Quando saiu os primeiros trailers eu pensei que seria uma porcaria. Aí veio as primeiras críticas e todo mundo falando que é um excelente filme. Agora, após terminar de assistir, não é nem um nem outro, mas um ok.
Já estou com esse filme na minha lista já tinha bastante tempo, porém sempre enrolado pra começar a ver. E neste exato momento, quando terminou, fico com a sessão de que poderia ter escolhido algo melhor e adiado esse por mais tempo.
O filme tem um bom início, mas a construção das relações são muito fracas, fazendo dessa jornada algo que não seja tão memorável. Além do final ser bem óbvio. Tem algumas subtramas que não acrescentam em nada, já a trilha sonora é extremamente brega, não está ali para contar a história, mas sim, para ser uma ferramenta mal utilizada para dizer ao público, agora chore, agora fique surpreso. Mas nada nesse filme me incomodou mais do que os efeitos especiais, tá com muita cara de ser um longa gravado no início dos anos 00.
Por mais que a relação entre as personagens não funciona, as atuações são muito boas, fazendo com que nem tudo ali seja um desperdício.
A Pale View Of Hills poderia ter sido melhor, fiquei esperando algo mais dramático, mas aqui só vemos uma jornada que pode ter muito a dizer, mas não sabe como fazer de forma interessante. Talvez o livro seja melhor
Ninguém mais pode falar que os americanos fazem filme propaganda para o seu país. Esse aqui é claramente o maior comercial para uma profissão que eu já vi. Kkkk
Pena que é ruim. Roteiro inexistente e fora que as lutas são muito confusas. Você não tem ideia do que está acontecendo ali, já que o diretor colocou muito próximo dos atores e em alguns momentos, em lugares muito fechados.
Quando um diretor talentoso decide brincar com diferentes gêneros cinematográficos, dificilmente o resultado passa despercebido. Em Licorice Pizza, fica evidente a impressionante versatilidade de Paul Thomas Anderson.
PTA já havia demonstrado sua habilidade em trabalhar a comédia romântica em Embriagado de Amor (2002), filme que funciona muito bem graças ao seu estilo ao mesmo tempo simples e marcante. Em Licorice Pizza (2021), ele combina esse talento com uma narrativa coming-of-age, utilizando sua característica capacidade de transformar situações cotidianas em experiências envolventes.
Acompanhamos a história de Alana Kane e Gary Valentine enquanto amadurecem, se divertem e se apaixonam no Vale de San Fernando, em 1973. Apesar da trama relativamente simples, os diálogos possuem uma naturalidade que torna os personagens extremamente carismáticos e convincentes, cada um à sua maneira.
Gary, interpretado por Cooper Hoffman, pode inicialmente parecer apenas um adolescente impulsivo e até um pouco irritante. No entanto, o personagem convence justamente por transmitir aquela mistura de ingenuidade, ambição e entusiasmo típica da idade. Já Alana Haim entrega uma protagonista que vai sendo gradualmente absorvida por esse universo. Sua personagem tenta funcionar como uma espécie de bússola moral para todos ao seu redor, embora ela mesma esteja em busca de direção para a própria vida.
Entretanto, alguns aspectos me incomodaram. O principal deles é a construção dos personagens secundários. Muitos surgem em momentos marcantes e recebem alguns minutos de destaque, mas poucos possuem desenvolvimento suficiente para deixar uma impressão duradoura. Ao final, é difícil lembrar quem eram vários deles ou qual foi sua real importância para a narrativa.
Outro ponto que pesou mais para mim foi a duração de 133 minutos. Embora o filme mantenha seu charme ao longo da maior parte do tempo, acredito que um corte de cerca de 15 a 20 minutos tornaria a experiência mais dinâmica e menos cansativa, sem comprometer sua essência contemplativa.
Licorice Pizza não foi exatamente uma surpresa para mim, afinal, Paul Thomas Anderson já provou diversas vezes que sabe contar boas histórias. Ainda assim, quando os créditos finais chegaram, fiquei com uma sensação curiosa: ao mesmo tempo em que estava um pouco cansado pela longa duração, também me vi genuinamente envolvido pelos personagens e torcendo pelo casal. É um filme que encontra força não em grandes acontecimentos, mas na capacidade de capturar os pequenos momentos da juventude com autenticidade e charme.
Faltou tudo nesse filme para ele se tornar no mínimo interessante. Na verdade quase tudo, pois a fotografia e a trilha sonora salvam. Mas o roteiro e a construção (motivação) dos personagens. Tudo ali parece profundo, mas é tão superficial. Com seu quase 90 minutos sinto que não conseguiu divertido e romântico, o que é esperado para o gênero. Uma pena, tinha uma pequena expectativa por causa da avaliação no IMDb e para mim, não funcionou.
“Amor igual ao teu Eu nunca mais terei Amor que eu nunca vi igual Que eu nunca mais verei
Amor que não se pede Amor que não se mede Que não se repete”
Nikki
Obsessão traz uma resposta sombria para aquela velha brincadeira do “trago seu amor em 7 dias”. Porém, o filme extrapola completamente os perigos desse desejo.
