Uma história brega, fofa e bastante clichê, exatamente do jeito que eu gosto. É uma comédia romântica leve e gostosa, daquelas que conseguem arrancar um sorriso e, no meu caso, até uma genuína invejinha rsrs. O que mais me chamou a atenção, porém, foi a forma como o filme aborda a questão das aparências e, especialmente, a relação com os corpos gordos e magros. É um tema bastante pertinente e que continua profundamente enraizado na sociedade, inclusive dentro da comunidade LGBT+. Gosto quando uma história aparentemente simples consegue trazer essas questões para o centro da narrativa sem perder seu caráter de entretenimento. Sobre a parte musical, preciso confessar que não funcionou tanto para mim. Não sou muito fã de musicais e achei algumas passagens particularmente bregas, sobretudo pela letra em português, que me causou um pouquinho de vergonha alheia. Ainda assim, entendo que esse recurso faz parte da ambientação e da proposta do filme. No fim, uma comédia romântica delicada, clichê e divertida, que me entregou exatamente o que eu esperava. Por ora, sem mais.
Na maior parte do filme, é basicamente mais do mesmo: dúvidas, inseguranças, descobertas, novos sentimentos e aquela confusão toda que acompanha o processo de se conhecer e se descobrir. E não sei exatamente o porquê, mas adoro justamente isso. Gosto de acompanhar essas histórias em que a pessoa vai, aos poucos, se entendendo, percebendo o que sente e, finalmente, vendo a ficha cair. E "Riley" foi exatamente assim. Talvez por isso eu tenha gostado tanto. Há algo de muito bonito em acompanhar esse processo de descoberta, especialmente quando ele acontece de maneira tão íntima e cheia de incertezas. Só achei uma pena que, justamente quando a ficha finalmente cai, a história termina. Fiquei com aquela sensação de: “agora é que eu queria continuar assistindo!”. Gostaria muito de saber como seria a vida dali em diante, depois de todas aquelas descobertas e, principalmente, depois de finalmente se compreender um pouco melhor. De toda forma, achei bonitinho. Uma história simples, mas que me agradou justamente por retratar algo que considero tão interessante: o processo de descobrir quem somos e aquilo que sentimos. Por ora, sem mais.
Achei o filme bem interessante, com uma premissa intrigante e, definitivamente, bastante picante. Até então, nunca tinha assistido a algo parecido, principalmente por se tratar de uma história que mistura terror, sexualidade e personagens gays de uma maneira tão peculiar. O que mais me chamou a atenção foi justamente essa combinação inusitada. O filme consegue transitar entre o estranho, o sensual e o perturbador, criando uma experiência bastante diferente do que eu estava acostumado a assistir. E, mais uma vez, lá está a religião e o conservadorismo tentando não deixar as gays terem um único dia de paz e felicidade(kkkkkkkk). Parece que até quando a gente só quer assistir a um filminho de terror, alguém precisa aparecer para estragar tudo. No fim, uma experiência peculiar, provocativa e certamente diferente de tudo o que eu já tinha assistido. Por ora, sem mais.
Caraca, que maluquice foi essa que acabei de ver? Muita viagem, muita pira e uma sensação constante de não saber exatamente para onde a história estava me levando. Confesso que terminei o filme tentando entender aquela paranoia toda. Não sei se deixei passar alguma coisa, se existe de fato algo para entender ou se a própria confusão faz parte da proposta do filme. Talvez seja justamente essa sensação de estranhamento e desorientação que a obra pretende provocar. De qualquer forma, foi uma experiência bem peculiar. Por ora, sem mais.
Que viagem! É uma loucura atrás da outra, e parece que, a cada momento, a história consegue ficar ainda mais absurda. Confesso que, em alguns momentos, fiquei tentando acompanhar toda aquela confusão, mas, no fim das contas, achei tudo bem engraçadinho. É aquele tipo de filme despretensioso, que não precisa de grandes pretensões para cumprir seu papel: divertir e proporcionar algumas boas risadas. E conseguiu! Só não contava com um efeito colateral: terminei o filme morrendo de fome. Hehe Por ora, sem mais.
Achei uma boa continuação. O filme faz pequenas menções ao anterior, o suficiente para criar uma conexão com a história original, mas sem depender excessivamente dela. Ao mesmo tempo, consegue construir sua própria identidade e ser autêntico dentro daquilo que se propõe. O que mais gostei foi justamente a sensação de que a continuação não tenta, a todo custo, ser “melhor que o primeiro”. Parece simplesmente querer contar uma nova história a partir daquele universo, mostrando como as coisas poderiam ter evoluído naturalmente depois do que vimos no primeiro filme. No fim, achei que ficou bom na medida certa. Uma continuação que respeita o original, mas não vive apenas da nostalgia dele. E, talvez por isso, tenha funcionado tão bem para mim. Por ora, sem mais.
