Quando a modelo Vicky Lynn (Carole Landis) é achada morta, a polícia leva o empresário Frankie Christopher (Victor Mature) para ser interrogado, pois foi ele quem a descobriu quando era uma simples garçonete. Frankie a projetou e fez com que fosse apresentada às pessoas certas, organizando sua carreira. Apesar disto Vicky fez um teste sem Frankie saber e assinou um contrato, que a faria viajar para Hollywood. Assim, a polícia o considera o principal suspeito. Frankie vê que o inspetor Ed Cornell (Laird Cregar) está determinado a levá-lo para a cadeira elétrica. A única pessoa que pode ajudá-lo é Jill (Betty Grable), a irmã da vítima, que inicialmente foi dura com ele mas agora acredita na sua inocência.
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"I Wake Up Screaming" é uma joia pouco comentada que antecipa os elementos centrais do film noir com impressionante maturidade para 1941. Sombras opressivas, ângulos inclinados, enquadramentos sufocantes, moral ambígua e uma atmosfera de inevitabilidade fatal já estão presentes, mesmo antes da cristalização do gênero. A mise-en-scène traduz a tensão psicológica com eficiência visual — escadarias, persianas e corredores estreitos contam tanto quanto o roteiro. Laird Cregar entrega uma performance hipnótica como o detetive obsessivo — uma presença que impõe tensão mesmo no silêncio. Mesmo com uma trilha sonora aparentemente deslocada, o resultado é intrigante e eficiente.
O filme é competente, é curto, sem enrolação e o desfecho final é interessante. Apesar de eu achar que poderia ter sido melhor.
Over the rainbow tocando em momentos que nem condizem com a música, aí é foda kkkk
I WOKE UP SCREAIMING, ou " eu acordei gritando ", uma afirmação a principio especulativa, ja que por obstante sem testemunhas,impossivel denotar a maneira o qual um homo sapiens despertou, e por consequencia foi ceifada em carater definitivo outras oportunidades de por obstante vir a faze lo no possivel, o que no caso da aqui femea INGRATA vickie " dormindo " para sempre e nunca mais despertar por "atos fisicos hostis" de assassinato" ha exatos 83 anos, e nos quais pareceu obvio atribuir ao ja ha muito debaixo de sete palmos de terra vitor mature o autor de sua interrupção respiratoria por motivos que ate poderiam ter relação em prol de atribuir motivações circunstanciais do momento, apesar de assim idem concluirão por aferimento desta especie de RAZOAVEL longa metragem yanke NOIR, alem de DANEM SE opiniões divergentes que NADA conclusivas sem o devido questionamento judiciario ou de terceiros em busca de uma certeza plena. no que obvio assim ocorrerá., antes de sentenças, destinos, castigos e reparações o serem devidamente dadas na historia tanto dos que ficaram, mas sobretudo tambem junto aos que partiram, se é que porventura ou nao me entendem, resumindo senhoras e senhores, quem matou AQUELA QUE NEM TANTO ASSIM NAO MERECEU MORRER diga se passagem ? descubram por si sós, agora que a proposito de matar ou morrer, se irão todavia " matar " a charada rapido no sentido de concluir o autor, autora, ou mesmo autores multiplos delitivos bem ? CINE ANTIQUA GOLD rapido no YOU TUBE, e fim de papo. " Quem Matou Vickisticamente " NOTA 9.0
Noir lançado no mesmo ano que o seminal "Facão Maltês" e com ênfase no Melodrama. Narrado em flashbacks o filme sofre pela insistência do uso do famosíssimo tema musical "Over The Raibonw" mas no geral é um bom exemplar do gênero , com destaque para a sinistra presença do massivo Laird Cregar e para o final que por sinal lembra o de
"I Wouldn't Be in Your Shoes" (1948)
De bom a muito bom, porém o que mais me irritou foi o uso em excesso do chato tema principal do Alfred Newman (embora adore ele, que fique claro, rs), a "Street Scene" , fora que eu já conhecia esse tema, pois tocou em outros filmes!
Ponto forte? final!