Mais uma farra, desfreada, sem-noção dos amigos do noivo. Desta vez na Tailândia. Obviamente, os caras aprontaram muito e as cenas são realmente ilárias.
Mas algumas das cenas ficaram mais engraçadas no trailer, como a do macaquinho lambendo o pinto do idoso num caminhão. No filme não ficou lá essas coisas…
Também como no primeiro filme, quem fica até o final, pode ver nos créditos as fotos iradas da farra dos garotões, que para mim, é bem melhor que o filme em si. Obviamente as fotos sozinhas não fariam tanto sucesso, mas elas dão (e deram no primeiro filme) um toque a mais na diversão.
Acho que nos dois filmes, eu ri mais ao ver as fotos do final do que assistindo as cenas que elas retratavam.
O que dizer de mais este filme do Jack Sparrow? Este que já deixou de ser um personagem e passou a ser real? Sim, real, tem gente que se refere ao ator Johnny Depp diretamente com o nome do seu personagem mais famoso de todos os tempos. Esqueçam o Edward Mãos de Tesoura!
Mas também pudera, não haveria outro ator, tão mais carismático e talentoso para interpretar o velho Jack que o próprio Johnny Depp.
Assim como Jack, Depp não deixa claro se ele gosta de “meninos ou meninas”, e como Depp, Jack também faz caras-e-bocas. Ambos teem um jeito todo especial de se expressar com as mãos, fazendo contorcionismos que muitas vezes substituem qualquer texto que o personagem (ou o ator) diria. Sim, Jack nasceu para ser interpretado por Depp, ou o contrário.
Voltando ao Piratas, bem, o quarto filme da série poderia muito bem cair em desgraça, como muitos filmes com muitas continuações caem (lembrem de Shrek), mas não, não meus amigos, Piratas 4 veio firme e forte. Pouquíssimas coisas não me agradaram, mas ainda assim, o filme é muito bom!
E o que não me agradou? Bem, logo de cara, a montagem das cenas do trailer do filme. No trailer, Jack passa por uma seqüência de dificuldades, culminando no pulo do alto de uma pedra onde ele depois levanta meio tonto e diz “Todos viram não é? Porque eu não vou fazer de novo!!”. Ficou fantástico! Mas no filme essa frase ele diz depois que explode o farol na ilha das sereias??? Noooossa, que sacanagem! Dava pra terem mudado antes de lançar o filme heim!
A outra coisa que não curti muito foi a inclusão da Penelope Cruz no filme, sinceramente, o tipo dela não combina muito com a série. Mas essa é minha opinião pessoal. Apesar disso, ela interpretou muito bem o seu papel.
É claro, recomendo imensamente que assistam ao filme, mais de uma vez, se possível, e desfrutem da ótima atuação de Depp.
Disseram que era comédia, mas não ri muito não viu…
É sério, colocaram o Rob Schneider nesse filme, mas eu não ri nada. Aliás, colocaram não, ele mesmo se colocou, já que a direção e a produção são dele também. Então, ele se colocou no filme. Vai ver é por isso que o tiro saiu pela culatra.
Na verdade, o filme serviu para mostrar que ele também pode fazer certos papéis não tão engraçados (eu não quis dizer sérios heim), e se era esta a intenção, mostrar para os produtores que ele, Rob, poderia ser chamado para fazer qualquer tipo de filme que não seja só comédia, então acho que, talvez, ele tenha o retorno desejado.
No filme, Rob interpreta Paul, um vendedor de sucesso da Nissan (o merchandisign foi fodaa!) que tomou um corno, acabou o casamento e está numa fossa total. Depois de tentar se matar, é visitado por três gurús Colombianos e a sua intéprete gatíssima, Marissa (Carolina Gómez). Eles dizem a Paul que ele é o escolhido para salvar a terra deles e que para isso ele tem que salvar o ninho de um pássaro num prédio em Nova York…
A história é bem besta mesmo, bem como o seu desenrolar. O final também decepciona, já que Paul não fica com Marissa, que flertou com ele o filme inteiro. Paul termina voltando com a esposa infiel???? Putz, que filminho viu!
Este eu realmente não gostei, só recomendo pra quem quer ver o Rob fazendo um papel não tão engraçado, fora isso, esqueçam.
Podem assistir, não é uma cópia (eu acho) de filme americano. =]
Eu, particularmente, adoro o cinema nacional, mas as vezes me decepciono com as produções porque não trazem histórias originais e preferem sair copiando filmes de Hollywood [bom exemplo disso é o famoso Se eu Fosse Você], mas aqui eu gostei, não me pareceu uma cópia, também não vi nenhum filme com este tema, no máximo pode ter havido uma inspiração, mas o filme é bem original.
Eu também não curtia muito a Cléo Pires, mas me surpreendi um pouco com ela neste filme, além de bem gostosa, ela interpretou relativamente bem o seu papel.
A história gira em torno do drama de Tati (Cléo) que está tentando entender e reconquistar o namorado Marcelo (Dudu Azevedo). Para isso, ela recorre ao professor de biologia Conrado (Malvino Salvador) que está escrevendo uma tese sobre o comportamento biológico dos animais (e humanos) sobre a sedução, acasalamento, etc…
Daí a história se desenrola, com altos e baixos, tiradas engraçadas, situações loucas e tudo mais.
Um destaque importantíssimo do filme é o personagem Magrão (Álamo Facó), que é aquele amigão sacana, que bota fogo nas situações, e conforta o amigo da pior forma possível. É das tiradas dele que veem a maior parte das gargalhadas de quem assiste ao filme.
Sim, é nacional e eu recomendo bastante. Assistam com sua galera, é muito mais engraçado!
Achei a sinopse engraçada e resolvi assistir, mas não é que o filme é um pouco mais complexo que eu imaginei?
Nos traz a história de Richard (Jeff Daniels), um escritor meio frustrado que aluga uma casa no interior para se concentrar em seu novo romance. Acontece que Richard, coroão, ainda tem um amigo imaginário, o Capitão Excelente (Ryan Reynolds), um super-herói que está sempre au seu lado, e, obviamente, só ele pode ver.
Lá nesta cidade, Richard conhece a Abby (Emma Stone, lindaaaaa), uma adolescente que, ele não sabe, também tem um amigo imaginário. Eles começam a se relacionar, numa amizade que o filme não deixa muito clara para nós o que significa, se é amor carnal ou somente afeto.
Jeff Daniels não foi escolhido à toa para este papel, ele interpretou tão bem o Richard que quase parece que o ator é o personagem. Já Ryan Reynolds ficou muito engraçado vestido de super-herói, com suas caras e bocas.
Um parte interessante do filme é quando os dois amigos imaginários, de Richard e Abby, se conhecem e trocam dicas.
Apesar de ter uma história incomum, o filme vale a pena ser visto.
Um filme francês que achei que daria risada de ser besta, mas na verdade gostei bastante.
É verdade, achei que seria uma comédia pastelão francesa, porque já tinha ouvido falar de um filme francês sobre os homens das cavernas que era uma comédia só, mas não é este aqui. Este conta a história de AO (Ilian Ivanov), o último neandartal vivo antes do homo sapiens assumir a hegemonia. E o filme, apesar de poucos recursos, mostrou muito bem sua trajetória.
Conta como AO perdeu toda sua família assassinada pelos novos homens e como sai em busca de encontrar seu irmão, do outro lado da Europa. No caminho, ele conhece Aki (Aruna Shields, linda demais), uma mulher do povo dos novos homens, que iria ser sacrificada. AO a salva e passa a acompanhar ela e a filha.
O filme na verdade narra a história de amor entre o último neandertal com uma nova mulher homo sapiens, e isso é fascinante, pois não importando as espécies, o comportamento é bem contemporâneo.
AO é carinhoso, cuidadoso, ligado diretamente a natureza. Tem compaixão, sofre, e tudo o mais. Já Aki, simboliza bem o homem moderno, só está ligando para seu bem estar e de sua filha, não se importa com os sentimentos alheios, etc… Enfim, o filme mostra um paralelo entre eles tentando nos trazer essa reflexão, de que hoje nós deixamos muita coisa de lado por conta da correria da modernidade.
Quase inexistem diálogos, já que AO, de uma espécie, se comunica de um jeito e Aki se expressa de outro, mas conseguem se entender bem apesar das dificuldades, e o amor lhes faz aprender como se comunicar e até faz um aprender um pouco da linguagem do outro.
Enfim, o filme, à primeira vista parece ser bobo, mas na verdade nos trás uma história maravilhosa e uma ótima lição de moral.
Estava já cético quanto ao filme depois do que vi nos trailers, torci para que minha opinião mudasse, mas continuou a mesma.
Não me levem a mal, mas não gostei de Thor. talvez porque o filme, para mim, se divide em duas partes. A parte locada em Asgard (o reino dos deuses) e a perte na Terra.
Se o filme todo fosse rodado em Asgard, seria maravilhoso. Os efeitos, as maquilagens, as tomadas, a fotografia, tudo é muito bom, mas o filme fica uma porcaria quando enviam o Thor exilado para a terra. Sem poderes, o coitado parece um gigante bobão, que sequer consegue levantar o seu martelo mágico. Tcs, tcs… Poderiam ter feito melhor. realmente #NãoCurti.
O elenco é muito bom, conseguem fazer seu papel, apesar dessa estória fajuta, mas tenho de dar os parabéns, não só pro elenco em si, mas pro pessoal da produção, pois todos os detalhes estavam lá.
