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Que honra poder ver um filme nacional em sua estreia, em uma sala lotada de gente admirando o quão bonito nosso cinema pode ser. Murilo Hauser e Heitor Lorega entregaram um roteiro cheio de mensagens sobre os horrores da ditadura, sobre o resistir e o persistir, sem jamais se deixar cair na mesmice de tantos outros filmes. Em ainda estou aqui a atmosfera familiar, a filmografia antiga, as fotos e cartas nos fazem um pouco mais Paiva. Impossível não sentir o sofrimento velado de Fernanda Torres, a coragem de Selton Mello, o peso do passado de Fernanda Montenegro. Que grandioso é vivenciar essa obra, se transportar pra essa época e voltar pra dizer ainda hoje, ainda aqui: ditadura nunca mais.
Pra um filme que se passa em apenas um cenário pelo menos poderiam ter melhorado os efeitos especiais, ficou extremamente artificial, ate tirando um pouco a concentração da história