Como documentário é fraco, mais parece um reality show. Há muito pouco sobre o treinamento deles, rotina, alimentação, enquanto sobram imagens sobre a vida pessoal e aspirações. A impressão que me deu foi a de que querem lançar alguns dos fuzileiros como atores.
Vi por Jon Hamm, de quem me tornei fã em Mad Man. Assisti à temporada toda sem muito esforço, e minha nota reflete isso. Mas não me encantou. Fargo tem isso do absurdo, mas acho que nessa exageraram além da conta. Faz anos que vi as outras (e não vi a quarta), mas a falta de verossimilhança desta me incomodou: é como se só a protagonista fosse hábil, capaz e forte, apesar de sua patente fragilidade física, e todo o resto, inclusive o seu esposo - e à exceção de sua sogra - fossem patetas. Essa forçação desproporcional tirou o brilho do enredo. Temporada ok.
5 episódios prestam, 5 não valem nada. O suspense é bom, mas realmente a qualidade do roteiro cai muito à medida que a série avança. Não vale a pena insistir.
Mais um documentário de arrepiar do Globoplay. Desde que vi os primeiros vídeos das intervenções de João de Deus, lá em 2012, fiquei espantado com a violência explícita: tentei respeitar a fé alheia e até os relatos de eficácia, mas só enxerguei um show de horrores mesmo. E pensar que essa impressão era só o lado mais evidente da moeda... Trabalho de jornalismo brilhante de Bial, Camila Appel e demais membros da equipe. Prova eloquente da ineficiência da justiça (assim com minúsculo mesmo) brasileira. Como um criminoso desse porte ficou impune por quase toda a vida, é algo que tangencia o absurdo e desafia a compreensão racional. Viva a coragem dessas mulheres, cujos murmúrios, individualmente baixos, ganharam volume graças à solidariedade e ao apoio mútuo, e trouxeram luz e verdade aos fatos.
Que série documental fantástica! Que história tenebrosa! Acho que nada define melhor a expressão "suco de Brasil" do que o vínculo umbilical entre um jogo de azar bem brasileiro, inúmeros crimes hediondos e a maior festa popular do país. Assombro é a palavra que define o que senti após finalizá-la. Mas também um certo ar de "é claro que tudo isso tinha que estar ligado". Uma das coisas mais (ou menos?) impressionantes é que uma lei que tornasse crime o Jogo do Bicho teria o poder de mudar todo o panorama dessa máfia - pois como mera contravenção e sua pena irrisória, não é possível puni-los por associação/organização criminosa. Falta vontade ou sobra vontade das pessoas erradas?
Fui eu que mudei ou foi a série? Assisti aos 4 episódios mais bem avaliados da temporada no IMDB (e o menos pior é justamente o com menos críticas positivas, "Plaything"). Nenhum chega perto da qualidade daquelas temporadas iniciais da franquia. Há referências a episódios consagrados da franquia (Juniper duas vezes, a própria USS Callister) - uma tentativa evidente de criar algum vínculo com o passado de glória da série. Mas vejo as pessoas ainda bastante empolgadas com Black Mirror, algumas até dizendo que essa temporada está "bem raiz". Eu não poderia discordar mais. Então, talvez, eu é que tenha mudado. Em tempos de uma nova revolução dentro da revolução tecnológica, que parece não ter fim, Black Mirror virou série infantil. MANIAC, livro de Benjamin Labatut, é MUITO mais assustador e intrigante do que qualquer episódio dessas temporadas recentes de Black Mirror.
Já começou mal: o primeiro episódio não é bom. A julgar por este episódio, onde há a menção a Juniper, e da própria retomada de USS Callister noutro episódio, haverá bastantes referências a episódios consagrados da franquia - uma tentativa evidente de criar algum vínculo com o passado de glória da série. Há bastantes anos Black Mirror não é mais a mesma, mas claro que a gente segue assistindo.
