Confesso que produções desse tipo com a ação toda registrada pela câmera de um dos personagens com imagens muitas vezes tremidas e aceleradas não é o algo que eu aprecio muito. No caso desse terror espanhol até que o recurso funcionou bem na maior parte do tempo. Achei inventivo principalmente o uso do som que garante alguns sustos. Eu esperava um pouco mais, mas ainda assim valeu a experiência.
Tecnicamente o filme é muito bem feito com a sua junção de cenas reais e animação. Já a história é daquelas que tem um bom ponto de partida, mas acaba não se desenvolvendo tão bem como poderia. O elenco de humanos também não ajuda com atuações limitadas. Pra ver e esquecer.
O enredo é confuso e personagens entram e saem de cena sem dizer a que vieram. Nos dois primeiros terços até que o filme entrega alguns momentos visualmente belos. Só que no seu terço final perde totalmente o rumo sendo difícil chegar até o final dele. Para mim uma obra superestimada.
A história tem grande potencial dramático que foi um pouco desperdiçado pelo fato de muita coisa nela não ser mostrado ou devidamente esclarecido tornando parte dela confusa. Também é difícil de acreditar que a protagonista convença a todos de que seja um homem por mais que Sandra Hüller se esforce para isso. Os maiores trunfos dessa obra são mesmo o belo trabalho de fotografia e a reconstituição de época. O ritmo é lento, mas não a ponto de nos fazer perder o interesse pelo filme. Esse mesmo com falhas ainda valeu para mim tê-lo conhecido.
Divertida comédia com a dupla mais famosa da história do cinema. Em quase vinte minutos acontece de tudo para impedir um passeio dos dois amigos com a família.
Apesar dos clichês e da previsibilidade essa comédia romântica acaba nos conquistando com o carisma e a boa química do seu casal de protagonistas que ainda conta com o apoio de um bom elenco de coadjuvantes. A história que mistura comédia, romance e drama segurou bem a minha atenção tanto que nem vi o tempo passar.
Sétimo e último filme da franquia até agora. Ainda serve como passatempo, mas para mim teve resultado inferior ao de outros anteriores. Há menos ação e suspense e a história e os personagens são mal desenvolvidos. Jamie Kennedy também faz falta. No lugar dele temos o fraco Jon Heder.
O poster é enganoso já que com exceção do início a maior parte do filme não é ambientada na neve. Essa sequência continua trazendo cenas absurdas como os filmes anteriores e o mais assombroso que achei foi os personagens não demonstrarem nenhuma comoção com a morte dos seus companheiros na história. Deixando tudo isso de lado o filme diverte com muita ação e efeitos visuais satisfatórios. O melhor de tudo foi que ele abraçou o terror e deixou o humor de lado que para mim era um dos problemas de alguns dos filmes anteriores da franquia.
O mais fraco da franquia que eu vi até agora. Os vermes gigantes aparecem pouco e o trabalho de direção não é dos mais brilhantes. Ainda consegue ser um bom passatempo e se recupera um pouco no final quando faz uma ligação com os filmes anteriores da franquia.
Os efeitos visuais não são dos mais convincentes, mas ainda assim o filme diverte com as suas situações cada vez mais absurdas. Um bônus desse filme é voltar à ambientação do original trazendo personagens dele de volta.
Um pouco inferior ao original que já não era nenhuma obra-prima. Essa sequência vale como entretenimento e tem até uma vantagem em relação ao anterior que é a de trazer menos humor e mais suspense.
O elenco na sua maior parte é canastrão e os efeitos visuais são limitados. Como é uma produção assumidamente “B’ que não se leva a sério ela acaba rendendo uma boa dose de diversão.
Esse é o tipo de filme que é até difícil classificar porque mistura guerra, comédia e drama. A sua história alterna momentos que despertam o nosso interesse com outros desviam um pouco a nossa atenção pelo grau de repetição. No elenco com alguns nomes conhecidos se destaca Alan Arkin como o atormentado protagonista.
Aventura classe A de produção esmerada com uma boa dose de ação e suspense e estrelada pelo maior astro do gênero capa e espada Errol Flynn. No elenco também se destaca Flora Hobson como a rainha da Inglaterra.
