Filme maravilhoso!!! Fernanda Montenegro gigante, tal qual foi James Stewart, outro gigante em Janela indiscreta.
A vida imita arte, né? Enquanto Stewart vivia uma ficção, Montenegro vivenciou momentos de uma história real, que coisa, não? Muito louco acreditar que algo parecido aconteceria tal qual o roteiro de janela indiscreta. Claro que em VITÓRIA existem mais elementos e cenários, mas mesmo assim segue basicamente a mesma premissa. Loucura!
Está decretado: Daniel Craig, o melhor Bond de todos os tempos!
Que filme foi esse, meus colegas? Que final intenso e verdadeiro foi esse?
James Bond: o mito que nunca morre
O homem, o número, o mito!
Há sessenta anos, o cinema insiste em matar James Bond com tiros, explosões, traições, e agora, um sacrifício digno.
Mas ele sempre volta. Claro que volta porque James Bond nunca foi um homem, e sim um arquétipo, uma ideia tão poderosa que se tornou independente de seus criadores.
Bond é o reflexo de um ideal britânico de elegância, frieza e controle. É o rosto que o Império usa para dizer ao mundo que, mesmo em silêncio, ainda comanda o jogo. E como todo símbolo, ele não morre, apenas muda de rosto.
O código sempre será o mesmo: 007
O corpo é descartável, o mito é eterno. E assim, cada ator não substitui o anterior — ele herda o manto. O smoking é a armadura; o drink, o ritual; o número, a contemplação da conquista.
Bond é o equivalente britânico do Batman: não importa quem está por baixo da máscara, o que importa é o símbolo — a ideia de justiça, charme e eficiência letal.
Connery: o mito nasce
Sean Connery foi o primeiro a vestir a pele do arquétipo. Seu Bond era puro instinto, moldado pela Guerra Fria e pelo glamour dos anos 60. Elegante, cruel e irresistível — um Zeus com licença para matar. Ele não era um espião realista; era uma fantasia de poder masculino. Com Connery, Bond se tornou mito fundacional, o Adão da era do espionismo pop.
Moore: o mito se torna máscara
Nos anos 70, Roger Moore transformou Bond em performance. O herói deixou de ser um predador e virou um ator dentro do próprio papel. Irônico, galante e por vezes caricato, Moore encarnava o Bond-clichê, o mito consciente de sua própria fama. Era o 007 dos tempos de distensão, quando a Guerra Fria se tornara espetáculo e o agente secreto, um astro de ação. O símbolo sobrevivia, adaptando-se à cultura do entretenimento.
Brosnan: o mito digital
Pierce Brosnan trouxe Bond ao limiar do novo milênio. Seu 007 era uma síntese entre o charme de Connery e o espetáculo de Moore , um Bond tecnológico, globalizado, midiático. Com ele, o mito alcançou o auge do glamour e, ao mesmo tempo, sua saturação: o espião perfeito tornou-se quase pós-humano.
Mas o novo século exigia mais. Era hora de matar o mito para torná-lo real de novo.
Eis então que chega a era Craig: o mito sangra
Daniel Craig derrubou o pedestal e expôs o homem por trás da lenda. Seu Bond é de carne e trauma. Suja as mãos, sente dor, envelhece, ama e perde. Em Casino Royale, ele ganha o número 007. Em Sem Tempo para Morrer, ele o devolve com sangue, honra e humanidade.
O ciclo de Craig é uma trilogia mitológica dentro da franquia:
Nascimento, Queda e Redenção.
Ele é o Prometeus moderno. O agente que desafia a própria imortalidade do mito, aceitando morrer para que outros possam usar depois o mesmo nome: James Bond.
Bond, o arquétipo eterno
Bond, no fundo, é como O Fantasma — “o espírito que anda”. Ou como o Lanterna Verde, cuja o anel, detentor da luz da justiça passa de mão em mão, de dedo em dedo mantendo acesa a vontade inquebrantável de servir e proteger.
