No começo, se já jogou o jogo, você acha horrível, depois por uns 15 segundos parece genial e então fica pior do antes. Me senti numa versão de Todo mundo em pânico que se leva a sério demais.
Me surpreendi, gostei muito do enredo e das atuações, apesar de não ser nenhuma obra prima do cinema. Criativo, divertido, reflexivo e leve. Acredito que alcançou tudo ao que se propos.
Uma aula do início ao fim, não só de cinema, mas também sobre como pessoas se destroem, destroem aos outros e destroem suas relações por não saberem lidar com seu sofrimento e sua culpa.
Amei, mas... Jamais terei coragem de recomendar isso pra alguém, não quero que eles sejam traumatizados também. Comecei achando que era um documentário de true crime e acabei me emocionando muito. Foi pra lista de favoritos.
Incrível estreia de Zoe Kravitz como diretora, me prendeu do inicio ao fim. O sentimento ao final do filme foi (parafraseando Vinicius) "uma beleza que vem da tristeza de se saber mulher". Pertubador, cru e com uma qualidade de fotografia que me surpreendeu. Paleta de cor incrível, bons atores... mas não assista se tiver gatinhos com abuso sexual
Se eu achei um porre imagine os monogâmicos que caírem de paraquedas nessa bomba... Pra quem procura uma produção com o mesmo tema (e em espanhol) recomendo El juego de las llaves.
Premissa interessante, mas não sinto profundidade nos personagens. E o pior: 95% do elenco masculino é igual, impossível saber quem é quem. Série rasa, chata, que despediçou um roteiro com potencial.
Série perfeita pra maratonar, te causas os mais diversos sentimentos e reações, do riso ao choro. Claramente não é uma série que indicaria pra qualquer pessoa, mas merece a nota que tem. Comecei sem saber da história, do ator/produtor, nem nada e ficou tudo 300x mais bizarro depois que descobri. Extremamente corajoso e em nenhum momento vitimista. Achei excelente o trabalho dos dois protagonistas, espero ver o rosto de ambos em outras produções. No geral, bebê rena me fez ter um mix de emoções. Espero que tenha ainda mais reconhecimento. P.S.: Entendo o Donny, também me apaixonei pela personalidade cativante da Teri.
[spoiler][/spoiler] Nas cenas de abuso me senti incomodada como todos também devem ter se sentido, mas foi estranho pensar que já assisti tantos abusos sexuais de garotas reproduzidos em tantos filmes e séries, enquanto aquele acontecimento, por ser com um homem, me deixou mais chocada que de costume. Como sobrevivente (e mulher) me fez repensar muitas coisas. Sobre o final: Meu namorado questionou se a cenasignificava que ele também virou um stalker e disse que não conseguiu sentir pena da stalker. Vi de uma forma diferente: Também não tenho dó dela, mas entendo que é uma pessoa complexa e com sentimentos como qualquer outra, mesmo que esses sentimentos não sejam os melhores ou bem direcionados. Naquele momento, enquanto ouvia a mensagem da Martha, senti que houve uma percepção de humanidade por trás de todo a "loucura" e a imagem que ele tinha dela. Quando Donny aceita o chá por conta do garçom aquele olhar, pra mim, significou que a ficha caiu: Ele e Martha não são tão diferentes assim.
Filme incrível, mas com um final que poderia ser melhor já que tiveram duas horas pra elaborar. E sim, o cachorro merece no mínimo uma menção honrosa no oscar!