Que viagem foi essa!? Cara, que premissa insana. Jamais tinha visto algo parecido. O filme é completamente maluco e, em vários momentos, até embaraçoso. Mas talvez seja justamente essa combinação que tenha me conquistado. Fiquei genuinamente surpreso com os caminhos que a história tomou. É daqueles filmes que fazem a gente pensar: “mas que porra eu estou assistindo?” e, ainda assim, continuar querendo descobrir onde aquilo vai parar. Uma experiência estranha, desconcertante e muito divertida. Gostei demais! Por ora, sem mais.
Que baita clichê! E o pior é que são justamente esses clichês que mais me conquistam. Durante boa parte do filme, me peguei pensando: eu queria um romancezinho desses... A história tem aquele charme das comédias românticas que, por mais previsíveis que possam ser, conseguem aquecer o coração. Também não posso negar que passei por vários momentos de vergonha alheia. Algumas situações são bastante constrangedoras, mas, curiosamente, isso não prejudicou a experiência. Pelo contrário: esses momentos contribuíram para me deixar ainda mais envolvido com os personagens e com a narrativa. O final, por sua vez, me pareceu um pouco forçado. Tive a impressão de que algumas soluções aconteceram de maneira conveniente demais. Ainda assim, confesso que isso não foi suficiente para diminuir o carinho que desenvolvi pelo filme. Às vezes, um bom clichê é exatamente o que a gente precisa. Por ora, sem mais.
Me peguei completamente vidrado em todos os episódios. A cada capítulo, a história conseguia despertar ainda mais curiosidade, fazendo com que eu quisesse entender melhor os personagens, suas motivações e, principalmente, a dimensão da dependência retratada ao longo da narrativa. Em diversos momentos, fiquei perplexo com as situações apresentadas. É impressionante como certas relações e comportamentos podem se desenvolver de maneira tão intensa, a ponto de moldar a vida das pessoas envolvidas. A série consegue transmitir bem esse sentimento, provocando reflexão e, por vezes, até certo desconforto. Quanto ao final, confesso que saí um pouco triste. Não necessariamente pelo desfecho em si, mas pela sensação de que ainda restaram perguntas sem resposta. Talvez essa tenha sido justamente a intenção: mostrar que nem sempre a vida oferece explicações completas ou encerramentos perfeitamente satisfatórios. Ainda assim, fiquei com aquele desejo de entender um pouco mais. No fim, foi uma série envolvente, intrigante e que certamente permaneceu na minha cabeça mesmo após o último episódio. Por ora, sem mais.
Achei a história lindíssima, carregada de muito sentimentalismo, especialmente no que diz respeito ao pertencimento a um lugar, a uma família, a um povo. É o tipo de narrativa que toca de forma silenciosa, mas profunda, despertando memórias e sensações que vão além da tela. Outro ponto que me encantou foi o cenário: a Barra da Lagoa. Tenho um carinho especial por aquele lugar, e vê-lo retratado no filme trouxe uma conexão ainda mais íntima com a história, como se tudo ficasse mais próximo, mais real, mais meu. No fim, foi uma experiência bonita e acolhedora. Daquelas que deixam um sentimento bom, quase como um convite para revisitar lugares e afetos. Quem sabe amanhã eu mesmo não passo por lá? Por ora, sem mais.
Achei o filme muito ruim. A sensação que tive é de que, para essa continuação, os personagens precisaram de ajuda demais do roteiro. Ou melhor, do “milagre cinematográfico”. Em diversas situações, a sobrevivência pareceu depender muito mais da sorte do que de qualquer coerência ou construção plausível. Além disso, os efeitos especiais deixaram bastante a desejar, o que compromete ainda mais a imersão em um filme que depende tanto desse aspecto para funcionar. No fim das contas, a experiência não me agradou e acabou sendo frustrante. Não recomendo nem um pouco. Por ora, sem mais.
Quando recebi a recomendação desse lançamento, ouvi que ele seria parecido com "Interestelar". De fato, as premissas se aproximam, mas, no que diz respeito ao realismo científico (especialmente envolvendo física e temas correlatos), senti que o filme deixou um pouco a desejar. Ainda assim, tenho a impressão de que isso foi intencional, o que, ao meu ver, não compromete a experiência. Por outro lado, achei o filme extremamente emocionante. Em diversos momentos, me peguei chorando, roendo as unhas e completamente imerso na narrativa. A trilha sonora merece um destaque especial (a presença de Mercedes Sosa foi uma surpresa maravilhosa e muito bem-vinda). Outro ponto interessante foi o toque de humor presente ao longo da história. Em certos momentos, ele quebra a tensão e o peso emocional da trama — embora eu ainda não saiba dizer se gostei totalmente disso. No fim, a sensação foi curiosa: ora estava emocionado, ora estava rindo. De mais a mais, gostei bastante da experiência.
P.S. para o meu eu do futuro: como assisti no cinema, fica o registro: a paciência foi testada! Conversas paralelas, risadas fora de hora e até sons de nariz me tiraram do sério. Será que estou ficando muito “cri cri”? Kkkkk
Apesar dos pesares, foi uma experiência que valeu a pena! Por ora, sem mais.
