Um filme maravilhoso, que tem o cuidado de evitar o sadismo em exibir corpos negros sendo torturados e estuprados. Foi construído com cuidado, dá pra ver. As violências contra as pessoas escravizadas são mostradas de um modo crítico e neste filme, as pessoas são vistas para muito além da escravização. De Luís Gama à todas/os as/retratadas/os, há luta, há coragem, há afeto que vira ferramenta crucial de sobrevivência entre o povo negro. Detalhe para a mãe dele, Luiza Mahin, que aparece no filme de um modo lindo e importante! De mãe inteligente, audaciosa até tornar-se a figura mística que o protege e o observa.
Até que ponto as mulheres deveriam se desenvolver fisicamente no fisiculturismo? O documentário revela a tensão acerca da ideia de feminilidade e quais as fronteiras que atletas não poderiam ultrapassar. É um excelente documentário para quem gosta de estudar as dinâmicas do esporte e da performatividade de gênero. O filme explora os desafios que as mulheres enfrentavam, mostrando a luta entre o que é considerado beleza dentro dos padrões da construção de feminilidade e a musculatura no esporte.
Achei que ficou uma lacuna de como ele saiu da vida militar, pareceu apressado. De qualquer modo, compreensível: como retratar uma vida com tanto a se dizer em poucas horas?
Um belo filme! Emocionante! Ótimos atores, tanto o que fez Ney como o que fez Cazuza.
Que filme incrível! Amei a forma pela qual a narrativa foi construída, ligando os pontos no meio do caminho, de modo não linear, dos fatos ocorridos no início. Fiquei presa na narrativa do início ao fim. O tema é importante e necessário e invoca muitas reflexões. É angustiante, pois o tempo todo pensamos: por que não o diálogo? E aí deduzo que isso revele muito sobre a cultura local, além dos tabus sociais que inviabilizam o diálogo entre todas as pessoas envolvidas. Mas o pulo do gato, ao mesmo tempo, revela que provavelmente as pessoas lidariam do melhor modo possível com a situação dos meninos, pois tanto a mãe, quanto o professor e a diretora, se revelam muito queridos. O final me tocou profundamente e me fez chorar muito. Que filme cuidadoso e cheio de afeto. É preciso um olhar muito sensível para falar sobre as consequências dos preconceitos sociais existentes na vida de dois meninos incríveis.
Trilha sonora impecável. Fotografia do filme maravilhosa, como todos do Spike Lee. É um filme leve, porém há muitas provocações reflexivas. O final é melancólico, mas não arranca a leveza construída durante toda a narrativa, tendo em vista a forma pela qual a família lida com a situação da mãe. Amei a Troy ❤️
A atuação de Bette Davis é de impressionar, só por conta disso, o filme é atemporal. A trama é muito envolvente e no decorrer do filme a situação fica cada vez mais tensa, dando muito desespero e aflição do terror psicológico que Blanche sofre. Que narrativa bem construída (exceto pelo final)! Que clássico! Só mais um PS. Bette Davis encarnou tão bem a personagem que numa das cenas que ela interage com a boneca dela e coloca o laço na cabeça, sua forma de agir é absurdamente sinistra e igual a de uma boneca, principalmente o olhar petrificante. O final não convence, ainda assim, vale assistir.
A fotografia e estética do filme são lindas. Mas, foi difícil assistir. Bem arrastado, fica meio cansativo, apesar de compreender que são as diversas memórias que vão aparecendo no decorrer do filme. A cena dele chorando na cama me pegou bastante, fiquei emocionada. O final é bem bonito também. Mas achei superestimado.
A cor do apartamento novo (quando Maria aceita a condição de Júlio de ser um pistoleiro) desde a parte da fachada até as paredes internas da casa, pra além do vaso e da camisa que Maria esfrega: vermelho, passa uma mensagem impactante sobre aquilo tudo ter sido construído na base do sangue. A loja da Havan aparecer e na sequência eles num culto da pentecostal deixa tudo provocativamente mais crítico, principalmente ao pensar no ano em que o filme foi lançado. Bem inteligente a construção da narrativa. De arrepiar pensar que essa história é baseada num fato real.
