossa atenção até o fim. Fiquei imersivo e tenso em toda a história. A presença de Nosferatu esmaga e sua respiração anuncia o terror tenebroso que se aproxima. Sinistro demais!
Hellboy e o Homem Torto
2.2 126O mais fraco de todos! Só vale mesmo a cena inicial, a luta com a aranha gigante. Depois disso o negócio cai pra uma ladainha de conto de bruxas.... Boooooring! Abracadabra e Convenção das bruxas animam bem mais. O filme é um tédio só e esse Hellboy não tem um pingo do humor sarcástico que os anteriores tem. Sem sal. Ah, e o roteiro é mais perdido que o cavaleiro sem cabeça. Fraco!
O Lagosta
3.8 1,5K Assista AgoraInteressante! Mesmo sendo arrastado demais, considero interessante. Uma narrativa peculiar para apresentar o comportamento humano em busca de afeição e de se manter distante da solidão da qual é preenchida a sociedade atualmente. Sociedade doente e depressiva que faz de tudo para se encaixar, ser aceito. Usar o relacionamento afetivo é apenas uma analogia para apresentar a história, perfeitamente se encaixa também em um relacionamento profissional dentre outros. O tal vida de dublê!
Enfim, no mais, para complementar meu comentário após ter lido os outros por aqui, digo que o diretor tem muito mais referência do grande Luís Buñuel do que Lars Von Trier.
A Baleia
4.0 1,2K Assista AgoraPelo que entendi, a história não é sobre obesidade, mas sim de arrependimentos, redenção, de reconhecer os erros, da culpa carregada por anos na consciência. Se trata do perdão próprio e de outros que são importantes na vida de Charlie. Infelizmente, a oportunidade surgiu apenas no seu fim, mas antes tarde do que nunca. Saber que irá morrer e carregar essa angústia é doloroso demais. Charlie teve o seu final glorioso apesar dos pesares.
Uma lição pra vida, não deixe para o final.
Madame Teia
2.1 388A Sony não sabe a hora de parar e prefere estragar com história de personagens incríveis do que dar o braço a torcer e entregar de vez os direitos para Disney/Marvel. Esse filme aqui ficou muito pior que os filmes do Venom e Moebius.... Kraven vem aí para afundar mais a reputação da Sony.
Liga da Justiça: Crise nas Infinitas Terras - Parte 1
2.8 69Não chega aos pés da Hq, pois tem uma estrutura narrativa mais sólida e lógica do que no filme (e olha que está dividido em 3 partes).
Street Fighter: Punho Assassino
3.8 180 Assista grátisMuito, muito bom mesmo! Uma pena que não deu para fazer a continuação devido a umas picaretagens da Machima, porém, entregaram um ótimo produto, bem melhor que o filme com o Van Damme e tenho dito.
Napoleão
3.1 373 Assista AgoraEu sou de Fortaleza, Ceará. Se for para ouvir história de corno, eu prefiro ouvir tomando umas pingas lá pelas áreas do Zé Walter!
Sly
3.6 48 Assista AgoraTeatral, como o próprio Sly fala em alguns momentos sobre dar ênfase em certas cenas para manter a atenção voltada para a história. Comparando com os documentários sobre Arnold e Michael J. Fox, Sly fica atrás desses dois por não ir mais adiante por não emocionar tanto quanto os deles, mas que ainda assim de certa forma comove, principalmente quando se fala de Rocky, um personagem que faz milhões de pessoas se identificarem com ele. Eu choro quando assisto Rocky, pois é muito forte e motivador a sua história.
Ao meu ver seu documentário só existiu apenas porque fizeram o do Arnold, pra mim fica claro isso. Parece que a competição ainda não acabou. No mais, vale a pena conferir. Nunca é demais ou chato ou tedioso ver ou ler algo relacionado ao Sly e a trup de brucutus dos anos 80 e 90. Esperando a Netflix apresentar agora um doc de Lundgren, Van-Damme ou Bruce Willis. Haha!
O Alvo
3.1 190 Assista AgoraEu só vou falar algumas coisinhas para explodirem as cabecinhas de vocês. Hahahah
Se repararem bem, no ato final do Van Damme com o Vosloo, tem muito do filme Face Off com Travolta e Cage. Face Off veio depois, mas dá a entender que Hard Target foi apenas um ensaio para o diretor de ambos os filmes: John Woo.
Os Mercenários 4
2.4 188 Assista AgoraTirando o CGI carne de lata, o filme é bom e a ação domina no terceiro ato com Statham no modo lobo solitário que conduz muito bem a ação até o seu ímpeto final. Sobre o Jaa eu esperava mais de suas lutas, mas foi bom vê-lo em cena novamente e mantendo a sua natureza avassaladora enjaulada até ser libertada por uma causa maior.
Claramente, o mais fraco da franquia, mas ainda assim um bom e divertidíssimo filme de ação. Apesar do fracasso nas bilheterias e com a saída do Sly na franquia, eu espero que ainda encontrem forças para trazer um quinto e mostrar que ainda tem muito a se fazer.
Um Lugar Silencioso - Parte II
3.6 1,2K Assista AgoraMuitos erros, situações forçadas e muita burrice também, mas apesar de tudo isso, a trama é boa e prende bem. Aguardar a parte 3 agora. Haha!
