Pra mim, a primeira temporada da série continua sendo irretocável; da segunda em diante, sinto que perdeu muita força - e aqui estou falando tanto enquanto obra audiovisual quanto produto do próprio universo Heartstopper. Todo aquele encanto da primeira temporada não se repetiu em nenhuma outra e se esgotou plenamente neste filme: a gente pode dizer que é fofinho ver os dois juntos e bla bla bla... mas foram quase 2 horas de um completo nada. Até o arco do Nick (o cara boa praça, preocupado com todos, mas com várias questões mal resolvidas), que foi a melhor construção de personagem da série e uma das poucas coisas boas da 2ª e 3ª temporadas, foi COMPLETAMENTE esvaziado.
Enfim, penso que a franquia como um todo tinha muito potencial e a gente pode continuar gostando e torcendo por ela, tá tudo bem - mas como obra audiovisual sinto que perdeu parte do encanto que tanto me atraiu no início...
Pra mim, não rolou 🥲 To maratonando a filmografia do Kurosawa pra minha pesquisa de graduação - e, de longe, é o filme que menos curti. Extremamente monótono, lento, personagens desinteressantes. Gosto do uso da cor, mas considerando tratar-se de um filme da década de 1970 não achei nada demais (ele fará uso da cor de forma muito mais interessante em longas superiores). Enfim, passo…
Comentário extra-fílmico: o Leclerc é tão lindo que nem parece piloto. Ele parece um ator interpretando um piloto. Ele aparece pouquíssimo no filme, mas nos instantes finais no pódio isso fica muito evidente 😄😄😄
Posso falar? Pra mim, é facilmente um dos melhores filmes do ano.
Eu até posso estar propenso a pensar assim por ser um grande admirador do movimento francês - e do Godard, principalmente -, e o filme cumpre bem sua proposta de homenageá-lo. Mas esse "Nouvelle Vague" é um filme extremamente agradável, bem feito, direto ao ponto (com uma história simples de bastidores), você quase não vê a hora passar.
O elenco é muito carismático; a trilha sonora é deliciosa; a fotografia em preto-e-branco é um charme (com o filtro que emula as películas antigas). Mas, pra mim, o design de produção é uma das melhores coisas que já vi no cinema nos últimos anos. Não parece um filme de 2025 sobre a década de 1960: é quase um filme daquela época, ele praticamente te transporta pra França dos anos 60 (e não apenas através das cenas de arquivo; é a recriação mesmo que fez toda a diferença).
Eu fui pro cinema esperando uma coisa - e saí positivamente surpreendido.
Não vou me atrever a falar do filme em seu aspecto historiográfico porque confesso não reunir condições pra isso. Mas, enquanto obra cinematográfica, o filme não me agradou tanto. To vendo uma galera falar sobre a edição - e, de fato, ela é atabalhoada. A impressão é a de que não estamos assistindo um filme de cinema, mas um compacto dessas séries globais adaptada pra telona; me pareceu um tom meio novelesco, didático em inúmeros momentos, não sei se por conta das atuações também - mas, particularmente, não curti. Fora a sequência da revolta, a grande cena do filme que é totalmente anticlímax; não te faz ter qualquer empatia por aquela luta. Enfim, vale para conhecer o episódio histórico, mas não me pareceu relevante na filmografia nacional.
Olha, eu gosto muito do trabalho do Kleber, mas honestamente? Esse daqui não funcionou muito comigo... A impressão que tive é que o cineasta não tinha nada além de uma história simples em mãos (um homem jurado de morte) e só. Mas daí pra ficar mais "palatável" em sua filmografia, jogou uns penduricalhos: um contexto histórico/político (que, inevitavelmente, sempre agrada uma turma) e umas referências cinematográficas um tanto aleatórias que criam uma atmosfera de "veja, como eu sou amante do cinema...", meio que pra dar um ar "cult" pra obra. O resultado - pra mim - não foi além de um filme apenas bom e bem feito - mas cansativo, verborrágico e pedante em sua pretensão de ser maior do que realmente é.
