O final de Stranger Things me fez lembrar exatamente o motivo de eu ter gostado tanto dessa série desde o começo. Nunca foi sobre grandes cenas épicas de ação. A essência sempre esteve em outro lugar: na amizade, no amor, na fraternidade. No amor entre amigos e família, com uma aventura misteriosa servindo de pano de fundo. Eu chorei pela despedida e pelo simples fato de ter acabado. É difícil desapegar depois de acompanhar essas crianças crescendo. A sensação é parecida com a que tive ao me despedir de Harry Potter. A diferença é que, em Harry Potter, eu cresci junto com os atores; em Stranger Things, eu os vi crescer. Ainda assim, o vínculo se construiu. Essa série soube desenvolver seus personagens com muito cuidado, especialmente as personagens femininas, que foram fortes, complexas, humanas e marcantes. Vou sentir saudades desse universo, dessas relações, dessa sensação de pertencimento que poucas histórias conseguem criar.
Eu sei que, se o Saitama aparecesse o tempo todo, não ia sobrar muita série, porque ele resolve tudo rápido demais. Mesmo assim, senti falta dele. Faz falta não só a força absurda, mas o humor irônico e gostoso, feito de piadas simples, inteligentes e muito bem encaixadas nas situações. Esse contraste entre o poder infinito e a total falta de interesse dá identidade à série, que ri de si mesma com muita consciência. E, convenhamos, ele é o melhor careca do mundo, conquistou meu coração peludo XD.
Gostei mais do que esperava, principalmente por causa do núcleo da Yennefer e das personagens femininas. Sempre que começavam os musicais, eu acelerava sem remorso. Milva foi um destaque absoluto, e o Vampirão Morpheus é simplesmente maravilhoso. O Liam se esforça bastante e até consegue imitar o Henry, o que é louvável mesmo que o papel, em si, não seja tão exigente. Afinal, basta ser um brutamontes muito gostoso que solta alguns rosnados. O problema é que o Henry era sexy e tinha presença sem tentar, enquanto o Liam beira a tosquice cômica em várias momentos. E a Ciri… eu tenho muita dó. A guria só se fode. Se tropeça, cai num trauma novo. Se respira, o universo resolve puni-la. Ela é praticamente a personificação do “o mundo vai te esmagar, querida”. Como cantava Cartola: "Ouça-me bem, amor Preste atenção, o mundo é um moinho Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho Vai reduzir as ilusões a pó..."
Essa série é o típico exemplo que revela apenas o que há de mais superficial (e perigoso) no tratamento de temas sérios como o feminicídio ao transformar a morte violenta de uma mulher em pano de fundo dramático, sem se comprometer minimamente com a responsabilidade de abordar o machismo estrutural que está por trás desse tipo de crime. As personagens femininas são mal escritas e quase sempre colocadas em função das dores ou ações dos homens. É frustrante ver uma produção que poderia ser potente se perder em estereótipos e silêncios convenientes. Mais frustrante ainda é sentir que criticar machismo parece ser mais ofensivo do que reproduzi-lo em massa.
Teve sim uma quebra de ritmo em relação as outras temporadas e eu demorei pra terminar. Mas, mesmo assim eu amei. B99 é feita por seus personagens lindamente construídos. Jake e Amy são um dos melhores casais que eu já vi. A representatividade na série é natural e muito gostosa. Os homens dessa série são maravilhosos. As críticas sociais são muito bem encaixadas com humor e empatia na medida certa. Me emocionei muito com a cena do Holt e do Jake. A Rosa é a minha personagem favorita.
