Lembro o quão desolador foi acompanhar essa história, todo mundo que acompanha o genocídio em Gaza, sabia o que ia acontecer. O que sionista mais faz é isso, quem dera se eles ao menos dessem qualquer importância para a imagem de "bons heróis que não matam crianças", mas a imagem deles não está afetada com quem financia essa desgraça, então vão continuar e com muito apoio ainda.
Rave no deserto caçando todas as minorias que tem no cardápio
... Não sei dizer ainda se gostei do filme, na hora que eu fui assistindo a partir daquele momento, eu fui ficando com raiva que era essa a história. Piorou quando
, mas eu preferia que a história inicial fizesse uma continuidade e conexão dessas duas estéticas. Enfim, ainda tô sentindo o filme, mas posso dizer que é, de fato, muito interessante, som tá surreal também e tem uma boa fotografia.
Muito bom! Me lembrou aquelas animações sobre beleza e modificações corporais que a gente vê por aí. Tô adorando que tem se intensificado esse gênero de "beauty gore", é a época perfeita para isso.
Carai, não sabia que eu ia curtir tanto um filme sobre um acordo BDSM gay de mestre e escravo submissíssimo, mas cá estou eu. Muito interessante não só pensar na dinâmica deles, mas também tentar entender os personagens e o que desenrola. E esses pais merecem o prêmio de mais compreensivos da história LGBT do cinema. Versão acertada de uma mistura de 50 tons de cringe e me chame pelo seu nome, estou curiosa pra saber a opinião da comunidade que faz parte desse tipo de relação.
Apesar de gostar da resolução desse, o primeiro filme é o único que realmente achei bom. Os últimos dois tem toda uma cara de Netflix. Entendo a identidade influenciada pela Agatha Christie, mas é difícil de comprar muita coisa nesses últimos dois filmes. O primeiro é mais fluído, esses me tiraram da atmosfera do que estava sendo contado todo o tempo, provavelmente porque a gente já tem um universo de mistério mais desenvolvido e condizente com os tempos atuais e esses não entregam uma suspensão da descrença mais natural. No mais, o elenco é ótimo.
Inacreditável o quão cedo ele voltou, nem um ano fora. E tudo que essas mulheres passaram e perderam desde então por causa disso... a realidade é patética. Sorry não é nem bom.
Viu, Satanás é sempre o melhor caminho. Fiquei um pouco carregada com novos traumas, como se eu tivesse vivido o que elas passaram. Para quem tem mommy issues é três facada no peito. Vários takes que dão um quadro, fotografia belíssima e tudo tão simples, ainda tem todo um trabalho sobre atuação que é bem interessante de observar e também de se imaginar no lugar de todos envolvidos. De quebra leva reflexão sobre gerações, de como reproduzimos violência, preconceito, ódio que nos é ensinado ou adquirimos com trauma geracional. É na Tunísia/Líbano e com outras questões culturais, sociais, políticas e religiosas, mas dá para botar muita família brasileira em várias das situações, incluindo mesmo as do extremismo religioso. Espero que as mais novas quebrem o ciclo.
1- ela não precisou mais da cetamina e melhorou muito, o médico disse para mãe que com certeza ela iria morrer agonizando e que iria para o pulmão. 2- A dosagem de cetamina era estranhíssima, cetamina é pesado, a menina estava tomando uma dose alta de 4h em 4h e de repente se provou que não era necessário correr esse risco de vida. Ainda o tratamento era só aceito fora do país. Ninguém foi atrás desses médicos com sites super suspeitos, da licença deles, de que autoridade eles tinham para receitar cetamina assim para uma criança. Eles literalmente dizendo para uma mãe em completa agonia de estar longe de sua filha, que ela iria morrer lentamente, foi uma coisa louca de absurda. O documentário inteiro tem uma escolha de lado muito clara. Não estou culpando a mãe ou não culpando, nem entendi muito bem os outros casos e com certeza existem muitos médicos corruptos, mas é uma obra estranha e não parece mostrar tudo que deveria. No fim, tudo teria sido muito melhor se tivesse um tratamento humanizado das partes burocráticas em tratar com cada caso.
Não achei que iria gostar tanto. Finalmente um filme saudosista bem feito e que, para além da técnica impecável, o roteiro e a história são ótimos. Não é só uma punh3taç4o aleatória ao passado. O homi é brabo!
Eu que já vi todo tipo de tortura, mau trato e assassinato animal por uma década e meia, já estou bem traumatizada, então na hora das vacas meu coração tava palpitando a milhão. Já era hora de eu me acostumar, mas acho que na real só tem piorado. Não sei como me sinto porque há uso animal nesse filme com o propósito de encenação, por mais que eles digam que os animais foram bem tratados e a ideia vem de amor aos animais, tem cenas do tipo assustar o bicho, por exemplo, que são reais. Fiquei sem entender as cenas do robô e do padre gato com a mãe(?).... P.S.: meu gato assistiu boa parte do filme comigo, ele parece ter se interessado bastante.
