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O filme não consegue fazer o que ele mesmo propõe: dar protagonismo às vítimas.
Para não dizer que estão dando atenção ao assassino, colocam o foco na jornalista sabichona com problemas paternos (não cansam desse clichê nunca?).
A personagem da Mel Lisboa aparece para "dar aulas", com inserções tão forçadas que nem o Investigação Discovery conseguiria fazer pior.
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É um filme que parece superficial, mas que acaba falando de muita coisa de maneira singela.
Adorei o menino imaginando a história que está lendo.
Pra quem tiver curiosidade, esse conto se chama "Viagem a Arzrum", de Aleksandr Púchkin (está na coletânea "Nova antologia do conto russo", publicada pela Editora 34).