É um filme bem diferente por ser todo pelo ponto do vista do cãozinho Indy — que é, simplesmente, um dos cachorros mais lindos que já vi na vida. Estou apaixonada! ❤️
A premissa, como todos já disseram, é bem mais interessante do que a execução. Me deu uma vibe "Babadook", ao usar um monstro (mais ou menos) físico para falar de uma dor real. A trama é confusa e bagunçada, muitas coisas ficaram inexplicadas, e o terror é bem repetitivo.
Bom Menino tem seus momentos, que me deixaram angustiada pelo Indy, mas o geral é fraquinho. Se não fosse o cão protagonista, seria uma obra pouco marcante e muito cansativa.
Foi menos divertido do que eu imaginava, infelizmente.
O Predador (1987) funciona — na maior parte do tempo — nas cenas de ação, assim como no quesito suspense, mantendo a identidade do predador velada até os minutos finais da obra. Se eu não o conhecesse, ficaria surpresa com o visual, que é puro efeito prático, com a cabeça animatrônica. O Predador (alien) em si é imponente e marcante, funcionando bem até hoje.
Entretanto, como já comentaram, tem mais ação do que história. Se fosse apenas isso, não seria um problema. Porém, a trama é bastante rasa, os personagens não são envolventes e o protagonista (interpretado pelo meu ator favorito de filmes brucutu) é tragicamente apagado. As mortes são um tanto rápidas, e temos um dos clichês mais bundas do cinema:
o vilão que mata todos no primeiro hit, mas, quando chega ao protagonista, só brinca de jogá-lo de um lado para o outro. Enquanto um teve seu braço decepado após um tiro, Dutch ganhou apenas um ínfimo arranhão.
Eu não sei vocês, mas acho esse recurso bem broxante.
Eu estava pronta para me divertir muito, porém, o resultado não foi muito positivo. Não é ruim, mas há melhores, tanto no quesito ação quanto no quesito lutas contra aliens. Ainda assim, vale a assistida.
P.S.: Eu não sei de onde o Dutch tirou que o alien não atacava a mulher por estar desarmada. Quando ele também estava, o Predador não se fez de rogado.
Foi tão ridículo quanto eu imaginava. Não foi pior por, felizmente, não termos protagonistas adolescentes.
A premissa é boba. O povo se forçando a fazer um sorriso assustador me trouxe mais risos do que apreensão ou amedrontamento. O ritmo é devagar, quase parando, e o roteiro não é nada original. Só teve um jump scare que funcionou comigo, mas o restante do filme foi porcamente previsível. Exemplo: as alucinações são bem óbvias, portanto, não impacta quando temos a “revelação”.
A protagonista é péssima. Aliás, não tem ninguém muito exemplar aqui. Todos choram sem lágrimas, e a reação de todo mundo ao ver uma pessoa se matando diante delas é encarar como se fosse um filme, um como se nada tivesse acontecido.
Não foi um filme bom nem memorável. Assista apenas se não tiver nada (nada mesmo) melhor para ver.
P.S.: A verdadeira face do monstrengo e como ele funciona foram interessantes. P.S. II:
Não foi o que eu esperava. E a culpa não é minha, pois todos haviam exclamado o quão genial e divertido ele seria. Uma crítica esplêndida com um tom ácido e muito humor negro. Afinal, todos assistimos ao mesmo filme?
Os maiores méritos estão nas atuações e na direção belíssima e inventiva. Por outro lado, a edição é excessivamente confusa na maior parte do filme e o roteiro é tacanho.
A premissa dá a entender que o filme irá por um caminho, mas o longa fica perdido e nunca sabe direito o que quer ser. O início é corrido ao introduzir os personagens, mas, ao mesmo tempo, parece arrastado. E o desenrolar é bem vagaroso. Há muitas coisas irrelevantes que ganham destaque e são esquecidos logo em seguida, como a questão do baile — com o chefe a fim da esposa do protagonista — e o lance com os celulares. Para que aquela bobagem toda?
Realmente não me compadeci com a situação do protagonista e me espanta alguém “entender” sua situação. Sei que a suposta graça está no absurdo da coisa, todavia, só soou estapafúrdio e desproporcional o comportamento do delinquente. É uma merda ser demitido e é desesperador sentir que está perdendo tudo, mas sua atitude extrema me convenceria mais na prática se fosse — de fato — uma comédia. Se levando tão a sério, só o achei um babaca.
Ainda assim, o mais importante de tudo foi que não gostei. Não me envolveu, não me divertiu, me entediou brutalmente e me fez terminar com o sentimento de: “é só isso?”. Essa é a grande crítica ao malvado capitalismo? Esse é um daqueles amado pelos críticos e detestado pela minha pessoa.
O mais ridículo é esse cara ter se safado de tudo, mesmo sendo um completo idiota...
P.S. 2: "No Other Choice", se eu fosse resumir, seria uma espécie de "As Loucuras de Dick e Jane", só que chato, sem graça e mais extremo — e metido a inteligente.
Amei! É um típico filme do Sam Raimi, com uma ótima direção, um desenvolvimento que não dá tempo para o tédio, excelentes atuações e uma trama surpreendente.
Assisti apenas por adorar boa parte dos trabalhos do diretor e por saber que a Rachel McAdams não faz filme ruim. Eu não fazia ideia da sinopse, nem do gênero — eu achava que seria terror, tipo "Arrasta-me Para o Inferno", mas o início constrangedor me fez descartar essa possibilidade.
Que grata surpresa foi o desenrolar dessa história! Teve muita nojeira (que me fez cobrir os olhos para não vomitar), um jump scare que funcionou comigo (coisa rara) e uma premissa meio
de um lado, tínhamos o chefe babaca e arrogante, que só estava na liderança por ser filhinho do dono da empresa; do outro, uma funcionária estranha e vergonha alheia, mas muito competente, capacitada e igualmente lunática.
Cada um tinha pontos válidos para merecer minha torcida... mas, no fim, torci pela briga.
Fazia tempo que eu não me divertia tanto com um filme, e este ano tem me trazido muito entretenimento com "Obsessão" e, agora, "Socorro!". Eu realmente não entendo a nota tão baixa. Recomendo de olhos fechados para quem gosta de filmes que não se levam nem um pouco a sério.
Superior ao Shrek Terceiro, mas ainda deixa um gostinho amargo de "podia ser melhor".
Shrek Para Sempre mostra o que acontece após o famigerado "felizes para sempre". A moral da história aqui é saber valorizar o que se tem e, para isso, Shrek faz um acordo com o golpista Rumplestiltskin para ter um dia em que volte à vida que tinha antes de Fiona — inclusive, que maldade com ela (de novo).
Entramos, assim, em um universo alternativo, com nossos amados personagens sendo apenas cascas do que um dia foram. Fiona é uma linda guerreira que não acredita no amor ou em contos de fadas; o Burro está um pouco menos inocente, mas ainda muito tagarela; o Gato não usa mais botas e abandonou a vida bandida — sem nenhuma explicação, ainda mais em um mundo tão cheio de violência e perigo quanto aquele. Sozinho, Shrek deve encontrar Fiona para consertar a besteira que destruiu a vida dele e a de tantos outros.
Como o filme se passa no intervalo de 24 horas, toda a situação de Shrek é apressada e forçada. A execução é preguiçosa, e a forma como Shrek tenta reverter as coisas é boba e, obviamente, ineficaz. Mais uma vez, Shrek se mostra alguém um tanto egoísta, machucando Fiona no processo para, depois, aprender a valorizar a esposa e a vida que eles têm juntos. A fórmula repetitiva deixa claro que não há mais nada a ser contado, já que obriga o personagem a desaprender o que ele já havia aprendido nos filmes passados.
Essa franquia, que um dia riu na cara dos clichês, vira um enorme clichê ambulante. Não espere o humor afiado nem personalidades marcantes. Não espere músicas memoráveis — que morreram no filme passado. Shrek Para Sempre não é ruim, mas está longe de ser especial.
Entre os filmes lançados até o momento, é o mais fraco da franquia. Shrek Terceiro não chega a ser horrível para ser odiado, nem incrível para ser memorável. Ele só... existe.
Shrek retorna com um novo dilema que poderia render uma ótima trama, como as anteriores: o medo da paternidade. Como ogro, ele teme não ser um bom pai — assim como seu pai não foi — e teme que seus filhos venham a sofrer o mesmo preconceito que ele tanto sofreu durante anos. É mais um filme sobre quebrar estereótipos e expectativas, só que com uma roupagem levemente diferente.
