Acho que fui com muita sede ao pote e acabei com mais sede ainda. O filme em si tem uma trama básica, que não atinge aquele potencial que eu imaginei que teria. O problema, porém, foi todo meu, por criar tantas expectativas. Gostei dos personagens Kai e Fu Ang, mas faltaram elementos que não consigo verbalizar no momento.
Filme sério e sensível. Para quem já tentou suicídio, foi uma surpresa positiva: não gatilhou, só reforçou a dádiva da vida. A Denise é impecável, especialmente ao quebrar a quarta parede. Maravilhoso.
A experiência de assistir ao filme sem grandes expectativas revelou-se bem positiva. Apesar de suas limitações, a obra constrói uma metáfora poderosa sobre a mortalidade a partir da perspectiva canina. A narrativa visual, que enquadra objetos e captura diálogos humanos através desse olhar específico, é o seu maior trunfo.
Decidi, após anos de procrastinação, ver o aclamado filme sobre Marx. A narrativa consegue ser cativante ao equilibrar a vulnerabilidade de sua vida doméstica pobre, os embates teóricos com contemporâneos e a crucial amizade com Engels. É uma porta de entrada eficaz e limitada para compreender o homem por trás da teoria e a gênese de seus seguidores.
Visualmente impecável, historicamente nem tanto. O filme, como toda peça de propaganda hollywoodiana, deixa de fora aspectos importantes sobre a vida do líder budista. Para quem deseja se aprofundar na forma como a teocracia budista dominava o Tibete, recomendo o livro Questões Relativas ao Tibete. É uma leitura contundente que aborda o período desde que o Tibete passou a pedir proteção às dinastias chinesas até sua libertação por Mao Zedong
A premissa é interessante, porém as subtramas mereciam um desenvolvimento mais aprofundado. As atuações e a direção, no entanto, são muito boas. Valorizo especialmente o fato de ser uma produção focada no Centro-Oeste, uma região que o cinema nacional precisa explorar mais, dado o tamanho e a diversidade do Brasil.
É frustrante a amadoridade do cinema russo atual. Embora possuam narrativas heroicas magníficas da Grande Guerra Patriótica, nenhuma consegue convencer. Fazem falta gênios como Eisenstein e Tarkovski. Parece que a criatividade do povo se foi com o fim da União Soviética.
É o que eu sempre digo: se a Rússia tivesse o know-how de Hollywood para fazer grandes produções sobre as batalhas da Grande Guerra Patriótica, não teria pra ninguém. A história é boa, os atores são bons, mas você sente que falta alguma coisa.
O documentário nos introduz ao universo de Madonna, a futura rainha do pop, cuja ousadia e ambição são evidentes desde suas primeiras performances em pequenas boates nova-iorquinas. Com depoimentos de colaboradores, como seu irmão e dançarino Christopher Ciccone, acompanhamos sua busca por um lugar ao sol na indústria. A narrativa ainda ressalta seu inegável impacto cultural e sua postura de aliada das comunidades LGBTQIAPN+ e negra em um contexto social conservador. Embora cumpra bem sua função introdutória, suas 1h30 passam voando e deixam a sensação de que a história está apenas começando — um incentivo perfeito para mergulharmos na internet e descobrirmos suas inúmeras façanhas. Aproveitem!
Durante uma hora e meia, vivi a confusão de Anthony. Cada mudança de cenário, personagem e diálogo me desorientava, até que, no final, compreendi: eu e Anthony éramos um só, percorrendo juntos os dissabores e as mazelas do envelhecimento.
O foda de você não ter o inglês como língua materna é não poder entender com precisão todas as tiradas cômicas oferecidas pelo filme. Mesmo legendado, a experiência é comprometida, mas é inegável que o filme entrega ótimas críticas, mas eu não o assistiria de novo.
A grandiosidade dessa dupla francesa jamais será superada. Se eu pudesse voltar no tempo e escolher um show para assistir ao vivo, com certeza seria o show deles no Coachella 2006.
As cenas iniciais são aula de cinema: som imersivo, handheld camera no caos, mutilações falsamente realistas. Spielberg domina a gramática emocional de uma forma singular. O filme ainda é 8/10 – como arte, não como história.
