Depois de algum tempo finalmente conferi a última temporada da série. Acabei de ler também o último volume da série que a inspirou e teve para mim uma conclusão melhor. Essa temporada acabou até sendo melhor do que eu esperava com uma boa dose de adrenalina, suspense, tensão e emoção. Ao contrário da anterior essa tem ação do início ao fim. A série vai deixar saudade. Embora eu vá continuar visitando o seu universo através dos seus spin-offs.
Temporada fraca da série. Até que vai bem nos primeiros episódios dela. Só que depois vai perdendo o fôlego. Alguns episódios parecem não ter nada a dizer e só atrasam o andamento da série. O final foi o menos impactante da série até agora. Alguns personagens se despediram da série. Poucos realmente importantes. Achei que o foco em Daryl e Carol foi exagerado. Principalmente a última que parecia onipresente em quase todos os episódios. Apesar dos tropeços a temporada me entreteve o suficiente para querer ver a próxima que foi a última da série.
Depois de duas temporadas em que a série caiu de nível ela voltou a seguir o rumo original trazendo um ritmo dinâmico que havia caído muito nas temporadas anteriores. Foi a temporada (pelo menos até aqui onde eu vi a série) em que ela perdeu o maior número de personagens. Alguns de grande importância que tiveram desfechos marcantes. Também trouxe novos personagens que trouxeram novo fôlego à série. Para completar ainda presenciamos a que considero a segunda sequência mais chocante da série que depois de vista é difícil apagar da mente. Foi uma temporada em que todos os personagens tiveram destaque e um particularmente me irritou muito.
Falo do jovem Henry cujas ações irresponsáveis levaram ao massacre de vários personagens incluindo ele próprio. Para finalizar eu achava que a série ia perder fôlego sem Rick Grimes. Só que isso não aconteceu.
Uma boa série apesar de achar que a sua história se desenvolva a passos um pouco lentos por alguns capítulos. Há boas sequências de ação sendo que as mais empolgantes ficaram para o capítulo final. O maior destaque é mesmo a dupla de protagonistas formada por Anthony Mackie e Sebastian Stan que mostram uma boa sintonia em cena.
A cada nova temporada que eu vejo a série cai um pouco de nível. Essa oitava temporada como as anteriores merece ser vista por trazer bons conflitos e algumas boas sequências de ação. Só que falha e muito no ritmo. Tudo demora muito, mas muito mesmo para acontecer. Para piorar as idas e voltas no tempo em certo momento começam a irritar pela frequência que ocorrem. Depois de vários capítulos onde a história se arrasta a temporada acabou trazendo uma conclusão onde tudo se resolveu rápido demais na minha opinião.
Para mim pelo menos ela teve o bônus da saída de Chandler Riggs da série que para mim sempre foi péssimo ator e nem nas suas cenas finais conseguiu transmitir a emoção necessária. O fim do patético núcleo do lixão também foi outro bônus. Poderiam ter tirando o Jesus da série que irritou pelo excessivo discurso pacifista.
Agora é conferir as últimas temporadas que vão ser as primeiras que eu vou ver sem ter lido as HQs que as originaram antes. Se bem que a série não segue fielmente elas em boa parte do tempo.
Temporada mais fraca da série que vi até o momento. Ainda tem mais acertos do que erros. A química entre os protagonistas continua forte. Negan se revela o grande vilão da série, sendo muito bem interpretado por Jeffrey Dean Morgan. No primeiro episódio da temporada ocorre a sequência mais brutal e chocante da série que acho que dificilmente vai ser superada. Só que também faltou mais dinamismo. Nos quadrinhos as situações mostradas na série se resolvem de forma mais rápida. Teve muita enrolação e cenas desnecessárias principalmente no último episódio onde algumas cenas envolvendo os sonhos de uma personagem quebravam o ritmo a todo momento. Quase todos personagens que entraram não decepcionaram. Só coloco como exceção o ridículo povo do lixão que parece ter fugido da franquia Mad Max. Em termos técnicos a série continua não decepcionando e só faço ressalva para os efeitos visuais pouco convincentes na criação da tigresa que acompanha o Rei Ezekiel.
