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Últimas opiniões enviadas

  • Messias

    Acerta ao trazer rapidamente alguns aspectos da infância de Lennon que talvez tenham ajudado a fundar a base da militância na idade adulta. As inserções de músicas seguem um padrão um tanto quanto óbvio, mas que acaba funcionando, dialogando bem com os assuntos e os momentos mostrados no documentário. Senti falta também de algum comentário sobre o período de 18 meses que Lennon e Ono passaram separados. Será que isso realmente não influenciou nas atitudes políticas de John Lennon (foco do documentário), ou eu sou só fofoqueiro?

    Mais importante que isso, no entanto, é como o filme impressiona ao comprovar o monitoramento de um artista mundialmente conhecido por departamentos de segurança dos EUA. impressiona e nos faz temer ainda mais pelos rumos que a política, seja qual for a nacionalidade, pode tomar.

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  • Messias

    O segundo filme de Amy Poehler na direção pode até ter boas intenções, mas se perde no meio do caminho. Soa picareta demais ao explorar um monte de pautas importantes, misturar tudo e acabar fazendo uma obra vazia e sem profundidade.

    Mas será que isso não é o necessário pra iniciar o grande público teen da Netflix nessas pautas relevantes e fazer com que eles sintam mais intere.. Sei lá, porra. Sei que pra mim é que não funcionou.

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  • Messias

    O filme que até hoje é obrigatório nas faculdades de jornalismo. Isso ocorre, dentre outros motivos, porque foi um marco pra época quebrar o clichê das redações emocionantes, dos riscos constantes, dos jornalistas com conflitos pessoais. Aqui, a gente acompanha um cotidiano de ligações, pesquisas em bibliotecas, entrevistas frustradas, mas mesmo assim nos envolvemos com a história e a investigação graças às técnicas cinematográficas envolvidas.

    O compositor David Shire acerta ao apostar em uma trilha sonora discreta, mas que, quando aparece, eleva o tom solene e de tensão necessários.

    A direção e o trabalho de fotografia são detalhistas, principalmente no uso do split diopter, aquela lente que “desfoca” uma parte vertical da tela. É quando precisamos ver todo o campo de visão de forma nítida, o que está no primeiro plano e o que está ao fundo, podendo às vezes causar uma sensação de estranhamento que pode ser útil à narrativa.

    O melhor exemplo do uso desse tipo de lente é a cena na qual Woodwart (Robert Redford) está conversando ao telefone em primeiro plano e a redação do jornal ao fundo fazendo barulho. À medida que o personagem principal se envolve mais e mais com as informações que estão sendo passadas, a imagem se aproxima com um zoom in, diminuindo ainda mais o campo de visão do espectador e compondo um quadro só com o cabeção lá do Redford. Essa passagem dura 6 minutos, mas não tem quem diga. Lindo demais.

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