Como eu disse em meu comentário anterior, a série, que tem seus méritos, pecou na abordagem superficial, quase inexistente, da motivação do crime, tema que realmente demandaria, pelo menos, mais um ou dois episódios. Quanto a isso, sinto que décadas de negligência com a saúde mental masculina, especialmente a dos meninos, podem ter resultado em situações drásticas, e que, hoje em dia, parecem generalizadas, como a retratada na minissérie. Não acho equivocado afirmar que há um fardo velado, mas existente, sobre os meninos e homens, cuja fragilidade, ainda que circunstancial, ainda é socialmente percebida como fraqueza, especialmente por eles próprios. E, claro, há grupos tóxicos na internet que se aproveitam dessa realidade e exasperam essa sensação nos garotos, o que é extremamente preocupante. Há sempre o risco de a percepção ser distorcida, e esse é o xis da questão na minissérie. É preciso tratar, e não falo apenas de terapias médico-psicológicas.
A série tem seus méritos, especialmente as boas atuações e os uso estupendo dos planos-sequência. Pecou na abordagem superficial, quase inexistente, da motivação do crime, tema que realmente demandaria, pelo menos , mais um ou dois episódios. "Precisamos falar sobre Kevin" segue sendo o filme canônico a respeito do tema.
Primeiramente, Wendy é uma das personagens mais detestáveis que já vi na vida. E Marty, com sua passividade e submissão (mas com olhos tão gentis...) também não deixa por menos.
Para mim é impossível não associar Marty Byrde a Adolf Eichmann: claro que há diferenças de grandeza nas ações de um e de outro - e mesmo na "inteligência" - mas ambos eram parecidos na essência: homens comuns, até mesmo "ordeiros", que fizeram barbaridades sob uma justificativa que, só para eles, era plausível e aceitável.
Ozark é o show das grandes hipocrisias, e por isso é tão bom. É a série que escancara como a maioria das pessoas, e mesmo instituições com finalidade social (como FBI e Congresso), podem abrir mão de seus valores e de suas missões para colher benefícios imediatos e prol de si e de seus dirigentes. É a história do prevalecimento do pragmatismo (os fins justificam os meios) e não do utilitarismo (a felicidade da maioria em detrimento da minha própria).
E por isso gostamos de Ruth Langmore, porque ela é autêntica e fiel às suas raízes e à sua "ética", por mais deturpado que seja o seu código moral.
Primeiramente, Wendy é uma das personagens mais detestáveis que já vi na vida. E Marty, com sua passividade e submissão (mas com olhos tão gentis...) também não deixa de ser detestável. Pra mim é impossível não associar Marty Byrde a Adolf Eichmann: claro que há diferenças de grandeza nas ações de um e de outro e mesmo na "inteligência", mas ambos eram parecidos no âmago: homens comuns, até mesmo "ordeiros", que fizeram barbaridades sob uma justificativa que para eles era plausível e aceitável. Ozark é o show das grandes hipocrisias, e por isso é tão bom. É a série que escancara como a maioria das pessoas e mesmo instituições com finalidade social (como FBI e Congresso) podem abrir mão de seus valores e de suas missões para colher benefícios imediatos e prol de si e de seus dirigentes. É a história do prevalecimento do pragmatismo (os fins justificam os meios) e não do utilitarismo (a felicidade da maioria em detrimento da minha própria). E por isso gostamos de Ruth Langmore, porque ela é autêntica e fiel às suas raízes e à sua "ética", ainda que seja um código moral deturpado.
Continua sendo uma mistura de novela das oito com House of Cards. Dá certo, mas não empolga muito. É a coisa mais "white people problems" que já vi na vida. Seguem pecando na falta de riqueza da trilha sonora.
Comecei achando um porre, mas a história ganha corpo com o tempo. Senti falta de uma trilha sonora melhor (insistem muito na música tema). É uma mistura de novela das oito com House of Cards.
Aqui devolveram o show que a gente ama! Melhor que a terceira temporada e quase tão boa quanto as duas primeiras. O episódio final foi um dos melhores de toda a série sem dúvidas. Vai fazer falta.