- Ataque, ataque e ataque; - Nunca admita nada. Sempre negue tudo; - Declare sempre a vitória, mesmo que ela não exista ou estiver derrotado.
nós conseguimos entender muito do posicionamento do Trump atualmente. A forma como ele usa seu discurso para parecer que sempre está vencendo, quando, na verdade, o império norte-americano está em frangalhos, mas ainda muito influente.
O filme acerta muito, embora não saibamos o quanto de tudo o que foi mostrado é verdade. Cenas como a que mostram a hipocrisia dos conservadores estadunidenses em suas festas regadas a sexo e drogas, enquanto defendem uma América pura e livre dos degenerados. Trump está aí para escancarar o óbvio, para mostrar que a maior 'democracia' do mundo é tão corrupta quanto os países de Terceiro Mundo que ela adora atacar. Corrupção rolando solta, isenção fiscal para ricos, enquanto os pobres amargam ter seus direitos cortados.
Desde Hereditário, não assistia a um filme sobre rituais demoníacos que me prendesse tanto quanto este. Logo no início, criamos empatia pelos irmãos Piper e Andy — e, a partir daí, torcemos para que nada de mal lhes aconteça. Sally Hawkins está fenomenal: mal havia entrado em cena e eu já desprezava sua personagem; conforme a trama avança, a raiva só aumenta. Confesso que gostaria que o filme explorasse mais os rituais mostrados no começo, mas entendi que não era esse o foco. Mesmo assim, vale muito a pena assistir!
Dormir de Olhos Abertos
3.2 12 Assista AgoraAcho que fui com muita sede ao pote e acabei com mais sede ainda. O filme em si tem uma trama básica, que não atinge aquele potencial que eu imaginei que teria. O problema, porém, foi todo meu, por criar tantas expectativas. Gostei dos personagens Kai e Fu Ang, mas faltaram elementos que não consigo verbalizar no momento.
Sonhar com Leões
3.6 27 Assista AgoraFilme sério e sensível. Para quem já tentou suicídio, foi uma surpresa positiva: não gatilhou, só reforçou a dádiva da vida. A Denise é impecável, especialmente ao quebrar a quarta parede. Maravilhoso.
Bom Menino
2.8 177 Assista AgoraA experiência de assistir ao filme sem grandes expectativas revelou-se bem positiva. Apesar de suas limitações, a obra constrói uma metáfora poderosa sobre a mortalidade a partir da perspectiva canina. A narrativa visual, que enquadra objetos e captura diálogos humanos através desse olhar específico, é o seu maior trunfo.
O Jovem Karl Marx
3.6 277 Assista AgoraDecidi, após anos de procrastinação, ver o aclamado filme sobre Marx. A narrativa consegue ser cativante ao equilibrar a vulnerabilidade de sua vida doméstica pobre, os embates teóricos com contemporâneos e a crucial amizade com Engels. É uma porta de entrada eficaz e limitada para compreender o homem por trás da teoria e a gênese de seus seguidores.
Carvão
3.8 133 Assista AgoraPreciso assistir de novo porque, na primeira vez, não me pegou.
Persépolis
4.5 763Filmaço.
Kundun
3.4 58Visualmente impecável, historicamente nem tanto. O filme, como toda peça de propaganda hollywoodiana, deixa de fora aspectos importantes sobre a vida do líder budista. Para quem deseja se aprofundar na forma como a teocracia budista dominava o Tibete, recomendo o livro Questões Relativas ao Tibete. É uma leitura contundente que aborda o período desde que o Tibete passou a pedir proteção às dinastias chinesas até sua libertação por Mao Zedong
Fogaréu
3.4 24A premissa é interessante, porém as subtramas mereciam um desenvolvimento mais aprofundado. As atuações e a direção, no entanto, são muito boas. Valorizo especialmente o fato de ser uma produção focada no Centro-Oeste, uma região que o cinema nacional precisa explorar mais, dado o tamanho e a diversidade do Brasil.
Comboio 48 - A Última Resistência
2.8 6 Assista AgoraÉ frustrante a amadoridade do cinema russo atual. Embora possuam narrativas heroicas magníficas da Grande Guerra Patriótica, nenhuma consegue convencer. Fazem falta gênios como Eisenstein e Tarkovski. Parece que a criatividade do povo se foi com o fim da União Soviética.
O Fantasma Vermelho
2.9 13 Assista AgoraÉ o que eu sempre digo: se a Rússia tivesse o know-how de Hollywood para fazer grandes produções sobre as batalhas da Grande Guerra Patriótica, não teria pra ninguém. A história é boa, os atores são bons, mas você sente que falta alguma coisa.