Bear é um rapaz apaixonado por sua amiga de longa data — quem nunca, né? O problema é que ele nunca teve coragem de se declarar. Tudo muda quando compra um “salgueiro do desejo” e pede para que ela o ame mais do que qualquer outra pessoa no mundo.
De forma bastante consistente, o diretor Bakker consegue transformar essa premissa simples em algo cada vez mais estranho e perturbador, já que a relação entre os personagens passa a envolver situações progressivamente mais sinistras e absurdas. Por isso, não se surpreenda pelos momentos de humor, seja pelo exagero das situações, ou de forma involuntária pelo puro nervosismo causado da tensão do filme.
Michael Johnston entrega uma atuação contida, e é impossível não sentir raiva de seu personagem, já que ele consegue ser ao mesmo tempo ingênuo e extremamente egoísta. Enquanto Inde Navarrette é a grande estrela do longa, já que transmite muito bem o desespero e o medo, transitando entre esses sentimentos de forma natural, sem parecer forçada.
A fotografia é outro ponto positivo, usando a escuridão como parte da própria construção do suspense e da sensação constante de ameaça. A ambientação também contribui para deixar tudo desconfortável. A trilha sonora, embora esquecível em alguns momentos, tem um papel importante em determinadas cenas, principalmente ao ajudar a transmitir a angústia daquilo que não está sendo mostrado.
O filme possui alguns problemas pontuais, especialmente nos momentos de humor. Existem cenas que deveriam manter o peso assustador dos acontecimentos para que fossem absorvidas com mais impacto, mas acabam sendo quebradas por situações que destoam completamente do tom. Em alguns momentos isso funciona; em outros, a sensação é de que a tensão foi interrompida cedo demais.
Eu estava com expectativas muito altas em relação a Obsessão, e o filme não entregou exatamente o que eu esperava. Ainda assim, a experiência valeu a pena, principalmente pela sensação constante de caos e pelo medo provocado pelo completo descontrole da situação. E, sinceramente, se um filme consegue causar esse tipo de reação, então alguma coisa ele fez muito certo.
Assistir por causa do elenco, mas para mim nada funcionou aqui. Início é muito apressado, eles dizendo que se amam, porém em nenhum momento vi isso acontecer. Depois a personagem da Meggie é tão sem carisma que não ajuda.
Outro ponto que estraga são os diálogos, muito artificiais e todo mundo ali está parecendo um personagem de uma novela turca (nunca assistir uma, mas acredito que seja algo assim), passando muito mais emoção que realmente era necessário, tornando tudo ali dramático, mas sem nenhum conteúdo, o que faz que no fundo, seja só superficial, e olha que Hawke e a Moore tentam, mas não adianta ali.
Para que no final se torna só um amontoado de coisas, que começam e terminam, mas com aquele vazio bobo de que nada realmente tem importância.
Eu nunca fui a pessoa que acompanhou os jogos, meu primeiro e único console foi Super Nintendo, então joguei um pouco do Mário World, só. Por isso, enquanto assistia ao filme entendi que, para quem acompanhou e acompanha esse universo, deve ter pegado muitas referências e fanservice, para mim, foi só amontoado de situações que começam e terminam da mesma forma, fácil demais. Apesar de curtido a introdução do filme, ele foi só um bom passatempo, porém não sei se ele tinha pretensão de ser mais do que isso.
Em 2011, durante o curso de Psicologia, estava assistindo a tudo relacionado à psicopatia e sociopatia, neste período, chegou na biblioteca da universidade, o livro Precisamos Falar Sobre Kevin, que foi um grande sucesso quando publicado e que logo ganharia uma adaptação para o cinema. Por isso, fiz questão de lê-lo antes de assistir ao longa. E que baita experiência.
Quinze anos depois, ao rever o filme, percebo que ele entrega aquele sentimento e o peso da obra original, mas deixa a desejar na construção das motivações e também das relações. Há situações que parecem que acontecem, mas deixando algumas dúvidas no ar.
Tilda Swinton é a força motriz dessa história. Sua personagem é cheia de falhas, mas transmite um ar de busca por redenção, mesmo nos momentos em que não tem culpa. Afinal, será que tudo ali não é responsabilidade dela? Enquanto isso, Ezra Miller e também Jasper Newell, constroem um personagem que é muito fácil de odiar, e você sente o peso disso em sua mãe, já que existe ali um desejo de sentir alguma coisa boa — mas é impossível simplesmente ativar um sentimento tão forte.
A diretora não poupa nas simbologias: a cor vermelha está presente em quase todas as cenas. No entanto, o que deveria transmitir calor se contrapõe à frieza e ao distanciamento do que está sendo mostrado, funcionando mais como um presságio, uma lembrança constante do que vai causar dor em todos, principalmente em quem foi poupado no final.