A historia é original, criativa, bem construída com um elenco excelente. Entretanto, também é problematica e controversa a ponto de ser inavaliavel pra mim. Pois, apesar das qualidades como uma obra de fantasia sobrenatural, a sua abordagem referente ao suicídio é péssima e minimaliza o problema de forma arrogante e pretensioso. O seu moralismo exacerbado ignora completamente a dor do suicida e o contexto que o levou a morte. Portanto, a série julga ao invés de acolher, sem um pingo de empatia. Diante disso, como uma pessoas que já teve ideias suicidas, afirmo que, diferente da proposta da série o que me fez superar foi: - Me tornar agnóstica. - Me afastar de pessoas tóxicas (meus pais e familiares). - Aceitar a dor e aprender a conviver com ela, sem me reprimir. - Me perdoar por errar. - Diminuir o ritmo e aprender a colocar limites. - Aprender a ser infeliz para ser feliz. - Reclamar ao mesmo tempo em que tenta ver o lado das bom. - Adotar 3 gatos e amá-los incondicionalmente. - Terapia com uma ótima profissional. - Solitute com a ideia de que é legal ter pessoas que te fazem bem por perto.
Dito isso, não recomendarei essa série pra ninguém. Ao contrário do dorama Tomorrow com o antidepressivo Rowoon, que trabalha EMPATIA e realmente ajuda a entender como a mente de uma pessoa suicida funciona.
O tempo é uma coisa engraçada, passa igual pra todos, mas é sentido de forma diferente, a experiência é de fato relativa. A vida em geral tem um senso de humor irônico. "Somos apaixonados só nos bons momentos e um fardo um para o outro nos ruins". Eu vivi, senti e ouvi que era um fardo de "n" pessoas. Então, o peso que isso tem, apesar de diferente no caso deles, me doeu profundamente. E como disseram, vou precisar de terapia.
Lee Do Hyun gosta de dramas familiares com gêmeos envolvidos. Wi ha joon gosta de papeis secundários que ele só se apaixona por mulheres mais velhas. Hwang In-yeop sempre bad boy. Nostálgico ver o Yoon Sang Hyun.
Começa de um modo morno e termina me matando de ansiedade. Chorei em quase todos os episódios de tanta nostalgia. Acompanho essa historia desde criança, 20 anos de lembranças e muito amor por todos os personagens. Fiquei com muito medo de não gostar do anime, por isso enrolei pra ver. Mas, agora já era, to apegada, apaixonada e orgulhosa das minhas meninas. Moroha, Towa e Setsuna são o que Inuyasha, Kagome e Sesshoumaru tem de melhor.
Moroha é o equilibrio perfeito entre o Inuyasha e a Kagome. E me lembra muito o pai, o mesmo jeito bobão e fofo com aquelas roupas vermelhas e a pose que o Inu fazia quando descontraído, com as mãos nas costas. E tem a meiguice da Kagome ao mesmo tempo.
A Towa tem muito da Rin e muito da criação cheia de amor que ela teve, graças ao Souta com a força e presença do Sesshoumaru.
A Setsuna é o Sesshoumaru com pitadas de Rin, mais séria e madura. Mais traumatizada também. Entretanto, bondosa e justa.
Ra mi-Ran é excelente, que atriz maravilhosa, ela dá uma aula de atuação. De longe um dos melhores doramas que eu já assisti. Ele conseguiu me prender do começo ao fim. É um drama bem realista sobre os desafios da maternidade e quão complexo pode ser criar outro ser humano. Young-Soon me revoltou em vários momentos, mas também me comoveu, me fez chorar.
É aquela coisa, desliga a mente vai. Curte a criatividade e se divirta com a trama sem ligar para as irrealidades e o fato de que o superpoder de protagonista é extremamente aguçado no Vincenzo. Entretanto, todos os personagens são extremamente bem construídos e eu amei a ideia de transformar um discreto coreano em um italiano mafioso cheio de expressividade corporal gritando "ma che cazzo". Hong cha young é extremamente carismatica e cheia de atitude, maravilhosa sua personagem assim como todas as personagens femininas da série. A trilha sonora é muito marcante e divertida também. Enfim para quem quer ver algo diferente e descontraído esse dorama é certeiro, principalmente considerando o moralismo fortemente presente na cultura dos coreanos.