Estou desapontado. A nota altíssima daqui é totalmente injustificada. Em tempos de Shingeki No Kyojin, Monster deixou bastante a desejar. Tem coisas positivas, evidentemente, como a trama narrativa - o entrelaçamento das histórias paralelas. Mas além de ser muito arrastado, o que há de pontas soltas, eventos esdrúxulos e totalmente irreais (o que só é ruim porque não era o objetivo desta história) não é brincadeira. Johan é o personagem mais mal construído que já vi na vida. É um nonsense total toda aquela "mitologia". A quem porventura puder se influenciado pela nota alta daqui, minha sincera sugestão: não percam seu tempo!
PS: se é isso que chamam de anime "Seinen", não é grande coisa. A mesma infantilidade e gritinhos das personagens femininas; uma estrutura narrativa muito similar; realmente não vejo como distinguir um anime feito para adultos de um feito para jovens. Violência por violência, todos os que vi até hoje superam Monster nesse quesito (e em tantos outros).
Não estava ruim até se aproximar do final, mas aí... Que história mal construída: não há desfecho, não há uma trama bem costurada, são só coisas jogadas na sua cara e pronto. No final (que não é um desfecho), há uma sessão de terapia mixuruca e o anime se encerra. No entanto, é inegável o valor estético da obra: uma mistura de cyberpunk, 90's vibes e lofi aesthetic. Também notei a influência tremenda que teve sobre Shingeki no Kyojin: gigantes "pilotados" por humanos e com vida própria; a ideia de uma árvore da vida e tantas outras referências.
O grande lance dessa temporada de True Detective é que a gente ficou órfão de Rust e Marty na primeira e as personagens dessa segunda não tem nem a raspa do carisma e do charme daqueles dois. Não sei se a culpa é dos atores ou do roteiro mesmo, enfim. Algo que torna a história menos interessante, como já dito, é o emaranhado de histórias: nenhuma delas tão interessante quando à do caso investigado por Marty e Rust. Estou revendo True Detective e outras séries que gosto neste ano que tenho chamado de sabático, e quanto a esta, mesmo já tendo visto uma vez, tenho a impressão de que não consegui entender tudinho. Acho que é mal contada mesmo.
Nada supera o impacto de ver essa obra-prima pela primeira vez. Mas revê-la, cerca de oito anos depois, é testemunhar sua excelência em ainda mais aspectos, para além do enredo, roteiro e das performances de Mathew e Woody (agora incluída a trilha sonora). Realmente é a melhor história de investigação criminal que já vi na vida. Rust Cohle, sem palavras. Marty, você ganhou meu coração nessa revisita.
É uma animação muito bonita em termos estéticos. A trilha sonora é mesmo "de outro mundo", e é o ponto alto do anime. A história em si não tem muita coesão: a trama, por assim dizer, não é como a de um romance. Os episódios assemelham-se mais a contos, fazendo essa comparação literária. Quando se aceita essa premissa, é possível aproveitar mais os pontos altos do programa. Legal ver referências a ícones pop, como Asimov, David Bowie e Miles Davis (entre outros!).
Dele & Dela
3.5 135 Assista AgoraTem todos os clichês de um suspense barato, inclusive os furos no roteiro (é uma peneira esse aqui) e o plot twist absurdo no final.
Marines
3.2 4Como documentário é fraco, mais parece um reality show.
Há muito pouco sobre o treinamento deles, rotina, alimentação, enquanto sobram imagens sobre a vida pessoal e aspirações.
A impressão que me deu foi a de que querem lançar alguns dos fuzileiros como atores.
Fargo (5ª Temporada)
4.1 68 Assista AgoraVi por Jon Hamm, de quem me tornei fã em Mad Man.
Assisti à temporada toda sem muito esforço, e minha nota reflete isso.
Mas não me encantou.
Fargo tem isso do absurdo, mas acho que nessa exageraram além da conta.
Faz anos que vi as outras (e não vi a quarta), mas a falta de verossimilhança desta me incomodou: é como se só a protagonista fosse hábil, capaz e forte, apesar de sua patente fragilidade física, e todo o resto, inclusive o seu esposo - e à exceção de sua sogra - fossem patetas.
