Telefilme que aborda a paranoia nuclear que vinha desde os anos 50 e foi tema de várias produções neste período, muitas superiores a esta. Até aquelas ficções dos anos 50 com monstros radioativos conseguem gerar mais interesse.
O filme é pobre em efeitos especiais, cenários e atuações, protagonizado por Peter Graves, que já era famoso pela série "Missão Impossível" e uma muito jovem Kathleen Quinlan, que depois teria uma carreira longeva no cinema e na TV.
Narrativa arrastada, que se resume à família andando para lá e para cá, sem que aconteça praticamente nada, até ao final em aberto.
O filme que em inglês tem o título de "The Ghoul", um ser mitológico que se alimenta de carne humana, não descreve o que se apresenta na tela, e nem mesmo "O zumbi" do título nacional, e muito menos "Dragore", um título estapafúrdio encontrado em algumas plataformas, que é apenas o nome de um dos personagens secundários.
Vale apenas como curiosidade em ver Karloff no primeiro filme sonoro britânico de terror, fora isso é tudo muito ruim.
A narrativa, que começa despertando interesse, descamba para um desenvolvimento arrastado e para piorar, sem a presença de Karloff, que passa grande parte do filme sem aparecer.
Elenco com atores desconhecidos, com exceção de Ralph Richardson em começo de carreira, péssimas atuações, personagens caricatos e final apressado.
O título, em português é ruim e parece mais algo erótico e não um filme de mistério como é "Secret of the blue room", seu título original.
Gloria Stuart, no auge da juventude aos 23 anos, muito antes de embarcar no Titanic, faz a filha de um milionário que se vê as voltas com misteriosas mortes no tal "quarto azul" que fica dentro da mansão que ela mora.
Segue um vai e vem dentro da mansão envolvendo todos os personagens, com final um tanto previsível, mas que envolve com sua narrativa ágil.
O filme se passa inteiramente à noite, então tudo é envolto em sombras e luz de velas, com bela fotografia em preto e branco, criando uma atmosfera sombria que vai se tornando também claustrofóbica, pois tudo acontece dentro das paredes da antiga construção.
há o plot twist e os três visitantes que chegam ao convento descobrem ao amanhecer que tudo o que viveram durante a noite foi uma alucinação, o convento está vazio há anos e os monges com quem haviam conversado, estavam mortos e eram apenas cadáveres mumificados.
A narrativa é tão bem conduzida, até o plot twist final, e une de forma muito eficiente a ambientação e seus personagens, conseguindo ser hipnótico e envolvente, mesmo sendo uma produção tão antiga e produzida longe de Hollywood.
Séries vindas de países escandinavos costumam ter uma narrativa mais lenta com dramas e suspenses sombrios sempre emolduradas por cenários cinzentos e clima frio.
Esta tem uma boa premissa, policiais que vão atender chamadas de emergência acabam assassinados, e o policial que investiga o caso tem problemas com o pai, ex policial para quem pede ajuda.
Da metade para o final, a série se perde um pouco com muitas conveniências de roteiro caminhando para um final insosso.
Entre as séries nórdicas, existem bem melhores, esta é apenas um passatempo razoável.
Apesar do título, este não é um remake de "Mistério no museu de cera" de 1933, que teve um remake em 1953, com Vincent Prive como protagonista.
Em meio à misteriosos assassinatos, a narrativa se concentra na investigação e acaba sendo arrastada e pouco envolvente, com um grande anticlimax quando a identidade do assassino é revelada.
Ray Milland, já meio em final de carreira, faz um papel secundário e mostra como artistas que ganham Oscar, depois aceitam qualquer roteiro para "pagar boletos"
Drama de suspense da década de 30 curtinho e delicioso, adaptado de uma peça teatral.
Com a ação se desenvolvendo em um mesmo cenário, a mansão da família protagonista, bem típico de teatro filmado, mas a trama é ágil e envolvente.
Tem todos os clichês, mocinha e mocinho apaixonados, megera que quer separá-los, tudo emoldurado por um preto e branco climático e com final impactante.