Mais uma boa temporada da série que eu vejo, mas na minha opinião um nível abaixo das anteriores. Decidi dar um tempo na leitura das HQs que originaram a série faz um tempo porque como no caso dessa temporada muita coisa eu já sabia que ia acontecer e diluiu para mim um pouco o suspense que deveria haver nela. Ainda assim ela não deixou de me entregar grandes momentos de tensão. Só achei o ritmo um pouco irregular já que alterna momentos de muita ação com outros onde pouco ou nada de fato acontece. Não achei uma boa ideia dedicar um episódio inteiro para revelar o passado de um só personagem deixando todo o resto na espera. Pior do que isso só foi a última cena que começa como uma das mais tensas de toda a série até aqui para terminar de forma frustrante. Mesmo aos tropeços a série continua imperdível. Demorei para ver essa temporada, mas agora quero conferir logo a próxima.
Obs: Esqueci de citar que dos personagens mais importantes que foram mortos nessa temporada a maioria não vai fazer falta. Não me lembrava que a Denise morria nos quadrinhos e foi uma surpresa (e até um alívio) vê-la sendo flechada durante aquele discurso chato e interminável que ela fazia. Podiam fazer o mesmo com a adolescente chata Enid na próxima temporada.
Essa minissérie foi bem melhor do que eu esperava. Tem um ótima história, cenas de ação espetaculares e um elenco em muito boa forma. O Gavião Arqueiro apesar de ter o seu nome no título tem tanto destaque como Kate Bishop que faz a sua estreia no MCU. Poderia ter um pouco menos de comédia, mas de um modo geral tudo funciona bem tendo resultado melhor do que boa parte das produções cinematográficas que a Marvel tem lançado nos últimos anos.
De repente me lembrei dessa minissérie que vi na TV décadas atrás e que me provocou grande impacto na época. Não recordava do título, mas bastou procurar no Google sobre a cena da mulher que é atacada por um crocodilo que achei essa informação. Revendo agora vejo que a referida cena ainda impressiona assim como a história, digna de uma telenovela, traz uma boa trama de paixão e vingança. Chegaram a planejar um remake anos atrás, mas o projeto acabou sendo cancelado.
Fiz o caminho contrário e vi o filme "As Marvels" antes dessa série de origem da Ms. Marvel. Já conhecia a heroína dos quadrinhos e em relação a estes fizeram algumas mudanças como a forma como ela manifesta os seus poderes (nas HQs ela é uma espécie de mulher elástica que aumenta e diminui de tamanho). Eu diria até pelo que eu li das HQs gostei mais da heroína na série. A trama é dinâmica e só vai melhorando a cada novo episódio. O fato da protagonista e a sua família serem paquistaneses são uma atração à parte já que a história e as tradições desse povo acabam sendo um interessante diferencial na série. Achei duas atrizes do elenco muito parecidas com duas estrelas do Brasil. Nimra Bucha com Juliana Paes e Mehwish Hayat com Giselle Itiê.
Segunda temporada tem o mesmo bom nível da primeira até superando ela por ter um início mais dinâmico. Só me incomodou o fato de Loki demorar um pouco a ser de fato o protagonista, já que no começo ele parece um mero observador de tudo o que acontece à sua volta. Também exageraram um pouco na sua transformação de vilão para um herói que é capaz de sacrificar tudo por aquilo que acredita. Deixando isso de lado tem que se destacar que essa temporada trouxe boas doses de ação e suspense e uma conclusão satisfatória.
Vi essa segunda e última temporada faz anos, mas esqueci de comentar aqui. Um dos seus últimos episódios lembra um pouco "Lost". Na época a série foi cancelada por seus altos custos. O problema é que não deram um final a ela. Ainda assim não me arrependo de tê-la visto.
Depois de tantas críticas negativas que li eu não esperava muito desse retorno da série "Heroes". Achei melhor do que a quarta temporada que achávamos na época que encerraria a série. Faz um bom tempo que vi a série e por isso muita coisa dela fugiu da minha memória. Isso não atrapalhou a experiência de ver essa temporada que na verdade foi feita como minissérie. Até porque faz poucas referências às outras temporadas e não traz de volta muitos dos personagens da série. Essa acaba sendo a principal falha dela. Mesmo com ressalvas eu gostei da história e da forma como foi conduzida. Alguns personagens não foram tão bem explorados como poderiam e outros não fariam falta se não estivessem nela. Entre os novos personagens eu destaco a heroína Miko e a vilã Erica interpretada por Rya Kihlstedt que esqueceram de creditar no elenco aqui no Filmow.
