Finalmente um diretor que entende o que faz Resident Evil funcionar. Ele traduz a experiência dos jogos para o cinema sem depender de fan service. É um terror sangrento, imprevisível e divertido, e o melhor é que consegue trazer a essência dos jogos sem parecer preso a eles.
Tive a sensação de que essa história foi romantizada demais. O enredo prende a atenção, especialmente por ser um filme curto e relativamente apressado. No fim, o que mais me chamou a atenção foi a ironia, ela fez de tudo para não perder a filha e acabou perdendo justamente aquilo que mais tentava preservar
O filme tem uma história que funciona bem por si só, um Peter mais independente.
A presença da JG, parece ser mais um passo na introdução dos X-Men no universo principal, e a personagem da Florence, como uma conexão ao Novos Vingadores.
No geral, me diverti bastante, mas ainda quero ver como tudo isso vai se encaixar.
Funciona bem como um grande reencontro dos personagens e elenco, com muitas referências aos filmes anteriores e ao próprio universo das paródias que consagrou a franquia. Porém o excesso de fan service acaba sendo sua maior limitação, há momentos divertidos, mas a história em si fica em segundo plano.
A ideia de colocar politica no meio me parece destoar do tom geral. Não chega a comprometer o conjunto, mas também não acrescenta muito ao tipo de humor absurdo e escrachado que o filme propõe.
No final das contas, é uma comédia divertida que consegue trazer um lampejo de politicamente incorreto para o cinema contemporâneo.
É um filme pesadíssimo, mas confesso que em vários momentos, me pareceu receoso em ser explícito demais, embora seja algo compreensível quando se considera o contexto da época.
É um drama muito bem construido, cheio de nuances e conflitos sutis que vão se acumulando. As atuações são excelentes, Shirley MacLaine, que eu já conhecia por The Apartment, entrega uma performance intensa e muito sólida, já Audrey Hepburn conheço de vários trabalhos, e aqui ela demonstra elegância e sutileza.
O que mais impressiona é como o filme trabalha o preconceito e a destruição causada por rumores sem precisar recorrer a grandes exageros dramáticos.
O final deixa um gosto amargo, tornando a experiência ainda mais difícil de digerir depois que o filme termina.
Até agora, gostei de todas obras que assisti do Wyler, impressionante como ele tem uma direção tão segura e humana.
É um filme que parece simples no começo, mas vai ficando estranho de um jeito muito especifico.
O que mais me pegou foi a atmosfera, dá para entender por que tanta coisa depois bebeu daqui. O filme trabalha silêncio e estranheza de um jeito muito à frente do seu tempo.
É um terror que envelheceu muito bem, mas não necessariamente pela trama, e sim pela sensação que deixa. Parece que você não assistiu a uma história, e sim um pesadelo. Vi na versão em preto e branco, e acho que isso ajuda muito na imersão.
Sei que existe uma versão colorida também, válida para quem tem mais dificuldade com filmes antigos em preto e branco, mas imagino que parte da identidade do filme se perca um pouco ali.
É um filme que em vários momentos, abre mão da narrativa para apostar no apelo estético. Embora tenha algo a dizer, parte da sua substância parece se perder dentro do próprio estilo.
Há uma intenção de provocar e chocar, mas isso nem sempre funciona como esperado, já que algumas dessas tentativas soam previsíveis. Ainda assim, o final se destaca, por mais bizarro que pareça à primeira vista, é o momento mais significativo e simbólico do filme, funcionando bem como metáfora.
No geral, é uma obra que foge do convencional e consegue gerar reações fortes, por esse motivo eu recomendaria, mas definitivamente não é um filme para todos.
Prende do início ao fim, é um ótimo entretenimento, sem dúvida! Gostei bastante do trabalho da Rebecca Ferguson aqui, ela tem uma presença de tela que realmente faz diferença na experiência.
Em alguns momentos, é preciso suspender a descrença, e o final também é um pouco exagerado. Ainda assim, o saldo final é positivo.
Acabei de sair do cinema e posso dizer: é um excelente filme. Devoradores de Estrelas percorre diferentes fases, ora um thriller de sobrevivência, ora uma comédia de amizade, ora uma aventura de ficção científica e, na minha opinião, faz essa transição com muita fluidez e equilíbrio. Eu senti que talvez tenham esticado um pouquinho, mas longe de ser um grande problema, inclusive gostei mt da atuação do Ryan Gosling, a dinamica dele com a Sandra Huller funciona, mas ele brilha mesmo é no espaço junto com seu amigo de pedra Rocky.