O ritmo é lento e a história não tem pressa de apresentar os seus personagens que aos poucos vão nos sendo revelados. Um dos maiores destaques é a arquitetura. Impossível não se impressionar com as criativas e majestosas obras arquitetônicas da cidade de Columbus que aparecem durante o filme. O roteiro entrega bons diálogos que compensam a quase total falta de história.
A ideia central do roteiro não é nada verossímil. É difícil acreditar que pessoas aceitariam passivamente viver em um mundo onde o sexo para solteiros só é liberado uma vez por ano. Mais inverossímil é um ver Callum Turner e Monica Barbaro, ambos belos e carismáticos, terem que correr atrás de parceiros para uma noite de sexo. Deixando os absurdos de lado e a previsibilidade da história o filme até que consegue divertir e entreter e a boa química do casal de protagonistas ajuda muito nisso.
Uma grande obra do cinema nigeriano da qual só recentemente tomei conhecimento da sua existência e que me proporcionou uma experiência cinematográfica melhor do que eu esperava. A direção é exemplar, as atuações poderosas e a história reserva surpresas e descobertas até as cenas finais. Essa é contada sob o ponto de vista de duas crianças e por isso alguns fatos envolvendo o mundo dos adultos não são esclarecidos. Nada que prejudique o resultado final da obra. A lição que fica é que preciso conhecer mais do cinema que fazem em várias partes do mundo como a Nigéria. Também queria entender como o Oscar ignorou esse filme nas indicações desse ano.
Esse documentário é daqueles que não tem muita razão de existir já que não se aprofunda em nada nos fatos históricos que são aparentemente a razão de ter sido feito. Ele dedica um tempo muito maior à vida amorosa do seu diretor que parece que se apaixona por toda mulher que aparece na sua frente. Ele até que traz passagens curiosas e absurdas como aquela em que uma mulher sulista se declara contra o fim da escravidão. No saldo geral o filme foi menos ruim do que eu esperava que pudesse ter sido. Vi por conta do livro "1001 filmes para ver antes de morrer".
A direção é amadora e o elenco é da mesma categoria. A mistura de ficção e documentário poderia ter rendido algo genial. Só que o resultado passou longe disso. Também achei irritante os personagens falarem “man” parece que em quase todas as frase proferidas no filme.
Grande obra do cinema clássico hollywoodiano. Traz impecáveis trabalhos de direção, elenco e roteiro. Concorreu ao Oscar de melhor montagem e levou a estatueta de melhor ator coadjuvante para Walter Brennan. A maior surpresa para mim foi a canção "Aura Le" que não sabia ser a versão original da clássica "Love me tender" eternizada na voz de Elvis Presley.
Esse live action de uma animação da Disney assim como outros que eu já vi feitos pelo estúdio acabou me agradando com a sua beleza visual e as suas excelentes canções. Eu os vejo mais como curiosidade já que quase sempre não trazem quase nada de novo em relação às animações originais. O elenco nesse tipo de produção nem sempre é bem escalado. O que não aconteceu aqui. Todos foram bem escolhidos no que diz respeito à fidelidade aos personagens animados originais.
Frank Capra faz parte do meu seleto grupo de diretores dos quais eu nunca vi um filme ruim. Alguns filmes dele marcam mais do que os outros, mas todos os que eu vi até agora foram experiências mais do que válidas. Esse não foge à essa regra. A sua história é marcada por sucessivas reviravoltas e tanto a direção como o elenco executam bem as suas funções.
Um bom curta de ação animado. Não é para crianças já que há uma boa dose de violência nele. Confesso que eu nunca ouvi falar antes desses personagens das HQs.
[REC]
3.6 1,7K Assista AgoraConfesso que produções desse tipo com a ação toda registrada pela câmera de um dos personagens com imagens muitas vezes tremidas e aceleradas não é o algo que eu aprecio muito. No caso desse terror espanhol até que o recurso funcionou bem na maior parte do tempo. Achei inventivo principalmente o uso do som que garante alguns sustos. Eu esperava um pouco mais, mas ainda assim valeu a experiência.
Coyote vs. Acme
3.7 86Tecnicamente o filme é muito bem feito com a sua junção de cenas reais e animação. Já a história é daquelas que tem um bom ponto de partida, mas acaba não se desenvolvendo tão bem como poderia. O elenco de humanos também não ajuda com atuações limitadas. Pra ver e esquecer.
