O filme tinha um grande potencial, mas foi tudo mal aproveitado. A história, por ser bastante fantasiosa, acaba sendo confusa mesmo, e o roteiro não facilita em nada, assim como a direção, que não se esforça para apresentar a ideia da melhor forma.
Ri em vários momentos, pois algumas cenas ficaram bem toscas, parecendo mais uma paródia do Todo Mundo em Pânico. O diretor não conseguiu, pelo menos em mim, causar desconforto com os "espaços liminares", temática da creepypasta que inspira o filme. O grande acerto, mais pelo método, é durante as cenas found footage.
O clímax também foi bem sem graça, e senti que, nesse momento, as atuações e diálogos ficaram bem abaixo do necessário.
De um modo geral, se tivesse um roteiro mais robusto, seria um filme com grande chance de virar clássico logo de cara.
Achei que faltou mostrar mais camadas do Michael. O roteiro é muito fraco e repetitivo. Uma pena, já que os atores que interpretaram o Michael estavam muito bons.
Achei um filme bastante frio, distante, que não chega lá. Vai construindo todo o rumo do cantor se tornar livre para seguir a própria carreira e termina do nada. Pelo que apareceu no final, vai ter continuação, o que é totalmente desnecessário.
(Vi no IMAX e o som estava absurdamente alto, principalmente durante as músicas. Achei que ia ter um treco quando juntou luz piscante e o som altíssimo. Mas a experiência foi bacana.)
O uso da fórmula de filmagem do diretor está presente aqui novamente. Como de costume, há um exagero nas alegorias, nas estranhezas e nas falas e situações robóticas, além de momentos sem lógica e/ou explicação. E, é claro, o uso desmedido de cenas sexuais constrangedoras.
O diretor transforma qualquer tema simples em algo excessivamente rebuscado e esdrúxulo, não porque enriquece a história, mas para simplesmente criar um estilo próprio com uma estética vazia.
Interessante. O filme apresenta a vida interior e desajustada de um padre e seu fracasso enquanto pároco numa aldeia que o rejeita.
O distanciamento emocional construído pelo diretor (com atuações contidas, poucos movimentos de câmera, pouca trilha sonora e uma fotografia mais soturna) intensifica a angústia interna.
É um filme não para sentir a angústia junto com o personagem, mas para apenas vê-lo passar por isso.
O diretor encontrou uma fórmula e a segue em todos os seus filmes recentes. Não necessariamente dá certo.
É um filme previsível, bastante monótono, estéril, e não apresenta nada de novo. Senti falta de um pouco mais de desenvolvimento para o protagonista.
A parca trilha, com certa influência do Poor Things, também não oferece nenhum aspecto novo para as cenas, apenas tenta te induzir a pensar algo — e não consegue.
Mas o ritmo escolhido pela edição é o que mata tudo mesmo. O ato final, que deveria ser de grande alívio cômico, acaba com toda a experiência.
EDIT: depois de ver o filme original de 2003, ele só corroborou minha opinião sobre Bugonia.
As atuações estão boas, o Jesuíta muito parecido mesmo com o Ney. Acho que o roteiro peca um pouco, pois senti falta de mais potência na construção de personagem, e a edição com ritmo repetitivo (mesclas de muita euforia com as músicas e depois uma caída brusca com cenas mais dramáticas) também me incomodou um pouco. Mas para mim o que mais me tirou da experiência foi o ato final com o próprio Ney e uma fotografia estilo documentário, destoante do restante do filme.
Um ponto positivo foi a inserção de momentos mais simbólicos. Poderiam ter usado mais.
Parece que pegaram a história de um curta e foram engordando ele com nada só para ser considerado um longa. Não tem um bom desenvolvimento e o final, sem final, acaba de vez com filme.
É um filme que precisava de um pouco mais de dinâmica para ficar melhor, é tudo bastante moroso. E ele pegou um avião com a cabeça e foi tudo tranquilo? kkkk
Não conheço o livro. Achei o filme bastante teatral, alguns cortes muito apressados para conseguir contar tudo . Entretanto, gostei da história, mesmo com o final um pouco sem graça.
Sem graça demais. Os cortes longos e vazios para objetos e situações do dia a dia em nada agregaram à história. Repetir uma técnica assim faz o filme ficar maçante. As informações ao longo da história são desconexas e não ajudam em nada a prender sua atenção.
Todo o filme é "construído" apenas para o impacto das cenas finais. E o pior é nem mesmo ficar subentendido a motivação para o que fizeram.