Começo meu comentário dizendo que essa não é uma análise imparcial e talvez vire um textão. Isso é uma mistura de relatos pessoais e impressões dessa primeira temporada. Começando do começo... Eu tinha 12 anos quando li o primeiro volume de PJO e, por mais bobo que pareça, foi muito significativo. Rick Riordan me proporcionou algumas das melhores memórias que tenho dessa época:
-Além de fazerem companhia através dos anos de pré adolescência, os livros despertaram uma paixão avassaladora por mitologia grega, que permanece firme e forte. -Meu pai (e melhor amigo) devorou todas os volumes para se aproximar de mim durante uma adolescência turbulenta. Hoje desconfio que ele seja mais fã do que eu. Maratonamos a série juntos. É uma das coisas que mais nos une, o amor pela história, pela literatura e pela mitologia, sou muito grata por isso. -Fiz amigos, virtuais ou não, que admiro e permanecem até hoje. Pela primeira vez me senti pertencente a algo, coisa que ansiamos tanto na juventude. Meu eterno amor ao Chalé 6 e ao Chalé 12. -E minha lembrança favorita: Em 2013, pouco tempo antes de ser diagnosticado com Alzheimer, meu avô me levou de SC para participar de um "encontro de semideuses" no Ibirapuera, em SP. Foi um dos melhores dias da minha vida e me dói que ele não se lembra mais como era um avô incrível.
Assim como 80% do fandom de PJO, o filme foi uma grande decepção pra mim, lembro de sair do cinema totalmente frustrada, estavamuito longe do que havia imaginado. *Pontos altos: Os atores de Grover, Hades , Medusa. Quase dez anos depois, quando anunciaram que teria uma série, me senti novamente como uma adolescente. Acompanhei ansiosa todo o processo de produção,muito curiosa e com esperanças de uma adapção melhor. Mas ao terminar senti falta de uma pitada de humor na história e da personalidade dos três protagonistas... mesmo assim acredito que a série cumpre o que promete: Uma boa história infantojuvenil. Hoje em dia, aos 20 e poucos anos, entendo que não faço parte do público alvo e talvez por isso tenha perdido um pouco do encanto (o que não tira o mérito e o carinho pela série). *Pontos altos: Os atores de Sally, Ares e Dionísio.
Não to entendendo essa nota baixa (apesar dos poucos votos até agora)... Obviamente tem uma pegada mais "adolescente" exatamente por se passar em uma faculdade cheia de - adivinhem só - jovens, mas eu achei genial! Aparentemente tudo no universo de The Boys me encanta: novos poderes, easter eggs, etc. Única reclamação é que perdi a concentração algumas vezes me distraindo com a beleza da Jaz Sinclair. Ansiosa pelos próximos episódios :)
PS: To amando os nerdolas reclamando da série abordar dilemas comuns em jovens nos dias atuais como racismo, gênero, referencias a transtorno alimentar e automutilação. Um bando de marmajo surtando... Descansem por favor kkkk
Uma ótima surpresa! Comecei sem grandes exectativas e fui encantada pela série, que se tornou uma das minhas favoritas. O antes e depois das meninas é muito legal, além do elenco de peso. Detonei as duas temporadas sem pausa. Pra mim, Shauna é a grande estrela de toda a obra.
Como boa fã de casos criminais, eu já conhecia a história de Gypsy e DeeDee há muitos anos e a minissérie foi uma boa surpresa. Fiquei surpresa com o desenvolvimento da atriz Joey King, que até então eu detestava, mas conseguiu dar vida à protagonista com excelência. Contém participações notáveis de Juliette Lewis (yellowjackets), Poorna Jagannathan (eu nunca) e Dean Norris (breaking bad). Os episódios que mais me causaram angústia foram o segundo e o último, a série conseguiu me prender do começo ao fim mesmo já conhecendo o caso. A casa foi recriada perrfeitamente, assim como a cena onde Gypsy se veste de Cinderela (é fácil de encontrar fotos reais desse dia na internet). Não dou nota máxima pois senti falta de mais detalhes sobre o julgamento e a vida na prisão, poderiam encerrar com uma das entrevistas da verdadeira Gypsy Rose, por exemplo. Teriam tempo suficiente para desenvolver e apronfundar o desfecho em oito episódios, mas preferiram dar ênfase a outras coisas que talvez tenham diminuido o ritmo da série.
Embora seja de longe o melhor livro do John Green, eu já havia lido há muitos anos e não lembrava de muito coisa, apenas do sentimento de ter gostado muito na época. Demorei 4 anos pra finalmente assistir e superou as expectativas (que, confesso, não eram altas). Me fez ter aquela sensação gostosa e rara de ver uma boa adaptação de um livro que te marcou, em especial nos dois primeiros episódios. A caracterização dos personagens foi incrível, o Coronel me passou a exata vibe do livro e me emocionei com os dialogos filosóficos de Ron Cephas Jones, que faleceu recentemente. Obviamente por ser baseada em um livro adolescente, a série também tem esse clima, o que deixa as coisas um pouco "rasas", mas de qualquer forma aborda o luto de maneira muito interessante. Gostaria de ter asssistido qundo era mais nova.
