Melodrama gostosin, me lembra as histórias dramáticas das novelas brasileiras dos anos 80, e eu gosto dessa linguagem simples e eficaz.
Não pude deixar de notar como fumavam nos anos 50, chega me deu falta de ar só de ver, um djabo duma fumaceira. Até na sala de enfermaria do hospital tinha cinzeiro, misericuerdia.
Pra mim, esse filme é um completo não sei. Acho que não tem definição melhor. Se for juntar todas as partes que a personagem principal lança de olhares ao redor dos ambientes com cara de confusa, triste e tesão, daria por baixo uns 37 minutos só disso. É melhor ver logo 'A professora de piano' do Haneke, igual citaram baixo. De nada!
A única coisa que acho que não deu liga nesse filme, é chamarem um filósofo/alquimista para estudar e ajudar a solucionar a situação que envolve temas mal explorados como demônios. Achei até meio desnecessário.
Eu considero esse um dos filmes mais esteticamente belos do Rohmer. Gosto muito de revê-lo. Me passa uma sensação de leveza e elegância. Amo ver as flores tomando conta da tela, seja em estampas, vasos, pôsteres ou na natureza. Também me estimulou a ler Platão e Kant. Não está entre os melhores filmes do diretor, assumo. Mas tem sua classe, isso é inegável.
Achei bem cansativo, pra que tanto take da barata? Parecia que enfiaram aquela barata onde não havia mais o que colocar. Eu pensava em abandonar o cinema na próxima cena daquilo mas aguentei firme. Deus me fez forte.
Não cheguei ainda a ler este livro específico da Clarice, porém condensar a densidade de um livro desses em 2h de filme fica difícil a absorção. Enquanto se raciocina sobre alguma frase... pá! Lá vem outra mais profunda ainda e tu fica meio solto vagando em muitas ideias. Visivelmente é um livro que exige tempo e reflexão.
Apesar disso, é um filme esteticamente lindo, todo filmado em película 35mm, com aspectos experimentais deslumbrantes. Parece ter sido feito nos anos 60. As cenas, simples, que mais parecem retratos, tentam compensar a complexidade do texto, para não matar o cérebro do expectador tentando abarcar tudo.
Acho que esse filme me diagnosticou com algum problema cognitivo pois entendi foi quase nada. Lá pra 2/3 do filme eu simplesmente me perdi no tanto de imagens coloridas e legendas que teria que dar conta simultaneamente. Quase fiquei estrábico.
Quando estava quase desistindo, em estado depressivo, de entende-lo, estava rendido apenas a admirar as imagens, mas pra minha surpresa consegui pegar novamente o fio da meada! GrazaDeus não tô tão obtuso assim, ainda.
Acabou que gostei, afinal de contas, e acho que, no fim das contas, as 3 estrelas e meia vão mais pra minha incapacidade intelectual de entender obras hiperestimulantes como essa. Não tô acostumado.
Pra ser sincero, esperava mais. Esteja ciente que é um filme que foca mais na relação entre os brancos e nativos, onde há coisas a se tirar. Fora isso, é um filme que parece durar mais do que realmente dura. Isaach de Bankolé (Protée) tem um peso quase hipnótico nesse filme, foi a minha maior surpresa. Amo sua forma de se expressar através de gestos, basicamente. Nele se concentra, nesse filme, toda uma força cultural e ancestral de seu povo contra o racismo e a submissão. Seus traços me inspiraram à expressa-los na minha pintura.
Que filme ótimo! Só o título é um pouco errôneo mas tudo bem. A fotografia é meio enviada, captando bem o fervor que deveria ser o Moulin Rouge. E parece muito mais recente do que realmente é, pensei que fosse dos anos 70. Grata surpresa. 💛
Ô filme sonolento, temas muito mal trabalhados. Uma hora peguei num sono tão pesado que sonhei estar sentado no colo do Vosso Supremo, quando voltei ainda tinha 1h40m de filme. Olha, assisti mesmo mesmo por causa de Paloma Picasso, que é, pra mim, a mulher mais sensual que já pisou na Terra. Menção honrosa à fotografia de Theresa Filósofa, um dia quero filmar algo semelhante.
Mas que filme bizarro da preula é esse? Fiquei o filme todo de boca aberta, chocado. Só não curti a cena da doida puxando com a boca o piercing do bico do peito da outra, tô com uma gastura até agora. Certeza que é o filme mais diferente e original que já vi na vida. Se eu gostei? Amei pela excentricidade e quero mais.
