Ricardo.

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Últimas opiniões enviadas

Ricardo.
2 meses atrás

Estou me preparando para o documentário sobre Martin Luther King Jr. estrelado por Ryan Gosling. Imagine uma mulher transgênero branca interpretando Nelson Mandela... seria apropriado? Essa Odisseia é um insulto a Grécia, Nem vale a pena piratear esse filme. Espero sinceramente que este filme seja um fracasso, para que Nolan perceba o tamanho do estrago que fez. No momento em que disseram que os filmes precisavam de diversidade, equidade e inclusão para ganhar o Oscar, foi nesse momento que mataram o cinema. A Lupita só foi escalada para o papel foi para que Nolan ganhasse um Oscar ou melhor a cor da sua pele. Mas ela deve saber com certeza desde que ganhe né kkkkkkkkkkkkk.............................

Ricardo.
5 meses atrás

Um Plano Simples - 1998

Esse filme me lembrou um livro ou filme com três ou mais história (Não me recordo) que relatava a história de três amigos que encontram um tesouro debaixo de uma árvore, então decidem ficar com o dinheiro e resolvem comemorar, enquanto um vai à cidade comprar vinho, os outros dois tramam mata-lo pra ficar com a grana, quando chega o outro, eles o matam e comemoram bebendo o vinho, sem saber que o vinho havia sido envenenado pelo outro, enfim encontraram a morte.

Sam Raimi o mesmo diretor da trilogia "A Morte do Demônio" e "Homem-Aranha" dirigiu um puta filmaço que junta tudo: Ganância, avareza, ambição, cobiça, traição, deslealdade, quantos pecados JUNTOS!

Ricardo.
5 meses atrás

Talk Radio - 1988

Talk Radio é daqueles filmes que parecem esquecidos no tempo e isso soa quase como uma injustiça. Dentro da filmografia do Oliver Stone, ele talvez não seja o mais lembrado, mas carrega uma força que merece ser redescoberta. É um filme tenso, direto, que cresce aos poucos até atingir um final que realmente mexe com a gente.

Muito disso vem da atuação de Eric Bogossian, que segura o filme com uma presença intensa, quase hipnótica. Ele não só interpreta, ele vive o personagem, com uma mistura de fúria e vulnerabilidade que torna tudo mais real. Os diálogos são afiados, incômodos até, mas cheios de verdade.

A direção acompanha esse ritmo com segurança, especialmente nas cenas dentro do estúdio, onde a câmera parece girar junto com o caos emocional da narrativa. Há uma energia crua ali, quase sufocante. E por trás de tudo, dá pra sentir a inquietação do próprio Stone, uma crítica clara a um sistema que tenta controlar vozes, padronizar pensamentos, limitar o que pode ou não ser dito.

É justamente aí que o filme ganha ainda mais relevância hoje, ele toca num ponto essencial, a liberdade de expressão. Falar, provocar, incomodar, tudo isso tem um preço, mas também um valor enorme. Rever “Talk Radio” hoje é perceber o quanto essa discussão continua atual.

No fim das contas, é mais uma prova de como Stone, mesmo fora dos holofotes, sabe construir cinema com propósito e impacto.

  • Filmow 6 dias atrás

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    Equipe Filmow