Quando entrei no cinema e vi mais da metade das cadeiras do cinema ocupada, me emocionei bastante. Logo nas primeiras cenas, já me arrepiei, não sei, talvez eu tenha ligado a imagem de Ingrid e Monica ao Paulo Gustavo, e isso tenha me deixado com a emoção apurada.
Filme divertidíssimo, e apesar de ter o padrão comédia brasileira que nós já conhecemos bem, o filme é bem competente para passar a mensagem que deseja. Achei um humor bem inteligente, digo isso porque acredito que esse filme não é pra todo mundo. Eu mesmo, gostei bastante do filme, mas para ser sincero, ri menos do que queria ou esperava.
Acredito que o filme seja para um publico especifico: +40, de classe média alta ou classe alta mesmo. As referencias, o humor direto e afiado e os dramas passados pelas protagonistas com bastante referencias para pessoas de 40 a 50 anos, na verdade, é um filme dedicado para mulheres, e isso não é uma critica, porque no final me emocionou bastante.
As cenas dentro do carro são importantíssimas para o longa e consequentemente para quem está assistindo. Os diálogos e as reflexões por de trás desses diálogos foi o ponto alto do filme, pelo menos para mim. Quando tocou "Tempo Perdido" de Legião Urbana, comecei a cantar espontaneamente junto com as protagonistas, quando percebi, praticamente o cinema inteiro estava cantando junto com elas, e essa cena foi magica e muito emocionante. Quando percebo, estou eu ali chorando ao som de tempo perdido.
A homenagem ao Paulo Gustavo foi linda demais, senti a emoção da Monica e da Ingrid do outro lado da tela. A todo momento, parece que Paulo Gustavo estava ali com elas, igual um comentário que eu li... Entre vários diálogos, em certo momento, dá pra ouvir a voz do Paulo Gustavo ali. As cenas "making of", enquanto os créditos subiram deixa o filme mais magico ainda. A interação das duas é tão verdadeira que em certo momento parecia que estávamos na viagem junto com elas.
Confesso que teve um momento do filme que comecei a ficar empolgado, que é logo na primeira viagem de Colombo, quando eles invadem a primeira terra, mas assim que os Indígenas aparecem, já perdi todo o tesão. Filme raso, não aprofunda em questões necessárias, fora que é bem arrastado e chato. No filme observa-se uma narrativa muito próxima da visão tradicional da história, reforçando a aventura do descobridor.
Colombo aparece como um homem visionário que desafia a Igreja e a Coroa para alcançar seus objetivos, havendo uma forte valorização da coragem do navegador. A chegada às terras americanas é apresentada como um grande feito da humanidade, ou seja, a América aparece como um território encontrado e os povos indígenas como habitantes de um “Novo Mundo” que aguarda o contato europeu, inclusive, achei tudo muito pacifico, seja por parte dos indígenas ou seja por parte dos europeus que chegaram naquelas terras. Me incomodou muito como os indígenas foram retratados aqui, eles aparecem principalmente em função da trajetória do navegador, o que mantem essa perspectiva eurocêntrica, principalmente aqueles que continuavam acompanhando os europeus em outras viagens, como conseguiu convencer eles? Tudo muito pacifico e natural, mas sabemos que não foi bem assim. Não tem nenhum desenvolvimento em volta dos indígenas. Enfim, 2 horas e 35 minutos que no final foi mais do mesmo. Atuações bem medianas tambem.
Quando fiquei sabendo desse filme, fiquei com um certo receio, principalmente por conta das misturas de elenco. Uma parte do elenco bem experiente em audiovisual, series e novelas, outros com poucas experiências no meio teatral (como é o caso da Anitta e da Camilla de Lucas), mas me surpreendi positivamente.
O filme é bem corrido, não desenvolve e nem aprofunda em muitas coisas, mas me senti tenso em varios momentos e conseguiu me deixar curioso. Senti falta de um desfecho para os personagens, acho que precisava de mais uns 20 minutos de filme. Mas no geral, me prendeu, me entreteve durante as 2 horas de longa. Vale apena assistir em um domingo atarde, sem compromissos.
Fiquei impressionado com esse filme. Eu não esperava que viria tudo o que eu vi aqui. Muito divertido.
Engraçado pensar que no inicio do filme eu estava me identificando com o Bear (Michael Johnston). Eu adorei que o "mocinho" não é tão mocinho assim. A atriz Inde Navarrette, que interpreta a personagem Nikki Freeman é excelente, conseguiu deixar o filme muito perturbador. As risadas, gargalhadas e até mesmo seu choro ou seus gritos, caramba, é perturbador.
Esse longa é muito mais pesado do que parece. Aquela cena em que a Nikki lê um pedaço do seu livro/texto (com um tom incestuoso) é muito perturbador, porque ela deixa claro que via o Bear como um IRMÃO!!!
O filme parece ir para um lado obvio/previsível, mas depois vai escalando para algo totalmente maluco e esquisito. Que final maravilhoso. Será que teremos um filme de terror no Oscar de 2027?
David Robert Mitchell simplesmente fez o que Steven Spielberg (Jurassic Park) e Colin Trevorrow (Jurassic World) não teve coragem de fazer em suas franquias. Inclusive, tudo que eu queria ter visto em Jurassic World: Domínio (2022) eu vi nesse daqui, e sério, sai feliz do cinema.
Me diverti bastante, nunca imaginei que assistiria uma cena de sexo entre dinossauros no cinema, fiquei fascinado. O roteiro me irritou em diversos momentos, me fazendo sair um pouco da imersão do filme, mas teve um momento que entendi que não deveria levar esse longa tão a sério como estava levando, e quando entendi isso, aproveitei ele de uma forma divertidíssima.
O final não me agradou, a justificativa da viagem do tempo é bem fraca, mas quem importa? Ri em diversas cenas e me surpreendi em outras (apesar de ter achado o final previsível, pois em uma morte em especifico, já tinha sacado como seria o desfecho do filme, poderiam ter arriscado mais).
Bem sessão da tarde, recomendo. Me lembrou bastante os filmes dos anos 80/90, e isso me deixou mais apaixonado ainda. Toda a imersão foi válida. Valeu apena, estava com saudades de assistir dinossauros nas telonas.
Estava bastante curioso para esse filme. Achei o filme muito parecido com o excelente "Malu" (2024) de Pedro Freire, e isso me agradou bastante. Adoro filme de pessoas normais surtando ao longo do tempo.
Achei interessante que praticamente todo o filme se passa em um dia só, no Natal. Tudo é muito bem construído para a chegada do final, que deixa tudo ainda mais gostoso.
Eu sei que parece loucura, mas essa história aqui não é só um caso isolado, é só mais uma verdade que as pessoas não querem ver.
Não tinha lido sinopse, muito menos assistido ao trailer, e acredito que por conta disso a minha experiência foi muito boa.
Apesar do filme não aprofundar em nada na vida do Dennis (James Sweeney), deixando a história um pouco rasa, só por ele ser gay e entendermos todas as problemáticas no meio da nossa comunidade, questões de aceitação, de problemas pessoais... nós conseguimos entender um pouco o porque ele tem algumas atitudes. Obs.: não estou romantizando, mas infelizmente, apesar de não concordar, eu entendo.
O filme é bem humano, não tem vilão aqui, só tem muitas pessoas com problemas mentais. Bonitos, final bem humanizado. Vale a conferida.
Juro, no inicio achei que seria um romance, do nada vai pro drama, se transforma em um clima de suspense e quase beira ao terror.