Que verdadeiro show de atuações - em muitos sentidos. Em um primeiro momento, fiquei profundamente tocado pelas interpretações dos atores e atrizes, que conseguiram transmitir com intensidade toda a dor, o medo e a tensão vividos pelos personagens. Confesso que não esperava me emocionar tanto, a ponto de me levar às lágrimas. Por outro lado, a série também evidencia um outro tipo de “atuação”: a da política por trás do evento. A tentativa de mascarar a gravidade da situação, somada aos interesses das empresas envolvidas, revela um cenário de omissões e manipulações que impactam diretamente a vida das pessoas. Nesse aspecto, a obra me lembrou bastante Chernobyl, que também expõe, de forma contundente, as consequências da negligência e da busca por preservar aparências. No fim, trata-se de uma série interessante e instigante. Nunca havia parado para conhecer mais sobre esse acontecimento, e, apesar de ser uma história triste, foi uma experiência que despertou curiosidade e reflexão. Por ora, sem mais.
Terminei de ler o livro há cerca de duas semanas e, ao descobrir que existia uma adaptação cinematográfica da mesma história, resolvi me aventurar mais uma vez por essa narrativa tão triste quanto bela. Gostei bastante de poder visualizar melhor os personagens, os cenários e o universo da história. O filme oferece essa dimensão visual que ajuda a dar forma concreta àquilo que, no livro, fica a cargo da imaginação do leitor. Entretanto, como era de se esperar, o livro traz muito mais detalhes e profundidade em diversos aspectos da narrativa. Tive também a impressão de que o filme, por conta do tempo limitado para desenvolver a história, acabou deixando de contextualizar alguns pontos importantes. Por isso, acredito que certos elementos talvez só sejam plenamente compreendidos por quem já leu o livro. Ainda que eu tenha gostado mais da obra literária, não posso dizer que se trate de um filme ruim. Pelo contrário: continua sendo uma história profundamente tocante. Triste e, ao mesmo tempo, muito bonita. Por ora, sem mais.
Achei essa segunda temporada simplesmente incrível. Para ser sincero, comecei a assistir à série apenas por causa da famosa história com o padre - e nem imaginava que ele apareceria somente na segunda temporada. Ainda assim, a espera valeu completamente a pena. A temporada mantém toda a loucura, o humor ácido e as situações absurdas que já marcam a série, mas ao mesmo tempo traz momentos profundamente sensíveis e tocantes. Em meio às ironias e aos desconfortos, surgem reflexões inesperadas sobre amor, fé, culpa e sobre a dificuldade de se conectar verdadeiramente com alguém. Confesso que fiquei especialmente tocado por uma frase simples, mas poderosa: “vai passar”. Ela ecoa para além da série e nos deixa pensando - será que o amor também passa? Uma temporada intensa, divertida e, ao mesmo tempo, surpreendentemente emocionante. Por ora, sem mais.
Achei a história do filme um tanto quanto peculiar, mas confesso que me peguei envolvido do início ao fim. As atuações são ótimas, a fotografia é impecável e a trilha sonora ajuda a imergir o espectador na atmosfera tensa e sombria da narrativa. Durante toda a exibição, senti-me transportado para o período da ditadura, sob constante vigilância e incerteza, acompanhando histórias complexas, muitas vezes sem sentido aparente, mas que de alguma forma colavam e prendiam a atenção. O desfecho, apesar de ter me parecido abrupto e sem grandes explicações para alguns eventos, trouxe reflexões importantes sobre o passado e seu impacto no presente, além de fazer pensar sobre os limites da ação humana sob regimes opressivos. Um filme envolvente, inquietante e que provoca reflexão. Por ora, sem mais.
Estou atônito e, ao mesmo tempo, um pouco sem palavras com o que acabei de assistir. Fleabag consegue ser extremamente engraçada e bizarra, mas sempre com um fundo reflexivo que, em certos momentos, acaba nos pegando de surpresa. A série brinca com o absurdo, com o desconforto e com o humor ácido, mas por trás de tudo isso existe algo mais profundo; uma espécie de olhar cru sobre relações humanas, solidão e as próprias contradições da vida. É uma mistura curiosa de risadas com certo incômodo reflexivo. Confesso que não sei exatamente o que eu esperava quando comecei a assistir, e também não sei definir com precisão o que obtive ao terminar a temporada. Ainda assim, independentemente disso tudo, posso dizer que gostei da experiência. Por ora, sem mais.
Achei a premissa do filme bastante interessante, com uma proposta que instiga a curiosidade desde o início. A construção da tensão e dos conflitos cria uma expectativa constante sobre o que está por vir, o que torna a experiência envolvente. Apesar disso, senti que o desenrolar da história foi um pouco demorado em determinados momentos, prolongando situações que poderiam ter sido mais dinâmicas. Por outro lado, o desfecho me pareceu rápido demais, quase abrupto, como se condensasse em poucos minutos tudo aquilo que foi construído ao longo do filme. Ainda assim, o final foi satisfatório e, no conjunto, a obra me agradou bastante. Um filme interessante, com uma proposta instigante e um encerramento que cumpre o que promete. Por ora, sem mais.
