Se você descobrisse que não estamos sozinhos, se alguém abrisse seus olhos e mostrasse para você, você ficaria com medo?
Steven Spielberg está de volta ao posto que lhe pertence por direito. Em seu novo trabalho, o diretor conduz uma história extremamente cativante que aborda situações atuais e de grande relevância, explorando os possíveis desdobramentos de revelações impactantes para a humanidade.
Quem é inteirado no assunto reconhecerá de imediato várias referências a casos e teorias muito conhecidas do público. Algumas críticas negativas sugerem que o longa requer um conhecimento ou interesse prévio para funcionar, o que é parcialmente verdade, mas discordo totalmente de quem define a obra como lenta, insossa ou desinteressante. Pelo contrário, a fotografia está excelente e atua em perfeito alinhamento com a trilha sonora, que induz as emoções do espectador com precisão cirúrgica.
O elenco é outro ponto alto da produção. Emily Blunt rouba completamente a cena com uma atuação extraordinária e digna de reconhecimento em premiações. Josh O'Connor também entrega um trabalho excelente, conseguindo transpassar com exatidão a determinação cega de seu personagem. Para completar, Colman Domingo e Colin Firth surgem primorosos em seus respectivos papéis, enquanto Eve Hewson preenche a tela com segurança, sendo a responsável por fazer a pergunta mais importante de toda a trama.
A narrativa ganha um caráter político se fizermos paralelo com a tentativa desesperada do governo estadunidense de escancarar tais segredos cósmicos, usando o extraordinário como cortina de fumaça para abafar escândalos criminosos internos e a clara senilidade de seu presidente. É justamente sob esse pano de fundo, em uma era sufocada pela desinformação generalizada, que Dia D transcende o mero entretenimento e se consolida como uma ode urgente ao jornalismo sério, aquele comprometido com verdades que pertencem ao planeta inteiro.
Com a maestria técnica e narrativa que define sua carreira, Spielberg sustenta uma premissa ética inegociável: o direito inalienável da humanidade ao fato, não importa o tamanho das consequências. É um manifesto cinematográfico poderoso e, sem sombra de dúvidas, um dos grandes marcos do ano.
Eu não vou nem escrever crítica sobre esse, tamanha minha decepção. Também nem vou perder tempo falando mal. Aumentei meia estrela porque um jumpscare me pegou.
Knife+Heart é um diallo/slasher francês totalmente queer e com pano de fundo da indústria pornô gay do final dos anos 70. Usa a metalinguagem e estética para desenvolver e resolver a trama. Fotografia muito bonita, com uso de efeito dream/bloom e até certa psicodelia.
A estética urban British me incomoda muito, mas o filme em si ofusca isso por ser tão magistralmente bem feito. Se a intenção foi gerar desconforto e ansiedade durante toda duração, deu certo.
Puro suco da transição dos anos 90 pro 2000. Pegada grunge, gótica, urbana. Parabéns pra quem aprovou esse roteiro na época, imagino o tanto de b.o que deu. Os crente devem ter se rasgado fortemente.
O filme pega fatos e artefatos históricos, numa época em que se sabia quase nada sobre, e cria uma história por cima pra obviamente impactar e gerar polêmica.
Nada muito memorável mas pontos pra estética e pela coragem, falta isso hoje.
Este é um belo filme sobre a incrível capacidade que as pessoas têm de fazer merda, não há outro termo para definir.
Na trama conduzida pelos irmãos Coen, tudo dá errado. Até o que parece dar certo acaba saindo torto. É justamente esse caos que torna a narrativa ainda melhor e mais imprevisível.
O roteiro encaixa muito bem a sucessão de situações absurdas vividas pelos personagens de William H. Macy e Frances McDormand, mas o melhor (ou pior) fica por conta de Steve Buscrmi. O ritmo do filme se mantém firme e envolvente até o último minuto.
É uma obra-prima do humor negro. Seria cômico se não fosse trágico.