A cada geração, um novo rosto assume o número. E, ao fazê-lo, torna-se mais que um homem: torna-se a continuidade de uma ideia.
O epitáfio e o renascimento
Quando Daniel Craig cai sob as bombas em "Sem Tempo para Morrer", não é o fim do agente, mas o rito de passagem do símbolo. O sangue do homem alimenta o mito.
E a frase final:
“James Bond retornará" não é uma promessa comercial, mas sim, um juramento mítico, um lembrete de que símbolos não morrem, apenas trocam de pele. Connery, Moore, Brosnan, Craig — todos são avatares de uma mesma entidade. Somos todos James Bond.
E enquanto houver perigo, glamour e mistério, alguém, em algum lugar, sempre erguerá o copo e dirá com voz calma:
Flash é uma boa série, não podemos negar. O personagem em si, sua origem, sua viagem entre os tempos, sua galeria de vilões, tudo isso deixa a série bastante interessante, mas o que atrapalhava era as mãos dos roteiristas, que não sabiam mais o que escrever e por isso alguns dos episódios se tornavam enfadonhos. A série mesmo ganhava pico quando juntava o crossover ou quando surgia de fato um vilão interessante. Essa última temporada foi muito legal, mas ainda assim, mudaram bastante coisa para apresentar o último vilão, Cobalto Azul.
Cobalto Azul na verdade é o irmão gêmeo do Flash, mas desde o inicio a serie não apresentou essa parte. Sim, Barry tem um irmão gêmeo só que foi dado como morto (mas não foi). O bebê que morreu, foi o bebê da família Thawne, a enfermeira que era amiga da família, trocou o bebê morto por um dos gêmeos da família Allen. Os irmãos são Barry e Malcolm Allen, mas com a troca, Malcom se tornou um Thawne. Na série, Malcolm é Eddie, mas lá eles nao são irmãos, mas os sentimentos de ódio e inveja se fazem presente. Eobard é um Thawne legítimo e na serie, ele esculacha o Eddie dizendo que ele é a parte fraca da árvore genealógica da família. Fica tudo subtendido. A origem é essa, mas a serie preferiu fazer de outro jeito. Na série clássica dos anos 90, o Cobalto Azul aparece, mesma cara e fucinho do Barry e com um uniforme da cor azul, igualmente com a do Flash e Reverso, mas aqui, a série fez tudo bem diferente. Enfim, de toda forma a serie conseguiu apresentar muito bem a história.
Somente no episódio final, que achei que ela poderia ter feito mais. Cobalto reúne todos os velocistas, mas do time do Flash só aparece o Jay e Nora. Bart e Kid Flash poderiam aparecer também. Sei la, acho que até o Cisco (tanto que foi citado nos últimos episodios) os caras poderiam ter resgatado para este momento final ficaria épico demais.
É isso, foi uma boa jornada acompanhar esta série, pena que uma hora tem que acabar.
Ryan Murphin precisa ter foco. Quando o negócio começa a ganhar notoriedade, ele começa a viajar em cenas desnecessárias. A série tem uma história muito boa, era so manter no estilo de Dhummer que seria outra temporada fantástica. Parece que do nada o cara toma LSD e começar a jogar isso pra tela. Enfim, foco Murphin, foco!
Excelente! Uma pessoa normal com seus problemas, enfrentando um por um e os superando um por um e que agora está aproveitando a vida. Correndo atrás do que ficou para trás e isso diz muito. Nunca é tarde.
Perfeito! Ambientação, cenário, maquiagem, atuações e tudo mais. Elementos que completam um ao outro e que prendem a nossa atenção até o fim. Fiquei imersivo e tenso em toda a história. A presença de Nosferatu esmaga e sua respiração anuncia o terror tenebroso que se aproxima. Sinistro demais!