Gostei dessa temporada tanto como da segunda que para mim foi melhor do que a primeira. Essa terceira temporada teve também as suas falhas. Para mim Oliver Queen (Stephen Amell) não tem nenhuma química com Felicity (Emily Bett Rickards). Não consigo mesmo torcer por um romance entre os dois, em parte por causa das limitações de Amell como ator. Quanto ao roteiro algumas situações ficaram forçadas
As cenas de ação são empolgantes e a história teve diversas reviravoltas ao longo da temporada com destaque para os tensos episódios finais. No elenco para mim o grande destaque foi mesmo Matt Nable como Ra's Al Ghul. Brandon Routh também merece ser citado pela leveza que trouxe à série que sempre foi um tanto soturna.
Um dos trunfos dessa quinta temporada foi o fato de ter sido ambientada em vários ambientes com personagens novos que surgiam e desapareciam ao longo dela. Já é tradição na série vermos personagens queridos partirem, mas nessa temporada houve uma sucessão quase ininterrupta de despedida de alguns deles que me provocaram grande comoção. Uma delas em que um personagem é morto quando é encurralado por uma horda de zumbis me impressionou muito pelo grau de violência. Vez ou outra o ritmo ameaçou cair com alguns diálogos e situações que pareciam repetitivos, mas de um modo geral a temporada manteve o mesmo excelente nível das anteriores. Do elenco é difícil destacar alguém. Ainda acho Andrew Lincoln um ator um pouco limitado. Nunca entendi o fato dele sussurrar em todas as falas como se tivesse imitando Don Vito Corleone. Dos personagens novos eu destaco o Padre Gabriel que para mim chegou a um nível de vilania que se compara à do Governador.
Fiquei sem entender como a Maggie ouviu o padre questionando o caráter do seu grupo e depois não tomou nenhuma atitude mesmo sabendo que o padre havia deixado morrer várias pessoas na porta da sua igreja.
Eugene com certeza é o personagem mais chato e descartável da série, roubando o título que já foi da Beth. Se eu fosse dar um nome para essa quinta temporada seria "Onde os fracos não têm vez".
Depois de quatro boas temporadas a minha frustração foi grande com essa temporada final. A principal delas foi que eu esperava ver a versão de momentos icônicos do filme de Hitchcock, o que não ocorreu.
Sei que o empoderamento feminino é um tema válido e importante, mas ele por vezes é tratado de forma forçada como foi no caso dessa série. Marion Crane vivida de forma apática por Rihanna não é mais vítima de Norman e quem assume esse papel agora é Sam Loomis, cuja cena do chuveiro achei mais parecida com uma paródia, o que para mim diluiu o suspense que deveria haver nela. Uma das regras sagradas tanto do filme como da série é que Norman não cometia crimes e sim a personalidade de Norma que se apoderava dele, algo que a série não respeitou. Nessa temporada também me incomodou a quantidade de vezes que Vera Farmiga assumia o lugar de Freddie Higmore em cena, mais do que o necessário, algo que nos privou de ver Freddie interpretando a “mãe”. Quanto aos outros personagens queria também ter visto o que aconteceu com o psiquiatra de Norman, acho que Chick ficou meio sem função na história e fiquei espantado de como Dylan conseguiu ser tão imbecil e inconsequente até o final indo sem avisar a polícia se encontrar com o irmão psicopata que tentou lhe matar duas vezes. Apesar de tudo isso essa temporada me proporcionou alguns bons momentos com Norman enfrentando a “mãe” que sempre tentava dominá-lo e com a comovente sequência de Norman revivendo os momentos do primeiro episódio da série.
A série não foi tudo o que eu esperava em matéria de suspense, mas ainda assim me satisfez com a sua alta carga dramática e com as grandes atuações do elenco com destaque óbvio para Vera Farmiga e Freddie Higmore.
Achei os dois primeiros episódios da série bem desanimadores. Quase tudo se passa em um só ambiente e os diálogos intermináveis deixam o ritmo tedioso. A presença de Owen Wilson também não ajuda já que ele para mim é mais talhado para papeis cômicos e não convence muito em outro gênero que não esse. Do terceiro episódio em diante é que a série ganha fôlego trazendo uma reviravolta atrás da outra e até grandes momentos de ação com efeitos visuais impressionantes. Algo que também merece ser destacado é a marcante trilha sonora. Tom Hiddleston faz um trabalho mais do que digno como Loki que passa por uma montanha de emoções durante essa série. O final é daqueles que trazem mais perguntas do que respostas que devem ser respondidas na próxima temporada da série e nas futuras produções cinematográficas da Marvel.
