Aii... apesar da primeira metade promissora, achei que a segunda ficou devendo. Pra uma continuação inesperada, a premissa do roteiro até que foi boa, mas achei que se perdeu e acabou desperdiçando oportunidades de desenvolvimento melhor, como pras personagens da Lucy Liu e do Justin Theroux, que poderiam ter sido mais decisivos e antagônicos na história.
Também achei pouco crível a volta imediata da Andy pra Runnway, porque nunca que uma pessoa, 20 anos depois, voltaria pra uma empresa pra aceitar as mesmas humilhações. Acho que ela tinha que ter sofrido mais ou ficado desesperada pra aceitar essa posição novamente.
De todo modo, uma continuação decente, com as atuações que o mundo amou em 2006 resgatadas, fora a trilha e os looks mais uma vez icônicos.
Simplesmente inacreditável tamanha energia caótica ter dado tão certo. Lindo demais! Me choca também como tudo que vejo do Bob Dylan ele exala pressão baixíssima.
Apesar de algumas atuações não muito boas, inclusive da protagonista, é impressionante a imersão ao Brasil dos anos 1970 que esse filme proporciona. Fez história e é política e ecologicamente atual.
Estou abismado com o dramalhão desse filme e como eu amo esse gênero. Absolutamente apaixonado pela fotografia e pelas atuações de todo o elenco. Absolutamente todos arrasaram. A criança que faz o Hamnet é apaixonante, muito talentoso. Jessie Buckley me arrancou as primeiras lágrimas com uma atuação visceral e dolorida. O Oscar tem que ser dela.
O ato final com a encenação de Hamlet é de uma lindeza absurda. Uma declaração de amor ao teatro com uma direção de figurantes pouco vista no audiovisual. Eles assistindo a encenação emocionados enquanto o público do cinema, do outro lado da tela, chupava o nariz igualmente emocionado, quase que numa metalinguagem e crossover entre cinema e teatro. Aff tô apaixonado!
Netflix nunca poderia. Experiência que só o cinema pode proporcionar com esse aqui.
Fiquei bem tentado a dar 4,5 estrelas, mas senti que algo faltou pra chegar lá. De todo modo, fotografia magnífica, som impecável e personagens absolutamente carismáticos.
É tão bom quando um diretor sabe usar uma narrativa não linear a seu favor. É muito mais suspense do que terror em si. Bem desenvolvido, mas senti falta de conhecer a história e as motivações da Gladys.
Que fotografia linda! A edição muito bem feita que é responsável por evidenciar a sensibilidade do filme. Mas sinto que faltou algo mais pro filme ser mais emocionante e me deixar arrebatado.
Uma das atmosferas de suspense mais longas que já vi. Personagens bem interessantes, mas senti falta de um arco dramático melhor pra Julianne Moore. A direção é impecável!
Mesmo sabendo que nem todos os filmes do Kleber me agradam, não esperava me desapontar com esse não. A premissa prometia, a fotografia prometia, o elenco prometia. Mas no final, só os dois últimos entregam mesmo. <br/><br/>O primeiro ato do filme é tão enigmático que realmente é possível acreditar estarmos diante de uma obra-prima, mas ele se perde depois de meia hora, seguindo com uma narrativa cansativa que até pra quem gosta de desenvolvimento se desaponta, seja pelos retalhos de ideias desconexas ou pelo excesso de metáforas implícitas. Esperava que ao menos o desfecho compensasse as 2h30 de filme, mas não. Infelizmente, mais um filme pretensioso do Kleber, que mais parece uma tentativa de novela sem caber em uma.
Quem diria que juntar temas distintos como segregação racial, vampiros e música poderia dar certo. A junção desses elementos é o grande diferencial desse filme. Os números musicais são um show à parte.
Confesso que algumas coisas poderiam ter sido melhores, principalmente no ato final. Achei que quiseram resolver rápido demais e deixaram algumas pontas soltas, mas em contrapartida, o filme demora um pouquinho pra engrenar. De todo modo, entregou originalidade.
Eu não sei nem por onde começar. São literalmente tantas camadas, tantas reflexões...
