Terror e suspense são, para mim, os gêneros mais difíceis de levar em consideração a média de nota. A experiência é totalmente subjetiva e o medo é algo pessoal, varia demais de pessoa para pessoa e sempre tem aquele discurso “não senti medo nenhum”, como se fosse competição de coragem... Como se sentir medo fosse um sinal de fraqueza e não de imersão. Dito isso, esse daqui me surpreendeu positivamente. Não por ser um filme revolucionário, mas ele acerta em cheio no que ele se propõe. As atuações, direção, gore, maquiagem, filmagem, ambientação... Tudo muito bem feito, redondinho. O roteiro vai se desenvolvendo com calma no início, constrói bem seus personagens e dores, dribla alguns dos clichês clássicos no meio do caminho e entrega um final que não decepcionou em nada, impacta e até comove. Desde O Mal Que Nos Habita, nenhum terror me prendia tanto. Para mim é fácil um dos melhores dos últimos anos.
Terror e suspense são, para mim, os gêneros mais difíceis de levar em consideração a média de nota. A experiência é totalmente subjetiva e o medo é algo pessoal, varia demais de pessoa para pessoa e sempre tem aquele discurso “não senti medo nenhum”, como se fosse competição de coragem... Como se sentir medo fosse um sinal de fraqueza e não de imersão.
Dito isso, esse daqui me surpreendeu positivamente. Não por ser um filme revolucionário, mas ele acerta em cheio no que ele se propõe. As atuações, direção, gore, maquiagem, filmagem, ambientação... Tudo muito bem feito, redondinho.
O roteiro vai se desenvolvendo com calma no início, constrói bem seus personagens e dores, dribla alguns dos clichês clássicos no meio do caminho e entrega um final que não decepcionou em nada, impacta e até comove.
Desde O Mal Que Nos Habita, nenhum terror me prendia tanto. Para mim é fácil um dos melhores dos últimos anos.