Parece que o pessoal não entendeu muito bem a mensagem do primeiro filme e começou a exaltar o vilão que mata inocentes em sua frustação e sofrimento com o mundo... Então o diretor resolveu fazer um segundo filme mostrando que o personagem é fraco, covarde, triste e patético. Assim como a personagem Arlequina, todo mundo foi assistir ao segundo filme preparado para idolatrar o palhaço psicopata, mas assim como ela, todos ficam desapontados. O final do filme parece uma mensagem clara do diretor: vou desapontar vocês até o último segundo. Acho que deu certo.
O filme é uma crítica boa, tanto na forma quanto no conteúdo, aos jovens mimados burgueses brincando de revolução. Eles acham que podem se sobrepor ao povo, que podem decidir coisas com base em suas abstrações, que podem matar pessoas pelo terrorismo sem propósito. O diálogo do trem mostra bem que eles estavam apenas brincando com tudo aquilo, inconsequentemente. O uso das três cores primárias é uma boa referência ao bauhaus e ao utilitarismo. Parece servir para construir aquela atmosfera linda da casa, que também é muito caricata e superficial. No fim, fiquei pensando o quão autoritários os mimadinhos pareciam querendo ditar o que a garota morena poderia ler ou não, quem deveria fazer autocrítica e quem não, ditar como o movimento deveria ser só porque eles eram intelectuais..... A garota principal, a Veronique, me deu um ódio profundo do começo ao fim por causa da soberba.
Faltou originalidade, tempo pra desenvolver a história e e um pouco mais de "reflexão filosófica" (rs) pra se igualar aos bons cyberpunks japoneses da época. Mas, de qualquer forma, é menos infantil e otimista que o filme live-action de 2019, e bem mais visualmente marcante.
Os Sonderkomandos foram os que conseguiram provar e preservar a memória do Holocausto ao tirar as famosas fotos dos campos operantes antes que os nazistas começassem a destruí-los para ocultar os feitos. Com a câmera na visão do protagonista, é possível se colocar no seu lugar e sentir o horror da tarefa de ter de enterrar os mortos do seu próprio povo. Filme muito bom e necessário.
Tem uns estudos sobre o caso real que aconteceu no Canadá, que fala como é intrigante Grace não ter sido enforcada como o seu "parceiro de crime", o McDemortt. Isso se deve ao fato de ela conquistar o público mostrando o quanto é uma mulher respeitável e digna de simpatia, enquanto performa aquelas normas de gênero. Na série, é também isso que Grace faz conosco, nos engana como ao Dr. Simon para ganhar nossa simpatia e provar que o seu sofrimento é válido mesmo com a a sua "transgressão" de conduta (assassinar os patrões). Grace é uma mulher astuta que ao ver o que acontece com Mary, que padece na mão dos homens, performa o tipo de conduta moral necessária para conseguir sobreviver. Jamie lhe pede perdão e ela aceita, embora não seja de coração, para poder continuar a vida que ele lhe oferece, enquanto seu advogado diz que ela é como Sherazade, que tem como função entreter o seu público. Não há duvida de que sua vida foi traumática, mas ela soube muito bem como prevalecer. No final, fica o questionamento: é melhor morrer logo como Mary Whitney (sendo verdadeira e sofrida) ou sobreviver como Grace por muitos anos, mas ter que fingir o tempo todo para não morrer.
Licorice Pizza
3.5 636Adoro filme de romance indie mas esse aqui é ruim demais
A Meia-Irmã Feia
3.8 467 Assista AgoraEsse filme é podre de bom kkkkk
Coringa: Delírio a Dois
2.5 926 Assista AgoraParece que o pessoal não entendeu muito bem a mensagem do primeiro filme e começou a exaltar o vilão que mata inocentes em sua frustação e sofrimento com o mundo... Então o diretor resolveu fazer um segundo filme mostrando que o personagem é fraco, covarde, triste e patético.
Assim como a personagem Arlequina, todo mundo foi assistir ao segundo filme preparado para idolatrar o palhaço psicopata, mas assim como ela, todos ficam desapontados. O final do filme parece uma mensagem clara do diretor: vou desapontar vocês até o último segundo. Acho que deu certo.
PomPoko: A Grande Batalha dos Guaxinins
4.0 163 Assista AgoraA cena deles voando no saco bom demais
Os Fantasmas Se Divertem
3.9 1,8K Assista AgoraChatíssimo
Eu Posso Ouvir o Oceano
3.2 228 Assista AgoraEsperei o filme todo para o taku se declarar pro amigo e ele termina dizendo que era apaixonado pela rikako. Isso que é plot twist ruim.