O mais fraco de todos! Só vale mesmo a cena inicial, a luta com a aranha gigante. Depois disso o negócio cai pra uma ladainha de conto de bruxas.... Boooooring! Abracadabra e Convenção das bruxas animam bem mais. O filme é um tédio só e esse Hellboy não tem um pingo do humor sarcástico que os anteriores tem. Sem sal. Ah, e o roteiro é mais perdido que o cavaleiro sem cabeça. Fraco!
Interessante! Mesmo sendo arrastado demais, considero interessante. Uma narrativa peculiar para apresentar o comportamento humano em busca de afeição e de se manter distante da solidão da qual é preenchida a sociedade atualmente. Sociedade doente e depressiva que faz de tudo para se encaixar, ser aceito. Usar o relacionamento afetivo é apenas uma analogia para apresentar a história, perfeitamente se encaixa também em um relacionamento profissional dentre outros. O tal vida de dublê!
Enfim, no mais, para complementar meu comentário após ter lido os outros por aqui, digo que o diretor tem muito mais referência do grande Luís Buñuel do que Lars Von Trier.
Pelo que entendi, a história não é sobre obesidade, mas sim de arrependimentos, redenção, de reconhecer os erros, da culpa carregada por anos na consciência. Se trata do perdão próprio e de outros que são importantes na vida de Charlie. Infelizmente, a oportunidade surgiu apenas no seu fim, mas antes tarde do que nunca. Saber que irá morrer e carregar essa angústia é doloroso demais. Charlie teve o seu final glorioso apesar dos pesares.
Demorei para conferir esta série após ter conferido a série da guerra dos clones. Que fantástica! Os personagens são interessantes e cativantes, as missões recheadas de pura aventuras, o desenvolvimento da trama e as camadas dos personagens devidamente exploradas e construtivas! Hunter, um verdadeiro líder. Echo e Tech, excelente dupla de suporte. Wrecker o alívio cômico e Ômega e Crosshair, os personagens com os melhores desenvolvimentos, o episódio final é de uma grande comoção. Obrigado aos envolvidos por esta maravilhosa animação de um fantástico universo.
A Sony não sabe a hora de parar e prefere estragar com história de personagens incríveis do que dar o braço a torcer e entregar de vez os direitos para Disney/Marvel. Esse filme aqui ficou muito pior que os filmes do Venom e Moebius.... Kraven vem aí para afundar mais a reputação da Sony.
Muito, muito bom mesmo! Uma pena que não deu para fazer a continuação devido a umas picaretagens da Machima, porém, entregaram um ótimo produto, bem melhor que o filme com o Van Damme e tenho dito.
Teatral, como o próprio Sly fala em alguns momentos sobre dar ênfase em certas cenas para manter a atenção voltada para a história. Comparando com os documentários sobre Arnold e Michael J. Fox, Sly fica atrás desses dois por não ir mais adiante por não emocionar tanto quanto os deles, mas que ainda assim de certa forma comove, principalmente quando se fala de Rocky, um personagem que faz milhões de pessoas se identificarem com ele. Eu choro quando assisto Rocky, pois é muito forte e motivador a sua história.
Ao meu ver seu documentário só existiu apenas porque fizeram o do Arnold, pra mim fica claro isso. Parece que a competição ainda não acabou. No mais, vale a pena conferir. Nunca é demais ou chato ou tedioso ver ou ler algo relacionado ao Sly e a trup de brucutus dos anos 80 e 90. Esperando a Netflix apresentar agora um doc de Lundgren, Van-Damme ou Bruce Willis. Haha!
Eu só vou falar algumas coisinhas para explodirem as cabecinhas de vocês. Hahahah
Se repararem bem, no ato final do Van Damme com o Vosloo, tem muito do filme Face Off com Travolta e Cage. Face Off veio depois, mas dá a entender que Hard Target foi apenas um ensaio para o diretor de ambos os filmes: John Woo.