Achei um filme lindo. No início, confesso que fiquei bastante enraivado com a forma como um irmão tratava o outro, marcada por egoísmo, incompreensão e falta de sensibilidade. Essa tensão inicial incomoda, e talvez seja justamente isso que torna a evolução da história tão poderosa. Ao longo do filme, a relação entre os dois vai se transformando de maneira gradual e sincera, dando espaço ao afeto, ao respeito e à empatia. O que começa como interesse e obrigação acaba se tornando cuidado genuíno e vínculo verdadeiro. Há tempos esse filme estava na minha lista, e agora fico me perguntando por que demorei tanto para assisti-lo. Uma obra sensível, humana e profundamente tocante, que fala sobre família, limites e aprendizado mútuo. Por ora, sem mais.
Achei um bom filme, ainda que provoque revolta diante das injustiças retratadas ao longo da narrativa. A história evidencia preconceitos e barreiras impostas de forma cruel, despertando indignação ao mostrar como o talento e a dedicação muitas vezes precisaram lutar contra um sistema profundamente desigual. Apesar desse sentimento de revolta, o filme também desperta esperança. É o tipo de obra que inspira, que reforça a importância da perseverança e que provoca em quem assiste a vontade de cooperar para a construção de um mundo mais justo e humano. Um filme forte, necessário e motivador. Por ora, sem mais.
Que baita filme! Fico até me perguntando por que demorei tanto para assisti-lo. Mesmo tendo a sensação de que já havia ouvido algo sobre o final em algum momento, a experiência foi completamente surpreendente - como se eu não soubesse de nada. O filme constrói a tensão de forma sutil e inteligente, conduzindo o espectador por uma narrativa que prende a atenção do início ao fim. O desfecho, além de impactante, faz com que tudo o que foi visto antes ganhe um novo significado, convidando a uma releitura imediata da história. Uma obra marcante, bem construída e memorável. Um clássico que, definitivamente, vale cada minuto. Por ora, sem mais.
Achei a história bonita, ainda que triste. A obra desperta emoções delicadas e provoca reflexões silenciosas sobre a vida, o tempo e as oportunidades que muitas vezes deixamos passar. O filme convida o espectador a pensar sobre como, com frequência, não damos o devido valor àquilo que temos - seja o presente, os vínculos ou até mesmo a simples possibilidade de viver plenamente. Ao mostrar momentos breves de lucidez, alegria e conexão, a narrativa reforça o quanto cada instante importa. Uma obra sensível, melancólica e reflexiva, que permanece ecoando mesmo após o fim. Por ora, sem mais.
Arrebatadora. Essa é a palavra que melhor define a experiência de assistir à série. Apesar de ser uma narrativa pesada e, em muitos momentos, dolorosa, a obra consegue transformar o sofrimento em algo profundamente humano e sensível. O que mais me marcou foi a forma como a série retrata o amor pela vida, mesmo diante do preconceito, da desinformação e da violência simbólica e social enfrentadas pelos personagens. Ainda que o tema seja duro, a série não se resume à dor. Pelo contrário, ela evidencia a resistência, o afeto e a força dos vínculos humanos, mostrando que o amor, em suas mais diversas formas, tem vencido e continuará vencendo. Uma obra intensa, necessária e profundamente tocante. Por ora, sem mais.
Foi, sem exagero, uma das coisas mais fofas e picantes que assisti nos últimos tempos. A história me encantou do início ao fim, equilibrando muito bem romance, tensão e química entre os personagens. Resultado: terminei a temporada já ansioso por uma continuidade. O elenco masculino merece todos os elogios (um mais bonito que o outro) e a química entre eles funciona de forma natural e envolvente. As cenas quentes cumprem exatamente o que prometem: são intensas, bem construídas e realmente quentes, sem perder o charme e o afeto que sustentam a narrativa. No fim das contas, é uma série que diverte, aquece e conquista. Adorei absolutamente tudo! Por ora, sem mais.
Quinze Dias
3.7 107 Assista AgoraUma história brega, fofa e bastante clichê, exatamente do jeito que eu gosto. É uma comédia romântica leve e gostosa, daquelas que conseguem arrancar um sorriso e, no meu caso, até uma genuína invejinha rsrs.
O que mais me chamou a atenção, porém, foi a forma como o filme aborda a questão das aparências e, especialmente, a relação com os corpos gordos e magros. É um tema bastante pertinente e que continua profundamente enraizado na sociedade, inclusive dentro da comunidade LGBT+. Gosto quando uma história aparentemente simples consegue trazer essas questões para o centro da narrativa sem perder seu caráter de entretenimento.
Sobre a parte musical, preciso confessar que não funcionou tanto para mim. Não sou muito fã de musicais e achei algumas passagens particularmente bregas, sobretudo pela letra em português, que me causou um pouquinho de vergonha alheia. Ainda assim, entendo que esse recurso faz parte da ambientação e da proposta do filme.