Ideia muito boa, mas infelizmente a execução foi bem fraca.
O final é lindo, me deixou refletindo sobre minha vida e minhas relações. Acredito que faltou mais 20 ou 30 minutos a mais para desenvolver outras coisas no filme.
Mas independente, muito bom ver filmes de terror com temática LGBT. Recomendo o brasileiro "A Herança", que acredito que está na mesma altura que esse, apesar que eu ainda prefiro "Leviticus" por conta da mensagem final.
Para mim, o melhor Homem Aranha até hoje é o Homem Aranha 2 (2004), com Tobey Maguire interpretando o Miranha e Sam Raimi na direção. Apesar de gostar bastante da franquia do Tom Holland também, sempre achei muito infantilizada, e eu entendo, precisava dessa construção para chegar nesse Peter Parker de hoje.
Tudo que me atraia no filme de 2004 foi apresentado nesse daqui. Uma Aranha mais responsável, mais madura, acredito que posso dizer... mais depressiva? O Peter gente como a gente, que tem que conciliar sua vida com a vida adulta. Trabalhar, estudar, pagar aluguel e cuidar da casa, responsabilidades, família, amigos... E além disso tudo... ele carrega o fardo der ser o HOMEM ARANHA, o amigo da vizinhança. Um novo Peter Parker.
Mas infelizmente nem tudo é perfeito. Fiquei com a sensação que teve cortes, pois ficou bastante coisa corrida, sem um final. Mary Jane do Sam Raimi sofria bastante, seja pela família, seja pelo namorado. Era tudo exposto no longa, mas aqui teve apenas uma cena da MJ (Michelle Jones) tendo algum tipo de contato com o namorado. Depois ele some. Não me lembro de ver uma cena do Peter Parker trabalhando, e ai fica a duvida: como ele paga aluguel? Como está conseguindo sobreviver (alimentação...)? Coisas pequenas que no final faria toda a diferença.
No final, eu entendi que esse filme serviu apenas para introduzir a Jean Grey e apresentar o retorno de Frank Castle ao Universo Marvel. O filme acaba sendo mais sobre a Grey do que do próprio Peter, porque no final fiquei com a impressão que ela teve mais tempo de tela que o próprio e todas as narrativas do filme, no final se voltava pra ela. Mas no final de tudo, a mensagem cabia aos dois.
Gente, para finalizar, tem uma coisa que eu sinto falta nos filmes em geral (não só na Marvel), mas uma Trilha Sonora original e que marque a franquia. A franquia do Sam Raimi tinha uma trilha sonora excepcional, que se complementava em todos os 3 filmes. Uma trilha que quando é tocada, já nos remete aos filmes. Isso faz falta.
Para mim, o melhor Homem Aranha até hoje é o Homem Aranha 2 (2004), com Tobey Maguire interpretando o Miranha e Sam Raimi na direção. Apesar de gostar bastante da franquia do Tom Holland também, sempre achei muito infantilizada, e eu entendo, precisava dessa construção para chegar nesse Peter Parker de hoje.
Tudo que me atraia no filme de 2004 foi apresentado nesse daqui. Uma Aranha mais responsável, mais madura, acredito que posso dizer... mais depressiva? O Peter gente como a gente, que tem que conciliar sua vida com a vida adulta. Trabalhar, estudar, pagar aluguel e cuidar da casa, responsabilidades, família, amigos... E além disso tudo... ele carrega o fardo der ser o HOMEM ARANHA, o amigo da vizinhança. Um novo Peter Parker.
Mas infelizmente nem tudo é perfeito. Fiquei com a sensação que teve cortes, pois ficou bastante coisa corrida, sem um final. Mary Jane do Sam Raimi sofria bastante, seja pela família, seja pelo namorado. Era tudo exposto no longa, mas aqui teve apenas uma cena da MJ (Michelle Jones) tendo algum tipo de contato com o namorado. Depois ele some. Não me lembro de ver uma cena do Peter Parker trabalhando, e ai fica a duvida: como ele paga aluguel? Como está conseguindo sobreviver (alimentação...)? Coisas pequenas que no final faria toda a diferença.
No final, eu entendi que esse filme serviu apenas para introduzir a Jean Grey e apresentar o retorno de Frank Castle ao Universo Marvel. O filme acaba sendo mais sobre a Grey do que do próprio Peter, porque no final fiquei com a impressão que ela teve mais tempo de tela que o próprio e todas as narrativas do filme, no final se voltava pra ela. Mas no final de tudo, a mensagem cabia aos dois.
Gente, para finalizar, tem uma coisa que eu sinto falta nos filmes em geral (não só na Marvel), mas uma Trilha Sonora original e que marque a franquia. A franquia do Sam Raimi tinha uma trilha sonora excepcional, que se complementava em todos os 3 filmes. Uma trilha que quando é tocada, já nos remete aos filmes. Isso faz falta.
Para mim, o melhor Homem Aranha até hoje é o Homem Aranha 2 (2004), com Tobey Maguire interpretando o Miranha e Sam Raimi na direção. Apesar de gostar bastante da franquia do Tom Holland também, sempre achei muito infantilizada, e eu entendo, precisava dessa construção para chegar nesse Peter Parker de hoje.
Tudo que me atraia no filme de 2004 foi apresentado nesse daqui. Uma Aranha mais responsável, mais madura, acredito que posso dizer... mais depressiva? O Peter gente como a gente, que tem que conciliar sua vida com a vida adulta. Trabalhar, estudar, pagar aluguel e cuidar da casa, responsabilidades, família, amigos... E além disso tudo... ele carrega o fardo der ser o HOMEM ARANHA, o amigo da vizinhança. Um novo Peter Parker.
Mas infelizmente nem tudo é perfeito. Fiquei com a sensação que teve cortes, pois ficou bastante coisa corrida, sem um final. Mary Jane do Sam Raimi sofria bastante, seja pela família, seja pelo namorado. Era tudo exposto no longa, mas aqui teve apenas uma cena da MJ (Michelle Jones) tendo algum tipo de contato com o namorado. Depois ele some. Não me lembro de ver uma cena do Peter Parker trabalhando, e ai fica a duvida: como ele paga aluguel? Como está conseguindo sobreviver (alimentação...)? Coisas pequenas que no final faria toda a diferença.
No final, eu entendi que esse filme serviu apenas para introduzir a Jean Grey e apresentar o retorno de Frank Castle ao Universo Marvel. O filme acaba sendo mais sobre a Grey do que do próprio Peter, porque no final fiquei com a impressão que ela teve mais tempo de tela que o próprio e todas as narrativas do filme, no final se voltava pra ela. Mas no final de tudo, a mensagem cabia aos dois.
Gente, para finalizar, tem uma coisa que eu sinto falta nos filmes em geral (não só na Marvel), mas uma Trilha Sonora original e que marque a franquia. A franquia do Sam Raimi tinha uma trilha sonora excepcional, que se complementava em todos os 3 filmes. Uma trilha que quando é tocada, já nos remete aos filmes. Isso faz falta.
Para mim, o melhor Homem Aranha até hoje é o Homem Aranha 2 (2004), com Tobey Maguire interpretando o Miranha e Sam Raimi na direção. Apesar de gostar bastante da franquia do Tom Holland também, sempre achei muito infantilizada, e eu entendo, precisava dessa construção para chegar nesse Peter Parker de hoje.