Vale mais como curiosidade em ver Goldie Hawn, conhecida como atriz de comédias, em um filme de suspense.
A cena inicial mostra Adrienne (Goldie), mulher independente e bem resolvida que conhece o charmoso Jack (John Heard) em um restaurante, passam-se 5 anos e os dois já estão casados com uma filha.
A partir daí, não há nada de novo, muitas cenas já vistas em outros filmes, mas o desenvolvimento consegue manter o interesse apesar do final previsível. A ambientação em Nova York deixa um clima meio "Atração Fatal", produzido 4 anos antes.
Mais um filme da Netflix que faz jus à fama da plataforma, que produz boas séries mas dificilmente produz bons filmes.
Este tem Robert De Niro como chamariz em uma produção que poderia ser definida como um "O silêncio dos inocentes" piorado... bem piorado.
Tem uma atmosfera razoável de suspense, bom elenco, mas o desenvolvimento arrastado e o final previsível, estragam a experiência do espectador.
Todos os clichês reunidos em uma narrativa que não empolga. Infelizmente parece que De Niro há muito anos participa de alguns filmes somente para "pagar seus boletos".
Um thriller psicológico que aborda principalmente o luto, que termina deixando mais perguntas que respostas, em certos momentos parece existir uma explicação real para os acontecimentos para logo em seguida estarmos diante de elementos sobrenaturais ou no final ser apenas alucinações da protagonista
Destaque para a ótima atuação de Rebecca Hall, o ritmo é lento, com o terço final bastante confuso e finais inconclusivos abertos à tantas possibilidades, que particularmente não me agradam.
Thriller psicológico esquecido, apesar do elenco com nomes conhecidos como a estrela Lauren Bacall e Roddy Mcdowall.
Apesar de Lauren considerar este o pior filme de sua carreira, é uma mistura de suspense e drama bem envolvente, que pode ter sido o precursor de filmes ambientados em instituições mentais como o clássico "Um estranho no ninho".
Está disponível no Youtube com boa imagem e som original.
se o filme foi fiel aos fatos, o marido foi condenado à prisão perpétua sem que houvesse uma prova incriminatória já que a hipótese de suicídio era plausível pois várias evidências mostraram que a esposa tinha sérios distúrbios mentais.
descobrimos que Martin era um lunático que acreditava em todo tipo de teoria conspiratória, mas ficamos na dúvida se ele havia matado a esposa, desconfiança que a filha carrega durante toda a narrativa.
Começa bem com a descoberta de uma mulher torturada dentro um conteiner mas depois se arrasta com cenas que não empolgam e um final bem anti climático.
Todo episódio abre com alguém no tribunal sendo acusado, depois temos um flashback que explica porque aquela pessoa chegou até ali.
O primeiro episódio sobre um neurocirurgião cujo filho comete um ataque na escola é o melhor da série e já conquista o espectador para o resto da temporada.
Como toda série de antologia, há episódios ótimos, bons e regulares, mas nenhum chega a ser ruim (estranhamente, no Brasil, a primeira temporada teve apenas 14 episódios contra os 16 exibidos nos EUA) 2 - um casal cuja filha gerada em barriga de aluguel nasce surda e o pai se recusa a aceitar 3 - Uma mulher que tem seu filho assassinado enfrenta o ataque de grupos defensores de armas 4 - Uma drag queen que se envolve com um homem que não quer assumir a relação, acaba se envolvendo numa trágica situação 5 - Um professor ajuda sua aluna a fazer um aborto, comprometendo sua vida e reputação 6 - Uma comediante de stand up acusa um astro também comediante de estupro e é difamada 7 - Um homem é incentivado a fazer justiça com as próprias mãos quando sua filha sofre abuso 8 - Um homem interna seu irmão com deficiência em uma instituição e descobre que ele estava sofrendo abusos 9 - Um adolescente desconfia que a cuidadora de sua mãe pode não ser o anjo que demonstra 10 - Uma garota querendo ajudar a namorada ativista, se envolve em uma gangue de supremacistas 11 - Uma professora com marido possessivo se envolve com seu colega 12 - Um motorista de limusine se apaixona por uma de suas clientes e cria uma vida fake 13 - Um cantor de rock tenta ajudar o filho viciado em drogas 14 - Uma adolescente toma medidas extremas para descobrir quem é seu pai com consequências devastadoras para as pessoas com quem convive
Relato cru sobre o quanto a tensão racial e mesmo a dificuldade que temos de conviver em sociedade pode provocar tragédias. Particularmente, as imagens serem o tempo todo originárias das cameras corporais dos policiais, visualmente acho muito cansativo, mas é um gosto pessoal, apesar de ao optar pelo uso destas imagens, a imersão na narrativa é mais profunda. São imagens que atestam para o espectador o tempo todo, que ele está diante de uma narrativa verdadeira, sem "maquiagem" , que a quebra do cotidiano por um acontecimento inesperado e cruel, pode vir a qualquer momento e estar ali na casa ao lado.