No fim, uma comédia romântica delicada, clichê e divertida, que me entregou exatamente o que eu esperava.
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 30 de agosto de 2026
Entre Garotos
2.6 14 Assista AgoraNa maior parte do filme, é basicamente mais do mesmo: dúvidas, inseguranças, descobertas, novos sentimentos e aquela confusão toda que acompanha o processo de se conhecer e se descobrir. E não sei exatamente o porquê, mas adoro justamente isso. Gosto de acompanhar essas histórias em que a pessoa vai, aos poucos, se entendendo, percebendo o que sente e, finalmente, vendo a ficha cair.
E "Riley" foi exatamente assim. Talvez por isso eu tenha gostado tanto. Há algo de muito bonito em acompanhar esse processo de descoberta, especialmente quando ele acontece de maneira tão íntima e cheia de incertezas.
Só achei uma pena que, justamente quando a ficha finalmente cai, a história termina. Fiquei com aquela sensação de: “agora é que eu queria continuar assistindo!”. Gostaria muito de saber como seria a vida dali em diante, depois de todas aquelas descobertas e, principalmente, depois de finalmente se compreender um pouco melhor.
De toda forma, achei bonitinho. Uma história simples, mas que me agradou justamente por retratar algo que considero tão interessante: o processo de descobrir quem somos e aquilo que sentimos.
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 30 de agosto de 2026
Leviticus
3.3 95Achei o filme bem interessante, com uma premissa intrigante e, definitivamente, bastante picante. Até então, nunca tinha assistido a algo parecido, principalmente por se tratar de uma história que mistura terror, sexualidade e personagens gays de uma maneira tão peculiar.
O que mais me chamou a atenção foi justamente essa combinação inusitada. O filme consegue transitar entre o estranho, o sensual e o perturbador, criando uma experiência bastante diferente do que eu estava acostumado a assistir.
E, mais uma vez, lá está a religião e o conservadorismo tentando não deixar as gays terem um único dia de paz e felicidade(kkkkkkkk). Parece que até quando a gente só quer assistir a um filminho de terror, alguém precisa aparecer para estragar tudo.
No fim, uma experiência peculiar, provocativa e certamente diferente de tudo o que eu já tinha assistido.
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 30 de agosto de 2026
Backrooms: Um Não-Lugar
3.2 460 Assista AgoraCaraca, que maluquice foi essa que acabei de ver? Muita viagem, muita pira e uma sensação constante de não saber exatamente para onde a história estava me levando.
Confesso que terminei o filme tentando entender aquela paranoia toda. Não sei se deixei passar alguma coisa, se existe de fato algo para entender ou se a própria confusão faz parte da proposta do filme. Talvez seja justamente essa sensação de estranhamento e desorientação que a obra pretende provocar.
De qualquer forma, foi uma experiência bem peculiar.
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 29 de agosto de 2026
Não Vamos Pagar Nada
2.5 94 Assista AgoraQue viagem! É uma loucura atrás da outra, e parece que, a cada momento, a história consegue ficar ainda mais absurda. Confesso que, em alguns momentos, fiquei tentando acompanhar toda aquela confusão, mas, no fim das contas, achei tudo bem engraçadinho.
É aquele tipo de filme despretensioso, que não precisa de grandes pretensões para cumprir seu papel: divertir e proporcionar algumas boas risadas. E conseguiu!
Só não contava com um efeito colateral: terminei o filme morrendo de fome. Hehe
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 29 de agosto de 2026
O Diabo Veste Prada 2
3.3 429 Assista AgoraAchei uma boa continuação. O filme faz pequenas menções ao anterior, o suficiente para criar uma conexão com a história original, mas sem depender excessivamente dela. Ao mesmo tempo, consegue construir sua própria identidade e ser autêntico dentro daquilo que se propõe.
O que mais gostei foi justamente a sensação de que a continuação não tenta, a todo custo, ser “melhor que o primeiro”. Parece simplesmente querer contar uma nova história a partir daquele universo, mostrando como as coisas poderiam ter evoluído naturalmente depois do que vimos no primeiro filme.
No fim, achei que ficou bom na medida certa. Uma continuação que respeita o original, mas não vive apenas da nostalgia dele. E, talvez por isso, tenha funcionado tão bem para mim.
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 23 de agosto de 2026
Obsessão
3.9 932 Assista AgoraQue viagem foi essa!? Cara, que premissa insana. Jamais tinha visto algo parecido. O filme é completamente maluco e, em vários momentos, até embaraçoso. Mas talvez seja justamente essa combinação que tenha me conquistado.
Fiquei genuinamente surpreso com os caminhos que a história tomou. É daqueles filmes que fazem a gente pensar: “mas que porra eu estou assistindo?” e, ainda assim, continuar querendo descobrir onde aquilo vai parar.
Uma experiência estranha, desconcertante e muito divertida. Gostei demais!