Depois de assistir "Doutor Estranho no multiverso da loucura" achei uma obrigação conhecer essa minissérie já que os fatos apresentados nela são catalisadores dos eventos do filme. A minissérie tem alguns momentos enfadonhos, mas com exceção disso funcionou bem para mim. As referências a sitcoms de décadas variadas foram uma atração á parte. Outro bônus foi a introdução de novos personagens do universo Marvel das HQs como Monica Rambeau que promete dar as caras novamente em uma futura produção cinematográfica da Marvel. Com uma boa história, um bom desenvolvimento dos seus personagens e algumas boas sequências de ação essa minissérie para mim não decepcionou apesar de algumas quebras de ritmo que houve nela.
Grande temporada que traz acontecimentos que esperávamos desde o início da série. Norman Bates agora é de fato aquele que conhecemos do cinema e Norma Bates mostra a sua verdadeira face
que protagoniza um romance com Norma em que o casal ganha a nossa torcida apesar de sabermos que o destino de ambos não será ficar juntos.
Emma e Dylan seguem um novo rumo. No terreno das atuações Freddie Higmore e Vera Farmiga entregam performances perfeitas e irrepreensíveis. Enfim, a série finalmente deixou de lado as tramas paralelas que só a enfraqueciam e seguiu o seu verdadeiro rumo. Agora é conferir a temporada final onde vamos encontrar Norman Bates como o vimos na primeira vez no cinema.
Essa terceira temporada para mim foi melhor do que as duas anteriores. Norman Bates que muitas vezes parecia coadjuvante agora passa a ser o destaque. Existe até uma trama envolvendo um grande empresário que ameaça a família Bates, mas essa acaba sendo um pouco esquecida no decorrer da temporada. É nessa temporada que Norman Bates se torna de fato o personagem que conhecemos da obra clássica do cinema com a sua dupla personalidade e o seu caráter imprevisível. No último episódio dela em particular
Norman Bates depois de cometer um assassinato diz a célebre frase "Não, mãe o que você fez?" e depois joga um carro com o corpo da vítima em um lago, duas situações vistas no filme de 1960.
Segunda temporada segue tendo o mesmo bom nível da anterior. Tem falhas como o fato da trama envolvendo os traficantes de drogas muitas vezes eclipsar a história principal. Em contrapartida é nessa temporada que Norman Bates começa de fato a se tornar o serial killer que conhecemos no cinema. Enfim, é uma boa temporada que traz novamente boas atuações do elenco e uma história com grandes reviravoltas e um clima de suspense crescente. Só boas expectativas para a próxima temporada que promete ser melhor do que as duas anteriores.
Essa volta de Dexter em formato de minissérie não teve o bom resultado das oito temporadas da série original, mas eu já esperava por isso já que seria muito difícil repetir o bom desempenho da série. Embora isso não signifique que a minissérie seja ruim. Longe disso. Há menos tensão e suspense do que já vimos antes, mas Dexter ainda se revela o mesmo personagem que já conhecemos e ainda temos o bônus de ver a participação de mais dois membros do elenco da série original. O melhor de tudo é que ao contrário do que vimos na série original essa minissérie nos entregou um final digno e impactante. A história tem um enredo que nos remete um pouco à clássica série "Twin Peaks" e traz algumas boas reviravoltas. Para quem conheceu a série original ela é mais do que obrigatória.
Esse documentário faz uma viagem pela história do cinema de horror começando nos seus primórdios na década de 20 quando se estabeleceu como um gênero cinematográfico até o final da década de 70 quando foi inaugurada a era dos chamados slasher movies que perdura até hoje. Nessa trajetória ele traz sequências de obras clássicas do gênero, sendo algumas icônicas e depoimentos que revelam informações preciosas sobre os bastidores das mesmas. Um trabalho obrigatório não somente para os fãs do cinema de horror, mas também para os cinéfilos em geral.
The Walking Dead (11ª Temporada)
3.5 254 Assista AgoraDepois de algum tempo finalmente conferi a última temporada da série. Acabei de ler também o último volume da série que a inspirou e teve para mim uma conclusão melhor. Essa temporada acabou até sendo melhor do que eu esperava com uma boa dose de adrenalina, suspense, tensão e emoção. Ao contrário da anterior essa tem ação do início ao fim. A série vai deixar saudade. Embora eu vá continuar visitando o seu universo através dos seus spin-offs.