Poderia facilmente ser um episódio de Black Mirror. Mais de 20 anos depois, o show de Truman permanece totalmente atual, explorando questões como manipulação, mídia e fazendo grande referências a clássicos como 1984. Engraçado e reflexivo ao mesmo tempo, o filme traz questões existencialistas de maneira quase cômica. No entanto, eu esperava mais detalhamento e aprofundamento da história no final, achei um fim abrupto e que poderia até render um segundo filme.
DTF St. Louis
3.8 43 Assista AgoraMuito boa, porém em alguns momentos senti que estavam subestimando a inteligência do espectador
Código 7
4.3 1Meu curta favorito de toda a vida! O diretor é um fofo e dirigiu alguns episodios de "our flag means death" anos depois :)
Os 12 Macacos
3.9 1,1KPorque demorei mais de 30 anos pra ver essa pérola? Filme até divertido em alguns momentos, profundo, bom ritmo, vale a pena :)
Until Dawn: Noite de Terror
2.8 344 Assista AgoraNo começo, se já jogou o jogo, você acha horrível, depois por uns 15 segundos parece genial e então fica pior do antes. Me senti numa versão de Todo mundo em pânico que se leva a sério demais.
O Agente Secreto
3.9 1,1K Assista AgoraFiquei triste que minhas expectativas foram altamente frustradas. Queria muito ter gostado mais do filme.
Mickey 17
3.4 556 Assista AgoraMe surpreendi, gostei muito do enredo e das atuações, apesar de não ser nenhuma obra prima do cinema. Criativo, divertido, reflexivo e leve. Acredito que alcançou tudo ao que se propos.
A Meia-Irmã Feia
3.8 466 Assista AgoraObra prima, melhor bodyhorror do ano. Vale muito a pena! Aviso: se você quer assistir isso, espero que goste de gore.
A Baleia
4.0 1,2K Assista AgoraUma aula do início ao fim, não só de cinema, mas também sobre como pessoas se destroem, destroem aos outros e destroem suas relações por não saberem lidar com seu sofrimento e sua culpa.
Dear Zachary: Um Caso Chocante
4.4 262Amei, mas... Jamais terei coragem de recomendar isso pra alguém, não quero que eles sejam traumatizados também. Comecei achando que era um documentário de true crime e acabei me emocionando muito. Foi pra lista de favoritos.
Sorte
3.4 95 Assista AgoraFofo, divertido, boa qualidade animação, mas é isso. Totalmente esquecível.
Pisque Duas Vezes
3.5 664Incrível estreia de Zoe Kravitz como diretora, me prendeu do inicio ao fim. O sentimento ao final do filme foi (parafraseando Vinicius) "uma beleza que vem da tristeza de se saber mulher". Pertubador, cru e com uma qualidade de fotografia que me surpreendeu. Paleta de cor incrível, bons atores... mas não assista se tiver gatinhos com abuso sexual
Desobedientes
2.9 72 Assista AgoraPotencial super desperdiçado
Seis Não é Demais (1ª Temporada)
3.8 5 Assista AgoraSe eu achei um porre imagine os monogâmicos que caírem de paraquedas nessa bomba... Pra quem procura uma produção com o mesmo tema (e em espanhol) recomendo El juego de las llaves.
The Society (1ª Temporada)
3.4 199 Assista AgoraPremissa interessante, mas não sinto profundidade nos personagens. E o pior: 95% do elenco masculino é igual, impossível saber quem é quem.
Série rasa, chata, que despediçou um roteiro com potencial.
Bebê Rena
4.0 637 Assista AgoraSérie perfeita pra maratonar, te causas os mais diversos sentimentos e reações, do riso ao choro. Claramente não é uma série que indicaria pra qualquer pessoa, mas merece a nota que tem.