Eu gostei muito, mas tiro uma estrela pelos dois últimos episódios, que foram sofridos pra mim. Achei que eles banalizaram demais a depressão da Min-JU, a ponto de deixar a personagem patética e ser quase impossível ter empatia por ela.
Pontos altos: Jung Ji Woon pansexual, ele amava a pessoa independente do gênero. A ideia da série é legal e as cenas de lutas, além de ter personagens legais. Ponts baixos: Enrolado demais, muita informação, pouco sentido. Além de darem muito foco pra coisas banais e deixarem de lado fatos que seriam mais interessantes. Muitos personagens acabam sumindo e aparecendo do nada. Uma pena.
Dele & Dela
3.5 134 Assista AgoraA vingança mais satisfatória de todas.
Stranger Things (5ª Temporada)
3.5 510 Assista AgoraO final de Stranger Things me fez lembrar exatamente o motivo de eu ter gostado tanto dessa série desde o começo. Nunca foi sobre grandes cenas épicas de ação. A essência sempre esteve em outro lugar: na amizade, no amor, na fraternidade. No amor entre amigos e família, com uma aventura misteriosa servindo de pano de fundo.
Eu chorei pela despedida e pelo simples fato de ter acabado. É difícil desapegar depois de acompanhar essas crianças crescendo. A sensação é parecida com a que tive ao me despedir de Harry Potter. A diferença é que, em Harry Potter, eu cresci junto com os atores; em Stranger Things, eu os vi crescer. Ainda assim, o vínculo se construiu.
Essa série soube desenvolver seus personagens com muito cuidado, especialmente as personagens femininas, que foram fortes, complexas, humanas e marcantes. Vou sentir saudades desse universo, dessas relações, dessa sensação de pertencimento que poucas histórias conseguem criar.
One Punch Man (3ª Temporada)
2.3 34 Assista AgoraEu sei que, se o Saitama aparecesse o tempo todo, não ia sobrar muita série, porque ele resolve tudo rápido demais. Mesmo assim, senti falta dele.
Faz falta não só a força absurda, mas o humor irônico e gostoso, feito de piadas simples, inteligentes e muito bem encaixadas nas situações.
Esse contraste entre o poder infinito e a total falta de interesse dá identidade à série, que ri de si mesma com muita consciência.
E, convenhamos, ele é o melhor careca do mundo, conquistou meu coração peludo XD.
Happiness
4.0 33O auge do dorama é o casal protagonista e concordo que o Park Hyung Sik está uma gostosura desconcertante.
True Blood (1ª Temporada)
4.2 603 Assista AgoraA pessoa chama-se “Carmela Socando”, escreve “não te ajudar muito” e ainda acha que tem moral pra criticar alguma coisa.
The Witcher (4ª Temporada)
2.9 48 Assista AgoraGostei mais do que esperava, principalmente por causa do núcleo da Yennefer e das personagens femininas. Sempre que começavam os musicais, eu acelerava sem remorso. Milva foi um destaque absoluto, e o Vampirão Morpheus é simplesmente maravilhoso. O Liam se esforça bastante e até consegue imitar o Henry, o que é louvável mesmo que o papel, em si, não seja tão exigente. Afinal, basta ser um brutamontes muito gostoso que solta alguns rosnados. O problema é que o Henry era sexy e tinha presença sem tentar, enquanto o Liam beira a tosquice cômica em várias momentos. E a Ciri… eu tenho muita dó. A guria só se fode. Se tropeça, cai num trauma novo. Se respira, o universo resolve puni-la. Ela é praticamente a personificação do “o mundo vai te esmagar, querida”.
Como cantava Cartola: "Ouça-me bem, amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho
Vai reduzir as ilusões a pó..."
Sobreviventes
3.3 24 Assista AgoraEssa série é o típico exemplo que revela apenas o que há de mais superficial (e perigoso) no tratamento de temas sérios como o feminicídio ao transformar a morte violenta de uma mulher em pano de fundo dramático, sem se comprometer minimamente com a responsabilidade de abordar o machismo estrutural que está por trás desse tipo de crime.