com a morte da protagonista, é bem coerente. Ela salvou a moça raptada, havia perdido o marido e pelo que entendi, o filho morreu ao nascer. Não tinha mais ninguém, havia cumprido sua missão e iria ficar junto do homem que amava no lago que significava muito para ambos.
Os anos cinquenta produziram algumas filmes de ficção B bastante curiosos e divertidos. Este é um deles. Produção vinda direta da paranoia nuclear que permeava o mundo na época e que inspirou muitos filmes neste período, a ação se desenvolve nos alpes, o que dá a trama uma ambientação diferente. O design das criaturas para os dias de hoje pode parecer tosco, mas creio que para a época são bem satisfatórios e criativos.
Achei uma cópia muito piorada de "Duro de Matar", um dos melhores e mais empolgantes filmes de ação dos anos 80 que iniciou a vitoriosa carreira de Bruce Willis no cinema, até então um astro da TV.
Tudo lembra o clássico oitentista, a festa no prédio, terroristas, reféns assassinados friamente (a cena da morte do responsável pela vigilância do prédio é idêntica), líder terrorista psicopata, uma heroína saindo do nada, amizade com policial, parente (esposa/irmão) em perigo dentro do prédio mas tudo sem o charme e a ironia de Willis.
Deve ter faltado dinheiro para o cachê de Clive Owen que
O filme é a segunda parte de uma quadrilogia, que se iniciou com "As cores do mal: vermelho" em que vemos o mesmo personagem, o promotor Bilsky envolvido na investigação do desaparecimento de um menino e o promotor acaba se envolvendo amorosamente com a mãe dele (num relacionamento forçado e sem química) que o leva ao desaparecimento de outro menino anos atrás, que acaba aparecendo morto.
Achei esta segunda parte confusa e sem a mesma fluência narrativa que a primeira e depois de algumas pistas falsas sobre quem seria o sequestrador descobrimos
que o verdadeiro assassino da primeira criança que sumiu era um empresário influente da cidade e que o sequestrador do segundo era seu filho ilegítimo.
Poderia ser definido como "Stranger things da terceira idade", mas lembra também o filme "Cocoon" de 1985, não chega a ter o apelo midiático da série de adolescentes que se tornou fenômeno, não vai virar um ícone da cultura pop, mas é uma série agradável e cumpre o papel de entreter.
SPOILERS ABAIXO
A série que se passa numa comunidade de idosos, a princípio tem um tom dramático e explora essa fase da vida em que a sensação da finitude próxima está muito presente, depois adota o tom mais "stranger things" com monstros subterrâneos, velhinhos corajosos e descolados, como a turma de crianças que enfrentam os dermogorgons, que resolvem investigar as misteriosas mortes dos moradores da comunidade.
O elenco é recheado de nomes conhecidos com destaque para Alfred Molina, Bill Pulmann, Denis O'hare e Geena Davis.
O final deixa uma porta aberta para uma possível segunda temporada, mas a trama é concluída e creio que não haverá continuação.
Os velhinhos de "The Boroughs" não deverão ficar mais velhos, como as crianças de "Stranger Things" cresceram e se tornaram adultos.
para depois se revelar um manipulador assassino e psicopata.
