Primeiramente, a participação da Klara Castanho pela segunda obra interpretando uma criança, na minha opinião, sufoca o imenso potencial que tem essa atriz. Eu compreendo essa aceitação dela nesse tipo de papel como um movimento natural de "des-sexualizar-se", não ser vista como mulher, talvez até em uma defesa psicológica; mas, que acaba lhe diminuindo para papeis que lhe cairiam melhor cerca de 10 anos atrás. Ela tem tanto a oferecer! No filme, eu vejo um alerta e uma crítica, mas, embora a mensagem de que qualquer semelhança com a realidade se trataria de mera coincidência, lembrou-me muito uma notícia que vi há um tempo, de uma mãe que propositalmente mantinha a filha doente, mentindo que ela tinha algo grave, e com isso ganhava alguma atenção. O filme também me lembrou de outros casos reais, brasileiros mesmo, de mães que explora(va)m a imagem das filhas em canais como Youtube e TikTok, e que não precisa procurar muito para ver semelhança. Por fim, creio que o roteiro podia ter sido melhor trabalhado, mas acredito que tenha conseguido transmitir sua principal mensagem para o público.
Essa temporada traz reflexões muito importantes por meio de falas (principalmente do Nate). Mas, acho que o melhor foi esse espaço dado aos pensamentos intrusivos, que deu maior humanidade a cada uma das personagens, tão emocionalmente distantes entre si (digo de modo cultural mesmo; ainda quando estão a ser calorosos, parece restar um espaço e uma frieza entre eles. Esses pensamentos intrusivos preencheram uma parte disso). Sobre o final, prefiro não comentar. Mas, creio que pegou todo mundo de jeito, ainda mais porque a série toda é sobre morte, tratada com respeito, mas mesmo nas mortes das personagens da própria trama, de um modo pouco sensível e estritamente "profissional". Então, eu diria que só nessa quinta temporada a série vai além da morte e fala também sobre luto. Nisso, talvez, ela tenha tentado entregar uma reflexão completa.
Se a intenção era ser crítca, falhou miseravelmente. Não há trama envolvente, linha narrativa interessante ou construção de personagem que o valha. Além de não ser fiel aos mitos, chega a ser irritante com a elevação da cultura Woke.
Achei essa temporada meio perdida em dar continuidade aos dramas e enredos iniciados/fortalecidos na anterior. Já começa "do nada" com uma resolução da questão do problema de saúde do Nate, que não fica bem claro como as coisas aconteceram. Lisa é insuportável - e ainda consegue a façanha de morrer para se tornar inesquecível. Aqui, até que eu simpatizei um pouco mais com a Brenda. Vamos ver para onde a próxima estação nos leva.
O Sr. Wilson, agora adulta, me pareceu uma versão mais velha do Mr. Bean e achei os pais do Dennis bastante contemporâneos no que diz respeito a passar pano para as travessuras do filho. Eles literalmente 'cagam' para as queixas do vizinho idoso. Tem também o fato de que aquele bandido na mata, perto das crianças, com certeza seria mau sinal, mas naquele tempo não se via esse tipo de coisa com olhos de maldade...
Bem avaliado - nenhuma surpresa, pois já vi que nessa rede poucos têm senso crítico. A proposta poderia ser incrível, pois quem tem ansiedade sabe quão plausíveis os medos e insanidades da personagem são. Destaca-se que 90% das cenas de sexo não são necessárias para contar a história. E que o filme termina sem mostrar à personagem que talvez a grande causa da sua vida patológica é a própria mãe - basta prestar atenção às falas de vitimismo e abandono. Filme ruim, assista se tiver tempo para perder ou for uma pessoa ansiosa querendo rir um pouco de si mesma.
A história é bem complexa e acredito que para melhor compreensão seja necessário ou ler o livro (que deve ser complexo também) ou assistir a vídeos explicativos no youtube. Por mais que a produção possa ter se esmerado, as nomenclaturas e apresentação da cultura nessa distopia não é algo que fica evidente, e isso explica o elevado número de pessoas achando o filme chato ou lento. Eu achei apenas longo, mas gostei bastante e quero assistir à parte 2.