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 22 de agosto de 2026
Bonus Track
3.3 23 Assista AgoraQue baita clichê! E o pior é que são justamente esses clichês que mais me conquistam. Durante boa parte do filme, me peguei pensando: eu queria um romancezinho desses... A história tem aquele charme das comédias românticas que, por mais previsíveis que possam ser, conseguem aquecer o coração.
Também não posso negar que passei por vários momentos de vergonha alheia. Algumas situações são bastante constrangedoras, mas, curiosamente, isso não prejudicou a experiência. Pelo contrário: esses momentos contribuíram para me deixar ainda mais envolvido com os personagens e com a narrativa.
O final, por sua vez, me pareceu um pouco forçado. Tive a impressão de que algumas soluções aconteceram de maneira conveniente demais. Ainda assim, confesso que isso não foi suficiente para diminuir o carinho que desenvolvi pelo filme. Às vezes, um bom clichê é exatamente o que a gente precisa.
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 10 de julho de 2026
Pela Metade
4.1 112 Assista AgoraMe peguei completamente vidrado em todos os episódios. A cada capítulo, a história conseguia despertar ainda mais curiosidade, fazendo com que eu quisesse entender melhor os personagens, suas motivações e, principalmente, a dimensão da dependência retratada ao longo da narrativa.
Em diversos momentos, fiquei perplexo com as situações apresentadas. É impressionante como certas relações e comportamentos podem se desenvolver de maneira tão intensa, a ponto de moldar a vida das pessoas envolvidas. A série consegue transmitir bem esse sentimento, provocando reflexão e, por vezes, até certo desconforto.
Quanto ao final, confesso que saí um pouco triste. Não necessariamente pelo desfecho em si, mas pela sensação de que ainda restaram perguntas sem resposta. Talvez essa tenha sido justamente a intenção: mostrar que nem sempre a vida oferece explicações completas ou encerramentos perfeitamente satisfatórios. Ainda assim, fiquei com aquele desejo de entender um pouco mais.
No fim, foi uma série envolvente, intrigante e que certamente permaneceu na minha cabeça mesmo após o último episódio.
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 30 de junho de 2026
Livros Restantes
3.6 39Achei a história lindíssima, carregada de muito sentimentalismo, especialmente no que diz respeito ao pertencimento a um lugar, a uma família, a um povo. É o tipo de narrativa que toca de forma silenciosa, mas profunda, despertando memórias e sensações que vão além da tela.
Outro ponto que me encantou foi o cenário: a Barra da Lagoa. Tenho um carinho especial por aquele lugar, e vê-lo retratado no filme trouxe uma conexão ainda mais íntima com a história, como se tudo ficasse mais próximo, mais real, mais meu.
No fim, foi uma experiência bonita e acolhedora. Daquelas que deixam um sentimento bom, quase como um convite para revisitar lugares e afetos. Quem sabe amanhã eu mesmo não passo por lá?
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 1º de maio de 2026
Destruição Final 2
2.4 120 Assista AgoraAchei o filme muito ruim. A sensação que tive é de que, para essa continuação, os personagens precisaram de ajuda demais do roteiro. Ou melhor, do “milagre cinematográfico”. Em diversas situações, a sobrevivência pareceu depender muito mais da sorte do que de qualquer coerência ou construção plausível.
Além disso, os efeitos especiais deixaram bastante a desejar, o que compromete ainda mais a imersão em um filme que depende tanto desse aspecto para funcionar.
No fim das contas, a experiência não me agradou e acabou sendo frustrante. Não recomendo nem um pouco.
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 1º de maio se 2026
Devoradores de Estrelas
4.0 798 Assista AgoraQuando recebi a recomendação desse lançamento, ouvi que ele seria parecido com "Interestelar". De fato, as premissas se aproximam, mas, no que diz respeito ao realismo científico (especialmente envolvendo física e temas correlatos), senti que o filme deixou um pouco a desejar. Ainda assim, tenho a impressão de que isso foi intencional, o que, ao meu ver, não compromete a experiência.
Por outro lado, achei o filme extremamente emocionante. Em diversos momentos, me peguei chorando, roendo as unhas e completamente imerso na narrativa. A trilha sonora merece um destaque especial (a presença de Mercedes Sosa foi uma surpresa maravilhosa e muito bem-vinda).
Outro ponto interessante foi o toque de humor presente ao longo da história. Em certos momentos, ele quebra a tensão e o peso emocional da trama — embora eu ainda não saiba dizer se gostei totalmente disso. No fim, a sensação foi curiosa: ora estava emocionado, ora estava rindo.
De mais a mais, gostei bastante da experiência.
P.S. para o meu eu do futuro: como assisti no cinema, fica o registro: a paciência foi testada! Conversas paralelas, risadas fora de hora e até sons de nariz me tiraram do sério. Será que estou ficando muito “cri cri”? Kkkkk
Apesar dos pesares, foi uma experiência que valeu a pena!