Acho um absurdo que o Guadagnino, que faz tanto filme com temática homoerótica, na oportunidade de trabalhar com o Garfield dá a ele o papel de um macho escroto - ao invés de, bom, vcs sabem… Tremendo vacilão…😅
Assim como em "Democracia em Vertigem", há um viés político muito claro - e tá tudo bem, cada um pensa de uma forma. O problema aqui é usar esse viés pra manipular a narrativa - algo que, em um documentário, não me parece muito honesto (principalmente quando conhecemos a história da cineasta). Em alguns momentos, doura-se a pílula; em outros, o sensacionalismo é explícito. Aponta-se o discurso extremista de um lado; omite-se fatos que comprometem o outro. Enfim, como propaganda cumpre o papel, mas me parece desonesto enquanto documentário.
Honestamente? Eu curti muito. Eu acho que o problema do filme é não se levar a sério. A história é boa, diferente… se fosse contada de uma forma mais “séria”, talvez a galera curtisse mais (muito embora é esse jeitão descompromissado que torna o filme mais leve, então não se sabe…).
De qualquer forma, PQP, que ator é o Pattinson, hein? Ele tem um carisma único e está se provando um grande artista. Paguei a língua…
Embora tenha gostado do filme, vou dar uma opinião (pra mim) racional e (pra muitos) impopular:
- Como biografia, é um filme genérico, que cumpre bem sua função, mas não me pareceu nada acima da média. A história do Ney é incrível, a produção é caprichada - mas o resultado não vai além disso.
- Gosto da atuação do Jesuíta quando está no palco; fora dele, seu Ney me parece um tanto estranho (ou talvez, como diz um personagem no filme, ele não seja tão impulsivo/interessante fora dos palcos).
Ainda assim, é superior a uma boa parte das últimas cinebiografias de artistas nacionais que, pra mim, já cansaram.
Das animações indicadas ao Oscar, é a melhor dessa temporada - não apenas pela técnica, mas pela belíssima história. Queria muito vê-la premiada, mas né?
OBS.: e o tapa na cara com o "este filme foi feito por seres humanos" no final?
Não é meu filme preferido do cineasta, mas tenho que admitir que o roteiro dá uma aula. As soluções apresentadas nos permitem distinguir exatamente quais caminhos a trama vai percorrer (achei bem 'escola de roteiro' mesmo, quase didático) e o perfil de cada personagem: na posição dos personagens em cada quadro, no movimento dos corpos, no posicionamento da câmera. Fora a tensão que permeia toda a narrativa (Josh, meu Deus, o que é isso?). Minha ressalva: Zendaya. Embora reconheça seus esforços (e até achei sua atuação 'ok'), ela me pareceu muito nova para o papel - ela nem de longe me parece uma coach esportiva super competente, mãe de família e afins... é como um teatro escolar, onde os alunos interpretam adultos, saca? Acho que ela ainda não consegue me passar uma vibe mais 'adulta' nesses filmes mais sérios.
Ah sei lá… é bom? Sem dúvida. Mas é maçante demais - pelamor, 1h de filme pra ver o protagonista balbuciar uma frase completa pela primeira vez? Sim, tem todo uma poética e propósito nessa aparente “simplicidade” do cotidiano, mas até pra essas trivialidades tem limite.
Obs.: a trilha sonora é ótima; pena que foi usada como se fosse uma reunião de vários clipes aleatórios rsrs
É um filme menor do Polanski? Certamente. Mas está muito longe de ser a bomba que os críticos (e canceladores de plantão) sugerem. Pelo contrário: tem a assinatura do diretor, é divertido em seu exagero e sua acidez e garante um ótimo entretenimento. Galera precisa entender que nem sempre um grande cineasta quer fazer uma obra-prima; às vezes o cara só quer contar uma história despretensiosa pra se manter na ativa e está tudo bem...
Não esperava nada - e o filme entregou tudo. Puro comfort movie, daqueles filmes simples que aquecem o coração. Bem executado, muito bem escrito e com atuações muito acima da média. Dos meus favoritos nessa temporada.
Gostei muito das atuações, fotografia, edição e trilha sonora (maravilhosa). Mas confesso que me “decepcionei” com duas coisas: 1) As tais cenas “polêmicas”? Cadê? Não vi nada demais ou transgressor como sugeriam. 2) Poxa, duas horas de filme e nem 1 pegação forte entre eles como tudo levava a crer? Sacanagem rsrs
Total “comfort movie”, que em alguns momentos até me lembrou aqueles filmes infantis cheio de magia dos anos 90 (tipo “Matilda”, saca?). Achei o elenco muito bom e o Wonka do Chalamet é gracioso (não tem como negar, o Timothee já é um dos maiores de sua geração, atua bem, canta, dança e tem um carisma como poucos). Meu único “porém” fica por conta da construção do personagem título, que nos filmes anteriores era visto como um lunático excêntrico e aqui é um poço de fofura - mas como não li a obra original, só segui em frente e me deixei levar.