Além de não se sentir à vontade com a ideia de ser pai, Shrek não quer ser o novo rei de Tão Tão Distante. Diante disso, ele vai atrás do próximo herdeiro ao trono: Artie, um primo distante de Fiona. Artie é como o restante do filme: só está lá. Ele não é um personagem divertido ou marcante. Ele é bem chatinho, inclusive — e não apenas por ser um adolescente. Arthur, assim como Shrek, é uma distorção de estereótipos. Ele não tem qualquer característica esperada em um rei, como imponência ou coragem. Entretanto, seu desenvolvimento só vai até a página dois. Não sabemos muito sobre quem ele é, e o filme não faz questão de nos mostrar.
Mesmo com todos os quatro filmes tendo durações semelhantes, Shrek Terceiro parece muito mais corrido e vazio do que os anteriores. Shrek e Shrek 2 tinham muito mais a ser contado e explorado sobre esse universo. Tudo parecia uma novidade. Aqui, a novidade não existe, nem em relação ao universo nem aos dilemas. A trilha sonora não é algo a ser lembrado, o longa inteiro parece um pouco escuro e sem vida, e o humor é fraquíssimo. Dá para contar nos dedos de uma única mão os momentos em que ri. Encantado, como vilão, não tem uma motivação muito boa ou interessante. Seus atos de vilania não nos causam qualquer sentimento de urgência ou temor pelos protagonistas. É um personagem porcamente requentado.
Shrek Terceiro é o típico filme que surfa na onda do sucesso acachapante dos seus antecessores: mais do mesmo, sem metade da magia que o tornou um clássico.
Olha, é um filme bem claustrofóbico e angustiante em vários momentos. Histórias envolvendo idiotas se enfiando em cavernas — tanto na ficção quanto na vida real — sempre me deixam bem apreensiva. Então, nesse sentido, o filme me prendeu e me surpreendeu.
Porém, como eu havia visto diversos comentários o considerando "um dos melhores filmes de terror dos últimos anos", minha expectativa estava um pouco alta — e não foi superada.
Uma das coisas que me incomodou é que a trama sobre se enfiarem em locais apertados não durou muito e logo foi trocada por outro problema: os monstrengos nas profundezas da escuridão. A mudança foi muito rápida e acabou com o suspense e os momentos claustrofóbicos. Outro ponto foram as cenas de luta muito picotadas. Mal dava para entender algumas situações de tanto corte.
O final foi legal — até eu saber que o segundo filme é uma continuação direta.
Sarah deixa a amiga traíra para trás e foge direto para a luz. Claramente aquilo seria uma alucinação dela, mas gostei de o filme ainda nos deixar sentir o gostinho doce da esperança. Infelizmente, não existe um "talvez" sobre ela ter sobrevivido ou não, já que o segundo filme é sobre Sarah retornando à caverna após contar à polícia sobre o ocorrido.
Ainda que ele não tenha superado minhas expectativas, foi um filme que não me arrependi de assistir. Se você curte filmes com um certo gore (mesmo que não seja tão explícito quanto poderia ser), recomendo. Se só gosta de suspenses pretenciosos, não veja.
P.S.: Enquanto esse filme se iniciava e se desenrolava, eu vi uma boa parte do plot de "A Queda" aqui. Alguém "se inspirou" demais nesse filme... Até o título lembra: A Queda e A Descida.
Embora não seja fã de filmes de monstros, a obra me surpreendeu positivamente. É um ótimo filme, focado em mostrar o lado desolador da guerra e a união de um povo fragilizado e sem esperanças, mas determinado a salvar suas famílias e as próximas gerações
O Godzilla é imponente em todas as suas aparições, mesmo sendo um pouco travado. O CGI é excelente, não incomodando em nada. O grandalhão causa caos por onde passa e seu maior ataque é devastador — lembra mesmo uma bomba respirando antes de explodir.
A história dos humanos não foi chata como a do Godzilla de 2014. Gostei dos personagens e me importei com suas trajetórias, mesmo que elas não fossem muito exploradas — o pouco que nos é entregue é o suficiente. O longa não se prolonga os apresentando nem demora para mostrar o estrago que o God faz.
Quem busca uma boa trama de ação, aventura e um pouco de drama, vale a conferida.
Barbie: Life in the Dreamhouse é bem curtinho e não tem uma trama muito desenvolvida, mas é divertido e vem com boas sacadas, como fazer piada com o fato de a Barbie ter tido tantos empregos e sobre ninguém saber sua idade.
Dá para arrancar umas boas risadas.
P.S.: O aniversário da primeira vez que o Ken pegou na mão da Barbie era de 49 anos ou 49 meses? Os dois estão muito conservados para a primeira opção 🤭
P.S. II: O povo (inexplicavelmente) ficou louco com a Margot Robbie de Barbie saindo da cama nas pontas dos pés, mas a ideia veio daqui. Tanto escândalo para algo que não foi original 🙄
Nossa, que filme ruim! A única estrela vai para o Willem Dafoe, que está mais louco que o Batman — pelo menos visualmente — e para o mano que perdeu seu carro no filme passado e retorna para se ferrar ainda mais aqui (coitado, mas eu ri).
Nem a talentosa Sandra Bullock salva esse roteiro indigesto e o casal de pamonhas. Keanu Reeves pulou do barco, e quem ficou em seu lugar foi uma âncora (que afundou o navio de vez) com menos carisma que a porta do Titanic.
Alex é o pior protagonista de ação que eu já vi. Ele muito mais atrapalha do que ajuda, e a Annie precisa salvá-lo — e salvar todos que ele colocou em perigo — mais de uma vez.
Willem é um vilão genérico, com um plano que não faz qualquer sentido lógico ou prático. Exemplo: Por que cacete você contaria seu plano de vingança para o capitão que nada tem a ver com seus problemas e que você mataria em seguida!? Por que matá-lo, aliás!? E por que o capitão só não correu!???
Outro exemplo, é quando ele dá um prazo para o navio ser evacuado e, logo depois, decide que matará todos que restaram, mas então resolve que fará uma refém e etc., etc.
São várias incongruências.
O filme é longo e muito maçante. Diferente do anterior, não conseguimos sentir a urgência da situação. Não tememos pela morte de ninguém — e só uma pessoa morreu — nem nos empolgamos com as cenas quase ininterruptas (e entediantes) de ação. Ao mesmo tempo que o filme, teoricamente, não parava, tudo parecia mais do mesmo. Um looping de parar o navio, desacelerar o navio e, para variar, virar o navio.
Os personagens são burros, surdos e cegos. Como ninguém vê um navio cruzeiro de milhares de toneladas vindo em alta velocidade para cima de você até ser tarde demais? Ou ouve um navio destruindo uma cidade? É um nível de estupidez que beira o ofensivo.
Veredito: todos estavam certos. Esse filme é um lixo. Mereceu o Framboesa de Ouro.
Uau... Fazia tempo que eu não via um título que casasse tão bem com uma obra. Definitivamente, foi um drama. Um dramalhão de quinta, mas um drama.
A única razão para que eu buscasse um filme atuado por esses dois atores — que não suporto mais ver a cara — foi o fato de alguém na internet ter dito que o tal segredo da Emma seria absurdo, chocante. Eu esperei, minimamente ansiosa, até chegar ao momento da revelação e... Diante do que foi dito entre aqueles quatro, sério que o segredo da Emma foi o mais impactante?
A desgraçada da Rachel assumiu quase ter matado uma criança com deficiência mental, sem um pingo de remorso. Não restaram dúvidas de que ela não teria contado onde o menino estava, pois estava mais preocupada em não ser pega. E Rachel ainda se achou no direito de apontar o dedo na cara da Emma? De tratá-la como se ela tivesse lesionado sua prima pessoalmente?
Todo o filme gira em torno desse “enorme” e “repulsivo” segredo. A reação de todos ao fato é irreal, extremamente exagerada e hipócrita: chamar a polícia? Chamá-la de psicopata!?
Emma era uma adolescente que se sentia deslocada e excluída. Todos sabemos que, na adolescência, somos mais vulneráveis e influenciáveis, além de buscarmos aprovação constantemente. Ainda, por menor que tenha sido seu problema na época, tudo se intensifica no caso de uma depressão. Isso justifica um massacre escolar? Não. Contudo, justifica ela pensar em ter feito algo do tipo? Sim. Ela era tão psicopata que, ao ver o estrago feito pela morte de um único aluno, Emma desabou em lágrimas cheias de empatia e culpa. Depois, resolveu (de forma um tanto hipócrita) defender o desarmamento da população. Talvez tenha feito apenas para se sentir pertencente a um grupo, mas, independentemente da justificativa para sua mudança, o isolamento foi o que a fez pensar em mortes e vingança. Não uma psicopatia. Ela não é um monstro (exceto se ela matou aquele cachorro!).
Emma deixou bem claro que isso era uma parte muito pequena de quem um dia foi. Ademais, quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra.