Estranho como um filme nesse naipe foi feito no Japão, completamente sem censura, onde atualmente tudo é censurado e anti-erotismo. Eu fiquei um pouco incomodado com Sada, algumas cenas sexuais em tempo real, sem trilha, me deixaram sem ar igual o Kiichi-San. Eu achei um filme visualmente esplendoroso. Amo estudar a sexualidade de alguns países, inclusive do Japão, através de livros e arte retratada nos séculos e esse filme retrata bem uma época neste país em que sua cultura estava prestes a se tornar cada vez mais pudorada conforme se abria diante dos olhos chocados do ocidente...
Bizarro mesmo foi que NINGUÉM deu a MÍNIMA pro menino. Fiquei mais preocupado com o desmazelo com essa criança que quase nem me atentei à história. Alô, conselho tutelar?
Varda aponta sua lente para muros, eles dizem mais do que parece. Também vêem-se minorias, mostra que a opressão usa como expressão e válvula de escape a arte. Incrível como o filme tece uma história à outra. O futuro talvez seja uma onda que nos levará.
Finalmente consegui assistir esse filme! Por gostar do estilo do Khouri, sabia que esse não ia me decepcionar. Tá longe de ser um filme puramente sexual. Tem seu teor psicológico, no caso, um homem que observa sob sua visão experiente o despertar da sua sexualidade. Mas só não entendo o porquê de terem contratado um ator tão jovem pra fazer esse papel: coisas que nunca saberemos... No entanto admiro esse ar decadente (e porque não, também, depravado?) do filme.
Chorei assistindo. Me emocionei junto com Caetano. Quantas mais histórias como essa foram silenciadas naqueles tempos obscuros? Nunca saberemos. Só espero que coisas desse tipo jamais ocorram novamente.
Muita coisa desse filme não mudou nesse país todos esses anos pra cá. A televisão sempre mostrando uma vida feliz, dançante. Seus espectadores observando e tentando entender o que há de errado com eles... Eu não imaginava a brutalidade desse filme. Esteja preparado.
O filme brasileiro mais experimental que já assisti. O diretor brinca com o subjetivo pra contar a história, quase sem usar palavras... Acho que a deterioração do filme traz ainda uma certa beleza ao filme. Descobri recentemente o compositor Erik Satie, e adivinha? Ele tá na trilha sonora do filme... As suas composições minimalistas deixam o filme ainda mais onírico.
Pra quem não tá acostumado a ver filme mudo, é bom ver outros mais acessíveis (como os do Humberto Mauro), porque senão esse aqui pode parecer bem mais cansativo que o normal. haha
Eu já sabia que ia passar fome vendo esse filme, então já fui assistir de buxo cheio. Mas mesmo assim, tô doido pra aprender a fazer lámen, é mais difícil que parece. haha
O que Stanley (Marlon Brando) tem de sensual, ele tem proporcional de babaca. Mas ele representa bem o que havia (e há) de machismo na sociedade que grazadeus tá mudando.
Vivien Leigh tem uma interpretação extremamente teatral nesse filme, e não achei definição melhor senão ligeiramente esquisita, mas que passa a ser compreensível no final do filme e acabei foi é gostando.
Sublime Obsessão
3.9 46 Assista AgoraMelodrama gostosin, me lembra as histórias dramáticas das novelas brasileiras dos anos 80, e eu gosto dessa linguagem simples e eficaz.
Não pude deixar de notar como fumavam nos anos 50, chega me deu falta de ar só de ver, um djabo duma fumaceira. Até na sala de enfermaria do hospital tinha cinzeiro, misericuerdia.
Instinto
2.7 66 Assista AgoraPra mim, esse filme é um completo não sei. Acho que não tem definição melhor. Se for juntar todas as partes que a personagem principal lança de olhares ao redor dos ambientes com cara de confusa, triste e tesão, daria por baixo uns 37 minutos só disso. É melhor ver logo 'A professora de piano' do Haneke, igual citaram baixo. De nada!
Nosferatu
3.6 942 Assista AgoraA única coisa que acho que não deu liga nesse filme, é chamarem um filósofo/alquimista para estudar e ajudar a solucionar a situação que envolve temas mal explorados como demônios. Achei até meio desnecessário.