Tudo que me atraia no filme de 2004 foi apresentado nesse daqui. Uma Aranha mais responsável, mais madura, acredito que posso dizer... mais depressiva? O Peter gente como a gente, que tem que conciliar sua vida com a vida adulta. Trabalhar, estudar, pagar aluguel e cuidar da casa, responsabilidades, família, amigos... E além disso tudo... ele carrega o fardo der ser o HOMEM ARANHA, o amigo da vizinhança. Um novo Peter Parker.
Mas infelizmente nem tudo é perfeito. Fiquei com a sensação que teve cortes, pois ficou bastante coisa corrida, sem um final. Mary Jane do Sam Raimi sofria bastante, seja pela família, seja pelo namorado. Era tudo exposto no longa, mas aqui teve apenas uma cena da MJ (Michelle Jones) tendo algum tipo de contato com o namorado. Depois ele some. Não me lembro de ver uma cena do Peter Parker trabalhando, e ai fica a duvida: como ele paga aluguel? Como está conseguindo sobreviver (alimentação...)? Coisas pequenas que no final faria toda a diferença.
No final, eu entendi que esse filme serviu apenas para introduzir a Jean Grey e apresentar o retorno de Frank Castle ao Universo Marvel. O filme acaba sendo mais sobre a Grey do que do próprio Peter, porque no final fiquei com a impressão que ela teve mais tempo de tela que o próprio e todas as narrativas do filme, no final se voltava pra ela. Mas no final de tudo, a mensagem cabia aos dois.
Gente, para finalizar, tem uma coisa que eu sinto falta nos filmes em geral (não só na Marvel), mas uma Trilha Sonora original e que marque a franquia. A franquia do Sam Raimi tinha uma trilha sonora excepcional, que se complementava em todos os 3 filmes. Uma trilha que quando é tocada, já nos remete aos filmes. Isso faz falta.
Uma cena que me marcou bastante no filme foi diálogo entre Freud e o Prof.: Meynert, quando se é mostrada uma alegoria com escorpiões, onde uma caixa fechada, que seria retratado com a escuridão, estaria cheia de escorpiões. Caso dê luz a caixa, como retratado no filme quando Meynert abre a caixa, os aracnídeos começam a se espalhar, até mesmo tentando sair da caixa, em um certo momento o Prof. Até diz a seguinte frase: “Deixe para a noite o que pertence a ela”. Entendi que seria uma comparação com o consciente, dando a ideia de que no consciente guardamos coisas desagradáveis e de certa forma perigosa. Também tendo a ideia de que certas coisas precisam ficar guardadas, senão será como um mal a sociedade. Como se fosse uma introdução do que veríamos mais pra frente, durante as descobertas de Freud e todos os seus dramas e reflexões sobre isso.
Hoje estarei batendo palmas para o Nolan. Impressionante o que acabei de assistir. Não sou um grande fã da filmografia do diretor, mas aqui ele conseguiu me impressionar de uma forma que eu nem vi as 3 horas de filme passando.
Tenho algumas criticas, principalmente quando analisamos a narrativa historicamente, como por exemplo a forma que a Penélope e a Calipso é retratada no filme. A Penélope tem uma presença marcante na vida de Odisseu, aqui fiquei com uma impressão que ela só serviu para ficar aguardando seu marido em casa, presa durante anos, sem conseguir aprofundar seus lados complexos, um olhar claro de um homem sobre uma mulher. E como já esperado, um filme escrito e dirigido por norte-americano, obviamente precisamos criar um herói, então aqui nos temos um Odisseu com um objetivo claro e sem nenhuma complexidade. Ou seja, no geral, é uma adaptação bem simplificada da história de Odisseu, mas também entendo que a história original é bem complexa, além de ser muito grande para um filme de apenas 3 horas.
Confesso que a escolha do elenco me irritou um pouco. Sabe quando lança uma super produção brasileira mas o elenco é praticamente todo global? Poise, fiquei com essa sensação aqui. Parece que era necessário colocar atores prestigiados cinematograficamente nos papéis principais para conseguir chamar publico. E assim chamaram personagens importantes da história atual da Marvel para participarem do longa. Inclusive, Telêmaco (Tom Holland) conseguiu me irritar aqui de casa.
A mixagem de som desse filme é uma PUTARIA, nem quero entrar em detalhes, mas além das varias cenas no mar, aquela cena do canto das sereias foi impressionante. Fiquei arrepiado. A fotografia também é maravilhosa. Aquelas cenas do Cavalo de Troia é muito bem feita. Enfim, filmaço, podem ir pro cinema, o tempo não passa, o filme é ágil, a todo momento em movimento, acontecendo algo.
Inclusive, na história original o Odisseu era inteligente, porém um inteligente arrogante e não um heroi, como é retratado aqui, por algum momento, toda essa história de trauma da guerra de troia me lembrou bastante do filme "Apocalypse Now" de 1979.
O filme me irritou em vários momentos, mas entendi que era a intenção. Gostei dele, mas não achei perfeito como todos dizem. O comportamento do professor é insuportável, estava esperando um desfecho diferente pra ele, acredito que por conta disso, eu senti uma brochada quando os créditos finais apareceram na minha tela.
Amo bateria, adoro o som, já toquei umas vezes no conservatório. Sobre o professor Fletcher (interpretado por J.K. Simmons), no primeiro grito já teria enfiado a baqueta na cara dele (para não dizer no cu...). E sobre o personagem do Miles Teller, pqp, esse menino me irritou muito. Que obsessão é essa de querer agradar sempre? Insuportável. Não suportaria um dia nessa escola de música.
Não consigo dar mais estrelas porque acredito que ficou faltando uma cereja pro bolo: QUEM ROUBOU/SUMIU AQUELA PASTA?
Durante o filme uma coisa me chamou muita atenção: os conflitos de gerações. A Brenda é uma personagem muito importante para trazer essa reflexão, pois a mesma diz que tenta se conectar com essa geração, seja por corte de cabelos, ou as musicas que ela coloca no seu carro... ou até mesmo pelas bebidas que ela faz para seus filhos. Na verdade, o filme inteiro fala sobre isso, até mesmo no seu desfecho.
Eu me diverti bastante no cinema, estava precisando assistir um filme como esse, faz uma grande falta. É aquilo, o filme é uma pataquada só, mas que diverte e prende durante toda sua duração. Pra quem não assistiu aos filme de terror lançados recentemente, talvez ficará perdido. Sua maior referencia é justamente a franquia de Todo mundo em pânico, o que me deixou muito feliz rsrsrs. Senti quem tem bastante piadas internas, até mais que os anteriores. Muitas cenas soltas, jogadas, mas diverte. Gostei muito, me fez soltar altas risadas com meus amigos na sala de cinema.
Confesso que demorei bastante para assistir esse filme. Na época de seu lançamento dei uma desanimada de assistir depois que eu descobri que era um musical, que naquela época eu tinha um certo preconceito. Mas enfim, 2026, um amigo me recomendou o filme e me deixou curioso, já que eu não sabia do que o longa se tratava até essa conversa.
Assisti, estou choroso e ao mesmo tempo reflexivo. Continuo não gostando tanto assim de musicais, mas confesso que eu adorei todas as musicas aqui. Toda essa reflexão sobre amizade, namoro, a vida corrida no sistema capitalista, me fez pensar sobre a minha própria vida. Eu, Carlos Daniel, que estou me formando em História. As vezes me pego pensando, será que fiz a decisão certa? Dedicar 5 anos e meio da minha vida para ser professor de História? Principalmente em um país que desvaloriza tanto essa profissão.