O Drama não é um longa divertido. Eu até havia me esquecido de que ele é classificado como “comédia”. Parece mais um apedrejamento social e psicológico contra uma pessoa que cometeu o crime de pensar algo reprovável — e, felizmente, pensar ainda não é crime. Os personagens parecem saídos das redes sociais, onde todos são perfeitos juízes de valor, com scripts rasos na ponta da língua (ou dos dedos). É impossível simpatizar com alguém além da Emma, e isso atrapalha muito, já que o filme inteiro é sob a ótica do imbecil do seu noivo.
Foi muito bom a Emma saber da traição dele, mas, por que ela tentaria recomeçar? Ele claramente não a ama e não aceita seu passado. Isso infectou a relação, e ele não merece perdão.
Sobre o casamento, a cena que eu mais aguardava foi água e óleo: mal mostrou direito a surra no Charlie, e ela nem durou 🤧
Resumo: Se fôssemos presos pelo que pensamos em fazer, não sobraria ninguém fora da cadeia. Paz! ✌️
Filme muito divertido, com uma premissa semelhante à de Ruby Sparks (inclusive, ótimo filme), só que levada para o lado do terror.
Atuações excelentes, direção impecável, um roteiro amarradinho e uma trilha sonora exemplar. O longa não demora para chegar ao cerne da trama, e as coisas vão escalonando de uma forma catastroficamente envolvente e alucinante.
Não sei se o consideraria "o melhor filme do ano", como o Rafa Camargo, mas o classifico como um dos melhores filmes de terror lançados nos últimos anos, sem dúvida.
Nessa brincadeira, além de destruir a vida da Nikki, Bear destruiu a vida de mais três pessoas — contando com a dele. E se as coisas não tivessem enloquecido tanto, ele não teria remorso nenhum disso. Tudo porque ele preferia ver a Nikki sofrendo do que aceitar que ela não o queria. O famoso "nice guy"... Parabéns viu, seu cocô! 💩
Assisti por gostar dos trabalhos do Seth Rogen, mas não esperava absolutamente nada. Foi uma surpresa incrível!
Primeiro, os episódios têm mais ou menos 30 minutos, e isso é fantástico para quem não está a fim de assistir a episódios de 1 hora. Dá para ver um durante uma pausa para comer. Segundo, é uma série que trata, de maneira muito descontraída, de diversos assuntos que envolvem a vida adulta e as crises da meia-idade.
Seth Rogen tem o dom de criar uma química incrível com qualquer mulher com quem atua e, aqui, atuando mais uma vez com a Rose Byrne (que foi sua esposa no filme "Vizinhos"), não foi diferente. Seu personagem, entretanto, me despertou emoções tanto positivas quanto negativas. Ele é um homem na casa dos 40 anos que tenta agir como um jovem hipster, mas é apenas um homem extremamente imaturo e, de vez em quando, bem egoísta. Além disso, ainda se faz de coitado após o divórcio, sendo que foi ele quem traiu a esposa...
A relação de amizade entre Will e Sylvia é muito autêntica e transmite muita verdade, apesar de também ter algumas red flags. Eles se apoiam (na maior parte do tempo), ajudam um ao outro a passar por momentos complicados em suas vidas privadas e incentivam um ao outro a tomar decisões difíceis. Sem questionamentos: apenas vão e fazem — e isso é muito legal. No geral, eles parecem pessoas reais, com problemas facilmente reconhecíveis e identificáveis. São falhos e cheios de incertezas. Ambos. E isso os torna muito interessantes e cativantes.
Meu único problema é a série ficar em um "vai, não vai" em alguns momentos. É um amor realmente puramente platônico? Na maior parte do tempo, o roteiro dá a entender que sim. Mas, às vezes, parece que nem os próprios roteiristas sabem se querem continuar por esse caminho. Eu, sinceramente, prefiro que a trama respeite o nome da série. É bem difícil ver representações reais de amizades entre homens e mulheres, então seria legal se ela não acabasse virando um rolo romântico, como acontece em praticamente todas as outras histórias.
Eu recomendo demais essa série, inclusive para quem não curtiu o primeiro episódio. Ela é curta, então não custa dar uma chance.
P.S. II: O marido da Sylvia é um gato, mas me incomodava o quanto ele parecia um pouco "estranho" (por falta de uma palavra melhor). Dava a impressão de que o ator estava tentando se encaixar em um personagem que não combina muito com ele. Também me incomodava o fato de ele não parecer, de fato, o marido dela: há zero química entre os dois. Depois descobri que o ator é gay... Isso meio que explica a minha estranheza (e me fez deduzir que talvez ele não seja um ator tão bom). Ou talvez o personagem se assuma mais tarde, vai saber!
Filmaço com ação frenética do início ao fim. Não consigo pensar em nada de ruim para falar. Os personagens são interessantes, há diversos momentos angustiantes, há muita mentirada boa e um vilão cheio de desejo de fazer "vilanices". Clássico absoluto muito divertido!
Porra, esse filme é uma desgraça! Para ser podre precisa melhorar muito (e eu estava de ótimo humor, há 11 anos, quando disse que não era tão ruim...)
NENHUMA piada funciona. Tudo é absurdamente fora de tom, não existe timing cômico. Mesmo que houvesse algum diálogo divertido no papel, a direção iria matá-lo na execução. A grande maioria das "piadas" são de péssimo gosto, como uma criança enfiando um objeto no ânus e sarrando na perna de outra pessoa como um cão! Como alguém achou isso de bom gosto?
A dupla feminina principal — uma tentativa frustrada de substituir a Cindy e a Brenda — é terrível, tanto juntas quanto separadas. São sem graça e sem química em tela. Alguns dos bons atores do elenco são destruídos pelo roteiro dantesco, então nem eles conseguem (tentar) salvar essa bomba.
Esse filme cheira a longa barato feito diretamente para o home video, seja pela qualidade da produção ou pelo do próprio pôster de divulgação. Eu nem preciso ver o 6 (que eu nem tenho grandes expectativas) para saber que nenhum filme da franquia jamais chegará perto de ser tão abominável quanto esse.
Tramas envolvendo tubarão não me chamam a atenção, mas os comentários tão extremos — "pra ser ruim tem que melhorar muito" e "melhor que 'Tubarão' do Spielberg" — me despertaram muita curiosidade. Posso dizer após assistir que... a galera força demais para dizer que esse é o melhor filme de tubarão já feito.
A trama é tão rasa quanto o título sugere. Uma trama simples mas bem feita, por muitas vezes, se basta. Não é o caso aqui. É simples demais. É óbvio demais. É conveniente demais.
Nancy passa por uns momentos de certa tensão, mas nada que me fizesse ficar realmente investida. Nada foi impactante ou angustiante — angustia que senti em filmes como "127 Horas" e "A Queda".
Personagens aleatórios são usados como iscas (literais e figurativas) para o filme não ficar tão parado. Porém, as mortes são off-screen e são muito scriptadas. As situações são previsíveis.
Que graça tem ver a Blake Lively fazendo cara de choque enquanto um bêbado safado (que claramente iria roubá-la) está sendo devorado vivo? Quero ver carnificina!
Para um filme de sobrevivência, ele é muito sem graça e limitado. Além de o final ser uma mentirada sem tamanho. E olha que eu sou muito aberta a mentiradas.
O que me fez dar 2 estrelas foi, principalmente, a gaivota (melhor personagem!), o CGI de qualidade do tubarão e as belas paisagens naturais. De resto, recomendo que passem para o próximo.
Não duvido que a Blake tenha dito que não queria que fizessem massagem cardíaca em sua personagem no final. Nenhum latino feio tocando em seu corpinho... Por isso a Nancy se salva sozinha do tubarão e do próprio afogamento.
Assisti diversas vezes na infância e o achava muito bom. Reassistindo, posso dizer que ele tem mais defeitos do que qualidades — mesmo para um filme "Sessão da Tarde".
Seu maior problema é o fato de ser mais raso do que o esperado. As coisas dão certo muito rápido, sem que nos seja mostrado. As crianças chegam horríveis e indisciplinadas, e nunca vemos a evolução das pestes. Só uns lampejos de brincadeiras e cantoria que não melhorariam qualquer criança.
Também não é muito bom em aprofundar o fato de Charlie não ser um pai tão atencioso quanto ele pensava ser. Sua relação com o filho é fofa, mas com a profundidade de um pires. O filho dele (que é uma coisinha muito lindinha!) sofre por não ter amigos, e isso também não é explorado. Do nada, ele está feliz e cheio de amigos.