O Silêncio Não Tem Asas
4.2 11O enredo é confuso e personagens entram e saem de cena sem dizer a que vieram. Nos dois primeiros terços até que o filme entrega alguns momentos visualmente belos. Só que no seu terço final perde totalmente o rumo sendo difícil chegar até o final dele. Para mim uma obra superestimada.
Rose
3.7 4A história tem grande potencial dramático que foi um pouco desperdiçado pelo fato de muita coisa nela não ser mostrado ou devidamente esclarecido tornando parte dela confusa. Também é difícil de acreditar que a protagonista convença a todos de que seja um homem por mais que Sandra Hüller se esforce para isso. Os maiores trunfos dessa obra são mesmo o belo trabalho de fotografia e a reconstituição de época. O ritmo é lento, mas não a ponto de nos fazer perder o interesse pelo filme. Esse mesmo com falhas ainda valeu para mim tê-lo conhecido.
Um Dia Perfeito
4.1 4Divertida comédia com a dupla mais famosa da história do cinema. Em quase vinte minutos acontece de tudo para impedir um passeio dos dois amigos com a família.
A Hipótese do Amor
3.5 91 Assista AgoraApesar dos clichês e da previsibilidade essa comédia romântica acaba nos conquistando com o carisma e a boa química do seu casal de protagonistas que ainda conta com o apoio de um bom elenco de coadjuvantes. A história que mistura comédia, romance e drama segurou bem a minha atenção tanto que nem vi o tempo passar.
O Ataque dos Vermes Malditos 7: Ilha dos Shriekers
2.4 32Sétimo e último filme da franquia até agora. Ainda serve como passatempo, mas para mim teve resultado inferior ao de outros anteriores. Há menos ação e suspense e a história e os personagens são mal desenvolvidos. Jamie Kennedy também faz falta. No lugar dele temos o fraco Jon Heder.
O Ataque dos Vermes Malditos 6: Um Dia Frio no …
2.3 63O poster é enganoso já que com exceção do início a maior parte do filme não é ambientada na neve. Essa sequência continua trazendo cenas absurdas como os filmes anteriores e o mais assombroso que achei foi os personagens não demonstrarem nenhuma comoção com a morte dos seus companheiros na história. Deixando tudo isso de lado o filme diverte com muita ação e efeitos visuais satisfatórios. O melhor de tudo foi que ele abraçou o terror e deixou o humor de lado que para mim era um dos problemas de alguns dos filmes anteriores da franquia.
O Ataque dos Vermes Malditos 5: Linhas de Sangue
2.6 74O melhor da franquia que eu vi até agora. Os efeitos visuais são convincentes e há menos humor e mais ação, terror e suspense.
O Ataque dos Vermes Malditos 4: O Começo da Lenda
2.7 73O mais fraco da franquia que eu vi até agora. Os vermes gigantes aparecem pouco e o trabalho de direção não é dos mais brilhantes. Ainda consegue ser um bom passatempo e se recupera um pouco no final quando faz uma ligação com os filmes anteriores da franquia.
O Ataque dos Vermes Malditos 3: De Volta a Perfeição
2.8 69Os efeitos visuais não são dos mais convincentes, mas ainda assim o filme diverte com as suas situações cada vez mais absurdas. Um bônus desse filme é voltar à ambientação do original trazendo personagens dele de volta.
O Ataque dos Vermes Malditos 2: Os Vermes Estão de …
3.0 150Um pouco inferior ao original que já não era nenhuma obra-prima. Essa sequência vale como entretenimento e tem até uma vantagem em relação ao anterior que é a de trazer menos humor e mais suspense.
O Ataque dos Vermes Malditos
3.3 700O elenco na sua maior parte é canastrão e os efeitos visuais são limitados. Como é uma produção assumidamente “B’ que não se leva a sério ela acaba rendendo uma boa dose de diversão.
Ardil 22
3.5 26Esse é o tipo de filme que é até difícil classificar porque mistura guerra, comédia e drama. A sua história alterna momentos que despertam o nosso interesse com outros desviam um pouco a nossa atenção pelo grau de repetição. No elenco com alguns nomes conhecidos se destaca Alan Arkin como o atormentado protagonista.