The Walking Dead (10ª Temporada)
3.6 291 Assista AgoraTemporada fraca da série. Até que vai bem nos primeiros episódios dela. Só que depois vai perdendo o fôlego. Alguns episódios parecem não ter nada a dizer e só atrasam o andamento da série. O final foi o menos impactante da série até agora. Alguns personagens se despediram da série. Poucos realmente importantes. Achei que o foco em Daryl e Carol foi exagerado. Principalmente a última que parecia onipresente em quase todos os episódios. Apesar dos tropeços a temporada me entreteve o suficiente para querer ver a próxima que foi a última da série.
The Walking Dead (9ª Temporada)
3.7 381 Assista AgoraDepois de duas temporadas em que a série caiu de nível ela voltou a seguir o rumo original trazendo um ritmo dinâmico que havia caído muito nas temporadas anteriores. Foi a temporada (pelo menos até aqui onde eu vi a série) em que ela perdeu o maior número de personagens. Alguns de grande importância que tiveram desfechos marcantes. Também trouxe novos personagens que trouxeram novo fôlego à série. Para completar ainda presenciamos a que considero a segunda sequência mais chocante da série que depois de vista é difícil apagar da mente. Foi uma temporada em que todos os personagens tiveram destaque e um particularmente me irritou muito.
Falo do jovem Henry cujas ações irresponsáveis levaram ao massacre de vários personagens incluindo ele próprio. Para finalizar eu achava que a série ia perder fôlego sem Rick Grimes. Só que isso não aconteceu.
Falcão e o Soldado Invernal
3.9 385 Assista AgoraUma boa série apesar de achar que a sua história se desenvolva a passos um pouco lentos por alguns capítulos. Há boas sequências de ação sendo que as mais empolgantes ficaram para o capítulo final. O maior destaque é mesmo a dupla de protagonistas formada por Anthony Mackie e Sebastian Stan que mostram uma boa sintonia em cena.
The Walking Dead (8ª Temporada)
3.4 569 Assista AgoraA cada nova temporada que eu vejo a série cai um pouco de nível. Essa oitava temporada como as anteriores merece ser vista por trazer bons conflitos e algumas boas sequências de ação. Só que falha e muito no ritmo. Tudo demora muito, mas muito mesmo para acontecer. Para piorar as idas e voltas no tempo em certo momento começam a irritar pela frequência que ocorrem. Depois de vários capítulos onde a história se arrasta a temporada acabou trazendo uma conclusão onde tudo se resolveu rápido demais na minha opinião.
Para mim pelo menos ela teve o bônus da saída de Chandler Riggs da série que para mim sempre foi péssimo ator e nem nas suas cenas finais conseguiu transmitir a emoção necessária. O fim do patético núcleo do lixão também foi outro bônus. Poderiam ter tirando o Jesus da série que irritou pelo excessivo discurso pacifista.
The Walking Dead (7ª Temporada)
3.6 915 Assista AgoraTemporada mais fraca da série que vi até o momento. Ainda tem mais acertos do que erros. A química entre os protagonistas continua forte. Negan se revela o grande vilão da série, sendo muito bem interpretado por Jeffrey Dean Morgan. No primeiro episódio da temporada ocorre a sequência mais brutal e chocante da série que acho que dificilmente vai ser superada. Só que também faltou mais dinamismo. Nos quadrinhos as situações mostradas na série se resolvem de forma mais rápida. Teve muita enrolação e cenas desnecessárias principalmente no último episódio onde algumas cenas envolvendo os sonhos de uma personagem quebravam o ritmo a todo momento. Quase todos personagens que entraram não decepcionaram. Só coloco como exceção o ridículo povo do lixão que parece ter fugido da franquia Mad Max. Em termos técnicos a série continua não decepcionando e só faço ressalva para os efeitos visuais pouco convincentes na criação da tigresa que acompanha o Rei Ezekiel.