Como não tenho muito o que falar, já que não gostei mesmo, resta apenas pegar o gancho do final do filme e aguardar que Thor reapereça (melhor) no filme dos Vingadores, que virá em breve (reunindo Thor, Capitão América, Homem de Ferro, e outros).
É um filme sem muitos recursos holliwoodyanos, que se passa, na maioria das vezes, numa fazenda, tudo muito simples, mas que gostei do que apresentou.
Conta a história do retorno de Tamara Drewe (Gemma Arterton), moradora de uma pequena cidade no interior da Inglaterra, dona do nariz mais horroroso da área, que volta depois de ter feito carreira de sucesso como escritora de colunas em jornais em Londres. O problema é que ela fez uma plástica e retirou aquela napa de nariz que a ridicularizava e passou a ser uma gata extremamente sensual, despertando interesse daqueles que antes a desprezavam.
Mas a história de Tamara é apenas o enredo principal, que é usado para costurar as diversas pequenas histórias de diversos personagens que habitam o filme. Tem o escritor adúltero (que termina tendo um caso com a própria Tamara), acostumado com o sucesso de seus livros policiais que só contam histórietas de assaltos e estupros; a sua mulher, a típica “mulher de Athenas”, dedicadíssima a casa, à família e ao marido, e é quem toca a administração da fazenda, que funciona como “retiro de escritores” (um lugar onde os escritores bloqueados vão para descansar, relaxar, obter paz e inspiração para continuar suas obras); o ótimo escritor erudito frustrado, que está sempre levando pitacos do outro mais famoso. Ele é interessado, curioso, frouxo e apaixonado; há também as adolescentes que são loucas por um astro de rock e terminam arrumando uma baita confusão por conta disto; e por fim há o capataz da fazenda, aquele típico jardineiro, bonitão, que seduz todo mundo mas é apaixonado pela Tamara.
Perceberam o universo do filme? Personagens excêntricos, cheios de manias e histórias para contar. Reparem que não contei nada sobre a história do filme mesmo, só naveguei entre as descrições.
O que mais gostei no filme é o modo como as histórias se cruzam e interagem entre si formando um enredo total. O modo como cada personagem, do seu jeito diferente, encara aquilo que o outro está dispondo. Interessante ver essas interações, que para mim, foram muito bem colocadas na tela.
O momento que gosto bastante é quando os autores reunidos discutem sobre suas obras e idéias para trocar experiências e se inspirar. É engraçado, porque são todos uns fracassados que não conseguiram publicar seus livros ou estão escrevendo sobre besteiras sem interesse.
Pra finalizar, recomendo que procurem, assistam e curtam essas entrelinhas do filme, é interessante.
Demorei para escrever sobre este filme, porque assisti na época do dia das mães e não queria estragar isto. Pois bem… Jovens mães acordam numa fábrica aparentemente abandonada no meio do deserto e descobrem que seus bebês foram retirados de suas barrigas (estavam nos últimos dias de gestação) e agora se veem desesperadas atrás deles.
Unidas, se põe a vasculhar o lugar, mas alguém as está as matando aos poucos. Vira-e-mexe uma delas aparece morta. O caso é que estão num grande jogo apara saber qual a mãe mais forte e que faria tudo para ter seu bebê de volta.
A fábrica pertence a uma organização clandestina de adoção que usa este jogo para selecionar a mãe mais forte e conseqüentemente o bebê que herdará esta força. A idéia desta “seleção” é bem bizarra, confesso, mas o filme também não é lá muito bom também.
Com cenas bastante clichês e uma linha narrativa que da para adivinha o próximo ato, o filme se propõe somente a chocar pela violência e pela situação e frieza com que as coisas acontecem. Eu o classificaria como um filme B, mas com um pouco mais de qualidade.
O filme trata de escolhas. Desde a linha principal até as historinhas secundárias, são todas escolhas. E o filme só dura uma hora e meia, com um elenco maravilhoso. Parece até que foi feito por hobbie dos atores e produtores.
Estão no filme Orlando Bloom, Colin Firth, Patricia Clarkson, Ellen Burstyn e Amber Tamblyn. E todos atuam maravilhosamente bem.
A falta de música dá o tom tenso do filme, poucas são as vezes em que se ouve algo de plano de fundo, mas todo o resto são diálogos em um silêncio absoluto, que chega a ser angustiante. E acho que é isso que o autor e o diretor do filme querem passar para nós, a angústia e a dúvida das escolhas apresentadas no filme.
Um destaque vai para a personagem da Ellen Burstyn, que consegue fazer como ninguém uma senhora já perdendo a noção das coisas, talvez por conta da idade, mas a interpretação dos tiques, das manias e aflições estão perfeitas.
O filme basicamente tenta nos alertar sobre nossas escolhas, além de ser um prato cheio para quem adora ver boas atuações.
Uma história bem gostosa, com a gostosa Jessica Alba.
Sim, nem só de filmes de ação e ficção científica vive a atriz Jessica Alba, e eis aqui um bom exemplo disso.
Em Matemática do Amor, Alba vive uma garota excêntrica, apaixonada por matemática e pelo pai.
Adorei assistir, pois o modo como as coisas vão acontecendo em sua vida e o jeito todo atípico com que ela lida com as situações é bem interessante e engraçado. Uma mulher que eu dar seu primeiro beijo corre pro banheiro e come metade de um sabonete, ou que foge pela janela da sala só para não dar de cara com o professor gatão no corredor… Alba fez muito bem esse papel meigo e engraçado, aliás, seu rosto angelical foi a melhor escolha para a personagem.
Gostei bastante do filme, apesar de ser meio bobinho, mas é muito cativante.
Conta com a participação de bons atores em pequenos papéis. J.K. Simmons faz seu ex-professor de matemática, Sonia Braga faz o papel de sua mãe, John Shea interpreta o seu pai e a pequena Bailee Madison faz ela quando pequena.
É um filme sem muitos recursos holliwoodyanos, que se passa, na maioria das vezes, numa fazenda, tudo muito simples, mas que gostei do que apresentou.
Conta a história do retorno de Tamara Drewe (Gemma Arterton), moradora de uma pequena cidade no interior da Inglaterra, dona do nariz mais horroroso da área, que volta depois de ter feito carreira de sucesso como escritora de colunas em jornais em Londres. O problema é que ela fez uma plástica e retirou aquela napa de nariz que a ridicularizava e passou a ser uma gata extremamente sensual, despertando interesse daqueles que antes a desprezavam.
Mas a história de Tamara é apenas o enredo principal, que é usado para costurar as diversas pequenas histórias de diversos personagens que habitam o filme. Tem o escritor adúltero (que termina tendo um caso com a própria Tamara), acostumado com o sucesso de seus livros policiais que só contam histórietas de assaltos e estupros; a sua mulher, a típica “mulher de Athenas”, dedicadíssima a casa, à família e ao marido, e é quem toca a administração da fazenda, que funciona como “retiro de escritores” (um lugar onde os escritores bloqueados vão para descansar, relaxar, obter paz e inspiração para continuar suas obras); o ótimo escritor erudito frustrado, que está sempre levando pitacos do outro mais famoso. Ele é interessado, curioso, frouxo e apaixonado; há também as adolescentes que são loucas por um astro de rock e terminam arrumando uma baita confusão por conta disto; e por fim há o capataz da fazenda, aquele típico jardineiro, bonitão, que seduz todo mundo mas é apaixonado pela Tamara.
Perceberam o universo do filme? Personagens excêntricos, cheios de manias e histórias para contar. Reparem que não contei nada sobre a história do filme mesmo, só naveguei entre as descrições.
O que mais gostei no filme é o modo como as histórias se cruzam e interagem entre si formando um enredo total. O modo como cada personagem, do seu jeito diferente, encara aquilo que o outro está dispondo. Interessante ver essas interações, que para mim, foram muito bem colocadas na tela.
O momento que gosto bastante é quando os autores reunidos discutem sobre suas obras e idéias para trocar experiências e se inspirar. É engraçado, porque são todos uns fracassados que não conseguiram publicar seus livros ou estão escrevendo sobre besteiras sem interesse.
Duas coisas: O filme é bom sim, muito bom, e, Era o Brasil ali?
Bem, começando pelo Brasil, não, acho que não era bem o Brasil ali no filme, ou pelo menos era um Brasil um pouco diferente do que nós conhecemos. Vamos listar alguns detalhes, aliás, alguns deles que o site Omelete já havia sinalizado.
No Brasil não há uma estrada de ferro como aquela do assalto, muito menos para transporte de passageiros, o pouco que há é para transporte de carga. Outra coisa, aquele cenário deserto por onde o trem passa não é no Rio, muito menos no Brasil. Pois nem no nordeste tem.
As polícias do Rio não dividem o mesmo prédio de comando (Civil e Militar, juntos), sem falar nos carros tunados (branco e preto) da polícia civil que os personagens roubam…
Definitivamente o Leblon não é um bairro tomado de galpões como foi mostrado no filme.
Os viciados do Brasil (do Rio) não compram droga em dolar, a moeda local oficial ainda é o Real, esse ou qualquer eletrodoméstico/eletônico que o viciado possa levar para trocar por sue vício.
Puta no Rio é Puta. Não é operária de refino de droga. Ainda mais trabalhando semi-nua. Aquilo ali é fantasia de americano.
E na hora do pega… Com tanta mulata gostosa e branquelas idem, me colocam as figurantes americanizadas, de peito e sem bunda nenhuma. Mulher brasileira? Definitivamente não.