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 23 de março de 2026
Emergência Radioativa
3.9 222 Assista AgoraQue verdadeiro show de atuações - em muitos sentidos. Em um primeiro momento, fiquei profundamente tocado pelas interpretações dos atores e atrizes, que conseguiram transmitir com intensidade toda a dor, o medo e a tensão vividos pelos personagens. Confesso que não esperava me emocionar tanto, a ponto de me levar às lágrimas.
Por outro lado, a série também evidencia um outro tipo de “atuação”: a da política por trás do evento. A tentativa de mascarar a gravidade da situação, somada aos interesses das empresas envolvidas, revela um cenário de omissões e manipulações que impactam diretamente a vida das pessoas. Nesse aspecto, a obra me lembrou bastante Chernobyl, que também expõe, de forma contundente, as consequências da negligência e da busca por preservar aparências.
No fim, trata-se de uma série interessante e instigante. Nunca havia parado para conhecer mais sobre esse acontecimento, e, apesar de ser uma história triste, foi uma experiência que despertou curiosidade e reflexão.
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 21 de março de 2026
Meu Pé de Laranja Lima
3.9 356Terminei de ler o livro há cerca de duas semanas e, ao descobrir que existia uma adaptação cinematográfica da mesma história, resolvi me aventurar mais uma vez por essa narrativa tão triste quanto bela.
Gostei bastante de poder visualizar melhor os personagens, os cenários e o universo da história. O filme oferece essa dimensão visual que ajuda a dar forma concreta àquilo que, no livro, fica a cargo da imaginação do leitor.
Entretanto, como era de se esperar, o livro traz muito mais detalhes e profundidade em diversos aspectos da narrativa. Tive também a impressão de que o filme, por conta do tempo limitado para desenvolver a história, acabou deixando de contextualizar alguns pontos importantes. Por isso, acredito que certos elementos talvez só sejam plenamente compreendidos por quem já leu o livro.
Ainda que eu tenha gostado mais da obra literária, não posso dizer que se trate de um filme ruim. Pelo contrário: continua sendo uma história profundamente tocante. Triste e, ao mesmo tempo, muito bonita.
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 15 de março de 2026
Fleabag (2ª Temporada)
4.7 914 Assista AgoraAchei essa segunda temporada simplesmente incrível. Para ser sincero, comecei a assistir à série apenas por causa da famosa história com o padre - e nem imaginava que ele apareceria somente na segunda temporada. Ainda assim, a espera valeu completamente a pena.
A temporada mantém toda a loucura, o humor ácido e as situações absurdas que já marcam a série, mas ao mesmo tempo traz momentos profundamente sensíveis e tocantes. Em meio às ironias e aos desconfortos, surgem reflexões inesperadas sobre amor, fé, culpa e sobre a dificuldade de se conectar verdadeiramente com alguém.
Confesso que fiquei especialmente tocado por uma frase simples, mas poderosa: “vai passar”. Ela ecoa para além da série e nos deixa pensando - será que o amor também passa?
Uma temporada intensa, divertida e, ao mesmo tempo, surpreendentemente emocionante.
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 15 de março de 2026
O Agente Secreto
3.9 1,1K Assista AgoraAchei a história do filme um tanto quanto peculiar, mas confesso que me peguei envolvido do início ao fim. As atuações são ótimas, a fotografia é impecável e a trilha sonora ajuda a imergir o espectador na atmosfera tensa e sombria da narrativa.
Durante toda a exibição, senti-me transportado para o período da ditadura, sob constante vigilância e incerteza, acompanhando histórias complexas, muitas vezes sem sentido aparente, mas que de alguma forma colavam e prendiam a atenção.
O desfecho, apesar de ter me parecido abrupto e sem grandes explicações para alguns eventos, trouxe reflexões importantes sobre o passado e seu impacto no presente, além de fazer pensar sobre os limites da ação humana sob regimes opressivos.
Um filme envolvente, inquietante e que provoca reflexão.
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 14 de março de 2026
Fleabag (1ª Temporada)
4.4 646 Assista AgoraEstou atônito e, ao mesmo tempo, um pouco sem palavras com o que acabei de assistir. Fleabag consegue ser extremamente engraçada e bizarra, mas sempre com um fundo reflexivo que, em certos momentos, acaba nos pegando de surpresa.
A série brinca com o absurdo, com o desconforto e com o humor ácido, mas por trás de tudo isso existe algo mais profundo; uma espécie de olhar cru sobre relações humanas, solidão e as próprias contradições da vida. É uma mistura curiosa de risadas com certo incômodo reflexivo.
Confesso que não sei exatamente o que eu esperava quando comecei a assistir, e também não sei definir com precisão o que obtive ao terminar a temporada. Ainda assim, independentemente disso tudo, posso dizer que gostei da experiência.
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 8 de março de 2026
A Empregada
3.4 667 Assista AgoraAchei a premissa do filme bastante interessante, com uma proposta que instiga a curiosidade desde o início. A construção da tensão e dos conflitos cria uma expectativa constante sobre o que está por vir, o que torna a experiência envolvente.
