É pra isso que a Netflix é a única que cobra preco diferente (e um assalto!) no plano 4K? Pelo amor de Deus... que execução tosca. E tem gente elogiando, a que ponto chegamos... TANTOS outros exemplos de filmes com a mesma temática
Uma obra prima como, há muito, não vejo no cinema mainstream! Bebe da fonte de clássicos cult como "O retrato de dorian gray", ao clipe de "American Life", da Madonna, ao filme "God Bless America" e à "Carrie, a estranha" - quem diz que o terceiro ato é inútil não assistiu "Carrie" e a tudo o que a protagonista suportou até o desfecho no último ato. Isso é cinema: traz ao contemporâneo sem esquecer o clássicos e toda trajetória até ali: a personagem da Demi Moore representa isso naquela indústria fictícia, bem, pelo menos isso é o que Elizabeth projeta.
A escalação da Demissão Moore foi muito acertada e não foi aleatória: Demi foi considerada o símbolo sexual de uma geração, ponto de síntese perfeito para o roteiro de "A substância". O gore, que alguns dizem dispensável, foi quase um personagem no filme e brutalizou o que mil palavras no roteiro não conseguiriam dizer.
Sempre houve um hibridismo de gêneros no cinema independente, não sei qual foi o espanto no mainstream. O gore sempre foi um subgênero cultuado do terror, bem como os filmes de faroeste, que vem ganhando, também, hibridismo em filmes como "ataque dos cães" e "estranha forma a de vida". Como o contemporâneo está cada vez mais pulverizado e cada nicho tem seu tipo de público, acabam se destacando (em critica e, às vezes, bilheteria) os filmes que conseguem equilibrar diversos generos por trás de uma estrutura coesa, como "a substância" e "tudo em todo lugar ao mesmo tempo".
Se o tema central de "A substância" fosse filmado de uma outra forma, seria apenas mais um filme estilo videoclipe da Beyoncé, "pretty hurts", mas esse filme entra para a história do cinema por trazer o gore, unindo o feio e o belo na mesma moeda (desde "O homem elefante", do Lynch, eu não via um efeito narrativo assim) e acertando em todas as escolhas arriscadas. Adorei a ideia de termos as "divisões" em id, ego e superego.
A última cena é simplesmente inesquecível: nos lembra o que somos e para onde vamos, essas figuras disformes que, às vezes, encarnam. Que filme! E que tenha o reconhecimento que merece.
THIS IS CINEMA!! É camp, é divertido, nem atuado direção incrível! Em meio a tantas sequências muito pedidas, mas que ninguém precisava, não sabia que precisei TANTO de uma sequência desse filme, mesmo que não precisasse. Assisti com um sorriso de orelha a orelha.
Gente, quando eu critico algum filme nacional sempre procuro ter o maior tato possível, visto a labuta gigantesca que é fazer cinema e outras artes no BR. Mas, caramba, que filme constrangedor! Anos de luta, tantas formas em que a diversidade LGBT+ já está sendo retratada e pergunto diretamente ao roteiro desse filme: é assim e só isso?
Foi um anticlímax em relação ao filme anterior do diretor. Roteiro totalmente previsível, não sei se a ideia do filme é virar um espelho pra própria comunidade mas, ainda que fosse, tentou executar de uma forma completamente pastelona, sem ironias, sem um refinamento no humor, nada funciona.
A única coisa que salva esse filme foi, ao menos, a tentativa """neorealista""" de colocar o protagonista e seu grupo de amigos dentro de um contexto extremamente precarizado de trabalho, em meio à perrrengues dos 30 anos e um país cada dia mais empobrecido, mas não se aprofunda nisso ou vai além, como um "Corpo Elétrico", por exemplo. Os diálogos parecem saídos de uma série teen da Star+, porém com personagens orbitando os 30 e tantos anos.
Nem a tentativa de metalinguagem entre vida e cinema funcionou: o filme tenta a todo tempo reforçar o que deveria estar mostrando, com frases soltas a todo tempo como: "você faz da sua vida um roteiro", "sua vida não é um filme", etc. Os personagens não tem nenhuma complexidade, enfim, uma bomba. E não digo isso com alegria, pra desmerecer a todos os envolvidos, mas com tristeza, por que podia tanto, mas tanto mais...
O retorno triunfal de Josh Hartnett (queridinho dos suspenses dos anos 2000) é o que tornou "Armadilha" atração. Gostei muito da atuação dele como psicopata (menos histriônica, como de costume, e mais ansiosa, mostrando a vulnerabilidade narcisista em ser capturado, e contida). O restante das atuações foram ok, a da cantora pop foi terrível.