Tirando o CGI carne de lata, o filme é bom e a ação domina no terceiro ato com Statham no modo lobo solitário que conduz muito bem a ação até o seu ímpeto final. Sobre o Jaa eu esperava mais de suas lutas, mas foi bom vê-lo em cena novamente e mantendo a sua natureza avassaladora enjaulada até ser libertada por uma causa maior.
Claramente, o mais fraco da franquia, mas ainda assim um bom e divertidíssimo filme de ação. Apesar do fracasso nas bilheterias e com a saída do Sly na franquia, eu espero que ainda encontrem forças para trazer um quinto e mostrar que ainda tem muito a se fazer.
Tio Arnold é foda demais! Doc tão bom quanto o livro, ganha muito devido as imagens e por ser dividido em três episódios tem mais espaço para falas. Uma grande história de vida que mais inspira do que decepciona, mas que em ambos os lados tudo é aprendizado.
Keep calm, Tio Arnie e siga em frente, pois sua história está feita e forjada. Jamais será esquecido. Lendas não são esquecidas!
Muito bom! Lembro que assistia a série original com Kevin Arnold na TV Cultura. Lembro também que assisti as seis temporadas, mas já faz muito tempo desde então. Não lembro bem de toda a série e dito isso tenho a missão de revê-la. Agora falando sobre série que mostra a história do Dean... Bem, tá sendo bem legal em assistir e tudo mais, mas... Ela não tem a mesma magia que a original, sabe? Tipo, a trilha de abertura por exemplo com aquelas imagens registradas por uma câmera caseira. Ela te conecta! Ela consegue criar aquele cenário na cabeça de família unida, amigo, paixão etc e a partir dali você consegue sentir o que o Kevin sente. Mas sei que não posso falar assim e comparar as duas, está claro que estou a fazer um juízo de valor na série que mexeu com os meus sentimentos e me ajudou com as descobertas que a vida tinha para me apresentar em minha tenra idade. Apesar da história apresentar a vida do Dean,
Seguindo uma fórmula na comunicação visual parecida com o do Homem Aranha no aranha verso, Tartarugas Ninja apresenta um de sua melhores formas após os anos 80/90 em filmes e televisão. Mais adolescentes do que nunca e com personalidades ainda para serem construídas com o passar do tempo, fiquei grato em assistir a esse quarteto maravilhoso que marcou muito a minha época de infância. Apesar de terem acrescentado/alterados novos personagens e origem da história, nada disso prejudicou no resultado final. Com grandes referências cultural inserida no roteiro, Tartarugas Ninja tem tudo para voltar a ser destaque nesta nova geração.
Vitória
3.7 251 Assista AgoraFilme maravilhoso!!! Fernanda Montenegro gigante, tal qual foi James Stewart, outro gigante em Janela indiscreta.
A vida imita arte, né? Enquanto Stewart vivia uma ficção, Montenegro vivenciou momentos de uma história real, que coisa, não? Muito louco acreditar que algo parecido aconteceria tal qual o roteiro de janela indiscreta. Claro que em VITÓRIA existem mais elementos e cenários, mas mesmo assim segue basicamente a mesma premissa. Loucura!
Coringa: Delírio a Dois
2.5 924 Assista AgoraFilme chato e ninguém vai deixar de idolatrar o Coringa por conta de um filme de merda.
Coringa é maior que essa bomba. Ruim pra quem produziu, escreveu e dirigiu essa porcaria.
007: Sem Tempo para Morrer
3.5 585 Assista AgoraEstá decretado: Daniel Craig, o melhor Bond de todos os tempos!
Que filme foi esse, meus colegas?
Que final intenso e verdadeiro foi esse?
James Bond: o mito que nunca morre
O homem, o número, o mito!
Há sessenta anos, o cinema insiste em matar James Bond com tiros, explosões, traições, e agora, um sacrifício digno.