Comecei sem saber da história, do ator/produtor, nem nada e ficou tudo 300x mais bizarro depois que descobri. Extremamente corajoso e em nenhum momento vitimista.
Achei excelente o trabalho dos dois protagonistas, espero ver o rosto de ambos em outras produções. No geral, bebê rena me fez ter um mix de emoções. Espero que tenha ainda mais reconhecimento.
P.S.: Entendo o Donny, também me apaixonei pela personalidade cativante da Teri.
[spoiler][/spoiler]
Nas cenas de abuso me senti incomodada como todos também devem ter se sentido, mas foi estranho pensar que já assisti tantos abusos sexuais de garotas reproduzidos em tantos filmes e séries, enquanto aquele acontecimento, por ser com um homem, me deixou mais chocada que de costume. Como sobrevivente (e mulher) me fez repensar muitas coisas.
Sobre o final: Meu namorado questionou se a cenasignificava que ele também virou um stalker e disse que não conseguiu sentir pena da stalker.
Vi de uma forma diferente: Também não tenho dó dela, mas entendo que é uma pessoa complexa e com sentimentos como qualquer outra, mesmo que esses sentimentos não sejam os melhores ou bem direcionados.
Naquele momento, enquanto ouvia a mensagem da Martha, senti que houve uma percepção de humanidade por trás de todo a "loucura" e a imagem que ele tinha dela. Quando Donny aceita o chá por conta do garçom aquele olhar, pra mim, significou que a ficha caiu: Ele e Martha não são tão diferentes assim.
Anatomia de uma Queda
4.0 992 Assista AgoraFilme incrível, mas com um final que poderia ser melhor já que tiveram duas horas pra elaborar. E sim, o cachorro merece no mínimo uma menção honrosa no oscar!
Monstro
4.2 398 Assista AgoraÓtimo roteiro, mas não me prendeu, principalmente depois da metade. Vale a pena, mas não veria de novo.
Percy Jackson e os Olimpianos (1ª Temporada)
3.3 153 Assista AgoraComeço meu comentário dizendo que essa não é uma análise imparcial e talvez vire um textão. Isso é uma mistura de relatos pessoais e impressões dessa primeira temporada. Começando do começo... Eu tinha 12 anos quando li o primeiro volume de PJO e, por mais bobo que pareça, foi muito significativo. Rick Riordan me proporcionou algumas das melhores memórias que tenho dessa época:
-Além de fazerem companhia através dos anos de pré adolescência, os livros despertaram uma paixão avassaladora por mitologia grega, que permanece firme e forte.
-Meu pai (e melhor amigo) devorou todas os volumes para se aproximar de mim durante uma adolescência turbulenta. Hoje desconfio que ele seja mais fã do que eu. Maratonamos a série juntos. É uma das coisas que mais nos une, o amor pela história, pela literatura e pela mitologia, sou muito grata por isso.
-Fiz amigos, virtuais ou não, que admiro e permanecem até hoje. Pela primeira vez me senti pertencente a algo, coisa que ansiamos tanto na juventude. Meu eterno amor ao Chalé 6 e ao Chalé 12.
-E minha lembrança favorita: Em 2013, pouco tempo antes de ser diagnosticado com Alzheimer, meu avô me levou de SC para participar de um "encontro de semideuses" no Ibirapuera, em SP. Foi um dos melhores dias da minha vida e me dói que ele não se lembra mais como era um avô incrível.
Assim como 80% do fandom de PJO, o filme foi uma grande decepção pra mim, lembro de sair do cinema totalmente frustrada, estavamuito longe do que havia imaginado. *Pontos altos: Os atores de Grover, Hades , Medusa.
Quase dez anos depois, quando anunciaram que teria uma série, me senti novamente como uma adolescente. Acompanhei ansiosa todo o processo de produção,muito curiosa e com esperanças de uma adapção melhor.
Mas ao terminar senti falta de uma pitada de humor na história e da personalidade dos três protagonistas... mesmo assim acredito que a série cumpre o que promete: Uma boa história infantojuvenil. Hoje em dia, aos 20 e poucos anos, entendo que não faço parte do público alvo e talvez por isso tenha perdido um pouco do encanto (o que não tira o mérito e o carinho pela série). *Pontos altos: Os atores de Sally, Ares e Dionísio.