Não me levem a mal, não é um filme péssimo. É divertido e bonitinho, mas muito aquém do que poderia ter sido. Há ótimos exemplares de obras infantis que divertem e contam sua história de uma maneira mais empenhada do que flashs de acontecimentos aqui e ali, então não é uma reclamação exagerada. E esse não foi um problema só para mim (uma velha chata), mas também para meu filho de 12 anos, que é bem menos exigente do que eu. E não me venham com: "ah, mas é filme de criança..."! Criança ter que ver filmes burros que as deixam mais burras e sem senso crítico? Isso não é desculpa para filmes mal feitos!
Não é o pior filme do Eddie Murphy, nem o de longe é um filme ruim. É uma obra que recomendo para ver, pelo menos uma vez na vida. Porém, foi bem menos engraçado e memorável do que eu pensava.
P.S.: Meu filho disse que não fazia sentido a escola falir por causa da Creche do Papai, e eu concordo. Jamais eu deixaria meu filho nas mãos de três patetas, se eu pudesse colocá-lo em uma escola de ponta, com aulas de karatê, música clássica e cinco idiomas (!). Mas tudo bem... é ficção.
P.S. 2: A Anjelica Huston está muito mal aproveitada.
P.S. 3: Os caras simplesmente levaram todas as crianças embora da escola, sem avisar aos pais? E como eles souberam onde as crianças estavam para poder buscar? As crianças gostavam da Creche, mas e se os pais não quisessem que os moleques saíssem da escola?
Não é um filme ruim, mas ele também não inova. Há mais ângulos e câmeras, além de mais personagens, mas o primeiro ainda acaba sendo superior.
O objetivo dessa continuação é expandir a mitologia do primeiro e tentar elucidar a origem do tal demônio. É aqui que o caldo começa a entornar, pois pode haver novos elementos que futuramente mais vão confundir do que explicar. Por exemplo:
o demônio foi atrás apenas dessas irmãs ou as outras mulheres da família também foram perseguidas? Se elas foram as primeiras, não faria nenhum sentido, já que o demônio deseja sacrificar o 1° homem a nascer na família. Não teria razão de atormentá-las.
A explicação para Kate e Micah serem atormentados é boa. Mas, de resto, não supera o antecessor. Principalmente no quesito personagens, que aqui são bem menos carismáticos e interessantes. A adolescente é muito chata — e não sei se a culpa é da dublagem ou do fato de ela raramente calar a boca quando está em cena. O pai é um completo babaca, e a irmã da Kate é meh. A cachorrinha é a melhor coisa, sem dúvida.
Como não me lembro dos próximos filmes, tudo acaba sendo uma novidade, então espero que meu questionamento tenha uma explicação. Só sei que após o 3° essa franquia vira uma bomba.
Reassisisti recentemente, acompanhada por alguém que não conhecia a história, e a experiência foi divertida para ambos.
O filme tem um ritmo lento, mas progressivamente o clima de tensão vai se instaurando.
Os personagens são carismáticos e passam veracidade. A trama é amarradinha — no sentido de ser possível assisti-lo isoladamente sem ficar confuso — e a direção não passa muito tempo enchendo linguiça.
Quando vi pela primeira vez era novinha, então fiquei impactada com o final — confesso. Hoje acho bem bobinho
a Kate possuída indo em direção à câmera. Mas o suspense que precede o aremesso de Micah é interessante.
Sem dúvidas, é um terrorzinho gostoso que não envelheceu mal. 🤌
Não se preocupe se você não for fã de A Bruxa de Blair (como eu) — você ainda pode acabar gostando, pois, apesar de tudo, tem mais história e mais suspense aqui do que lá.
Diante do início clichê e das atuações tenebrosamente pouco convincentes, A Queda acabou sendo um filme melhor do que eu esperava.
Não consegui sentir tanta tensão exatamente por não conseguir gostar da atuação das protagonistas — principalmente da morena. Ela é horrível. Além disso, elas são aquele tipo de personagem burro que você torce logo para morrer. Quem gosta de youtuber que faz coisas perigosas e completamente estúpidas por views? Eu já odeio os idiotas reais que se penduram com uma só mão em prédios altos por likes. Imagine ver isso em um filme...
Apesar de tudo, a trama é envolvente e, no que falta de convencimento nas atuações, sobra na direção e no CGI. Realmente bate um medinho e agonia de vê-las tão no alto. Se você não questionar muito, pode se divertir. Bom filme-pipoca! 🍿
Reassisti após anos, sem recordar de muito sobre as situações da história, e me diverti e fiquei revoltada tanto quanto na primeira vez. Não é um filme que envelheceu mal. O humor é ótimo, o estresse que a velha causa é de arrancar os cabelos, a direção tem um bom timing cômico e o elenco está afiado. Sem dúvidas, uma comédia totalmente excelente.
Definitivamente, não foi uma série ruim. Entretanto, poderia ter sido melhor. O início é bem mais divertido que os episódios finais.
A princípio achei o Gyeon-U um babacão ingrato. Porém, com o decorrer da trama e conhecendo sua triste história, consegui compreender suas motivações e o que o fizeram ser tão amargurado. Eu seria bem pior se estivesse em seu lugar.
A maioria dos personagens são divertidos e carismáticos. Não há nenhuma atuação aquém. Achei a química entre o trio principal muito boa, inclusive com a adição do "espírito maligno" (que não tem nada de maligno).
Esse é um personagem que foi colocado na trama como um vilão terrível, mas que se mostrou apenas um garoto solitário que queria viver e ser amado. Fiquei triste pelo Gyeon-U ser possuído quando finalmente iria se livrar de sua maldição, mas era inegável o carisma e a química que ele tinha com a Seong-A. Ele foi divertido e trouxe uma luz nova ao personagem. Acho que ele foi muito bem encarnado tanto pelo ator quanto pelo dublador (dava pra saber quem era quem só pelo tom de voz, mesmo quando o espírito fingiu ser o Bae Gyeon-U).
Além do "espírito", gostei muito do Ji-ho. Inclusive, sempre o achei bem mais bonito que o par romântico da Fada. Ele é divertido, leal e um perfeito companheiro.
O fim dele é o mesmo de vários bons personagens que amam a protagonista, mas que não tem nenhuma chance: eles sofrem pelo amor delas, mesmo sabendo que o coração delas é de outro, e terminam sozinhos e ainda apaixonados. Nossa, como eu odeio esse final! Uma pessoa incrível como ele merecia alguém legal com ele. Não ficar segurando vela pra menina que ele gosta.
Os últimos capítulos perdem muito o ritmo e vão atolando até um desfecho xoxo. Não entendi todo o apresso com a xamã do mal, sendo que ela foi uma pessoa horrível do início ao fim.
Mesmo após todo o mal que ela causou, as pessoas permaneciam se sacrificando por ela. Não importa a pessoa que ela foi um dia. Não importa que ela seja uma mãe de luto. Isso não justifica em nada ela sair em pune de todas as suas atrocidades. Sim, ela sofreu ao saber que estava fazendo o próprio filho sofrer todo aquele tempo. Porém, isso não a impediu de ainda querer fazer mais mal. Foi ela quem fez o Gyeon-U ter ódio de xamãs. Ela não merecia o fim que teve.
Outras pontas ficaram largadas no caminho, como a família do Gyeon-U e até como ele se bancava sozinho, já que a avó gastou tudo tentando ajudá-lo. Como disse, não foi terrível e não acho que o final foi estragado. Foi muito divertido e foi um ótimo entretenimento. Só poderia ser melhor. Ainda assim, vale a pena.
Bom Menino
2.9 177 Assista AgoraÉ um filme bem diferente por ser todo pelo ponto do vista do cãozinho Indy — que é, simplesmente, um dos cachorros mais lindos que já vi na vida. Estou apaixonada! ❤️
A premissa, como todos já disseram, é bem mais interessante do que a execução. Me deu uma vibe "Babadook", ao usar um monstro (mais ou menos) físico para falar de uma dor real. A trama é confusa e bagunçada, muitas coisas ficaram inexplicadas, e o terror é bem repetitivo.
Bom Menino tem seus momentos, que me deixaram angustiada pelo Indy, mas o geral é fraquinho. Se não fosse o cão protagonista, seria uma obra pouco marcante e muito cansativa.
P.S.:
Se o totó morresse, seria um belo zero, e eu me tornaria a maior hater desse filme.
Ainda bem que ele se libertou. O dono dele era um mala mesmo.
Carrie: A Estranha
11A cada nova adaptação a Carrie fica menos estranha...
O Predador
3.8 870 Assista AgoraFoi menos divertido do que eu imaginava, infelizmente.
O Predador (1987) funciona — na maior parte do tempo — nas cenas de ação, assim como no quesito suspense, mantendo a identidade do predador velada até os minutos finais da obra. Se eu não o conhecesse, ficaria surpresa com o visual, que é puro efeito prático, com a cabeça animatrônica. O Predador (alien) em si é imponente e marcante, funcionando bem até hoje.