As personagens femininas são mal escritas e quase sempre colocadas em função das dores ou ações dos homens. É frustrante ver uma produção que poderia ser potente se perder em estereótipos e silêncios convenientes.
Mais frustrante ainda é sentir que criticar machismo parece ser mais ofensivo do que reproduzi-lo em massa.
Sobreviventes
3.3 24 Assista AgoraEsse recado foi MODERADO.
Motivo: Infração dos Termos de Uso. Comentários ofensivos.
Equipe Filmow.com
Brooklyn Nine-Nine (8ª Temporada)
4.2 149 Assista AgoraTeve sim uma quebra de ritmo em relação as outras temporadas e eu demorei pra terminar. Mas, mesmo assim eu amei.
B99 é feita por seus personagens lindamente construídos. Jake e Amy são um dos melhores casais que eu já vi.
A representatividade na série é natural e muito gostosa.
Os homens dessa série são maravilhosos.
As críticas sociais são muito bem encaixadas com humor e empatia na medida certa.
Me emocionei muito com a cena do Holt e do Jake.
A Rosa é a minha personagem favorita.
O Jogo da Morte: Parte 1
4.4 71 Assista AgoraA historia é original, criativa, bem construída com um elenco excelente. Entretanto, também é problematica e controversa a ponto de ser inavaliavel pra mim. Pois, apesar das qualidades como uma obra de fantasia sobrenatural, a sua abordagem referente ao suicídio é péssima e minimaliza o problema de forma arrogante e pretensioso.
O seu moralismo exacerbado ignora completamente a dor do suicida e o contexto que o levou a morte. Portanto, a série julga ao invés de acolher, sem um pingo de empatia.
Diante disso, como uma pessoas que já teve ideias suicidas, afirmo que, diferente da proposta da série o que me fez superar foi:
- Me tornar agnóstica.
- Me afastar de pessoas tóxicas (meus pais e familiares).
- Aceitar a dor e aprender a conviver com ela, sem me reprimir.
- Me perdoar por errar.
- Diminuir o ritmo e aprender a colocar limites.
- Aprender a ser infeliz para ser feliz.
- Reclamar ao mesmo tempo em que tenta ver o lado das bom.
- Adotar 3 gatos e amá-los incondicionalmente.
- Terapia com uma ótima profissional.
- Solitute com a ideia de que é legal ter pessoas que te fazem bem por perto.
Dito isso, não recomendarei essa série pra ninguém.
Ao contrário do dorama Tomorrow com o antidepressivo Rowoon, que trabalha EMPATIA e realmente ajuda a entender como a mente de uma pessoa suicida funciona.
Twenty-Five Twenty-One
4.4 65O tempo é uma coisa engraçada, passa igual pra todos, mas é sentido de forma diferente, a experiência é de fato relativa. A vida em geral tem um senso de humor irônico.
"Somos apaixonados só nos bons momentos e um fardo um para o outro nos ruins".
Eu vivi, senti e ouvi que era um fardo de "n" pessoas. Então, o peso que isso tem, apesar de diferente no caso deles, me doeu profundamente.
E como disseram, vou precisar de terapia.
18 Outra Vez
4.3 19 Assista AgoraLee Do Hyun gosta de dramas familiares com gêmeos envolvidos.
Wi ha joon gosta de papeis secundários que ele só se apaixona por mulheres mais velhas.
Hwang In-yeop sempre bad boy.
Nostálgico ver o Yoon Sang Hyun.
The Last of Us (1ª Temporada)
4.4 1,2K Assista AgoraSalvar a humanidade? Pra que? Eu quero mais é que se foda. Meu pano para o Joel é com glitter.
The White Lotus (1ª Temporada)
3.9 453 Assista AgoraComo sempre os pobres continuam se fodendo.
Hanyou no Yashahime: Sengoku Otogizoushi (1ª Temporada)
3.7 13Começa de um modo morno e termina me matando de ansiedade. Chorei em quase todos os episódios de tanta nostalgia. Acompanho essa historia desde criança, 20 anos de lembranças e muito amor por todos os personagens.