O que começa como um drama sobre fanatismo religioso descamba para um thriller erótico com final meio aberto, embora não creio que haverá uma segunda temporada.
Para Onde Foram Todos?
3.1 25 Assista AgoraTelefilme que aborda a paranoia nuclear que vinha desde os anos 50 e foi tema de várias produções neste período, muitas superiores a esta. Até aquelas ficções dos anos 50 com monstros radioativos conseguem gerar mais interesse.
O filme é pobre em efeitos especiais, cenários e atuações, protagonizado por Peter Graves, que já era famoso pela série "Missão Impossível" e uma muito jovem Kathleen Quinlan, que depois teria uma carreira longeva no cinema e na TV.
Narrativa arrastada, que se resume à família andando para lá e para cá, sem que aconteça praticamente nada, até ao final em aberto.
O Zumbi
3.2 22O filme que em inglês tem o título de "The Ghoul", um ser mitológico que se alimenta de carne humana, não descreve o que se apresenta na tela, e nem mesmo "O zumbi" do título nacional, e muito menos "Dragore", um título estapafúrdio encontrado em algumas plataformas, que é apenas o nome de um dos personagens secundários.
Vale apenas como curiosidade em ver Karloff no primeiro filme sonoro britânico de terror, fora isso é tudo muito ruim.
A narrativa, que começa despertando interesse, descamba para um desenvolvimento arrastado e para piorar, sem a presença de Karloff, que passa grande parte do filme sem aparecer.
Elenco com atores desconhecidos, com exceção de Ralph Richardson em começo de carreira, péssimas atuações, personagens caricatos e final apressado.
O Segredo da Alcova
3.2 1O título, em português é ruim e parece mais algo erótico e não um filme de mistério como é "Secret of the blue room", seu título original.
Gloria Stuart, no auge da juventude aos 23 anos, muito antes de embarcar no Titanic, faz a filha de um milionário que se vê as voltas com misteriosas mortes no tal "quarto azul" que fica dentro da mansão que ela mora.
Segue um vai e vem dentro da mansão envolvendo todos os personagens, com final um tanto previsível, mas que envolve com sua narrativa ágil.
O Fantasma do Convento
3.7 4O filme se passa inteiramente à noite, então tudo é envolto em sombras e luz de velas, com bela fotografia em preto e branco, criando uma atmosfera sombria que vai se tornando também claustrofóbica, pois tudo acontece dentro das paredes da antiga construção.
No final
há o plot twist e os três visitantes que chegam ao convento descobrem ao amanhecer que tudo o que viveram durante a noite foi uma alucinação, o convento está vazio há anos e os monges com quem haviam conversado, estavam mortos e eram apenas cadáveres mumificados.
A narrativa é tão bem conduzida, até o plot twist final, e une de forma muito eficiente a ambientação e seus personagens, conseguindo ser hipnótico e envolvente, mesmo sendo uma produção tão antiga e produzida longe de Hollywood.
Sacrifício de Sangue
3.1 11 Assista AgoraSéries vindas de países escandinavos costumam ter uma narrativa mais lenta com dramas e suspenses sombrios sempre emolduradas por cenários cinzentos e clima frio.
Esta tem uma boa premissa, policiais que vão atender chamadas de emergência acabam assassinados, e o policial que investiga o caso tem problemas com o pai, ex policial para quem pede ajuda.
Da metade para o final, a série se perde um pouco com muitas conveniências de roteiro caminhando para um final insosso.
Entre as séries nórdicas, existem bem melhores, esta é apenas um passatempo razoável.
Terror no Museu de Cera
2.7 2Apesar do título, este não é um remake de "Mistério no museu de cera" de 1933, que teve um remake em 1953, com Vincent Prive como protagonista.
Em meio à misteriosos assassinatos, a narrativa se concentra na investigação e acaba sendo arrastada e pouco envolvente, com um grande anticlimax quando a identidade do assassino é revelada.