Essa forçação desproporcional tirou o brilho do enredo.
Temporada ok.
Absentia (1ª Temporada)
3.6 57 Assista Agora5 episódios prestam, 5 não valem nada.
O suspense é bom, mas realmente a qualidade do roteiro cai muito à medida que a série avança.
Não vale a pena insistir.
Em Nome de Deus
4.3 116Mais um documentário de arrepiar do Globoplay.
Desde que vi os primeiros vídeos das intervenções de João de Deus, lá em 2012, fiquei espantado com a violência explícita: tentei respeitar a fé alheia e até os relatos de eficácia, mas só enxerguei um show de horrores mesmo.
E pensar que essa impressão era só o lado mais evidente da moeda...
Trabalho de jornalismo brilhante de Bial, Camila Appel e demais membros da equipe.
Prova eloquente da ineficiência da justiça (assim com minúsculo mesmo) brasileira. Como um criminoso desse porte ficou impune por quase toda a vida, é algo que tangencia o absurdo e desafia a compreensão racional.
Viva a coragem dessas mulheres, cujos murmúrios, individualmente baixos, ganharam volume graças à solidariedade e ao apoio mútuo, e trouxeram luz e verdade aos fatos.
Vale O Escrito - A Guerra do Jogo do Bicho
4.5 143Que série documental fantástica!
Que história tenebrosa!
Acho que nada define melhor a expressão "suco de Brasil" do que o vínculo umbilical entre um jogo de azar bem brasileiro, inúmeros crimes hediondos e a maior festa popular do país.
Assombro é a palavra que define o que senti após finalizá-la. Mas também um certo ar de "é claro que tudo isso tinha que estar ligado".
Uma das coisas mais (ou menos?) impressionantes é que uma lei que tornasse crime o Jogo do Bicho teria o poder de mudar todo o panorama dessa máfia - pois como mera contravenção e sua pena irrisória, não é possível puni-los por associação/organização criminosa.
Falta vontade ou sobra vontade das pessoas erradas?
Black Mirror (7ª Temporada)
3.8 333 Assista AgoraFui eu que mudei ou foi a série?
Assisti aos 4 episódios mais bem avaliados da temporada no IMDB (e o menos pior é justamente o com menos críticas positivas, "Plaything").
Nenhum chega perto da qualidade daquelas temporadas iniciais da franquia.
Há referências a episódios consagrados da franquia (Juniper duas vezes, a própria USS Callister) - uma tentativa evidente de criar algum vínculo com o passado de glória da série.
Mas vejo as pessoas ainda bastante empolgadas com Black Mirror, algumas até dizendo que essa temporada está "bem raiz".
Eu não poderia discordar mais.
Então, talvez, eu é que tenha mudado.
Em tempos de uma nova revolução dentro da revolução tecnológica, que parece não ter fim, Black Mirror virou série infantil.
MANIAC, livro de Benjamin Labatut, é MUITO mais assustador e intrigante do que qualquer episódio dessas temporadas recentes de Black Mirror.
Black Mirror (7ª Temporada)
3.8 333 Assista AgoraJá começou mal: o primeiro episódio não é bom.
A julgar por este episódio, onde há a menção a Juniper, e da própria retomada de USS Callister noutro episódio, haverá bastantes referências a episódios consagrados da franquia - uma tentativa evidente de criar algum vínculo com o passado de glória da série.
Há bastantes anos Black Mirror não é mais a mesma, mas claro que a gente segue assistindo.
Adolescência
4.0 611 Assista AgoraComo eu disse em meu comentário anterior, a série, que tem seus méritos, pecou na abordagem superficial, quase inexistente, da motivação do crime, tema que realmente demandaria, pelo menos, mais um ou dois episódios.
Quanto a isso, sinto que décadas de negligência com a saúde mental masculina, especialmente a dos meninos, podem ter resultado em situações drásticas, e que, hoje em dia, parecem generalizadas, como a retratada na minissérie.