O Brendan Fraser tá realmente incrível e merece toda e mais atenção que tá recebendo, mas a Hong Chau tá maravilhosa também. Finalmente vendo algo em que ela atua e que não faz o papel de "asiática excêntrica e maluca". E a personagem dela merecia ser santificada *porque ela
Que documentário mal feito, 80% é sobre ele ser famoso e as pessoas sangue suga na volta, eu queria era saber do caso mesmo. E parecia pelo o que ele falava e escrevia que já tinha feito antes ou estava com essa ideia em mente constantemente, ninguém desenvolveu sobre isso.
Fanfic de torture porn. A gente sabe que a Marilyn teve uma vida trágica e que precisava de ajuda, mas as cenas inventadas desse filme chegam a nível ridículo. Chegou uma hora que o filme era só "sofrendo nua". Se o filme tinha qualquer intenção de criticar fetiche e idolatria pela imagem e hipersexualização da atriz, ele acabou fazendo totalmente o contrário. E o duro de ser só mais uma história que perpertua esse fetiche que o público tem com a imagem da Marilyn, de mulher sex symbol que sofre, é que ela era uma pessoa de verdade, um ser humano. E era muito mais, fez muito mais do que o sofrimento dela. É triste porque a Ana de Armas tá incrível, a direção de arte e a técnica também, mas achei desrespeitoso, oportunista e desnecessário.
A Voz de Hind Rajab
4.2 125 Assista AgoraLembro o quão desolador foi acompanhar essa história, todo mundo que acompanha o genocídio em Gaza, sabia o que ia acontecer. O que sionista mais faz é isso, quem dera se eles ao menos dessem qualquer importância para a imagem de "bons heróis que não matam crianças", mas a imagem deles não está afetada com quem financia essa desgraça, então vão continuar e com muito apoio ainda.
Alabama: Presos do Sistema
3.7 30Que país que saiu diretamente das profundezas do inferno.
Sirāt
3.4 175 Assista AgoraDuna está diferente esse ano.
Rave no deserto caçando todas as minorias que tem no cardápio
Não sei dizer ainda se gostei do filme, na hora que eu fui assistindo a partir daquele momento, eu fui ficando com raiva que era essa a história. Piorou quando
tanto fazia a história que nos foi apresentada do porquê o pai e filho estavam lá e não teve um "fim" mesmo
2 filmes e da mudança brusca
Enfim, ainda tô sentindo o filme, mas posso dizer que é, de fato, muito interessante, som tá surreal também e tem uma boa fotografia.
A Meia-Irmã Feia
3.8 435 Assista AgoraMuito bom! Me lembrou aquelas animações sobre beleza e modificações corporais que a gente vê por aí. Tô adorando que tem se intensificado esse gênero de "beauty gore", é a época perfeita para isso.
Pillion
3.2 66Carai, não sabia que eu ia curtir tanto um filme sobre um acordo BDSM gay de mestre e escravo submissíssimo, mas cá estou eu. Muito interessante não só pensar na dinâmica deles, mas também tentar entender os personagens e o que desenrola. E esses pais merecem o prêmio de mais compreensivos da história LGBT do cinema. Versão acertada de uma mistura de 50 tons de cringe e me chame pelo seu nome, estou curiosa pra saber a opinião da comunidade que faz parte desse tipo de relação.
Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out
3.6 243 Assista AgoraApesar de gostar da resolução desse, o primeiro filme é o único que realmente achei bom. Os últimos dois tem toda uma cara de Netflix. Entendo a identidade influenciada pela Agatha Christie, mas é difícil de comprar muita coisa nesses últimos dois filmes. O primeiro é mais fluído, esses me tiraram da atmosfera do que estava sendo contado todo o tempo, provavelmente porque a gente já tem um universo de mistério mais desenvolvido e condizente com os tempos atuais e esses não entregam uma suspensão da descrença mais natural. No mais, o elenco é ótimo.
Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
3.6 188 Assista AgoraEsse filme é uma metralhadora de crise de ansiedade, maior terror do ano.
Eddington
3.1 108ô Ari Aster, eu amo como cê é doidin da cabeça
Sorry/Not Sorry
2.8 1Inacreditável o quão cedo ele voltou, nem um ano fora. E tudo que essas mulheres passaram e perderam desde então por causa disso... a realidade é patética. Sorry não é nem bom.
Emilia Pérez
2.4 483 Assista AgoraHahahaha quê???
Até as músicas são anêmicas nesse filme sem pé nem cabeza.
Matar um Tigre
3.8 35 Assista AgoraMe embrulhou o estômago, que vontade de morrer, que ódio. Mas, ao mesmo tempo, que baita pai e que menina de coragem.
Flamin' Hot: O Sabor que Mudou a História
3.4 76 Assista AgoraParece uma comédia romântica em que o boy magia é a meritocracia e serenata é um discurso de coach.
As 4 Filhas de Olfa
3.7 39 Assista AgoraViu, Satanás é sempre o melhor caminho.
Fiquei um pouco carregada com novos traumas, como se eu tivesse vivido o que elas passaram. Para quem tem mommy issues é três facada no peito.