Eu gostei! Achei um filme leve, divertido, sobre o cotidiano de amores não compreendidos. Mas acho que não precisava de duas horas pra isso. No mais, que bela trilha sonora!
O que deixa tudo mais legal é a referência direta com a mitologia grega, pois Mora leva o nome das Moiras, que tentaram seduzir Ulisses enquanto ele voltava pra casa, na enorme saga de Homero. Eu comecei a assistir sem ler a sinopse e quando vi o nome familiar dela somada a paixão de um marinheiro, ficou muito claro sobre o que seria. Achei bem massa a construção da narrativa, mas dá um soninho. Rs
Gente, que filme. Anthony Hopkins está impecável. O jeito de olhar, o jeito de falar, os sonidos que ele faz com a boca, a atuação desse homem é impressionante!
Na cena que ele olha para a policial pela primeira vez, pedindo pra ver a credencial dela, mas na realidade ele quer olhá-la, é de arrepiar. A sensação que dá é que ele tira um raio x da alma dela só com o olhar e depois olha a credencial.
A brincadeira desse filme é que um dos cuidados ditos é pra não deixar o Hannibal entrar na sua mente, pois ele é manipulador. O curioso é que essa armadilha que caracteriza o Hannibal pega o/a espectador/a, visto que toda a narrativa construída coloca ele num lugar que alimenta isso, cativando quem assiste. Acho essa sacada genial, pois acaba que ficamos imersos e somos seduzidos/as pela psicopatia de Hannibal. Filmaço.
Achei esse filme incrível! Pois reconta o mito grego de Orfeu e Eurídice pela perspectiva brasileira. Como seria se eles fossem daqui? É o que o filme mostra. No mito grego, Eurídice implora para Perséfone e Hades para que ela possa voltar pro mundo dos vivos e ficar com o grande amor da sua vida, que desce ao mundo dos mortos para buscá-la. Perséfone e Hades - os deuses do submundo -, permitem que ela volte, com uma condição: que Orfeu a guie no caminho de volta, mas que em nenhum momento ele olhe para trás, para vê-la. Ele só poderia vê-la depois que eles chegassem ao mundo dos vivos. Coisa que Orfeu descumpre, e acaba olhando Eurídice, que volta para o mundo dos mortos para sempre. Para quem não conhece esse mito, muita coisa vai fazer sentido depois de conhecer. Achei genial usarem a umbanda como símbolo do gesto de Orfeu para retomar o contato com a Eurídice, mas sem poder olhar para trás. Achei incrível a sacada de chamar de Hermes o condutor dos bondes, pois Hermes é o deus mensageiro, conhecido por saber andar em todos os lugares possíveis e imagináveis. E Orfeu, no mito grego, era um grande musicista, já que é filho de Apolo, o deus que também é da música. Pra além de toda a sacada de recontar essa história de um modo tão bonito, a fotografia desse filme é maravilhosa! Dá vontade de emoldurar cada cena.
O filme começa despretensioso, com meninos sonhando em participar de um concurso, se apresentando com dança. O plano de fundo desse início são as desigualdades e dificuldades enfrentadas por eles, jovens de periferia. Há uma melancolia nos olhares dos meninos, mas ao mesmo tempo aqueles sonhos de juventude de poder ter fama e dinheiro através daquilo que gostam. Contudo, aos poucos, os planos deles vão se desmoronando. O cotidiano também, com a dureza da especulação imobiliária literalmente invadindo suas vidas. O clima fica cada vez mais denso e pesado, tonando-se sufocante pra quem assiste. Um filme melancólico, triste e de imersão completa nos silêncios dos espaços entre os diálogos de pai e filho, irmã e filho e amigos.
Ai gente... não rolou não. Eu confesso que julguei o filme pela capa e o começo realmente nos faz pensar que vai ser interessante. Mas, falhou na missão... como alguém disse ali embaixo, se ficasse na parte dos palhaços matando fascistas teria sido mais interessante.