Mas enfim, agora vem uma história triste... Esse anos, em 2026, vai fazer 6 anos que eu perdi uma grande amiga pro câncer. Ela tinha 2o poucos anos. Nova, cheia de sonhos, namorava, tinha amigos, estava terminando seu ensino médio para seguir seus sonhos, sonhos esse que foi interrompido antes da hora. Acredito que ela foi a primeira pessoa que eu realmente me assumi GAY confortavelmente. Saudades de você. Esse filme me fez lembrar você.
Agora sobre o filme em si... Jonathan (Andrew Garfield) é um péssimo amigo, péssimo namorado, péssimo em tudo, acredito que por isso gostei do filme, em alguns momentos ele me irritava, em outros ele me fazia refletir sobre minha vida, principalmente por me sentir naquela vida em certos momentos. Gostaria de ter visto um desenvolvimento melhor nos amigos dele, senti falta disso, mas também entendi que o filme é sobre ele. Os dramas funcionam, mas infelizmente tenho que confessar que em certo momento os musicais começaram a me irritar, porque quando o drama dos personagens me prendia na TV, começava uma cantoria para "narrar" a briga ou o acontecimento e depois havia um corte para outra cena. Os amigos aparecem pro Jonathan por pura conveniência dele, né? Isso ficou claro com o amigo dele - Michael (Robin) - porque ele nem ligava muito pro amigo, mas depois que descobriu que ele tem HIV, começou a lembrar e dar moral.
Para finalizar, esse filme é uma grande critica ao sistema que estamos inserido atualmente. Ao sistema capitalista, a esse patriarcado. Onde você vive para os outros na intenção de ganhar uma miséria no final do mês. Poderiam converter esse filme facilmente para a vida de um professor de escola publica aqui no Brasil, vendendo a sua alma atrás de um doutorado em busca de uma vida melhor.
Estava na duvida se daria 2 ou 3 estrelas, mas escolhi dar 3 por conta de 3 motivos: Escutar as canções do Michael Jackson no cinema foi uma experiencia incrível, e olha que estava sozinho na sala. Segundo que as coreografias estão maravilhosas, Jaafar Jackson arrasou muito, a gente consegue ver o seu esforço. E para finalizar, o terceiro motivo foi por conta das atuações, que no geral, foram boas. De resto... que tristeza, viu?
Porque não fizeram uma trilogia? História do Michael é bem rica, interessante e em alguns momentos bem reflexiva, além de ser um dos maiores (se não o maior), artistas da musica até hoje. Em um primeiro filme poderiam abordar a história de Michael e sua família. O nascimento dos irmãos e do próprio cantor, sua relação com a família e amigos até a sua fase adolescente. Em um segundo filme poderiam focar na fase adolescente do artista até o inicio da fase adulta e no terceiro filme mostrar sua história no auge, sobre sexualidade, relação com fãs, família, trabalho... até seu falecimento.
O filme é muito raso. Conseguiu ser mais raso que o Bohemian Rhapsody, pois lá ainda vimos a figura controvérsia de Freddie Mercury, mostrando um pouco dos seus erros e acertos, suas discussões com o grupo em geral e um pedaço de sua relação amorosa. Aqui o filme tem apenas uma história contada de uma forma superficial demais: a rivalidade entre Joe Jackson (pai do Michael, interpretado por Colman Domingo) e o próprio Michael. Colocam o pai como uma figura tenebrosa e o filho como o anjinho que sempre acerta. A parte infantil do Michael foi contada de uma forma tão rasa e repetitiva que já não estava aguentando mais. Michael cantava com os irmãos, o pai pedia pra ele cantar olhando pra ele, ele desobedecia e logo depois apanhava. Repetiu essa cena mais de uma vez. Enquanto isso eu me perguntava... só o Michael que apanhava? Os irmãos sempre obedeciam o pai? A mãe sempre via aquilo e ficava quieta (ou chorando)? O filme nem se importa em se aprofundar nisso e depois pulam pro Michael maior.
Na verdade, eles gostam demais de pular o tempo, isso deixa o filme muito superficial. Tem um momento do filme que os irmãos de Michael some, assim como o pai dele, e o Michael só subindo na fama. Como foi isso com os irmãos? Quando ele saiu do grupo eles aceitaram de boa? O filme não responde nada. Pra piorar, o filme faz um pulo temporal e acaba DO NADA.
Faltou história, faltou explicações, faltou desenvolvimento dos personagens... faltou MUITA COISA. O pai só era mal mesmo? E porque só com o Michael? Qual a história de Joe Jackson? Os irmãos e a própria mãe do protagonistas não mudam NADA na história, apenas figurantes. Que pena. Não me deixou intrigado para assistir um próximo, mas enfim... Vamos ver o que vem ai.
Filme divertido, bastante entretenimento, porém conseguiu me tirar poucas risadas. A cena do filme de Terror e as cenas envolvendo a novela foram bem engraçadas. Recomendo, um filme pouco conhecido do nosso cinema, e que pena, merecia um reconhecimento. Inclusive, a personagem da Angélica seria tratada bem diferente nos dias de hoje, provavelmente nem entraria nessa TV (por conta de macho kkk).
Inclusive, eu achei Absolute Cinema eles aparecerem na gravação do Clipe do Jota Quest, muito bommm.
Uma propaganda de divulgação de uma das musicas brasileiras mais bonitas do mundo: Lua de Cristal. O filme não é uma obra prima, mas entrega muito bem aquelas comédias românticas pastelonas brasileiras dos anos 80/90. O filme peca em duas coisas, a primeira é colocar o Sergio Malandro como um príncipe. Até entendi a proposta da escolha dele, mas não curto o Sergio e isso me incomodou um pouco. A outra coisa que me incomodou foi não terem colocado a mãe da Maria das Graças (Xuxa) no final do filme. A garota conquistou seu sonho de infância depois de ter saído de sua cidade natal, do interior, que morava com a mãe para tentar realiza-lo, nada mais justo da mãe estar presente no final.
Aliás, aquela frase do inicio, ditar por sua mãe enquanto o ônibus andava sentido a cidade grande - "Maria das Graças, seu cuida minha filha, e se precisar, volta!" - me deixou bastante reflexivo durante todo o filme, que frase forte. Enfim, que nostalgia assistir esse filme, me emociona.
Minha Melhor Amiga
3.6 63Quando entrei no cinema e vi mais da metade das cadeiras do cinema ocupada, me emocionei bastante. Logo nas primeiras cenas, já me arrepiei, não sei, talvez eu tenha ligado a imagem de Ingrid e Monica ao Paulo Gustavo, e isso tenha me deixado com a emoção apurada.
Filme divertidíssimo, e apesar de ter o padrão comédia brasileira que nós já conhecemos bem, o filme é bem competente para passar a mensagem que deseja. Achei um humor bem inteligente, digo isso porque acredito que esse filme não é pra todo mundo. Eu mesmo, gostei bastante do filme, mas para ser sincero, ri menos do que queria ou esperava.
Acredito que o filme seja para um publico especifico: +40, de classe média alta ou classe alta mesmo. As referencias, o humor direto e afiado e os dramas passados pelas protagonistas com bastante referencias para pessoas de 40 a 50 anos, na verdade, é um filme dedicado para mulheres, e isso não é uma critica, porque no final me emocionou bastante.