Precisamos Falar Sobre Kevin é uma baita experiência, mas é daquelas para as quais você precisa estar preparado, não somente para o impacto do final, mas também para sua jornada fria e cheio de culpas, porém sem expectativas de encontrar um culpado.
Devoradores de Estrelas talvez não seja uma adaptação totalmente fiel ao livro, mas entrega exatamente o tipo de experiência que estava esperando para uma ótima adaptação.
Divertido, emocionante e com ótimos personagens, o filme entretém na medida certa e consegue deixar o público maravilhado com uma história que, no fundo, fala sobre amizade.
Depois de assistir ao primeiro trailer, decidi ler o livro. Quando terminei a leitura, ficou fácil entender o motivo de seu grande sucesso. Ao longo de suas mais de 400 páginas, o autor transita de forma muito natural entre o medo, a amizade e a ciência — mesmo para quem não entende nada do assunto. O resultado é uma obra que funciona como um excelente passatempo científico.
Na adaptação para o cinema, a direção de Phil Lord e Christopher Miller opta por reduzir parte da ficção científica mais densa. Essa decisão pode não agradar os fãs mais hardcore do livro, mas permite que o filme coloque no centro aquilo que realmente importa: a relação entre Grace e Rocky. Essa dinâmica se torna o verdadeiro motor da narrativa — e, felizmente, funciona muito bem.
Ryan Gosling já provou diversas vezes ter um ótimo timing cômico, e aqui seu personagem parece extremamente à vontade. O ator transmite a sensação de estar se divertindo durante as cenas, algo que fica evidente para quem assiste. Mesmo quando precisa explicar conceitos complexos ou transmitir informações científicas, ele consegue fazer tudo soar natural e convincente. Nos momentos dramáticos, Gosling também entrega o peso emocional necessário para a situação.
Já Rocky é provavelmente a melhor definição de coadjuvante que rouba a cena. Mesmo sem um rosto, o personagem possui um carisma quase hipnotizante. Sua interação com o protagonista é ao mesmo tempo engraçada e emocionante, e quando ele não está em cena, sua ausência é sentida.
No elenco também está Sandra Hüller, que interpreta uma general durona, mas sem cair no estereótipo de personagem fria ou robótica. Infelizmente, assim como outros personagens secundários, ela acaba tendo menos tempo de tela do que merecia, o que limita o desenvolvimento de sua motivação.
Tecnicamente, o filme também impressiona. A fotografia entrega algumas das imagens mais bonitas vistas recentemente no cinema. Se possível, vale muito a pena assistir em IMAX para aproveitar melhor a escala visual da produção. A trilha sonora também merece destaque, entrando sempre nos momentos certos e intensificando a imersão emocional da história.
Com mais de 150 minutos de duração, Project Hail Mary chega ao final deixando uma sensação curiosa: a de que gostaríamos de passar ainda mais tempo nesse universo. Sem dúvida, esta tem potencial para ser uma das melhores experiências cinematográficas do ano — e cada minuto assistido vale a pena.
Existem filmes que têm 90 minutos de duração e você sente como se fossem intermináveis, e outros que, mesmo com 3 horas, você nem sente o tempo passar. Este é o caso de Nunca Deixe de Lembrar, com certeza um dos filmes mais lindos que eu já assisti, pois sua história é tão bem construída e seus personagens são tão reais que, quando menos percebi, já estava imerso em duas horas de narrativa, sabendo que ainda havia mais uma parte daquela jornada, mas sem querer que acabasse. E, quando termina, não existe outro sentimento além do prazer de ter experienciado essa comovente e espetacular história de como a arte — sempre a arte — pode transformar o mundo, por menor que ele seja.
A franquia Pânico é uma das minhas favoritas, lembro de assistir aos filmes no cinema desde o terceiro se não me engano. E gosto bastante desse universo criado pelo Wes Craver. Porém esse sétimo filme foi o mais fraco de todos para mim, ficando atrás até do Pânico 3.
Tudo começa quando o elenco principal parece se sentir perdido, é como se o roteiro e a direção não soubesse como trabalhar aquelas pessoas de forma objetiva. Acredito que por ser o primeiro filme dirigido pelo Kevin Williamson, seja o grande motivo para esse incômodo.
Outro fator são os vilões, que quando termina, você precisa forçar e lembrar quem é aquela pessoa e reveriar os olhos para sua motivações, que simplesmente é a pior de todas.
Scream 7 tinha tudo para ser mais um março para essa franquia, afinal temos aqui o retorno às origens, com o elenco principal e o roteirista original voltando. E depois do que aconteceu com a atualização, que deu certo em 2022, esse aqui deixou a desejar e com saudades do elenco dos dois últimos longas.
Eu assistir esse filme simplesmente por causa da nota alta do IMDb, não sabia do que se tratava e até que valeu a pena. A cena do sorriso foi perfeita.
Acredito que para quem sofreu bullying na adolescência pode ter alguns gatilhos assistindo.
(Des) Controle tinha tudo para ser um ótimo filme, não sei se não conseguiu por causa da minha expectativa, mas no final me deixou com uma sensação de que faltou alguma coisa.