O que é aquela personagem Debbie? Podia fazer toda a diferença, mas aparece apenas para 2 ou 3 frases de efeito e muito sexo para o nosso protagonista. Esse é o tipo de personagem feminina desnecessária. Se poderia extrair muito dela, teria tudo para construir um papel importante, mas tudo se dilui em um poser (intelectuais entenderão) regado a soft pornô. Uma decadência que se repete em muitas obras para papeis secundários de mulheres.
Eu sinto saudades de quando o Filmow era um lugar de pessoas críticas. Vinha nos comentários e percebia que os audiovisuais que trazem uma proposta de reflexão eram bem acolhidos; ampliava meu mundo de ideias, compartilhava. Hoje em dia só vejo ‘gosto’, ‘não gosto’, ‘que feio’, ‘que bobo’. Comentários patéticos em obras incríveis. Mas, vou tentar contribuir um pouco, então.
Black Mirror nunca reivindicou uma "cara". Muitas queixas de pessoas que queriam ver "mais do mesmo" (a tal de 'cara' da série) e perdendo todas as possibilidades de pensamento crítico que a mesma oferece. Ou seja, a maioria assiste às séries apenas para entretenimento mesmo, uma das coisas que, de certa forma, essa temporada critica. Eu poderia me deter em diversas possibilidades que os episódios fornecem, mas aqui vou apenas brevemente discorrer sobre alguns aspectos: 1) 'Beyond the sea' (de longe, o que achei o melhor da temporada): Dois astronautas se submetem a uma missão sacrificiosa em igualade de condições. A partir do momento que essa igualdade inicial se perde, temos o ressentimento, a inveja, a disputa, a incompreensão, e todos esses sentimentos tão humanos, ocupando o espaço entre os dois personagens. Apesar de todo o futurismo, de toda a tecnologia, não perdemos o fator humano, as emoções, que nos fazem reivindicar aquilo que consideramos como nosso, e agir instintualmente para defender essas crenças (ou posses). Aqui, entre outros fatores, estamos trabalhando aquele velho instinto humano, o que nos faz rivalizar, competir e se comparar com o outro – não importa quanto avancemos em IA, nosso estado de natureza nos condena, será? Antes de ético, o confronto aqui é moral, e nos deixa pensando se podemos mesmo julgar a ação de David - entre outras tantas formulações possíveis. 2) 'Joan is awful': Você perdeu a grande mensagem desse episódio se foi dormir sem passar em revista o que fez durante o seu dia e como seus conhecidos reagiriam assistindo à sua série. Para além dos multiversos e da prisão na matrix, a prisão aqui é igualmente moral, já que, se todos soubessem o que estamos fazendo ou já fizemos, perderíamos a nossa naturalidade/ espontaneidade (e será que alguém se cumprimentaria ainda na rua?). Além disso, há uma crítica sutil às questões de inteligência artificial e o trabalho autoral, criativo e artístico, já que o papel de um bom roteiro, com cada cena pensada para fazer sentido no filme, se perderia em obras totalmente criadas pela IA. Podemos, ainda, perguntar o que é a realidade (ou, realidade para quem?) e para onde estamos caminhando em viver num mundo cercado de imagens (espetáculo) – que, aliás, o final do episódio ‘Mazey Day’ (aquele último clique) ilustra muito bem também em termos de crítica.
Um ode à promiscuidade e ao narcisismo. Sério que ela deixou o Fer (lá no começo) por tanta decadência? E ainda deixam gancho para segunda temporada...
Li o livro aos 16 anos e lembro de ter chorado demais. O filme não fica pra trás. Ainda mais quando a gente lembra que o autor realmente viveu aquilo...
