Resplendor, localizada no sertão nordestino, era o palco das disputas políticas entre os Pontes e os Batista. Murilo Pontes ia se casar com a jovem Pilar Farias, por quem Jerônimo, o herdeiro dos Batista, também era apaixonado. No dia do casamento de Murilo e Pilar, a noiva diz não em pleno altar, por desconfiar de que o rapaz fosse o pai da criança que Eliane, sua melhor amiga, estava esperando. Desejando vingança, Pilar se casa com Jerônimo, inimigo de Murilo, enquanto este se casa com Hilda, uma jovem que sempre o amara. Dessa união nasce Leonardo, e Murilo vai seguir carreira política em Brasília, enquanto Pilar tem uma filha, Marina, e fica viúva. A filha de Eliane nasce, mas a mãe morre no parto e Pilar assume a educação da menina, dando-lhe o nome da mãe, Eliane.
Vinte e cinco anos se passam, Murilo está de volta a Resplendor e reencontra Pilar querendo fazer de sua filha, Marina, a prefeita da cidade, destino que ele reservara para seu filho, Leonardo. Mas os dois não contam que seus filhos, ao se conhecerem, se apaixonam e têm que esconder esse amor por causa da rivalidade entre seus pais, rivalidade essa que oculta um amor mal resolvido.
Mas os Pontes e os Batista terão na briga pelo comando de Resplendor um adversário perigoso:Cândido Alegria, um homem que enriqueceu roubando e matando o amigo português Benvindo Soares, e que nutre uma paixão por Pilar Batista. Para conseguir o que quer - a prefeitura de Resplendor e o coração de Pilar - Cândido Alegria conta com a ajuda da ambiciosa Eliane, a agregada da família Batista, que nem desconfia de que ele é o seu pai biológico.Mas Resplendor tem outros mistérios. A cidade recebe a visita do enigmático fotógrafo Jorge Tadeu, que se ocupa em fotografar e seduzir as mulheres casadas da cidade. Entre elas, Úrsula, filha da beata Gioconda, a irmã de Murilo Pontes.
Também está na cidade um grupo de ciganos liderados por Iago. A bela cigana Vida, se apaixona por Carlão Batista, mas tenta fugir a essa paixão, por saber que seu irmão não permitirá esse envolvimento.
Carlão é o cunhado de Pilar e proprietário do Grêmio Recreativo Resplendorino, que é dirigido por seu amigo e confidente Adamastor.
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Faz parte de minha memória afetiva e foi muito bom acompanhá-la.
Começa bem, depois fica um pouco morna e do meio pro final vira um novelão.
Ainda acho "Tieta" superior em muitos aspectos.
O elenco é estelar e saudoso: Eloísa Mafalda, Armando Bógus, Elizângela e Eva Wilma (essa é a que sinto mais saudades). Renata Sorrah impecável do começo ao fim, acho Pilar Batista uma personagem fascinante e complexa. Lima Duarte, dispensa comentários, mas confesso que antipatizei muito com Murilo Pontes, mas isso é reflexo da composição impecável do ator.
Uma novela espetacular, com um elenco de peso e uma trama envolvente. As locações são de encher os olhos, e as trilhas sonoras (ambas) marcantes.
A capa com o logo da Globo, da época da novela, fui eu quem fez para uma comunidade do falecido Orkut. E hoje a encontrei aqui.
Bem marcante!!!
O drama dos protagonistas envolve quem assiste.
Não preciso ver as novelas de hoje em dia pra afirmar que não se fazem novelas como essa. Não é saudosismo, é fato.
Uma novela marcante com o recurso do realismo fantástico bem utilizado. Impossível esquecer personagens como Jorge Tadeu (Fábio Júnior.), Dona Quirina (Mirian Pires), Sérgio Cabeleira (Osmar Prado), Cândido Alegria (saudoso Armando Bógus) e a delegada Francisquinha (Arlete Sales)? Super divertida! Essa foi a fase gloriosa do autor, além de dispor de um grande elenco sabia usar os seus exageros na medida certa.