The Walking Dead (6ª Temporada)
4.1 1,3K Assista AgoraMais uma boa temporada da série que eu vejo, mas na minha opinião um nível abaixo das anteriores. Decidi dar um tempo na leitura das HQs que originaram a série faz um tempo porque como no caso dessa temporada muita coisa eu já sabia que ia acontecer e diluiu para mim um pouco o suspense que deveria haver nela. Ainda assim ela não deixou de me entregar grandes momentos de tensão. Só achei o ritmo um pouco irregular já que alterna momentos de muita ação com outros onde pouco ou nada de fato acontece. Não achei uma boa ideia dedicar um episódio inteiro para revelar o passado de um só personagem deixando todo o resto na espera. Pior do que isso só foi a última cena que começa como uma das mais tensas de toda a série até aqui para terminar de forma frustrante. Mesmo aos tropeços a série continua imperdível. Demorei para ver essa temporada, mas agora quero conferir logo a próxima.
Obs: Esqueci de citar que dos personagens mais importantes que foram mortos nessa temporada a maioria não vai fazer falta. Não me lembrava que a Denise morria nos quadrinhos e foi uma surpresa (e até um alívio) vê-la sendo flechada durante aquele discurso chato e interminável que ela fazia. Podiam fazer o mesmo com a adolescente chata Enid na próxima temporada.
Gavião Arqueiro
3.5 332 Assista AgoraEssa minissérie foi bem melhor do que eu esperava. Tem um ótima história, cenas de ação espetaculares e um elenco em muito boa forma. O Gavião Arqueiro apesar de ter o seu nome no título tem tanto destaque como Kate Bishop que faz a sua estreia no MCU. Poderia ter um pouco menos de comédia, mas de um modo geral tudo funciona bem tendo resultado melhor do que boa parte das produções cinematográficas que a Marvel tem lançado nos últimos anos.
Paraíso Maldito
4.0 11De repente me lembrei dessa minissérie que vi na TV décadas atrás e que me provocou grande impacto na época. Não recordava do título, mas bastou procurar no Google sobre a cena da mulher que é atacada por um crocodilo que achei essa informação. Revendo agora vejo que a referida cena ainda impressiona assim como a história, digna de uma telenovela, traz uma boa trama de paixão e vingança. Chegaram a planejar um remake anos atrás, mas o projeto acabou sendo cancelado.
Ms. Marvel
3.1 244 Assista AgoraFiz o caminho contrário e vi o filme "As Marvels" antes dessa série de origem da Ms. Marvel. Já conhecia a heroína dos quadrinhos e em relação a estes fizeram algumas mudanças como a forma como ela manifesta os seus poderes (nas HQs ela é uma espécie de mulher elástica que aumenta e diminui de tamanho). Eu diria até pelo que eu li das HQs gostei mais da heroína na série. A trama é dinâmica e só vai melhorando a cada novo episódio. O fato da protagonista e a sua família serem paquistaneses são uma atração à parte já que a história e as tradições desse povo acabam sendo um interessante diferencial na série. Achei duas atrizes do elenco muito parecidas com duas estrelas do Brasil. Nimra Bucha com Juliana Paes e Mehwish Hayat com Giselle Itiê.
Loki (2ª Temporada)
4.0 219 Assista AgoraSegunda temporada tem o mesmo bom nível da primeira até superando ela por ter um início mais dinâmico. Só me incomodou o fato de Loki demorar um pouco a ser de fato o protagonista, já que no começo ele parece um mero observador de tudo o que acontece à sua volta. Também exageraram um pouco na sua transformação de vilão para um herói que é capaz de sacrificar tudo por aquilo que acredita. Deixando isso de lado tem que se destacar que essa temporada trouxe boas doses de ação e suspense e uma conclusão satisfatória.
Terra de Gigantes (2ª Temporada)
3.9 2 Assista AgoraVi essa segunda e última temporada faz anos, mas esqueci de comentar aqui. Um dos seus últimos episódios lembra um pouco "Lost". Na época a série foi cancelada por seus altos custos. O problema é que não deram um final a ela. Ainda assim não me arrependo de tê-la visto.
Heroes Reborn
3.1 88Depois de tantas críticas negativas que li eu não esperava muito desse retorno da série "Heroes". Achei melhor do que a quarta temporada que achávamos na época que encerraria a série. Faz um bom tempo que vi a série e por isso muita coisa dela fugiu da minha memória. Isso não atrapalhou a experiência de ver essa temporada que na verdade foi feita como minissérie. Até porque faz poucas referências às outras temporadas e não traz de volta muitos dos personagens da série. Essa acaba sendo a principal falha dela. Mesmo com ressalvas eu gostei da história e da forma como foi conduzida. Alguns personagens não foram tão bem explorados como poderiam e outros não fariam falta se não estivessem nela. Entre os novos personagens eu destaco a heroína Miko e a vilã Erica interpretada por Rya Kihlstedt que esqueceram de creditar no elenco aqui no Filmow.