Preciso comentar a perfeição dessa série. Um episódio melhor que o outro em uma história que nos envolve e arrebata. As intrigas, mentiras, traições e amores. As inesquecíveis lições do Cristo... E ainda hoje sua mensagem certamente não poderia se fazer compreendida. Por outro lado, o verdadeiro nojo que alguns personagens suscitam! Esta trama consegue mexer com todos os nossos sentidos e traduzir o enredo daquele tempo de forma fascinante, além de ser uma baita aula de História. Maravilhosa! Edit: Finalizando, é preciso reiterar a perfeição dessa série. Até hoje, sobre o tema, a obra que mais me tocou. O final deixa aquele vazio, pois já estava habituada a esse encontro diário, com aquele Jesus tão distante do que as religiões nos mostram. Vale muito a pena.
Para além da crítica literal, o filme precisa ser compreendido em um sentido metafórico. São dois lados de uma pessoa em crise disputando "quem ele é", passando a ter comportamentos autodestrutivos após ele perceber que todos os marcos de sucesso contemporâneo prometidos para ele como sinônimo de felicidade não atenderam àquilo que foi esperado. "Você me conheceu em um momento difícil da minha vida". Nada mais explícito que isso para sugerir que todo o caos que parece ser exterior não passa de uma luta psicológica, na qual tanta raiva e toxicidade precisavam de um canal para se esvair e para que o ser atormentado tentasse encontrar algum sentido.
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#Salve Rosa
2.7 83 Assista AgoraPrimeiramente, a participação da Klara Castanho pela segunda obra interpretando uma criança, na minha opinião, sufoca o imenso potencial que tem essa atriz. Eu compreendo essa aceitação dela nesse tipo de papel como um movimento natural de "des-sexualizar-se", não ser vista como mulher, talvez até em uma defesa psicológica; mas, que acaba lhe diminuindo para papeis que lhe cairiam melhor cerca de 10 anos atrás. Ela tem tanto a oferecer!
No filme, eu vejo um alerta e uma crítica, mas, embora a mensagem de que qualquer semelhança com a realidade se trataria de mera coincidência, lembrou-me muito uma notícia que vi há um tempo, de uma mãe que propositalmente mantinha a filha doente, mentindo que ela tinha algo grave, e com isso ganhava alguma atenção. O filme também me lembrou de outros casos reais, brasileiros mesmo, de mães que explora(va)m a imagem das filhas em canais como Youtube e TikTok, e que não precisa procurar muito para ver semelhança. Por fim, creio que o roteiro podia ter sido melhor trabalhado, mas acredito que tenha conseguido transmitir sua principal mensagem para o público.
A Sete Palmos (5ª Temporada)
4.8 501 Assista AgoraEssa temporada traz reflexões muito importantes por meio de falas (principalmente do Nate). Mas, acho que o melhor foi esse espaço dado aos pensamentos intrusivos, que deu maior humanidade a cada uma das personagens, tão emocionalmente distantes entre si (digo de modo cultural mesmo; ainda quando estão a ser calorosos, parece restar um espaço e uma frieza entre eles. Esses pensamentos intrusivos preencheram uma parte disso). Sobre o final, prefiro não comentar. Mas, creio que pegou todo mundo de jeito, ainda mais porque a série toda é sobre morte, tratada com respeito, mas mesmo nas mortes das personagens da própria trama, de um modo pouco sensível e estritamente "profissional". Então, eu diria que só nessa quinta temporada a série vai além da morte e fala também sobre luto. Nisso, talvez, ela tenha tentado entregar uma reflexão completa.
Kaos (1ª Temporada)
3.5 45 Assista AgoraSe a intenção era ser crítca, falhou miseravelmente. Não há trama envolvente, linha narrativa interessante ou construção de personagem que o valha. Além de não ser fiel aos mitos, chega a ser irritante com a elevação da cultura Woke.
A Sete Palmos (3ª Temporada)
4.4 162Achei essa temporada meio perdida em dar continuidade aos dramas e enredos iniciados/fortalecidos na anterior. Já começa "do nada" com uma resolução da questão do problema de saúde do Nate, que não fica bem claro como as coisas aconteceram. Lisa é insuportável - e ainda consegue a façanha de morrer para se tornar inesquecível. Aqui, até que eu simpatizei um pouco mais com a Brenda.
Vamos ver para onde a próxima estação nos leva.