Vários takes que dão um quadro, fotografia belíssima e tudo tão simples, ainda tem todo um trabalho sobre atuação que é bem interessante de observar e também de se imaginar no lugar de todos envolvidos. De quebra leva reflexão sobre gerações, de como reproduzimos violência, preconceito, ódio que nos é ensinado ou adquirimos com trauma geracional. É na Tunísia/Líbano e com outras questões culturais, sociais, políticas e religiosas, mas dá para botar muita família brasileira em várias das situações, incluindo mesmo as do extremismo religioso. Espero que as mais novas quebrem o ciclo.
O Mistério de Maya
3.8 54 Assista AgoraEu sinto muito pela família, chorei junto, principalmente com o menino, mas é muito esquisito que
1- ela não precisou mais da cetamina e melhorou muito, o médico disse para mãe que com certeza ela iria morrer agonizando e que iria para o pulmão. 2- A dosagem de cetamina era estranhíssima, cetamina é pesado, a menina estava tomando uma dose alta de 4h em 4h e de repente se provou que não era necessário correr esse risco de vida. Ainda o tratamento era só aceito fora do país. Ninguém foi atrás desses médicos com sites super suspeitos, da licença deles, de que autoridade eles tinham para receitar cetamina assim para uma criança. Eles literalmente dizendo para uma mãe em completa agonia de estar longe de sua filha, que ela iria morrer lentamente, foi uma coisa louca de absurda. O documentário inteiro tem uma escolha de lado muito clara. Não estou culpando a mãe ou não culpando, nem entendi muito bem os outros casos e com certeza existem muitos médicos corruptos, mas é uma obra estranha e não parece mostrar tudo que deveria. No fim, tudo teria sido muito melhor se tivesse um tratamento humanizado das partes burocráticas em tratar com cada caso.
Amor a Toda Prova
3.8 2,1K Assista AgoraCarai, alguém recebeu dinheiro pra escrever isso. Muito ruim. Parece que foi escrito pelo calvo da campari.
Os Fabelmans
4.0 431Não achei que iria gostar tanto. Finalmente um filme saudosista bem feito e que, para além da técnica impecável, o roteiro e a história são ótimos. Não é só uma punh3taç4o aleatória ao passado. O homi é brabo!
Eo
3.3 106Eu que já vi todo tipo de tortura, mau trato e assassinato animal por uma década e meia, já estou bem traumatizada, então na hora das vacas meu coração tava palpitando a milhão. Já era hora de eu me acostumar, mas acho que na real só tem piorado. Não sei como me sinto porque há uso animal nesse filme com o propósito de encenação, por mais que eles digam que os animais foram bem tratados e a ideia vem de amor aos animais, tem cenas do tipo assustar o bicho, por exemplo, que são reais. Fiquei sem entender as cenas do robô e do padre gato com a mãe(?)....
P.S.: meu gato assistiu boa parte do filme comigo, ele parece ter se interessado bastante.
Close
4.2 657 Assista AgoraEu não aguento mais sofrer :(
Esses dois deveriam estar indicados nas premiações também.
A Baleia
4.0 1,2K Assista AgoraO Brendan Fraser tá realmente incrível e merece toda e mais atenção que tá recebendo, mas a Hong Chau tá maravilhosa também. Finalmente vendo algo em que ela atua e que não faz o papel de "asiática excêntrica e maluca". E a personagem dela merecia ser santificada *porque ela
teve que ver mais uma pessoa que ela se importa se matando e não parecendo se importar com ela, é simplesmente triste.
O Mochileiro Kai: Herói ou Assassino?
2.7 48 Assista AgoraQue documentário mal feito, 80% é sobre ele ser famoso e as pessoas sangue suga na volta, eu queria era saber do caso mesmo. E parecia pelo o que ele falava e escrevia que já tinha feito antes ou estava com essa ideia em mente constantemente, ninguém desenvolveu sobre isso.
Um Lugar Bem Longe Daqui
3.8 449 Assista AgoraDeram muito poder para os fanfiqueiros e olha no que deu...
Aftersun
4.0 791Me destruiu legal.
Blonde
2.6 450 Assista AgoraFanfic de torture porn. A gente sabe que a Marilyn teve uma vida trágica e que precisava de ajuda, mas as cenas inventadas desse filme chegam a nível ridículo. Chegou uma hora que o filme era só "sofrendo nua". Se o filme tinha qualquer intenção de criticar fetiche e idolatria pela imagem e hipersexualização da atriz, ele acabou fazendo totalmente o contrário. E o duro de ser só mais uma história que perpertua esse fetiche que o público tem com a imagem da Marilyn, de mulher sex symbol que sofre, é que ela era uma pessoa de verdade, um ser humano. E era muito mais, fez muito mais do que o sofrimento dela. É triste porque a Ana de Armas tá incrível, a direção de arte e a técnica também, mas achei desrespeitoso, oportunista e desnecessário.
Batman
4.0 1,9K Assista AgoraOk, mas a primeira hora do filme é ASMR puro, todo mundo fala sussurrando, baixinho, na escuridão... impossível não ir a mimir.