É muito fácil falar desse filme porque só tenho elogios. Não consigo encontrar um único ponto fraco em sua trama ou roteiro. Scorsese retrata a ascensão e queda de Henry Hill de uma forma maravilhosamente crua e eletrizante.
Ray Liotta entrega a performance de sua vida como o protagonista, enquanto De Niro e, especialmente, Joe Pesci elevam a história com atuações viscerais e sensacionais, como sempre.
É, sem dúvidas, um dos melhores filmes de todos os tempos. Jamais existirá outro Martin Scorsese.
Tinha um puta potencial pra ser um novo cult classic do terror de zumbi mas PUTA QUE PARIU só tem gente burra no filme tomando as decisões mais imbecis da face da Terra. As duas estrelas são inteiramente pelo gore e pelos zumbis frenéticos.
Quando se pega a ação estilizada de John Wick e adiciona brutalidade com cultura cinematográfica da Indonésia, nasce um filme frenético, bem coreografado e com uma história comum elevada a algumas potências. Definitivamente a Indonésia sabe fazer filme de ação assim como sabe fazer filme de terror.
Decepcionado por minhas próprias expectativas e por amar muito o remake ocidental. Achei que aqui teria o mesmo caso de Ju-On (O Grito), onde o original é anos-luz melhor que o remake, mas foi o contrário. O remake d'O Chamado conserta todos os problemas desse e transforma a Sadako no ícone do terror que ela é. Respeito o que foi feito, queria muito ter gostado mais, mas não rolou.
Reassisti esse depois de muitos anos, continua impactante e traumático, a diferença é que agora não me impressiona mais pois sei que esse tipo de coisa acontece de forma minimamente parecida por aí no mundo, ou pior.
Quando esse filme saiu e ficou famoso, lembro de só vendo o cartaz e lendo a sinopse matei o plot twist dele todo. Enfim, fui assistir agora só e eu estava certo. O filme não funcionou pra mim, infelizmente.
A lore desse filme é boa demais. Não sou de ficar pensando em remake mas acho que seria uma ótima opção, polindo um pouco o roteiro e tirando a burrice do vampirão.
Um filme com identidade e ritmo próprio, com foco no que importa e com sensação de perigo e consequência críveis. Quadrinhos + ficção científica é uma mistura que sempre vai dar certo. A interação da família é ótima,Reed já dá indícios do que pode se tornar no futuro, Sue Storm extremamente PIROCUDA, a interação entre o Johnny e o Ben é muito natural. GALACTUS ENCHE A TELA GIGANTESCA MENTE.
Marvel finalmente está voltando aos eixos e o futuro é muito promissor!
Dia D
3.0 549 Assista AgoraSe você descobrisse que não estamos sozinhos, se alguém abrisse seus olhos e mostrasse para você, você ficaria com medo?
Steven Spielberg está de volta ao posto que lhe pertence por direito. Em seu novo trabalho, o diretor conduz uma história extremamente cativante que aborda situações atuais e de grande relevância, explorando os possíveis desdobramentos de revelações impactantes para a humanidade.
Quem é inteirado no assunto reconhecerá de imediato várias referências a casos e teorias muito conhecidas do público. Algumas críticas negativas sugerem que o longa requer um conhecimento ou interesse prévio para funcionar, o que é parcialmente verdade, mas discordo totalmente de quem define a obra como lenta, insossa ou desinteressante. Pelo contrário, a fotografia está excelente e atua em perfeito alinhamento com a trilha sonora, que induz as emoções do espectador com precisão cirúrgica.
O elenco é outro ponto alto da produção. Emily Blunt rouba completamente a cena com uma atuação extraordinária e digna de reconhecimento em premiações. Josh O'Connor também entrega um trabalho excelente, conseguindo transpassar com exatidão a determinação cega de seu personagem. Para completar, Colman Domingo e Colin Firth surgem primorosos em seus respectivos papéis, enquanto Eve Hewson preenche a tela com segurança, sendo a responsável por fazer a pergunta mais importante de toda a trama.