Lindo. Eu não senti o tempo passar. Esse filme prende por cada detalhe, principalmente dos diálogos que ocorrem. Fiquei muito mexida, pois é um filme sobre a vida. Sobre as angústias que a gente guarda no peito mas que uma hora precisamos por pra fora de algum modo. Eu chorei demais nesse final, gente! O silêncio e ao mesmo tempo tanto sendo dito através dos sinais. Lindo, sensível, maravilhoso!
Senti falta de alguns pontos que são bem impactantes no livro. Esperava que fosse ver no filme isso também, mas a releitura de Pasolini deixou passar coisas que eu não passaria. O mensageiro de Corinto era uma parte bem impactante no livro, a presença dele para tudo. Lembro que isso me prendeu bastante na leitura. No filme achei que passou batido. Contudo, um ponto interessante: Pasolini põe à tona as teorias de que a Jocasta sabia que Édipo era seu filho, pelas expressões, pelo olhar, pelos diálogos que ela tem com Édipo. Achei muito bem construído o modo pelo qual ele incita a provocar quem assiste a pensar nessa questão.
Doutor Gama
3.6 62Um filme maravilhoso, que tem o cuidado de evitar o sadismo em exibir corpos negros sendo torturados e estuprados. Foi construído com cuidado, dá pra ver. As violências contra as pessoas escravizadas são mostradas de um modo crítico e neste filme, as pessoas são vistas para muito além da escravização. De Luís Gama à todas/os as/retratadas/os, há luta, há coragem, há afeto que vira ferramenta crucial de sobrevivência entre o povo negro. Detalhe para a mãe dele, Luiza Mahin, que aparece no filme de um modo lindo e importante! De mãe inteligente, audaciosa até tornar-se a figura mística que o protege e o observa.
Pumping Iron II: The Women
4.2 1Até que ponto as mulheres deveriam se desenvolver fisicamente no fisiculturismo? O documentário revela a tensão acerca da ideia de feminilidade e quais as fronteiras que atletas não poderiam ultrapassar. É um excelente documentário para quem gosta de estudar as dinâmicas do esporte e da performatividade de gênero. O filme explora os desafios que as mulheres enfrentavam, mostrando a luta entre o que é considerado beleza dentro dos padrões da construção de feminilidade e a musculatura no esporte.
O Invasor
3.6 179A melhor coisa do filme é o grande Sabota e a boa atuação de Paulo Miklos.
Homem com H
4.2 535 Assista AgoraAchei que ficou uma lacuna de como ele saiu da vida militar, pareceu apressado. De qualquer modo, compreensível: como retratar uma vida com tanto a se dizer em poucas horas?
Um belo filme! Emocionante! Ótimos atores, tanto o que fez Ney como o que fez Cazuza.
Maníaco do Parque
2.4 355 Assista AgoraA única coisa que salva nesse filme é a atuação do Silvero Pereira!
Louca Obsessão
4.1 1,3K Assista AgoraLiteralmente de tirar o fôlego!
Mulheres Olímpicas
4.2 2Também gostaria muito de saber onde encontrar esse documentário. Fiz de tudo e não acho.
It: Capítulo Dois
3.4 1,5K Assista AgoraAdorei a participação especial do Stephen King quando ele vende a bike pro Bill. ❤️
Oldboy
4.3 2,4K Assista AgoraFilmaço.
Monstro
4.2 398 Assista AgoraQue filme incrível!
Amei a forma pela qual a narrativa foi construída, ligando os pontos no meio do caminho, de modo não linear, dos fatos ocorridos no início. Fiquei presa na narrativa do início ao fim. O tema é importante e necessário e invoca muitas reflexões.
É angustiante, pois o tempo todo pensamos: por que não o diálogo? E aí deduzo que isso revele muito sobre a cultura local, além dos tabus sociais que inviabilizam o diálogo entre todas as pessoas envolvidas. Mas o pulo do gato, ao mesmo tempo, revela que provavelmente as pessoas lidariam do melhor modo possível com a situação dos meninos, pois tanto a mãe, quanto o professor e a diretora, se revelam muito queridos.