Não acho equivocado afirmar que há um fardo velado, mas existente, sobre os meninos e homens, cuja fragilidade, ainda que circunstancial, ainda é socialmente percebida como fraqueza, especialmente por eles próprios.
E, claro, há grupos tóxicos na internet que se aproveitam dessa realidade e exasperam essa sensação nos garotos, o que é extremamente preocupante.
Há sempre o risco de a percepção ser distorcida, e esse é o xis da questão na minissérie. É preciso tratar, e não falo apenas de terapias médico-psicológicas.
Adolescência
4.0 611 Assista AgoraA série tem seus méritos, especialmente as boas atuações e os uso estupendo dos planos-sequência.
Pecou na abordagem superficial, quase inexistente, da motivação do crime, tema que realmente demandaria, pelo menos , mais um ou dois episódios.
"Precisamos falar sobre Kevin" segue sendo o filme canônico a respeito do tema.
True Detective: Terra Noturna (4ª Temporada)
3.4 273 Assista AgoraA nota dessa temporada está menor do que a da segunda - que não é ruim, só muito confusa.
Ozark (4ª Temporada)
4.2 292 Assista AgoraPrimeiramente, Wendy é uma das personagens mais detestáveis que já vi na vida. E Marty, com sua passividade e submissão (mas com olhos tão gentis...) também não deixa por menos.
Para mim é impossível não associar Marty Byrde a Adolf Eichmann: claro que há diferenças de grandeza nas ações de um e de outro - e mesmo na "inteligência" - mas ambos eram parecidos na essência: homens comuns, até mesmo "ordeiros", que fizeram barbaridades sob uma justificativa que, só para eles, era plausível e aceitável.
Ozark é o show das grandes hipocrisias, e por isso é tão bom. É a série que escancara como a maioria das pessoas, e mesmo instituições com finalidade social (como FBI e Congresso), podem abrir mão de seus valores e de suas missões para colher benefícios imediatos e prol de si e de seus dirigentes. É a história do prevalecimento do pragmatismo (os fins justificam os meios) e não do utilitarismo (a felicidade da maioria em detrimento da minha própria).
E por isso gostamos de Ruth Langmore, porque ela é autêntica e fiel às suas raízes e à sua "ética", por mais deturpado que seja o seu código moral.
Ozark (4ª Temporada)
4.2 292 Assista AgoraPrimeiramente, Wendy é uma das personagens mais detestáveis que já vi na vida. E Marty, com sua passividade e submissão (mas com olhos tão gentis...) também não deixa de ser detestável.
Pra mim é impossível não associar Marty Byrde a Adolf Eichmann: claro que há diferenças de grandeza nas ações de um e de outro e mesmo na "inteligência", mas ambos eram parecidos no âmago: homens comuns, até mesmo "ordeiros", que fizeram barbaridades sob uma justificativa que para eles era plausível e aceitável.
Ozark é o show das grandes hipocrisias, e por isso é tão bom. É a série que escancara como a maioria das pessoas e mesmo instituições com finalidade social (como FBI e Congresso) podem abrir mão de seus valores e de suas missões para colher benefícios imediatos e prol de si e de seus dirigentes. É a história do prevalecimento do pragmatismo (os fins justificam os meios) e não do utilitarismo (a felicidade da maioria em detrimento da minha própria).
E por isso gostamos de Ruth Langmore, porque ela é autêntica e fiel às suas raízes e à sua "ética", ainda que seja um código moral deturpado.
True Detective: Terra Noturna (4ª Temporada)
3.4 273 Assista AgoraÉ tão ruim assim que não vale a pena começar a ver? Peço a ajuda de vocês.
The Office (1ª Temporada)
4.1 586Buscando entender por que a série é tão querida.
Não me falta boa vontade, mas o humor de tiozão dela ainda não me cativou.
Succession (2ª Temporada)
4.5 240 Assista AgoraContinua sendo uma mistura de novela das oito com House of Cards.
Dá certo, mas não empolga muito.
É a coisa mais "white people problems" que já vi na vida.
Seguem pecando na falta de riqueza da trilha sonora.
