A morte do magnata da mídia Amos Kyne provoca uma disputa de poder nas suas empresas. Ao mesmo tempo, Nova Iorque sofre com os ataques de um serial killer de mulheres. Edward Mobley precisa capturar o assassino, evitar que as empresas Kyne caiam em mãos erradas e ainda tentar salvar seu relacionamento do fim.
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O filme é excelente e cativa já nos primeiros minutos.
Assistido hoje(28/03/2026) e pela primeira vez.
Se “A Cidade Dorme”... é porque tentaram assistir a esse filme.
Mesmo levando em conta o contexto histórico, foi um desperdício terrível de atores talentosos e do meu tempo. Nenhum dos personagens era minimamente convincente.
Um drama decepcionantemente desajeitado do aclamado diretor Fritz Lang, que aqui adota uma abordagem estranhamente convencional e simplista à história e ao enredo, ignorando as possibilidades de suspense que ali se encontram. É verdade que se trata de um drama jornalístico, e não de um thriller de serial killer; ainda assim, o estilo profissional de Lang, em geral, não confere urgência à narrativa.
Achei que poderia ter focado mais no assassino e lhe dado mais tempo de tela, do que focar tanto no romance de Ed e Nancy e na disputa interna do jornal. Apesar de ter sido bom também, tinha potencial para ser melhor.
Uma coisa interessante foi a quebra total do padrão, mostrando o assassino logo na primeira cena do filme. O que mostra que um spoiler as vezes não faz tanta diferença, mas sim como as coisas vão desenrolar
Ida Lupino está deslumbrante e Vincent Price em tela é uma potencia, só de estar presente.
Sendo um noir do Fritz Lang estava esperando bem mais, mas achei interessante em While the City Sleeps como ele explora o lado psicológico do assassino. Além disso, é muito bom ver o jornalismo sendo utilizado como uma ferramenta eficaz para desvendar grandes crimes, mostrando o poder da investigação e da busca pela verdade.
Até em sua quase fase final, Fritz Lang é genial em sua direção arrojada e atemporal. Em NO SILÊNCIO DE UMA CIDADE, um serial killer de jovens mulheres está despertando a atenção da polícia, em meio aos assassinatos, a morte do magnata da mídia Amos Kyne provoca uma disputa de poder nas suas empresas entre os assessores. O personagem de Dana Andrews entra no filme para ajudar a desvendar quem é o assassino e ainda evita que a empresa do falecido magnata caiam em mãos erradas.
O tom noir jornalistico-investigativo é deveras atraente, mesmo que a narrativa obtenha duas tramas envolventes. O elenco é fabuloso; além de Dana Andrews marcar presença, ainda temos; Rhonda Flemming, Sally Forrest e Ida Lupino completando as boas coadjuvações femininas, a última citada, por extensão, possui uma parceria habitual com o diretor. Já na ala masculina, George Sanders, Vincent Price e Thomas Mitchell tem presenças marcantes. Bom filme, com edição e montagem ágeis, bela fotografia em P& B, costumeiros na filmografia do cineasta.