Pra finalizar, brasileiro não curte muito ficar bebendo Brahma e Antarctica em garrafinhas longneck, alôoo americanos, o nosso negócio é Cervejãoooo, estamos na era do litrão, lembram?
Mas vamos falar do filme. Sim, melhorou em relação aquele fiasco do Velozes & Furiósos: Desafio em Tóquio. Melhorou mesmo, mas como um amigo me falou ontem, “onde está o velozes” do filme? Pois a franquia começou com a proposta de filmes de tunning, pegas, mulheres, sexo e drogas. Bem, ninguém comeu ninguém, pegas foram suprimidos (nem o pega onde o Dom ganha o Mini azul do rival é mostrado). Acho que a CET-Rio proibiu estas cenas, no mínimo. E as drogas passam muito rapidamente.
Já a ação triplicou em relação aos anteriores. Ainda mais juntando o Vin Diesel, Paul Walker, Tyrese Gibson e Dwayne Johnson na mesma cena de ação, tinha realmente que dar o que falar. O engraçado foi que todos os personagens bombados do filme, são interpretados com extrema rigidez muscular e completamente lambuzados de óleo. Provavelmente um presente extra para as brasileiras.
Legal que o agente especial americano vivido por Dwayne tem toda sua tropa destruída pelo poder de fogo dos traficantes cariocas, o que mostra que os caras tem uma imagem bem definida fora do Brasil. Americano sabe que traficante aqui é muito superior que a polícia, e fez questão de mostrar isso.
Uma curiosidade interessante é que o personagem do Dwayne Johnson, que não esteve seco em momento algum do filme, parecia que só chovia no Rio em cima dele, coisas de americanos, querendo mostrar que aqui é quente.
Um destaque muito especial no filme vai para a atuação gatíssima, linda, maravilhosa e gostosa, Elsa Pataky. Que mulher! Que olhar sedutor! Que boca! Virei fã de carteirinha dessa deusa! Hahá!
Senti também a falta de atores brasileiros no filme, uma falha imensa da parte da produção. Sem falar que cometi um erro brutal durante o filme confundindo a Gal Gadot com a Natalie Portman, tcs.. tcs… Duas gatas.
Quanto ao Rio de Janeiro, bem, só foi resumido ao Cristo Redentor. As outras paisagens quase não aparecem. Me recordo somente de ter visto, além do Cristo, o Aterro do Flamengo e mais nada.. Uma pena, uma cidade tão bonita e deixaram isso de lado.
Só pra começar, um resuminho. A Chapelzinho é uma safada, o Lobo Mau é o seu pai, a Vovozinha é riponga, o Lenhador ouve a célebre frase “se a ama de verdade, deixa-a, será melhor para ela”, e pra ferrar com tudo, o Lenhador vira o novo Lobo Mau.
Que maravilha de re-leitura da Chapelzinho, putz, adorei isso gente! Deu uma vida e roupagem nova ao conto já desgastado. Eu já havia adorado aversão do Deu A Louca na Chapelzinho (animação), e essa aqui então, putz.
Amanda Seyfried interpreta magnificamente a Chapelzinho revoltadinha e sensual (eu já tinha virado fã desde que assisti Cartas para Julieta). Já o Lenhador sendo interpretado pelo Shiloh Fernandez, eu não gostei muito, ficou muito com cara de personagem de Crepúsculo…. E olha que naquela época nem existia gel, mas o cabelo desse Lenhador tava lá, pra o que der e vier.
As cenas com o Lobisomem não são explêndidas, poderiam ter caprichado mais nos efeitos, mas deu pra convencer. Interessante também como o manto vermelho da Chapelzinho variava constantemente de comprimento, não sei bem o que queria passar com isso, mas ficou muito bom.
Falando de fotografia, adorei muitas das cenas de tomada aberta, onde mostrava a imensidão da neve e os personagens como mero detalhe, efeito muito bom.
Uma cena memorável que não podia faltar mas que entrou extremamente original, já que a Chapelzinho estava delirando, parecendo drogada, foi quando ela fala para a Vovozinha ”que olhos grandes você tem!” Muito bom!!
Finalizando, recomendo que assistam e curtam essa versão do clássico.
Um ótimo suspense espanhol, uma história diferente e interessante.
Fazia tempo que não via um suspense espanhol interessante assim. Bem filmado, bem dirigido, com ótimas cenas e um enredo que lhe prende o olho na tela. Realmente fiquei satisfeito com o que vi.
O filme nos conta a história de Julia, que sofre de uma doença degenerativa que lhe tira a visão gradativamente até cega-la completamente. Sua irmã que sofre do mesmo mal é encontrada morta com indícios de suicídio, mas Julia não se conforma e investiga até descobrir que ela foi assassinada. Descobre também que o assassino de sua irmã agora lhe persegue, e tem que lutar contra sua doença e contra seu inimigo.
É interessante o filme colocar a própria doença como um dos vilões do enredo, fazendo com que a personagem lute duplamente e tente arrumar uma saída. Interessante também que o vilão humano, está diretamente ligado à cegueira dela e da irmã, o que torna o caso bem mais interessante.
A maior parte do filme se passa quase numa escuridão total, mas não por ser típico de filmes de suspense, e sim por estar muitas vezes mostrando a escuridão em que a personagem se encontra por conta de sua condição.
Gostei muito de ter assistido esta pré-estréia. E recomendo para os que curtem filmes fora do circuito convencional.
Imagina você, mãe de três filhos, casamento estável, feliz… Mas de repente se vê afogada em dívidas, o marido não consegue emprego e você passa a ser a única renda da casa. Ah, e o banco está prestes a executar a hipoteca e lhe tomar a casa.
Esta é a presmissa de A Lista de Clientes, filme bem feito e estrelado pela gatíssima Jennifer Love Hewitt. Pois a história começa daí, e joga os personagens em meio a uma série de escolhas até que a mãe da família aceita um emprego no mínimo duvidoso: trabalhar numa casa de massagens masculina.
Ao começar a se prostituir, e a ganhar bastante dinheiro, Samantha (personagem de Jennifer) entra em conflito consigo mesma, ponderando com a sua consciência sobre o que é certo e errado, e sobre o que é bom para a família. A situação piora, quando o emocional e físico se misturam e ela passa a ser dependente de cocaína, já no ápice de sua atividade, e daí pra frente a história toda começa a desandar.
Jennifer está fantástica no papel, sabendo, a meu ver, expressar bem o que a personagem sente em meio aos problemas domésticos e a seus encontros com os clientes.
Um drama intenso e bem feito, ótimo para uma sessão de fim de tarde bem acompanhado. Recomendo.
Este filme não foi lançado (pelo menos ainda) no cinema aqui no Brasil, mas tive o prazer de assistir uma cópia em DVD, e fiquei impressionado.
Nos trás à tona um ponto de vista diferente sobre terrorismo, os muçulmanos, a guerra ao terror, o medo que as pessoas tem, a ignorância em relação ao tema e a severidade daquele povo.
A produção é dividida entra EUA e Turquia, e essa parceria deu muito certo ao meu ver. Expressando bem as visões de ambos os lados, mostrando o governo Turco também combatendo o terror, mostrando a cooperação entre os dois países, mostrando a falta de informação de agentes, tanto turcos como americanos, enfim, um ótimo filme, que conta ainda com a participação de atores famosos como Danny Glover e Robert Patrick.
A história em si conta sobre a prisão errada de Hadji Gumus, um turco islâmico que mora a 35 anos em Nova York e foi confundido como o líder da maior facção terrorista turca. Preso por agentes dos EUA, Hadji espera por dois policiais turcos que o levarão para ser julgado na Turquia. Nesse interim, os policiais ficam na dúvida se ele realmente é o homem que procuram, mas além disso, há o interesse pessoal de um dos policiais, que acredita que Hadji matou seu pai antes de sair da Turquia, e está em busca de vingança.
As cenas são bem intensas e trazem à tona muitas reflexões sobre o que pensamos sobre outras religiões, sobre generalismos causados por ações de pequenos grupos isolados, sobre a relação de honra e a idéia de família.
A fotografia fascina em alguns momentos e o silêncio as vezes faz um dos melhores papéis.
Recomendo fortemente que busquem e assistam a este filme e tirem suas conclusões sobre o que vocês mesmos pensavam antes.
Antes, deixe-me elogiar a produção. O filme é maravilhoso, em termos técnicos. A cada dia, a qualidade do CG está ficando melhor, com níveis de detalhes surpreendentes. Rio veio, como era de se esperar, para trazer mais perfeição a este segmento. Pois bem, lembram daquele esterótipo brasileiro criado na década de 30 por Walt Disney ao criar a parsonagem Zé Carioca e coloca-lo num longa junto com o Pato Donald e mais um personagem mexicano, fazendo parte da política de “boa vizinhança” do governo americano? Pois é, anos se passaram e a visão deles sobre nós não mudou nada.
Miséria, mulher semi-nua, animais selvagens no meio da cidade… E some-se a isso a violência e favelização levada para lá através de filmes como Cidade de Deus e Tropa de Elite, aí sim a visão do Brasil ficou perfeita.
