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A premissa é muito boa, e o filme consegue criar uma atmosfera claustrofóbica e intempestiva. No entanto, as atuações fracas comprometem a credibilidade da história e tornam a experiência, em alguns momentos, constrangedora. A direção, por sua vez, é bastante competente e extrai muito de poucos recursos, construindo uma trama interessante e imprevisível. Em contrapartida, os efeitos visuais soam datados, assim como o retrato estereotipado de uma pessoa com autismo. O uso de efeitos práticos, porém, é eficiente, e a narrativa evita a exposição excessiva típica do gênero. No fim, trata-se de um filme inovador, ágil e divertido de assistir. Nota: 3.5/5
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Extremamente bagunçado, nonsense, absurdo e irresistivelmente divertido. Robert Rodriguez entrega uma obra de arte trash brutalmente suja, caricata e, não ironicamente, muito bem acabada do ponto de vista técnico. Mas afinal, do que se trata? Resumidamente, é uma releitura exagerada do clássico A Noite dos Mortos-Vivos, de George Romero, mas impregnada da estética dos filmes exploitation dos anos 1970, integrando o ambicioso projeto Grindhouse, realizado em parceria com o aclamado Quentin Tarantino.
Tudo aqui é planejado para satirizar o cinema trash. Nesse sentido, as atuações são propositadamente exageradas, os efeitos práticos beiram o grotesco, a trilha sonora é simplória ao extremo, a montagem é errática e a direção é um caos calculado. A combinação desses elementos resulta em uma experiência cinematográfica deliciosamente insana.
Nota: 4/5