Acho que o filme acerta na escalada da tensão, apesar das conveniências do roteiro, mas esse foi um filme de atuação e a proposta ficou clara, desde o início pra mim. A primeira metade é muito boa e deveria ter tido mais tempo de tela. A segunda metade entrega um SuperCine de respeito, com reviravolta e achei competente em não fazer firula como os padrões de filmes hoje. "Armadilha" aposta no simples e, apesar dos tropeços, acerta em contar uma boa história sob o ponto de vista do assassino.
A última cena é incrível, atuação pura. Não é memorável, mas também não é essa bomba toda que estão pintando, não. M Night tem muitos fracassos, sim, mas esse não é um deles.
Um dos melhores filmes que assisti esse ano: cinema raiz, diálogos, montagem, poucos cenários e um roteiro teatral de tirar o fôlego. Chorei muito e saí revigorado
Não sei porque insistem em chamar o invocaverso de mitologia. É preciso de complexidade pra algo ter aspecto de "mitologico". Homero, Tolkien, Martin choram. Mas dei boas gargalhadas com esse filme!
Dando a César o que é de César: o argumento do filme é inteligentíssimo, tinha todos os elementos pra ser um dos mais originais dos últimos anos, exceto pela tão batida ideia do pacto, mas a construção deixou a desejar.
Em alguns momentos me senti num podcast e o terror/suspense foi deixado de lado, mas não de uma forma boa, de maneira qual os diálogos vão elevando a tensão, mas parece que o filme não sabia muito pra onde ir e começou a improvisar. O último (é lynchiano ato) foi anticlimático, não pela imprevisibilidade, mas senti que foi encaixado ali pra "solucionar" tudo às pressas. Não é ruim, mas não excelente, mas também não é mediano. Tirem as conclusões.
Podre!!!!!!!!!!! Das piores coisas que já vi!!! A cena do primeiro encontro entre Amy e Blake foi uma das cenas mais constrangedoras que já vi no cinema
É, não funcionou pra mim. Fraquinho, fraquinho. Aliás, aqui no Filmow é assim: estreia no hype, a nota fica alta. Não dou 2 anos pra essa nota baixar pra uns 3,0/3,5 kkk
No sentido do processo, achei bacana, mas o documentário deixou muito a desejar na montagem da dinâmica do crime. Se tivesse isso, acredito que ficaria mais claro pra quem assiste como chegaram ao cálculo das penas.
O filme tem um suspense e mortes bem legais, consegue prender a atenção no mistério. No entanto, me incomodou MUITO essa paleta meio alaranjada, e juro, sem frescura, pois já vi muita coisa, que fiquei tonto com a montagem desse filme: um pouco confusa, com cortes abruptos, não curti. De resto, passatempo ok.
Esse era o filme que diziam ter elementos de "Teorema", do Pasolini, e "O talentoso Ripley"?
Realmente é difícil confiar em indicação de uma crítica completamente estúpida, como a de hoje, que precisa se escorar em fazer paralelos totalmente forçados com clássicos do passado pra sustentar uma coisa dessas. Nunca, de jeito algum, dinheiro quer dizer qualidade.
O roteiro se sustenta num softporn que, nem de longe, é a força-motriz da trama, as dinâmicas construídas são explicadas com saídas fáceis, olha, foi difícil chegar até ao final. Só a direção de arte e fotografia se salvam (além de, algumas, atuações) e olhe lá
A Grande Inundação
2.7 153 Assista AgoraÉ pra isso que a Netflix é a única que cobra preco diferente (e um assalto!) no plano 4K? Pelo amor de Deus... que execução tosca. E tem gente elogiando, a que ponto chegamos... TANTOS outros exemplos de filmes com a mesma temática
[spoiler][spoiler]de eterno retorno
Invocação do Mal 4: O Último Ritual
3.0 466 Assista AgoraBomba, ruim que só. Se não fosse os slashers o gênero do terror estaria às moscas...
Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado
2.4 333 Assista AgoraUm tremendo desrespeito com os fãs da franquia. Pavoroso!!