Ray Milland, já meio em final de carreira, faz um papel secundário e mostra como artistas que ganham Oscar, depois aceitam qualquer roteiro para "pagar boletos"
A Hiena da 5ª Avenida
3.5 3Drama de suspense da década de 30 curtinho e delicioso, adaptado de uma peça teatral.
Com a ação se desenvolvendo em um mesmo cenário, a mansão da família protagonista, bem típico de teatro filmado, mas a trama é ágil e envolvente.
Tem todos os clichês, mocinha e mocinho apaixonados, megera que quer separá-los, tudo emoldurado por um preto e branco climático e com final impactante.
O Engano
3.0 28Vale mais como curiosidade em ver Goldie Hawn, conhecida como atriz de comédias, em um filme de suspense.
A cena inicial mostra Adrienne (Goldie), mulher independente e bem resolvida que conhece o charmoso Jack (John Heard) em um restaurante, passam-se 5 anos e os dois já estão casados com uma filha.
A partir daí, não há nada de novo, muitas cenas já vistas em outros filmes, mas o desenvolvimento consegue manter o interesse apesar do final previsível. A ambientação em Nova York deixa um clima meio "Atração Fatal", produzido 4 anos antes.
O Homem que Sussurra
3.0 179 Assista AgoraMais um filme da Netflix que faz jus à fama da plataforma, que produz boas séries mas dificilmente produz bons filmes.
Este tem Robert De Niro como chamariz em uma produção que poderia ser definida como um "O silêncio dos inocentes" piorado... bem piorado.
Tem uma atmosfera razoável de suspense, bom elenco, mas o desenvolvimento arrastado e o final previsível, estragam a experiência do espectador.
Todos os clichês reunidos em uma narrativa que não empolga. Infelizmente parece que De Niro há muito anos participa de alguns filmes somente para "pagar seus boletos".
A Casa Sombria
3.3 424 Assista AgoraDaqueles filmes abertos à diversas interpretações que no final você pergunta "que diabo de filme é esse?"
Um thriller psicológico que aborda principalmente o luto, que termina deixando mais perguntas que respostas, em certos momentos parece existir uma explicação real para os acontecimentos para logo em seguida estarmos diante de elementos sobrenaturais ou no final ser apenas alucinações da protagonista
Destaque para a ótima atuação de Rebecca Hall, o ritmo é lento, com o terço final bastante confuso e finais inconclusivos abertos à tantas possibilidades, que particularmente não me agradam.
Condenado por Vingança
3.1 2Thriller psicológico esquecido, apesar do elenco com nomes conhecidos como a estrela Lauren Bacall e Roddy Mcdowall.
Apesar de Lauren considerar este o pior filme de sua carreira, é uma mistura de suspense e drama bem envolvente, que pode ter sido o precursor de filmes ambientados em instituições mentais como o clássico "Um estranho no ninho".
Está disponível no Youtube com boa imagem e som original.
Morte em Pequenas Doses
3.0 3Estas adaptações baseadas em histórias reais eram bastante comuns na TV dos anos 70, 80 e 90.
Neste o marido (Richard Thomas, o eterno John Boy de "Os Waltons) é acusado de envenenar a esposa com arsênico. O filme foca no julgamento do caso.
Várias revelações surgem no tribunal que parecem inocentar e outras vezes condenar o réu mas
se o filme foi fiel aos fatos, o marido foi condenado à prisão perpétua sem que houvesse uma prova incriminatória já que a hipótese de suicídio era plausível pois várias evidências mostraram que a esposa tinha sérios distúrbios mentais.
Razoável drama de tribunal com bom elenco.
Conspiradores
2.8 16 Assista AgoraUm filme que aborda a forma como teorias conspiratórias surgem e podem influenciar pessoas se propagando rapidamente pela internet.
A narrativa é arrastada, a protagonista Ruth (Stephanie Magnin) é um personagem antipático e egoísta que não consegue despertar empatia.
Martin (José Coronado) sempre uma presença marcante, não consegue salvar a narrativa que não empolga.