Dennis: O Pimentinha
2.8 447O Sr. Wilson, agora adulta, me pareceu uma versão mais velha do Mr. Bean e achei os pais do Dennis bastante contemporâneos no que diz respeito a passar pano para as travessuras do filho. Eles literalmente 'cagam' para as queixas do vizinho idoso. Tem também o fato de que aquele bandido na mata, perto das crianças, com certeza seria mau sinal, mas naquele tempo não se via esse tipo de coisa com olhos de maldade...
Gilmore Girls: Tal Mãe, Tal Filha (2ª Temporada)
4.4 196 Assista AgoraTotalmente inverossímil, mas excelente para praticar inglês.
Depois a Louca Sou Eu
3.4 147 Assista AgoraBem avaliado - nenhuma surpresa, pois já vi que nessa rede poucos têm senso crítico. A proposta poderia ser incrível, pois quem tem ansiedade sabe quão plausíveis os medos e insanidades da personagem são. Destaca-se que 90% das cenas de sexo não são necessárias para contar a história. E que o filme termina sem mostrar à personagem que talvez a grande causa da sua vida patológica é a própria mãe - basta prestar atenção às falas de vitimismo e abandono. Filme ruim, assista se tiver tempo para perder ou for uma pessoa ansiosa querendo rir um pouco de si mesma.
Duna
3.8 1,7K Assista AgoraA história é bem complexa e acredito que para melhor compreensão seja necessário ou ler o livro (que deve ser complexo também) ou assistir a vídeos explicativos no youtube. Por mais que a produção possa ter se esmerado, as nomenclaturas e apresentação da cultura nessa distopia não é algo que fica evidente, e isso explica o elevado número de pessoas achando o filme chato ou lento. Eu achei apenas longo, mas gostei bastante e quero assistir à parte 2.
Miss Potter
3.6 224 Assista AgoraCertamente ela tinha algum grau de autismo... E tão lamentável o que acontece ao Norman...
Mindhunter (1ª Temporada)
4.4 814 Assista AgoraO que é aquela personagem Debbie? Podia fazer toda a diferença, mas aparece apenas para 2 ou 3 frases de efeito e muito sexo para o nosso protagonista. Esse é o tipo de personagem feminina desnecessária. Se poderia extrair muito dela, teria tudo para construir um papel importante, mas tudo se dilui em um poser (intelectuais entenderão) regado a soft pornô. Uma decadência que se repete em muitas obras para papeis secundários de mulheres.
Filhos de Gaza
4.4 11Que filme difícil. Quanta dor! Esse filme nunca passou e nesse momento mesmo continua acontecendo.
Black Mirror (6ª Temporada)
3.3 622 Assista AgoraEu sinto saudades de quando o Filmow era um lugar de pessoas críticas. Vinha nos comentários e percebia que os audiovisuais que trazem uma proposta de reflexão eram bem acolhidos; ampliava meu mundo de ideias, compartilhava. Hoje em dia só vejo ‘gosto’, ‘não gosto’, ‘que feio’, ‘que bobo’. Comentários patéticos em obras incríveis. Mas, vou tentar contribuir um pouco, então.
Black Mirror nunca reivindicou uma "cara". Muitas queixas de pessoas que queriam ver "mais do mesmo" (a tal de 'cara' da série) e perdendo todas as possibilidades de pensamento crítico que a mesma oferece. Ou seja, a maioria assiste às séries apenas para entretenimento mesmo, uma das coisas que, de certa forma, essa temporada critica. Eu poderia me deter em diversas possibilidades que os episódios fornecem, mas aqui vou apenas brevemente discorrer sobre alguns aspectos:
1) 'Beyond the sea' (de longe, o que achei o melhor da temporada): Dois astronautas se submetem a uma missão sacrificiosa em igualade de condições. A partir do momento que essa igualdade inicial se perde, temos o ressentimento, a inveja, a disputa, a incompreensão, e todos esses sentimentos tão humanos, ocupando o espaço entre os dois personagens. Apesar de todo o futurismo, de toda a tecnologia, não perdemos o fator humano, as emoções, que nos fazem reivindicar aquilo que consideramos como nosso, e agir instintualmente para defender essas crenças (ou posses). Aqui, entre outros fatores, estamos trabalhando aquele velho instinto humano, o que nos faz rivalizar, competir e se comparar com o outro – não importa quanto avancemos em IA, nosso estado de natureza nos condena, será? Antes de ético, o confronto aqui é moral, e nos deixa pensando se podemos mesmo julgar a ação de David - entre outras tantas formulações possíveis.