A história gira em torno de Blue, uma das últimas Ararinhas Azuis macho que existem, e que logo filhote foi contrabandeada para os EUA por traficantes de animais. Criada por uma americana como bicho de estimação, Blue se vê obrigado a voltar ao Brasil para procriar com a última ararinha fêmea, também de sua espécie. Chegando aqui, são logo roubados por traficantes de animais (denovo) ajudados por um garotinho favelado, típico estereótipo de pobre sulamericano, bem magro, negro e cabeçudo. Pra quem lembra dos comerciais da Coca-Cola na copa da África, vai achar muito parecido os garotos que jogavam bola com esse pequeno marginal carioca.
O problema de Blue é que ele não sabe voar, e isso trás a ele uma série de problemas em meio a fugas e a sua tentativa de romance.
Colocaram no Brasil, para vocês terem idéia, Flamingos! Pois é, Flamingos no Brasil? No Rio só tem mesmo o Flamengo, time de futebol, e nada mais. Mostra também macacos soltos pela cidade e micos assaltantes. Sim, mostra os bichinhos roubando os GRINGOS no Pão de Açúcar!! Acreditem. Ah, e é claro, mostra o carnaval, com suas mulatas de bunda de fora. Bla bla bla.
Mas o filme é bom sim. Recomendo que todos assistam para terem uma idéia do que o Brasil é lá fora.
O filme é muito interessante por nos introduzir a esta doença muito pouco conhecida e por se tratar de uma trama muito bem arquitetada e que se passa no século passado. Muito bem produzido, com tomadas interessantes e ótima atuação dos atores espanhóis, recomendo que assistam.
Este é o Bruna Surfistinha francês, mas bem melhor. Eu achei.
Também baseado num livro, de uma jovem que conta sua experiência em prostituição na França, Meus Caros Estudos difere de Bruna Surfistinha porque lá, ela estava se prostituindo para poder realmente pagar a faculdade, mas as histórias se encontram por diversas vezes.
Conta a história de Laura (Déborah François), que sem ter grana alguma para pagar seu sustento na faculdade, começa a responder anúncios de encontros amorosos em classificados online.
A diferença é que esta prática é comum na França (e talvez na Europa como um todo), e ela, jovem, começa a ter encontros amorosos com velhos e homens casados com problemas de relacionamento. No começo ela tinha nojo, depois se soltou mais, mas em momento algum curtiu o que fazia. O contrario da Bruna Surfistinha (e da Deborah Secco), que curtiram muito fazer os programas.
Como todo filme francês, a carga dramática é bem forte e a nudez feminina é exaltada ao máximo. Os diálogos com longos momentos de silêncio entre os personagens e sem música de fundo trazem em nós a angústia sentida por Laura em seus encontros, nos fazendo sentir na pele o nojo que ela sentia.
Como em Bruna Surfistinha, Laura também tem um final feliz, consegue um bom emprego em Paris e continua a sua faculdade, mas ela, definitivamente, estava marcada para sempre.
Putz, um dos piores filmes sobre mortos-vivos que já assisti.
Nem acreditei que o Mark Dacascos participou deste filme, curti alguns filmes dele, mas este ai, sinceramente, não vingou…
Pois bem, os mortos-vivos neste filme nem têem um propósito. Eles matam por matar. Não matam para comer os cérebros dos vivos e coisa e tal. Sem falar que eles sofrem algum tipo de mutação, parecendo com o monstro do Residente Evil (mas nem chega perto) com as pontas da espinha saindo da pele nas costas e coisa e tal. Elém disso, ele correm, lutam, são espertos, formam grupos… São mortos-vivos mesmo? Péssimo!
Técnicamente o filme também é ruim, os efeitos são fracos e a maquiagem, putz, essa é péssima. A concepção dos mortos-vivos chega a parecer com a de filmes trash, sério mesmo, não sei como conseguiram produzir algo assim com tanta técnica a se empregar hoje em dia.
Querem um conselho de amigo? Se passarem por este filme na prateleira da locadora, finjam que não viram e saiam dali o mais rápido possível!
Muito bom esse filme de invasão alienígena. Já viram?
Assisti ontem, e confesso que me surpreendi. Verdade, fiquei bem surpreso, porque tinha ouvido umas críticas desfavoráveis sobre este filme, mas não, o filme é muito bom. Com seus exageros, em algumas coisas, mas muito bom mesmo. Pra começar não vamos chamar o filme de mentiroso como um Missão Impossível, porque ele nem se encaixa nesta categoria, já que uma invasão em sí já é uma mentira (não que nunca aconteça, mas não existem precedentes,m certo?).
Rapidamente, o filme nos conta sobre a defesa do exército contra esta invasão alien, usando de toda a força bélica disponível. Mas o filme foca em um pelotão em especial, comandado pelo Sgt. Michael Nantz (Aaron Eckhart), que está indo resgatar alguns civis na linha de frente.
O interessante desse filme é que ele aborda esta invasão diferente dos demais, pois neste filme, os aliens não são tão superiores como estamos acostumados a ver, o que da a chance ao exército de lutar em quase igualdade, já que grande parte da luta travada é em solo, na base da metralhadora e da granada. O que torna o filme bem interessante e nos da a sensação de guerra do Iraque mas com um inimigo desconhecido.
O que muitos críticos falaram e reclamaram foi do método de filmagem do diretor Jonathan Liebesman, pois ele optou por ter sempre a câmera na mão, ou seja, sem suporte, tremendo, caindo e tal. Esse é um efeito muito bom, que da uma sensação realística muito forte, mas tem de ser usada com moderação, e no filme ela é usada em 98% das cenas, o que parece incomodar alguns. Mas não a mim, eu adorei!
A fotografia é típica de filme de guerra e caos, tomadas abertas, alguns close-ups e só. Já a trilha sonora é quase inexistente, entrando em poucos momentos em que se quer passar um pouco de emoção ao espectador, e só. Mas funciona.
O filme como um todo me agrado muito, me surpreendi mesmo e realmente recomendo a vocês.
Conta uma história interessante, de um pai africano e muçulmano, mas que mora na França, e saiu de casa (na Africa) muito cedo e não viu nem conheceu direito se filho, que foi estudar na Inglaterra quando cresceu; e de uma senhora cristão ferrenha, muito conservadora, que mora numa fazendo no interior da Inglaterra e também tem uma filha que está estudando em Londres.
Eles se encontram porque os seus filhos desapareceram depois dos atentados ao metrô e ônibus de Londres. A princípio, a senhora resiste a idéia de que os seus filhos se conheciam e se relacionavam. Descobre que sua filha estudava árabe, e acha isso um absurdo. Como também acha um absurdo o pai do rapaz ter uma foto dele onde também aparece sua filha.
A história vai desenrolando por aí, os dois se conhecendo e quebrando barreiras e preconceitos existentes entre as duas religiões. Obviamente a senhora é quem tem mais dificuldades em aceitar, por conta da sua doutrina cristã, enquanto o muçulmano está sempre calmo e tranquilo.
O filme traça um ótimo paralelo entre as duas religiões de um modo bem particular e interessante e consegue desenvolver bem a idéia.
Adorei também a fotografia e as cenas do filme. Muitas procuravam colocar os personagens num plano bem aberto e deserto, nos fazendo sentir o vazio que eles sentiam em sua busca por seus filhos. A trilha sonora é básica mas está presente sempre na hora certa.
Realmente recomendo que se deliciem com esta obra maravilhosa das relações humanas e religiosas. Vale a pena conferir.
O que você faria se recebesse um Vale Night? Pro americanos isso se chama um passe livre…
Que comédia escrota gente! Adorei assistir, eu ri muito! É sério. Mesmo sendo uma daquelas comédias abestalhadas americanas, típicas enlatadas, mas é um pouco diferente. Diferente porque as piadas são mais bem sacadas e inteligentes. Mesclam um pouco da realidade dos relacionamentos com o que agente imagina que deveria ser e acontecer e por aí vai…
Bem, conta a história de dois amigos quarentões, casados a bastante tempo, que se vêem presos a sua rotina de casados e estão cada vez mais chateados com isso. Sentem falta do vigor da juventude e principalmente de terem prazer com as suas próprias mulheres. E é essa agonia sexual que os leva a perder a noção e aprontar, até que recebem o tal do Passe Livre.
O Passe Livre no filme é nada mais que uma semana sem casamento. Eles poderiam fazer o que quisessem sem as esposas, sem preocupação, sem culpa, sem nada, seriam solteiros novamente. Mas, quem passa a vida casado, perde um pouco da prática, e é aí que nós nos divertimos bastante no filme.
Muito bem produzido, o filme trás para as telonas um humor (como já falei) mais inteligente e permite que os atores possam mostrar um pouco mais do que mostrariam em comédias pastelão tradicionais. Owen Wilson interpretou cenas hilárias e inesquecíveis, como quando ele passou mal na sauna e um negão com um pau descomunal sai em seu socorro. Vale a pena conferir.
Percam seu tempo, vão ao cinema e assistam com vontade essa comédia do capeta!
Se Beber, Não Case! Parte II
3.5 2,4K Assista AgoraComo o primeiro, mais uma farra sem-noção!
Mais uma farra, desfreada, sem-noção dos amigos do noivo. Desta vez na Tailândia. Obviamente, os caras aprontaram muito e as cenas são realmente ilárias.
Mas algumas das cenas ficaram mais engraçadas no trailer, como a do macaquinho lambendo o pinto do idoso num caminhão. No filme não ficou lá essas coisas…
Também como no primeiro filme, quem fica até o final, pode ver nos créditos as fotos iradas da farra dos garotões, que para mim, é bem melhor que o filme em si. Obviamente as fotos sozinhas não fariam tanto sucesso, mas elas dão (e deram no primeiro filme) um toque a mais na diversão.