As Tartarugas Ninja: Caos Mutante
3.7 154 Assista AgoraSeguindo uma fórmula na comunicação visual parecida com o do Homem Aranha no aranha verso, Tartarugas Ninja apresenta um de sua melhores formas após os anos 80/90 em filmes e televisão. Mais adolescentes do que nunca e com personalidades ainda para serem construídas com o passar do tempo, fiquei grato em assistir a esse quarteto maravilhoso que marcou muito a minha época de infância. Apesar de terem acrescentado/alterados novos personagens e origem da história, nada disso prejudicou no resultado final. Com grandes referências cultural inserida no roteiro, Tartarugas Ninja tem tudo para voltar a ser destaque nesta nova geração.
The Flash
3.1 793 Assista AgoraAssim como a Hq "crise nas infinitas terras" serviu para arrumar a casa da DC no mundo dos quadrinhos, este filme baseado no arco "Flashpoint" estará servindo para arrumar a casa da DC novamente, mas desta vez nos filmes. Infelizmente muito serão substituídos de seus personagens, mas o que se espera é que a DC desta vez acerte e nos traga bons filmes de seus personagens heróicos dos mundos dos quadrinhos.
Eu gostei do filme e o fan service tá do jeito que eu gosto mesmo! Rever Michael Keaton foi fantástico demais. Ezra Miller é um bom ator, mas não gostei da característica que deram pro Barry, ele não é assim, algo meio Peter Park... Grant Gustin é a melhor escolha para o próximo Flash. Só me resta esperar e acreditar que a DC entregará um bom trabalho!
Pânico VI
3.4 856 Assista AgoraPânico VI consegue sim ser bem melhor do que o quinto filme (cenas de tensão, mortes mais violentas e explícitas, sincronismo, fotografia) que encontrou espaço para poder respirar mais um pouco, mas ao mesmo parece querer ser asfixiado e perder o ar, pois não arrisca em mudar sua fórmula.
O argumento de se manter dentro de uma franquia já teve o seu momento e acabou ali no Pânico IV. Está na hora de mudar essa realidade do filme, confundir os personagens antigos com a mudança dos novos tempos e de uma nova geração. Sem vínculos próximos.
Eu realmente acreditei que o Pânico V seria o final, mas percebi que não, quando vi Sam e Tara. Está na hora de dar um break na história de Sidney e dar outros motivos para o Ghostface prosseguir ou quem sabe ter motivo nenhum, apenas matar por matar em quem tromba em seu caminho. Virá uma espécie de lenda, de um assunto não mais comentado, mas acho difícil fazer isso neste momento. O ideal é dar um fim na história da Sidney já que foi conectada com Sam e a partir daí se criar todo uma nova concepção para a franquia se assim quiserem, pois enquanto manter assim, será sempre o mais do mesmo.
A Morte do Demônio: A Ascensão
3.3 891 Assista AgoraÉ um bom filme e eu gostei demais, apesar dos personagens apáticos envolvidos na trama, porém, o que me deixou um pouco desanimado foi em perceber que este não tem ligação nenhuma com o "A morte do demônio", que ao mesmo tempo que foi um remake, foi um aviso de que Ash voltaria em breve, e sim, voltou, na incrível série "Ash vs. Evil Dead". O que temos aqui é uma espécie de reboot, a franquia está sendo reiniciada e agora teremos Beth Boop como a protagonista a enfrentar os espíritos do mal do livro dos mortos. Um tiro perigoso, caso a sequência não esteja a altura.
Neste filme existem alguns elementos que ligam ao primeiro filme e isso é bom para o fan service, mas a base quer mais, não apenas elementos, mas características. Temos o excelente gore, mas não temos o trash (o que é um grande erro, já que é uma característica fundamental da franquia. Basta ver como a série mantém essa funcionalidade). No mais é um reboot que tem potencial se souber manusear os elementos fundamentais, não somente da própria franquia, mas de outros universos impactantes e iluminados (se é que me entendem).
Tem potencial!
Homens Brancos Não Sabem Enterrar
3.1 21Até que é assistível e legalzinho, mas tirou todo o underground, competição e zoera do primeiro filme. Wesley e Woody mandam muito bem em seus conhecimentos teóricos e práticos nas quadras e também na malandragem que as ruas requisita para poder sobreviver e ganhar um bom jogo. Este remake ficou algo mais leve e cheios de lição de moral para poder prosseguir. Não que o outro não tenha, tem, mas é de um jeito mais casca grossa e quem vem das ruas, não joga fácil!
resumindo, filme bom, mas desnecessário,
Órfã 2: A Origem
2.7 801 Assista AgoraRoteiro raso e totalmente previsível. Sem muito para colaborar nesse prequel desnecessário, somente mais um caça-níquel. O pior mesmo foi o ridículo final ala Psicose. Esther jamais será um Norman.
Depois do Apocalipse
2.3 123 Assista AgoraConferi "Hostile" mas somente por ter visto que Xavier Gens produziu o filme. Quem já conferiu alguns filmes de Xavier nota-se muito dos seus elementos como diretor ali inserido, entretanto, isso não quer dizer que o filme seja bom pra caralho, mas também não foi tão ruim assim como estão pintando nos comentários anteriores. É um filme que sofre com coesão, até porque não é a intenção do filme explicar tudo que ali está, mesmo no final querendo apresentar algum argumento para poder entender a atração do Jack pela Juliet
Shakespeare
o final shakesperiano já está demodé demais. Ninguém mais se importa com isso.
Ao meu ver a ideia seria mais eficiente se fosse um curta somente com as cenas do deserto e no momento do plot twist, que a Juliet descobre, que as suas lembranças passasse rapidamente em sua cabeça até o momento do gesto ficar em tempo real e ali seria o fim, sem o lance shakesperiano.
Karatê Kid 4: A Nova Aventura
2.6 210Totalmente desnecessário. Não compensa em tecer comentários nem para criticar.