Impressionante como mulher atravessa um calvário em diversas situações. Como uma guerra religiosa e política destrói ainda mais do que estruturas, natureza e vidas de forma efêmera. Ela pode destruir vidas de forma tão lenta e intrínseca que nem num pior pesadelo você conseguiria imaginar.
O filme é tecnicamente impecável. Fotografia excelente, muito bem editado e uma trilha sonora perfeitamente colocada. É impressionante como ele te impacta gradativamente, com o próximo impacto sempre mais forte que o anterior. Mas nenhum te prepara pro último (ou os últimos).
Não lembro a última vez que fiquei tão aterrorizado com um plot twist. Dennis Villeneuve foi insanamente doentio aqui.
Bem-vindo ao meu seleto grupo de filmes 5 estrelas.
Nossa que preguiça de desenvolver o filme foi essa? Montagem ruim, cenas cortadas do nada e roteiro cheio de buraco sem motivo algum. Geralmente fazem isso pro público pensar ou tirar as próprias conclusões, mas claramente não foi objetivo aqui, já que omitiram situações muito básicas, que já se esperam na próxima cena da narrativa. Vale pela atuação dos atores e a cenografia. Só!
Um verdadeiro soco! Na semana que uma mulher, após 22 anos, conseguiu se livrar do padrasto que abusava dela desde os 7, no interior do Paraná, filmes como esse são um grito de socorro. Perturbador e extremamente necessário. Um dos melhores do cinema brasileiro que vi este ano. Que momento!
Achei uma surpresa! Gostei demais da direção e as atuações dos protagonistas são muito críveis. Os efeitos especiais também não deixam a desejar. Embora dê pra entender toda a jornada dos personagens, faltou profundidade nos diálogos, que pra mim é a maior fragilidade do roteiro.
Vi que foi gravado em 2016 e demorou 6 anos para o lançamento devido às dificuldades no orçamento e na edição, situação não muito incomum no cinema brasileiro. Apesar de tudo, entregaram um filme decente, com uma produção diferente do que costumamos ver por aqui.
Olha... tema muito pertinente e uma ideia de roteiro muito promissora, mas algo no desenvolvimento não rolou. As atuações estão ótimas, mas não consegui me apegar aos personagens. O líquido que dá título ao filme foi abordado de forma abstrata demais, não fazendo sentido tanto com o título quanto com a abordagem principal do roteiro. A fotografia também também é outra promessa que ficou pelo caminho, talvez pelo formato quadradão (não entendo por que alguns diretores retomam esse formato se o widescreen é perfeito pro cinema). Enfim, visualmente, o ponto alto do filme foi a disputa entre os peixes. Esperava bem mais.
Discussão ainda muito pertinente pra realidade atual, mostrando que independente da época ou da situação, a principal vítima sempre é a mulher.
Em geral, gostei das 3 abordagens, mas principalmente da primeira, com a Demi mostrando mais um ótimo desempenho. Tem que ter estômago pra ver aquilo. A segunda me pareceu corrida demais, precisava de mais aprofundamento. E a terceira é o que a gente tem de mais próximo da atualidade. Me incomodou o fato da real protagonista ser a Anne Heche, mas todo o merchan ser focado na Cher, que não deve ter 8 minutos em cena.
Agora acho que sei de onde Jayme Monjardim se inspirou pra dirigir "O Clone". Fotografia incrível, uma boa crítica social e uma trilha sonora responsável por criar um das minhas músicas favoritas de todos os tempos: "Urga". Contudo, o filme é quase tão enigmático quanto a música, mas ele não chega lá. A música me transporta pra outra dimensão toda vez que escuto desde... muitos anos atrás.
Isso não foi uma atuação do Jesuíta, foi uma personificação, num estado mais fiel a palavra. Um trabalho absolutamente impecável, da construção corporal a ótima dublagem das músicas. A direção também muito competente, deixou as mais de 2 horas totalmente vibrantes.
Não acompanhei a carreira do Ney, mas artisticamente, é a melhor cinebiografia musical que já vi. E que maravilha que fizeram essa homenagem pra ele em vida. Artista com A maiúsculo.