Entretanto, como já comentaram, tem mais ação do que história. Se fosse apenas isso, não seria um problema. Porém, a trama é bastante rasa, os personagens não são envolventes e o protagonista (interpretado pelo meu ator favorito de filmes brucutu) é tragicamente apagado. As mortes são um tanto rápidas, e temos um dos clichês mais bundas do cinema:
o vilão que mata todos no primeiro hit, mas, quando chega ao protagonista, só brinca de jogá-lo de um lado para o outro. Enquanto um teve seu braço decepado após um tiro, Dutch ganhou apenas um ínfimo arranhão.
Eu não sei vocês, mas acho esse recurso bem broxante.
Eu estava pronta para me divertir muito, porém, o resultado não foi muito positivo. Não é ruim, mas há melhores, tanto no quesito ação quanto no quesito lutas contra aliens. Ainda assim, vale a assistida.
P.S.: Eu não sei de onde o Dutch tirou que o alien não atacava a mulher por estar desarmada. Quando ele também estava, o Predador não se fez de rogado.
Sorria
3.1 964Foi tão ridículo quanto eu imaginava. Não foi pior por, felizmente, não termos protagonistas adolescentes.
A premissa é boba. O povo se forçando a fazer um sorriso assustador me trouxe mais risos do que apreensão ou amedrontamento. O ritmo é devagar, quase parando, e o roteiro não é nada original. Só teve um jump scare que funcionou comigo, mas o restante do filme foi porcamente previsível. Exemplo: as alucinações são bem óbvias, portanto, não impacta quando temos a “revelação”.
A protagonista é péssima. Aliás, não tem ninguém muito exemplar aqui. Todos choram sem lágrimas, e a reação de todo mundo ao ver uma pessoa se matando diante delas é encarar como se fosse um filme, um como se nada tivesse acontecido.
Não foi um filme bom nem memorável. Assista apenas se não tiver nada (nada mesmo) melhor para ver.
P.S.: A verdadeira face do monstrengo e como ele funciona foram interessantes.
P.S. II:
Quando vamos parar com esse clichê besta de “apareceu bicho, ele vai morrer”? Original seria o pobre Bigode não virar vítima.
A Única Saída
3.7 159 Assista AgoraNão foi o que eu esperava. E a culpa não é minha, pois todos haviam exclamado o quão genial e divertido ele seria. Uma crítica esplêndida com um tom ácido e muito humor negro. Afinal, todos assistimos ao mesmo filme?
Os maiores méritos estão nas atuações e na direção belíssima e inventiva. Por outro lado, a edição é excessivamente confusa na maior parte do filme e o roteiro é tacanho.
A premissa dá a entender que o filme irá por um caminho, mas o longa fica perdido e nunca sabe direito o que quer ser. O início é corrido ao introduzir os personagens, mas, ao mesmo tempo, parece arrastado. E o desenrolar é bem vagaroso. Há muitas coisas irrelevantes que ganham destaque e são esquecidos logo em seguida, como a questão do baile — com o chefe a fim da esposa do protagonista — e o lance com os celulares. Para que aquela bobagem toda?
Realmente não me compadeci com a situação do protagonista e me espanta alguém “entender” sua situação. Sei que a suposta graça está no absurdo da coisa, todavia, só soou estapafúrdio e desproporcional o comportamento do delinquente. É uma merda ser demitido e é desesperador sentir que está perdendo tudo, mas sua atitude extrema me convenceria mais na prática se fosse — de fato — uma comédia. Se levando tão a sério, só o achei um babaca.
Ainda assim, o mais importante de tudo foi que não gostei. Não me envolveu, não me divertiu, me entediou brutalmente e me fez terminar com o sentimento de: “é só isso?”. Essa é a grande crítica ao malvado capitalismo?
Esse é um daqueles amado pelos críticos e detestado pela minha pessoa.
P.S.:
O mais ridículo é esse cara ter se safado de tudo, mesmo sendo um completo idiota...
P.S. 2: "No Other Choice", se eu fosse resumir, seria uma espécie de "As Loucuras de Dick e Jane", só que chato, sem graça e mais extremo — e metido a inteligente.
Socorro!
3.2 426 Assista AgoraAmei! É um típico filme do Sam Raimi, com uma ótima direção, um desenvolvimento que não dá tempo para o tédio, excelentes atuações e uma trama surpreendente.
Assisti apenas por adorar boa parte dos trabalhos do diretor e por saber que a Rachel McAdams não faz filme ruim. Eu não fazia ideia da sinopse, nem do gênero — eu achava que seria terror, tipo "Arrasta-me Para o Inferno", mas o início constrangedor me fez descartar essa possibilidade.
Que grata surpresa foi o desenrolar dessa história! Teve muita nojeira (que me fez cobrir os olhos para não vomitar), um jump scare que funcionou comigo (coisa rara) e uma premissa meio
"Náufrago" misturado com "Louca Obsessão"
de um lado, tínhamos o chefe babaca e arrogante, que só estava na liderança por ser filhinho do dono da empresa; do outro, uma funcionária estranha e vergonha alheia, mas muito competente, capacitada e igualmente lunática.
Fazia tempo que eu não me divertia tanto com um filme, e este ano tem me trazido muito entretenimento com "Obsessão" e, agora, "Socorro!". Eu realmente não entendo a nota tão baixa. Recomendo de olhos fechados para quem gosta de filmes que não se levam nem um pouco a sério.
P.S.:
Era impossível aquela calopsita sobreviver por tanto tempo sozinha (e o filme deu a entender que foram alguns meses)... Mas que bom que ela conseguiu!
Shrek Para Sempre
3.4 1,3K Assista AgoraSuperior ao Shrek Terceiro, mas ainda deixa um gostinho amargo de "podia ser melhor".
Shrek Para Sempre mostra o que acontece após o famigerado "felizes para sempre". A moral da história aqui é saber valorizar o que se tem e, para isso, Shrek faz um acordo com o golpista Rumplestiltskin para ter um dia em que volte à vida que tinha antes de Fiona — inclusive, que maldade com ela (de novo).
Entramos, assim, em um universo alternativo, com nossos amados personagens sendo apenas cascas do que um dia foram. Fiona é uma linda guerreira que não acredita no amor ou em contos de fadas; o Burro está um pouco menos inocente, mas ainda muito tagarela; o Gato não usa mais botas e abandonou a vida bandida — sem nenhuma explicação, ainda mais em um mundo tão cheio de violência e perigo quanto aquele. Sozinho, Shrek deve encontrar Fiona para consertar a besteira que destruiu a vida dele e a de tantos outros.
Como o filme se passa no intervalo de 24 horas, toda a situação de Shrek é apressada e forçada. A execução é preguiçosa, e a forma como Shrek tenta reverter as coisas é boba e, obviamente, ineficaz. Mais uma vez, Shrek se mostra alguém um tanto egoísta, machucando Fiona no processo para, depois, aprender a valorizar a esposa e a vida que eles têm juntos. A fórmula repetitiva deixa claro que não há mais nada a ser contado, já que obriga o personagem a desaprender o que ele já havia aprendido nos filmes passados.
Essa franquia, que um dia riu na cara dos clichês, vira um enorme clichê ambulante. Não espere o humor afiado nem personalidades marcantes. Não espere músicas memoráveis — que morreram no filme passado. Shrek Para Sempre não é ruim, mas está longe de ser especial.
P.S.:
Também odiei que mataram a Fifi. Ela era o animal de estimação do Rumplestiltskin. Só isso! Ela não fez mal a ninguém!
P.S.: Basicamente, esse filme é A Felicidade Não se Compra. Nem nisso os roteiristas foram criativos...
Shrek Terceiro
3.2 665 Assista AgoraEntre os filmes lançados até o momento, é o mais fraco da franquia. Shrek Terceiro não chega a ser horrível para ser odiado, nem incrível para ser memorável. Ele só... existe.
Shrek retorna com um novo dilema que poderia render uma ótima trama, como as anteriores: o medo da paternidade. Como ogro, ele teme não ser um bom pai — assim como seu pai não foi — e teme que seus filhos venham a sofrer o mesmo preconceito que ele tanto sofreu durante anos. É mais um filme sobre quebrar estereótipos e expectativas, só que com uma roupagem levemente diferente.
Além de não se sentir à vontade com a ideia de ser pai, Shrek não quer ser o novo rei de Tão Tão Distante. Diante disso, ele vai atrás do próximo herdeiro ao trono: Artie, um primo distante de Fiona. Artie é como o restante do filme: só está lá. Ele não é um personagem divertido ou marcante. Ele é bem chatinho, inclusive — e não apenas por ser um adolescente. Arthur, assim como Shrek, é uma distorção de estereótipos. Ele não tem qualquer característica esperada em um rei, como imponência ou coragem. Entretanto, seu desenvolvimento só vai até a página dois. Não sabemos muito sobre quem ele é, e o filme não faz questão de nos mostrar.