Acredito que o ponto alto do filme são as atuações, em algum momento tem cenas bem novelescas, mas na grande parte as relações e dramas dos personagens funcionam muito bem. E também é um filme muito bem filmado, as diretoras, demonstram muita competência para mostrar o que deve e soube deixar o silêncio fazer parte de alguns momentos importantes. Porém acho que tenha focado mais no humor do que era necessário, sendo uma transição de gêneros, entre a comédia e o drama, que não deixa ter muito peso na mensagem que está tentando transmitir.
Porém como eu disse, faltou algo, mas talvez pensando aqui, não seja uma falta, e sim, o excesso, pois vemos um descontrole muito rápido da protagonista em relação as situações, é entendido deste o início que ela tinha uma compulsão, no começo com o refrigerante, mas também por doces, que logo passará para o álcool, mas nesse momento não houve um respiro para o público acompanhar sua evolução e as consequências de todos os malefícios, afinal era consumido uma ou duas garrafas de vinho, e pouco era explorado neste início, e em seguida, já na próxima vez que houve novamente uma nova bebedeira, estava em uma boate, em uma festa, é como se precisasse de 3 dias bebendo para chegar nesse lugar de inconsequência tão rápido, o que não é real. Então acredito que esse filme merecia uma construção melhor de tudo que ele se propõe.
Por isso quando (des)Controle encerrou sinto que valeu a experiência, mas talvez, por ser psicólogo, queria algo diferente.
Eu vou precisar pensar o que acabei de assistir para avaliar esse filme, pois ele mexeu muito comigo, muito mais do que estava esperando, então agora eu estou com um crise de ansiedade e me sentindo mal.
Segunda ou terceira vez assistindo esse filme. Um Thriller muito bem construído que prende no início ao fim, porém em minha memória era um 5 estrelas. Hoje consigo ver alguns defeitos, principalmente na montagem, que torna alguns momentos um pouco confuso. Mas tirando isso é um ótimo filme, com ótimas atuações, inclusive do John Cusack, que nunca foi aquele ator de primeira.
Por isso foi um bom passatempo nesse domingo, pois foram duas horas que passaram voando e conseguiu me divertir bastante.
Minha segunda experiência assistindo a Nelson Pereira dos Santos, e acredito que seja meu primeiro longa estrelado pelo Grande Otelo. E foi uma ótima. A trama é simples e belíssima, já que acompanhamos a história de um homem que tinha apenas sonhos, assim como todo brasileiro, ser feliz e fazer o que ama, ao lado das pessoas que são importantes.
No início tive dificuldade para escutar algumas falas, principalmente dos coadjuvantes, mas a direção decidiu fazer com que acomapnhassemos apenas uma única visão, então a gente só escuta e ver o que Espírito está prestando atenção, isso faz com quem assiste goste de seu personagem instantaneamente, e por isso, quando chegamos no final, sentimos muito por seus sofrimentos.
Com seus 70 minutos de duração, Rio, Zona Norte mostrou que o samba nunca vai morrer, mas que alguns poderosos vão matar os sonhos do sambista apaixonado.
Eu estava com muita expectativa com esse filme, quando assistir ao trailer fiquei bem curioso, ainda mais por conta do elenco. Porém quando o filme foi lançado, mesmo sendo elogiado pela crítica, vi muitos comentários negativos do público, o que me fez acreditar que não seria tão bom quanto estava imaginando.
E agora, alguns dias após o lançamento, eu conseguir assistir, e talvez essa espera tenha me feito gostar mais do que se fosse no período de estreia. Achei a história tensa do início ao fim, mesmo sendo dividido em pontos de vistas diferentes, e se tornando meio repetitivo, a história me prendeu fazendo com que ficasse me perguntando, E agora? Por isso valeu a pena assistir, e recomendo, mas só tenha um pouco de paciência.
O Fim da Rua
3.0 271 Assista AgoraQuando saiu os primeiros trailers eu pensei que seria uma porcaria.
Aí veio as primeiras críticas e todo mundo falando que é um excelente filme.
Agora, após terminar de assistir, não é nem um nem outro, mas um ok.
A Pale View Of Hills
3.5 1Já estou com esse filme na minha lista já tinha bastante tempo, porém sempre enrolado pra começar a ver.
E neste exato momento, quando terminou, fico com a sessão de que poderia ter escolhido algo melhor e adiado esse por mais tempo.
O filme tem um bom início, mas a construção das relações são muito fracas, fazendo dessa jornada algo que não seja tão memorável. Além do final ser bem óbvio.
Tem algumas subtramas que não acrescentam em nada, já a trilha sonora é extremamente brega, não está ali para contar a história, mas sim, para ser uma ferramenta mal utilizada para dizer ao público, agora chore, agora fique surpreso. Mas nada nesse filme me incomodou mais do que os efeitos especiais, tá com muita cara de ser um longa gravado no início dos anos 00.