Acho que nos dois filmes, eu ri mais ao ver as fotos do final do que assistindo as cenas que elas retratavam.
Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas
3.6 2,7K Assista AgoraO que dizer de mais este filme do Jack Sparrow? Este que já deixou de ser um personagem e passou a ser real? Sim, real, tem gente que se refere ao ator Johnny Depp diretamente com o nome do seu personagem mais famoso de todos os tempos. Esqueçam o Edward Mãos de Tesoura!
Mas também pudera, não haveria outro ator, tão mais carismático e talentoso para interpretar o velho Jack que o próprio Johnny Depp.
Assim como Jack, Depp não deixa claro se ele gosta de “meninos ou meninas”, e como Depp, Jack também faz caras-e-bocas. Ambos teem um jeito todo especial de se expressar com as mãos, fazendo contorcionismos que muitas vezes substituem qualquer texto que o personagem (ou o ator) diria. Sim, Jack nasceu para ser interpretado por Depp, ou o contrário.
Voltando ao Piratas, bem, o quarto filme da série poderia muito bem cair em desgraça, como muitos filmes com muitas continuações caem (lembrem de Shrek), mas não, não meus amigos, Piratas 4 veio firme e forte. Pouquíssimas coisas não me agradaram, mas ainda assim, o filme é muito bom!
E o que não me agradou? Bem, logo de cara, a montagem das cenas do trailer do filme.
No trailer, Jack passa por uma seqüência de dificuldades, culminando no pulo do alto de uma pedra onde ele depois levanta meio tonto e diz “Todos viram não é? Porque eu não vou fazer de novo!!”. Ficou fantástico! Mas no filme essa frase ele diz depois que explode o farol na ilha das sereias??? Noooossa, que sacanagem! Dava pra terem mudado antes de lançar o filme heim!
A outra coisa que não curti muito foi a inclusão da Penelope Cruz no filme, sinceramente, o tipo dela não combina muito com a série. Mas essa é minha opinião pessoal. Apesar disso, ela interpretou muito bem o seu papel.
É claro, recomendo imensamente que assistam ao filme, mais de uma vez, se possível, e desfrutem da ótima atuação de Depp.
O Céu Não Pode Esperar
2.0 100Disseram que era comédia, mas não ri muito não viu…
É sério, colocaram o Rob Schneider nesse filme, mas eu não ri nada. Aliás, colocaram não, ele mesmo se colocou, já que a direção e a produção são dele também. Então, ele se colocou no filme. Vai ver é por isso que o tiro saiu pela culatra.
Na verdade, o filme serviu para mostrar que ele também pode fazer certos papéis não tão engraçados (eu não quis dizer sérios heim), e se era esta a intenção, mostrar para os produtores que ele, Rob, poderia ser chamado para fazer qualquer tipo de filme que não seja só comédia, então acho que, talvez, ele tenha o retorno desejado.
No filme, Rob interpreta Paul, um vendedor de sucesso da Nissan (o merchandisign foi fodaa!) que tomou um corno, acabou o casamento e está numa fossa total. Depois de tentar se matar, é visitado por três gurús Colombianos e a sua intéprete gatíssima, Marissa (Carolina Gómez). Eles dizem a Paul que ele é o escolhido para salvar a terra deles e que para isso ele tem que salvar o ninho de um pássaro num prédio em Nova York…
A história é bem besta mesmo, bem como o seu desenrolar. O final também decepciona, já que Paul não fica com Marissa, que flertou com ele o filme inteiro. Paul termina voltando com a esposa infiel???? Putz, que filminho viu!
Este eu realmente não gostei, só recomendo pra quem quer ver o Rob fazendo um papel não tão engraçado, fora isso, esqueçam.
Qualquer Gato Vira-Lata
3.1 1,2KPodem assistir, não é uma cópia (eu acho) de filme americano. =]
Eu, particularmente, adoro o cinema nacional, mas as vezes me decepciono com as produções porque não trazem histórias originais e preferem sair copiando filmes de Hollywood [bom exemplo disso é o famoso Se eu Fosse Você], mas aqui eu gostei, não me pareceu uma cópia, também não vi nenhum filme com este tema, no máximo pode ter havido uma inspiração, mas o filme é bem original.
Eu também não curtia muito a Cléo Pires, mas me surpreendi um pouco com ela neste filme, além de bem gostosa, ela interpretou relativamente bem o seu papel.
A história gira em torno do drama de Tati (Cléo) que está tentando entender e reconquistar o namorado Marcelo (Dudu Azevedo). Para isso, ela recorre ao professor de biologia Conrado (Malvino Salvador) que está escrevendo uma tese sobre o comportamento biológico dos animais (e humanos) sobre a sedução, acasalamento, etc…
Daí a história se desenrola, com altos e baixos, tiradas engraçadas, situações loucas e tudo mais.
Um destaque importantíssimo do filme é o personagem Magrão (Álamo Facó), que é aquele amigão sacana, que bota fogo nas situações, e conforta o amigo da pior forma possível. É das tiradas dele que veem a maior parte das gargalhadas de quem assiste ao filme.
Sim, é nacional e eu recomendo bastante. Assistam com sua galera, é muito mais engraçado!
Tempo de Crescer
3.5 242Um filme engraçado e tocante.
Achei a sinopse engraçada e resolvi assistir, mas não é que o filme é um pouco mais complexo que eu imaginei?
Nos traz a história de Richard (Jeff Daniels), um escritor meio frustrado que aluga uma casa no interior para se concentrar em seu novo romance. Acontece que Richard, coroão, ainda tem um amigo imaginário, o Capitão Excelente (Ryan Reynolds), um super-herói que está sempre au seu lado, e, obviamente, só ele pode ver.
Lá nesta cidade, Richard conhece a Abby (Emma Stone, lindaaaaa), uma adolescente que, ele não sabe, também tem um amigo imaginário. Eles começam a se relacionar, numa amizade que o filme não deixa muito clara para nós o que significa, se é amor carnal ou somente afeto.
Jeff Daniels não foi escolhido à toa para este papel, ele interpretou tão bem o Richard que quase parece que o ator é o personagem. Já Ryan Reynolds ficou muito engraçado vestido de super-herói, com suas caras e bocas.
Um parte interessante do filme é quando os dois amigos imaginários, de Richard e Abby, se conhecem e trocam dicas.
Apesar de ter uma história incomum, o filme vale a pena ser visto.
O Último Neandertal
3.7 28Um filme francês que achei que daria risada de ser besta, mas na verdade gostei bastante.
É verdade, achei que seria uma comédia pastelão francesa, porque já tinha ouvido falar de um filme francês sobre os homens das cavernas que era uma comédia só, mas não é este aqui.
Este conta a história de AO (Ilian Ivanov), o último neandartal vivo antes do homo sapiens assumir a hegemonia. E o filme, apesar de poucos recursos, mostrou muito bem sua trajetória.
Conta como AO perdeu toda sua família assassinada pelos novos homens e como sai em busca de encontrar seu irmão, do outro lado da Europa. No caminho, ele conhece Aki (Aruna Shields, linda demais), uma mulher do povo dos novos homens, que iria ser sacrificada. AO a salva e passa a acompanhar ela e a filha.
O filme na verdade narra a história de amor entre o último neandertal com uma nova mulher homo sapiens, e isso é fascinante, pois não importando as espécies, o comportamento é bem contemporâneo.
AO é carinhoso, cuidadoso, ligado diretamente a natureza. Tem compaixão, sofre, e tudo o mais. Já Aki, simboliza bem o homem moderno, só está ligando para seu bem estar e de sua filha, não se importa com os sentimentos alheios, etc… Enfim, o filme mostra um paralelo entre eles tentando nos trazer essa reflexão, de que hoje nós deixamos muita coisa de lado por conta da correria da modernidade.
Quase inexistem diálogos, já que AO, de uma espécie, se comunica de um jeito e Aki se expressa de outro, mas conseguem se entender bem apesar das dificuldades, e o amor lhes faz aprender como se comunicar e até faz um aprender um pouco da linguagem do outro.
Enfim, o filme, à primeira vista parece ser bobo, mas na verdade nos trás uma história maravilhosa e uma ótima lição de moral.
Sinceramente, recomendo que assistam.
Thor
3.3 3,1K Assista AgoraEstava já cético quanto ao filme depois do que vi nos trailers, torci para que minha opinião mudasse, mas continuou a mesma.
Não me levem a mal, mas não gostei de Thor. talvez porque o filme, para mim, se divide em duas partes. A parte locada em Asgard (o reino dos deuses) e a perte na Terra.
Se o filme todo fosse rodado em Asgard, seria maravilhoso. Os efeitos, as maquilagens, as tomadas, a fotografia, tudo é muito bom, mas o filme fica uma porcaria quando enviam o Thor exilado para a terra. Sem poderes, o coitado parece um gigante bobão, que sequer consegue levantar o seu martelo mágico. Tcs, tcs… Poderiam ter feito melhor. realmente #NãoCurti.
O elenco é muito bom, conseguem fazer seu papel, apesar dessa estória fajuta, mas tenho de dar os parabéns, não só pro elenco em si, mas pro pessoal da produção, pois todos os detalhes estavam lá.
Como não tenho muito o que falar, já que não gostei mesmo, resta apenas pegar o gancho do final do filme e aguardar que Thor reapereça (melhor) no filme dos Vingadores, que virá em breve (reunindo Thor, Capitão América, Homem de Ferro, e outros).