Mesmo com todos os quatro filmes tendo durações semelhantes, Shrek Terceiro parece muito mais corrido e vazio do que os anteriores. Shrek e Shrek 2 tinham muito mais a ser contado e explorado sobre esse universo. Tudo parecia uma novidade. Aqui, a novidade não existe, nem em relação ao universo nem aos dilemas. A trilha sonora não é algo a ser lembrado, o longa inteiro parece um pouco escuro e sem vida, e o humor é fraquíssimo. Dá para contar nos dedos de uma única mão os momentos em que ri. Encantado, como vilão, não tem uma motivação muito boa ou interessante. Seus atos de vilania não nos causam qualquer sentimento de urgência ou temor pelos protagonistas. É um personagem porcamente requentado.
Shrek Terceiro é o típico filme que surfa na onda do sucesso acachapante dos seus antecessores: mais do mesmo, sem metade da magia que o tornou um clássico.
Abismo do Medo
3.2 933 Assista AgoraOlha, é um filme bem claustrofóbico e angustiante em vários momentos. Histórias envolvendo idiotas se enfiando em cavernas — tanto na ficção quanto na vida real — sempre me deixam bem apreensiva. Então, nesse sentido, o filme me prendeu e me surpreendeu.
Porém, como eu havia visto diversos comentários o considerando "um dos melhores filmes de terror dos últimos anos", minha expectativa estava um pouco alta — e não foi superada.
Uma das coisas que me incomodou é que a trama sobre se enfiarem em locais apertados não durou muito e logo foi trocada por outro problema: os monstrengos nas profundezas da escuridão. A mudança foi muito rápida e acabou com o suspense e os momentos claustrofóbicos. Outro ponto foram as cenas de luta muito picotadas. Mal dava para entender algumas situações de tanto corte.
O final foi legal — até eu saber que o segundo filme é uma continuação direta.
Sarah deixa a amiga traíra para trás e foge direto para a luz. Claramente aquilo seria uma alucinação dela, mas gostei de o filme ainda nos deixar sentir o gostinho doce da esperança. Infelizmente, não existe um "talvez" sobre ela ter sobrevivido ou não, já que o segundo filme é sobre Sarah retornando à caverna após contar à polícia sobre o ocorrido.
Ainda que ele não tenha superado minhas expectativas, foi um filme que não me arrependi de assistir. Se você curte filmes com um certo gore (mesmo que não seja tão explícito quanto poderia ser), recomendo. Se só gosta de suspenses pretenciosos, não veja.
P.S.: Enquanto esse filme se iniciava e se desenrolava, eu vi uma boa parte do plot de "A Queda" aqui. Alguém "se inspirou" demais nesse filme... Até o título lembra: A Queda e A Descida.
Godzilla: Minus One
4.0 572Embora não seja fã de filmes de monstros, a obra me surpreendeu positivamente. É um ótimo filme, focado em mostrar o lado desolador da guerra e a união de um povo fragilizado e sem esperanças, mas determinado a salvar suas famílias e as próximas gerações
O Godzilla é imponente em todas as suas aparições, mesmo sendo um pouco travado. O CGI é excelente, não incomodando em nada. O grandalhão causa caos por onde passa e seu maior ataque é devastador — lembra mesmo uma bomba respirando antes de explodir.
A história dos humanos não foi chata como a do Godzilla de 2014. Gostei dos personagens e me importei com suas trajetórias, mesmo que elas não fossem muito exploradas — o pouco que nos é entregue é o suficiente. O longa não se prolonga os apresentando nem demora para mostrar o estrago que o God faz.
Quem busca uma boa trama de ação, aventura e um pouco de drama, vale a conferida.
Barbie Life in the Dreamhouse (1ª Temporada)
4.0 28 Assista AgoraBarbie: Life in the Dreamhouse é bem curtinho e não tem uma trama muito desenvolvida, mas é divertido e vem com boas sacadas, como fazer piada com o fato de a Barbie ter tido tantos empregos e sobre ninguém saber sua idade.
Dá para arrancar umas boas risadas.
P.S.: O aniversário da primeira vez que o Ken pegou na mão da Barbie era de 49 anos ou 49 meses? Os dois estão muito conservados para a primeira opção 🤭
P.S. II: O povo (inexplicavelmente) ficou louco com a Margot Robbie de Barbie saindo da cama nas pontas dos pés, mas a ideia veio daqui. Tanto escândalo para algo que não foi original 🙄
Velocidade Máxima 2
2.5 291 Assista AgoraNossa, que filme ruim! A única estrela vai para o Willem Dafoe, que está mais louco que o Batman — pelo menos visualmente — e para o mano que perdeu seu carro no filme passado e retorna para se ferrar ainda mais aqui (coitado, mas eu ri).
Nem a talentosa Sandra Bullock salva esse roteiro indigesto e o casal de pamonhas. Keanu Reeves pulou do barco, e quem ficou em seu lugar foi uma âncora (que afundou o navio de vez) com menos carisma que a porta do Titanic.
Alex é o pior protagonista de ação que eu já vi. Ele muito mais atrapalha do que ajuda, e a Annie precisa salvá-lo — e salvar todos que ele colocou em perigo — mais de uma vez.
Willem é um vilão genérico, com um plano que não faz qualquer sentido lógico ou prático. Exemplo: Por que cacete você contaria seu plano de vingança para o capitão que nada tem a ver com seus problemas e que você mataria em seguida!? Por que matá-lo, aliás!? E por que o capitão só não correu!???
Outro exemplo, é quando ele dá um prazo para o navio ser evacuado e, logo depois, decide que matará todos que restaram, mas então resolve que fará uma refém e etc., etc.
São várias incongruências.
O filme é longo e muito maçante. Diferente do anterior, não conseguimos sentir a urgência da situação. Não tememos pela morte de ninguém — e só uma pessoa morreu — nem nos empolgamos com as cenas quase ininterruptas (e entediantes) de ação. Ao mesmo tempo que o filme, teoricamente, não parava, tudo parecia mais do mesmo. Um looping de parar o navio, desacelerar o navio e, para variar, virar o navio.
Os personagens são burros, surdos e cegos. Como ninguém vê um navio cruzeiro de milhares de toneladas vindo em alta velocidade para cima de você até ser tarde demais? Ou ouve um navio destruindo uma cidade? É um nível de estupidez que beira o ofensivo.
Veredito: todos estavam certos. Esse filme é um lixo. Mereceu o Framboesa de Ouro.
P.S.: “A namorada tem namorada (eta)...” 🎶💃
O Drama
3.6 496 Assista AgoraUau... Fazia tempo que eu não via um título que casasse tão bem com uma obra. Definitivamente, foi um drama. Um dramalhão de quinta, mas um drama.
A única razão para que eu buscasse um filme atuado por esses dois atores — que não suporto mais ver a cara — foi o fato de alguém na internet ter dito que o tal segredo da Emma seria absurdo, chocante. Eu esperei, minimamente ansiosa, até chegar ao momento da revelação e... Diante do que foi dito entre aqueles quatro, sério que o segredo da Emma foi o mais impactante?
A desgraçada da Rachel assumiu quase ter matado uma criança com deficiência mental, sem um pingo de remorso. Não restaram dúvidas de que ela não teria contado onde o menino estava, pois estava mais preocupada em não ser pega. E Rachel ainda se achou no direito de apontar o dedo na cara da Emma? De tratá-la como se ela tivesse lesionado sua prima pessoalmente?
Todo o filme gira em torno desse “enorme” e “repulsivo” segredo. A reação de todos ao fato é irreal, extremamente exagerada e hipócrita: chamar a polícia? Chamá-la de psicopata!?
Emma era uma adolescente que se sentia deslocada e excluída. Todos sabemos que, na adolescência, somos mais vulneráveis e influenciáveis, além de buscarmos aprovação constantemente. Ainda, por menor que tenha sido seu problema na época, tudo se intensifica no caso de uma depressão. Isso justifica um massacre escolar? Não. Contudo, justifica ela pensar em ter feito algo do tipo? Sim. Ela era tão psicopata que, ao ver o estrago feito pela morte de um único aluno, Emma desabou em lágrimas cheias de empatia e culpa. Depois, resolveu (de forma um tanto hipócrita) defender o desarmamento da população. Talvez tenha feito apenas para se sentir pertencente a um grupo, mas, independentemente da justificativa para sua mudança, o isolamento foi o que a fez pensar em mortes e vingança. Não uma psicopatia. Ela não é um monstro (exceto se ela matou aquele cachorro!).
Emma deixou bem claro que isso era uma parte muito pequena de quem um dia foi. Ademais, quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra.