Por mais que a relação entre as personagens não funciona, as atuações são muito boas, fazendo com que nem tudo ali seja um desperdício.
A Pale View Of Hills poderia ter sido melhor, fiquei esperando algo mais dramático, mas aqui só vemos uma jornada que pode ter muito a dizer, mas não sabe como fazer de forma interessante. Talvez o livro seja melhor
Enfeitiçado
3.9 69Bem bobinho hein?
Wings of Dread
2.6 5Ninguém mais pode falar que os americanos fazem filme propaganda para o seu país.
Esse aqui é claramente o maior comercial para uma profissão que eu já vi. Kkkk
Pena que é ruim. Roteiro inexistente e fora que as lutas são muito confusas. Você não tem ideia do que está acontecendo ali, já que o diretor colocou muito próximo dos atores e em alguns momentos, em lugares muito fechados.
Simplesmente não funcionou para mim
Licorice Pizza
3.5 635Quando um diretor talentoso decide brincar com diferentes gêneros cinematográficos, dificilmente o resultado passa despercebido. Em Licorice Pizza, fica evidente a impressionante versatilidade de Paul Thomas Anderson.
PTA já havia demonstrado sua habilidade em trabalhar a comédia romântica em Embriagado de Amor (2002), filme que funciona muito bem graças ao seu estilo ao mesmo tempo simples e marcante. Em Licorice Pizza (2021), ele combina esse talento com uma narrativa coming-of-age, utilizando sua característica capacidade de transformar situações cotidianas em experiências envolventes.
Acompanhamos a história de Alana Kane e Gary Valentine enquanto amadurecem, se divertem e se apaixonam no Vale de San Fernando, em 1973. Apesar da trama relativamente simples, os diálogos possuem uma naturalidade que torna os personagens extremamente carismáticos e convincentes, cada um à sua maneira.
Gary, interpretado por Cooper Hoffman, pode inicialmente parecer apenas um adolescente impulsivo e até um pouco irritante. No entanto, o personagem convence justamente por transmitir aquela mistura de ingenuidade, ambição e entusiasmo típica da idade. Já Alana Haim entrega uma protagonista que vai sendo gradualmente absorvida por esse universo. Sua personagem tenta funcionar como uma espécie de bússola moral para todos ao seu redor, embora ela mesma esteja em busca de direção para a própria vida.
Entretanto, alguns aspectos me incomodaram. O principal deles é a construção dos personagens secundários. Muitos surgem em momentos marcantes e recebem alguns minutos de destaque, mas poucos possuem desenvolvimento suficiente para deixar uma impressão duradoura. Ao final, é difícil lembrar quem eram vários deles ou qual foi sua real importância para a narrativa.
Outro ponto que pesou mais para mim foi a duração de 133 minutos. Embora o filme mantenha seu charme ao longo da maior parte do tempo, acredito que um corte de cerca de 15 a 20 minutos tornaria a experiência mais dinâmica e menos cansativa, sem comprometer sua essência contemplativa.
Licorice Pizza não foi exatamente uma surpresa para mim, afinal, Paul Thomas Anderson já provou diversas vezes que sabe contar boas histórias. Ainda assim, quando os créditos finais chegaram, fiquei com uma sensação curiosa: ao mesmo tempo em que estava um pouco cansado pela longa duração, também me vi genuinamente envolvido pelos personagens e torcendo pelo casal. É um filme que encontra força não em grandes acontecimentos, mas na capacidade de capturar os pequenos momentos da juventude com autenticidade e charme.
Desta Vez Para Sempre
2.7 7 Assista AgoraFaltou tudo nesse filme para ele se tornar no mínimo interessante. Na verdade quase tudo, pois a fotografia e a trilha sonora salvam.
Mas o roteiro e a construção (motivação) dos personagens. Tudo ali parece profundo, mas é tão superficial. Com seu quase 90 minutos sinto que não conseguiu divertido e romântico, o que é esperado para o gênero.
Uma pena, tinha uma pequena expectativa por causa da avaliação no IMDb e para mim, não funcionou.
Obsessão
3.9 944 Assista Agora“Amor igual ao teu
Eu nunca mais terei
Amor que eu nunca vi igual
Que eu nunca mais verei
Amor que não se pede
Amor que não se mede
Que não se repete”
Nikki
Obsessão traz uma resposta sombria para aquela velha brincadeira do “trago seu amor em 7 dias”. Porém, o filme extrapola completamente os perigos desse desejo.
Bear é um rapaz apaixonado por sua amiga de longa data — quem nunca, né? O problema é que ele nunca teve coragem de se declarar. Tudo muda quando compra um “salgueiro do desejo” e pede para que ela o ame mais do que qualquer outra pessoa no mundo.
De forma bastante consistente, o diretor Bakker consegue transformar essa premissa simples em algo cada vez mais estranho e perturbador, já que a relação entre os personagens passa a envolver situações progressivamente mais sinistras e absurdas. Por isso, não se surpreenda pelos momentos de humor, seja pelo exagero das situações, ou de forma involuntária pelo puro nervosismo causado da tensão do filme.