Fiquei com muito medo de não gostar do anime, por isso enrolei pra ver. Mas, agora já era, to apegada, apaixonada e orgulhosa das minhas meninas.
Moroha, Towa e Setsuna são o que Inuyasha, Kagome e Sesshoumaru tem de melhor.
Moroha é o equilibrio perfeito entre o Inuyasha e a Kagome. E me lembra muito o pai, o mesmo jeito bobão e fofo com aquelas roupas vermelhas e a pose que o Inu fazia quando descontraído, com as mãos nas costas. E tem a meiguice da Kagome ao mesmo tempo.
A Towa tem muito da Rin e muito da criação cheia de amor que ela teve, graças ao Souta com a força e presença do Sesshoumaru.
A Setsuna é o Sesshoumaru com pitadas de Rin, mais séria e madura. Mais traumatizada também. Entretanto, bondosa e justa.
The Good Bad Mother
4.5 37 Assista AgoraRa mi-Ran é excelente, que atriz maravilhosa, ela dá uma aula de atuação.
De longe um dos melhores doramas que eu já assisti. Ele conseguiu me prender do começo ao fim. É um drama bem realista sobre os desafios da maternidade e quão complexo pode ser criar outro ser humano.
Young-Soon me revoltou em vários momentos, mas também me comoveu, me fez chorar.
A cena dela chorando ao entender o motivo do Kang Ho não querer comer, me quebrou muito.
Vincenzo
4.4 99 Assista AgoraÉ aquela coisa, desliga a mente vai. Curte a criatividade e se divirta com a trama sem ligar para as irrealidades e o fato de que o superpoder de protagonista é extremamente aguçado no Vincenzo. Entretanto, todos os personagens são extremamente bem construídos e eu amei a ideia de transformar um discreto coreano em um italiano mafioso cheio de expressividade corporal gritando "ma che cazzo".
Hong cha young é extremamente carismatica e cheia de atitude, maravilhosa sua personagem assim como todas as personagens femininas da série.
A trilha sonora é muito marcante e divertida também.
Enfim para quem quer ver algo diferente e descontraído esse dorama é certeiro, principalmente considerando o moralismo fortemente presente na cultura dos coreanos.
Derry Girls (1ª Temporada)
4.0 71 Assista AgoraEu tive uma crise de riso fulminante no final do 1°episódio.
Avatar: A Lenda de Aang (3ª Temporada)
4.7 326 Assista AgoraUma das únicas animações que me faz chorar.
Avatar: O Último Mestre do Ar (1ª Temporada)
3.8 168 Assista AgoraNão é ruim, mas também não é bom.
Bom Dia, Verônica (3ª Temporada)
2.8 202 Assista AgoraO que aconteceu aqui? Nem parece a mesma série. To chocada.
O Tempo Traz Você Pra Mim
4.1 37 Assista AgoraEu gostei muito, mas tiro uma estrela pelos dois últimos episódios, que foram sofridos pra mim.
Achei que eles banalizaram demais a depressão da Min-JU, a ponto de deixar a personagem patética e ser quase impossível ter empatia por ela.
Considerando o alto nível de suicídios na Coreia do Sul, eles deviam ter um pouco mais de bom senso e delicadeza ao abordar o tema.
The King's Affection
4.2 56Pontos altos: Jung Ji Woon pansexual, ele amava a pessoa independente do gênero. A ideia da série é legal e as cenas de lutas, além de ter personagens legais.
Ponts baixos: Enrolado demais, muita informação, pouco sentido. Além de darem muito foco pra coisas banais e deixarem de lado fatos que seriam mais interessantes. Muitos personagens acabam sumindo e aparecendo do nada. Uma pena.
Mine
4.1 18 Assista AgoraEu adorei as protagonistas.
Temática LGBT.
Se não fosse a enorme barriga, eu daria um 10.