Pelo simples fato de ser narrativamente diferente do convencional, o filme já fez valer o meu ingresso, ainda mais vindo de um grande estúdio. Isso não significa que todas as tentativas serão totalmente bem-sucedidas, mas o importante é continuar buscando algo novo.
Mesmo partindo de uma estrutura tão batida quanto a de “Frankenstein”, Maggie Gyllenhaal conseguiu construir uma história envolvente, muito ajudada pelo desempenho do elenco principal (Buckley e Bale). Vale destacar também a participação de Penélope Cruz, que é bastante relevante e acrescenta um toque a mais que o filme precisava.
Quanto ao ritmo, senti algumas oscilações, talvez o filme funcionasse melhor se fosse um pouco mais enxuto. Ainda assim, considero o saldo final positivo.
Gostei do uso das estações do ano para marcar o tempo e a mudança de clima da narrativa, ajuda muito a reforçar o estado emocional da protagonista e o peso da situação. Visualmente também é bem marcante, principalmente com o uso das lanternas e das cores.
Talvez o único ponto que me incomodou um pouco foi o ritmo, que em alguns momentos parece um pouco arrastado. Mesmo assim, nada que estrague a experiência. No geral, é um filme forte, e que fica na cabeça depois que termina.
Mais do que uma história de fuga e crime, o filme parece uma experiência sobre liberdade, caos e a impossibilidade de viver fora da sociedade.
Pra mim que valoriso mt estética, isso aqui foi um prato cheio, gostei dms do uso das cores, o vermelho, azul e amarelo aparecem o tempo todo quase como emoções visuais. A música também é usada de forma muito marcante: às vezes surge de forma abrupta ou quase teatral, reforçando o tom estranho e poético de certas cenas.
A narrativa às vezes parece fragmentada, mas isso parece intencional. Godard mistura romance, violência, literatura e comentários sobre cultura e política, e quebra o ritmo tradicional do cinema.
Em vários momentos parece menos interessado em contar uma história linear e mais em capturar um estado de espírito, amor, tédio, consumo e a busca desesperada por algo que dê sentido à vida.
Belmondo e Anna Karina sem dúvidas foram as escolhas perfeitas para esse trabalho, que na minha opinião é um dos melhores da Nouvelle Vague.
Meu segundo filme do Godard, e ainda prefiro Acossado pela energia e espontaneidade, mas Vivre sa vie me parece ainda mais rigoroso e contemplativo.
É uma obra minimalista e poética, o filme se constrói em 12 quadros que fragmentam a trajetória da protagonista, criando um distanciamento emocional típico dessa fase do diretor, ele observa mais do que dramatiza, os silêncios, os enquadramentos e os olhares...
É um filme para revisitar, para perceber as sutilezas. Belíssimo, mesmo com um final seco e abrupto, anticlimático à primeira vista, mas coerente com a proposta fria e observadora do filme.
Resident Evil
3.7 112Finalmente um diretor que entende o que faz Resident Evil funcionar. Ele traduz a experiência dos jogos para o cinema sem depender de fan service.
É um terror sangrento, imprevisível e divertido, e o melhor é que consegue trazer a essência dos jogos sem parecer preso a eles.
Elize: Sombras de Uma Mulher
3.1 167 Assista AgoraTive a sensação de que essa história foi romantizada demais. O enredo prende a atenção, especialmente por ser um filme curto e relativamente apressado. No fim, o que mais me chamou a atenção foi a ironia, ela fez de tudo para não perder a filha e acabou perdendo justamente aquilo que mais tentava preservar
Homem-Aranha: Um Novo Dia
4.0 391O filme tem uma história que funciona bem por si só, um Peter mais independente.
A presença da JG, parece ser mais um passo na introdução dos X-Men no universo principal, e a personagem da Florence, como uma conexão ao Novos Vingadores.
No geral, me diverti bastante, mas ainda quero ver como tudo isso vai se encaixar.
Todo Mundo em Pânico
2.6 357 Assista AgoraFunciona bem como um grande reencontro dos personagens e elenco, com muitas referências aos filmes anteriores e ao próprio universo das paródias que consagrou a franquia. Porém o excesso de fan service acaba sendo sua maior limitação, há momentos divertidos, mas a história em si fica em segundo plano.