Mais um clássico hollywoodiano superestimado, com a ideia incrível de fazer um filme no Marrocos sem contar ou incluir nada da cultura local além da figuração. Não tô dizendo que era pra ser um filme sobre o Marrocos, mas não usaram nem de pano de fundo, simplesmente se instalaram em Casablanca pra contar uma história de amor chumbrega, com um casal de protagonistas sem química e emoção alguma.
Quer entregar problemas sociais demais e acaba deixando tudo implícito também demais. Ficou raso e cheio de ponta solta, deixando as simbologias pra gente decifrar sozinho. Mas gostei das interpretações e a direção ousada.
Tem uma direção competente, mas de pouca inspiração pra desenvolver cenas de ação e drama. Uma trilha sonora boa teria ajudado mais nesse último. De todo modo, Fernandona rouba o filme todinho pra ela. É impressionante o talento dessa mulher. Ela emociona, comove, encanta e ainda faz rir. Definitivamente a maior atriz do mundo.
Como pode um filme sem absolutamente nenhum diálogo emocionar tanto? Completamente cheio de lições de vida que vão desde a sobrevivência até a empatia e espírito de equipe que milhões de humanos sequer tiveram um dia.
É amor puro! Chorei em pelo menos metade do filme.
O Diabo Veste Prada 2
3.6 152Aii... apesar da primeira metade promissora, achei que a segunda ficou devendo. Pra uma continuação inesperada, a premissa do roteiro até que foi boa, mas achei que se perdeu e acabou desperdiçando oportunidades de desenvolvimento melhor, como pras personagens da Lucy Liu e do Justin Theroux, que poderiam ter sido mais decisivos e antagônicos na história.
Também achei pouco crível a volta imediata da Andy pra Runnway, porque nunca que uma pessoa, 20 anos depois, voltaria pra uma empresa pra aceitar as mesmas humilhações. Acho que ela tinha que ter sofrido mais ou ficado desesperada pra aceitar essa posição novamente.
De todo modo, uma continuação decente, com as atuações que o mundo amou em 2006 resgatadas, fora a trilha e os looks mais uma vez icônicos.
A Noite que Mudou o Pop
4.2 182 Assista AgoraSimplesmente inacreditável tamanha energia caótica ter dado tão certo. Lindo demais! Me choca também como tudo que vejo do Bob Dylan ele exala pressão baixíssima.
Iracema - Uma Transa Amazônica
3.9 85Apesar de algumas atuações não muito boas, inclusive da protagonista, é impressionante a imersão ao Brasil dos anos 1970 que esse filme proporciona. Fez história e é política e ecologicamente atual.
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
4.1 424 Assista AgoraEstou abismado com o dramalhão desse filme e como eu amo esse gênero. Absolutamente apaixonado pela fotografia e pelas atuações de todo o elenco. Absolutamente todos arrasaram. A criança que faz o Hamnet é apaixonante, muito talentoso. Jessie Buckley me arrancou as primeiras lágrimas com uma atuação visceral e dolorida. O Oscar tem que ser dela.
O ato final com a encenação de Hamlet é de uma lindeza absurda. Uma declaração de amor ao teatro com uma direção de figurantes pouco vista no audiovisual. Eles assistindo a encenação emocionados enquanto o público do cinema, do outro lado da tela, chupava o nariz igualmente emocionado, quase que numa metalinguagem e crossover entre cinema e teatro. Aff tô apaixonado!
Sirāt
3.4 180 Assista AgoraNetflix nunca poderia. Experiência que só o cinema pode proporcionar com esse aqui.
Fiquei bem tentado a dar 4,5 estrelas, mas senti que algo faltou pra chegar lá. De todo modo, fotografia magnífica, som impecável e personagens absolutamente carismáticos.
A Hora do Mal
3.7 1,0K Assista AgoraÉ tão bom quando um diretor sabe usar uma narrativa não linear a seu favor. É muito mais suspense do que terror em si. Bem desenvolvido, mas senti falta de conhecer a história e as motivações da Gladys.