Gostei. A história é bacaninha e a atriz principal, além de linda e com olhar de femme fatale, atua bem. Entretanto, o enredo acaba perdendo a força ao longo do filme e fica repetitivo e vazio.
Filme tosco para caramba. Realmente não consigo gostar das obras do diretor. Ele sempre abusa das metáforas para falar coisas óbvias da sociedade. Abusa também do sexo escrachado para falar sobre as relações humanas - parece algum estudante de psicologia que acabou de ter contato com Freud e acha tão subversivo e cool utilizar isso em seus filmes.
O filme não entretém e não te faz refletir sobre nada de fato (você logo esquece a história).
E o fetiche do cinema brasileiro mais uma vez presente: o sertão nordestino miserável em tons amarelados. A história é super vazia e, se não fosse pelo carisma do João Miguel, o filme seria um desastre total.
Backrooms: Um Não-Lugar
3.4 125O filme tinha um grande potencial, mas foi tudo mal aproveitado.
A história, por ser bastante fantasiosa, acaba sendo confusa mesmo, e o roteiro não facilita em nada, assim como a direção, que não se esforça para apresentar a ideia da melhor forma.
Ri em vários momentos, pois algumas cenas ficaram bem toscas, parecendo mais uma paródia do Todo Mundo em Pânico.
O diretor não conseguiu, pelo menos em mim, causar desconforto com os "espaços liminares", temática da creepypasta que inspira o filme. O grande acerto, mais pelo método, é durante as cenas found footage.
O clímax também foi bem sem graça, e senti que, nesse momento, as atuações e diálogos ficaram bem abaixo do necessário.
De um modo geral, se tivesse um roteiro mais robusto, seria um filme com grande chance de virar clássico logo de cara.
Michael
3.8 358Achei que faltou mostrar mais camadas do Michael. O roteiro é muito fraco e repetitivo.
Uma pena, já que os atores que interpretaram o Michael estavam muito bons.
Achei um filme bastante frio, distante, que não chega lá. Vai construindo todo o rumo do cantor se tornar livre para seguir a própria carreira e termina do nada. Pelo que apareceu no final, vai ter continuação, o que é totalmente desnecessário.
(Vi no IMAX e o som estava absurdamente alto, principalmente durante as músicas. Achei que ia ter um treco quando juntou luz piscante e o som altíssimo. Mas a experiência foi bacana.)
Eles Vivem
3.7 768 Assista AgoraBem trashzão, muitas atuações canastronas e um roteiro bem pouco desenvolvido (tudo acontece rápido e fácil demais).
Mas de um modo geral é legal.
O Diabo Veste Prada 2
3.5 228Bem picolé de chuchu.
É um filme bem sem propósito, com um timing todo errado.
O Sacrifício do Cervo Sagrado
3.7 1,2K Assista AgoraO uso da fórmula de filmagem do diretor está presente aqui novamente. Como de costume, há um exagero nas alegorias, nas estranhezas e nas falas e situações robóticas, além de momentos sem lógica e/ou explicação. E, é claro, o uso desmedido de cenas sexuais constrangedoras.
O diretor transforma qualquer tema simples em algo excessivamente rebuscado e esdrúxulo, não porque enriquece a história, mas para simplesmente criar um estilo próprio com uma estética vazia.
Diário de um Pároco de Aldeia
4.1 52Interessante. O filme apresenta a vida interior e desajustada de um padre e seu fracasso enquanto pároco numa aldeia que o rejeita.
O distanciamento emocional construído pelo diretor (com atuações contidas, poucos movimentos de câmera, pouca trilha sonora e uma fotografia mais soturna) intensifica a angústia interna.
É um filme não para sentir a angústia junto com o personagem, mas para apenas vê-lo passar por isso.
A Cruz de Ferro
3.9 78 Assista AgoraChato para caralho.
Monótono e não há nada de novo.
Cabo do Medo
3.8 947 Assista AgoraÉ bem ok...
Começa como um bom suspense, que vai aumentando conforme progride, mas tudo entra num absurdo tão grande que te tira da tensão final.
Save The Green Planet!
3.7 26Muito legal. É um filme que cumpre o que propõe: é comédia leve, sci-fi absurdo, críticas sem ser querer ser didático. Bacana.
Vindo aqui após assistir o remake Bugonia; o original possui muito mais vida.