As cenas dentro do carro são importantíssimas para o longa e consequentemente para quem está assistindo. Os diálogos e as reflexões por de trás desses diálogos foi o ponto alto do filme, pelo menos para mim. Quando tocou "Tempo Perdido" de Legião Urbana, comecei a cantar espontaneamente junto com as protagonistas, quando percebi, praticamente o cinema inteiro estava cantando junto com elas, e essa cena foi magica e muito emocionante. Quando percebo, estou eu ali chorando ao som de tempo perdido.
A homenagem ao Paulo Gustavo foi linda demais, senti a emoção da Monica e da Ingrid do outro lado da tela. A todo momento, parece que Paulo Gustavo estava ali com elas, igual um comentário que eu li... Entre vários diálogos, em certo momento, dá pra ouvir a voz do Paulo Gustavo ali. As cenas "making of", enquanto os créditos subiram deixa o filme mais magico ainda. A interação das duas é tão verdadeira que em certo momento parecia que estávamos na viagem junto com elas.
Assistam e apoiem o nosso cinema.
Do Meu Lado
4.2 17Não esperava nada e agora estou aqui... querendo chorar😭
Que lindo❤️🩹
1492: A Conquista do Paraíso
3.5 182Confesso que teve um momento do filme que comecei a ficar empolgado, que é logo na primeira viagem de Colombo, quando eles invadem a primeira terra, mas assim que os Indígenas aparecem, já perdi todo o tesão. Filme raso, não aprofunda em questões necessárias, fora que é bem arrastado e chato. No filme observa-se uma narrativa muito próxima da visão tradicional da história, reforçando a aventura do descobridor.
Colombo aparece como um homem visionário que desafia a Igreja e a Coroa para alcançar seus objetivos, havendo uma forte valorização da coragem do navegador. A chegada às terras americanas é apresentada como um grande feito da humanidade, ou seja, a América aparece como um território encontrado e os povos indígenas como habitantes de um “Novo Mundo” que aguarda o contato europeu, inclusive, achei tudo muito pacifico, seja por parte dos indígenas ou seja por parte dos europeus que chegaram naquelas terras. Me incomodou muito como os indígenas foram retratados aqui, eles aparecem principalmente em função da trajetória do navegador, o que mantem essa perspectiva eurocêntrica, principalmente aqueles que continuavam acompanhando os europeus em outras viagens, como conseguiu convencer eles? Tudo muito pacifico e natural, mas sabemos que não foi bem assim. Não tem nenhum desenvolvimento em volta dos indígenas. Enfim, 2 horas e 35 minutos que no final foi mais do mesmo. Atuações bem medianas tambem.
Corrida dos Bichos
2.5 118 Assista AgoraQuando fiquei sabendo desse filme, fiquei com um certo receio, principalmente por conta das misturas de elenco. Uma parte do elenco bem experiente em audiovisual, series e novelas, outros com poucas experiências no meio teatral (como é o caso da Anitta e da Camilla de Lucas), mas me surpreendi positivamente.
O filme é bem corrido, não desenvolve e nem aprofunda em muitas coisas, mas me senti tenso em varios momentos e conseguiu me deixar curioso. Senti falta de um desfecho para os personagens, acho que precisava de mais uns 20 minutos de filme. Mas no geral, me prendeu, me entreteve durante as 2 horas de longa. Vale apena assistir em um domingo atarde, sem compromissos.
Obsessão
3.9 933 Assista AgoraFiquei impressionado com esse filme. Eu não esperava que viria tudo o que eu vi aqui. Muito divertido.
Engraçado pensar que no inicio do filme eu estava me identificando com o Bear (Michael Johnston). Eu adorei que o "mocinho" não é tão mocinho assim. A atriz Inde Navarrette, que interpreta a personagem Nikki Freeman é excelente, conseguiu deixar o filme muito perturbador. As risadas, gargalhadas e até mesmo seu choro ou seus gritos, caramba, é perturbador.
Esse longa é muito mais pesado do que parece. Aquela cena em que a Nikki lê um pedaço do seu livro/texto (com um tom incestuoso) é muito perturbador, porque ela deixa claro que via o Bear como um IRMÃO!!!
O filme parece ir para um lado obvio/previsível, mas depois vai escalando para algo totalmente maluco e esquisito. Que final maravilhoso. Será que teremos um filme de terror no Oscar de 2027?
O Fim da Rua
3.1 217David Robert Mitchell simplesmente fez o que Steven Spielberg (Jurassic Park) e Colin Trevorrow (Jurassic World) não teve coragem de fazer em suas franquias. Inclusive, tudo que eu queria ter visto em Jurassic World: Domínio (2022) eu vi nesse daqui, e sério, sai feliz do cinema.
Me diverti bastante, nunca imaginei que assistiria uma cena de sexo entre dinossauros no cinema, fiquei fascinado. O roteiro me irritou em diversos momentos, me fazendo sair um pouco da imersão do filme, mas teve um momento que entendi que não deveria levar esse longa tão a sério como estava levando, e quando entendi isso, aproveitei ele de uma forma divertidíssima.
O final não me agradou, a justificativa da viagem do tempo é bem fraca, mas quem importa? Ri em diversas cenas e me surpreendi em outras (apesar de ter achado o final previsível, pois em uma morte em especifico, já tinha sacado como seria o desfecho do filme, poderiam ter arriscado mais).
Bem sessão da tarde, recomendo. Me lembrou bastante os filmes dos anos 80/90, e isso me deixou mais apaixonado ainda. Toda a imersão foi válida. Valeu apena, estava com saudades de assistir dinossauros nas telonas.
Tia Virgínia
3.8 46 Assista AgoraEstava bastante curioso para esse filme. Achei o filme muito parecido com o excelente "Malu" (2024) de Pedro Freire, e isso me agradou bastante. Adoro filme de pessoas normais surtando ao longo do tempo.
Achei interessante que praticamente todo o filme se passa em um dia só, no Natal. Tudo é muito bem construído para a chegada do final, que deixa tudo ainda mais gostoso.
Eu sei que parece loucura, mas essa história aqui não é só um caso isolado, é só mais uma verdade que as pessoas não querem ver.
Twinless: Um Gêmeo a Menos
3.5 92 Assista AgoraNão tinha lido sinopse, muito menos assistido ao trailer, e acredito que por conta disso a minha experiência foi muito boa.
Apesar do filme não aprofundar em nada na vida do Dennis (James Sweeney), deixando a história um pouco rasa, só por ele ser gay e entendermos todas as problemáticas no meio da nossa comunidade, questões de aceitação, de problemas pessoais... nós conseguimos entender um pouco o porque ele tem algumas atitudes. Obs.: não estou romantizando, mas infelizmente, apesar de não concordar, eu entendo.
O filme é bem humano, não tem vilão aqui, só tem muitas pessoas com problemas mentais. Bonitos, final bem humanizado. Vale a conferida.
Juro, no inicio achei que seria um romance, do nada vai pro drama, se transforma em um clima de suspense e quase beira ao terror.
Leviticus
3.3 95Ideia muito boa, mas infelizmente a execução foi bem fraca.
O final é lindo, me deixou refletindo sobre minha vida e minhas relações. Acredito que faltou mais 20 ou 30 minutos a mais para desenvolver outras coisas no filme.
Mas independente, muito bom ver filmes de terror com temática LGBT. Recomendo o brasileiro "A Herança", que acredito que está na mesma altura que esse, apesar que eu ainda prefiro "Leviticus" por conta da mensagem final.