O Gavião do Mar
3.8 13 Assista AgoraAventura classe A de produção esmerada com uma boa dose de ação e suspense e estrelada pelo maior astro do gênero capa e espada Errol Flynn. No elenco também se destaca Flora Hobson como a rainha da Inglaterra.
Columbus
3.7 140O ritmo é lento e a história não tem pressa de apresentar os seus personagens que aos poucos vão nos sendo revelados. Um dos maiores destaques é a arquitetura. Impossível não se impressionar com as criativas e majestosas obras arquitetônicas da cidade de Columbus que aparecem durante o filme. O roteiro entrega bons diálogos que compensam a quase total falta de história.
Só Por Uma Noite
3.1 32A ideia central do roteiro não é nada verossímil. É difícil acreditar que pessoas aceitariam passivamente viver em um mundo onde o sexo para solteiros só é liberado uma vez por ano. Mais inverossímil é um ver Callum Turner e Monica Barbaro, ambos belos e carismáticos, terem que correr atrás de parceiros para uma noite de sexo. Deixando os absurdos de lado e a previsibilidade da história o filme até que consegue divertir e entreter e a boa química do casal de protagonistas ajuda muito nisso.
A Sombra do Meu Pai
3.9 7 Assista AgoraUma grande obra do cinema nigeriano da qual só recentemente tomei conhecimento da sua existência e que me proporcionou uma experiência cinematográfica melhor do que eu esperava. A direção é exemplar, as atuações poderosas e a história reserva surpresas e descobertas até as cenas finais. Essa é contada sob o ponto de vista de duas crianças e por isso alguns fatos envolvendo o mundo dos adultos não são esclarecidos. Nada que prejudique o resultado final da obra. A lição que fica é que preciso conhecer mais do cinema que fazem em várias partes do mundo como a Nigéria. Também queria entender como o Oscar ignorou esse filme nas indicações desse ano.
Sherman's March
2.8 5Esse documentário é daqueles que não tem muita razão de existir já que não se aprofunda em nada nos fatos históricos que são aparentemente a razão de ter sido feito. Ele dedica um tempo muito maior à vida amorosa do seu diretor que parece que se apaixona por toda mulher que aparece na sua frente. Ele até que traz passagens curiosas e absurdas como aquela em que uma mulher sulista se declara contra o fim da escravidão. No saldo geral o filme foi menos ruim do que eu esperava que pudesse ter sido. Vi por conta do livro "1001 filmes para ver antes de morrer".
The Cool World
3.0 7A direção é amadora e o elenco é da mesma categoria. A mistura de ficção e documentário poderia ter rendido algo genial. Só que o resultado passou longe disso. Também achei irritante os personagens falarem “man” parece que em quase todas as frase proferidas no filme.
Meu Filho é Meu Rival
3.6 5Grande obra do cinema clássico hollywoodiano. Traz impecáveis trabalhos de direção, elenco e roteiro. Concorreu ao Oscar de melhor montagem e levou a estatueta de melhor ator coadjuvante para Walter Brennan. A maior surpresa para mim foi a canção "Aura Le" que não sabia ser a versão original da clássica "Love me tender" eternizada na voz de Elvis Presley.
Moana
3.3 31Esse live action de uma animação da Disney assim como outros que eu já vi feitos pelo estúdio acabou me agradando com a sua beleza visual e as suas excelentes canções. Eu os vejo mais como curiosidade já que quase sempre não trazem quase nada de novo em relação às animações originais. O elenco nesse tipo de produção nem sempre é bem escalado. O que não aconteceu aqui. Todos foram bem escolhidos no que diz respeito à fidelidade aos personagens animados originais.
Mulher Proibida
3.8 5Frank Capra faz parte do meu seleto grupo de diretores dos quais eu nunca vi um filme ruim. Alguns filmes dele marcam mais do que os outros, mas todos os que eu vi até agora foram experiências mais do que válidas. Esse não foge à essa regra. A sua história é marcada por sucessivas reviravoltas e tanto a direção como o elenco executam bem as suas funções.
DC Showcase: Os Perdedores
2.8 8Um bom curta de ação animado. Não é para crianças já que há uma boa dose de violência nele. Confesso que eu nunca ouvi falar antes desses personagens das HQs.