O Drama não é um longa divertido. Eu até havia me esquecido de que ele é classificado como “comédia”. Parece mais um apedrejamento social e psicológico contra uma pessoa que cometeu o crime de pensar algo reprovável — e, felizmente, pensar ainda não é crime. Os personagens parecem saídos das redes sociais, onde todos são perfeitos juízes de valor, com scripts rasos na ponta da língua (ou dos dedos). É impossível simpatizar com alguém além da Emma, e isso atrapalha muito, já que o filme inteiro é sob a ótica do imbecil do seu noivo.
Seu noivo traidor, inclusive!
Se você não compra o dilema moral do personagem, todo o resto perde o sentido e vira só uma repetição de questionamentos tolos.
A parte mais divertida foi o casamento, mas nem ele foi tão bom assim, e o desfecho foi patético.
Foi muito bom a Emma saber da traição dele, mas, por que ela tentaria recomeçar? Ele claramente não a ama e não aceita seu passado. Isso infectou a relação, e ele não merece perdão.
Sobre o casamento, a cena que eu mais aguardava foi água e óleo: mal mostrou direito a surra no Charlie, e ela nem durou 🤧
Resumo: Se fôssemos presos pelo que pensamos em fazer, não sobraria ninguém fora da cadeia. Paz! ✌️
P.S.:
Tenho certeza de que, se ela dissesse que iria matar um grupo que eles reprovam, a chamariam de heroína ou de covarde...
P.S. II: O excesso de vômitos era para efeito humorístico? Alguém acha divertido ver pessoas vomitando?
Obsessão
3.9 931 Assista AgoraFilme muito divertido, com uma premissa semelhante à de Ruby Sparks (inclusive, ótimo filme), só que levada para o lado do terror.
Atuações excelentes, direção impecável, um roteiro amarradinho e uma trilha sonora exemplar. O longa não demora para chegar ao cerne da trama, e as coisas vão escalonando de uma forma catastroficamente envolvente e alucinante.
Não sei se o consideraria "o melhor filme do ano", como o Rafa Camargo, mas o classifico como um dos melhores filmes de terror lançados nos últimos anos, sem dúvida.
P.S.:
Nessa brincadeira, além de destruir a vida da Nikki, Bear destruiu a vida de mais três pessoas — contando com a dele. E se as coisas não tivessem enloquecido tanto, ele não teria remorso nenhum disso. Tudo porque ele preferia ver a Nikki sofrendo do que aceitar que ela não o queria. O famoso "nice guy"...
Parabéns viu, seu cocô! 💩
Amor Platônico (1ª Temporada)
3.7 16 Assista AgoraAssisti por gostar dos trabalhos do Seth Rogen, mas não esperava absolutamente nada. Foi uma surpresa incrível!
Primeiro, os episódios têm mais ou menos 30 minutos, e isso é fantástico para quem não está a fim de assistir a episódios de 1 hora. Dá para ver um durante uma pausa para comer. Segundo, é uma série que trata, de maneira muito descontraída, de diversos assuntos que envolvem a vida adulta e as crises da meia-idade.
Seth Rogen tem o dom de criar uma química incrível com qualquer mulher com quem atua e, aqui, atuando mais uma vez com a Rose Byrne (que foi sua esposa no filme "Vizinhos"), não foi diferente. Seu personagem, entretanto, me despertou emoções tanto positivas quanto negativas. Ele é um homem na casa dos 40 anos que tenta agir como um jovem hipster, mas é apenas um homem extremamente imaturo e, de vez em quando, bem egoísta. Além disso, ainda se faz de coitado após o divórcio, sendo que foi ele quem traiu a esposa...
A relação de amizade entre Will e Sylvia é muito autêntica e transmite muita verdade, apesar de também ter algumas red flags. Eles se apoiam (na maior parte do tempo), ajudam um ao outro a passar por momentos complicados em suas vidas privadas e incentivam um ao outro a tomar decisões difíceis. Sem questionamentos: apenas vão e fazem — e isso é muito legal. No geral, eles parecem pessoas reais, com problemas facilmente reconhecíveis e identificáveis. São falhos e cheios de incertezas. Ambos. E isso os torna muito interessantes e cativantes.
Meu único problema é a série ficar em um "vai, não vai" em alguns momentos. É um amor realmente puramente platônico? Na maior parte do tempo, o roteiro dá a entender que sim. Mas, às vezes, parece que nem os próprios roteiristas sabem se querem continuar por esse caminho. Eu, sinceramente, prefiro que a trama respeite o nome da série. É bem difícil ver representações reais de amizades entre homens e mulheres, então seria legal se ela não acabasse virando um rolo romântico, como acontece em praticamente todas as outras histórias.
Eu recomendo demais essa série, inclusive para quem não curtiu o primeiro episódio. Ela é curta, então não custa dar uma chance.
P.S.: Eu realmente não gostei do clima estranho entre os dois no último episódio.
P.S. II: O marido da Sylvia é um gato, mas me incomodava o quanto ele parecia um pouco "estranho" (por falta de uma palavra melhor). Dava a impressão de que o ator estava tentando se encaixar em um personagem que não combina muito com ele. Também me incomodava o fato de ele não parecer, de fato, o marido dela: há zero química entre os dois. Depois descobri que o ator é gay... Isso meio que explica a minha estranheza (e me fez deduzir que talvez ele não seja um ator tão bom). Ou talvez o personagem se assuma mais tarde, vai saber!
Velocidade Máxima
3.4 657 Assista AgoraFilmaço com ação frenética do início ao fim. Não consigo pensar em nada de ruim para falar.
Os personagens são interessantes, há diversos momentos angustiantes, há muita mentirada boa e um vilão cheio de desejo de fazer "vilanices".
Clássico absoluto muito divertido!
Todo Mundo em Pânico 5
1.9 1,6KPorra, esse filme é uma desgraça! Para ser podre precisa melhorar muito (e eu estava de ótimo humor, há 11 anos, quando disse que não era tão ruim...)
NENHUMA piada funciona. Tudo é absurdamente fora de tom, não existe timing cômico. Mesmo que houvesse algum diálogo divertido no papel, a direção iria matá-lo na execução.
A grande maioria das "piadas" são de péssimo gosto, como uma criança enfiando um objeto no ânus e sarrando na perna de outra pessoa como um cão! Como alguém achou isso de bom gosto?
A dupla feminina principal — uma tentativa frustrada de substituir a Cindy e a Brenda — é terrível, tanto juntas quanto separadas. São sem graça e sem química em tela.
Alguns dos bons atores do elenco são destruídos pelo roteiro dantesco, então nem eles conseguem (tentar) salvar essa bomba.
Esse filme cheira a longa barato feito diretamente para o home video, seja pela qualidade da produção ou pelo do próprio pôster de divulgação. Eu nem preciso ver o 6 (que eu nem tenho grandes expectativas) para saber que nenhum filme da franquia jamais chegará perto de ser tão abominável quanto esse.
Águas Rasas
3.4 1,3KTramas envolvendo tubarão não me chamam a atenção, mas os comentários tão extremos — "pra ser ruim tem que melhorar muito" e "melhor que 'Tubarão' do Spielberg" — me despertaram muita curiosidade. Posso dizer após assistir que... a galera força demais para dizer que esse é o melhor filme de tubarão já feito.
A trama é tão rasa quanto o título sugere. Uma trama simples mas bem feita, por muitas vezes, se basta. Não é o caso aqui. É simples demais. É óbvio demais. É conveniente demais.
Nancy passa por uns momentos de certa tensão, mas nada que me fizesse ficar realmente investida. Nada foi impactante ou angustiante — angustia que senti em filmes como "127 Horas" e "A Queda".
Personagens aleatórios são usados como iscas (literais e figurativas) para o filme não ficar tão parado. Porém, as mortes são off-screen e são muito scriptadas. As situações são previsíveis.
Que graça tem ver a Blake Lively fazendo cara de choque enquanto um bêbado safado (que claramente iria roubá-la) está sendo devorado vivo? Quero ver carnificina!
Para um filme de sobrevivência, ele é muito sem graça e limitado. Além de o final ser uma mentirada sem tamanho. E olha que eu sou muito aberta a mentiradas.
O que me fez dar 2 estrelas foi, principalmente, a gaivota (melhor personagem!), o CGI de qualidade do tubarão e as belas paisagens naturais. De resto, recomendo que passem para o próximo.
P.S.:
Se a gaivota morresse seria 1/2 estrela. Seria um lixo completo.
P.S. 2:
Não duvido que a Blake tenha dito que não queria que fizessem massagem cardíaca em sua personagem no final. Nenhum latino feio tocando em seu corpinho... Por isso a Nancy se salva sozinha do tubarão e do próprio afogamento.