O Convite
3.9 326 Assista AgoraConfesso que enquanto assistia o filme, me deu uma vontade de fazer algo que nem sou muito fã: transar.
Que filme maluco, me lembrou o filme brasileiro "O Banquete" de 2018.
Fiquei tenso do inicio ao fim. A verdade é que se todos estivessem fazendo uma terapia, não precisaríamos desse filme rsrsrsrs
Homem-Aranha: Um Novo Dia
4.0 391Para mim, o melhor Homem Aranha até hoje é o Homem Aranha 2 (2004), com Tobey Maguire interpretando o Miranha e Sam Raimi na direção. Apesar de gostar bastante da franquia do Tom Holland também, sempre achei muito infantilizada, e eu entendo, precisava dessa construção para chegar nesse Peter Parker de hoje.
Tudo que me atraia no filme de 2004 foi apresentado nesse daqui. Uma Aranha mais responsável, mais madura, acredito que posso dizer... mais depressiva? O Peter gente como a gente, que tem que conciliar sua vida com a vida adulta. Trabalhar, estudar, pagar aluguel e cuidar da casa, responsabilidades, família, amigos... E além disso tudo... ele carrega o fardo der ser o HOMEM ARANHA, o amigo da vizinhança. Um novo Peter Parker.
Mas infelizmente nem tudo é perfeito. Fiquei com a sensação que teve cortes, pois ficou bastante coisa corrida, sem um final. Mary Jane do Sam Raimi sofria bastante, seja pela família, seja pelo namorado. Era tudo exposto no longa, mas aqui teve apenas uma cena da MJ (Michelle Jones) tendo algum tipo de contato com o namorado. Depois ele some. Não me lembro de ver uma cena do Peter Parker trabalhando, e ai fica a duvida: como ele paga aluguel? Como está conseguindo sobreviver (alimentação...)? Coisas pequenas que no final faria toda a diferença.
No final, eu entendi que esse filme serviu apenas para introduzir a Jean Grey e apresentar o retorno de Frank Castle ao Universo Marvel. O filme acaba sendo mais sobre a Grey do que do próprio Peter, porque no final fiquei com a impressão que ela teve mais tempo de tela que o próprio e todas as narrativas do filme, no final se voltava pra ela. Mas no final de tudo, a mensagem cabia aos dois.
Gente, para finalizar, tem uma coisa que eu sinto falta nos filmes em geral (não só na Marvel), mas uma Trilha Sonora original e que marque a franquia. A franquia do Sam Raimi tinha uma trilha sonora excepcional, que se complementava em todos os 3 filmes. Uma trilha que quando é tocada, já nos remete aos filmes. Isso faz falta.
Homem-Aranha: Um Novo Dia
4.0 391Para mim, o melhor Homem Aranha até hoje é o Homem Aranha 2 (2004), com Tobey Maguire interpretando o Miranha e Sam Raimi na direção. Apesar de gostar bastante da franquia do Tom Holland também, sempre achei muito infantilizada, e eu entendo, precisava dessa construção para chegar nesse Peter Parker de hoje.
Tudo que me atraia no filme de 2004 foi apresentado nesse daqui. Uma Aranha mais responsável, mais madura, acredito que posso dizer... mais depressiva? O Peter gente como a gente, que tem que conciliar sua vida com a vida adulta. Trabalhar, estudar, pagar aluguel e cuidar da casa, responsabilidades, família, amigos... E além disso tudo... ele carrega o fardo der ser o HOMEM ARANHA, o amigo da vizinhança. Um novo Peter Parker.
Mas infelizmente nem tudo é perfeito. Fiquei com a sensação que teve cortes, pois ficou bastante coisa corrida, sem um final. Mary Jane do Sam Raimi sofria bastante, seja pela família, seja pelo namorado. Era tudo exposto no longa, mas aqui teve apenas uma cena da MJ (Michelle Jones) tendo algum tipo de contato com o namorado. Depois ele some. Não me lembro de ver uma cena do Peter Parker trabalhando, e ai fica a duvida: como ele paga aluguel? Como está conseguindo sobreviver (alimentação...)? Coisas pequenas que no final faria toda a diferença.
No final, eu entendi que esse filme serviu apenas para introduzir a Jean Grey e apresentar o retorno de Frank Castle ao Universo Marvel. O filme acaba sendo mais sobre a Grey do que do próprio Peter, porque no final fiquei com a impressão que ela teve mais tempo de tela que o próprio e todas as narrativas do filme, no final se voltava pra ela. Mas no final de tudo, a mensagem cabia aos dois.
Gente, para finalizar, tem uma coisa que eu sinto falta nos filmes em geral (não só na Marvel), mas uma Trilha Sonora original e que marque a franquia. A franquia do Sam Raimi tinha uma trilha sonora excepcional, que se complementava em todos os 3 filmes. Uma trilha que quando é tocada, já nos remete aos filmes. Isso faz falta.
Homem-Aranha: Um Novo Dia
4.0 391Para mim, o melhor Homem Aranha até hoje é o Homem Aranha 2 (2004), com Tobey Maguire interpretando o Miranha e Sam Raimi na direção. Apesar de gostar bastante da franquia do Tom Holland também, sempre achei muito infantilizada, e eu entendo, precisava dessa construção para chegar nesse Peter Parker de hoje.
Tudo que me atraia no filme de 2004 foi apresentado nesse daqui. Uma Aranha mais responsável, mais madura, acredito que posso dizer... mais depressiva? O Peter gente como a gente, que tem que conciliar sua vida com a vida adulta. Trabalhar, estudar, pagar aluguel e cuidar da casa, responsabilidades, família, amigos... E além disso tudo... ele carrega o fardo der ser o HOMEM ARANHA, o amigo da vizinhança. Um novo Peter Parker.
Mas infelizmente nem tudo é perfeito. Fiquei com a sensação que teve cortes, pois ficou bastante coisa corrida, sem um final. Mary Jane do Sam Raimi sofria bastante, seja pela família, seja pelo namorado. Era tudo exposto no longa, mas aqui teve apenas uma cena da MJ (Michelle Jones) tendo algum tipo de contato com o namorado. Depois ele some. Não me lembro de ver uma cena do Peter Parker trabalhando, e ai fica a duvida: como ele paga aluguel? Como está conseguindo sobreviver (alimentação...)? Coisas pequenas que no final faria toda a diferença.
No final, eu entendi que esse filme serviu apenas para introduzir a Jean Grey e apresentar o retorno de Frank Castle ao Universo Marvel. O filme acaba sendo mais sobre a Grey do que do próprio Peter, porque no final fiquei com a impressão que ela teve mais tempo de tela que o próprio e todas as narrativas do filme, no final se voltava pra ela. Mas no final de tudo, a mensagem cabia aos dois.
Gente, para finalizar, tem uma coisa que eu sinto falta nos filmes em geral (não só na Marvel), mas uma Trilha Sonora original e que marque a franquia. A franquia do Sam Raimi tinha uma trilha sonora excepcional, que se complementava em todos os 3 filmes. Uma trilha que quando é tocada, já nos remete aos filmes. Isso faz falta.
Homem-Aranha: Um Novo Dia
4.0 391Para mim, o melhor Homem Aranha até hoje é o Homem Aranha 2 (2004), com Tobey Maguire interpretando o Miranha e Sam Raimi na direção. Apesar de gostar bastante da franquia do Tom Holland também, sempre achei muito infantilizada, e eu entendo, precisava dessa construção para chegar nesse Peter Parker de hoje.