Obra que faz jus à filmografia do Scorsese. Figura facilmente entre seus melhores títulos.
Eu, particularmente, não senti essas 3h e pouco passar - pelo contrário, a terceira e última parte me pareceu corrida (acho que caberia dedicar uns 15 minutos a mais em detrimento de outras). O roteiro foi bem fiel ao (excepcional) livro, inclusive no desenvolvimento da narrativa: é como se, de fato, Scorsese quisesse narrar os fatos, contar uma história - e isso fica explícito no desfecho, cuja solução me pareceu adequadíssima à proposta.
Uma viagem interessantíssima - para mim, dos melhores títulos de Larraín. As analogias (principalmente a do conde vampiresco, óbvio) são bem construídas e exploradas pelo roteiro. Cria-se um novelão gótico que satiriza (e critica) a estupidez de um personagem sem recorrer à biografia tradicional. Belo filme.
Heartstopper Para Sempre
3.5 61 Assista AgoraAh gente, convenhamos: é apenas fanservice.
Pra mim, a primeira temporada da série continua sendo irretocável; da segunda em diante, sinto que perdeu muita força - e aqui estou falando tanto enquanto obra audiovisual quanto produto do próprio universo Heartstopper.
Todo aquele encanto da primeira temporada não se repetiu em nenhuma outra e se esgotou plenamente neste filme: a gente pode dizer que é fofinho ver os dois juntos e bla bla bla... mas foram quase 2 horas de um completo nada.
Até o arco do Nick (o cara boa praça, preocupado com todos, mas com várias questões mal resolvidas), que foi a melhor construção de personagem da série e uma das poucas coisas boas da 2ª e 3ª temporadas, foi COMPLETAMENTE esvaziado.
Enfim, penso que a franquia como um todo tinha muito potencial e a gente pode continuar gostando e torcendo por ela, tá tudo bem - mas como obra audiovisual sinto que perdeu parte do encanto que tanto me atraiu no início...
Dodeskaden - O Caminho da Vida
4.2 45Pra mim, não rolou 🥲
To maratonando a filmografia do Kurosawa pra minha pesquisa de graduação - e, de longe, é o filme que menos curti.
Extremamente monótono, lento, personagens desinteressantes.
Gosto do uso da cor, mas considerando tratar-se de um filme da década de 1970 não achei nada demais (ele fará uso da cor de forma muito mais interessante em longas superiores).
Enfim, passo…
A Empregada
3.4 667 Assista AgoraDo crente ao ateu, ninguém explica como tiveram coragem de lançar isso…
Viva Verdi!
3.5 18Sabe, é uma daquelas coisas que a gente assiste e sai até mais leve.
A arte salva.
F1: O Filme
3.7 452 Assista AgoraComentário extra-fílmico: o Leclerc é tão lindo que nem parece piloto. Ele parece um ator interpretando um piloto.
Ele aparece pouquíssimo no filme, mas nos instantes finais no pódio isso fica muito evidente 😄😄😄
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
4.1 486 Assista AgoraAh, é tipo um “Shakespeare Apaixonado”, só que bom, sabe?
Nouvelle Vague
3.6 35 Assista AgoraPosso falar? Pra mim, é facilmente um dos melhores filmes do ano.
Eu até posso estar propenso a pensar assim por ser um grande admirador do movimento francês - e do Godard, principalmente -, e o filme cumpre bem sua proposta de homenageá-lo.
Mas esse "Nouvelle Vague" é um filme extremamente agradável, bem feito, direto ao ponto (com uma história simples de bastidores), você quase não vê a hora passar.
O elenco é muito carismático; a trilha sonora é deliciosa; a fotografia em preto-e-branco é um charme (com o filtro que emula as películas antigas).
Mas, pra mim, o design de produção é uma das melhores coisas que já vi no cinema nos últimos anos. Não parece um filme de 2025 sobre a década de 1960: é quase um filme daquela época, ele praticamente te transporta pra França dos anos 60 (e não apenas através das cenas de arquivo; é a recriação mesmo que fez toda a diferença).
