Não odiei, mas também não amei. Consegue se atualizar bem ao mundo atual de cortes e redução do jornalismo a pó. Mas apesar dessa instigante base de conflito, o desenrolar e solução não deixam de ser um tanto quanto morto: acredita na união chefe e empregado e insere um romance sem pé nem cabeça pra Andy.
É de um suspense instigante e que difere dos muitos outros existentes. Não que a originalidade vá carregar o filme por completo, mas é bacana a sensação de curiosidade que deixa ao fim da sessão.
Por meio de uma ode lírica à memória e de amor ao pai, visita um momento de instabilidade política no país e entendimento em relação à figura paterna. Me lembrou um pouco O Agente Secreto.
Crítica completa no canal: youtu.be /JDEVmDUwKb4?si=nCat_xm8soYYdX_3
Tem uma ternura inesperada (principalmente por conta do “João do passado”) e entra como mais uma prova que Wagner Moura possui uma amplitude dramática incrível.
Me soou como uma simpática e discreta, porém irregular, fotografia do núcleo familiar mais próximo (pais e irmãos). A terceira história é bem maçante e tediosa.
Além da relação mãe e filho, existe um choque entre gerações também na comemoração de tradições antigas por toda a cidade e na recusa do garoto (e utilização de blogs e MSN pra se comunicar). Ainda que seja enfadonho aqui e acolá, não deixa de ser triste e bonito.
Altos e baixos cercam essa adaptação do Ozon ao clássico de Camus. A força do filme está na narração da consciência absurdista/existencialista (o que por si já é bem sintomático sobre onde tá a qualidade).
Crítica completa no canal: youtube. com/watch?v=DVb1luYMrjs&t
É curiosa a montagem fragmentada e o trabalho sonoro angustiante, mas existem momentos no cômputo geral que fazem esse sangramento da protagonista ter uma sensação térmica de 4h de filme. Fico no meio do caminho aqui.
Muito difícil passar pela hora inicial com esse amontoado de interações pateticamente criadas (o personagem do Malek com a jornalista, Jesus Cristo, que horror). Muito difícil também colocar lado a lado com o filme muito bom de Stanley Kramer (Julgamento em Nuremberg, 1961), principalmente porque aqui tudo parece ter um efeito dramático beeeem maior do que o palatável. Enfim. Um filme muito difícil.
O Diabo Veste Prada 2
3.3 437 Assista AgoraNão odiei, mas também não amei. Consegue se atualizar bem ao mundo atual de cortes e redução do jornalismo a pó. Mas apesar dessa instigante base de conflito, o desenrolar e solução não deixam de ser um tanto quanto morto: acredita na união chefe e empregado e insere um romance sem pé nem cabeça pra Andy.
Papagaios
3.4 5É de um suspense instigante e que difere dos muitos outros existentes. Não que a originalidade vá carregar o filme por completo, mas é bacana a sensação de curiosidade que deixa ao fim da sessão.
Aqui Não Entra Luz
3.6 11Documentário que cambaleia entre a pesquisa protocolar e a intimidade instigante. Ainda assim, bom filme.
Crítica completa no canal: youtu.be /DvmNGuC-GEU?si=C0dqcDr-eVK4jTaQ
RoboCop: O Policial do Futuro
3.6 712 Assista AgoraViolento, sanguinário, mas também reflexivo. Gostamos.
A Sombra do Meu Pai
3.9 7 Assista AgoraPor meio de uma ode lírica à memória e de amor ao pai, visita um momento de instabilidade política no país e entendimento em relação à figura paterna. Me lembrou um pouco O Agente Secreto.
Crítica completa no canal: youtu.be /JDEVmDUwKb4?si=nCat_xm8soYYdX_3
Maldição da Múmia
3.0 339 Assista AgoraUm capricho no gore e uma morte mais criativa que a outra.
O Homem do Futuro
3.7 2,5K Assista AgoraTem uma ternura inesperada (principalmente por conta do “João do passado”) e entra como mais uma prova que Wagner Moura possui uma amplitude dramática incrível.