Tudo que me atraia no filme de 2004 foi apresentado nesse daqui. Uma Aranha mais responsável, mais madura, acredito que posso dizer... mais depressiva? O Peter gente como a gente, que tem que conciliar sua vida com a vida adulta. Trabalhar, estudar, pagar aluguel e cuidar da casa, responsabilidades, família, amigos... E além disso tudo... ele carrega o fardo der ser o HOMEM ARANHA, o amigo da vizinhança. Um novo Peter Parker.
Mas infelizmente nem tudo é perfeito. Fiquei com a sensação que teve cortes, pois ficou bastante coisa corrida, sem um final. Mary Jane do Sam Raimi sofria bastante, seja pela família, seja pelo namorado. Era tudo exposto no longa, mas aqui teve apenas uma cena da MJ (Michelle Jones) tendo algum tipo de contato com o namorado. Depois ele some. Não me lembro de ver uma cena do Peter Parker trabalhando, e ai fica a duvida: como ele paga aluguel? Como está conseguindo sobreviver (alimentação...)? Coisas pequenas que no final faria toda a diferença.
No final, eu entendi que esse filme serviu apenas para introduzir a Jean Grey e apresentar o retorno de Frank Castle ao Universo Marvel. O filme acaba sendo mais sobre a Grey do que do próprio Peter, porque no final fiquei com a impressão que ela teve mais tempo de tela que o próprio e todas as narrativas do filme, no final se voltava pra ela. Mas no final de tudo, a mensagem cabia aos dois.
Gente, para finalizar, tem uma coisa que eu sinto falta nos filmes em geral (não só na Marvel), mas uma Trilha Sonora original e que marque a franquia. A franquia do Sam Raimi tinha uma trilha sonora excepcional, que se complementava em todos os 3 filmes. Uma trilha que quando é tocada, já nos remete aos filmes. Isso faz falta.
Freud, Além da Alma
3.9 175 Assista AgoraUma cena que me marcou bastante no filme foi diálogo entre Freud e o Prof.: Meynert, quando se é mostrada uma alegoria com escorpiões, onde uma caixa fechada, que seria retratado com a escuridão, estaria cheia de escorpiões. Caso dê luz a caixa, como retratado no filme quando Meynert abre a caixa, os aracnídeos começam a se espalhar, até mesmo tentando sair da caixa, em um certo momento o Prof. Até diz a seguinte frase: “Deixe para a noite o que pertence a ela”. Entendi que seria uma comparação com o consciente, dando a ideia de que no consciente guardamos coisas desagradáveis e de certa forma perigosa. Também tendo a ideia de que certas coisas precisam ficar guardadas, senão será como um mal a sociedade. Como se fosse uma introdução do que veríamos mais pra frente, durante as descobertas de Freud e todos os seus dramas e reflexões sobre isso.
Achei um filmaço!!!
A Odisseia
4.2 583Hoje estarei batendo palmas para o Nolan. Impressionante o que acabei de assistir. Não sou um grande fã da filmografia do diretor, mas aqui ele conseguiu me impressionar de uma forma que eu nem vi as 3 horas de filme passando.
Tenho algumas criticas, principalmente quando analisamos a narrativa historicamente, como por exemplo a forma que a Penélope e a Calipso é retratada no filme. A Penélope tem uma presença marcante na vida de Odisseu, aqui fiquei com uma impressão que ela só serviu para ficar aguardando seu marido em casa, presa durante anos, sem conseguir aprofundar seus lados complexos, um olhar claro de um homem sobre uma mulher. E como já esperado, um filme escrito e dirigido por norte-americano, obviamente precisamos criar um herói, então aqui nos temos um Odisseu com um objetivo claro e sem nenhuma complexidade. Ou seja, no geral, é uma adaptação bem simplificada da história de Odisseu, mas também entendo que a história original é bem complexa, além de ser muito grande para um filme de apenas 3 horas.
Confesso que a escolha do elenco me irritou um pouco. Sabe quando lança uma super produção brasileira mas o elenco é praticamente todo global? Poise, fiquei com essa sensação aqui. Parece que era necessário colocar atores prestigiados cinematograficamente nos papéis principais para conseguir chamar publico. E assim chamaram personagens importantes da história atual da Marvel para participarem do longa. Inclusive, Telêmaco (Tom Holland) conseguiu me irritar aqui de casa.
A mixagem de som desse filme é uma PUTARIA, nem quero entrar em detalhes, mas além das varias cenas no mar, aquela cena do canto das sereias foi impressionante. Fiquei arrepiado. A fotografia também é maravilhosa. Aquelas cenas do Cavalo de Troia é muito bem feita. Enfim, filmaço, podem ir pro cinema, o tempo não passa, o filme é ágil, a todo momento em movimento, acontecendo algo.
Inclusive, na história original o Odisseu era inteligente, porém um inteligente arrogante e não um heroi, como é retratado aqui, por algum momento, toda essa história de trauma da guerra de troia me lembrou bastante do filme "Apocalypse Now" de 1979.
Whiplash: Em Busca da Perfeição
4.4 4,2K Assista AgoraO filme me irritou em vários momentos, mas entendi que era a intenção. Gostei dele, mas não achei perfeito como todos dizem. O comportamento do professor é insuportável, estava esperando um desfecho diferente pra ele, acredito que por conta disso, eu senti uma brochada quando os créditos finais apareceram na minha tela.
Amo bateria, adoro o som, já toquei umas vezes no conservatório. Sobre o professor Fletcher (interpretado por J.K. Simmons), no primeiro grito já teria enfiado a baqueta na cara dele (para não dizer no cu...). E sobre o personagem do Miles Teller, pqp, esse menino me irritou muito. Que obsessão é essa de querer agradar sempre? Insuportável. Não suportaria um dia nessa escola de música.
Não consigo dar mais estrelas porque acredito que ficou faltando uma cereja pro bolo: QUEM ROUBOU/SUMIU AQUELA PASTA?
Batalha Real
3.6 609 Assista AgoraNão esperava o que assisti aqui. Que filme gostoso de assistir, ritmo bem acelerado que nos faz ficar preso em cada cena. O banho em Jogos Vorazes!!!
Por outro lado, varias coisas sem noção, porque o filme não tem medo de ser trash rsrsrsrs Eu amei.
Todo Mundo em Pânico
2.6 358 Assista AgoraDurante o filme uma coisa me chamou muita atenção: os conflitos de gerações. A Brenda é uma personagem muito importante para trazer essa reflexão, pois a mesma diz que tenta se conectar com essa geração, seja por corte de cabelos, ou as musicas que ela coloca no seu carro... ou até mesmo pelas bebidas que ela faz para seus filhos. Na verdade, o filme inteiro fala sobre isso, até mesmo no seu desfecho.
Eu me diverti bastante no cinema, estava precisando assistir um filme como esse, faz uma grande falta. É aquilo, o filme é uma pataquada só, mas que diverte e prende durante toda sua duração. Pra quem não assistiu aos filme de terror lançados recentemente, talvez ficará perdido. Sua maior referencia é justamente a franquia de Todo mundo em pânico, o que me deixou muito feliz rsrsrs. Senti quem tem bastante piadas internas, até mais que os anteriores. Muitas cenas soltas, jogadas, mas diverte. Gostei muito, me fez soltar altas risadas com meus amigos na sala de cinema.
Socorro!