No final
descobrimos que Martin era um lunático que acreditava em todo tipo de teoria conspiratória, mas ficamos na dúvida se ele havia matado a esposa, desconfiança que a filha carrega durante toda a narrativa.
A Desconhecida
2.8 25 Assista AgoraComeça bem com a descoberta de uma mulher torturada dentro um conteiner mas depois se arrasta com cenas que não empolgam e um final bem anti climático.
O Acusado (1ª Temporada)
3.7 3 Assista AgoraTodo episódio abre com alguém no tribunal sendo acusado, depois temos um flashback que explica porque aquela pessoa chegou até ali.
O primeiro episódio sobre um neurocirurgião cujo filho comete um ataque na escola é o melhor da série e já conquista o espectador para o resto da temporada.
Como toda série de antologia, há episódios ótimos, bons e regulares, mas nenhum chega a ser ruim (estranhamente, no Brasil, a primeira temporada teve apenas 14 episódios contra os 16 exibidos nos EUA)
2 - um casal cuja filha gerada em barriga de aluguel nasce surda e o pai se recusa a aceitar
3 - Uma mulher que tem seu filho assassinado enfrenta o ataque de grupos defensores de armas
4 - Uma drag queen que se envolve com um homem que não quer assumir a relação, acaba se envolvendo numa trágica situação
5 - Um professor ajuda sua aluna a fazer um aborto, comprometendo sua vida e reputação
6 - Uma comediante de stand up acusa um astro também comediante de estupro e é difamada
7 - Um homem é incentivado a fazer justiça com as próprias mãos quando sua filha sofre abuso
8 - Um homem interna seu irmão com deficiência em uma instituição e descobre que ele estava sofrendo abusos
9 - Um adolescente desconfia que a cuidadora de sua mãe pode não ser o anjo que demonstra
10 - Uma garota querendo ajudar a namorada ativista, se envolve em uma gangue de supremacistas
11 - Uma professora com marido possessivo se envolve com seu colega
12 - Um motorista de limusine se apaixona por uma de suas clientes e cria uma vida fake
13 - Um cantor de rock tenta ajudar o filho viciado em drogas
14 - Uma adolescente toma medidas extremas para descobrir quem é seu pai com consequências devastadoras para as pessoas com quem convive
A Vizinha Perfeita
3.5 213 Assista AgoraRelato cru sobre o quanto a tensão racial e mesmo a dificuldade que temos de conviver em sociedade pode provocar tragédias.
Particularmente, as imagens serem o tempo todo originárias das cameras corporais dos policiais, visualmente acho muito cansativo, mas é um gosto pessoal, apesar de ao optar pelo uso destas imagens, a imersão na narrativa é mais profunda.
São imagens que atestam para o espectador o tempo todo, que ele está diante de uma narrativa verdadeira, sem "maquiagem" , que a quebra do cotidiano por um acontecimento inesperado e cruel, pode vir a qualquer momento e estar ali na casa ao lado.
Eu Vou Te Encontrar
3.6 119 Assista AgoraMais uma adaptação de Harlan Coben, que deve ser um dos escritores que mais tem sua obra adaptada na atualidade.
Apesar de alguns furos, consegue prender a atenção e cria uma narrativa que aponta para vários caminhos e entrega uma solução final satisfatória.
As revelações são inesperadas embora
ficava pesando que Hayden (Milo Ventimiglia) era bonzinho demais para parecer sincero.
Sam Worthington segura bem o protagonismo e a série consegue manter o interesse até o final.
O Frio da Morte
2.8 93 Assista AgoraEmbora não seja nenhuma trama inovadora, tem boa dose de suspense e também de ação, belas locações em meio a neve e uma ótima atriz como protagonista.
Apesar da idade, Emma Thompson convence totalmente como a mulher enfrentando perigos em meio a uma paisagem inóspita.
O final dramático
com a morte da protagonista, é bem coerente. Ela salvou a moça raptada, havia perdido o marido e pelo que entendi, o filho morreu ao nascer. Não tinha mais ninguém, havia cumprido sua missão e iria ficar junto do homem que amava no lago que significava muito para ambos.