Mas ele sempre volta. Claro que volta porque James Bond nunca foi um homem, e sim um arquétipo, uma ideia tão poderosa que se tornou independente de seus criadores.
Bond é o reflexo de um ideal britânico de elegância, frieza e controle. É o rosto que o Império usa para dizer ao mundo que, mesmo em silêncio, ainda comanda o jogo. E como todo símbolo, ele não morre, apenas muda de rosto.
O código sempre será o mesmo: 007
O corpo é descartável, o mito é eterno. E assim, cada ator não substitui o anterior — ele herda o manto.
O smoking é a armadura; o drink, o ritual; o número, a contemplação da conquista.
Bond é o equivalente britânico do Batman:
não importa quem está por baixo da máscara,
o que importa é o símbolo — a ideia de justiça, charme e eficiência letal.
Connery: o mito nasce
Sean Connery foi o primeiro a vestir a pele do arquétipo. Seu Bond era puro instinto, moldado pela Guerra Fria e pelo glamour dos anos 60.
Elegante, cruel e irresistível — um Zeus com licença para matar. Ele não era um espião realista; era uma fantasia de poder masculino.
Com Connery, Bond se tornou mito fundacional, o Adão da era do espionismo pop.
Moore: o mito se torna máscara
Nos anos 70, Roger Moore transformou Bond em performance. O herói deixou de ser um predador e virou um ator dentro do próprio papel.
Irônico, galante e por vezes caricato, Moore encarnava o Bond-clichê, o mito consciente de sua própria fama. Era o 007 dos tempos de distensão, quando a Guerra Fria se tornara espetáculo e o agente secreto, um astro de ação.
O símbolo sobrevivia, adaptando-se à cultura do entretenimento.
Brosnan: o mito digital
Pierce Brosnan trouxe Bond ao limiar do novo milênio. Seu 007 era uma síntese entre o charme de Connery e o espetáculo de Moore , um Bond tecnológico, globalizado, midiático.
Com ele, o mito alcançou o auge do glamour e, ao mesmo tempo, sua saturação: o espião perfeito tornou-se quase pós-humano.
Mas o novo século exigia mais.
Era hora de matar o mito para torná-lo real de novo.
Eis então que chega a era Craig: o mito sangra
Daniel Craig derrubou o pedestal e expôs o homem por trás da lenda. Seu Bond é de carne e trauma. Suja as mãos, sente dor, envelhece, ama e perde. Em Casino Royale, ele ganha o número 007. Em Sem Tempo para Morrer, ele o devolve com sangue, honra e humanidade.
O ciclo de Craig é uma trilogia mitológica dentro da franquia:
Nascimento, Queda e Redenção.
Ele é o Prometeus moderno. O agente que desafia a própria imortalidade do mito, aceitando morrer para que outros possam usar depois o mesmo nome: James Bond.
Bond, o arquétipo eterno
Bond, no fundo, é como O Fantasma — “o espírito que anda”. Ou como o Lanterna Verde, cuja o anel, detentor da luz da justiça passa de mão em mão, de dedo em dedo mantendo acesa a vontade inquebrantável de servir e proteger.
A cada geração, um novo rosto assume o número.
E, ao fazê-lo, torna-se mais que um homem:
torna-se a continuidade de uma ideia.
O epitáfio e o renascimento
Quando Daniel Craig cai sob as bombas em "Sem Tempo para Morrer", não é o fim do agente, mas o rito de passagem do símbolo. O sangue do homem alimenta o mito.
E a frase final:
“James Bond retornará" não é uma promessa comercial, mas sim, um juramento mítico, um lembrete de que símbolos não morrem,
apenas trocam de pele. Connery, Moore, Brosnan, Craig — todos são avatares de uma mesma entidade. Somos todos James Bond.
E enquanto houver perigo, glamour e mistério,
alguém, em algum lugar, sempre erguerá o copo e dirá com voz calma:
“Meu nome é Bond. James Bond.”
Medo e Delírio
3.7 566Caricato.