A ideia de colocar politica no meio me parece destoar do tom geral. Não chega a comprometer o conjunto, mas também não acrescenta muito ao tipo de humor absurdo e escrachado que o filme propõe.
No final das contas, é uma comédia divertida que consegue trazer um lampejo de politicamente incorreto para o cinema contemporâneo.
Infâmia
4.4 316É um filme pesadíssimo, mas confesso que em vários momentos, me pareceu receoso em ser explícito demais, embora seja algo compreensível quando se considera o contexto da época.
É um drama muito bem construido, cheio de nuances e conflitos sutis que vão se acumulando. As atuações são excelentes, Shirley MacLaine, que eu já conhecia por The Apartment, entrega uma performance intensa e muito sólida, já Audrey Hepburn conheço de vários trabalhos, e aqui ela demonstra elegância e sutileza.
O que mais impressiona é como o filme trabalha o preconceito e a destruição causada por rumores sem precisar recorrer a grandes exageros dramáticos.
O final deixa um gosto amargo, tornando a experiência ainda mais difícil de digerir depois que o filme termina.
Até agora, gostei de todas obras que assisti do Wyler, impressionante como ele tem uma direção tão segura e humana.
O Parque Macabro
3.8 152 Assista AgoraÉ um filme que parece simples no começo, mas vai ficando estranho de um jeito muito especifico.
O que mais me pegou foi a atmosfera, dá para entender por que tanta coisa depois bebeu daqui. O filme trabalha silêncio e estranheza de um jeito muito à frente do seu tempo.
É um terror que envelheceu muito bem, mas não necessariamente pela trama, e sim pela sensação que deixa. Parece que você não assistiu a uma história, e sim um pesadelo. Vi na versão em preto e branco, e acho que isso ajuda muito na imersão.
Sei que existe uma versão colorida também, válida para quem tem mais dificuldade com filmes antigos em preto e branco, mas imagino que parte da identidade do filme se perca um pouco ali.
Holiday
2.9 16 Assista AgoraAssisti a versão original sem cortes, na verdade só fui descobrir que tinha outra versão aqui nos comentários.
Enfim, embora não tenha uma trama tão dinamica, é um filme interessante e pesado em momentos pontuais.
Céu e Inferno
4.4 73Uma aula de roteiro!
A Princesa e o Plebeu
4.3 428Simples, mas muito eficiente dentro da sua proposta.
Um clássico que recomendo à todos.
Demônio de Neon
3.2 1,2K Assista AgoraÉ um filme que em vários momentos, abre mão da narrativa para apostar no apelo estético. Embora tenha algo a dizer, parte da sua substância parece se perder dentro do próprio estilo.
Há uma intenção de provocar e chocar, mas isso nem sempre funciona como esperado, já que algumas dessas tentativas soam previsíveis. Ainda assim, o final se destaca, por mais bizarro que pareça à primeira vista, é o momento mais significativo e simbólico do filme, funcionando bem como metáfora.
No geral, é uma obra que foge do convencional e consegue gerar reações fortes, por esse motivo eu recomendaria, mas definitivamente não é um filme para todos.
O Diabo Veste Prada 2
3.3 429 Assista AgoraUma boa continuação, manteve o nível do primeiro.
Palhaçada não poder dar nota, o filme já estreou.
O Drama
3.6 497 Assista AgoraFilmão!
Envolvente do começo ao fim, além de ter diversos momentos hilários.
Lindas e Letais
2.9 97 Assista AgoraExagerado, mas divertido.
Justiça Artificial
3.1 135 Assista AgoraPrende do início ao fim, é um ótimo entretenimento, sem dúvida! Gostei bastante do trabalho da Rebecca Ferguson aqui, ela tem uma presença de tela que realmente faz diferença na experiência.
Em alguns momentos, é preciso suspender a descrença, e o final também é um pouco exagerado. Ainda assim, o saldo final é positivo.
Devoradores de Estrelas
4.0 798 Assista AgoraAcabei de sair do cinema e posso dizer: é um excelente filme. Devoradores de Estrelas percorre diferentes fases, ora um thriller de sobrevivência, ora uma comédia de amizade, ora uma aventura de ficção científica e, na minha opinião, faz essa transição com muita fluidez e equilíbrio.