Muito Esforçado (1ª Temporada)
3.8 81 Assista AgoraBomba, não consegui passar do segundo episódio. Profundidade de um pires
O Conde de Monte Cristo
3.6 100 Assista AgoraABSOLUTE CINEMA
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraUma obra prima como, há muito, não vejo no cinema mainstream! Bebe da fonte de clássicos cult como "O retrato de dorian gray", ao clipe de "American Life", da Madonna, ao filme "God Bless America" e à "Carrie, a estranha" - quem diz que o terceiro ato é inútil não assistiu "Carrie" e a tudo o que a protagonista suportou até o desfecho no último ato. Isso é cinema: traz ao contemporâneo sem esquecer o clássicos e toda trajetória até ali: a personagem da Demi Moore representa isso naquela indústria fictícia, bem, pelo menos isso é o que Elizabeth projeta.
A escalação da Demissão Moore foi muito acertada e não foi aleatória: Demi foi considerada o símbolo sexual de uma geração, ponto de síntese perfeito para o roteiro de "A substância". O gore, que alguns dizem dispensável, foi quase um personagem no filme e brutalizou o que mil palavras no roteiro não conseguiriam dizer.
Sempre houve um hibridismo de gêneros no cinema independente, não sei qual foi o espanto no mainstream. O gore sempre foi um subgênero cultuado do terror, bem como os filmes de faroeste, que vem ganhando, também, hibridismo em filmes como "ataque dos cães" e "estranha forma a de vida". Como o contemporâneo está cada vez mais pulverizado e cada nicho tem seu tipo de público, acabam se destacando (em critica e, às vezes, bilheteria) os filmes que conseguem equilibrar diversos generos por trás de uma estrutura coesa, como "a substância" e "tudo em todo lugar ao mesmo tempo".
Se o tema central de "A substância" fosse filmado de uma outra forma, seria apenas mais um filme estilo videoclipe da Beyoncé, "pretty hurts", mas esse filme entra para a história do cinema por trazer o gore, unindo o feio e o belo na mesma moeda (desde "O homem elefante", do Lynch, eu não via um efeito narrativo assim) e acertando em todas as escolhas arriscadas. Adorei a ideia de termos as "divisões" em id, ego e superego.
A última cena é simplesmente inesquecível: nos lembra o que somos e para onde vamos, essas figuras disformes que, às vezes, encarnam. Que filme! E que tenha o reconhecimento que merece.
Os Fantasmas Ainda Se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice
3.4 588 Assista AgoraTHIS IS CINEMA!! É camp, é divertido, nem atuado direção incrível! Em meio a tantas sequências muito pedidas, mas que ninguém precisava, não sabia que precisei TANTO de uma sequência desse filme, mesmo que não precisasse. Assisti com um sorriso de orelha a orelha.
Volta Priscila
3.7 65Alguém sabe.
13 Sentimentos
2.6 56 Assista AgoraGente, quando eu critico algum filme nacional sempre procuro ter o maior tato possível, visto a labuta gigantesca que é fazer cinema e outras artes no BR. Mas, caramba, que filme constrangedor! Anos de luta, tantas formas em que a diversidade LGBT+ já está sendo retratada e pergunto diretamente ao roteiro desse filme: é assim e só isso?
Foi um anticlímax em relação ao filme anterior do diretor. Roteiro totalmente previsível, não sei se a ideia do filme é virar um espelho pra própria comunidade mas, ainda que fosse, tentou executar de uma forma completamente pastelona, sem ironias, sem um refinamento no humor, nada funciona.
A única coisa que salva esse filme foi, ao menos, a tentativa """neorealista""" de colocar o protagonista e seu grupo de amigos dentro de um contexto extremamente precarizado de trabalho, em meio à perrrengues dos 30 anos e um país cada dia mais empobrecido, mas não se aprofunda nisso ou vai além, como um "Corpo Elétrico", por exemplo. Os diálogos parecem saídos de uma série teen da Star+, porém com personagens orbitando os 30 e tantos anos.
Nem a tentativa de metalinguagem entre vida e cinema funcionou: o filme tenta a todo tempo reforçar o que deveria estar mostrando, com frases soltas a todo tempo como: "você faz da sua vida um roteiro", "sua vida não é um filme", etc. Os personagens não tem nenhuma complexidade, enfim, uma bomba. E não digo isso com alegria, pra desmerecer a todos os envolvidos, mas com tristeza, por que podia tanto, mas tanto mais...
Mais Que Amigos
3.3 175 Assista AgoraUm dos filmes LGBT mais constrangedores que já vi...
Armadilha
2.7 870 Assista AgoraO retorno triunfal de Josh Hartnett (queridinho dos suspenses dos anos 2000) é o que tornou "Armadilha" atração. Gostei muito da atuação dele como psicopata (menos histriônica, como de costume, e mais ansiosa, mostrando a vulnerabilidade narcisista em ser capturado, e contida). O restante das atuações foram ok, a da cantora pop foi terrível.