O Olhar Misterioso do Flamingo
3.6 11 Assista AgoraAdorei a Flamingo. Pena que ela aparece tão pouco, mas quando aparece… Uau.
Pai Mãe Irmã Irmão
3.3 44 Assista AgoraMe soou como uma simpática e discreta, porém irregular, fotografia do núcleo familiar mais próximo (pais e irmãos). A terceira história é bem maçante e tediosa.
Os Famosos e os Duendes da Morte
3.7 672 Assista AgoraAlém da relação mãe e filho, existe um choque entre gerações também na comemoração de tradições antigas por toda a cidade e na recusa do garoto (e utilização de blogs e MSN pra se comunicar). Ainda que seja enfadonho aqui e acolá, não deixa de ser triste e bonito.
Michael
3.8 538 Assista AgoraMichael Jackson é audacioso, empolgante e a prova de como a música, dança e audiovisual podem sempre evoluir e surpreender.
Já Michael é uma cinebiografia morna, e timidamente linear em termos de desenvolvimento narrativo.
É ruim? Não. Mas você já viu esse filme.
Crítica completa no canal: YouTube. com/watch?v=V1P5dJGYX1M
O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias
3.7 469Melancólica visão de um garoto pequeno em um período conturbado. Adorei a trilha sonora.
O Estrangeiro
3.6 28Altos e baixos cercam essa adaptação do Ozon ao clássico de Camus. A força do filme está na narração da consciência absurdista/existencialista (o que por si já é bem sintomático sobre onde tá a qualidade).
Crítica completa no canal: youtube. com/watch?v=DVb1luYMrjs&t
A Cronologia da Água
3.4 24É curiosa a montagem fragmentada e o trabalho sonoro angustiante, mas existem momentos no cômputo geral que fazem esse sangramento da protagonista ter uma sensação térmica de 4h de filme. Fico no meio do caminho aqui.
Riscado
3.8 83 Assista AgoraGosto do tom esperançoso e trágico de uma protagonista calcada em uma realidade difícil, onde crescer como artista parece quase impossível.
Nuremberg
3.6 101 Assista AgoraMuito difícil passar pela hora inicial com esse amontoado de interações pateticamente criadas (o personagem do Malek com a jornalista, Jesus Cristo, que horror). Muito difícil também colocar lado a lado com o filme muito bom de Stanley Kramer (Julgamento em Nuremberg, 1961), principalmente porque aqui tudo parece ter um efeito dramático beeeem maior do que o palatável. Enfim. Um filme muito difícil.
Super Mario Galaxy: O Filme
3.4 151 Assista AgoraÉ como se o primeiro filme fosse simpático como Mário, mas esse segundo fosse mau como o Wario.
Crítica completa no canal: YouTube. com/watch?v=d5-eYylzha0
Matou a Família e Foi ao Cinema
3.6 101 Assista AgoraBressane no ápice do cinema marginal, underground. As violências urbanas em um desenrolar nauseante.
Amor à Flor da Pele
4.3 536 Assista AgoraPossui um tom de sonho febril e doloroso que só as paixões sustentadas pelo “não dito” podem se assemelhar.
O Homem que Virou Suco
4.1 191É esquizofrênico, episódico e labiríntico com essa intenção mesmo, de adentrarmos na espiral de loucura do protagonista e do seu duplo.
Hora do Recreio
3.5 3Até gosto do início e da base da ideia. O problema é que o desenrolar vira um filme de 1h20 com sensação térmica de 2h30.
O Drama
3.6 505 Assista AgoraEssa festa virou um enterro.
Crítica: youtu. be/c7c9SRIeV4U?si=bkDcqi-YnkaqA8oQ
O Testamento de Ann Lee
3.1 29 Assista AgoraTão sem brilho e vacilante como as canções dos shakers.
Devoradores de Estrelas
4.0 804 Assista AgoraPossui um tom de leveza que acaba flertando com a galhofa boba. Não é ruim, mas o peso que tentam dar nunca é suficiente pra marcar.
Crítica completa no canal: YouTube. com/watch?v=yt12hnb5Pp8