A narrativa ganha um caráter político se fizermos paralelo com a tentativa desesperada do governo estadunidense de escancarar tais segredos cósmicos, usando o extraordinário como cortina de fumaça para abafar escândalos criminosos internos e a clara senilidade de seu presidente. É justamente sob esse pano de fundo, em uma era sufocada pela desinformação generalizada, que Dia D transcende o mero entretenimento e se consolida como uma ode urgente ao jornalismo sério, aquele comprometido com verdades que pertencem ao planeta inteiro.
Com a maestria técnica e narrativa que define sua carreira, Spielberg sustenta uma premissa ética inegociável: o direito inalienável da humanidade ao fato, não importa o tamanho das consequências. É um manifesto cinematográfico poderoso e, sem sombra de dúvidas, um dos grandes marcos do ano.
Hokum: O Pesadelo da Bruxa
3.0 217 Assista AgoraEu não vou nem escrever crítica sobre esse, tamanha minha decepção.
Também nem vou perder tempo falando mal.
Aumentei meia estrela porque um jumpscare me pegou.
Faca no Coração
3.4 72 Assista AgoraKnife+Heart é um diallo/slasher francês totalmente queer e com pano de fundo da indústria pornô gay do final dos anos 70.
Usa a metalinguagem e estética para desenvolver e resolver a trama.
Fotografia muito bonita, com uso de efeito dream/bloom e até certa psicodelia.
O Animal Cordial
3.4 630 Assista AgoraCaos (até que organizado) e incômodo do começo ao fim.
Murilo Benício destrói totalmente nessa atuação.
Foda demais.
Pânico 7
2.6 430 Assista AgoraTeria sido menos vergonhoso simplesmente ter cancelado esse filme.
As Duas Faces de um Crime
4.1 1,1K Assista AgoraEsse filme, na época, deve ter pegado muita gente de surpresa mesmo. Mas todo mundo sabe que não da pra confiar nos personagens de certo ator.
Trainspotting: Sem Limites
4.2 1,9K Assista AgoraA estética urban British me incomoda muito, mas o filme em si ofusca isso por ser tão magistralmente bem feito. Se a intenção foi gerar desconforto e ansiedade durante toda duração, deu certo.
Stigmata
3.4 493 Assista AgoraPuro suco da transição dos anos 90 pro 2000. Pegada grunge, gótica, urbana.
Parabéns pra quem aprovou esse roteiro na época, imagino o tanto de b.o que deu. Os crente devem ter se rasgado fortemente.
O filme pega fatos e artefatos históricos, numa época em que se sabia quase nada sobre, e cria uma história por cima pra obviamente impactar e gerar polêmica.
Nada muito memorável mas pontos pra estética e pela coragem, falta isso hoje.
Fargo: Uma Comédia de Erros
3.9 989 Assista AgoraEste é um belo filme sobre a incrível capacidade que as pessoas têm de fazer merda, não há outro termo para definir.
Na trama conduzida pelos irmãos Coen, tudo dá errado. Até o que parece dar certo acaba saindo torto. É justamente esse caos que torna a narrativa ainda melhor e mais imprevisível.
O roteiro encaixa muito bem a sucessão de situações absurdas vividas pelos personagens de William H. Macy e Frances McDormand, mas o melhor (ou pior) fica por conta de Steve Buscrmi. O ritmo do filme se mantém firme e envolvente até o último minuto.
É uma obra-prima do humor negro. Seria cômico se não fosse trágico.
Os Bons Companheiros
4.4 1,2K Assista AgoraÉ muito fácil falar desse filme porque só tenho elogios. Não consigo encontrar um único ponto fraco em sua trama ou roteiro. Scorsese retrata a ascensão e queda de Henry Hill de uma forma maravilhosamente crua e eletrizante.