Apesar disso, senti que o desenrolar da história foi um pouco demorado em determinados momentos, prolongando situações que poderiam ter sido mais dinâmicas. Por outro lado, o desfecho me pareceu rápido demais, quase abrupto, como se condensasse em poucos minutos tudo aquilo que foi construído ao longo do filme.
Ainda assim, o final foi satisfatório e, no conjunto, a obra me agradou bastante. Um filme interessante, com uma proposta instigante e um encerramento que cumpre o que promete.
Por ora, sem mais.
Imbituva, 16 de fevereiro de 2026
Rain Man
4.1 801 Assista AgoraAchei um filme lindo. No início, confesso que fiquei bastante enraivado com a forma como um irmão tratava o outro, marcada por egoísmo, incompreensão e falta de sensibilidade. Essa tensão inicial incomoda, e talvez seja justamente isso que torna a evolução da história tão poderosa.
Ao longo do filme, a relação entre os dois vai se transformando de maneira gradual e sincera, dando espaço ao afeto, ao respeito e à empatia. O que começa como interesse e obrigação acaba se tornando cuidado genuíno e vínculo verdadeiro.
Há tempos esse filme estava na minha lista, e agora fico me perguntando por que demorei tanto para assisti-lo. Uma obra sensível, humana e profundamente tocante, que fala sobre família, limites e aprendizado mútuo.
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 1º de fevereiro de 2026
Quase Deuses
4.2 509 Assista grátisAchei um bom filme, ainda que provoque revolta diante das injustiças retratadas ao longo da narrativa. A história evidencia preconceitos e barreiras impostas de forma cruel, despertando indignação ao mostrar como o talento e a dedicação muitas vezes precisaram lutar contra um sistema profundamente desigual.
Apesar desse sentimento de revolta, o filme também desperta esperança. É o tipo de obra que inspira, que reforça a importância da perseverança e que provoca em quem assiste a vontade de cooperar para a construção de um mundo mais justo e humano.
Um filme forte, necessário e motivador.
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 1º de fevereiro de 2026
O Sexto Sentido
4.2 2,5K Assista AgoraQue baita filme! Fico até me perguntando por que demorei tanto para assisti-lo. Mesmo tendo a sensação de que já havia ouvido algo sobre o final em algum momento, a experiência foi completamente surpreendente - como se eu não soubesse de nada.
O filme constrói a tensão de forma sutil e inteligente, conduzindo o espectador por uma narrativa que prende a atenção do início ao fim. O desfecho, além de impactante, faz com que tudo o que foi visto antes ganhe um novo significado, convidando a uma releitura imediata da história.
Uma obra marcante, bem construída e memorável. Um clássico que, definitivamente, vale cada minuto.
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 31 de janeiro de 2026
Tempo de Despertar
4.3 659Achei a história bonita, ainda que triste. A obra desperta emoções delicadas e provoca reflexões silenciosas sobre a vida, o tempo e as oportunidades que muitas vezes deixamos passar.
O filme convida o espectador a pensar sobre como, com frequência, não damos o devido valor àquilo que temos - seja o presente, os vínculos ou até mesmo a simples possibilidade de viver plenamente. Ao mostrar momentos breves de lucidez, alegria e conexão, a narrativa reforça o quanto cada instante importa.
Uma obra sensível, melancólica e reflexiva, que permanece ecoando mesmo após o fim.
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 31 de janeiro de 2026
Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente
4.3 57 Assista AgoraArrebatadora. Essa é a palavra que melhor define a experiência de assistir à série. Apesar de ser uma narrativa pesada e, em muitos momentos, dolorosa, a obra consegue transformar o sofrimento em algo profundamente humano e sensível. O que mais me marcou foi a forma como a série retrata o amor pela vida, mesmo diante do preconceito, da desinformação e da violência simbólica e social enfrentadas pelos personagens.
Ainda que o tema seja duro, a série não se resume à dor. Pelo contrário, ela evidencia a resistência, o afeto e a força dos vínculos humanos, mostrando que o amor, em suas mais diversas formas, tem vencido e continuará vencendo.
Uma obra intensa, necessária e profundamente tocante.
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 25 de janeiro de 2025
Rivalidade Ardente (1ª Temporada)
4.3 143 Assista AgoraFoi, sem exagero, uma das coisas mais fofas e picantes que assisti nos últimos tempos. A história me encantou do início ao fim, equilibrando muito bem romance, tensão e química entre os personagens. Resultado: terminei a temporada já ansioso por uma continuidade.
O elenco masculino merece todos os elogios (um mais bonito que o outro) e a química entre eles funciona de forma natural e envolvente. As cenas quentes cumprem exatamente o que prometem: são intensas, bem construídas e realmente quentes, sem perder o charme e o afeto que sustentam a narrativa.
No fim das contas, é uma série que diverte, aquece e conquista. Adorei absolutamente tudo!
Por ora, sem mais.
Florianópolis, 18 de janeiro de 2026