2) 'Joan is awful': Você perdeu a grande mensagem desse episódio se foi dormir sem passar em revista o que fez durante o seu dia e como seus conhecidos reagiriam assistindo à sua série. Para além dos multiversos e da prisão na matrix, a prisão aqui é igualmente moral, já que, se todos soubessem o que estamos fazendo ou já fizemos, perderíamos a nossa naturalidade/ espontaneidade (e será que alguém se cumprimentaria ainda na rua?). Além disso, há uma crítica sutil às questões de inteligência artificial e o trabalho autoral, criativo e artístico, já que o papel de um bom roteiro, com cada cena pensada para fazer sentido no filme, se perderia em obras totalmente criadas pela IA. Podemos, ainda, perguntar o que é a realidade (ou, realidade para quem?) e para onde estamos caminhando em viver num mundo cercado de imagens (espetáculo) – que, aliás, o final do episódio ‘Mazey Day’ (aquele último clique) ilustra muito bem também em termos de crítica.
Apaixonados Outra Vez (1ª Temporada)
2.8 20 Assista AgoraUm ode à promiscuidade e ao narcisismo. Sério que ela deixou o Fer (lá no começo) por tanta decadência? E ainda deixam gancho para segunda temporada...
Meu Pé de Laranja Lima
3.9 355Li o livro aos 16 anos e lembro de ter chorado demais. O filme não fica pra trás. Ainda mais quando a gente lembra que o autor realmente viveu aquilo...
Better Call Saul (6ª Temporada)
4.6 433 Assista AgoraHoward, definitivamente, não merecia esse fim. Roteirista se perdeu. E não passo pano pro Jimmy. Merecia muito mais ter uma morte indigna.
Estômago
4.2 1,7K Assista AgoraQue filme bom! Desses que nos lembram que o cinema nacional também tem suas preciosidades. E de lambuja, ainda aprendemos um tiquinho de gastronomia.
María Magdalena
4.3 10 Assista AgoraPreciso comentar a perfeição dessa série. Um episódio melhor que o outro em uma história que nos envolve e arrebata. As intrigas, mentiras, traições e amores. As inesquecíveis lições do Cristo... E ainda hoje sua mensagem certamente não poderia se fazer compreendida. Por outro lado, o verdadeiro nojo que alguns personagens suscitam! Esta trama consegue mexer com todos os nossos sentidos e traduzir o enredo daquele tempo de forma fascinante, além de ser uma baita aula de História. Maravilhosa!
Edit: Finalizando, é preciso reiterar a perfeição dessa série. Até hoje, sobre o tema, a obra que mais me tocou. O final deixa aquele vazio, pois já estava habituada a esse encontro diário, com aquele Jesus tão distante do que as religiões nos mostram. Vale muito a pena.
Dark (2ª Temporada)
4.5 905"An endless cycle" é o melhor episódio da temporada.
Better Call Saul (5ª Temporada)
4.6 331 Assista Agora"Bagman" me fez repensar o valor do dinheiro...
Clube da Luta
4.5 4,9K Assista AgoraPara além da crítica literal, o filme precisa ser compreendido em um sentido metafórico. São dois lados de uma pessoa em crise disputando "quem ele é", passando a ter comportamentos autodestrutivos após ele perceber que todos os marcos de sucesso contemporâneo prometidos para ele como sinônimo de felicidade não atenderam àquilo que foi esperado. "Você me conheceu em um momento difícil da minha vida". Nada mais explícito que isso para sugerir que todo o caos que parece ser exterior não passa de uma luta psicológica, na qual tanta raiva e toxicidade precisavam de um canal para se esvair e para que o ser atormentado tentasse encontrar algum sentido.