O Corpo
4.1 1,0K1- Ótimo plot twist!
2- Ninguém tinha me avisado daquela cena nojenta, nível trainspotting rs
3 - A personagem da amante, não satisfeita em parecer a Carla Diaz, também tem o mesmo nome.
Gen V (1ª Temporada)
3.7 253 Assista AgoraNão to entendendo essa nota baixa (apesar dos poucos votos até agora)... Obviamente tem uma pegada mais "adolescente" exatamente por se passar em uma faculdade cheia de - adivinhem só - jovens, mas eu achei genial!
Aparentemente tudo no universo de The Boys me encanta: novos poderes, easter eggs, etc. Única reclamação é que perdi a concentração algumas vezes me distraindo com a beleza da Jaz Sinclair. Ansiosa pelos próximos episódios :)
PS: To amando os nerdolas reclamando da série abordar dilemas comuns em jovens nos dias atuais como racismo, gênero, referencias a transtorno alimentar e automutilação. Um bando de marmajo surtando... Descansem por favor kkkk
Yellowjackets (1ª Temporada)
3.8 231 Assista AgoraUma ótima surpresa! Comecei sem grandes exectativas e fui encantada pela série, que se tornou uma das minhas favoritas. O antes e depois das meninas é muito legal, além do elenco de peso. Detonei as duas temporadas sem pausa. Pra mim, Shauna é a grande estrela de toda a obra.
The Act
4.3 395Como boa fã de casos criminais, eu já conhecia a história de Gypsy e DeeDee há muitos anos e a minissérie foi uma boa surpresa. Fiquei surpresa com o desenvolvimento da atriz Joey King, que até então eu detestava, mas conseguiu dar vida à protagonista com excelência. Contém participações notáveis de Juliette Lewis (yellowjackets), Poorna Jagannathan (eu nunca) e Dean Norris (breaking bad).
Os episódios que mais me causaram angústia foram o segundo e o último, a série conseguiu me prender do começo ao fim mesmo já conhecendo o caso.
A casa foi recriada perrfeitamente, assim como a cena onde Gypsy se veste de Cinderela (é fácil de encontrar fotos reais desse dia na internet).
Não dou nota máxima pois senti falta de mais detalhes sobre o julgamento e a vida na prisão, poderiam encerrar com uma das entrevistas da verdadeira Gypsy Rose, por exemplo. Teriam tempo suficiente para desenvolver e apronfundar o desfecho em oito episódios, mas preferiram dar ênfase a outras coisas que talvez tenham diminuido o ritmo da série.
Looking for Alaska
4.1 92Embora seja de longe o melhor livro do John Green, eu já havia lido há muitos anos e não lembrava de muito coisa, apenas do sentimento de ter gostado muito na época. Demorei 4 anos pra finalmente assistir e superou as expectativas (que, confesso, não eram altas). Me fez ter aquela sensação gostosa e rara de ver uma boa adaptação de um livro que te marcou, em especial nos dois primeiros episódios. A caracterização dos personagens foi incrível, o Coronel me passou a exata vibe do livro e me emocionei com os dialogos filosóficos de Ron Cephas Jones, que faleceu recentemente.
Obviamente por ser baseada em um livro adolescente, a série também tem esse clima, o que deixa as coisas um pouco "rasas", mas de qualquer forma aborda o luto de maneira muito interessante. Gostaria de ter asssistido qundo era mais nova.
O Show de Truman
4.2 2,7K Assista AgoraPoderia facilmente ser um episódio de Black Mirror. Mais de 20 anos depois, o show de Truman permanece totalmente atual, explorando questões como manipulação, mídia e fazendo grande referências a clássicos como 1984.
Engraçado e reflexivo ao mesmo tempo, o filme traz questões existencialistas de maneira quase cômica. No entanto, eu esperava mais detalhamento e aprofundamento da história no final, achei um fim abrupto e que poderia até render um segundo filme.