O Retorno de Tamara
2.6 102Gostei, assisti como quem não quer nada e gostei.
É um filme sem muitos recursos holliwoodyanos, que se passa, na maioria das vezes, numa fazenda, tudo muito simples, mas que gostei do que apresentou.
Conta a história do retorno de Tamara Drewe (Gemma Arterton), moradora de uma pequena cidade no interior da Inglaterra, dona do nariz mais horroroso da área, que volta depois de ter feito carreira de sucesso como escritora de colunas em jornais em Londres. O problema é que ela fez uma plástica e retirou aquela napa de nariz que a ridicularizava e passou a ser uma gata extremamente sensual, despertando interesse daqueles que antes a desprezavam.
Mas a história de Tamara é apenas o enredo principal, que é usado para costurar as diversas pequenas histórias de diversos personagens que habitam o filme. Tem o escritor adúltero (que termina tendo um caso com a própria Tamara), acostumado com o sucesso de seus livros policiais que só contam histórietas de assaltos e estupros; a sua mulher, a típica “mulher de Athenas”, dedicadíssima a casa, à família e ao marido, e é quem toca a administração da fazenda, que funciona como “retiro de escritores” (um lugar onde os escritores bloqueados vão para descansar, relaxar, obter paz e inspiração para continuar suas obras); o ótimo escritor erudito frustrado, que está sempre levando pitacos do outro mais famoso. Ele é interessado, curioso, frouxo e apaixonado; há também as adolescentes que são loucas por um astro de rock e terminam arrumando uma baita confusão por conta disto; e por fim há o capataz da fazenda, aquele típico jardineiro, bonitão, que seduz todo mundo mas é apaixonado pela Tamara.
Perceberam o universo do filme? Personagens excêntricos, cheios de manias e histórias para contar. Reparem que não contei nada sobre a história do filme mesmo, só naveguei entre as descrições.
O que mais gostei no filme é o modo como as histórias se cruzam e interagem entre si formando um enredo total. O modo como cada personagem, do seu jeito diferente, encara aquilo que o outro está dispondo. Interessante ver essas interações, que para mim, foram muito bem colocadas na tela.
O momento que gosto bastante é quando os autores reunidos discutem sobre suas obras e idéias para trocar experiências e se inspirar. É engraçado, porque são todos uns fracassados que não conseguiram publicar seus livros ou estão escrevendo sobre besteiras sem interesse.
Pra finalizar, recomendo que procurem, assistam e curtam essas entrelinhas do filme, é interessante.
A Clínica
3.1 238Demorei para escrever sobre este filme, porque assisti na época do dia das mães e não queria estragar isto. Pois bem…
Jovens mães acordam numa fábrica aparentemente abandonada no meio do deserto e descobrem que seus bebês foram retirados de suas barrigas (estavam nos últimos dias de gestação) e agora se veem desesperadas atrás deles.
Unidas, se põe a vasculhar o lugar, mas alguém as está as matando aos poucos. Vira-e-mexe uma delas aparece morta. O caso é que estão num grande jogo apara saber qual a mãe mais forte e que faria tudo para ter seu bebê de volta.
A fábrica pertence a uma organização clandestina de adoção que usa este jogo para selecionar a mãe mais forte e conseqüentemente o bebê que herdará esta força. A idéia desta “seleção” é bem bizarra, confesso, mas o filme também não é lá muito bom também.
Com cenas bastante clichês e uma linha narrativa que da para adivinha o próximo ato, o filme se propõe somente a chocar pela violência e pela situação e frieza com que as coisas acontecem. Eu o classificaria como um filme B, mas com um pouco mais de qualidade.
Bom Demais Pra Ser Verdade
1.8 103 Assista AgoraA questão de uma escolha bem feita.
O filme trata de escolhas. Desde a linha principal até as historinhas secundárias, são todas escolhas. E o filme só dura uma hora e meia, com um elenco maravilhoso. Parece até que foi feito por hobbie dos atores e produtores.
Estão no filme Orlando Bloom, Colin Firth, Patricia Clarkson, Ellen Burstyn e Amber Tamblyn. E todos atuam maravilhosamente bem.
A falta de música dá o tom tenso do filme, poucas são as vezes em que se ouve algo de plano de fundo, mas todo o resto são diálogos em um silêncio absoluto, que chega a ser angustiante. E acho que é isso que o autor e o diretor do filme querem passar para nós, a angústia e a dúvida das escolhas apresentadas no filme.
Um destaque vai para a personagem da Ellen Burstyn, que consegue fazer como ninguém uma senhora já perdendo a noção das coisas, talvez por conta da idade, mas a interpretação dos tiques, das manias e aflições estão perfeitas.
O filme basicamente tenta nos alertar sobre nossas escolhas, além de ser um prato cheio para quem adora ver boas atuações.
Matemática do Amor
2.8 480 Assista AgoraUma história bem gostosa, com a gostosa Jessica Alba.
Sim, nem só de filmes de ação e ficção científica vive a atriz Jessica Alba, e eis aqui um bom exemplo disso.
Em Matemática do Amor, Alba vive uma garota excêntrica, apaixonada por matemática e pelo pai.
Adorei assistir, pois o modo como as coisas vão acontecendo em sua vida e o jeito todo atípico com que ela lida com as situações é bem interessante e engraçado. Uma mulher que eu dar seu primeiro beijo corre pro banheiro e come metade de um sabonete, ou que foge pela janela da sala só para não dar de cara com o professor gatão no corredor… Alba fez muito bem esse papel meigo e engraçado, aliás, seu rosto angelical foi a melhor escolha para a personagem.
Gostei bastante do filme, apesar de ser meio bobinho, mas é muito cativante.
Conta com a participação de bons atores em pequenos papéis. J.K. Simmons faz seu ex-professor de matemática, Sonia Braga faz o papel de sua mãe, John Shea interpreta o seu pai e a pequena Bailee Madison faz ela quando pequena.
O Retorno de Tamara
2.6 102Gostei, assisti como quem não quer nada e gostei.
É um filme sem muitos recursos holliwoodyanos, que se passa, na maioria das vezes, numa fazenda, tudo muito simples, mas que gostei do que apresentou.
Conta a história do retorno de Tamara Drewe (Gemma Arterton), moradora de uma pequena cidade no interior da Inglaterra, dona do nariz mais horroroso da área, que volta depois de ter feito carreira de sucesso como escritora de colunas em jornais em Londres. O problema é que ela fez uma plástica e retirou aquela napa de nariz que a ridicularizava e passou a ser uma gata extremamente sensual, despertando interesse daqueles que antes a desprezavam.
Mas a história de Tamara é apenas o enredo principal, que é usado para costurar as diversas pequenas histórias de diversos personagens que habitam o filme. Tem o escritor adúltero (que termina tendo um caso com a própria Tamara), acostumado com o sucesso de seus livros policiais que só contam histórietas de assaltos e estupros; a sua mulher, a típica “mulher de Athenas”, dedicadíssima a casa, à família e ao marido, e é quem toca a administração da fazenda, que funciona como “retiro de escritores” (um lugar onde os escritores bloqueados vão para descansar, relaxar, obter paz e inspiração para continuar suas obras); o ótimo escritor erudito frustrado, que está sempre levando pitacos do outro mais famoso. Ele é interessado, curioso, frouxo e apaixonado; há também as adolescentes que são loucas por um astro de rock e terminam arrumando uma baita confusão por conta disto; e por fim há o capataz da fazenda, aquele típico jardineiro, bonitão, que seduz todo mundo mas é apaixonado pela Tamara.
Perceberam o universo do filme? Personagens excêntricos, cheios de manias e histórias para contar. Reparem que não contei nada sobre a história do filme mesmo, só naveguei entre as descrições.
O que mais gostei no filme é o modo como as histórias se cruzam e interagem entre si formando um enredo total. O modo como cada personagem, do seu jeito diferente, encara aquilo que o outro está dispondo. Interessante ver essas interações, que para mim, foram muito bem colocadas na tela.
O momento que gosto bastante é quando os autores reunidos discutem sobre suas obras e idéias para trocar experiências e se inspirar. É engraçado, porque são todos uns fracassados que não conseguiram publicar seus livros ou estão escrevendo sobre besteiras sem interesse.
Velozes & Furiosos 5: Operação Rio
3.4 1,7K Assista AgoraDuas coisas: O filme é bom sim, muito bom, e, Era o Brasil ali?
Bem, começando pelo Brasil, não, acho que não era bem o Brasil ali no filme, ou pelo menos era um Brasil um pouco diferente do que nós conhecemos. Vamos listar alguns detalhes, aliás, alguns deles que o site Omelete já havia sinalizado.
No Brasil não há uma estrada de ferro como aquela do assalto, muito menos para transporte de passageiros, o pouco que há é para transporte de carga. Outra coisa, aquele cenário deserto por onde o trem passa não é no Rio, muito menos no Brasil. Pois nem no nordeste tem.
As polícias do Rio não dividem o mesmo prédio de comando (Civil e Militar, juntos), sem falar nos carros tunados (branco e preto) da polícia civil que os personagens roubam…
Definitivamente o Leblon não é um bairro tomado de galpões como foi mostrado no filme.
Os viciados do Brasil (do Rio) não compram droga em dolar, a moeda local oficial ainda é o Real, esse ou qualquer eletrodoméstico/eletônico que o viciado possa levar para trocar por sue vício.