O final me tocou profundamente e me fez chorar muito. Que filme cuidadoso e cheio de afeto. É preciso um olhar muito sensível para falar sobre as consequências dos preconceitos sociais existentes na vida de dois meninos incríveis.
Crooklyn - Uma Família de Pernas pro Ar
3.8 39Trilha sonora impecável. Fotografia do filme maravilhosa, como todos do Spike Lee.
É um filme leve, porém há muitas provocações reflexivas. O final é melancólico, mas não arranca a leveza construída durante toda a narrativa, tendo em vista a forma pela qual a família lida com a situação da mãe. Amei a Troy ❤️
O Beijo no Asfalto
3.8 155Bruno Barreto adaptando Nelson Rodrigues com uma baita gama de atores/atrizes maravilhosos só podia dar bom.
O Que Terá Acontecido a Baby Jane?
4.4 854A atuação de Bette Davis é de impressionar, só por conta disso, o filme é atemporal. A trama é muito envolvente e no decorrer do filme a situação fica cada vez mais tensa, dando muito desespero e aflição do terror psicológico que Blanche sofre. Que narrativa bem construída (exceto pelo final)! Que clássico!
Só mais um PS. Bette Davis encarnou tão bem a personagem que numa das cenas que ela interage com a boneca dela e coloca o laço na cabeça, sua forma de agir é absurdamente sinistra e igual a de uma boneca, principalmente o olhar petrificante.
O final não convence, ainda assim, vale assistir.
Aftersun
4.0 802A fotografia e estética do filme são lindas. Mas, foi difícil assistir. Bem arrastado, fica meio cansativo, apesar de compreender que são as diversas memórias que vão aparecendo no decorrer do filme.
A cena dele chorando na cama me pegou bastante, fiquei emocionada. O final é bem bonito também.
Mas achei superestimado.
O Nome da Morte
3.4 158Baita filme.
A cor do apartamento novo (quando Maria aceita a condição de Júlio de ser um pistoleiro) desde a parte da fachada até as paredes internas da casa, pra além do vaso e da camisa que Maria esfrega: vermelho, passa uma mensagem impactante sobre aquilo tudo ter sido construído na base do sangue. A loja da Havan aparecer e na sequência eles num culto da pentecostal deixa tudo provocativamente mais crítico, principalmente ao pensar no ano em que o filme foi lançado. Bem inteligente a construção da narrativa. De arrepiar pensar que essa história é baseada num fato real.
Licorice Pizza
3.5 635Eu gostei! Achei um filme leve, divertido, sobre o cotidiano de amores não compreendidos. Mas acho que não precisava de duas horas pra isso.
No mais, que bela trilha sonora!
A Noite do Terror
3.4 24 Assista AgoraO que deixa tudo mais legal é a referência direta com a mitologia grega, pois Mora leva o nome das Moiras, que tentaram seduzir Ulisses enquanto ele voltava pra casa, na enorme saga de Homero. Eu comecei a assistir sem ler a sinopse e quando vi o nome familiar dela somada a paixão de um marinheiro, ficou muito claro sobre o que seria. Achei bem massa a construção da narrativa, mas dá um soninho. Rs
O Silêncio dos Inocentes
4.4 2,8K Assista AgoraGente, que filme. Anthony Hopkins está impecável. O jeito de olhar, o jeito de falar, os sonidos que ele faz com a boca, a atuação desse homem é impressionante!
Na cena que ele olha para a policial pela primeira vez, pedindo pra ver a credencial dela, mas na realidade ele quer olhá-la, é de arrepiar. A sensação que dá é que ele tira um raio x da alma dela só com o olhar e depois olha a credencial.
A brincadeira desse filme é que um dos cuidados ditos é pra não deixar o Hannibal entrar na sua mente, pois ele é manipulador. O curioso é que essa armadilha que caracteriza o Hannibal pega o/a espectador/a, visto que toda a narrativa construída coloca ele num lugar que alimenta isso, cativando quem assiste. Acho essa sacada genial, pois acaba que ficamos imersos e somos seduzidos/as pela psicopatia de Hannibal. Filmaço.