Eu senti que talvez tenham esticado um pouquinho, mas longe de ser um grande problema, inclusive gostei mt da atuação do Ryan Gosling, a dinamica dele com a Sandra Huller funciona, mas ele brilha mesmo é no espaço junto com seu amigo de pedra Rocky.
A Noiva!
3.0 161Pelo simples fato de ser narrativamente diferente do convencional, o filme já fez valer o meu ingresso, ainda mais vindo de um grande estúdio. Isso não significa que todas as tentativas serão totalmente bem-sucedidas, mas o importante é continuar buscando algo novo.
Mesmo partindo de uma estrutura tão batida quanto a de “Frankenstein”, Maggie Gyllenhaal conseguiu construir uma história envolvente, muito ajudada pelo desempenho do elenco principal (Buckley e Bale). Vale destacar também a participação de Penélope Cruz, que é bastante relevante e acrescenta um toque a mais que o filme precisava.
Quanto ao ritmo, senti algumas oscilações, talvez o filme funcionasse melhor se fosse um pouco mais enxuto. Ainda assim, considero o saldo final positivo.
Lanternas Vermelhas
4.3 206Gostei do uso das estações do ano para marcar o tempo e a mudança de clima da narrativa, ajuda muito a reforçar o estado emocional da protagonista e o peso da situação. Visualmente também é bem marcante, principalmente com o uso das lanternas e das cores.
Talvez o único ponto que me incomodou um pouco foi o ritmo, que em alguns momentos parece um pouco arrastado. Mesmo assim, nada que estrague a experiência. No geral, é um filme forte, e que fica na cabeça depois que termina.
O Demônio das Onze Horas
4.1 440 Assista AgoraMais do que uma história de fuga e crime, o filme parece uma experiência sobre liberdade, caos e a impossibilidade de viver fora da sociedade.
Pra mim que valoriso mt estética, isso aqui foi um prato cheio, gostei dms do uso das cores, o vermelho, azul e amarelo aparecem o tempo todo quase como emoções visuais. A música também é usada de forma muito marcante: às vezes surge de forma abrupta ou quase teatral, reforçando o tom estranho e poético de certas cenas.
A narrativa às vezes parece fragmentada, mas isso parece intencional. Godard mistura romance, violência, literatura e comentários sobre cultura e política, e quebra o ritmo tradicional do cinema.
Em vários momentos parece menos interessado em contar uma história linear e mais em capturar um estado de espírito, amor, tédio, consumo e a busca desesperada por algo que dê sentido à vida.
Belmondo e Anna Karina sem dúvidas foram as escolhas perfeitas para esse trabalho, que na minha opinião é um dos melhores da Nouvelle Vague.
Ritual
4.1 11Um filme profundo e contemplativo, embarquei na proposta, mas senti uma ruptura de tom no último ato, ainda assim uma obra belissima.
O Bando à Parte
4.1 214 Assista AgoraA obra mais acessível do Godard, porém curiosamente a que menos me agradou.
Destaque para a cena da dança, Anna Karina eleva o nivel de qualquer filme.
Crimes do Futuro
3.2 280 Assista AgoraMe interessei pelo filme por conta da direção e pelo elenco, mas infelizmente não embarquei na proposta.
Achei fraco.
Anna: O Perigo Tem Nome
3.4 305 Assista AgoraUm excelente entretenimento.
Cheio de reviravoltas, ritmo acelerado, bons personagens.
Só achei mt exageradas as cenas de ação, o final é meio ruim, porém ainda assim vale a pena assistir, é um filme bem legal.
Death Note
1.8 1,5K Assista AgoraDeath Note (2006) é meu anime favorito.
Então já me comprometi a assistir esse filme sem ficar comparando, e desta forma consigo enxergar como um bom entretenimento.
Senti que no final estrapolaram, mas valeu a assistida.
Viver a Vida
4.2 392 Assista AgoraMeu segundo filme do Godard, e ainda prefiro Acossado pela energia e espontaneidade, mas Vivre sa vie me parece ainda mais rigoroso e contemplativo.
É uma obra minimalista e poética, o filme se constrói em 12 quadros que fragmentam a trajetória da protagonista, criando um distanciamento emocional típico dessa fase do diretor, ele observa mais do que dramatiza, os silêncios, os enquadramentos e os olhares...
É um filme para revisitar, para perceber as sutilezas. Belíssimo, mesmo com um final seco e abrupto, anticlimático à primeira vista, mas coerente com a proposta fria e observadora do filme.