Acho que o filme acerta na escalada da tensão, apesar das conveniências do roteiro, mas esse foi um filme de atuação e a proposta ficou clara, desde o início pra mim. A primeira metade é muito boa e deveria ter tido mais tempo de tela. A segunda metade entrega um SuperCine de respeito, com reviravolta e achei competente em não fazer firula como os padrões de filmes hoje. "Armadilha" aposta no simples e, apesar dos tropeços, acerta em contar uma boa história sob o ponto de vista do assassino.
A última cena é incrível, atuação pura. Não é memorável, mas também não é essa bomba toda que estão pintando, não. M Night tem muitos fracassos, sim, mas esse não é um deles.
Conduzindo Madeleine
4.2 22 Assista AgoraUm dos melhores filmes que assisti esse ano: cinema raiz, diálogos, montagem, poucos cenários e um roteiro teatral de tirar o fôlego. Chorei muito e saí revigorado
Bebê Rena
4.0 633 Assista Agorabem que me falaram pra não ver, estou devastado
Natureza Violenta
2.5 198 Assista AgoraCumpre o que se propõe: ótimo slasher raiz!
A Freira 2
2.6 454 Assista AgoraNão sei porque insistem em chamar o invocaverso de mitologia. É preciso de complexidade pra algo ter aspecto de "mitologico". Homero, Tolkien, Martin choram. Mas dei boas gargalhadas com esse filme!
Entrevista com o Demônio
3.4 770 Assista AgoraDando a César o que é de César: o argumento do filme é inteligentíssimo, tinha todos os elementos pra ser um dos mais originais dos últimos anos, exceto pela tão batida ideia do pacto, mas a construção deixou a desejar.
Em alguns momentos me senti num podcast e o terror/suspense foi deixado de lado, mas não de uma forma boa, de maneira qual os diálogos vão elevando a tensão, mas parece que o filme não sabia muito pra onde ir e começou a improvisar. O último (é lynchiano ato) foi anticlimático, não pela imprevisibilidade, mas senti que foi encaixado ali pra "solucionar" tudo às pressas. Não é ruim, mas não excelente, mas também não é mediano. Tirem as conclusões.
Back to Black
2.8 153Podre!!!!!!!!!!! Das piores coisas que já vi!!! A cena do primeiro encontro entre Amy e Blake foi uma das cenas mais constrangedoras que já vi no cinema
Todos Nós Desconhecidos
3.8 253 Assista AgoraÉ, não funcionou pra mim. Fraquinho, fraquinho. Aliás, aqui no Filmow é assim: estreia no hype, a nota fica alta. Não dou 2 anos pra essa nota baixar pra uns 3,0/3,5 kkk
Flordelis: Questiona ou Adora
3.2 38No sentido do processo, achei bacana, mas o documentário deixou muito a desejar na montagem da dinâmica do crime. Se tivesse isso, acredito que ficaria mais claro pra quem assiste como chegaram ao cálculo das penas.
Assassino Invisível
2.7 167O filme tem um suspense e mortes bem legais, consegue prender a atenção no mistério. No entanto, me incomodou MUITO essa paleta meio alaranjada, e juro, sem frescura, pois já vi muita coisa, que fiquei tonto com a montagem desse filme: um pouco confusa, com cortes abruptos, não curti. De resto, passatempo ok.
A Hora do Desespero
2.7 127 Assista AgoraTem que ter coragem pra deixar o filme com essa nota.
Simplesmente incrível!!
Os Pequenos Vestígios
3.0 441 Assista AgoraFilmaço!!!!!
E não entendi a razão de dizerem que o final foi aberto, pra mim ficou tudo bem explicado.
Feriado Sangrento
3.1 493Ótimo slasher!!!!!
Saltburn
3.5 931Esse era o filme que diziam ter elementos de "Teorema", do Pasolini, e "O talentoso Ripley"?
Realmente é difícil confiar em indicação de uma crítica completamente estúpida, como a de hoje, que precisa se escorar em fazer paralelos totalmente forçados com clássicos do passado pra sustentar uma coisa dessas. Nunca, de jeito algum, dinheiro quer dizer qualidade.
O roteiro se sustenta num softporn que, nem de longe, é a força-motriz da trama, as dinâmicas construídas são explicadas com saídas fáceis, olha, foi difícil chegar até ao final. Só a direção de arte e fotografia se salvam (além de, algumas, atuações) e olhe lá