Michael Johnston entrega uma atuação contida, e é impossível não sentir raiva de seu personagem, já que ele consegue ser ao mesmo tempo ingênuo e extremamente egoísta. Enquanto Inde Navarrette é a grande estrela do longa, já que transmite muito bem o desespero e o medo, transitando entre esses sentimentos de forma natural, sem parecer forçada.
A fotografia é outro ponto positivo, usando a escuridão como parte da própria construção do suspense e da sensação constante de ameaça. A ambientação também contribui para deixar tudo desconfortável. A trilha sonora, embora esquecível em alguns momentos, tem um papel importante em determinadas cenas, principalmente ao ajudar a transmitir a angústia daquilo que não está sendo mostrado.
O filme possui alguns problemas pontuais, especialmente nos momentos de humor. Existem cenas que deveriam manter o peso assustador dos acontecimentos para que fossem absorvidas com mais impacto, mas acabam sendo quebradas por situações que destoam completamente do tom. Em alguns momentos isso funciona; em outros, a sensação é de que a tensão foi interrompida cedo demais.
Eu estava com expectativas muito altas em relação a Obsessão, e o filme não entregou exatamente o que eu esperava. Ainda assim, a experiência valeu a pena, principalmente pela sensação constante de caos e pelo medo provocado pelo completo descontrole da situação. E, sinceramente, se um filme consegue causar esse tipo de reação, então alguma coisa ele fez muito certo.
O Justiceiro: Uma Última Morte
3.5 117 Assista AgoraÉ, foi ruim, mas talvez poderia ter sido pior, imagina se tivesse mais uma hora? Pois é, que bom que durou apenas 40 minutos.
PS. Que efeitos especiais toscos foram esses? Povo aprendeu com o Flash a fazer queda em formato de Play 2 direitinho hein.
Mortal Kombat 2
3.2 346 Assista AgoraEu assistir esse filme quinta feira de estreia, e a cada momento que eu lembro dele vou gostando menos
Maggie Tem Um Plano
3.2 69 Assista AgoraAssistir por causa do elenco, mas para mim nada funcionou aqui.
Início é muito apressado, eles dizendo que se amam, porém em nenhum momento vi isso acontecer. Depois a personagem da Meggie é tão sem carisma que não ajuda.
Outro ponto que estraga são os diálogos, muito artificiais e todo mundo ali está parecendo um personagem de uma novela turca (nunca assistir uma, mas acredito que seja algo assim), passando muito mais emoção que realmente era necessário, tornando tudo ali dramático, mas sem nenhum conteúdo, o que faz que no fundo, seja só superficial, e olha que Hawke e a Moore tentam, mas não adianta ali.
Para que no final se torna só um amontoado de coisas, que começam e terminam, mas com aquele vazio bobo de que nada realmente tem importância.
Super Mario Galaxy: O Filme
3.4 151 Assista AgoraEu nunca fui a pessoa que acompanhou os jogos, meu primeiro e único console foi Super Nintendo, então joguei um pouco do Mário World, só. Por isso, enquanto assistia ao filme entendi que, para quem acompanhou e acompanha esse universo, deve ter pegado muitas referências e fanservice, para mim, foi só amontoado de situações que começam e terminam da mesma forma, fácil demais.
Apesar de curtido a introdução do filme, ele foi só um bom passatempo, porém não sei se ele tinha pretensão de ser mais do que isso.
A Última Sessão de Freud
3.1 40 Assista AgoraMuitas perguntas, poucas respostas e cortes além do necessário, talvez a peça de teatro seja melhor, mas para filme, aqui tudo ficou no superficial.
A Última Sessão de Freud
3.1 40 Assista AgoraMuitas perguntas, poucas respostas e cortes além do necessário, talvez a peça de teatro seja melhor, mas para filme, aqui tudo ficou no superficial.
Precisamos Falar Sobre o Kevin
4.1 4,3K Assista AgoraNós precisamos falar sobre ser mãe.
Em 2011, durante o curso de Psicologia, estava assistindo a tudo relacionado à psicopatia e sociopatia, neste período, chegou na biblioteca da universidade, o livro Precisamos Falar Sobre Kevin, que foi um grande sucesso quando publicado e que logo ganharia uma adaptação para o cinema. Por isso, fiz questão de lê-lo antes de assistir ao longa. E que baita experiência.
Quinze anos depois, ao rever o filme, percebo que ele entrega aquele sentimento e o peso da obra original, mas deixa a desejar na construção das motivações e também das relações. Há situações que parecem que acontecem, mas deixando algumas dúvidas no ar.
Tilda Swinton é a força motriz dessa história. Sua personagem é cheia de falhas, mas transmite um ar de busca por redenção, mesmo nos momentos em que não tem culpa. Afinal, será que tudo ali não é responsabilidade dela?
Enquanto isso, Ezra Miller e também Jasper Newell, constroem um personagem que é muito fácil de odiar, e você sente o peso disso em sua mãe, já que existe ali um desejo de sentir alguma coisa boa — mas é impossível simplesmente ativar um sentimento tão forte.