Becoming Madonna
3.5 4O documentário nos introduz ao universo de Madonna, a futura rainha do pop, cuja ousadia e ambição são evidentes desde suas primeiras performances em pequenas boates nova-iorquinas. Com depoimentos de colaboradores, como seu irmão e dançarino Christopher Ciccone, acompanhamos sua busca por um lugar ao sol na indústria. A narrativa ainda ressalta seu inegável impacto cultural e sua postura de aliada das comunidades LGBTQIAPN+ e negra em um contexto social conservador. Embora cumpra bem sua função introdutória, suas 1h30 passam voando e deixam a sensação de que a história está apenas começando — um incentivo perfeito para mergulharmos na internet e descobrirmos suas inúmeras façanhas. Aproveitem!
Meu Pai
4.4 1,2K Assista AgoraDurante uma hora e meia, vivi a confusão de Anthony. Cada mudança de cenário, personagem e diálogo me desorientava, até que, no final, compreendi: eu e Anthony éramos um só, percorrendo juntos os dissabores e as mazelas do envelhecimento.
A Vida de Brian
4.2 567 Assista AgoraO foda de você não ter o inglês como língua materna é não poder entender com precisão todas as tiradas cômicas oferecidas pelo filme. Mesmo legendado, a experiência é comprometida, mas é inegável que o filme entrega ótimas críticas, mas eu não o assistiria de novo.
Daft Punk Unchained
4.1 20A grandiosidade dessa dupla francesa jamais será superada. Se eu pudesse voltar no tempo e escolher um show para assistir ao vivo, com certeza seria o show deles no Coachella 2006.
Buena Vista Social Club
4.3 136Viva o povo cubano e sua arte!
El realismo socialista
3.8 4Enfadonho, mas interessante para entender o contexto histórico e as burocracias da época.
O Resgate do Soldado Ryan
4.2 1,7K Assista AgoraAs cenas iniciais são aula de cinema: som imersivo, handheld camera no caos, mutilações falsamente realistas. Spielberg domina a gramática emocional de uma forma singular. O filme ainda é 8/10 – como arte, não como história.
Gladiador
4.2 1,7K Assista AgoraGrandioso!
Rivais
3.6 581 Assista AgoraAssisti ao filme inteiro de pau duro, uma delícia.
Os Panteras Negras
4.3 44 Assista AgoraQue curta-metragem poderoso!
O Aprendiz
3.5 202 Assista AgoraCom base nesses três princípios defendidos por Roy Cohn:
- Ataque, ataque e ataque;
- Nunca admita nada. Sempre negue tudo;
- Declare sempre a vitória, mesmo que ela não exista ou estiver derrotado.
nós conseguimos entender muito do posicionamento do Trump atualmente. A forma como ele usa seu discurso para parecer que sempre está vencendo, quando, na verdade, o império norte-americano está em frangalhos, mas ainda muito influente.
O filme acerta muito, embora não saibamos o quanto de tudo o que foi mostrado é verdade. Cenas como a que mostram a hipocrisia dos conservadores estadunidenses em suas festas regadas a sexo e drogas, enquanto defendem uma América pura e livre dos degenerados. Trump está aí para escancarar o óbvio, para mostrar que a maior 'democracia' do mundo é tão corrupta quanto os países de Terceiro Mundo que ela adora atacar. Corrupção rolando solta, isenção fiscal para ricos, enquanto os pobres amargam ter seus direitos cortados.
Um filme nota 8/10.
Que Horas Ela Volta?
4.3 3,0K Assista AgoraCinema brasileiro dando um show!
Fale Comigo
3.5 1,1K Assista AgoraMelhor viciar em droga do que se viciar em invocar espíritos malignos.
Faça Ela Voltar
3.8 794 Assista AgoraDesde Hereditário, não assistia a um filme sobre rituais demoníacos que me prendesse tanto quanto este. Logo no início, criamos empatia pelos irmãos Piper e Andy — e, a partir daí, torcemos para que nada de mal lhes aconteça. Sally Hawkins está fenomenal: mal havia entrado em cena e eu já desprezava sua personagem; conforme a trama avança, a raiva só aumenta. Confesso que gostaria que o filme explorasse mais os rituais mostrados no começo, mas entendi que não era esse o foco. Mesmo assim, vale muito a pena assistir!