Bugonia
3.6 473 Assista AgoraO diretor encontrou uma fórmula e a segue em todos os seus filmes recentes. Não necessariamente dá certo.
É um filme previsível, bastante monótono, estéril, e não apresenta nada de novo.
Senti falta de um pouco mais de desenvolvimento para o protagonista.
A parca trilha, com certa influência do Poor Things, também não oferece nenhum aspecto novo para as cenas, apenas tenta te induzir a pensar algo — e não consegue.
Mas o ritmo escolhido pela edição é o que mata tudo mesmo. O ato final, que deveria ser de grande alívio cômico, acaba com toda a experiência.
EDIT: depois de ver o filme original de 2003, ele só corroborou minha opinião sobre Bugonia.
O Agente Secreto
3.9 1,1K Assista AgoraBolão para saber qual diretor vai estrear filme sobre a ditadura ano que vem.
Homem com H
4.2 520 Assista AgoraÉ um bom filme.
As atuações estão boas, o Jesuíta muito parecido mesmo com o Ney.
Acho que o roteiro peca um pouco, pois senti falta de mais potência na construção de personagem, e a edição com ritmo repetitivo (mesclas de muita euforia com as músicas e depois uma caída brusca com cenas mais dramáticas) também me incomodou um pouco.
Mas para mim o que mais me tirou da experiência foi o ato final com o próprio Ney e uma fotografia estilo documentário, destoante do restante do filme.
Um ponto positivo foi a inserção de momentos mais simbólicos. Poderiam ter usado mais.
O Invasor
3.6 178Parece que pegaram a história de um curta e foram engordando ele com nada só para ser considerado um longa. Não tem um bom desenvolvimento e o final, sem final, acaba de vez com filme.
Tragam-me a Cabeça de Alfredo Garcia
4.0 108É um filme que precisava de um pouco mais de dinâmica para ficar melhor, é tudo bastante moroso. E ele pegou um avião com a cabeça e foi tudo tranquilo? kkkk
Grandes Esperanças
3.9 42 Assista AgoraNão conheço o livro.
Achei o filme bastante teatral, alguns cortes muito apressados para conseguir contar tudo . Entretanto, gostei da história, mesmo com o final um pouco sem graça.
Filhos da Esperança
3.9 962 Assista AgoraNão curti. Achei muito preso às técnicas clichês de narrativa e de direção. É tudo muito sem vigor.
Mas a premissa é interessante. Poderiam ter desenvolvido mais.
Flow
4.2 581Achei bastante monótono. É bem-feito, bonito, mas sem graça.
É um tipo de filme que dificilmente você gosta de revisitar...
Extremos do Prazer
4.0 12Embora tenha uma produção bem pobre (principalmente na parte de iluminação), o filme é interessante.
O Sétimo Continente
4.0 184Sem graça demais. Os cortes longos e vazios para objetos e situações do dia a dia em nada agregaram à história. Repetir uma técnica assim faz o filme ficar maçante.
As informações ao longo da história são desconexas e não ajudam em nada a prender sua atenção.
Todo o filme é "construído" apenas para o impacto das cenas finais. E o pior é nem mesmo ficar subentendido a motivação para o que fizeram.
Juventude Sem Arrependimento
3.9 24 Assista AgoraGostei. É um filme comum, sem grande destaque para a história, mas a atuação da Setsuko Hara domina o filme todo.
O Palácio dos Anjos
3.8 13Gostei. A história é bacaninha e a atriz principal, além de linda e com olhar de femme fatale, atua bem. Entretanto, o enredo acaba perdendo a força ao longo do filme e fica repetitivo e vazio.
O Lagosta
3.8 1,5K Assista AgoraFilme tosco para caramba. Realmente não consigo gostar das obras do diretor.
Ele sempre abusa das metáforas para falar coisas óbvias da sociedade. Abusa também do sexo escrachado para falar sobre as relações humanas - parece algum estudante de psicologia que acabou de ter contato com Freud e acha tão subversivo e cool utilizar isso em seus filmes.
O filme não entretém e não te faz refletir sobre nada de fato (você logo esquece a história).
Chove Sobre Nosso Amor
3.7 30Extremamente cansativo e teatral.
Cinema, Aspirinas e Urubus
3.9 369 Assista AgoraE o fetiche do cinema brasileiro mais uma vez presente: o sertão nordestino miserável em tons amarelados.
A história é super vazia e, se não fosse pelo carisma do João Miguel, o filme seria um desastre total.