Orfeu do Carnaval
3.7 134 Assista AgoraAchei esse filme incrível! Pois reconta o mito grego de Orfeu e Eurídice pela perspectiva brasileira. Como seria se eles fossem daqui? É o que o filme mostra. No mito grego, Eurídice implora para Perséfone e Hades para que ela possa voltar pro mundo dos vivos e ficar com o grande amor da sua vida, que desce ao mundo dos mortos para buscá-la. Perséfone e Hades - os deuses do submundo -, permitem que ela volte, com uma condição: que Orfeu a guie no caminho de volta, mas que em nenhum momento ele olhe para trás, para vê-la. Ele só poderia vê-la depois que eles chegassem ao mundo dos vivos. Coisa que Orfeu descumpre, e acaba olhando Eurídice, que volta para o mundo dos mortos para sempre.
Para quem não conhece esse mito, muita coisa vai fazer sentido depois de conhecer. Achei genial usarem a umbanda como símbolo do gesto de Orfeu para retomar o contato com a Eurídice, mas sem poder olhar para trás. Achei incrível a sacada de chamar de Hermes o condutor dos bondes, pois Hermes é o deus mensageiro, conhecido por saber andar em todos os lugares possíveis e imagináveis. E Orfeu, no mito grego, era um grande musicista, já que é filho de Apolo, o deus que também é da música.
Pra além de toda a sacada de recontar essa história de um modo tão bonito, a fotografia desse filme é maravilhosa! Dá vontade de emoldurar cada cena.
White Building
3.2 2O filme começa despretensioso, com meninos sonhando em participar de um concurso, se apresentando com dança. O plano de fundo desse início são as desigualdades e dificuldades enfrentadas por eles, jovens de periferia. Há uma melancolia nos olhares dos meninos, mas ao mesmo tempo aqueles sonhos de juventude de poder ter fama e dinheiro através daquilo que gostam. Contudo, aos poucos, os planos deles vão se desmoronando. O cotidiano também, com a dureza da especulação imobiliária literalmente invadindo suas vidas. O clima fica cada vez mais denso e pesado, tonando-se sufocante pra quem assiste. Um filme melancólico, triste e de imersão completa nos silêncios dos espaços entre os diálogos de pai e filho, irmã e filho e amigos.
Balada do Amor e do Ódio
3.7 300Ai gente... não rolou não. Eu confesso que julguei o filme pela capa e o começo realmente nos faz pensar que vai ser interessante. Mas, falhou na missão... como alguém disse ali embaixo, se ficasse na parte dos palhaços matando fascistas teria sido mais interessante.
Drive My Car
3.8 420 Assista AgoraLindo. Eu não senti o tempo passar. Esse filme prende por cada detalhe, principalmente dos diálogos que ocorrem.
Fiquei muito mexida, pois é um filme sobre a vida. Sobre as angústias que a gente guarda no peito mas que uma hora precisamos por pra fora de algum modo.
Eu chorei demais nesse final, gente! O silêncio e ao mesmo tempo tanto sendo dito através dos sinais. Lindo, sensível, maravilhoso!
Édipo Rei
3.8 55Senti falta de alguns pontos que são bem impactantes no livro. Esperava que fosse ver no filme isso também, mas a releitura de Pasolini deixou passar coisas que eu não passaria. O mensageiro de Corinto era uma parte bem impactante no livro, a presença dele para tudo. Lembro que isso me prendeu bastante na leitura. No filme achei que passou batido.
Contudo, um ponto interessante: Pasolini põe à tona as teorias de que a Jocasta sabia que Édipo era seu filho, pelas expressões, pelo olhar, pelos diálogos que ela tem com Édipo. Achei muito bem construído o modo pelo qual ele incita a provocar quem assiste a pensar nessa questão.
Nota 7/10
Tróia
3.6 1,3K Assista AgoraPeço licença ao grande Casimiro (herói brasileiro) pra usar uma expressão dele ao falar desse filme:
Hollywood pegou a mitologia grega e fez um filme À MODA CARALHO cagando tudo.
Não dá, gente!