A diretora não poupa nas simbologias: a cor vermelha está presente em quase todas as cenas. No entanto, o que deveria transmitir calor se contrapõe à frieza e ao distanciamento do que está sendo mostrado, funcionando mais como um presságio, uma lembrança constante do que vai causar dor em todos, principalmente em quem foi poupado no final.
Precisamos Falar Sobre Kevin é uma baita experiência, mas é daquelas para as quais você precisa estar preparado, não somente para o impacto do final, mas também para sua jornada fria e cheio de culpas, porém sem expectativas de encontrar um culpado.
Devoradores de Estrelas
4.0 805 Assista AgoraDevoradores de Estrelas talvez não seja uma adaptação totalmente fiel ao livro, mas entrega exatamente o tipo de experiência que estava esperando para uma ótima adaptação.
Divertido, emocionante e com ótimos personagens, o filme entretém na medida certa e consegue deixar o público maravilhado com uma história que, no fundo, fala sobre amizade.
Depois de assistir ao primeiro trailer, decidi ler o livro. Quando terminei a leitura, ficou fácil entender o motivo de seu grande sucesso. Ao longo de suas mais de 400 páginas, o autor transita de forma muito natural entre o medo, a amizade e a ciência — mesmo para quem não entende nada do assunto. O resultado é uma obra que funciona como um excelente passatempo científico.
Na adaptação para o cinema, a direção de Phil Lord e Christopher Miller opta por reduzir parte da ficção científica mais densa. Essa decisão pode não agradar os fãs mais hardcore do livro, mas permite que o filme coloque no centro aquilo que realmente importa: a relação entre Grace e Rocky. Essa dinâmica se torna o verdadeiro motor da narrativa — e, felizmente, funciona muito bem.
Ryan Gosling já provou diversas vezes ter um ótimo timing cômico, e aqui seu personagem parece extremamente à vontade. O ator transmite a sensação de estar se divertindo durante as cenas, algo que fica evidente para quem assiste. Mesmo quando precisa explicar conceitos complexos ou transmitir informações científicas, ele consegue fazer tudo soar natural e convincente. Nos momentos dramáticos, Gosling também entrega o peso emocional necessário para a situação.
Já Rocky é provavelmente a melhor definição de coadjuvante que rouba a cena. Mesmo sem um rosto, o personagem possui um carisma quase hipnotizante. Sua interação com o protagonista é ao mesmo tempo engraçada e emocionante, e quando ele não está em cena, sua ausência é sentida.
No elenco também está Sandra Hüller, que interpreta uma general durona, mas sem cair no estereótipo de personagem fria ou robótica. Infelizmente, assim como outros personagens secundários, ela acaba tendo menos tempo de tela do que merecia, o que limita o desenvolvimento de sua motivação.
Tecnicamente, o filme também impressiona. A fotografia entrega algumas das imagens mais bonitas vistas recentemente no cinema. Se possível, vale muito a pena assistir em IMAX para aproveitar melhor a escala visual da produção. A trilha sonora também merece destaque, entrando sempre nos momentos certos e intensificando a imersão emocional da história.
Com mais de 150 minutos de duração, Project Hail Mary chega ao final deixando uma sensação curiosa: a de que gostaríamos de passar ainda mais tempo nesse universo. Sem dúvida, esta tem potencial para ser uma das melhores experiências cinematográficas do ano — e cada minuto assistido vale a pena.
Nunca Deixe de Lembrar
3.9 154Existem filmes que têm 90 minutos de duração e você sente como se fossem intermináveis, e outros que, mesmo com 3 horas, você nem sente o tempo passar.
Este é o caso de Nunca Deixe de Lembrar, com certeza um dos filmes mais lindos que eu já assisti, pois sua história é tão bem construída e seus personagens são tão reais que, quando menos percebi, já estava imerso em duas horas de narrativa, sabendo que ainda havia mais uma parte daquela jornada, mas sem querer que acabasse.
E, quando termina, não existe outro sentimento além do prazer de ter experienciado essa comovente e espetacular história de como a arte — sempre a arte — pode transformar o mundo, por menor que ele seja.
Pânico 7
2.6 431 Assista AgoraA franquia Pânico é uma das minhas favoritas, lembro de assistir aos filmes no cinema desde o terceiro se não me engano. E gosto bastante desse universo criado pelo Wes Craver.
Porém esse sétimo filme foi o mais fraco de todos para mim, ficando atrás até do Pânico 3.
Tudo começa quando o elenco principal parece se sentir perdido, é como se o roteiro e a direção não soubesse como trabalhar aquelas pessoas de forma objetiva. Acredito que por ser o primeiro filme dirigido pelo Kevin Williamson, seja o grande motivo para esse incômodo.
Outro fator são os vilões, que quando termina, você precisa forçar e lembrar quem é aquela pessoa e reveriar os olhos para sua motivações, que simplesmente é a pior de todas.