Dogville
4.3 2,0K Assista AgoraO homem é o lobo do homem em versão teatro filmado
Frances Ha
4.1 1,5KChatíssimo
The Witcher (2ª Temporada)
3.8 280 Assista AgoraHorrível. Essa ladainha da ciri foi chata a beça e a série foi um compilado de episódios ruins
Náufrago da Lua
4.3 90Bom demais romance indie coreano
Infinito
2.6 183 Assista AgoraFilme bosta
Da Colina Kokuriko
4.0 252 Assista AgoraUm dos filmes mais conservadores do ghibli, não gostei
Laranja Mecânica
4.3 3,9K Assista AgoraÉ galera, vamo ter que virar abolicionista penal....
Fargo: Uma Comédia de Erros
3.9 989 Assista AgoraChatíssimo
Retrato de uma Jovem em Chamas
4.4 974 Assista AgoraBom demais romance lesbico de época
A Chinesa
3.9 138 Assista AgoraO filme é uma crítica boa, tanto na forma quanto no conteúdo, aos jovens mimados burgueses brincando de revolução. Eles acham que podem se sobrepor ao povo, que podem decidir coisas com base em suas abstrações, que podem matar pessoas pelo terrorismo sem propósito. O diálogo do trem mostra bem que eles estavam apenas brincando com tudo aquilo, inconsequentemente. O uso das três cores primárias é uma boa referência ao bauhaus e ao utilitarismo. Parece servir para construir aquela atmosfera linda da casa, que também é muito caricata e superficial. No fim, fiquei pensando o quão autoritários os mimadinhos pareciam querendo ditar o que a garota morena poderia ler ou não, quem deveria fazer autocrítica e quem não, ditar como o movimento deveria ser só porque eles eram intelectuais..... A garota principal, a Veronique, me deu um ódio profundo do começo ao fim por causa da soberba.
Alita: Anjo de Combate
3.6 838 Assista AgoraChatíssimo
Battle Angel
3.7 26Faltou originalidade, tempo pra desenvolver a história e e um pouco mais de "reflexão filosófica" (rs) pra se igualar aos bons cyberpunks japoneses da época. Mas, de qualquer forma, é menos infantil e otimista que o filme live-action de 2019, e bem mais visualmente marcante.
Filhas do Sol
4.1 81Filme triste demais mas vale a pena
O Filho de Saul
3.7 257Os Sonderkomandos foram os que conseguiram provar e preservar a memória do Holocausto ao tirar as famosas fotos dos campos operantes antes que os nazistas começassem a destruí-los para ocultar os feitos. Com a câmera na visão do protagonista, é possível se colocar no seu lugar e sentir o horror da tarefa de ter de enterrar os mortos do seu próprio povo. Filme muito bom e necessário.
Love, Death & Robots (Volume 1)
4.3 676 Assista AgoraO ruim é que os episódios sao pequenos e não da pra desenvolver muita coisa. O primeiro episodio por exemplo dava uma série por si só...
Ghost in the Shell 2: Innocence
4.0 72Ideia boa mas animação feia
O Peixe Grande & Begônia
4.0 213 Assista AgoraA menina
destruiu o lugar onde morava, um monte de gente morreu
Alias Grace
4.1 279 Assista AgoraTem uns estudos sobre o caso real que aconteceu no Canadá, que fala como é intrigante Grace não ter sido enforcada como o seu "parceiro de crime", o McDemortt. Isso se deve ao fato de ela conquistar o público mostrando o quanto é uma mulher respeitável e digna de simpatia, enquanto performa aquelas normas de gênero. Na série, é também isso que Grace faz conosco, nos engana como ao Dr. Simon para ganhar nossa simpatia e provar que o seu sofrimento é válido mesmo com a a sua "transgressão" de conduta (assassinar os patrões). Grace é uma mulher astuta que ao ver o que acontece com Mary, que padece na mão dos homens, performa o tipo de conduta moral necessária para conseguir sobreviver. Jamie lhe pede perdão e ela aceita, embora não seja de coração, para poder continuar a vida que ele lhe oferece, enquanto seu advogado diz que ela é como Sherazade, que tem como função entreter o seu público. Não há duvida de que sua vida foi traumática, mas ela soube muito bem como prevalecer. No final, fica o questionamento: é melhor morrer logo como Mary Whitney (sendo verdadeira e sofrida) ou sobreviver como Grace por muitos anos, mas ter que fingir o tempo todo para não morrer.