Ray Liotta entrega a performance de sua vida como o protagonista, enquanto De Niro e, especialmente, Joe Pesci elevam a história com atuações viscerais e sensacionais, como sempre.
É, sem dúvidas, um dos melhores filmes de todos os tempos. Jamais existirá outro Martin Scorsese.
O Elixir
2.5 64 Assista AgoraTinha um puta potencial pra ser um novo cult classic do terror de zumbi mas PUTA QUE PARIU só tem gente burra no filme tomando as decisões mais imbecis da face da Terra.
As duas estrelas são inteiramente pelo gore e pelos zumbis frenéticos.
Através das Sombras
3.4 49 Assista AgoraQuando se pega a ação estilizada de John Wick e adiciona brutalidade com cultura cinematográfica da Indonésia, nasce um filme frenético, bem coreografado e com uma história comum elevada a algumas potências. Definitivamente a Indonésia sabe fazer filme de ação assim como sabe fazer filme de terror.
O Chamado
3.3 354 Assista AgoraDecepcionado por minhas próprias expectativas e por amar muito o remake ocidental.
Achei que aqui teria o mesmo caso de Ju-On (O Grito), onde o original é anos-luz melhor que o remake, mas foi o contrário.
O remake d'O Chamado conserta todos os problemas desse e transforma a Sadako no ícone do terror que ela é.
Respeito o que foi feito, queria muito ter gostado mais, mas não rolou.
A Noite dos Mortos-Vivos
3.6 393 Assista AgoraO ser humano é um caralho mesmo né?
Não consegue pensar no coletivo nem quando tá todo mundo fudido.
Mártires
3.9 1,7K Assista AgoraReassisti esse depois de muitos anos, continua impactante e traumático, a diferença é que agora não me impressiona mais pois sei que esse tipo de coisa acontece de forma minimamente parecida por aí no mundo, ou pior.
Filmaço, daqui mais uns 10 anos revejo novamente.
O Último Exorcismo
2.2 1,8KEsse é um dos melhores found footage de possessão e ninguém muda minha opinião.
Boa Noite, Mamãe
3.5 1,5K Assista AgoraQuando esse filme saiu e ficou famoso, lembro de só vendo o cartaz e lendo a sinopse matei o plot twist dele todo. Enfim, fui assistir agora só e eu estava certo.
O filme não funcionou pra mim, infelizmente.
A Enviada do Mal
3.0 318Atmosfera deliciosa. Andou para que Longlegs pudesse correr.
Depois de Horas
4.0 522 Assista Agora"Turns out it's less devastating
Staying home and masturbating."
Uma punheta e nada disso teria acontecido.
A Bruma Assassina
3.3 208Acho que já posso dizer oficialmente que: JOHN CARPENTER É MEU PASTOR E NADA ME FALTARÁ.
Fora de Série
3.9 522 Assista AgoraSuperbad feminino, e isso é um puta elogio!
Párvulos: Filhos do Apocalipse
2.6 18 Assista AgoraA situação já pode tá ruim, é só aparecer um crente que piora tudo mais ainda.
Vampiros de John Carpenter
3.1 282 Assista AgoraA lore desse filme é boa demais. Não sou de ficar pensando em remake mas acho que seria uma ótima opção, polindo um pouco o roteiro e tirando a burrice do vampirão.
Quarteto Fantástico: Primeiros Passos
3.4 566 Assista AgoraSUPER FANTÁSTICO!
Um filme com identidade e ritmo próprio, com foco no que importa e com sensação de perigo e consequência críveis.
Quadrinhos + ficção científica é uma mistura que sempre vai dar certo.
A interação da família é ótima,Reed já dá indícios do que pode se tornar no futuro, Sue Storm extremamente PIROCUDA, a interação entre o Johnny e o Ben é muito natural.
GALACTUS ENCHE A TELA GIGANTESCA MENTE.
Marvel finalmente está voltando aos eixos e o futuro é muito promissor!