The Flash (9ª Temporada)
2.7 30 Assista AgoraFinalmente finalizado.
Flash é uma boa série, não podemos negar. O personagem em si, sua origem, sua viagem entre os tempos, sua galeria de vilões, tudo isso deixa a série bastante interessante, mas o que atrapalhava era as mãos dos roteiristas, que não sabiam mais o que escrever e por isso alguns dos episódios se tornavam enfadonhos. A série mesmo ganhava pico quando juntava o crossover ou quando surgia de fato um vilão interessante. Essa última temporada foi muito legal, mas ainda assim, mudaram bastante coisa para apresentar o último vilão, Cobalto Azul.
Cobalto Azul na verdade é o irmão gêmeo do Flash, mas desde o inicio a serie não apresentou essa parte. Sim, Barry tem um irmão gêmeo só que foi dado como morto (mas não foi). O bebê que morreu, foi o bebê da família Thawne, a enfermeira que era amiga da família, trocou o bebê morto por um dos gêmeos da família Allen. Os irmãos são Barry e Malcolm Allen, mas com a troca, Malcom se tornou um Thawne. Na série, Malcolm é Eddie, mas lá eles nao são irmãos, mas os sentimentos de ódio e inveja se fazem presente. Eobard é um Thawne legítimo e na serie, ele esculacha o Eddie dizendo que ele é a parte fraca da árvore genealógica da família. Fica tudo subtendido. A origem é essa, mas a serie preferiu fazer de outro jeito. Na série clássica dos anos 90, o Cobalto Azul aparece, mesma cara e fucinho do Barry e com um uniforme da cor azul, igualmente com a do Flash e Reverso, mas aqui, a série fez tudo bem diferente. Enfim, de toda forma a serie conseguiu apresentar muito bem a história.
Somente no episódio final, que achei que ela poderia ter feito mais. Cobalto reúne todos os velocistas, mas do time do Flash só aparece o Jay e Nora. Bart e Kid Flash poderiam aparecer também. Sei la, acho que até o Cisco (tanto que foi citado nos últimos episodios) os caras poderiam ter resgatado para este momento final ficaria épico demais.
É isso, foi uma boa jornada acompanhar esta série, pena que uma hora tem que acabar.
Monstro (3ª Temporada) - A História de Ed Gein
3.2 210 Assista AgoraRyan Murphin precisa ter foco. Quando o negócio começa a ganhar notoriedade, ele começa a viajar em cenas desnecessárias. A série tem uma história muito boa, era so manter no estilo de Dhummer que seria outra temporada fantástica. Parece que do nada o cara toma LSD e começar a jogar isso pra tela. Enfim, foco Murphin, foco!
aka Charlie Sheen
4.0 49 Assista AgoraExcelente! Uma pessoa normal com seus problemas, enfrentando um por um e os superando um por um e que agora está aproveitando a vida. Correndo atrás do que ficou para trás e isso diz muito. Nunca é tarde.
Valeu, Charlie!
Nosferatu
3.6 950 Assista AgoraPerfeito! Ambientação, cenário, maquiagem, atuações e tudo mais. Elementos que completam um ao outro e que prendem a nossa atenção até o fim. Fiquei imersivo e tenso em toda a história. A presença de Nosferatu esmaga e sua respiração anuncia o terror tenebroso que se aproxima. Sinistro demais!
Hellboy e o Homem Torto
2.2 126O mais fraco de todos! Só vale mesmo a cena inicial, a luta com a aranha gigante. Depois disso o negócio cai pra uma ladainha de conto de bruxas.... Boooooring! Abracadabra e Convenção das bruxas animam bem mais. O filme é um tédio só e esse Hellboy não tem um pingo do humor sarcástico que os anteriores tem. Sem sal. Ah, e o roteiro é mais perdido que o cavaleiro sem cabeça. Fraco!