Succession (1ª Temporada)
4.2 277Comecei achando um porre, mas a história ganha corpo com o tempo.
Senti falta de uma trilha sonora melhor (insistem muito na música tema).
É uma mistura de novela das oito com House of Cards.
Atlanta (4ª Temporada)
4.4 59 Assista AgoraAqui devolveram o show que a gente ama!
Melhor que a terceira temporada e quase tão boa quanto as duas primeiras.
O episódio final foi um dos melhores de toda a série sem dúvidas.
Vai fazer falta.
Monster
4.6 136Estou desapontado.
A nota altíssima daqui é totalmente injustificada.
Em tempos de Shingeki No Kyojin, Monster deixou bastante a desejar.
Tem coisas positivas, evidentemente, como a trama narrativa - o entrelaçamento das histórias paralelas.
Mas além de ser muito arrastado, o que há de pontas soltas, eventos esdrúxulos e totalmente irreais (o que só é ruim porque não era o objetivo desta história) não é brincadeira.
Johan é o personagem mais mal construído que já vi na vida. É um nonsense total toda aquela "mitologia".
A quem porventura puder se influenciado pela nota alta daqui, minha sincera sugestão: não percam seu tempo!
PS: se é isso que chamam de anime "Seinen", não é grande coisa. A mesma infantilidade e gritinhos das personagens femininas; uma estrutura narrativa muito similar; realmente não vejo como distinguir um anime feito para adultos de um feito para jovens. Violência por violência, todos os que vi até hoje superam Monster nesse quesito (e em tantos outros).
Neon Genesis Evangelion
4.5 343 Assista AgoraNão estava ruim até se aproximar do final, mas aí...
Que história mal construída: não há desfecho, não há uma trama bem costurada, são só coisas jogadas na sua cara e pronto.
No final (que não é um desfecho), há uma sessão de terapia mixuruca e o anime se encerra.
No entanto, é inegável o valor estético da obra: uma mistura de cyberpunk, 90's vibes e lofi aesthetic.
Também notei a influência tremenda que teve sobre Shingeki no Kyojin: gigantes "pilotados" por humanos e com vida própria; a ideia de uma árvore da vida e tantas outras referências.
The Idol (1ª Temporada)
1.7 155 Assista AgoraCaralho, 1.7 aqui, 4,8 no Imdb
Não é a toa que foi cancelada, hein?
True Detective (2ª Temporada)
3.6 788O grande lance dessa temporada de True Detective é que a gente ficou órfão de Rust e Marty na primeira e as personagens dessa segunda não tem nem a raspa do carisma e do charme daqueles dois.
Não sei se a culpa é dos atores ou do roteiro mesmo, enfim.
Algo que torna a história menos interessante, como já dito, é o emaranhado de histórias: nenhuma delas tão interessante quando à do caso investigado por Marty e Rust.
Estou revendo True Detective e outras séries que gosto neste ano que tenho chamado de sabático, e quanto a esta, mesmo já tendo visto uma vez, tenho a impressão de que não consegui entender tudinho.
Acho que é mal contada mesmo.
True Detective (1ª Temporada)
4.7 1,6K Assista AgoraNada supera o impacto de ver essa obra-prima pela primeira vez.
Mas revê-la, cerca de oito anos depois, é testemunhar sua excelência em ainda mais aspectos, para além do enredo, roteiro e das performances de Mathew e Woody (agora incluída a trilha sonora).
Realmente é a melhor história de investigação criminal que já vi na vida.
Rust Cohle, sem palavras.
Marty, você ganhou meu coração nessa revisita.
Cowboy Bebop
4.6 270 Assista AgoraÉ uma animação muito bonita em termos estéticos. A trilha sonora é mesmo "de outro mundo", e é o ponto alto do anime.
A história em si não tem muita coesão: a trama, por assim dizer, não é como a de um romance. Os episódios assemelham-se mais a contos, fazendo essa comparação literária. Quando se aceita essa premissa, é possível aproveitar mais os pontos altos do programa.
Legal ver referências a ícones pop, como Asimov, David Bowie e Miles Davis (entre outros!).