Arqueiro (3ª Temporada)
3.7 561 Assista AgoraGostei dessa temporada tanto como da segunda que para mim foi melhor do que a primeira. Essa terceira temporada teve também as suas falhas. Para mim Oliver Queen (Stephen Amell) não tem nenhuma química com Felicity (Emily Bett Rickards). Não consigo mesmo torcer por um romance entre os dois, em parte por causa das limitações de Amell como ator. Quanto ao roteiro algumas situações ficaram forçadas
(Laurel em pouco tempo virar uma heroína que enfrenta até a Liga dos Assassinos, Ollie salvar o vilão Malcom Merlyn para salvar a "alma" da irmã)
(como Oliver consegue manter o seu grupo de combate ao crime depois de perder a empresa da qual era dono?).
(Katana, Elektron, Flash).
Poeira em Alto Mar
2.3 23 Assista AgoraComo passatempo até que funciona, mas está longe daquilo que Renato Aragão fazia com os outros Trapalhões. Didi já foi bem mais engraçado.
The Walking Dead (5ª Temporada)
4.2 1,4K Assista AgoraUm dos trunfos dessa quinta temporada foi o fato de ter sido ambientada em vários ambientes com personagens novos que surgiam e desapareciam ao longo dela. Já é tradição na série vermos personagens queridos partirem, mas nessa temporada houve uma sucessão quase ininterrupta de despedida de alguns deles que me provocaram grande comoção. Uma delas em que um personagem é morto quando é encurralado por uma horda de zumbis me impressionou muito pelo grau de violência. Vez ou outra o ritmo ameaçou cair com alguns diálogos e situações que pareciam repetitivos, mas de um modo geral a temporada manteve o mesmo excelente nível das anteriores. Do elenco é difícil destacar alguém. Ainda acho Andrew Lincoln um ator um pouco limitado. Nunca entendi o fato dele sussurrar em todas as falas como se tivesse imitando Don Vito Corleone. Dos personagens novos eu destaco o Padre Gabriel que para mim chegou a um nível de vilania que se compara à do Governador.
Fiquei sem entender como a Maggie ouviu o padre questionando o caráter do seu grupo e depois não tomou nenhuma atitude mesmo sabendo que o padre havia deixado morrer várias pessoas na porta da sua igreja.
Bates Motel (5ª Temporada)
4.4 759Depois de quatro boas temporadas a minha frustração foi grande com essa temporada final. A principal delas foi que eu esperava ver a versão de momentos icônicos do filme de Hitchcock, o que não ocorreu.
Sei que o empoderamento feminino é um tema válido e importante, mas ele por vezes é tratado de forma forçada como foi no caso dessa série. Marion Crane vivida de forma apática por Rihanna não é mais vítima de Norman e quem assume esse papel agora é Sam Loomis, cuja cena do chuveiro achei mais parecida com uma paródia, o que para mim diluiu o suspense que deveria haver nela. Uma das regras sagradas tanto do filme como da série é que Norman não cometia crimes e sim a personalidade de Norma que se apoderava dele, algo que a série não respeitou. Nessa temporada também me incomodou a quantidade de vezes que Vera Farmiga assumia o lugar de Freddie Higmore em cena, mais do que o necessário, algo que nos privou de ver Freddie interpretando a “mãe”. Quanto aos outros personagens queria também ter visto o que aconteceu com o psiquiatra de Norman, acho que Chick ficou meio sem função na história e fiquei espantado de como Dylan conseguiu ser tão imbecil e inconsequente até o final indo sem avisar a polícia se encontrar com o irmão psicopata que tentou lhe matar duas vezes. Apesar de tudo isso essa temporada me proporcionou alguns bons momentos com Norman enfrentando a “mãe” que sempre tentava dominá-lo e com a comovente sequência de Norman revivendo os momentos do primeiro episódio da série.