O Lagosta
3.8 1,5K Assista AgoraInteressante! Mesmo sendo arrastado demais, considero interessante. Uma narrativa peculiar para apresentar o comportamento humano em busca de afeição e de se manter distante da solidão da qual é preenchida a sociedade atualmente. Sociedade doente e depressiva que faz de tudo para se encaixar, ser aceito. Usar o relacionamento afetivo é apenas uma analogia para apresentar a história, perfeitamente se encaixa também em um relacionamento profissional dentre outros. O tal vida de dublê!
Enfim, no mais, para complementar meu comentário após ter lido os outros por aqui, digo que o diretor tem muito mais referência do grande Luís Buñuel do que Lars Von Trier.
A Baleia
4.0 1,2K Assista AgoraPelo que entendi, a história não é sobre obesidade, mas sim de arrependimentos, redenção, de reconhecer os erros, da culpa carregada por anos na consciência. Se trata do perdão próprio e de outros que são importantes na vida de Charlie. Infelizmente, a oportunidade surgiu apenas no seu fim, mas antes tarde do que nunca. Saber que irá morrer e carregar essa angústia é doloroso demais. Charlie teve o seu final glorioso apesar dos pesares.
Uma lição pra vida, não deixe para o final.
Star Wars: The Bad Batch (1ª Temporada)
4.0 28 Assista AgoraDemorei para conferir esta série após ter conferido a série da guerra dos clones. Que fantástica! Os personagens são interessantes e cativantes, as missões recheadas de pura aventuras, o desenvolvimento da trama e as camadas dos personagens devidamente exploradas e construtivas! Hunter, um verdadeiro líder. Echo e Tech, excelente dupla de suporte. Wrecker o alívio cômico e Ômega e Crosshair, os personagens com os melhores desenvolvimentos, o episódio final é de uma grande comoção. Obrigado aos envolvidos por esta maravilhosa animação de um fantástico universo.
Star Wars: The Acolyte (1ª Temporada)
2.4 173 Assista AgoraRegular. Esperei realmente algo melhor. Andor consegue ser mais interessante, mesmo com o seu timming paciente e lento.
Gostei do Sol, cara é brabo!
Madame Teia
2.1 388A Sony não sabe a hora de parar e prefere estragar com história de personagens incríveis do que dar o braço a torcer e entregar de vez os direitos para Disney/Marvel. Esse filme aqui ficou muito pior que os filmes do Venom e Moebius.... Kraven vem aí para afundar mais a reputação da Sony.
Liga da Justiça: Crise nas Infinitas Terras - Parte 1
2.8 69Não chega aos pés da Hq, pois tem uma estrutura narrativa mais sólida e lógica do que no filme (e olha que está dividido em 3 partes).
Street Fighter: Punho Assassino
3.8 180 Assista grátisMuito, muito bom mesmo! Uma pena que não deu para fazer a continuação devido a umas picaretagens da Machima, porém, entregaram um ótimo produto, bem melhor que o filme com o Van Damme e tenho dito.
Napoleão
3.1 373 Assista AgoraEu sou de Fortaleza, Ceará. Se for para ouvir história de corno, eu prefiro ouvir tomando umas pingas lá pelas áreas do Zé Walter!
Sly
3.6 48 Assista AgoraTeatral, como o próprio Sly fala em alguns momentos sobre dar ênfase em certas cenas para manter a atenção voltada para a história. Comparando com os documentários sobre Arnold e Michael J. Fox, Sly fica atrás desses dois por não ir mais adiante por não emocionar tanto quanto os deles, mas que ainda assim de certa forma comove, principalmente quando se fala de Rocky, um personagem que faz milhões de pessoas se identificarem com ele. Eu choro quando assisto Rocky, pois é muito forte e motivador a sua história.