Puta no Rio é Puta. Não é operária de refino de droga. Ainda mais trabalhando semi-nua. Aquilo ali é fantasia de americano.
E na hora do pega… Com tanta mulata gostosa e branquelas idem, me colocam as figurantes americanizadas, de peito e sem bunda nenhuma. Mulher brasileira? Definitivamente não.
Pra finalizar, brasileiro não curte muito ficar bebendo Brahma e Antarctica em garrafinhas longneck, alôoo americanos, o nosso negócio é Cervejãoooo, estamos na era do litrão, lembram?
Mas vamos falar do filme. Sim, melhorou em relação aquele fiasco do Velozes & Furiósos: Desafio em Tóquio. Melhorou mesmo, mas como um amigo me falou ontem, “onde está o velozes” do filme? Pois a franquia começou com a proposta de filmes de tunning, pegas, mulheres, sexo e drogas. Bem, ninguém comeu ninguém, pegas foram suprimidos (nem o pega onde o Dom ganha o Mini azul do rival é mostrado). Acho que a CET-Rio proibiu estas cenas, no mínimo. E as drogas passam muito rapidamente.
Já a ação triplicou em relação aos anteriores. Ainda mais juntando o Vin Diesel, Paul Walker, Tyrese Gibson e Dwayne Johnson na mesma cena de ação, tinha realmente que dar o que falar. O engraçado foi que todos os personagens bombados do filme, são interpretados com extrema rigidez muscular e completamente lambuzados de óleo. Provavelmente um presente extra para as brasileiras.
Legal que o agente especial americano vivido por Dwayne tem toda sua tropa destruída pelo poder de fogo dos traficantes cariocas, o que mostra que os caras tem uma imagem bem definida fora do Brasil. Americano sabe que traficante aqui é muito superior que a polícia, e fez questão de mostrar isso.
Uma curiosidade interessante é que o personagem do Dwayne Johnson, que não esteve seco em momento algum do filme, parecia que só chovia no Rio em cima dele, coisas de americanos, querendo mostrar que aqui é quente.
Um destaque muito especial no filme vai para a atuação gatíssima, linda, maravilhosa e gostosa, Elsa Pataky. Que mulher! Que olhar sedutor! Que boca! Virei fã de carteirinha dessa deusa! Hahá!
Senti também a falta de atores brasileiros no filme, uma falha imensa da parte da produção. Sem falar que cometi um erro brutal durante o filme confundindo a Gal Gadot com a Natalie Portman, tcs.. tcs… Duas gatas.
Quanto ao Rio de Janeiro, bem, só foi resumido ao Cristo Redentor. As outras paisagens quase não aparecem. Me recordo somente de ter visto, além do Cristo, o Aterro do Flamengo e mais nada.. Uma pena, uma cidade tão bonita e deixaram isso de lado.
A Garota da Capa Vermelha
3.0 2,5KSó pra começar, um resuminho. A Chapelzinho é uma safada, o Lobo Mau é o seu pai, a Vovozinha é riponga, o Lenhador ouve a célebre frase “se a ama de verdade, deixa-a, será melhor para ela”, e pra ferrar com tudo, o Lenhador vira o novo Lobo Mau.
Que maravilha de re-leitura da Chapelzinho, putz, adorei isso gente! Deu uma vida e roupagem nova ao conto já desgastado. Eu já havia adorado aversão do Deu A Louca na Chapelzinho (animação), e essa aqui então, putz.
Amanda Seyfried interpreta magnificamente a Chapelzinho revoltadinha e sensual (eu já tinha virado fã desde que assisti Cartas para Julieta). Já o Lenhador sendo interpretado pelo Shiloh Fernandez, eu não gostei muito, ficou muito com cara de personagem de Crepúsculo…. E olha que naquela época nem existia gel, mas o cabelo desse Lenhador tava lá, pra o que der e vier.
As cenas com o Lobisomem não são explêndidas, poderiam ter caprichado mais nos efeitos, mas deu pra convencer. Interessante também como o manto vermelho da Chapelzinho variava constantemente de comprimento, não sei bem o que queria passar com isso, mas ficou muito bom.
Falando de fotografia, adorei muitas das cenas de tomada aberta, onde mostrava a imensidão da neve e os personagens como mero detalhe, efeito muito bom.
Uma cena memorável que não podia faltar mas que entrou extremamente original, já que a Chapelzinho estava delirando, parecendo drogada, foi quando ela fala para a Vovozinha ”que olhos grandes você tem!” Muito bom!!
Finalizando, recomendo que assistam e curtam essa versão do clássico.
Os Olhos de Júlia
3.6 830Um ótimo suspense espanhol, uma história diferente e interessante.
Fazia tempo que não via um suspense espanhol interessante assim. Bem filmado, bem dirigido, com ótimas cenas e um enredo que lhe prende o olho na tela. Realmente fiquei satisfeito com o que vi.
O filme nos conta a história de Julia, que sofre de uma doença degenerativa que lhe tira a visão gradativamente até cega-la completamente. Sua irmã que sofre do mesmo mal é encontrada morta com indícios de suicídio, mas Julia não se conforma e investiga até descobrir que ela foi assassinada. Descobre também que o assassino de sua irmã agora lhe persegue, e tem que lutar contra sua doença e contra seu inimigo.
É interessante o filme colocar a própria doença como um dos vilões do enredo, fazendo com que a personagem lute duplamente e tente arrumar uma saída. Interessante também que o vilão humano, está diretamente ligado à cegueira dela e da irmã, o que torna o caso bem mais interessante.
A maior parte do filme se passa quase numa escuridão total, mas não por ser típico de filmes de suspense, e sim por estar muitas vezes mostrando a escuridão em que a personagem se encontra por conta de sua condição.
Gostei muito de ter assistido esta pré-estréia. E recomendo para os que curtem filmes fora do circuito convencional.
A Lista de Clientes
3.0 469 Assista AgoraImagina você, mãe de três filhos, casamento estável, feliz… Mas de repente se vê afogada em dívidas, o marido não consegue emprego e você passa a ser a única renda da casa. Ah, e o banco está prestes a executar a hipoteca e lhe tomar a casa.
Esta é a presmissa de A Lista de Clientes, filme bem feito e estrelado pela gatíssima Jennifer Love Hewitt. Pois a história começa daí, e joga os personagens em meio a uma série de escolhas até que a mãe da família aceita um emprego no mínimo duvidoso: trabalhar numa casa de massagens masculina.
Ao começar a se prostituir, e a ganhar bastante dinheiro, Samantha (personagem de Jennifer) entra em conflito consigo mesma, ponderando com a sua consciência sobre o que é certo e errado, e sobre o que é bom para a família. A situação piora, quando o emocional e físico se misturam e ela passa a ser dependente de cocaína, já no ápice de sua atividade, e daí pra frente a história toda começa a desandar.
Jennifer está fantástica no papel, sabendo, a meu ver, expressar bem o que a personagem sente em meio aos problemas domésticos e a seus encontros com os clientes.
Um drama intenso e bem feito, ótimo para uma sessão de fim de tarde bem acompanhado. Recomendo.
Terrorismo em Nova York
2.8 23 Assista AgoraEste filme não foi lançado (pelo menos ainda) no cinema aqui no Brasil, mas tive o prazer de assistir uma cópia em DVD, e fiquei impressionado.
Nos trás à tona um ponto de vista diferente sobre terrorismo, os muçulmanos, a guerra ao terror, o medo que as pessoas tem, a ignorância em relação ao tema e a severidade daquele povo.
A produção é dividida entra EUA e Turquia, e essa parceria deu muito certo ao meu ver. Expressando bem as visões de ambos os lados, mostrando o governo Turco também combatendo o terror, mostrando a cooperação entre os dois países, mostrando a falta de informação de agentes, tanto turcos como americanos, enfim, um ótimo filme, que conta ainda com a participação de atores famosos como Danny Glover e Robert Patrick.
A história em si conta sobre a prisão errada de Hadji Gumus, um turco islâmico que mora a 35 anos em Nova York e foi confundido como o líder da maior facção terrorista turca. Preso por agentes dos EUA, Hadji espera por dois policiais turcos que o levarão para ser julgado na Turquia. Nesse interim, os policiais ficam na dúvida se ele realmente é o homem que procuram, mas além disso, há o interesse pessoal de um dos policiais, que acredita que Hadji matou seu pai antes de sair da Turquia, e está em busca de vingança.
As cenas são bem intensas e trazem à tona muitas reflexões sobre o que pensamos sobre outras religiões, sobre generalismos causados por ações de pequenos grupos isolados, sobre a relação de honra e a idéia de família.
A fotografia fascina em alguns momentos e o silêncio as vezes faz um dos melhores papéis.
Recomendo fortemente que busquem e assistam a este filme e tirem suas conclusões sobre o que vocês mesmos pensavam antes.
Rio
3.6 2,7K Assista AgoraAntes, deixe-me elogiar a produção. O filme é maravilhoso, em termos técnicos. A cada dia, a qualidade do CG está ficando melhor, com níveis de detalhes surpreendentes. Rio veio, como era de se esperar, para trazer mais perfeição a este segmento.
Pois bem, lembram daquele esterótipo brasileiro criado na década de 30 por Walt Disney ao criar a parsonagem Zé Carioca e coloca-lo num longa junto com o Pato Donald e mais um personagem mexicano, fazendo parte da política de “boa vizinhança” do governo americano? Pois é, anos se passaram e a visão deles sobre nós não mudou nada.