Loki (1ª Temporada)
4.0 496 Assista AgoraAchei os dois primeiros episódios da série bem desanimadores. Quase tudo se passa em um só ambiente e os diálogos intermináveis deixam o ritmo tedioso. A presença de Owen Wilson também não ajuda já que ele para mim é mais talhado para papeis cômicos e não convence muito em outro gênero que não esse. Do terceiro episódio em diante é que a série ganha fôlego trazendo uma reviravolta atrás da outra e até grandes momentos de ação com efeitos visuais impressionantes. Algo que também merece ser destacado é a marcante trilha sonora. Tom Hiddleston faz um trabalho mais do que digno como Loki que passa por uma montanha de emoções durante essa série. O final é daqueles que trazem mais perguntas do que respostas que devem ser respondidas na próxima temporada da série e nas futuras produções cinematográficas da Marvel.
WandaVision
4.2 857 Assista AgoraDepois de assistir "Doutor Estranho no multiverso da loucura" achei uma obrigação conhecer essa minissérie já que os fatos apresentados nela são catalisadores dos eventos do filme. A minissérie tem alguns momentos enfadonhos, mas com exceção disso funcionou bem para mim. As referências a sitcoms de décadas variadas foram uma atração á parte. Outro bônus foi a introdução de novos personagens do universo Marvel das HQs como Monica Rambeau que promete dar as caras novamente em uma futura produção cinematográfica da Marvel. Com uma boa história, um bom desenvolvimento dos seus personagens e algumas boas sequências de ação essa minissérie para mim não decepcionou apesar de algumas quebras de ritmo que houve nela.
Bates Motel (4ª Temporada)
4.4 724Grande temporada que traz acontecimentos que esperávamos desde o início da série. Norman Bates agora é de fato aquele que conhecemos do cinema e Norma Bates mostra a sua verdadeira face
(não tão opressora e longe de ser aquela mulher má que Norman vê nos seus delírios e que o leva a cometer assassinatos ao encarná-la)
que protagoniza um romance com Norma em que o casal ganha a nossa torcida apesar de sabermos que o destino de ambos não será ficar juntos.
Bates Motel (3ª Temporada)
4.3 608Essa terceira temporada para mim foi melhor do que as duas anteriores. Norman Bates que muitas vezes parecia coadjuvante agora passa a ser o destaque. Existe até uma trama envolvendo um grande empresário que ameaça a família Bates, mas essa acaba
sendo um pouco esquecida no decorrer da temporada. É nessa temporada que Norman Bates se torna de fato o personagem que conhecemos da obra clássica do cinema com a sua dupla personalidade e o seu caráter imprevisível. No último episódio dela em particular
Norman Bates depois de cometer um assassinato diz a célebre frase "Não, mãe o que você fez?" e depois joga um carro com o corpo da vítima em um lago, duas situações vistas no filme de 1960.
Bates Motel (2ª Temporada)
4.2 648Segunda temporada segue tendo o mesmo bom nível da anterior. Tem falhas como o fato da trama envolvendo os traficantes de drogas muitas vezes eclipsar a história principal. Em contrapartida é nessa temporada que Norman Bates começa de fato a se tornar o serial killer que conhecemos no cinema. Enfim, é uma boa temporada que traz novamente boas atuações do elenco e uma história com grandes reviravoltas e um clima de suspense crescente. Só boas expectativas para a próxima temporada que promete ser melhor do que as duas anteriores.
Dexter: Sangue Novo
3.7 418 Assista AgoraEssa volta de Dexter em formato de minissérie não teve o bom resultado das oito temporadas da série original, mas eu já esperava por isso já que seria muito difícil repetir o bom desempenho da série. Embora isso não signifique que a minissérie seja ruim. Longe disso. Há menos tensão e suspense do que já vimos antes, mas Dexter ainda se revela o mesmo personagem que já conhecemos e ainda temos o bônus de ver a participação de mais dois membros do elenco da série original. O melhor de tudo é que ao contrário do que vimos na série original essa minissérie nos entregou um final digno e impactante. A história tem um enredo que nos remete um pouco à clássica série "Twin Peaks" e traz algumas boas reviravoltas. Para quem conheceu a série original ela é mais do que obrigatória.
Uma História do Horror
4.2 6Esse documentário faz uma viagem pela história do cinema de horror começando nos seus primórdios na década de 20 quando se estabeleceu como um gênero cinematográfico até o final da década de 70 quando foi inaugurada a era dos chamados slasher movies que perdura até hoje. Nessa trajetória ele traz sequências de obras clássicas do gênero, sendo algumas icônicas e depoimentos que revelam informações preciosas sobre os bastidores das mesmas. Um trabalho obrigatório não somente para os fãs do cinema de horror, mas também para os cinéfilos em geral.