Eu fui pro cinema esperando uma coisa - e saí positivamente surpreendido.
Pecadores
4.0 1,3K Assista Agora“Nossa, que filmaço! Nunca vi uma história tão original…”
Um drink no inferno: “blz, meu chapa, qualquer coisa vai avisando…” 👍🏻
Malês
3.4 42 Assista AgoraNão vou me atrever a falar do filme em seu aspecto historiográfico porque confesso não reunir condições pra isso.
Mas, enquanto obra cinematográfica, o filme não me agradou tanto.
To vendo uma galera falar sobre a edição - e, de fato, ela é atabalhoada. A impressão é a de que não estamos assistindo um filme de cinema, mas um compacto dessas séries globais adaptada pra telona; me pareceu um tom meio novelesco, didático em inúmeros momentos, não sei se por conta das atuações também - mas, particularmente, não curti.
Fora a sequência da revolta, a grande cena do filme que é totalmente anticlímax; não te faz ter qualquer empatia por aquela luta.
Enfim, vale para conhecer o episódio histórico, mas não me pareceu relevante na filmografia nacional.
O Agente Secreto
3.9 1,1K Assista AgoraOlha, eu gosto muito do trabalho do Kleber, mas honestamente? Esse daqui não funcionou muito comigo...
A impressão que tive é que o cineasta não tinha nada além de uma história simples em mãos (um homem jurado de morte) e só.
Mas daí pra ficar mais "palatável" em sua filmografia, jogou uns penduricalhos: um contexto histórico/político (que, inevitavelmente, sempre agrada uma turma) e umas referências cinematográficas um tanto aleatórias que criam uma atmosfera de "veja, como eu sou amante do cinema...", meio que pra dar um ar "cult" pra obra.
O resultado - pra mim - não foi além de um filme apenas bom e bem feito - mas cansativo, verborrágico e pedante em sua pretensão de ser maior do que realmente é.
Depois da Caçada
2.9 124 Assista AgoraAcho um absurdo que o Guadagnino, que faz tanto filme com temática homoerótica, na oportunidade de trabalhar com o Garfield dá a ele o papel de um macho escroto - ao invés de, bom, vcs sabem…
Tremendo vacilão…😅
Caramelo
3.6 239 Assista AgoraAh convenhamos…
Simpático? Sim.
Fofinho? Mais ou menos.
Bom? Não.
Apocalipse nos Trópicos
3.8 189 Assista AgoraAssim como em "Democracia em Vertigem", há um viés político muito claro - e tá tudo bem, cada um pensa de uma forma.
O problema aqui é usar esse viés pra manipular a narrativa - algo que, em um documentário, não me parece muito honesto (principalmente quando conhecemos a história da cineasta).
Em alguns momentos, doura-se a pílula; em outros, o sensacionalismo é explícito. Aponta-se o discurso extremista de um lado; omite-se fatos que comprometem o outro.
Enfim, como propaganda cumpre o papel, mas me parece desonesto enquanto documentário.
Mickey 17
3.4 556 Assista AgoraHonestamente? Eu curti muito.
Eu acho que o problema do filme é não se levar a sério. A história é boa, diferente… se fosse contada de uma forma mais “séria”, talvez a galera curtisse mais (muito embora é esse jeitão descompromissado que torna o filme mais leve, então não se sabe…).
De qualquer forma, PQP, que ator é o Pattinson, hein?
Ele tem um carisma único e está se provando um grande artista. Paguei a língua…
Homem com H
4.2 535 Assista AgoraEmbora tenha gostado do filme, vou dar uma opinião (pra mim) racional e (pra muitos) impopular:
- Como biografia, é um filme genérico, que cumpre bem sua função, mas não me pareceu nada acima da média. A história do Ney é incrível, a produção é caprichada - mas o resultado não vai além disso.
- Gosto da atuação do Jesuíta quando está no palco; fora dele, seu Ney me parece um tanto estranho (ou talvez, como diz um personagem no filme, ele não seja tão impulsivo/interessante fora dos palcos).
Ainda assim, é superior a uma boa parte das últimas cinebiografias de artistas nacionais que, pra mim, já cansaram.
Memórias de um Caracol
4.2 132 Assista AgoraDas animações indicadas ao Oscar, é a melhor dessa temporada - não apenas pela técnica, mas pela belíssima história.