Miséria, mulher semi-nua, animais selvagens no meio da cidade… E some-se a isso a violência e favelização levada para lá através de filmes como Cidade de Deus e Tropa de Elite, aí sim a visão do Brasil ficou perfeita.
A história gira em torno de Blue, uma das últimas Ararinhas Azuis macho que existem, e que logo filhote foi contrabandeada para os EUA por traficantes de animais. Criada por uma americana como bicho de estimação, Blue se vê obrigado a voltar ao Brasil para procriar com a última ararinha fêmea, também de sua espécie. Chegando aqui, são logo roubados por traficantes de animais (denovo) ajudados por um garotinho favelado, típico estereótipo de pobre sulamericano, bem magro, negro e cabeçudo. Pra quem lembra dos comerciais da Coca-Cola na copa da África, vai achar muito parecido os garotos que jogavam bola com esse pequeno marginal carioca.
O problema de Blue é que ele não sabe voar, e isso trás a ele uma série de problemas em meio a fugas e a sua tentativa de romance.
Colocaram no Brasil, para vocês terem idéia, Flamingos! Pois é, Flamingos no Brasil? No Rio só tem mesmo o Flamengo, time de futebol, e nada mais. Mostra também macacos soltos pela cidade e micos assaltantes. Sim, mostra os bichinhos roubando os GRINGOS no Pão de Açúcar!! Acreditem. Ah, e é claro, mostra o carnaval, com suas mulatas de bunda de fora. Bla bla bla.
Mas o filme é bom sim. Recomendo que todos assistam para terem uma idéia do que o Brasil é lá fora.
Agnosia
3.1 77 Assista AgoraO filme é muito interessante por nos introduzir a esta doença muito pouco conhecida e por se tratar de uma trama muito bem arquitetada e que se passa no século passado. Muito bem produzido, com tomadas interessantes e ótima atuação dos atores espanhóis, recomendo que assistam.
Meus Caros Estudos
3.3 26Este é o Bruna Surfistinha francês, mas bem melhor. Eu achei.
Também baseado num livro, de uma jovem que conta sua experiência em prostituição na França, Meus Caros Estudos difere de Bruna Surfistinha porque lá, ela estava se prostituindo para poder realmente pagar a faculdade, mas as histórias se encontram por diversas vezes.
Conta a história de Laura (Déborah François), que sem ter grana alguma para pagar seu sustento na faculdade, começa a responder anúncios de encontros amorosos em classificados online.
A diferença é que esta prática é comum na França (e talvez na Europa como um todo), e ela, jovem, começa a ter encontros amorosos com velhos e homens casados com problemas de relacionamento. No começo ela tinha nojo, depois se soltou mais, mas em momento algum curtiu o que fazia. O contrario da Bruna Surfistinha (e da Deborah Secco), que curtiram muito fazer os programas.
Como todo filme francês, a carga dramática é bem forte e a nudez feminina é exaltada ao máximo. Os diálogos com longos momentos de silêncio entre os personagens e sem música de fundo trazem em nós a angústia sentida por Laura em seus encontros, nos fazendo sentir na pele o nojo que ela sentia.
Como em Bruna Surfistinha, Laura também tem um final feliz, consegue um bom emprego em Paris e continua a sua faculdade, mas ela, definitivamente, estava marcada para sempre.
Um ótimo filme, que recomendo para assistirem.
A Batalha dos Mortos
1.8 42Putz, um dos piores filmes sobre mortos-vivos que já assisti.
Nem acreditei que o Mark Dacascos participou deste filme, curti alguns filmes dele, mas este ai, sinceramente, não vingou…
Pois bem, os mortos-vivos neste filme nem têem um propósito. Eles matam por matar. Não matam para comer os cérebros dos vivos e coisa e tal. Sem falar que eles sofrem algum tipo de mutação, parecendo com o monstro do Residente Evil (mas nem chega perto) com as pontas da espinha saindo da pele nas costas e coisa e tal. Elém disso, ele correm, lutam, são espertos, formam grupos… São mortos-vivos mesmo? Péssimo!
Técnicamente o filme também é ruim, os efeitos são fracos e a maquiagem, putz, essa é péssima. A concepção dos mortos-vivos chega a parecer com a de filmes trash, sério mesmo, não sei como conseguiram produzir algo assim com tanta técnica a se empregar hoje em dia.
Querem um conselho de amigo? Se passarem por este filme na prateleira da locadora, finjam que não viram e saiam dali o mais rápido possível!
Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles
2.9 1,1KMuito bom esse filme de invasão alienígena. Já viram?
Assisti ontem, e confesso que me surpreendi. Verdade, fiquei bem surpreso, porque tinha ouvido umas críticas desfavoráveis sobre este filme, mas não, o filme é muito bom. Com seus exageros, em algumas coisas, mas muito bom mesmo.
Pra começar não vamos chamar o filme de mentiroso como um Missão Impossível, porque ele nem se encaixa nesta categoria, já que uma invasão em sí já é uma mentira (não que nunca aconteça, mas não existem precedentes,m certo?).
Rapidamente, o filme nos conta sobre a defesa do exército contra esta invasão alien, usando de toda a força bélica disponível. Mas o filme foca em um pelotão em especial, comandado pelo Sgt. Michael Nantz (Aaron Eckhart), que está indo resgatar alguns civis na linha de frente.
O interessante desse filme é que ele aborda esta invasão diferente dos demais, pois neste filme, os aliens não são tão superiores como estamos acostumados a ver, o que da a chance ao exército de lutar em quase igualdade, já que grande parte da luta travada é em solo, na base da metralhadora e da granada. O que torna o filme bem interessante e nos da a sensação de guerra do Iraque mas com um inimigo desconhecido.
O que muitos críticos falaram e reclamaram foi do método de filmagem do diretor Jonathan Liebesman, pois ele optou por ter sempre a câmera na mão, ou seja, sem suporte, tremendo, caindo e tal. Esse é um efeito muito bom, que da uma sensação realística muito forte, mas tem de ser usada com moderação, e no filme ela é usada em 98% das cenas, o que parece incomodar alguns. Mas não a mim, eu adorei!
A fotografia é típica de filme de guerra e caos, tomadas abertas, alguns close-ups e só. Já a trilha sonora é quase inexistente, entrando em poucos momentos em que se quer passar um pouco de emoção ao espectador, e só. Mas funciona.
O filme como um todo me agrado muito, me surpreendi mesmo e realmente recomendo a vocês.
London River: Destinos Cruzados
3.4 40Um filme espetacularmente gostoso de se assistir.
Adorei ver esse filme de extremos. Logo pela capa pude ver que se tratava de uma obra de arte mesmo, e não de um blockbuster.
Conta uma história interessante, de um pai africano e muçulmano, mas que mora na França, e saiu de casa (na Africa) muito cedo e não viu nem conheceu direito se filho, que foi estudar na Inglaterra quando cresceu; e de uma senhora cristão ferrenha, muito conservadora, que mora numa fazendo no interior da Inglaterra e também tem uma filha que está estudando em Londres.
Eles se encontram porque os seus filhos desapareceram depois dos atentados ao metrô e ônibus de Londres. A princípio, a senhora resiste a idéia de que os seus filhos se conheciam e se relacionavam. Descobre que sua filha estudava árabe, e acha isso um absurdo. Como também acha um absurdo o pai do rapaz ter uma foto dele onde também aparece sua filha.
O filme traça um ótimo paralelo entre as duas religiões de um modo bem particular e interessante e consegue desenvolver bem a idéia.
Adorei também a fotografia e as cenas do filme. Muitas procuravam colocar os personagens num plano bem aberto e deserto, nos fazendo sentir o vazio que eles sentiam em sua busca por seus filhos. A trilha sonora é básica mas está presente sempre na hora certa.
Realmente recomendo que se deliciem com esta obra maravilhosa das relações humanas e religiosas. Vale a pena conferir.
Passe Livre
2.8 657 Assista AgoraO que você faria se recebesse um Vale Night? Pro americanos isso se chama um passe livre…
Que comédia escrota gente! Adorei assistir, eu ri muito! É sério. Mesmo sendo uma daquelas comédias abestalhadas americanas, típicas enlatadas, mas é um pouco diferente.
Diferente porque as piadas são mais bem sacadas e inteligentes. Mesclam um pouco da realidade dos relacionamentos com o que agente imagina que deveria ser e acontecer e por aí vai…
Bem, conta a história de dois amigos quarentões, casados a bastante tempo, que se vêem presos a sua rotina de casados e estão cada vez mais chateados com isso. Sentem falta do vigor da juventude e principalmente de terem prazer com as suas próprias mulheres. E é essa agonia sexual que os leva a perder a noção e aprontar, até que recebem o tal do Passe Livre.
O Passe Livre no filme é nada mais que uma semana sem casamento. Eles poderiam fazer o que quisessem sem as esposas, sem preocupação, sem culpa, sem nada, seriam solteiros novamente. Mas, quem passa a vida casado, perde um pouco da prática, e é aí que nós nos divertimos bastante no filme.
Muito bem produzido, o filme trás para as telonas um humor (como já falei) mais inteligente e permite que os atores possam mostrar um pouco mais do que mostrariam em comédias pastelão tradicionais. Owen Wilson interpretou cenas hilárias e inesquecíveis, como quando ele passou mal na sauna e um negão com um pau descomunal sai em seu socorro. Vale a pena conferir.
Percam seu tempo, vão ao cinema e assistam com vontade essa comédia do capeta!