Scream 7 tinha tudo para ser mais um março para essa franquia, afinal temos aqui o retorno às origens, com o elenco principal e o roteirista original voltando. E depois do que aconteceu com a atualização, que deu certo em 2022, esse aqui deixou a desejar e com saudades do elenco dos dois últimos longas.
The Plague
3.3 28Eu assistir esse filme simplesmente por causa da nota alta do IMDb, não sabia do que se tratava e até que valeu a pena.
A cena do sorriso foi perfeita.
Acredito que para quem sofreu bullying na adolescência pode ter alguns gatilhos assistindo.
(Des)controle
3.0 20 Assista Agora(Des) Controle tinha tudo para ser um ótimo filme, não sei se não conseguiu por causa da minha expectativa, mas no final me deixou com uma sensação de que faltou alguma coisa.
Acredito que o ponto alto do filme são as atuações, em algum momento tem cenas bem novelescas, mas na grande parte as relações e dramas dos personagens funcionam muito bem. E também é um filme muito bem filmado, as diretoras, demonstram muita competência para mostrar o que deve e soube deixar o silêncio fazer parte de alguns momentos importantes. Porém acho que tenha focado mais no humor do que era necessário, sendo uma transição de gêneros, entre a comédia e o drama, que não deixa ter muito peso na mensagem que está tentando transmitir.
Porém como eu disse, faltou algo, mas talvez pensando aqui, não seja uma falta, e sim, o excesso, pois vemos um descontrole muito rápido da protagonista em relação as situações, é entendido deste o início que ela tinha uma compulsão, no começo com o refrigerante, mas também por doces, que logo passará para o álcool, mas nesse momento não houve um respiro para o público acompanhar sua evolução e as consequências de todos os malefícios, afinal era consumido uma ou duas garrafas de vinho, e pouco era explorado neste início, e em seguida, já na próxima vez que houve novamente uma nova bebedeira, estava em uma boate, em uma festa, é como se precisasse de 3 dias bebendo para chegar nesse lugar de inconsequência tão rápido, o que não é real. Então acredito que esse filme merecia uma construção melhor de tudo que ele se propõe.
Por isso quando (des)Controle encerrou sinto que valeu a experiência, mas talvez, por ser psicólogo, queria algo diferente.
Garota Infernal
2.7 2,8K Assista AgoraUma boa trilha sonora
Mas espero que amanhã de manhã eu não lembre desse filme, se não vai ser um péssimo final de semana.
Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
3.6 206 Assista AgoraEu vou precisar pensar o que acabei de assistir para avaliar esse filme, pois ele mexeu muito comigo, muito mais do que estava esperando, então agora eu estou com um crise de ansiedade e me sentindo mal.
O Júri
3.8 272Segunda ou terceira vez assistindo esse filme.
Um Thriller muito bem construído que prende no início ao fim, porém em minha memória era um 5 estrelas.
Hoje consigo ver alguns defeitos, principalmente na montagem, que torna alguns momentos um pouco confuso.
Mas tirando isso é um ótimo filme, com ótimas atuações, inclusive do John Cusack, que nunca foi aquele ator de primeira.
Por isso foi um bom passatempo nesse domingo, pois foram duas horas que passaram voando e conseguiu me divertir bastante.
Rio, Zona Norte
4.2 72Minha segunda experiência assistindo a Nelson Pereira dos Santos, e acredito que seja meu primeiro longa estrelado pelo Grande Otelo. E foi uma ótima.
A trama é simples e belíssima, já que acompanhamos a história de um homem que tinha apenas sonhos, assim como todo brasileiro, ser feliz e fazer o que ama, ao lado das pessoas que são importantes.
No início tive dificuldade para escutar algumas falas, principalmente dos coadjuvantes, mas a direção decidiu fazer com que acomapnhassemos apenas uma única visão, então a gente só escuta e ver o que Espírito está prestando atenção, isso faz com quem assiste goste de seu personagem instantaneamente, e por isso, quando chegamos no final, sentimos muito por seus sofrimentos.
Com seus 70 minutos de duração, Rio, Zona Norte mostrou que o samba nunca vai morrer, mas que alguns poderosos vão matar os sonhos do sambista apaixonado.
Casa de Dinamite
2.9 184 Assista AgoraEu estava com muita expectativa com esse filme, quando assistir ao trailer fiquei bem curioso, ainda mais por conta do elenco.
Porém quando o filme foi lançado, mesmo sendo elogiado pela crítica, vi muitos comentários negativos do público, o que me fez acreditar que não seria tão bom quanto estava imaginando.
E agora, alguns dias após o lançamento, eu conseguir assistir, e talvez essa espera tenha me feito gostar mais do que se fosse no período de estreia. Achei a história tensa do início ao fim, mesmo sendo dividido em pontos de vistas diferentes, e se tornando meio repetitivo, a história me prendeu fazendo com que ficasse me perguntando, E agora? Por isso valeu a pena assistir, e recomendo, mas só tenha um pouco de paciência.