A Creche do Papai
2.8 396 Assista AgoraAssisti diversas vezes na infância e o achava muito bom. Reassistindo, posso dizer que ele tem mais defeitos do que qualidades — mesmo para um filme "Sessão da Tarde".
Seu maior problema é o fato de ser mais raso do que o esperado. As coisas dão certo muito rápido, sem que nos seja mostrado. As crianças chegam horríveis e indisciplinadas, e nunca vemos a evolução das pestes. Só uns lampejos de brincadeiras e cantoria que não melhorariam qualquer criança.
Também não é muito bom em aprofundar o fato de Charlie não ser um pai tão atencioso quanto ele pensava ser. Sua relação com o filho é fofa, mas com a profundidade de um pires.
O filho dele (que é uma coisinha muito lindinha!) sofre por não ter amigos, e isso também não é explorado. Do nada, ele está feliz e cheio de amigos.
Não me levem a mal, não é um filme péssimo. É divertido e bonitinho, mas muito aquém do que poderia ter sido. Há ótimos exemplares de obras infantis que divertem e contam sua história de uma maneira mais empenhada do que flashs de acontecimentos aqui e ali, então não é uma reclamação exagerada. E esse não foi um problema só para mim (uma velha chata), mas também para meu filho de 12 anos, que é bem menos exigente do que eu. E não me venham com: "ah, mas é filme de criança..."! Criança ter que ver filmes burros que as deixam mais burras e sem senso crítico? Isso não é desculpa para filmes mal feitos!
Não é o pior filme do Eddie Murphy, nem o de longe é um filme ruim. É uma obra que recomendo para ver, pelo menos uma vez na vida. Porém, foi bem menos engraçado e memorável do que eu pensava.
P.S.: Meu filho disse que não fazia sentido a escola falir por causa da Creche do Papai, e eu concordo. Jamais eu deixaria meu filho nas mãos de três patetas, se eu pudesse colocá-lo em uma escola de ponta, com aulas de karatê, música clássica e cinco idiomas (!). Mas tudo bem... é ficção.
P.S. 2: A Anjelica Huston está muito mal aproveitada.
P.S. 3: Os caras simplesmente levaram todas as crianças embora da escola, sem avisar aos pais? E como eles souberam onde as crianças estavam para poder buscar? As crianças gostavam da Creche, mas e se os pais não quisessem que os moleques saíssem da escola?
Atividade Paranormal 2
2.7 1,8K Assista AgoraNão é um filme ruim, mas ele também não inova. Há mais ângulos e câmeras, além de mais personagens, mas o primeiro ainda acaba sendo superior.
O objetivo dessa continuação é expandir a mitologia do primeiro e tentar elucidar a origem do tal demônio. É aqui que o caldo começa a entornar, pois pode haver novos elementos que futuramente mais vão confundir do que explicar. Por exemplo:
o demônio foi atrás apenas dessas irmãs ou as outras mulheres da família também foram perseguidas? Se elas foram as primeiras, não faria nenhum sentido, já que o demônio deseja sacrificar o 1° homem a nascer na família. Não teria razão de atormentá-las.
A explicação para Kate e Micah serem atormentados é boa. Mas, de resto, não supera o antecessor. Principalmente no quesito personagens, que aqui são bem menos carismáticos e interessantes. A adolescente é muito chata — e não sei se a culpa é da dublagem ou do fato de ela raramente calar a boca quando está em cena. O pai é um completo babaca, e a irmã da Kate é meh. A cachorrinha é a melhor coisa, sem dúvida.
Como não me lembro dos próximos filmes, tudo acaba sendo uma novidade, então espero que meu questionamento tenha uma explicação. Só sei que após o 3° essa franquia vira uma bomba.
Atividade Paranormal
2.9 2,7K Assista AgoraReassisisti recentemente, acompanhada por alguém que não conhecia a história, e a experiência foi divertida para ambos.
O filme tem um ritmo lento, mas progressivamente o clima de tensão vai se instaurando.
Os personagens são carismáticos e passam veracidade. A trama é amarradinha — no sentido de ser possível assisti-lo isoladamente sem ficar confuso — e a direção não passa muito tempo enchendo linguiça.
Quando vi pela primeira vez era novinha, então fiquei impactada com o final — confesso. Hoje acho bem bobinho
a Kate possuída indo em direção à câmera. Mas o suspense que precede o aremesso de Micah é interessante.
Não se preocupe se você não for fã de A Bruxa de Blair (como eu) — você ainda pode acabar gostando, pois, apesar de tudo, tem mais história e mais suspense aqui do que lá.
A Queda
3.2 820 Assista AgoraDiante do início clichê e das atuações tenebrosamente pouco convincentes, A Queda acabou sendo um filme melhor do que eu esperava.
Não consegui sentir tanta tensão exatamente por não conseguir gostar da atuação das protagonistas — principalmente da morena. Ela é horrível. Além disso, elas são aquele tipo de personagem burro que você torce logo para morrer. Quem gosta de youtuber que faz coisas perigosas e completamente estúpidas por views? Eu já odeio os idiotas reais que se penduram com uma só mão em prédios altos por likes. Imagine ver isso em um filme...
Apesar de tudo, a trama é envolvente e, no que falta de convencimento nas atuações, sobra na direção e no CGI. Realmente bate um medinho e agonia de vê-las tão no alto.
Se você não questionar muito, pode se divertir. Bom filme-pipoca! 🍿
P.S.: Acabei de assistir "Abismo do Medo"... e a trama é MUITO parecida. Alguém andou vendo filminhos populares para conseguir "inspiração" 👀
Duplex
3.2 817Reassisti após anos, sem recordar de muito sobre as situações da história, e me diverti e fiquei revoltada tanto quanto na primeira vez.
Não é um filme que envelheceu mal. O humor é ótimo, o estresse que a velha causa é de arrancar os cabelos, a direção tem um bom timing cômico e o elenco está afiado.
Sem dúvidas, uma comédia totalmente excelente.
A Fada e o Pastor
3.8 12 Assista AgoraDefinitivamente, não foi uma série ruim. Entretanto, poderia ter sido melhor. O início é bem mais divertido que os episódios finais.
A princípio achei o Gyeon-U um babacão ingrato. Porém, com o decorrer da trama e conhecendo sua triste história, consegui compreender suas motivações e o que o fizeram ser tão amargurado. Eu seria bem pior se estivesse em seu lugar.
A maioria dos personagens são divertidos e carismáticos. Não há nenhuma atuação aquém. Achei a química entre o trio principal muito boa, inclusive com a adição do "espírito maligno" (que não tem nada de maligno).
Esse é um personagem que foi colocado na trama como um vilão terrível, mas que se mostrou apenas um garoto solitário que queria viver e ser amado. Fiquei triste pelo Gyeon-U ser possuído quando finalmente iria se livrar de sua maldição, mas era inegável o carisma e a química que ele tinha com a Seong-A. Ele foi divertido e trouxe uma luz nova ao personagem. Acho que ele foi muito bem encarnado tanto pelo ator quanto pelo dublador (dava pra saber quem era quem só pelo tom de voz, mesmo quando o espírito fingiu ser o Bae Gyeon-U).
Além do "espírito", gostei muito do Ji-ho. Inclusive, sempre o achei bem mais bonito que o par romântico da Fada. Ele é divertido, leal e um perfeito companheiro.
O fim dele é o mesmo de vários bons personagens que amam a protagonista, mas que não tem nenhuma chance: eles sofrem pelo amor delas, mesmo sabendo que o coração delas é de outro, e terminam sozinhos e ainda apaixonados. Nossa, como eu odeio esse final! Uma pessoa incrível como ele merecia alguém legal com ele. Não ficar segurando vela pra menina que ele gosta.
Os últimos capítulos perdem muito o ritmo e vão atolando até um desfecho xoxo. Não entendi todo o apresso com a xamã do mal, sendo que ela foi uma pessoa horrível do início ao fim.
Mesmo após todo o mal que ela causou, as pessoas permaneciam se sacrificando por ela. Não importa a pessoa que ela foi um dia. Não importa que ela seja uma mãe de luto. Isso não justifica em nada ela sair em pune de todas as suas atrocidades. Sim, ela sofreu ao saber que estava fazendo o próprio filho sofrer todo aquele tempo. Porém, isso não a impediu de ainda querer fazer mais mal. Foi ela quem fez o Gyeon-U ter ódio de xamãs. Ela não merecia o fim que teve.
Outras pontas ficaram largadas no caminho, como a família do Gyeon-U e até como ele se bancava sozinho, já que a avó gastou tudo tentando ajudá-lo.
Como disse, não foi terrível e não acho que o final foi estragado. Foi muito divertido e foi um ótimo entretenimento. Só poderia ser melhor. Ainda assim, vale a pena.