Terror em Trollenberg
3.3 15 Assista AgoraOs anos cinquenta produziram algumas filmes de ficção B bastante curiosos e divertidos.
Este é um deles. Produção vinda direta da paranoia nuclear que permeava o mundo na época e que inspirou muitos filmes neste período, a ação se desenvolve nos alpes, o que dá a trama uma ambientação diferente.
O design das criaturas para os dias de hoje pode parecer tosco, mas creio que para a época são bem satisfatórios e criativos.
Resgate em Grande Altitude
2.4 25 Assista AgoraAchei uma cópia muito piorada de "Duro de Matar", um dos melhores e mais empolgantes filmes de ação dos anos 80 que iniciou a vitoriosa carreira de Bruce Willis no cinema, até então um astro da TV.
Tudo lembra o clássico oitentista, a festa no prédio, terroristas, reféns assassinados friamente (a cena da morte do responsável pela vigilância do prédio é idêntica), líder terrorista psicopata, uma heroína saindo do nada, amizade com policial, parente (esposa/irmão) em perigo dentro do prédio mas tudo sem o charme e a ironia de Willis.
Deve ter faltado dinheiro para o cachê de Clive Owen que
morre antes da metade do filme
O lado bom do filme é que dá vontade de rever "Duro de matar" e perceber o abismo que existe entre um e outro.
As Cores do Mal: Preto
3.1 20 Assista AgoraO filme é a segunda parte de uma quadrilogia, que se iniciou com "As cores do mal: vermelho" em que vemos o mesmo personagem, o promotor Bilsky envolvido na investigação do desaparecimento de um menino e o promotor acaba se envolvendo amorosamente com a mãe dele (num relacionamento forçado e sem química) que o leva ao desaparecimento de outro menino anos atrás, que acaba aparecendo morto.
Achei esta segunda parte confusa e sem a mesma fluência narrativa que a primeira e depois de algumas pistas falsas sobre quem seria o sequestrador descobrimos
que o verdadeiro assassino da primeira criança que sumiu era um empresário influente da cidade e que o sequestrador do segundo era seu filho ilegítimo.
The Boroughs (1ª Temporada)
3.5 38 Assista AgoraPoderia ser definido como "Stranger things da terceira idade", mas lembra também o filme "Cocoon" de 1985, não chega a ter o apelo midiático da série de adolescentes que se tornou fenômeno, não vai virar um ícone da cultura pop, mas é uma série agradável e cumpre o papel de entreter.
SPOILERS ABAIXO
A série que se passa numa comunidade de idosos, a princípio tem um tom dramático e explora essa fase da vida em que a sensação da finitude próxima está muito presente, depois adota o tom mais "stranger things" com monstros subterrâneos, velhinhos corajosos e descolados, como a turma de crianças que enfrentam os dermogorgons, que resolvem investigar as misteriosas mortes dos moradores da comunidade.
O elenco é recheado de nomes conhecidos com destaque para Alfred Molina, Bill Pulmann, Denis O'hare e Geena Davis.
O final deixa uma porta aberta para uma possível segunda temporada, mas a trama é concluída e creio que não haverá continuação.
Os velhinhos de "The Boroughs" não deverão ficar mais velhos, como as crianças de "Stranger Things" cresceram e se tornaram adultos.
Sem Salvação
3.1 31 Assista AgoraProdução inglesa que explora o universo das seitas religiosas.
Tem um início bastante envolvente, depois se perde um pouco com um certo personagem que a princípio parece um ser sobrenatural
para depois se revelar um manipulador assassino e psicopata.
O que começa como um drama sobre fanatismo religioso descamba para um thriller erótico com final meio aberto, embora não creio que haverá uma segunda temporada.
The Black Torment
3.0 4Narrativa insuportavelmente lenta, diálogos intermináveis e sem importância com elenco desconhecido.
O visual lembra os filmes da Hammer, mas nada além disso. Acho que nem o pior filme da Hammer é tão chato.
Para piorar vi no Youtube com uma péssima dublagem em português feita por IA.