Conto da Primavera
3.7 28Eu considero esse um dos filmes mais esteticamente belos do Rohmer. Gosto muito de revê-lo. Me passa uma sensação de leveza e elegância. Amo ver as flores tomando conta da tela, seja em estampas, vasos, pôsteres ou na natureza. Também me estimulou a ler Platão e Kant. Não está entre os melhores filmes do diretor, assumo. Mas tem sua classe, isso é inegável.
A Paixão Segundo G.H.
3.0 39Achei bem cansativo, pra que tanto take da barata? Parecia que enfiaram aquela barata onde não havia mais o que colocar. Eu pensava em abandonar o cinema na próxima cena daquilo mas aguentei firme. Deus me fez forte.
Não cheguei ainda a ler este livro específico da Clarice, porém condensar a densidade de um livro desses em 2h de filme fica difícil a absorção. Enquanto se raciocina sobre alguma frase... pá! Lá vem outra mais profunda ainda e tu fica meio solto vagando em muitas ideias. Visivelmente é um livro que exige tempo e reflexão.
Apesar disso, é um filme esteticamente lindo, todo filmado em película 35mm, com aspectos experimentais deslumbrantes. Parece ter sido feito nos anos 60. As cenas, simples, que mais parecem retratos, tentam compensar a complexidade do texto, para não matar o cérebro do expectador tentando abarcar tudo.
Saltburn
3.5 932A única coisa que me incomodou nesse filme é o humor em momentos completamente tensos. Meu cérebro ficou bugado sobre o que sentir. Hahahaha
Tudo em Todo O Lugar ao Mesmo Tempo
4.0 2,1K Assista AgoraAcho que esse filme me diagnosticou com algum problema cognitivo pois entendi foi quase nada. Lá pra 2/3 do filme eu simplesmente me perdi no tanto de imagens coloridas e legendas que teria que dar conta simultaneamente. Quase fiquei estrábico.
Quando estava quase desistindo, em estado depressivo, de entende-lo, estava rendido apenas a admirar as imagens, mas pra minha surpresa consegui pegar novamente o fio da meada! GrazaDeus não tô tão obtuso assim, ainda.
Acabou que gostei, afinal de contas, e acho que, no fim das contas, as 3 estrelas e meia vão mais pra minha incapacidade intelectual de entender obras hiperestimulantes como essa. Não tô acostumado.
Chocolate
3.8 20 Assista AgoraPra ser sincero, esperava mais. Esteja ciente que é um filme que foca mais na relação entre os brancos e nativos, onde há coisas a se tirar. Fora isso, é um filme que parece durar mais do que realmente dura.
Isaach de Bankolé (Protée) tem um peso quase hipnótico nesse filme, foi a minha maior surpresa. Amo sua forma de se expressar através de gestos, basicamente. Nele se concentra, nesse filme, toda uma força cultural e ancestral de seu povo contra o racismo e a submissão. Seus traços me inspiraram à expressa-los na minha pintura.
Moulin Rouge
3.9 32 Assista AgoraQue filme ótimo! Só o título é um pouco errôneo mas tudo bem. A fotografia é meio enviada, captando bem o fervor que deveria ser o Moulin Rouge. E parece muito mais recente do que realmente é, pensei que fosse dos anos 70. Grata surpresa. 💛
Contos Imorais
2.9 56 Assista AgoraÔ filme sonolento, temas muito mal trabalhados. Uma hora peguei num sono tão pesado que sonhei estar sentado no colo do Vosso Supremo, quando voltei ainda tinha 1h40m de filme.
Olha, assisti mesmo mesmo por causa de Paloma Picasso, que é, pra mim, a mulher mais sensual que já pisou na Terra.
Menção honrosa à fotografia de Theresa Filósofa, um dia quero filmar algo semelhante.
Fora isso, achei cansativo, paradão, muito close em x3r3ca e aquele p4u do lobisomem é bizarro demais, misericórdia.
Titane
3.5 433 Assista AgoraMas que filme bizarro da preula é esse? Fiquei o filme todo de boca aberta, chocado.
Só não curti a cena da doida puxando com a boca o piercing do bico do peito da outra, tô com uma gastura até agora.
Certeza que é o filme mais diferente e original que já vi na vida. Se eu gostei? Amei pela excentricidade e quero mais.