Rain Man
4.1 798 Assista AgoraPerformance insanamente sensível e impecável do Dustin Hoffman.
Sonhos de Trem
3.7 348 Assista AgoraQue fotografia linda! A edição muito bem feita que é responsável por evidenciar a sensibilidade do filme. Mas sinto que faltou algo mais pro filme ser mais emocionante e me deixar arrebatado.
Magnólia
4.1 1,4K Assista AgoraUma das atmosferas de suspense mais longas que já vi. Personagens bem interessantes, mas senti falta de um arco dramático melhor pra Julianne Moore. A direção é impecável!
O Agente Secreto
3.9 1,0K Assista AgoraMesmo sabendo que nem todos os filmes do Kleber me agradam, não esperava me desapontar com esse não. A premissa prometia, a fotografia prometia, o elenco prometia. Mas no final, só os dois últimos entregam mesmo. <br/><br/>O primeiro ato do filme é tão enigmático que realmente é possível acreditar estarmos diante de uma obra-prima, mas ele se perde depois de meia hora, seguindo com uma narrativa cansativa que até pra quem gosta de desenvolvimento se desaponta, seja pelos retalhos de ideias desconexas ou pelo excesso de metáforas implícitas. Esperava que ao menos o desfecho compensasse as 2h30 de filme, mas não. Infelizmente, mais um filme pretensioso do Kleber, que mais parece uma tentativa de novela sem caber em uma.
Pecadores
4.0 1,2K Assista AgoraQuem diria que juntar temas distintos como segregação racial, vampiros e música poderia dar certo. A junção desses elementos é o grande diferencial desse filme. Os números musicais são um show à parte.
Confesso que algumas coisas poderiam ter sido melhores, principalmente no ato final. Achei que quiseram resolver rápido demais e deixaram algumas pontas soltas, mas em contrapartida, o filme demora um pouquinho pra engrenar. De todo modo, entregou originalidade.
Incêndios
4.5 2,0K Assista AgoraEu não sei nem por onde começar. São literalmente tantas camadas, tantas reflexões...
Impressionante como mulher atravessa um calvário em diversas situações. Como uma guerra religiosa e política destrói ainda mais do que estruturas, natureza e vidas de forma efêmera. Ela pode destruir vidas de forma tão lenta e intrínseca que nem num pior pesadelo você conseguiria imaginar.
O filme é tecnicamente impecável. Fotografia excelente, muito bem editado e uma trilha sonora perfeitamente colocada. É impressionante como ele te impacta gradativamente, com o próximo impacto sempre mais forte que o anterior. Mas nenhum te prepara pro último (ou os últimos).
Não lembro a última vez que fiquei tão aterrorizado com um plot twist. Dennis Villeneuve foi insanamente doentio aqui.
Bem-vindo ao meu seleto grupo de filmes 5 estrelas.
O Invasor
3.6 178Nossa que preguiça de desenvolver o filme foi essa? Montagem ruim, cenas cortadas do nada e roteiro cheio de buraco sem motivo algum. Geralmente fazem isso pro público pensar ou tirar as próprias conclusões, mas claramente não foi objetivo aqui, já que omitiram situações muito básicas, que já se esperam na próxima cena da narrativa. Vale pela atuação dos atores e a cenografia. Só!
Manas
4.2 141 Assista AgoraUm verdadeiro soco!
Na semana que uma mulher, após 22 anos, conseguiu se livrar do padrasto que abusava dela desde os 7, no interior do Paraná, filmes como esse são um grito de socorro.
Perturbador e extremamente necessário. Um dos melhores do cinema brasileiro que vi este ano. Que momento!
Meteoros
2.7 13Achei uma surpresa! Gostei demais da direção e as atuações dos protagonistas são muito críveis. Os efeitos especiais também não deixam a desejar. Embora dê pra entender toda a jornada dos personagens, faltou profundidade nos diálogos, que pra mim é a maior fragilidade do roteiro.