3.2 426 Assista AgoraInacreditável essa edição. Na verdade, estava esperando um filme totalmente diferente. Que pena, mas é bom saber que até o Sam Raimi erra.
Tick, Tick... Boom!
3.8 451 Assista AgoraConfesso que demorei bastante para assistir esse filme. Na época de seu lançamento dei uma desanimada de assistir depois que eu descobri que era um musical, que naquela época eu tinha um certo preconceito. Mas enfim, 2026, um amigo me recomendou o filme e me deixou curioso, já que eu não sabia do que o longa se tratava até essa conversa.
Assisti, estou choroso e ao mesmo tempo reflexivo. Continuo não gostando tanto assim de musicais, mas confesso que eu adorei todas as musicas aqui. Toda essa reflexão sobre amizade, namoro, a vida corrida no sistema capitalista, me fez pensar sobre a minha própria vida. Eu, Carlos Daniel, que estou me formando em História. As vezes me pego pensando, será que fiz a decisão certa? Dedicar 5 anos e meio da minha vida para ser professor de História? Principalmente em um país que desvaloriza tanto essa profissão.
Mas enfim, agora vem uma história triste... Esse anos, em 2026, vai fazer 6 anos que eu perdi uma grande amiga pro câncer. Ela tinha 2o poucos anos. Nova, cheia de sonhos, namorava, tinha amigos, estava terminando seu ensino médio para seguir seus sonhos, sonhos esse que foi interrompido antes da hora. Acredito que ela foi a primeira pessoa que eu realmente me assumi GAY confortavelmente. Saudades de você. Esse filme me fez lembrar você.
Agora sobre o filme em si... Jonathan (Andrew Garfield) é um péssimo amigo, péssimo namorado, péssimo em tudo, acredito que por isso gostei do filme, em alguns momentos ele me irritava, em outros ele me fazia refletir sobre minha vida, principalmente por me sentir naquela vida em certos momentos. Gostaria de ter visto um desenvolvimento melhor nos amigos dele, senti falta disso, mas também entendi que o filme é sobre ele. Os dramas funcionam, mas infelizmente tenho que confessar que em certo momento os musicais começaram a me irritar, porque quando o drama dos personagens me prendia na TV, começava uma cantoria para "narrar" a briga ou o acontecimento e depois havia um corte para outra cena. Os amigos aparecem pro Jonathan por pura conveniência dele, né? Isso ficou claro com o amigo dele - Michael (Robin) - porque ele nem ligava muito pro amigo, mas depois que descobriu que ele tem HIV, começou a lembrar e dar moral.
Para finalizar, esse filme é uma grande critica ao sistema que estamos inserido atualmente. Ao sistema capitalista, a esse patriarcado. Onde você vive para os outros na intenção de ganhar uma miséria no final do mês. Poderiam converter esse filme facilmente para a vida de um professor de escola publica aqui no Brasil, vendendo a sua alma atrás de um doutorado em busca de uma vida melhor.
Michael
3.7 534 Assista AgoraEstava na duvida se daria 2 ou 3 estrelas, mas escolhi dar 3 por conta de 3 motivos: Escutar as canções do Michael Jackson no cinema foi uma experiencia incrível, e olha que estava sozinho na sala. Segundo que as coreografias estão maravilhosas, Jaafar Jackson arrasou muito, a gente consegue ver o seu esforço. E para finalizar, o terceiro motivo foi por conta das atuações, que no geral, foram boas. De resto... que tristeza, viu?
Porque não fizeram uma trilogia? História do Michael é bem rica, interessante e em alguns momentos bem reflexiva, além de ser um dos maiores (se não o maior), artistas da musica até hoje. Em um primeiro filme poderiam abordar a história de Michael e sua família. O nascimento dos irmãos e do próprio cantor, sua relação com a família e amigos até a sua fase adolescente. Em um segundo filme poderiam focar na fase adolescente do artista até o inicio da fase adulta e no terceiro filme mostrar sua história no auge, sobre sexualidade, relação com fãs, família, trabalho... até seu falecimento.
O filme é muito raso. Conseguiu ser mais raso que o Bohemian Rhapsody, pois lá ainda vimos a figura controvérsia de Freddie Mercury, mostrando um pouco dos seus erros e acertos, suas discussões com o grupo em geral e um pedaço de sua relação amorosa. Aqui o filme tem apenas uma história contada de uma forma superficial demais: a rivalidade entre Joe Jackson (pai do Michael, interpretado por Colman Domingo) e o próprio Michael. Colocam o pai como uma figura tenebrosa e o filho como o anjinho que sempre acerta. A parte infantil do Michael foi contada de uma forma tão rasa e repetitiva que já não estava aguentando mais. Michael cantava com os irmãos, o pai pedia pra ele cantar olhando pra ele, ele desobedecia e logo depois apanhava. Repetiu essa cena mais de uma vez. Enquanto isso eu me perguntava... só o Michael que apanhava? Os irmãos sempre obedeciam o pai? A mãe sempre via aquilo e ficava quieta (ou chorando)? O filme nem se importa em se aprofundar nisso e depois pulam pro Michael maior.
Na verdade, eles gostam demais de pular o tempo, isso deixa o filme muito superficial. Tem um momento do filme que os irmãos de Michael some, assim como o pai dele, e o Michael só subindo na fama. Como foi isso com os irmãos? Quando ele saiu do grupo eles aceitaram de boa? O filme não responde nada. Pra piorar, o filme faz um pulo temporal e acaba DO NADA.
Faltou história, faltou explicações, faltou desenvolvimento dos personagens... faltou MUITA COISA. O pai só era mal mesmo? E porque só com o Michael? Qual a história de Joe Jackson? Os irmãos e a própria mãe do protagonistas não mudam NADA na história, apenas figurantes. Que pena. Não me deixou intrigado para assistir um próximo, mas enfim... Vamos ver o que vem ai.
Zoando na TV
2.2 535Filme divertido, bastante entretenimento, porém conseguiu me tirar poucas risadas. A cena do filme de Terror e as cenas envolvendo a novela foram bem engraçadas. Recomendo, um filme pouco conhecido do nosso cinema, e que pena, merecia um reconhecimento. Inclusive, a personagem da Angélica seria tratada bem diferente nos dias de hoje, provavelmente nem entraria nessa TV (por conta de macho kkk).
Inclusive, eu achei Absolute Cinema eles aparecerem na gravação do Clipe do Jota Quest, muito bommm.
Lua de Cristal
2.4 937 Assista AgoraUma propaganda de divulgação de uma das musicas brasileiras mais bonitas do mundo: Lua de Cristal. O filme não é uma obra prima, mas entrega muito bem aquelas comédias românticas pastelonas brasileiras dos anos 80/90. O filme peca em duas coisas, a primeira é colocar o Sergio Malandro como um príncipe. Até entendi a proposta da escolha dele, mas não curto o Sergio e isso me incomodou um pouco. A outra coisa que me incomodou foi não terem colocado a mãe da Maria das Graças (Xuxa) no final do filme. A garota conquistou seu sonho de infância depois de ter saído de sua cidade natal, do interior, que morava com a mãe para tentar realiza-lo, nada mais justo da mãe estar presente no final.
Aliás, aquela frase do inicio, ditar por sua mãe enquanto o ônibus andava sentido a cidade grande - "Maria das Graças, seu cuida minha filha, e se precisar, volta!" - me deixou bastante reflexivo durante todo o filme, que frase forte. Enfim, que nostalgia assistir esse filme, me emociona.