Round 6 (1ª Temporada)
4.0 1,3K Assista AgoraComeçou maravilhosa e terminou: - WTF?
O Império dos Sentidos
3.4 323 Assista AgoraEstranho como um filme nesse naipe foi feito no Japão, completamente sem censura, onde atualmente tudo é censurado e anti-erotismo. Eu fiquei um pouco incomodado com Sada, algumas cenas sexuais em tempo real, sem trilha, me deixaram sem ar igual o Kiichi-San. Eu achei um filme visualmente esplendoroso.
Amo estudar a sexualidade de alguns países, inclusive do Japão, através de livros e arte retratada nos séculos e esse filme retrata bem uma época neste país em que sua cultura estava prestes a se tornar cada vez mais pudorada conforme se abria diante dos olhos chocados do ocidente...
O Império da Paixão
3.7 32 Assista AgoraBizarro mesmo foi que NINGUÉM deu a MÍNIMA pro menino. Fiquei mais preocupado com o desmazelo com essa criança que quase nem me atentei à história. Alô, conselho tutelar?
Muros e Murmúrios
4.1 5Varda aponta sua lente para muros, eles dizem mais do que parece. Também vêem-se minorias, mostra que a opressão usa como expressão e válvula de escape a arte. Incrível como o filme tece uma história à outra. O futuro talvez seja uma onda que nos levará.
Amor Estranho Amor
2.7 418Finalmente consegui assistir esse filme!
Por gostar do estilo do Khouri, sabia que esse não ia me decepcionar. Tá longe de ser um filme puramente sexual. Tem seu teor psicológico, no caso, um homem que observa sob sua visão experiente o despertar da sua sexualidade.
Mas só não entendo o porquê de terem contratado um ator tão jovem pra fazer esse papel: coisas que nunca saberemos...
No entanto admiro esse ar decadente (e porque não, também, depravado?) do filme.
Narciso em Férias
4.0 40Chorei assistindo. Me emocionei junto com Caetano.
Quantas mais histórias como essa foram silenciadas naqueles tempos obscuros? Nunca saberemos. Só espero que coisas desse tipo jamais ocorram novamente.
Pixote: A Lei do Mais Fraco
4.0 495Muita coisa desse filme não mudou nesse país todos esses anos pra cá.
A televisão sempre mostrando uma vida feliz, dançante.
Seus espectadores observando e tentando entender o que há de errado com eles...
Eu não imaginava a brutalidade desse filme. Esteja preparado.
Reflexões de um Liquidificador
3.8 611 Assista AgoraTem uma cena de dancinha bem estilo Coringa né?
Jesus Cristo Superstar
3.8 190 Assista AgoraTem como um filme ser esquisito e mesmo assim você achar legal? Tem sim, porque eu achei isso desse filme.
Interiores
4.0 231 Assista AgoraÉ bela a profundidade de seus personagens, em como entram em conflitos entre si, mas no final de tudo, estão por algum motivo unidos
É belo como apenas Pearl usa roupas com cores fortes, os outros parecem pálidos, frios...
Limite
4.0 178 Assista AgoraO filme brasileiro mais experimental que já assisti. O diretor brinca com o subjetivo pra contar a história, quase sem usar palavras...
Acho que a deterioração do filme traz ainda uma certa beleza ao filme.
Descobri recentemente o compositor Erik Satie, e adivinha? Ele tá na trilha sonora do filme... As suas composições minimalistas deixam o filme ainda mais onírico.
Pra quem não tá acostumado a ver filme mudo, é bom ver outros mais acessíveis (como os do Humberto Mauro), porque senão esse aqui pode parecer bem mais cansativo que o normal. haha
Tampopo: Os Brutos Também Comem Spaghetti
4.0 68Eu já sabia que ia passar fome vendo esse filme, então já fui assistir de buxo cheio.
Mas mesmo assim, tô doido pra aprender a fazer lámen, é mais difícil que parece. haha
Uma Rua Chamada Pecado
4.3 462 Assista AgoraO que Stanley (Marlon Brando) tem de sensual, ele tem proporcional de babaca. Mas ele representa bem o que havia (e há) de machismo na sociedade que grazadeus tá mudando.
Vivien Leigh tem uma interpretação extremamente teatral nesse filme, e não achei definição melhor senão ligeiramente esquisita, mas que passa a ser compreensível no final do filme e acabei foi é gostando.