Queria muito vê-la premiada, mas né?
OBS.: e o tapa na cara com o "este filme foi feito por seres humanos" no final?
Rivais
3.6 580 Assista AgoraNão é meu filme preferido do cineasta, mas tenho que admitir que o roteiro dá uma aula.
As soluções apresentadas nos permitem distinguir exatamente quais caminhos a trama vai percorrer (achei bem 'escola de roteiro' mesmo, quase didático) e o perfil de cada personagem: na posição dos personagens em cada quadro, no movimento dos corpos, no posicionamento da câmera.
Fora a tensão que permeia toda a narrativa (Josh, meu Deus, o que é isso?).
Minha ressalva: Zendaya. Embora reconheça seus esforços (e até achei sua atuação 'ok'), ela me pareceu muito nova para o papel - ela nem de longe me parece uma coach esportiva super competente, mãe de família e afins... é como um teatro escolar, onde os alunos interpretam adultos, saca? Acho que ela ainda não consegue me passar uma vibe mais 'adulta' nesses filmes mais sérios.
Dias Perfeitos
4.2 632 Assista AgoraAh sei lá… é bom? Sem dúvida.
Mas é maçante demais - pelamor, 1h de filme pra ver o protagonista balbuciar uma frase completa pela primeira vez?
Sim, tem todo uma poética e propósito nessa aparente “simplicidade” do cotidiano, mas até pra essas trivialidades tem limite.
Obs.: a trilha sonora é ótima; pena que foi usada como se fosse uma reunião de vários clipes aleatórios rsrs
The Palace
2.5 5É um filme menor do Polanski? Certamente.
Mas está muito longe de ser a bomba que os críticos (e canceladores de plantão) sugerem.
Pelo contrário: tem a assinatura do diretor, é divertido em seu exagero e sua acidez e garante um ótimo entretenimento.
Galera precisa entender que nem sempre um grande cineasta quer fazer uma obra-prima; às vezes o cara só quer contar uma história despretensiosa pra se manter na ativa e está tudo bem...
Os Rejeitados
4.0 475Não esperava nada - e o filme entregou tudo.
Puro comfort movie, daqueles filmes simples que aquecem o coração.
Bem executado, muito bem escrito e com atuações muito acima da média. Dos meus favoritos nessa temporada.
Saltburn
3.5 935Gostei muito das atuações, fotografia, edição e trilha sonora (maravilhosa).
Mas confesso que me “decepcionei” com duas coisas:
1) As tais cenas “polêmicas”? Cadê? Não vi nada demais ou transgressor como sugeriam.
2) Poxa, duas horas de filme e nem 1 pegação forte entre eles como tudo levava a crer? Sacanagem rsrs
Wonka
3.4 457 Assista AgoraTotal “comfort movie”, que em alguns momentos até me lembrou aqueles filmes infantis cheio de magia dos anos 90 (tipo “Matilda”, saca?).
Achei o elenco muito bom e o Wonka do Chalamet é gracioso (não tem como negar, o Timothee já é um dos maiores de sua geração, atua bem, canta, dança e tem um carisma como poucos).
Meu único “porém” fica por conta da construção do personagem título, que nos filmes anteriores era visto como um lunático excêntrico e aqui é um poço de fofura - mas como não li a obra original, só segui em frente e me deixei levar.
Assassinos da Lua das Flores
4.0 668 Assista AgoraObra que faz jus à filmografia do Scorsese. Figura facilmente entre seus melhores títulos.
Eu, particularmente, não senti essas 3h e pouco passar - pelo contrário, a terceira e última parte me pareceu corrida (acho que caberia dedicar uns 15 minutos a mais em detrimento de outras).
O roteiro foi bem fiel ao (excepcional) livro, inclusive no desenvolvimento da narrativa: é como se, de fato, Scorsese quisesse narrar os fatos, contar uma história - e isso fica explícito no desfecho, cuja solução me pareceu adequadíssima à proposta.
O Conde
3.2 105 Assista AgoraUma viagem interessantíssima - para mim, dos melhores títulos de Larraín.
As analogias (principalmente a do conde vampiresco, óbvio) são bem construídas e exploradas pelo roteiro. Cria-se um novelão gótico que satiriza (e critica) a estupidez de um personagem sem recorrer à biografia tradicional.
Belo filme.