Ao meu ver seu documentário só existiu apenas porque fizeram o do Arnold, pra mim fica claro isso. Parece que a competição ainda não acabou. No mais, vale a pena conferir. Nunca é demais ou chato ou tedioso ver ou ler algo relacionado ao Sly e a trup de brucutus dos anos 80 e 90. Esperando a Netflix apresentar agora um doc de Lundgren, Van-Damme ou Bruce Willis. Haha!
O Alvo
3.1 190 Assista AgoraEu só vou falar algumas coisinhas para explodirem as cabecinhas de vocês. Hahahah
Se repararem bem, no ato final do Van Damme com o Vosloo, tem muito do filme Face Off com Travolta e Cage. Face Off veio depois, mas dá a entender que Hard Target foi apenas um ensaio para o diretor de ambos os filmes: John Woo.
Os Mercenários 4
2.4 188 Assista AgoraTirando o CGI carne de lata, o filme é bom e a ação domina no terceiro ato com Statham no modo lobo solitário que conduz muito bem a ação até o seu ímpeto final. Sobre o Jaa eu esperava mais de suas lutas, mas foi bom vê-lo em cena novamente e mantendo a sua natureza avassaladora enjaulada até ser libertada por uma causa maior.
Claramente, o mais fraco da franquia, mas ainda assim um bom e divertidíssimo filme de ação. Apesar do fracasso nas bilheterias e com a saída do Sly na franquia, eu espero que ainda encontrem forças para trazer um quinto e mostrar que ainda tem muito a se fazer.
Arnold
4.1 60 Assista AgoraTio Arnold é foda demais! Doc tão bom quanto o livro, ganha muito devido as imagens e por ser dividido em três episódios tem mais espaço para falas. Uma grande história de vida que mais inspira do que decepciona, mas que em ambos os lados tudo é aprendizado.
Keep calm, Tio Arnie e siga em frente, pois sua história está feita e forjada. Jamais será esquecido. Lendas não são esquecidas!
Um Lugar Silencioso - Parte II
3.6 1,2K Assista AgoraMuitos erros, situações forçadas e muita burrice também, mas apesar de tudo isso, a trama é boa e prende bem. Aguardar a parte 3 agora. Haha!
Anos Incríveis (1ª Temporada)
3.5 13 Assista AgoraMuito bom! Lembro que assistia a série original com Kevin Arnold na TV Cultura. Lembro também que assisti as seis temporadas, mas já faz muito tempo desde então. Não lembro bem de toda a série e dito isso tenho a missão de revê-la. Agora falando sobre série que mostra a história do Dean... Bem, tá sendo bem legal em assistir e tudo mais, mas... Ela não tem a mesma magia que a original, sabe? Tipo, a trilha de abertura por exemplo com aquelas imagens registradas por uma câmera caseira. Ela te conecta! Ela consegue criar aquele cenário na cabeça de família unida, amigo, paixão etc e a partir dali você consegue sentir o que o Kevin sente. Mas sei que não posso falar assim e comparar as duas, está claro que estou a fazer um juízo de valor na série que mexeu com os meus sentimentos e me ajudou com as descobertas que a vida tinha para me apresentar em minha tenra idade. Apesar da história apresentar a vida do Dean,
ela não é um reboot. Ela é uma história paralela à história do Kevin e o EP 19 revela isso e achei muito foda essa parte!
As Tartarugas Ninja: Caos Mutante
3.7 154 Assista AgoraSeguindo uma fórmula na comunicação visual parecida com o do Homem Aranha no aranha verso, Tartarugas Ninja apresenta um de sua melhores formas após os anos 80/90 em filmes e televisão. Mais adolescentes do que nunca e com personalidades ainda para serem construídas com o passar do tempo, fiquei grato em assistir a esse quarteto maravilhoso que marcou muito a minha época de infância. Apesar de terem acrescentado/alterados novos personagens e origem da história, nada disso prejudicou no resultado final. Com grandes referências cultural inserida no roteiro, Tartarugas Ninja tem tudo para voltar a ser destaque nesta nova geração.