Vi que foi gravado em 2016 e demorou 6 anos para o lançamento devido às dificuldades no orçamento e na edição, situação não muito incomum no cinema brasileiro. Apesar de tudo, entregaram um filme decente, com uma produção diferente do que costumamos ver por aqui.
O Último Azul
3.7 218 Assista AgoraOlha... tema muito pertinente e uma ideia de roteiro muito promissora, mas algo no desenvolvimento não rolou. As atuações estão ótimas, mas não consegui me apegar aos personagens. O líquido que dá título ao filme foi abordado de forma abstrata demais, não fazendo sentido tanto com o título quanto com a abordagem principal do roteiro. A fotografia também também é outra promessa que ficou pelo caminho, talvez pelo formato quadradão (não entendo por que alguns diretores retomam esse formato se o widescreen é perfeito pro cinema). Enfim, visualmente, o ponto alto do filme foi a disputa entre os peixes. Esperava bem mais.
O Preço de uma Escolha
3.5 77 Assista AgoraDiscussão ainda muito pertinente pra realidade atual, mostrando que independente da época ou da situação, a principal vítima sempre é a mulher.
Em geral, gostei das 3 abordagens, mas principalmente da primeira, com a Demi mostrando mais um ótimo desempenho. Tem que ter estômago pra ver aquilo. A segunda me pareceu corrida demais, precisava de mais aprofundamento. E a terceira é o que a gente tem de mais próximo da atualidade. Me incomodou o fato da real protagonista ser a Anne Heche, mas todo o merchan ser focado na Cher, que não deve ter 8 minutos em cena.
Urga - Uma Paixão no Fim do Mundo
4.0 19Agora acho que sei de onde Jayme Monjardim se inspirou pra dirigir "O Clone". Fotografia incrível, uma boa crítica social e uma trilha sonora responsável por criar um das minhas músicas favoritas de todos os tempos: "Urga". Contudo, o filme é quase tão enigmático quanto a música, mas ele não chega lá. A música me transporta pra outra dimensão toda vez que escuto desde... muitos anos atrás.
Homem com H
4.2 520 Assista AgoraIsso não foi uma atuação do Jesuíta, foi uma personificação, num estado mais fiel a palavra. Um trabalho absolutamente impecável, da construção corporal a ótima dublagem das músicas. A direção também muito competente, deixou as mais de 2 horas totalmente vibrantes.
Não acompanhei a carreira do Ney, mas artisticamente, é a melhor cinebiografia musical que já vi. E que maravilha que fizeram essa homenagem pra ele em vida. Artista com A maiúsculo.
Casablanca
4.3 1,0K Assista AgoraMais um clássico hollywoodiano superestimado, com a ideia incrível de fazer um filme no Marrocos sem contar ou incluir nada da cultura local além da figuração. Não tô dizendo que era pra ser um filme sobre o Marrocos, mas não usaram nem de pano de fundo, simplesmente se instalaram em Casablanca pra contar uma história de amor chumbrega, com um casal de protagonistas sem química e emoção alguma.
O Mundo Depois de Nós
3.2 990 Assista AgoraQuer entregar problemas sociais demais e acaba deixando tudo implícito também demais. Ficou raso e cheio de ponta solta, deixando as simbologias pra gente decifrar sozinho. Mas gostei das interpretações e a direção ousada.
As Pontes de Madison
4.2 877 Assista AgoraA cena da chuva... Meryl Streep na cena da chuva... Foi profundo!
Vitória
3.7 249 Assista AgoraTem uma direção competente, mas de pouca inspiração pra desenvolver cenas de ação e drama. Uma trilha sonora boa teria ajudado mais nesse último. De todo modo, Fernandona rouba o filme todinho pra ela. É impressionante o talento dessa mulher. Ela emociona, comove, encanta e ainda faz rir. Definitivamente a maior atriz do mundo.
Flow
4.2 576Como pode um filme sem absolutamente nenhum diálogo emocionar tanto? Completamente cheio de lições de vida que vão desde a sobrevivência até a empatia e espírito de equipe que milhões de humanos sequer tiveram um dia.
É amor puro! Chorei em pelo menos metade do filme.